08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Friday 08/12 | 08:00 - 10:00 | Humanidades | 02 (ESPÍNOLA) |
Gestão por resultados e o risco ao bem estar profissional docente do ensino médio (em tempo) integral: um estudo sobre os impactos da avaliação em larga escala em escolas de referência em ensino médio de Pernambuco (#5131)
Adriano Carvalho Cabral Da Silva 1;
Josefa Roberta Roque Dos Santos
11 - PPGEDUC - UFPE/CAA.
Abstract:
O presente trabalho é fruto de uma pesquisa em desenvolvimento no Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea do Centro Acadêmico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco, estando contida no bojo dos estudos desenvolvidos pelo grupo GESTOR - Pesquisa em Gestão da Educação e Políticas do Tempo Livre. Nela pretendemos analisar a relação entre o modelo de gestão por resultados aplicada à educação e o bem-estar profissional docente em Escolas de Referência em Ensino Médio (EREM) de Pernambuco, as quais materializam a proposta do Programa de Educação Integral (PEI) - Lei Nº 125/2008. Orientamos nossa pesquisa a partir dos constructos teóricos do Materialismo Histórico Dialético, que no campo da educação brasileira tem sua maior expressão na Pedagogia Histórico-Crítica. A pesquisa se constitui em uma avaliação de política pública educacional de caráter documental - marcado pela análise do ordenamento legal que subsidia a proposta de educação (em tempo) integral de Pernambuco - e empírico - a partir do trabalho de campo, onde buscaremos manter um contato direto com os profissionais docentes das EREM. Orientaremos nossa análise a partir da Hermenêutica-Dialética, que busca interpretar a dinâmica do objeto de estudo a partir das relações de trabalho e dominação que sustentam o contexto no qual ele está inserido. Aqui elucidaremos nossas primeiras reflexões sobre o nosso objeto de estudo, compreendendo a primeira fase de nossa pesquisa, onde buscaremos analisar as implicações da gestão por resultados aplicada às políticas educacionais, retomando a sua emergência no contexto brasileiro a partir da reforma do Estado Brasileiro na década de 90, configurando um conjunto de estratégias visando adequação dos diversos setores sociais aos anseios do setor produtivo de cenário internacional. O PEI é expressão de reformas dessa natureza, ao ponto que carrega em seus preceitos a valorização da gestão por resultados no campo educacional, lançando mão das políticas de avaliação em larga escala como mecanismo de controle do processo pedagógico e do trabalho docente, herança direta do modelo estadunidense desenvolvido com a lei No Child Left Behind. Estratégias dessa natureza carregam um forte teor punitivo atrelado à sua política de metas pré-estabelecidas, dotando as políticas sociais de um forte caráter meritocrático como veículo para a privatização. Buscaremos estudar os possíveis impactos dessas medidas no bem-estar profissional docente, considerando que exemplos de experiências dessa natureza em outros contextos geraram forte pressão na categoria de professores, principalmente no que diz respeito à alienação de seu trabalho com vistas a atender a anseios externos.
