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Friday 08/12 - Humanidades / Sala 08 (RAMA)
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Friday 08/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 08 (RAMA) |
De volta para o passado? a nova aliança conservadora e a reforma do ensino médio brasileiro. (#6034)
Eduardo Carvalho Ferreira 1
1 - Universidade de São Paulo.
Abstract:
A educação brasileira parece ter entrado em mais um período dramático de sua história. Nosso sistema educacional é cada vez mais contestado e, frequentemente, tem sua falência anunciada. Diversas são as acusações que incidem sobre nossas instituições de ensino e aprendizagem e, sobretudo, sobre aqueles que lá estão. De fato, é preciso mudar. Contudo, o problema é que em tempos de crise econômica, política e social, o debate sobre tais mudanças necessárias para educação brasileira foi solapado pela interferência de um governo “tampão”, que propagandeando uma ideia de fracasso escolar baseada nos resultados de certas avaliações de massa, fez determinar – de forma autoritária, via Medida Provisória – os novos rumos para as políticas educacionais. Assim, o presente trabalho tem como desafio analisar o atual cenário da educação brasileira, especificamente após a Medida Provisória 746, aprovada em 08 de fevereiro de 2017, que altera artigos da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e da Lei nº 11.494, de junho de 2007, instituindo a “nova” Reforma do Ensino Médio. O objetivo principal é mostrar que, a despeito de qualquer sentido de reorganização da educação que possa ser encontrado nesta mudança, esta reforma é parte de uma nova coalizão política e partidária que busca efetivar sua hegemonia a partir de um projeto neoconservador de sociedade que esta se espraiando para todos os setores da vida pública. Isto é, segue-se a risca a lógica já aplicada em outros países, onde segundo Michael Apple (2003) as políticas para a educação manifestam claramente o discurso da “aliança entre liberais e conservadores, apoiada pelo fundamentalismo religioso e pelo burocratismo tecnicista pequeno-burguês”, e que ao se alastrarem pelo sistema educacional, impõem “novas lógicas e racionalidades que ameaçam a lucidez científica, educacional e pedagógica”. Nesse sentido, com esta análise, busca-se questionar certas linhas gerais desta reforma, tais quais: Como ficará a organização das escolas? Como será feito o financiamento e a redistribuição dos recursos? Qual será o caráter político e pedagógico da Base Nacional Curricular Comum? Como ficará a contratação dos professores? Quais impactos dessa reforma no ENEM?

 
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Juntas de escuelas en Brasil después de 2000: experiencia incompleta de participación social en la gestión de las políticas educativas (#0633)
Illyushin Zaak Saraiva 1;
Maurício Tavares Pereira 2
1 - Instituto Federal Catarinense - Campus Luzerna. 2 - Instituto Federal Rio Grande do Sul - Campus Alvorada.
Abstract:
Este trabajo tiene como finalidad desarrollar diagnóstico preliminar sobre el desempeño de los consejos en las escuelas públicas de Brasil, desde la perspectiva de la gestión democrática establecida por la Constitución Federal de 1988, que obligó a los gobiernos locales y estatales de Brasil garantizar, elección directa del Jefe Maestro en todas las escuelas, y participación comunitaria en la gestión de las escuelas por elección de padres de los estudiantes y otros miembros de la comunidad para los consejos escolares. El marco de análisis se presenta en una perspectiva histórica y crítica: después de 21 años bajo la dictadura militar había, en 1985, alrededor del 25% de Brasileños mayores de 15 años de edad analfabetos (IBGE, 1991), especialmente concentrados en el norte y al noreste del país. Fue sólo con la promulgación de la nueva Constitución democrática de 1988, que establece la base jurídica y política para una nueva educación pública, gratuita y de calidad, orientada a las masas, con la participación obligatoria de la comunidad en su gestión, lo que permitió al estado brasileño una reducción cada vez mayor en la tasa de analfabetismo al nivel de 8,7% en 2011 (IBGE, 2012). También han cambiado miles de estatutos de las escuelas públicas, con el establecimiento de elecciones directas para el Director de la Escuela y los miembros de la Junta Escolar. Estudios en profundidad han demostrado que, en la práctica, gracias a regulaciones implementadas durante el período neoliberal 1995-2002, las juntas escolares han servido más como elemento legitimador de decisiones adoptadas por gobiernos locales y estatales, sin tomar el carácter representativo y el papel crítico que necesariamente se había previsto en la Constitución de 1988 (DOURADO ET AL, 2006; OLIVEIRA ET AL, 2007, HADDAD, 2001; GRACINDO, 2004), otro aspecto aquí también analizado. El análisis de los resultados es eminentemente cualitativo. El método de recolección de datos es documental, centrado en libros, artículos e investigaciones realizadas sobre el papel de los consejos escolares en el ámbito brasileño de los últimos 25 años, sino también haciendo uso de datos secundarios aportados por el Ministerio de Educación - MEC por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística - IBGE y el Instituto Nacional de Estudios para la Educación Anísio Teixeira - INEP, siempre que necesario. El trabajo señala de manera preliminar, según los estudios y los datos proporcionados por el MEC, el IBGE y por INEP, que la calidad de la representación es aún pequeña, con poca participación de la comunidad en la selección de los representantes electos en el consejo, y participación aún peor en la supervisión de los mandatos y el ejercicio de las acciones y decisiones de interés para los padres, estudiantes y otros miembros de la comunidad.

