10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
03. Producción, Consumos Culturales y Medios de Comunicación | Consumo cultural |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 10 (SCHLLEFRIG) |
Festivais de música e seus públicos: alinhavando percepções e estratégias entre produtores culturais latinoamericanos (#4854)
Alexandre Santos Arantes De Souza 11 - Universidade Federal da Paraíba / Observatório de Políticas Culturais da UFPB.
Abstract:
Os festivais cumprem uma importante função no sistema de arte de suas localidades e países. Além de articular e movimentar toda uma ampla cadeia produtiva de agentes, serviços e empreendimentos criativos, são responsáveis, antes de tudo, por intercambiar, difundir, revelar e apresentar artistas, novos ou já consolidados, para os mais diversos públicos diante de uma vasta pluralidade de gostos e referências culturais. Produzem ainda uma sociabilidade baseada no consumo cultural, onde o encontro entre pares ou a busca do novo é um elemento de diferenciação. Em suma, compõem os cenários artísticos destes lugares e contribuem para o escoamento da produção e a formação de públicos diversificados. Esta pesquisa trata mais especificamente de festivais de música independente, construindo uma narrativa delineada a partir da visão de produtores culturais latinoamericanos sobre os públicos de seus respectivos festivais. Aqui, buscamos compreender diversas questões: como os produtores percebem e aferem a organicidade dos públicos em seus festivais?; há um público cativo, fiel, recorrente?; quais políticas e estratégias que estes produtores implementam para manter, renovar e/ou ampliar seus públicos?; há estratégias comuns, que se repetem, mesmo em cenários diferenciados?; qual o lugar que ocupam as estratégias digitais de divulgação diante de um público cada vez mais online e imerso num tempo de alto índice do consumo cultural em domicílio?; seus festivais são contemplados por políticas culturais em âmbito locais, nacionais ou internacionais? Para este desafio, buscamos entrevistar produtores ligados à MMF Latam - Associasión Latinoamericana de Managers Musicales, uma rede de produtores culturais que reúne 66 membros de 16 países latinoamericanos, focada no desenvolvimento da indústria musical na região. Seus membros são responsáveis por construir uma ampla variedade de eventos e ações, singulares em conceitos, formatos e modos de produção e difusão, e impulsionam os principais debates sobre o campo profissional da música na América Latina. Tais festivais priorizam em suas programações grupos artísticos que circulam na esfera independente do mercado musical, campo este que se ampliou com as mudanças radicais da indústria fonográfica nos últimos anos e as mudanças consequentes nos hábitos e modos de consumo cultural. Os desafios para atingir seus públicos se alargam a medida em que tais artistas não estão inseridos numa lógica mainstream, ou seja, não circulam na esfera hegemônica da indústria cultural. Sua produção estética é escoada através das novas plataformas de streaming, onde usuários das redes consomem, compartilham, difundem e interagem entre si a partir da oferta de uma vasta produção musical de ontem e de hoje, o histórico e o contemporâneo da música mundial. Buscamos, portanto, compreender, a partir do lugar de fala dos produtores culturais, como se relacionam e como se comportam seus públicos, analisando fluxos que perpassam do virtual ao real, entre sociabilidades diversas.
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Cultura popular, cultura de massa e cibercultura: processos e impactos na sociedade brasileira (#5024)
Antonia Ladyjane Duarte Da Silva
1;
Tarcísio Fagner Aleixo Farias 1;
Hillary Ranny De Farias Gomes
1; Maria José Pereira De Aquino
1; Bárbara Ianca Gomes Lima
1; Layla Larissa Cordeiro Santos
1; Érica Ferreira Da Silva
1; Carla Milena Silva Feitosa
11 - IFAL.