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As reformas neoliberais e as novas configurações da educação em Pernambuco e no Brasil. (#1603)
Pedro Teixeira 11 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
Este artigo tem como objetivo relacionar o modelo de Política de Educação Integral adotado no estado de Pernambuco, que adota o parâmetro dos “Corporate Reformers” para gerenciar seu sistema educativo, e tem no neotecnicismo, no modelo de responsabilização (Accountability), no gerencialismo e na gestão por resultados a base do seu funcionamento, com as modificações impostas pela MP 746/2016 para o Ensino Médio no Brasil. Visa também estabelecer um paralelo entre a política de responsabilização que está atualmente em andamento na rede estadual de Pernambuco, via Programa de Educação Integral (PEI), com as reformas neoliberais que estão sendo incorporadas no país via Banco Mundial e outras instituições multilaterais que, pela condicionalidade de seus financiamentos impetram na educação brasileira o gerencialismo e a teoria do capital humano (Frigotto, 2001). Para tal, lançamos mão de uma pesquisa qualitativa Mynaio (1998) avaliação de políticas públicas que segundo Arretche (1998) tem caráter de compreensão das configurações desta e se dão no sentido de caracterizar sua dimensão, significado, abrangência, funções, efeitos. Frigotto (1987) considera que as classes dominantes e o capital financeiro, orientam suas políticas de forma a especular para auferir lucros, independente da produção. Desta forma características que são próprias do mercado, como a gestão por resultados e a tentativa de alcance de metas, bem como, as sansões e recompensas próprias da meritocracia têm alçado postos importantes no âmbito da educação no Brasil. A análise bibliográfica pertinente também nos serviu de aporte para a elaboração do presente artigo. Nosso referencial teórico encontra em Ravitch (2011), Freitas (2012), Silva e Silva (2016), (Ramos, 2016), o suporte teórico necessário à realização do trabalho. Os estudos revelam uma relação intrínseca entre as diretrizes do Banco Mundial para educação nos países da América Latina, a política de responsabilização do estado de Pernambuco e as reformas introduzidas no ensino médio brasileiro via medida provisória.
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La educación a otra edad: Las políticas educativas para las poblaciones vulnerables y excluídas (#4882)
Mariela Beatríz Kravetes 11 - Sociales UBA.
Abstract:
En los últimos años se desarrollaron en la República Argentina diferentes políticas educativas fuera de la lógica del sistema educativo formal. Estas políticas dirigidas a la finalización de estudios primarios y secundarios para las poblaciones vulnerables y principalmente excluidas del sistema, no solamente del sistema educativo sino también del mercado laboral. En este trabajo me propongo reflexionar sobre estas políticas educativas, comenzando con una mirada histórica dando cuenta sobre cómo fueron evolucionando a lo largo del tiempo y a medida que fueron apareciendo las necesidades, este análisis institucional sobre basará en la relación de estas políticas con las relaciones que establecen con las poblaciones a las cuales están dirigidas. Para ello aparecen las siguientes inquietudes: ¿Cómo se piensa a sí mismo el sistema de educación? ¿Cuáles son los límites que reconoce del sistema formal?¿Qué obstáculos identifica en la educación actual? Por otra parte se centrará el análisis en las políticas educativas dedicadas a estas población en el Gran Buenos Aires, primer cordón del conurbano que rodea la Capital Federal. Este eje estará basado en el análisis del contexto en donde se desarrollan las políticas educativas, pensando en ¿Cuáles son las rupturas y continuidades con la educación formal? ¿Cuál es la relación de la comunidad con estas políticas? Estos interrogantes nos permitirán desarrollar nuestro objetivo utilizando como hilo conductor el análisis de las poblaciones vulnerables y la educación como estrategia de desarrollo social. La mirada histórica aquí planteada nos permitirá conocer el papel de los diferentes actores políticos que actuaron a lo largo de los años desde la originación de la política educativa de finalización de estudios hasta los que participaron en su desarrollo y puesta en marcha. No obstante, no se puede perder de vista las características que poseen las poblaciones a las que se encuentran dirigidas estas políticas, expulsadas del sistema educativo por las actividades de subsistencia que tuvieron que seguir por un trabajo, por el mantenimiento de una familia, o por la necesidad de ayudar a los padres en las tareas de la casa. Cada una de estas circunstancias tuvieron razón de alejarse del sistema educativo pero también para volver al mismo con las nuevas estratégias y estructuras de las nuevas políticas educativas. Palabras Claves: Sistema educativo informal, Plan Fines, Poblaciones vulnerables, Contexto de exclusión.
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Estrategias gerenciales vs estrategias pedagogicas como calidad en la educacion (#1839)
Jose Ernesto Ramirez 11 - Universidad Pedagógica Nacional.