 
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Políticas públicas para educação profissinal na Bahia-Brasil: a percepção dos docentes sobre o programa de apoio político pedagógico da superintendencia de educação profissional - SUPROF. (#2033)
Ieda Rodrigues Da Silva Balogh 1; Valdélio Santos Silva 1
1 - Universidade do Estado da Bahia.
Abstract:
A proposta deste artigo é situar o panorama atual da Educação Profissional no Brasil, que está na pauta das políticas de Estado e é apresentada nas Diretrizes Curriculares Nacionais como um fator que pode atender aos novos padrões de desenvolvimento, com impactos para a cidadania em um contexto de mudanças do capitalismo e do mundo do trabalho. O foco são as políticas públicas implementadas para esta modalidade de ensino, mais especificamente os resultados obtidos no Estado da Bahia a partir do Programa de Apoio Político Pedagógico à Educação Profissional - PAEP. Este foi implementado no ano de 2012, com encerramento em 2015 com ações voltadas principalmente para a formação de 1.200 docentes da rede estadual. Neste estudo, de abordagem qualitativa, foram questionados professores atuantes e participantes da referida formação, buscando-se entender suas percepções acerca desta modalidade de ensino, bem como os impactos do curso na sua atuação profissional que visa capacitar os jovens tanto para adquirirem o domínio de determinada técnica, como para obterem conhecimentos propedêuticos para o ingresso no ensino superior.  Os resultados da pesquisa, em linhas gerais, indicam que os docentes tem uma visão crítica acerca das possibilidades para os jovens formados em um contexto de crise de postos de trabalho. Por outro lado, avaliam positivamente a iniciativa de formação para suas carreiras e atuação.

 
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O programa nacional de assistência estudantil no instituto federal de educação, ciência e tecnologia sul-rio-grandense: a revisão teórica/metodológica de uma pesquisa avaliativa em construção (#0455)
Ramão Correa 1; Marília Ramos Patta1
1 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Abstract:
O ensino médio de nível técnico, com ênfase nas áreas de ciência e tecnologia, passou por um processo reconfiguracional e expansivo no Brasil a partir de 2008. Tal processo qualificou mão de obra para o mercado de trabalho e elevou a oferta de vagas em cursos superiores de licenciatura e tecnologia. A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica do Brasil, que engloba os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia foram os principais atores desse processo. Esses Institutos operacionalizam desde 2010 o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), cujo objetivo é garantir as condições de acesso e permanência aos estudantes em situação de vulnerabilidade social matriculados nessas Instituições. Neste trabalho, que integra a tese do primeiro autor, apresentaremos uma revisão teórica sobre o tema da avaliação de Políticas Públicas no campo acadêmico brasileiro e algumas das estratégias teórico/metodológica empregadas na avaliação do PNAES no contexto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense da cidade de Pelotas. O investimento governamental em políticas públicas focadas no acesso e na permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade social é percebido, dentro de suas limitações e contradições, como uma ação importante para o enfrentamento e diminuição das desigualdades sociais que persistem no Brasil e, ao mesmo tempo, ainda carecem de avaliações que possam lhe subsidiar.  

