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Friday 08/12 - Ciencias Sociales / Sala B3
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
16. Universidad Latinoamericana: interpelaciones y desafíos | UNIVERSIDAD, SOCIEDAD DEL CONOCIMIENTO, INTEGRACIÓN Y GLOBALIZACIÓN |
Friday 08/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | B3 |
A expansão e a interiorização da rede de universidades públicas federais do Brasil: uma análise a partir da experiência da Universidade Federal do Cariri. (#8104)
Ives Romero Tavares do Nascimento 1
1 - Universidade Federal do Cariri (UFCA) e Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Abstract:
Este trabalho versa sobre o processo de expansão e interiorização das universidades públicas federais brasileiras ao longo das últimas duas décadas, tendo como objeto empírico a Universidade Federal do Cariri (UFCA). O Brasil articulou a criação de novas instituições de ensino superior em regiões pouco assistidas pelo poder público à sua política nacional de desenvolvimento, ressaltando as demandas político-institucionais e sociais das diversas regiões do país. A universidade em evidência encontra-se sediada na Região do Cariri, estado do Ceará, porção nordeste do Brasil, que envolve vinte e nove municípios em uma dinâmica social, econômica e cultural em acelerado crescimento, o que a coloca em evidência no plano institucional nacional. A chegada da UFCA e de outras instituições congêneres nos derradeiros vinte anos caracterizou a região como um polo universitário, atraindo para si o interesse da investigação sobre as bases de tal realidade. Desse modo, este estudo volta-se a analisar os antecedentes da criação da UFCA, com ênfase à investigação acerca das principais motivações apresentadas por um grupo de servidores públicos federais e evidências relacionadas nas fontes secundárias da investigação. Para alcançar esse objetivo, a pesquisa qualitativa foi eleita como a mais apropriada, valendo-se do estudo de caso como a principal ferramenta metodológica para compreender tal fenômeno. A coleta dos dados sedimentou-se na estratégia da triangulação de dados (documentos oficiais do governo federal brasileiro e entidades de pesquisa; literatura especializada em políticas públicas, desenvolvimento e territórios; e entrevistas semiestruturadas com agentes públicos, agentes políticos e membros da sociedade civil organizada), que serviu como ferramenta principal de análise. Em complemento, foi desenhada uma arena de atores no intuito de tecer a trama de interesses e conflitos entre os atores sociais que direta ou indiretamente agiram na criação da nova universidade. Partindo do caso da UFCA, os resultados apontam que o interesse político - partidário ou não - foi a principal motivação da estruturação das novas universidades públicas do Brasil. A demanda social e o bem público apareceram como catalizadores secundários. Assim, parece ser verdadeiro afirmar que o processo de expansão e interiorização das universidades públicas brasileiras – em especial a criação da UFCA – foi determinado majoritariamente pelo interesse eleitoreiro de agentes políticos, ainda que a capilarização de instituições públicas de ensino superior pelo interior do Brasil signifique uma nova perspectiva ao desenvolvimento territorial nacional.

 
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Expansão e diversificação do ensino superior brasileiro: o desafio da educação à distância (EAD). (#4135)
Adriane Gouvêa 1
1 - Faculdades São José.
Abstract:
Nas últimas décadas, o ensino superior brasileiro apresentou um significativo crescimento. Se em 1999, o sistema atendia a 2.125.958 de estudantes matriculados em suas instituições, dados recentes do Censo do Ensino Superior indicam um total de 7.839.765 de graduandos inscritos em nossos estabelecimentos de ensino. Esta expansão do sistema educacional brasileiro é tema recorrente das análises da Sociologia da Educação, pois, nas sociedades modernas a educação é o processo mediador entre origem e destino social; é recurso social e critério de hierarquização; é arena de disputas pelos retornos sociais e econômicos dos diplomas; é o núcleo central de políticas de qualificação para o trabalho e de democratização das relações sociais. Entretanto, desde os fundadores da Sociologia, tem-se questionado se o acesso à escola, e, particularmente, à educação superior, significa, de fato, igualdade de oportunidades e produção de retornos econômicos e sociais legítimos, Portanto, tal interesse sociológico se faz extremamente necessário, uma vez que a educação neste nível de ensino se constitui como uma área estratégica para o país em várias dimensões  Neste contexto, o crescimento da modalidade de educação à distância – EAD – se estabelece como um dos fatores que auxiliam na compreensão do desenvolvimento e diversificação do setor. Combinando abordagens quantitativa e qualitativa, este trabalho visa analisar a expansão do ensino a distância no Brasil: compreender como se deu este crescimento, entender sua demanda, suas perspectivas e desafios. Discussões que se inserem no processo de democratização do ensino superior no Brasil.