Abstract:
Esse trabalho relata o desenvolvimento de um projeto interdisciplinar integrado entre as disciplinas de Sociologia e Arte com alunos do 1ª ano do Ensino Médio da educação básica no Brasil, no Instituto Federal de Alagoas, numa panorâmica da formação da arte popular brasileira relacionada com o desenvolvimento da indústria e do mercado artístico no país, com objetivo de contribuir para a compreensão das diferentes formas pelas quais os elementos relacionados à cultura popular, cultura de massa e identidade são reproduzidas como manifestação cultural na sociedade. Para o desenvolvimento desse projeto, a partir de uma pesquisa bibliográfica baseada principalmente nos pensamentos de ADORNO (2007) e BENJAMIN (2013) bem como revisão de artigos e publicações em revistas científicas atualizadas nos quais apontaram uma linha histórica sobre a inserção da tecnologia de informação e comunicação na sociedade, conceitos relacionados à cultura popular e cultura de massa e suas relações com os meios de comunicação e seus impactos na sociedade, instigando uma abordagem educacional dialógica entre consumo, cultura e sociedade. Aplicou-se também a apresentação de seminários e culminou-se numa exposição temática aberta ao público, dentro de uma Mostra Científica, patrocinada pelo Governo Federal brasileiro no qual se interligaram conteúdos acadêmicos com objetos relacionados à cultura popular brasileira e a cultura de massa.
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La cinefilia como práctica social: formación del gusto en espectadores de festivales de cine en Lima (#4898)
Eduardo Alonso Castro Gutierrez 11 - PUCP.
Abstract:
Con la digitalización del campo del cine –incipiente a mediados de la década de 1990, pero intensa a inicios del 2000-, las dimensiones de producción, circulación y consumo de bienes cinematográficos experimentaron diversas transformaciones en Lima. En cuanto a la producción, por ejemplo, ha ocurrido una “democratización” de los medios para producir películas, lo cual reduce los precios de filmar y, simultáneamente, posibilita la diversificación de distintas estéticas o narrativas, oscilando entre ficción y no-ficción. En cuanto a la circulación (contemplando la distribución y exhibición) -entre otras transformaciones-, por un lado, la cartelera cinematográfica ofertada por los multiplex ha experimentado un proceso de homogenización cuya oferta prioriza la industria hollywoodense. Por otro lado, han surgido nuevos espacios de exhibición como los festivales de cine. Un tercer evento relevante es la diversificación de los canales de exhibición a través de plataformas virtuales en internet, lo cual ha facilitado el acceso a una oferta más variada de películas. Finalmente, –a pesar de la diversificación de la oferta cinematográfica a partir de eventos como los festivales- se observa que el consumo se caracteriza, principalmente, por haberse reducido al ámbito privado a causa de la proliferación de plataformas vía internet, sin que ello necesariamente implique la disolución de las relaciones sociales que dan sentido a los criterios de apreciación y percepción. Teniendo en cuenta este panorama del campo del cine en Lima del S. XXI, esta ponencia enfatizará los cambios ocurridos tanto en la circulación como en el consumo de bienes cinematográficos, puesto que se pretende comprender la relación entre las transformaciones de ambas dimensiones para explicar la formación del gusto a través de la práctica de la cinefilia. De esa manera, la cinefilia se entenderá como una práctica social realizada a través de varias actividades (entre otras, el consumo) en la cotidianidad de los sujetos que participan de festivales de cine en Lima, lo cual implica tener en cuenta el acceso y la apropiación de bienes cinematográficos (con diversas formas estéticas y narrativas) propios del subcampo de circulación descrito anteriormente. La tesis de la ponencia será, entonces, que -aunque las variaciones de la circulación de películas implican un incremento de los canales que fomentan el consumo privado- aún se reproducen criterios socialmente aceptados que dan forma al gusto de los sujetos. Para ello, se reflexionará en torno a las limitaciones y los aciertos de las teorías del campo y de las prácticas (sociales) –planteadas, en principio, por Bourdieu y luego por Warde, Lizardo y Skiles- para comprender la formación de las disposiciones estéticas que definen y distinguen los criterios de percepción y apreciación dentro del grupo que practica la cinefilia.
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Entre o real e o virtual: formas de fruição e sociabilidades entre os públicos de mostras de cinema no brasil. (#6142)
Bianca Salles Pires 11 - Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA/UFRJ).