 
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  Escolas boas, escolas justas? Um estudo sobre indicadores de justiça em escolas de qualidade. (#0909)
Maria Elizabeth Varjal Medicis Pinto 1
1 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
Esse trabalho objetiva discutir resultados de uma pesquisa em andamento realizada em dez escolas do estado de Pernambuco no Brasil, consideradas de qualidade e selecionadas entre as que obtiveram as melhores médias na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB – realizada pelo Ministério de Educação. Nosso interesse pelo estudo foi motivado pela suposição de que nem sempre as escolas consideradas de qualidade são justas, dada à persistência de práticas escolares arbitrárias e discriminatórias, bem como, violações de direitos dos alunos. Tais práticas se fundamentam em costumes ainda não suficientemente refletidos e discutidos pelo debate acadêmico brasileiro que concede centralidade ao discurso da educação de qualidade como um forte referente para o processo de democratização escolar e de formulação de políticas educacionais. Embora se reconheça que a justiça é a máxima moral de uma política pública, a temática da justiça escolar vem sendo subteorizada no campo da educação. Por essa razão, ampliar o debate sobre os indicadores de justiça escolar nos parece um potencial teórico de suma relevância quando se pretende democratizar a educação como direito. Essa pesquisa, portanto, se inscreve no conjunto dos estudos que comungam dessa intenção. Inscreve-se na tradição da teoria critica da pesquisa em Ciências Sociais. É de natureza qualitativa e tem como concepção teórica de abordagem da realidade, a teoria da Democracia Radical e Plural na perspectiva de Laclau e Mouffe que explica de forma consistente o processo de democratização das relações sociais de sociedades complexas e discute o processo constitutivo de novos sujeitos e de novas identidades políticas que disputam sentidos atribuídos ao social, entendido enquanto espaço discursivo. Tem como objetivo geral, promover uma reflexão com as escolas selecionadas sobre práticas educativas justas e injustas buscando construir referências capazes de, respectivamente, fortalecer ou superar estas práticas. Como objetivos específicos, pretende: compilar os indicadores de justiça postos pelas diferentes teorias sobre justiça social; verificar como esses indicadores são representados na pratica discursiva das escolas; identificar formas de proteção ou violação dos direitos dos alunos nas escolas. Apresenta alguns resultados que já permitem afirmar que algumas escolas escolhem seus alunos através de seleção para ingresso, ferindo o direito à igualdade de acesso; expulsam alunos indisciplinados, não aceitam alunos repetentes, violando o direito à educação, praticam o decesso escolar no ato da matrícula de alunos transferidos violando o direito do aluno ao reconhecimento de estudos realizados e concluídos com êxito. Paralelamente, outras já se orientam por indicadores de justiça a exemplo dos de distribuição igualitária, distribuição equitativa, igualdade de oportunidades, igualdade de condições, igualdade de resultados, e reconhecimento de diferenças.  

 
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Políticas de equidad (o inequidad) para los estudiantes con discapacidad en la educación superior (#1615)
Judith Pérez-Castro 1
1 - Universidad Nacional Autónoma de México.
Abstract:
La equidad es un tema relativamente reciente en la educación superior en México. Después de poco más de dos décadas de explosión de la matrícula, ésta se introduce en la discusión de las políticas públicas, a partir de los años 90 del siglo XX, como parte de los diferentes indicadores que abarcaba el gran ‘paraguas’ de la calidad de la educación. Para ello, inicialmente, se promueve la creación de programas de apoyos institucionales para los estudiantes de los sectores sociales desfavorecidos, pero con buen desempeño académico. Unos años después, en 2001, se crea Programa Nacional de Becas para la Educación Superior (PRONABES), hoy becas de manutención, que fue la primer política federal para promover la equidad en este nivel educativo. Hasta ahora, las principales acciones gubernamentales han estado dirigidas a la población de bajos ingresos y a las personas de los pueblos originarios. Sin embargo, existen otros grupos de la población que no han sido atendidos, entre ellos, las personas con discapacidad, las cuales desde hace aproximadamente dos décadas se han ido integrando como parte de la demanda de la educación superior. En esta ponencia, presentamos un análisis de las políticas federales que, en las últimas dos décadas, se han implementado en México para la inclusión de las personas con discapacidad en la educación terciaria. Los resultados nos muestran que, en general, el problema de la discapacidad no ha constituido un asunto relevante para las políticas de equidad en el nivel superior, por el contrario, hasta ahora, la atención del gobierno federal ha estado dirigida hacia la educación básica y la media superior. Las estrategias y líneas de acción, la mayoría de las veces, no tienen un carácter vinculatorio y carecen de una perspectiva clara que abone a la construcción de contextos y prácticas inclusivas. En algunas medidas, como las becas de manutención, la discapacidad se considera un criterio de priorización para otorgar los apoyos, más no como un criterio de elegibilidad, lo cual tiende a desconocer las necesidades específicas de los estudiantes con discapacidad. Finalmente, aunque desde principios del siglo XXI, la inclusión de este sector de la población en la educación superior ha ido cobrando cada vez más importancia , ésta no ha logrado constituirse como una dimensión transversal para el diseño de las políticas a nivel federal o institucional.