 
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Expansão das universidades federais no Brasil e democratização do acesso ao ensino superior: um estudo de caso no Semiárido paraibano. (#4397)
Lucas Pereira Da Silva 1; Márcio De Matos Caniello 2
1 - UFCG/UFAL. 2 - UFCG.
Abstract:
A partir de 2003, as universidades federais brasileiras passaram a receber um tratamento diferente daquele que vinha sendo dispensado a elas pelos governos anteriores que, adeptos do formulário neoliberal em favor do chamado “Estado mínimo”, congelaram as vagas no ensino superior público, estimularam as faculdades e universidades privadas e reduziram drasticamente o orçamento das instituições federais de ensino superior (IFES), num processo que ficou conhecido como “sucateamento das universidades federais”. Rompendo com essa lógica, os governos de Luís Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016) recompuseram e ampliaram o orçamento para as IFES, além de implementarem um ambicioso plano de expansão do ensino superior público federal, que resultou na criação de 18 novas universidades federais e 173 novos campi universitários, ampliando a oferta de vagas em 117%. Este trabalho, realizado na interface entre Ciências Sociais e Educação, tem como objetivo refletir acerca da relação entre o processo de expansão das IFES e a democratização do acesso ao ensino superior no contexto do Semiárido nordestino, cujo objeto é um estudo de caso sobre o Campus de Cuité da Universidade Federal de Campina Grande, no estado da Paraíba, implantado em 2006. Por meio da análise de relatos autobiográficos (NÓVOA, 1988; LEJEUNE, 2008; ABRAHÃO, 2009), busca-se realizar uma leitura mais próxima das experiências formativas de estudantes universitários oriundos das classes populares e de escolas públicas que ingressaram nesse novo campus (seu público majoritário), sobretudo aqueles que apresentam uma trajetória de formação prolongada. Trata-se de um delineamento pouco explorado no estudo das sociabilidades contemporâneas, aqui com foco na formação universitária no contexto da implementação da política de expansão das IFES no Brasil. A proposta teórica adotada relaciona elementos da Sociologia Disposicionista (Bourdieu; Lahire) com a Teoria Socio-histórica de Lev Vygotsky para discutir o campo universitário e suas mediações na construção das trajetórias de formação dos estudantes. Atualizando a literatura que trata da problemática, reflete sobre a construção de um novo habitus no cotidiano das universidades federais, ressaltando a realidade inerente ao Semiárido paraibano. Conclusivamente, reflete sobre as condições reais de democratização do acesso ao ensino superior público no contexto analisado, considerando três dimensões: a) democratização do ingresso; b) democratização das condições de permanência e c) sucesso ou êxito acadêmico (formação inicial e continuidade dos estudos), questionando inclusive a gravosa problemática da evasão.

 
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Las tres olas de expansión universitaria en la Argentina. Apuntes para un análisis retrospectivo. (#6828)
Mariana Mendonça 1
1 - UBA.
Abstract:
A partir de la segunda mitad del siglo XX, el sistema de educación superior (SES) argentino comenzó a atravesar un proceso de hondas transformaciones. El aumento explosivo de la matrícula durante el gobierno peronista fue seguido por una multiplicación de instituciones públicas y privadas que fueron creadas a partir de la década del cincuenta. En lo que refiere al sistema público, el proceso cobró una forma fluctuante, caracterizada por tres momentos sucesivos de gran expansión en lapsos relativamente cortos. El primero de ellos tuvo lugar en la primera mitad de la década del setenta, cuando se crearon 16 universidades nacionales en diferentes provincias; veinte años después tuvo lugar una segunda ola expansiva, concentrada principalmente en el conurbano bonaerense. El tercer momento corresponde a la última década bajo los gobiernos de Néstor Kirchner y Cristina Fernández de Kirchner, en el cual la creación de universidades constituyó una variable central durante el período 2007-2015. En esta ponencia, entonces, nos proponemos analizar las tres olas de expansión procurando encontrar continuidades y rupturas. El objetivo es elaborar apuntes para pensar las transformaciones del sistema de educación superior universitario en la Argentina entre mediados del siglo XX y principios del XXI.  