Abstract:
En la búsqueda de la calidad y la excelencia en la educación se hallan en tensión y/o conflicto concepciones y prácticas que enfatizan sin lograr artícular en la solución ideal dos tipos de estrategias de mejoramiento de la gestión sistémica de los sistemas educativos: de una parte las concepciones tradicionales y renovadas que se (re)construyen de forma permanente como resultado tanto del desarrollo de las ciencias auxiliares llamadas usualmente "de la educación", como de la experiencia acumulada de los enseñantes, manteniendo el énfasis en los procesos cognitivos, la didáctica, los aspectos sociológicos y antropológicos de la práctica escolar y por ello intentando mantener la autonomía estructural del campo educativo. Por otra parte y respondiendo a transformaciones ocurridas en las últimas décadas en los centros mundiales de poder, la globalización de la economía, y la tendencia a la mercantilización del conocimiento, expresadas igualmente en la emergencia de perspectivas normativas (las competencias educativas) y racionales (la eficacia escolar, la innovación educativa etc.) que operan como movimientos de ideas incidentes sobre los significados de cómo direccionar los sistemas y procesos de formación en la intensión de asegurar su calidad y obtener la categorización de máxima idoneidad tanto en la perspectiva de su auto perfeccionamiento como en la de competencia. Esta ponencia problematiza la subordinación de la gestión de direccionamiento de las instituciones educativas (usando ejemplos de Bogotá, de Santiago de Chile y de Buenos Aires) operadas en los años recientes por las autoridades locales relacionadas, mediante la aplicación de modelos teóricos la eficacia escolar operacionales como los conceptos de competencias, y, o referentes de sentido para el desarrollo de la educación como la prevalencia de la innovación pedagógica sobre la investigación educativa, o la afirmación del valor del emprenderismo y el emprendimiento como prevalente resultado de la formación básica y superior, todos estos elementos que guardan en común un desbalance entre el componente gerencialista y el componente pedagógico de los modelos. Se propone sistematizar información asequible de los centros educativos que para el caso de Bogotá se han evaluado desde 1997 hasta 2016 en las convocatorias anuales de los Premios a la Excelente Gestión Educativa, y de la cual el autor ha sido testigo directo en calidad de profesional experto en la valoración de los postulantes. Para la documentación de los procesos que han tenido lugar en Santiago de Chile y La Plata se usaran referencias acumuladas en la experiencia de tutoría a tesistas del Magister en Educación con Énfasis en Currículo y Comunidad Educativa en la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Chile (2011-2016) y como cursante en el Doctorado en Educación de la UNLP.
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Os sentidos da opção pela escola Waldorf em Florianópolis (#0524)
Tsamiyah Levi Carreño11 - Universidade Federal de Santa Catarina.
Abstract:
Este trabalho investiga a relação entre família e escola no que toca à opção da escola Waldorf para a educação dos filhos em Florianópolis. A pesquisa lança um olhar sociológico para esta relação, traçando um perfil da população que compõe as escolas Waldorf e suas particularidades, com o objetivo de identificar e analisar os principais elementos mobilizados pelos pais na tomada de decisão da matrícula dos(as) filhos(as). Os métodos envolvem levantamento de dados quantitativos e qualitativos através de um questionário, realização de entrevistas com os(as) responsáveis e professores(as) e observação. O referencial teórico embasa-se na produção bibliográfica produzida a partir das contribuições de Pierre Bourdieu, apropriadas pela Sociologia da Educação, que compreendem a opção pela escola como parte das estratégias de reprodução ou ascensão social por parte das famílias. Os resultados parciais, no entanto, evidenciam que a escolha da escola Waldorf aponta para novos elementos constitutivos dessa adesão.