 
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La paradoja de la inclusión social y la reproducción de las desigualdades: el caso del programa peruano Beca 18   (#8161)
David Lino Arguedas Olave 1
1 - Universidad Nacional Mayor de San Marcos.
Abstract:
La presente investigación tiene como objetivo discutir aspectos importantes sobre el programa peruano Beca 18, el cual a través de una subvención económica, financia los estudios de jóvenes en pobreza y extrema pobreza en Instituciones de Educación Superior (IES) que tienen convenios con el Programa Nacional de Becas y Crédito Educativo (PRONABEC). Evidentemente, los estudiantes deben cumplir con variados requisitos que los obligan a tener un contacto muy cercano con el Estado. Sin embargo, lo que motiva este trabajo son las relaciones y tensiones que se pueden estar produciendo dentro de las Universidades donde estudian los becarios en relación con los no becarios, pero también con los parámetros fijados por las Instituciones que no asumen una educación intercultural. Ello es particularmente relevante si se considera que este programa educativo nació en el Gobierno de Ollanta Humala Tasso (2011-2016) con una impronta de “inclusión social”. Por tanto, la hipótesis con la que se trabaja refiere al hecho de que un mayor acceso no implica una adaptación al medio en tanto se evidencian las mismas desigualdades que imperan en la sociedad peruana y que son limitantes para una correcta convivencia entre los estudiantes becarios y los que no lo son. De igual modo, es importante precisar que la pregunta que se intentará responder en esta investigación es: ¿de qué formas se evidencian las desigualdades sociales en las formas de interrelación entre becarios de Beca 18 y no becarios en dos universidades peruanas (una pública y una privada)? Ella busca conocer cómo se produce la socialización en dos espacios que son distintos, pero que albergan a jóvenes que se benefician de un programa del Estado cuyo fin es lograr la inclusión social. Asimismo, se puede analizar cómo se gestan las relaciones sociales, la presencia o ausencia de programas interculturales y las herramientas y discursos para alcanzar la movilidad social. Para esclarecer estos aspectos se realiza entrevistas a profundidad a cinco becarios y cinco no becarios de una universidad pública y de otra privada, elegidas en base a criterios económicos y de prestigio. Cabe resaltar que las preguntas están basadas desde una perspectiva etnometodológica que permite transitar por sus historias de vida y, así, concentrarnos en las acciones prácticas y estratégicas de la vida cotidiana que puedan responder a cálculos en aras de desarrollarse y pertenecer a una institución educativa superior, cuyas nociones interculturales o su ausencia puedan ser determinantes para futuros desencuentros. De la misma manera, se pretende analizar teóricamente la naturaleza del programa Beca 18 que, al estar basada en una perspectiva de igualdad de oportunidades, permite confrontarla con la igualdad de posiciones fundamentada por el sociólogo François Dubet.  

 
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Formação de professores de sociologia: PIBID - Contributos de uma política educacional. (#0243)
Sandra Maria Mattar Diaz1
1 - PUCPR.