 
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La Universidad pública latinoamericana ante el libre mercado: Una amenaza o desafío para el diálogo académico? (#1455)
Gustavo Antonio Segura Lazcano 1
1 - UAEMex.
Abstract:
Resumen: La universidad pública constituye una institución social que configura espacios abiertos y privilegiados para el avance del diálogo académico que sustenta el desarrollo de la conciencia y el devenir humano. A partir de esta premisa se revisan los procesos de cambio que las universidades públicas latinoamericanas han venido experimentando en condiciones de globalidad, destacando la presión que, sobre sus prácticas y tareas colectivas, ejercen actualmente las fuerzas y dictados del libre mercado. Las notables transformaciones culturales que derivan del uso de nuevas tecnologías de comunicación y los grandes contrastes sociales que privan en América Latina; configuran una realidad inédita que desafía el sentido y razón de ser las instituciones de educación superior, impacta la dinámica de los coloquios de investigadores, profesores y alumnos e instaura modelos divergentes y alternos de pensamiento. Con base en ello, nuestro ensayo pretende explorar las condiciones que enfrenta el diálogo académico en los espacios universitarios, mostrando sus implicaciones para el encuentro de conciencias en la palabra en su versión de redes. La concepción del logos —λóγος— en tanto voz argumentativa, considera que las sociedades académicas interpretan las experiencias que suscita el entorno, y les traducen en hechos que resignificar el sentido del quehacer universitario. Por medio de prácticas académicas y medios telemáticos, los intelectuales y estudiosos dialogan en afán de revisar las concepciones y esclarecer sus entornos. La cuestión académica implica contrastar las diversas interpretaciones y recursos argumentativos, hecho que presupone la manifestación de logos que configuran comunidades lingüísticas, haciendo que el diálogo académico constituya la práctica fundamental del quehacer universitario. Mediante el intercambio de ideas se fortalecen los saberes, se acrecienta el entendimiento y expande el sentido de comunidad reflexiva. Al dialogar los universitarios despliegan los posibles vínculos de colaboración; se favorece la empatía, se manifiesta la conciencia crítica e impulsa la acción solidaria. Los avances y efectos colaterales que derivan del libre mercado acompañados de la emergencia de neo-nacionalismos que reivindican los derechos degradados de diversos sectores sociales constituyen un escenario por demás confuso y adverso para las universidades públicas, entidades sobre las cuales los gobiernos liberales han venido instaurando medidas que insinúan un capitalismo académico que han diluido el sentido emancipador y crítico propio de las sociedades académicas. Ante una tendencia capitalista globalizante que trastoca la dinámica de las universidades públicas nos preguntamos: cuáles son los recursos dialógicos que pueden soportar la vida académica de las universidades en el presente siglo? 

 
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Pertinencia en la educación superior pública y privada de México: un discurso legitimado. (#4670)
Fredy González Fonseca 1; Ana Leticia Tamayo Salcedo 2; Marcelino Castillo Nechar 2
1 - Universidad de Quintana Roo. 2 - Universidad Autónoma del Estado de México.