Abstract:
Neste ensaio, pretendo apresentar e analisar os dados etnográficos oriundos do trabalho de campo realizado junto aos públicos do Festival de Cinema do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, nos anos de 2015 e 2016. Ao observarmos as especificidades e ritualidades que emergem destes encontros anuais em torno dos filmes, podemos pensar as transformações nas formas de fruição e importância dos eventos na agenda dos cinéfilos no Brasil. Parto da percepção de que os sentidos dados às obras cinematográficas se dão não apenas por meio das experiências individualizadas, mas também a partir das trocas e redes de informações que se estabelecem no período anterior e durante os eventos, que incluem: o acompanhamento de revistas e sites especializados, valorizações das premiações nacionais e internacionais, bate papo nos corredores entre as sessões e por meio das redes virtuais (facebook, twiter, whatsapp, grupos de e-mail, etc.). As observações incluíram os espaços externos e internos das salas de exibições, com a participação em algumas sessões, e entrevistas, cujos dados permitem repensar questões acerca das distinções sociais na atualidade. O ato de ir ao Festival e assistir aos filmes se ligam e produzem uma rede de sentidos partilhados, cuja vivência nas comunidades virtuais ampliam as trocas de informações e caracterizam outros atributos distintivos, tais como: likes em fotos enviadas durante os eventos, postagens com comentários dos filmes, encontros de frequentadores que combinam irem juntos à determinada sessão, rankings de filmes com notas, status atribuídos a quantidade de obras assistidas, entre outros. Neste sentido, pretendo contribuir para o debate próprio dos consumos culturais na atualidade, tendo como objeto de análise os públicos destas duas grandes mostras de cinema no Brasil, que nos permitem entender parte das transformações nas formas de assistir aos filmes em mostras de cinema, a importância das comunicações instantâneas na apreciação e no status alcançado pelas obras cinematográficas.
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Públicos de festival. Valor social y reconocimiento cultural del cine (#6345)
Rosario Radakovich 11 - UDELAR.
Abstract:
En las últimas décadas han cambiado las formas de legitimación públicas del cine, los mecanismos de consagración y las formas de difusión. De Valck (2006) y Bauer (2007) plantean que los festivales cinematográficos actúan como generadores de redes transnacionales de status y legitimación pública de producciones independientes. Asimismo constituyen espacios específicos de ejercicio del ‘amor al cine’ de aquellos que ven en esta expresión cultural una parte relevante de sus gustos y prácticas de consumo cultural. Esta ponencia explora gustos y prácticas cinematográficas de los públicos de dos festivales de larga data en Uruguay: Festival Internacional de Cine de Cinemateca Uruguaya y Monfic de Montevideo Shopping en sus ediciones 2016. Como aproximación metodológica se realizaron encuestas de públicos con una muestra de 400 asistentes en cada festival. El trabajo se enmarca en una investigación mayor realizada por el Grupo CreA - Industrias Creativas Innovadoras, que coordino en la FIC/UDELAR.
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El Kpop como nueva industria cultural y sus implicancias en la creación de Fandoms en Latinoamérica (#9224)
Brisaida Veroníque Julissa Uceda Rafael 11 - Universidad Nacional Mayor de San Marcos.
Abstract:
La presente investigación tiene como objetivo visibilizar e indagar en torno al fenómeno de fans del género musical de Kpop, el cual se ha hecho presente en toda Latinoamérica gracias a la masificación de las redes virtuales. De este modo se busca comprender las redes sociales que se tejen dentro de estos grupos de fans, mejor conocidos como “Fandoms” y como desde los mismos se puede adoptar una identidad o modos de actuar en referencia al objeto de fanatismo del Fandom. El Kpop es un género musical que tiene su origen en el país asiático de Corea del Sur hace 20 años, pero no es hasta el año 2012 con la viralización de un video musical de este género en la plataforma virtual de “YouTube” que los ojos de Latinoamérica y entre ellos el país de Perú, que se comienza a tener conocimiento de este género musical. Sin embargo en las redes virtuales como “Facebook” y “YouTube” este género ya era conocido por los jóvenes, los cuales habían pasado de ser simples espectadores a seguidores. De esta manera se hizo posible la creación de pequeños grupos que a partir de la interacción virtual saltaron a las reuniones físicas con el único fin de compartir la simpatía y el gusto hacia al grupo musical de este género. El fenómeno de Fandoms tiene su esencia en la globalización y la virtualidad, ello debido a la interconectividad que tienen sus integrantes en todo el mundo, de esta forma los Fandoms no poseen un espacio físico, sino que encuentran su particularidad en la diversidad de sus seguidores, los mismos que se encuentran en el plano virtual. Sin embargo más allá de ser un fenómeno que tiene sus bases en los sujetos consumidores, dicho fenómeno parece aguardar otra cara. Por ello se desea también entender dicho fenómeno como el producto no solo de una industria cultural extranjera en expansión, sino como una estrategia comercial y política a favor de la expansión cultural de Corea del Sur. Con el fin de comprender este fenómeno considero necesario el uso de entrevistas a profundidad a integrantes de Fandoms en el Perú teniendo en cuenta criterios socioeconómicos y demográficos, a su vez realizar entrevistas semiestructuradas a integrantes de Fandoms en otros países de Latinoamérica con el fin de contrastar el desarrollo de dicho fenómeno en los distintos países. En cuanto al marco teórico considero pertinente ceñirme a la teoría de redes de Manuel Castell para comprender la consistencia de los Fandoms a pesar de no tener un núcleo fijo y estar dispersas en distintos territorios. Para explicar el modo de actuar y la consolidación de los sujetos como fans se revisara a distintos autores entre ellos Henry Jenkins.