Abstract:
  Este trabalho faz parte de uma pesquisa realizada para o Programa de doutorado em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e  tem como objeto de investigação  o processo de formação do Professor de Sociologia diante de uma nova política educacional que o governo Federal brasileiro desenvolveu, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, o PIBID. Conforme Portaria Normativa n.16 de 23 de dezembro de 2009 que regulamenta este programa, o mesmo tem por finalidade o fomento a iniciação à docência, qualidade na formação docente e elevação do padrão de qualidade da educação básica. Em 2010 houve uma ampliação para IES Comunitárias, o caso da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). O curso de Ciências Sociais da PUCPR começou a participar em agosto de 2012 neste programa. O objetivo deste estudo é compreender as contribuições do PIBID à formação inicial de professores nos dizeres dos licenciandos em Ciências Sociais e pibidianos de Sociologia, da PUCPR. A atuação dos graduandos se deu em 4 escolas da rede pública de Curitiba-Pr , sendo 5 estudantes por escola. O programa contou com a  Supervisão de um professor  da escola pública e um coordenador de área e  professor da Instituição Superior de Ensino, neste  caso,  da PUCPR,  perfazendo um total de 25 pessoas envolvidas no processo. Deste modo utilizou-se como metodologia a   pesquisa qualitativa, com observação participante e o relato dos bolsistas que integram e/ou já integraram  este projeto. O acompanhamento das atividades desenvolvidas ocorreu no período de agosto de 2012 a dezembro de 2014. Foram realizadas, com os participantes do projeto, entrevistas, reuniões e oficinas  de capacitação, troca de experiência e rodas de conversa críticas avaliativas. Para análise dos dados, as informações obtidas foram organizadas de forma sistemática e submetidas à apreciação de conteúdo quanto às principais contribuições do PIBID à formação do professor de Sociologia tais como: aquisição de conhecimento do cotidiano da escola, troca de experiência com os colegas pibidianos e professores do ensino médio, participação em eventos científicos por meio da apresentação de  relatos de experiência PIBID, etc. A base teórica desta reflexão tem como centralidade o conceito de campo em Bourdieu (2001), isto  é,  o espaço em que ocorrem as relações entre indivíduos, grupos e estruturas sociais. As forças sociais que atuam e encarnam nas estruturas e nos agentes em função dos diversos tipos de  capital que representam. E ainda a análise da temática está circunscrita a autores que tratam do tema formação de professores e políticas educacionais na sociedade brasileira. Entre eles:  Sonia DRIBE(1991), Florestan FERNANDES( 1980); Lindomar BONETTI (2012); Casimiro BALSA (2009); Demerval SAVIANI (2010); Ileizi SILVA (2010); Otaíza ROMANELLI(1991); FRIGOTTO, Gaudêncio.(2009) ; entre outros. PALAVRAS-CHAVE Formação de professores, políticas educacionais, Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID).  

 
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Las Políticas Educativas en México y su influencia en el perfil del docente de primaria (#8405)
Adriana Araceli Salazar Burciaga 1; Maria Isabel Felix Lopez 1
1 - Universidad de Guadalajara.
Abstract:
PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA El docente es uno de los actores principales del proceso educativo, ya que se identifica como el responsable de la formación académica de los estudiantes. Juega un rol principal y es reconocido como el encargado de que los aprendizajes y conocimientos se desarrollen gradualmente durante los seis años de la formación primaria en México. Diversos organismos como la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO), la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE), y por supuesto, en el caso de México, la Secretaria de Educación Pública (SEP) mencionan la importancia sobre el quehacer docente para lograr la tan ansiada calidad educativa. Este quehacer docente se ha visto modificado constantemente desde las últimas décadas, y se puede constatar a través de documentos oficiales como el Programa para la Modernización Educativa (PME) de 1989, Escuelas de Calidad (PEC) de 2002, Servicio Profesional Docente (SPD) de 2013, entre otros, han sido clave en la resignificación del perfil docente. A partir del análisis de estos documentos, con el presente trabajo se pretende dar cuenta de los cambios que ha habido en el tiempo en el perfil del docente de primaria en México. Es decir, ¿cómo ha cambiado la visión que se tiene del docente de educación primaria?, ¿qué idea se tenía, que exigencias había, qué se demandaba del docente en la década de los noventa del siglo pasado, y cómo ha cambiado a lo largo de los años, hasta llegar a la época actual? En suma, ¿cómo se concebía al docente antes y cómo se concibe hoy? OBJETIVO Identificar cómo las políticas educativas, desde el PME hasta la época actual, han influido en los cambios del perfil docente de educación primaria en México. METODOLOGÍA El análisis inicia desde la política modernizadora puesta en marcha con el PME, en el cual la educación del país dio un giro en objetivos específicos, los cuales prevalecen en la actual política de la Reforma Integral de la Educación Básica (RIEB), aunque con algunas particularidades. En cuanto a la formación docente, las reformas realizadas en los planes de estudio son uno de los puntos importantes de comparación en cuanto al perfil y a las prácticas docentes. Se parte de la reforma  de 1984 donde la formación del maestro se eleva a nivel Licenciatura. Posteriormente, en 1997 cambia el plan de estudios de la Licenciatura en Educación primaria; y por último, en 2012 vuelve a cambiar. El análisis es reforzado con una visión internacional desde organismos como la OCDE, que ha realizado más de una evaluación del sistema educativo y que ha propuesto estrategias y recomendaciones para elevar la calidad y desarrollar el potencial de los docentes.