Abstract:
  La educación superior en latinoamérica atraviesa por una etapa de irrefutables cambios tecnológicos en la manera como se conducen los procesos de enseñanza aprendizaje. Sin embargo, no ha sucedido de la misma manera en lo que respecta al tema de la pertinencia de la educación superior. De acuerdo con la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO, 1998), el concepto de pertinencia atiende lo siguiente: La pertinencia en educación superior se considera primordialmente en función de su cometido y su puesto en la sociedad, de sus funciones con respecto a la enseñanza, la investigación de los servicios conexos, y de sus nexos con el mundo del trabajo en sentido amplio, con el estado y la financiación pública y sus interacciones con otros niveles y formas de la educación, (UNESCO,1998:19). Otro es el discurso que manifiestan las instituciones de educación superior (IES), cuando avalan nuevos programas educativos (PE) diseñados en el seno de sus comunidades académicas y que son avalados por organismos acreditadores nacionales e incluso internacionales. El problema que se plantea radica en que las IES de carácter público se están apartando de las necesidades sociales vigentes, emulando características propias de las IES de carácter privado que diseñan programas educativos con un enfoque economicista, es decir en respuesta de las necesidades de la empresa privada. Es imprescindible no postergar más el tema de la pertinencia de formar profesionales que no tendrán cabida en el mercado laboral por múltiples razones, pero la principal radica en la falta de pertinencia o relevancia de su formación.   De acuerdo con Tünnermann (2000), las IES tienen que ser pertinentes con el proyecto educativo enunciado en sus objetivos y misión institucional. La educación superior debe integrarse en un sistema que ofrezca la mayor diversidad posible de oportunidades de formación, con PE estructurados de manera flexible. Vessuri (2008), sugiere que no se puede considerar el análisis de pertinencia en latinoamérica, cuando existen serias diferencias en la manera como se establece y analiza el balance social de la educación en el Norte, en contraste con el Centro y Sur de América. El modelo de universidad imperante en Estados Unidos, puede estar dando resultados a una economía del conocimiento capitalista, pero no debe considerarse como el modelo a imitar en economías de países en desarrollo, los cuales tienen otro tipo de intereses y necesidades que cubrir al respecto de la sociedad del conocimiento. A partir de la investigación comparada como metodología para el análisis de la pertinencia de la educación en dos IES de México, una de carácter público y otra privada, se pretende generar la discusión desde una postura epistemológica crítica, tomando en consideración las contribuciones de Horkheimer principalmente.

 
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Pedagogia  de la Deuda: Relación Acreedor-deudor en la eduación superior " ser Pilo Paga"- Colombia (#6304)
Jorge Eliécer Martinez Posada 1
1 - U Salle- U Javerina.
Abstract:
La  sociedad actual está inmersa en la economía de la deuda, entendida ésta en palabras de Lazzarato (2013),  como una promesa de reembolso en un futuro más o menos lejano pero siempre imprevisible. “El crédito o deuda y su relación acreedor-deudor constituyen una relación de poder específica que implica modalidades específicas de producción y control de la subjetividad (una forma particular de homo oeconomicus, el “hombre endeudado”)” (Lazzarato, 2013, p. 36).Los préstamos universitarios  se han convertido para los jóvenes que quieran acceder una formación profesional, en la nueva forma de financiación de sus carreras, Biopolitica de la gestión de su fuerza productiva  pues  ya "Michel Foucault, a través del concepto de biopolítica, nos había anunciado desde los años setenta lo que hoy día va haciéndose evidente: la "vida" y lo "viviente" son los retos de las nuevas luchas políticas y de las nuevas estrategias económicas En la actualidad los créditos universitarios se han configurado como la principal fuente de financiación de los estudios profesionales, siendo el endeudamiento la nueva realidad en la vida de los jóvenes. “La llamada “financiación” constituye no tanto una modalidad de financiamiento de las inversiones, sino un enorme dispositivo de gestión de la deudas privadas y públicas y, por ende, de la relación acreedor-deudor, gracias a las técnicas de titulización” (Lazzarato, 2013, p. 28-29).

 
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Alianzas educativas para el desarrollo informacional. Casos de Argentina. (#4404)
Alejandro Artopoulos 1
1 - Universidad de San Andrés.