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A Lei 10.639 como representação social e as lutas classificatórias pelo sentido do mundo social e escolar. (#7283)
Sidnei Peres 1; Gessiane Nazario
21 - Universidade Federal Fluminense. 2 - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Abstract:
GT 24: SOCIOLOGÍA DE LA EDUCACIÓN Y POLÍTICAS EDUCATIVAS.A Lei 10.639 como representação social e as lutas classificatórias pelo sentido do mundo social e escolar.A Lei 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade do ensino da cultura e história africana e afro-brasileira nas escolas, é uma conquista do movimento negro pela reformulação do papel do negro na história brasileira e por uma educação que respeite a diversidade, que combata o preconceito e a discriminação racial. Faz parte de um conjunto de direitos etnicamente referenciados que vem sendo reconhecidos pelo Estado brasileiro nos últimos anos através da legislação (como a Lei Caó que criminalizou o racismo), da criação de órgãos governamentais (como a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial) e políticas públicas (como a implantação de cotas raciais no ensino superior e a titulação das terras quilombolas). Neste trabalho abordamos a Lei 10.639 como representação social, ou seja, como um relato sobre a realidade social que tem o poder evocativo, ou seja, de criar a realidade por um ato de nomeação ou classificação. Toda lei fala de algum aspecto da vida social e emite juízos valorativos sobre o que foi, o que é e o que será. Conhecimento e intervenção estão inextricavelmente unidos, ato de classificação que gera um estado virtual de existência da coisa classificada pela possibilidade da imposição das suas prescrições. Como toda representação social, é consequentemente um campo de disputas políticas passíveis de várias interpretações sobre definições da realidade. Nenhuma regra se impõe apenas por existir, por algum atributo mágico que lhe é inerente ou eficácia simbólica misteriosa, mas por processos de imposição que envolve atores, interesses e contextos de conflitos e disputas. Por se tratar de uma lei, ela impõe determinações sobre a escola que não são incorporadas automaticamente no seu cotidiano. Seus usuários não a usam no mesmo sentido almejado pela lei. O que se tem é um campo de divergência de sentidos entre a lei e os usuários Sendo assim, privilegiaremos os sentidos e disputas no campo acadêmico em torno dos significados das categoriais de cultura e identidade enquanto condição para a implementação da lei nas escolas, remetendo a formação desta política pública de ação afirmativa e a uma situação etnográfica particular de “sabotagem prática” em uma escola no bairro da Rasa, munícipio de Armação dos Búzios. Faremos também uma reflexão sobre os impasses e incertezas desta política de combate ao racismo na educação diante da proposta de reforma do sistema de ensino apresentada pelo governo Temer.
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Política pública, calidad y educación superior: retos y tensiones en el caso colombiano. (#2719)
Mónica Eliana García Gil
1;
Diego Mauricio Plazas Gil
1;
Carlos Enrique Rondón Almeida 21 - Universidad Santo Tomás. 2 - Fundación Swiss Contact.
Abstract:
En Colombia, en el marco de la Ley 30 de 1992 o Ley de Educación Superior, se establecieron el Sistema de Aseguramiento de la Calidad y el Sistema Nacional de Acreditación con el fin de enmarcar las políticas públicas orientadas al aseguramiento de la calidad de la educación superior y preservar así derechos legítimos que en esta materia tienen los usuarios del sistema de educación superior y la sociedad. Esta ponencia propone un acercamiento a la calidad en la educación superior, enmarcada en las Ciencias Sociales, dado el carácter eminentemente social de la educación (Durkheim), y busca ir más allá de visiones asociadas a la productividad y la rentabilidad, y al discurso y las prácticas que en este sentido se están posicionando cada vez más en países de América Latina, con el fin de darle paso a una mirada a la calidad que considere el papel que le corresponde a la universidad acorde con su naturaleza, su autonomía y su responsabilidad para con la sociedad en cuanto a la formación y generación de conocimiento que busque mejorar las condiciones de vida, de interacción y de desarrollo de los distintos grupos poblacionales y de los países de la región. Por lo tanto, se propone