 
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A Política Pública do PROUNI: considerações sobre a sua efetividade. (#6052)
Juliana Milcharek Juliana 1; Josélia Maria Lorence Fraga Josélia 2; Venâncio Santos Laureano da Cunha Venâncio 3
1 - UNICNEC. 2 - SEMED Caraá. 3 - ULBRA.
Abstract:
O Programa Universidade para Todos - Prouni tem por finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e de formação específica, em instituições de ensino superior privadas. Criado pelo Governo Federal em 2004 foi institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005, oferecendo isenção de tributos àquelas instituições que aderirem ao Programa. Levando em consideração que as Políticas Públicas (PP) são os conjuntos de programas, ações e decisões tomadas pelos diferentes entes governamentais, é importante se avaliar a efetividade das PPs voltadas para a educação, especificamente o PROUNI. Para tanto o problema de pesquisa do presente trabalho é: A política pública do PROUNI foi e é efetiva? Para responder parcialmente essa questão o objetivo do trabalho é avaliar a efetividade do PROUNI no período de 2005 até 2015. Quanto aos procedimentos metodológicos esta pesquisa foi documental e se utilizou dos dados disponibilizados pelo ministério da educação Nacional (MEC). Considerando o conceito de efetividade como a relação entre o problema que gera a política pública e o resultado atingido após a sua implementação, tem-se que não se pode considerar, a principio, que a referida PP tenha sido efetiva. Diferentes elementos e considerações podem ser usados para justificar a insuficiência da efetividade.

 
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Política educativa para la atención de las y los niños jornaleros agrícolas migrantes en México? (#2032)
Teresa De Jesús Rojas Rangel 1
1 - UNIVERSIDAD PEDAGÓGICA NACIONA.
Abstract:
En México, la población infantil donde permanecen los mayores porcentajes de repetición, abandono escolar y rezago educativo, es con las y los niños jornaleros agrícolas migrantes (nnjam), pese al esfuerzo gubernamental realizado por ya casi cuatro décadas con la implementación de programas educativos, específicamente diseñados e instrumentados para esta población infantil. Acciones gubernamentales que han mostrado escasos resultados, debido a la falta de calidad y equidad de la oferta educativa y a las heterogéneas y cambiantes condiciones políticas, económicas y productivas, en las regiones en donde se instrumentan los programas dirigidos hacia este sector de la población nacional. El objetivo de la ponencia, es presentar los principales logros y retos pendientes en la política para las políticas y programas para la atención  de la educación básica (preescolar, primaria y secundaria) de los nnjam, población infantil que constituye uno de los grupos sociales más vulnerables del país. Esta comunicación presenta parte de los resultados de una investigación cuantitativa y cualitativa realizada durante los años 2012-2014, en la que se analizaron los alcances de la política educativa para los hijos de los jornaleros agrícolas migrantes en las entidades federativas más representativas de la migración rural-rural vinculada al mercado de trabajo agrícola en México. Se concluye con algunas reflexiones sobre los principales retos que enfrenta hoy la política educativa y las acciones gubernamentales para poder ofrecer una educación justa y con equidad a esta población infantil. Retos que definitivamente son de largo alcance, y que implican no sólo una consecuente voluntad política sino un conjunto de estrategias de inversión pública, de vigilancia y rendición de cuentas en la aplicación de los recursos financieros asignados al programa, de gestión intersectorial e interinstitucional, y de cambios pedagógicos, curriculares y didácticos radicales para que la educación de los hijos de los jornaleros agrícolas migrantes se constituya en una verdadera oportunidad para la inclusión social de esta población infantil.  

 
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Las políticas y programas de fomento a la investigación en México, algunos logros y vicisitudes.  (#9248)
Hugo Montaño Fregoso 1
1 - Universidad Autónoma de Nayarit.