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Lo bailan las rochas también las chetas (#7406)
Pía Bazzán 11 - Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación.
Abstract:
Cumbia, ¿qué asociaciones hizo tu mente cuando la voz interior pronunció esa palabra? ¿Qué frases llegaron a tu pensamiento? ¿Qué imágenes aparecieron? ¿Qué sujetos se te representaron? ¿Qué sensaciones despertó? Las respuestas de cada uno serán distintas, intensas, despreocupadas, despectivas, afirmativas, ambivalentes, decididas y más. Lo cierto es que la cumbia no es un significante vacío, sino un vehículo que transporta las más diversas concepciones. Como sujetos latinoamericanos nuestras realidades nos interpelan, nos movilizan, y ante esa simple palabra, nuestras subjetividades reaccionan. Porque hablar de música tropical y de cumbia es hablar de América Latina; su cuna, su hogar, su terreno fértil, su principal espectadora. También su enjuiciadora, la que mira desconfiada y la desdeña por su aparente elementaridad, por su ritmo repetitivo, por su identificación con la cultura de masas, con la fetichización de la mercancía, por ser parte de la industria del entretenimiento, por su frivolidad, por levantar la bandera de la delincuencia, etc. Implica hablar de las luchas por los significados culturales que en su campo se batallan, de identidades, de otredades, de fuerzas que se oponen y se amalgaman, de adaptaciones, apropiaciones, selecciones y omisiones. Es aventurarse en un terreno de estudio que es áspero y plagado de valoraciones discordantes, incluso desde la academia. Así, en el centro de la polémica, la cumbia se ha articulado de diversas formas con los sistemas sociales y los contextos históricos en los que se insertó. Tanto la Cumbia Villera argentina, que explota en los 2000 y da voz a una gran parte de la población pauperizada que expresa la indignación general por la crítica situación del país, como su antagónica, la nueva Cumbia Cheta/Pop y la tradicional Plena uruguaya, son manifestaciones típicamente locales de la música tropical que colocan al Río de la Plata en el eje de la producción. Cuestionan los vínculos entre los consumos musicales y los sectores sociales que realizan la aportación creativa y su popularidad nos hace pensar en los fenómenos de expresión e identificación de conflictos a través de la producción cultural y artística, que cada vez cobran más fuerza ante el retraimiento de las macroreferencias. La actualidad nos convoca, es momento de acercarse a los sujetos de la cumbia y comprender sus mundos significativos, los sentidos subjetivos que los sostienen, las fronteras que se erigen y los puentes que se tienden, las otredades que se construyen y las identidades que se diseñan, en un tarea siempre inacabada y problemática. El presente estudio es un esfuerzo en ese sentido. La investigación que da orígen a los resultados presentados en la presente publicación recibió fondos de la Agencia Nacional de Investigación e innovación bajo el código POS_NAC_2016_1_131073.
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Música pop, género y juventud: el papel de las industrias culturales surcoreanas en la construcción de las identidades contemporáneas (#5098)
Paula Iadevito 11 - Instituto de Investigaciones Gino Germani, IIGG-UBA/ CONICET.