analizar la política para el aseguramiento de la calidad en Colombia con el fin de indagar y dar cuenta de las posturas económicas, sociales y políticas que subyacen en ella. Así mismo, se pretende problematizar las relaciones-tensiones entre universidad y sociedad, y educación y sociedad, con el fin de dar cuenta del cumplimiento de la tarea estratégica de la universidad, no sólo en su función formadora, sino también en cuanto a pensar la sociedad, producir conocimiento significativo para las comunidades académicas y para el entorno en el que se inscriben, y generar procesos de transformación de las mismas. El interés de esta ponencia está en analizar cómo la educación superior, así como las políticas que la enmarcan, enfrentan constantes retos y tensiones entre concepciones de la educación comprendida como un derecho y un bien social, o como mercancía y un producto con fines comerciales, en el contexto del neoliberalismo como modelo económico y político que se consolida en Colombia a partir de los años 90 e impacta no sólo el mercado sino también a la educación. Desde la mirada de las Ciencias Sociales nos interesa problematizar los efectos que sobre la calidad tiene la tensión que se genera entre el cumplimiento de indicadores y procesos de auto y heteroevaluación de la calidad, y el necesario reconocimiento de lo educativo como un fenómeno político y social de gran complejidad, que debe repensar, desde su naturaleza, su papel transformador en la sociedad y la idea de calidad.
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Desigualdades y Derecho a la educación: Jóvenes con discapacidad en escuelas secundarias de Argentina. (#0643)
Carolina Lelia Schewe
1;
Natalia Noemí Barrozo 21 - UNaM-CONICET. 2 - UNSa-CONICET.
Abstract:
El presente trabajo se fundamenta desde el derecho a la educación de las personas con discapacidad, como una de las conquistas más trascendentales de los últimos siglos. Reconocido por la Convención de Derechos de las Personas con Discapacidad y la Ley de Educación Nacional 26.206 en Argentina, constituye uno de los pilares de la lucha por una educación accesible y de calidad. En esta comunicación se presentan las primeras aproximaciones al análisis de las trayectorias escolares de personas con discapacidad en el nivel secundario, teniendo en cuenta las desigualdades sociales que se cristalizan en las instituciones. Históricamente, las investigaciones sobre las personas con discapacidad han perpetuado situaciones de desigualdad y de discriminación desde una mirada psico-patologizante sobre la condición de discapacidad. En este trabajo, sostenemos la necesidad de investigaciones que promuevan un conocimiento crítico sobre las barreras socio-culturales, y que den prioridad a las voces de los sujetos que experimentan la discapacidad. De esta manera optamos por un trabajo de corte etnográfico en la búsqueda de desentrañar y poner en tensión las prácticas escolares. Las políticas educativas con respecto a la discapacidad se proponen desde una mirada inclusiva, pero resultan excluyentes cuando se trata de sus procesos de implementación. En el caso de Argentina, la educación de personas con discapacidad en escuelas comunes, forma parte de los postulados de las políticas educativas, pero en la práctica aún se inauguran escuelas de Educación Especial como espacios exclusivos de atención a las personas con discapacidad. En relación a la educación secundaria, la situación de desigualdad se profundiza, teniendo en cuenta las configuraciones propias de este nivel. Uno de los principales debates, tiene que ver con la acreditación y promoción de los niveles educativos, cuando se efectivizan con apoyos de educación especial. Por ejemplo, con respecto al acceso, se solicita que los estudiantes presenten la certificación correspondiente al nivel primario, que no se otorga en las escuelas de Educación Especial. A partir de los planteado, en este trabajo sostenemos la necesidad de que las personas con discapacidad encuentren espacios inclusivos de aprendizaje “en todos los niveles y modalidades del sistema educativo” (Ley de Educación Nacional N° 26.206) para garantizar la continuidad de sus trayectorias educativas formales. Esto implica también una lucha contra la tradición homogeneizadora de los sistemas educativos, a partir de desarrollar alternativas en relación a las formas históricas y culturales en las que ha sido configurada la escuela.