Abstract:
La articulación entre las políticas internacionales y nacionales para el fomento a la investigación ha derivado en la aplicación de programas como el Sistema Nacional de Investigadores (SNI), el Programa para el Desarrollo Profesional Docente, para el Tipo Superior (PRODEP) y el Padrón Nacional de Posgrados de Calidad (PNPC), los cuales han logrado verse reflejados en esfuerzos orientados a la mejora de la generación de conocimiento en Instituciones de Educación Superior y Centros de Investigación del país. Estos esfuerzos se encuentran vinculados con las políticas estatales y en ocasiones con las políticas institucionales de las Universidades Estatales. El trabajo realizado forma parte de una investigación de mayores dimensiones, donde el análisis de políticas fungió como un eje metodológico, en el que se echó mano del análisis de documentos como estrategia para analizar diversas publicaciones de política, normatividad, así como documentos institucionales. Lo que aquí se presenta consiste en un recorrido histórico para analizar los aspectos en que se ha puesto mayor énfasis y descuidado el fomento a la investigación en México, y cómo se ha apoyado al desarrollo de esta actividad. Tras su análisis, las pretensiones se contrastan con algunos de los principales indicadores reflejados en informes de gobierno y evaluaciones, tales como: número de investigadores, producción académico-científica, programas de posgrado, proyectos financiados y cantidad de cuerpos académicos vigentes en el país. El presente documento problematiza el entorno de políticas y plantea un panorama desde el que se profundizó en un acercamiento al estado del arte, desde donde se justifican algunas problemáticas generales del fomento a la investigación en México. Este estado del arte ayuda a identificar a grandes rasgos qué se ha estudiado, para de ahí inferir qué otros aspectos del fomento a la investigación en México son viables de estudiar. Finalmente, se reflexiona en cuanto a algunos de los logros y vicisitudes que se lograron detectar en cuanto a las pretensiones planteadas por las políticas, esto a partir de los principales indicadores desde los que se puede aportar a evaluar de manera inicial las políticas de interés. 

 
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La crisis, grieta indefendible en la educación. (#5149)
Juan Avila Osornio 1
1 - UNIVERSIDAD AUTONOMA DE DURANGO.
Abstract:
Pareciera que el tiempo se ha quedado sin fuerza para invocar a todos los elementos que lo caracterizan, esto hace que los procesos se desboquen y sus elementos, unos se aceleren, otros desaparezcan y algunos más choquen, causando estragos en sus reflejos y dando lugar a un presente reducido, fugitivo y sin sentido. Un presente que exige soluciones a inconformidades y demandas básicas. Es claro las instituciones ya no se enmarcan por un tiempo ordenador, sus estructuras se agrietan, los valores que las sostenían han perdido fuerza y sentido; a pesar de ello los individuos buscan adaptarse a coordenadas donde la duración ya no existe, dando tumbos en la plataforma de la vida. Un contundente ejemplo de esa grieta que parece no tener manera de tapar, es la crisis educativa por ese desboque de sus fortalezas, donde miles y tal vez millones de niños, jóvenes y adultos son víctimas de esa disincronía que ha atomizado el tiempo, demorándolo a su antojo y provocando la crisis de una manera atroz y despiadada que impide competir, relacionarse con el mundo, llevándolo a una apatía y condenándolo a ser un sujeto entrenado para repetir. Esa desaceleración ha dado lugar a una educación informativa, cuyo propósito es la memorización, privilegiando una conducta condicionada a procesos de obediencia, y a aceptar sin recato alguno, las medianas soluciones a los problemas de la vida cotidiana local y nacional. Todo eso está dejando a los individuos, ciudadanos del futuro de Latinoamérica, en una clara desventaja frente al mundo, porque en otras naciones, la educación se aboca a reinventarse constantemente individuo-cultura, abriendo trayectorias que alcanzan el estado del arte con ese agregado sustantivo, inherente a lo profundamente humano como es la educación para la libertad. Y es que el arte de la demora o del manejo del tiempo, es para las lógicas de mercado una estrategia para lograr propósitos económicos, que frente a las necesidades sociales y a las aspiraciones de autonomía y libertad de los pueblos de América Latina tarden, para que estas sigan enviando productos y materias primas a las grandes empresas trasnacionales, y no se preocupen por los estados de la inteligencia para innovar con la ciencia, desarrollar tecnología o de apropiarse de lo suyo para los nuevos tiempos.   Ponente: Juan Avila Osornio.   Es profesor universitario con estudios de filosofía, sociología de la educación y un doctorado en política educativa. Colaborador de los periódicos: El Sol de Morelia y de La Jornada.