Abstract:
Los críticos del desarrollo informacional indican que este tipo de desarrollo lejos de describir un incremento en las condiciones positivas del conocimiento en el desarrollo (Castells 2005, 2014) o alcanzar el efecto “derrame” que suponen ponen en juego las políticas pro-mercado, solo provocan el encapsulamiento de enclaves de conocimiento (Sassen 2001) o nuevas formas de extractivismo informacional (Svampa 2012). Nuestra investigación explora las condiciones de la expansión o encapsulamiento del desarrollo informacional y su relación con la resolución de los cuellos de botella en la formación de RRHH. Nos interesamos en las estrategias de provisión de recursos humanos para diferentes sectores económicos, y como se relacionan con universidades y gobiernos para resolver sus problemas de abastecimiento y/o formación. Nos preguntamos: ¿Cómo se construye las relaciones entre universidades y los sectores económicos?; ¿Qué dificultades se enfrentan?; ¿cómo son los vínculos de colaboración?; ¿cuáles son las modificaciones en la organización social de la formación superior? Para responder estas preguntas realizamos un análisis de casos individuales y comparativo de cuatro sectores en el área metropolitana de Buenos Aires entre 1980 y 2014. Cada caso se analizó mediante el método de mapeo de ensamblajes propuesto por la teoría del actor-red, considerando tanto a los actores relevantes como a los sistemas tecnológicos heredados reconvertidos (Latour 1998, Callon 1987, Hughes 1987, Heeks 2007).

 
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Educación Superior y Formación Humanista en el contexto de la globalización neoliberal: la propuesta de la Asociación de Universidades confiadas a la Compañía de Jesús en América Latina (AUSJAL), el caso del La Universidad Centroamericana en El Salvador y la Universidad Iberoamericana en México (#5121)
Carlos Alberto Ramírez Díaz 1; Citlali Maldonado Nateras 2
1 - Facultad de Ciencias Políticas, UNAM. 2 - Universidad Iberoamericana.
Abstract:
En el mundo actual se habla de crisis de valores y de la necesidad de una formación que forme a una persona íntegra y comprometida con su entorno. En esta investigación señalamos los valores dominantes y su origen, así como los efectos de las políticas de ajuste puestas en marcha. Abordamos la necesidad de establecer valores diferentes y los desafíos para una formación integral centrada en valores como la justicia social, el cuidado al medio ambiente, la participación y deliberación política. Finalmente, analizamos la propuesta de la AUSJAL, especialmente los casos de la Universidad Centroamericana “Simeón Cañas” de El Salvador y de la Universidad Iberoamericana, Ciudad de México Educación y Formación humanista en un contexto adverso. A principios de los años setenta el capitalismo en occidente inició una recesión que afecto los niveles de empleo y crecimiento. Frente a la crisis económica se estableció una estrategia que favoreció el crecimiento económico, la privatización y la desregulación económico-financiera. Los proyectos de bienestar y protección social fueron abandonados y se implementaron políticas de apertura y privatización. Las características generales de esas políticas fueron: congelar salarios, reducir gastos sociales, impedir subsidios, devaluar la moneda, liberalizar el comercio y los capitales, privatizar recursos y servicios.             Estas políticas económicas han influido en la concepción de una universidad tecnocrática, “despolitizada”, sujeta a constante evaluación orientada a producir resultados económicos (costo-beneficio) subordinando otros objetivos políticos  y sociales (justicia social, bienestar y desarrollo social, cuidado del medio ambiente, acceso a la educación como derecho y no como privilegio). En nuestra investigación analizamos las propuestas de la Asociación de Universidades confiadas a la Compañía de Jesús en América Latina (AUSJAL)  que se constituyo en 1985 y que busca consolidar una identidad propia con tres objetivos básicos: El servicio de la fe, la promoción de la justicia y el cuidado del ambiente. Enfocamos nuestro análisis en el caso de la Universidad Centroamericana (UCA) “Simeón Cañas” de El Salvador. La UCA es un referente de la AUSJAL, en especial a partir del asesinato del Rector Ignacio Ellacuría y sus colaboradores en noviembre de 1989. Con base en la Teología de la liberación promovieron la “opción preferencial por los pobres”, esto implicó el acompañamiento de comunidades vulnerables, la defensa de los derechos humanos y la promoción de proyectos sociales. Asimismo, analizamos las propuestas y posiciones de la Universidad Iberoamericana de la Ciudad México, frente a los problemas sociales del contexto mexicano como es el caso de los normalistas desaparecidos en Ayotzinapa, la migración de centroamericanos, el medio ambiente y los derechos humanos.