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La Revolución Bolivariana y las políticas educativas 1999-2013: conquistas, límites y desafíos en la construcción de una pedagogía emancipadora (#4263)
Abstract:
El triunfo de Hugo Chávez Frías en las elecciones venezolanas de 1998 abrió un proceso de transformaciones profundas en el plano de ese país, proyectándose a la región con el sucesivo triunfo electoral de gobiernos democrático-populares, de signo progresista y de izquierda que abrieron un nuevo horizonte político en América Latina y Caribe. En el plano de la educación se desplegaron políticas públicas que - en sintonía con el proceso más general- estimuló una participación de las comunidades territoriales y educativas en la reconfiguración del sistema educativo formal. Entre 1999 y 2001 se desarrolló una Constituyente Educativa; tras el golpe institucional de 2002 se avanzó en la construcción del Sistema Educativo Bolivariano; en 2009 se sancionó la Ley Orgánica de Educación. Estos grandes momentos constituyeron puntos sailentes de procesos complejos de búsqueda, ensayo y creación de propuestas, programas y proyectos para transformar la educación tradicional en un sentido democratizador y libertario. El período que estamos analizando -entre la asunción de Hugo Chávez en 1999 y su fallecimiento en marzo de 2013 permite sintetizar los esfuerzos de parición de un nuevo sistema educativo funcional a las transformaciones impulsadas por la Revolución Bolivariana. En el período analizado se alcanzaron notables avances en materia de democratización del acceso, permanencia y egreso de los niveles educativos con un grado inédito de expansión cuantitativa. Un segundo elemento sustantivo ha sido la emergencia de ensayos - tanto a nivel del Estado nacional como de los estados (o provincias) - que originaron cambios relevantes en el sistema educativo o en las instituciones escolares de manera extendida: el Proyecto Educativo Integral Comunitario-Proyecto de Aula (PEIC-PA), el Programa Todas las Manos a la Siembra (para el ámbito nacional) o experiencias como los Espacios Permanentes de Desarrollo Cultural Curricular Endógenos (Aragua), Patios Productivos (Lara) o Ciudadanía (Táchira) Un tercer aspecto ha sido la generación de ámbitos de participación en el plano del gobierno de la educación, desde la Constituyente Educativa a los Consejos Educativos. Los procesos de redistribución, reconocimiento y participación que orientaron la construcción de la política educativa no avanzaron de modo lineal. Estos ensayos, que partían de realidades y tradiciones preexistentes fueron refrenados por resistencias, contradicciones, tensiones, y obstáculos diversos, dando lugar a un proceso mixturado cuya profundidad reclama tiempos prolongados. En esta ponencia nos interesa dar cuenta de los fundamentos y las propuestas de la política educativa impulsada en los sucesivos gobiernos de Chávez, sus novedades, límites y desafíos en el período fundacional de la Revolución Bolivariana hasta la muerte del líder socialista.
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Políticas de gênero e raça na educação infantil: experiências com a contação de histórias (#2976)
Fabiane Freire França 1; Delton Aparecido Felipe
21 - Universidade Estadual do Paraná - Campus de Campo Mourão. 2 - Universidade Estadual de Maringá.
Abstract:
Atualmente há diversas políticas públicas no sistema educacional brasileiro que incentivam educadores/as a elaborarem estratégias para a problematização de diferenças sociais no espaço escolar. Tendo em vista essa abordagem, o presente texto tem como objetivo apresentar um relato de experiência didático-pedagógica utilizando a contatação de histórias infantis realizadas em uma escola localizada na região periférica do município de Campo Mourão no Paraná-Brasil. Optamos pela contação de histórias como um dos recursos para a abertura do diálogo com as crianças por acreditar que a escola é um espaço propício para ouvir e narrar histórias. As histórias selecionadas, tais como, “O menino que ganhou uma boneca” (BAPTISTONI, 2000), “Olivia tem dois papais”, (LEITE, 2010) e o ‘‘Menino Marrom” (ZIRALDO, 1986) apresentaram como tema central a desigualdade de gênero e a representação da população negra no Brasil. Para a coleta de dados da pesquisa utilizamos as observações participantes no ambiente escolar registradas no diário de campo, com o objetivo de compreender as representações de gênero e raça na infância, bem como, a maneira que as crianças constroem a visão de si mesmas e do mundo que as cerca por meio das interações estabelecidas no cotidiano escolar. As observações foram realizadas em duas salas de aulas da Educação Infantil que atendem crianças de quatro a cinco anos de idade. As literaturas selecionadas para a elaboração da contação de histórias foram apresentadas às colegas docentes da Educação Infantil, professora regente e professora auxiliar das turmas. A contação de histórias foi realizada pela professora regente da turma, estudante do curso de Pedagogia, com práticas oriundas de sua pesquisa de iniciação científica e das práticas de estágio do curso. Durante a coleta de dados, foram registradas as opiniões das crianças sobre o que consideram importante na questão da corporeidade, do que gostam de brincar e o que consideram como características de meninas ou meninos, entre outras. Os resultados da pesquisa apontaram que desde a infância as crianças definem espaços, objetos e brincadeiras diferenciados para meninos e meninas. Cabem aos meninos exercerem atividades de força, ação e imaginação e às meninas de cuidados, passividade e aceitação. No que diz respeito a raça, as falas das crianças reverberaram um imaginário social de estranhamento e não aceitação à população negra, sobretudo ao atribuírem características de beleza às personagens brancas das histórias. Nesse sentido, a pesquisa com a contação de histórias pode propiciar outras versões de gênero e raça que coloquem as diferenças em diálogo. Por fim, entendemos que as/os professoras/es precisam buscar outros recursos em suas práticas, inventando e reinventando ações que oportunizem e ampliem as possibilidades pedagógicas de um novo olhar para gênero e raça na Educação Infantil e em outros espaços educacionais.
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“Do Reinventando eu só levei a blusa!” Os efeitos da implementação do Projeto Reinventando o Ensino Médio no cotidiano dos jovens alunos matriculados em escolas da Região Metropolitana de Belo Horizonte-MG (#7642)
Licinia Maria Correa 1; Maria Amália Almeida Cunha
1; Rosana Cecilia Pereira
21 - Universidade Federal de Minas Gerais. 2 - Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais.
Abstract:
Hodiernamente, o ensino médio é a temática que focaliza o debate sobre a educação pública brasileira, no que concerne à sua expansão, universalização e obrigatoriedade. Não obstante a recém aprovada e “controversa” reforma, os estados brasileiros, responsáveis pela quase totalidade das matrículas nessa etapa de ensino, têm empreendido ações que garantam uma educação de qualidade e atendam às demandas e expectativas dos jovens. O estudo analisa a implementação do Projeto Reinventando o Ensino Médio (REM), na rede pública estadual de ensino de Minas Gerais, no período 2012-2014. Tomando como eixo analítico as relações entre juventude e escola, foram examinados os efeitos da reformulação curricular nos processos de escolarização de jovens alunos do ensino médio da Região Metropolitana de Belo Horizonte – Minas Gerais (RMBH-MG), especificamente no que tange às suas expectativas após a conclusão dessa etapa de ensino. A análise orienta-se pelas seguintes questões: quem são os jovens alunos das escolas que aderiram ao REM? Em que condições esses sujeitos experimentam a reformulação curricular implementada em suas escolas? Que significados atribuem às interações e aprendizagens vivenciadas no Projeto REM? A pesquisa abrangeu 33 escolas e a coleta de dados conjugou instrumentos metodológicos quanti e qualitativos, tais como registros de observação, entrevistas individuais com gestores e docentes, questionários e grupos focais realizados com jovens alunos. A interpretação dos dados se faz em duas perspectivas convergentes. A sociologia da experiência (Dubet, 1994, 1996) permitiu sondar os processos de escolarização vivenciados pelos jovens alunos no interior das escolas, revelando uma faceta pouco visível das políticas educacionais, aquela que se traduz nos sentidos da experiência escolar para cada sujeito. Os elementos que constituem a teoria da relação com o saber (Charlot, 2001, 2009), instigaram-nos a interpelar pelos sentidos que os jovens alunos conferem às aprendizagens e pelos significados de estar numa escola configurada por um novo desenho curricular. Os dados assinalam, de um lado, a inadvertida adesão dos jovens alunos ao projeto dado o exíguo conhecimento da proposta. A existência de um sexto horário foi a marca indelével da reformulação curricular e afetou significativamente a rotina dos jovens alunos trabalhadores. De outro lado, há uma forte evidência das potencialidades de um projeto quando a participação dos diferentes atores é expressiva, fato que ocorreu num conjunto de escolas. Sobretudo, os dados informam que é fundamental ir aos jovens, indagando sobre os sentidos que atribuem aos projetos e programas instituídos pelos sistemas de ensino, pois são eles e elas que vivenciam a escola para além da aquisição de conteúdos e podem dizer dos impactos dessas propostas no presente, ou seja, nas relações estabelecidas cotidianamente no interior da escola e sincronicamente no futuro, quando se trata do delineamento de seus projetos de vida.
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El desempeño de las credenciales educativas medias en el mundo del trabajo del año 2003 y 2013 en Argentina: una mirada historicista sobre los modelos de desarrollo, la política social del Estado y los estratos socio-económicos (#3050)
Martín Ezequiel Ianni 11 - Facultad de Ciencias Sociales, UBA..
Abstract:
La función social del sistema educativo argentino ha variado de acuerdo a las políticas estatales y los modelos de desarrollo que el país ha atravesado según el contexto histórico. El presente trabajo cuestiona a las corrientes teóricas que han pensado a la educación desde una posición ahistórica; especialmente, a la teoría del capital humano que sin tener en cuenta factores económicos, políticos o sociales, entre otros, establece asociaciones directas entre educación y progreso económico, tanto a nivel individual en lo que refiere a la inserción laboral o nivel de ingresos como a nivel nacional en lo que refiere al crecimiento del PBI. En este sentido, el objetivo general que orienta la presente investigación es analizar la asociación entre el nivel educativo secundario y la inserción laboral de los hombres jefes de hogar de la población económicamente activa (PEA) que habitan en la región del Gran Buenos Aires diferenciando el año 2013 en comparación con el año 2003. Específicamente, se pretende para la relación entre nivel educativo secundario e inserción laboral en dichos años: Analizar los modelos de desarrollo y políticas estatales (convertibilidad-posconvertibilidad) que en él intervienen. Indagar como influyen los contextos de exclusión social – inclusión social en su relación. Explorar como se ve modificada por el contexto de la masificación escolar y la consecuente devaluación de credenciales educativas. Primero, se presenta una breve reseña histórica sobre las diferentes funciones sociales que ha cumplido el sistema educativo en la Argentina desde su proceso de formación como Estado-nación hasta fines del siglo XX. Luego, se realiza un breve análisis que diferencia el modelo de la convertibilidad de los 90’, con el modelo de la posconvertibilidad e principios del siglo XXI, para intentar pensar cómo puede diferir el rol de la educación en el mundo del trabajo de ambos años y dentro de un contexto de creciente masificación escolar. Finalmente, se presenta un análisis de datos brindados por la EPH-INDEC de los años 2003 y 2013 para explorar el objeto de estudio ya mencionado: la comparación del rol de la educación en el mundo del trabajo entre ambos años. El informe finalizará con una serie de conclusiones que no pretenden ser definitivas, sino como recursos de apertura para nuevos interrogantes e investigaciones a realizar.