Abstract:
A raíz de la expansión de las industrias culturales de Corea del Sur hacia Argentina, cuyo punto de inicio fue a fines de los años noventas, han surgido análisis e interpretaciones del comportamiento social de los grupos involucrados en el proceso. La experiencia local con la música K-Pop forma parte este fenómeno, amplio y complejo, de arribo, circulación y consumo de las industrias culturales surcoreanas, pero también de iniciativas artísticas y culturales coreanas y/o sobre Corea que impulsan otros espacios y actores que no incluíamos en este desarrollo. El objetivo del presente trabajo es contribuir a la reflexión sobre los efectos de sentido de las narrativas de las industrias culturales en las narrativas identitarias de los sujetos priorizando el eje de indagación música pop, género y juventud. Una de las premisas centrales del abordaje es que la música pop surcoreana, elegida por un grupo social particular, encuentra las motivaciones del consumo cultural en las trayectorias vitales (educativas, socio-culturales) de las personas que lo asumen. Desde allí, la práctica cultural musical da lugar a un juego de identificaciones que derivan en dispositivos para la acción colectiva. Son ejemplo de ello, la creación de clubes de fans como forma de asociación y espacios de sociabilidad de los consumidores del K-Pop, quienes proliferan e intensifican así las interacciones al interior y hacia afuera de la comunidad de pertenencia. El análisis de los relatos de las experiencias del grupo consumidor y fundador de K-Pop Argentina (asociación de clubes de fans a escala nacional), permite identificar las características, lógicas y dinámicas entre música pop surcoreana, género y generación, que contribuyen a la comprensión del impacto de dicho consumo cultural a nivel de la subjetividad, y la femeneidad como rasgo específico. La música es un recurso cultural y estético que inviste una capacidad habilitante o un potencial transformador de ‘lo social’ y ‘lo subjetivo’. En esta línea de reflexión afirmamos que el consumo del K-Pop en nuestro país ha originado efectos de sentido y significados que cuestionan estereotipos sociales, de género, y expectativas etarias y generacionales del grupo que protagoniza dicho consumo como práctica cultural de carácter abarcativo. Para cumplir con el objetivo que nos guía en estas páginas recurrimos a una metodología cualitativa basada en entrevistas, en complemento con otras técnicas de recolección (observaciones, informantes clave). El enfoque teórico reúne aportes de la sociología de la cultura y de las teóricas de la comunicación, e incorpora al género como categoría analítica. Además, el tratamiento temático se pretende como avance en la tarea de desciframiento del fenómeno de (re)localización de la cultura coreana que supone vislumbrar la impronta ideológica de los diálogos asociados a la circulación de sentidos objetivados.
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Cosmopolitismo cultural-estético de los jóvenes en Brasil: un estudio sobre consumo cultural desarrollado por intermedio de un juego interactivo (#4440)
Renato Mader 1; Wilson Bekesas
1; Viviane Riegel
1; Joana Pellerano
11 - ESPM.
Abstract:
El aumento de la circulación de los bienes culturales, hasta su difusión en todo el planeta, desarrolla un sentido de conocimiento común. Consideramos la cultura global como un motor de formas cosmopolitas del ser. También consideramos que desde la perspectiva de la cultura global y sus relaciones a través del consumo cultural (música, TV, libros, videojuegos, películas, …), nuestra investigación tiene como objetivo discutir los significados de la globalización cultural, en base a los efectos mecánicos y a la hibridación, centrándose en el cosmopolitismo estético. Presentamos y discutimos la creación de un juego de cartas como una metodología de investigación para resolver parte de los desafíos encontrados en el proceso de aplicación en un contexto híbrido y postcolonial, como el brasileño, donde experimentamos diferentes manifestaciones de lo que Angela Prysthon (2002) llamó cosmopolitismo periférico. Esa herramienta de investigación es una forma de entender las referencias culturales espontáneas, sin ninguna definición previa de lo que puede ser considerado como un producto cultural, especialmente desde una perspectiva central. El análisis presentado es basado en la interacción de jóvenes de 12 a 24 años brasileros con el juego de cartas. Este conjunto de datos es parte de un proyecto de investigación internacional, otorgado por el Ministerio de Cultura y Comunicación Francés y la ESPM-SP, sobre el consumo cultural en la vida cotidiana y el cosmopolitismo estético.
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The taste of the world : aesthetico-cultural cosmopolitanism among young people in France (#0628)
Octobre Sylvie 1;
Cicchelli Vincenzo
21 - Ministère de la culture et de la communication. 2 - GEMASS.
Abstract:
This paper seeks to describe how young people use cultural consumption, tastes and imaginaries as a means of relating to the world from an aesthetic and cultural perspective. In doing so, we employ the concept of aesthetico-cultural cosmopolitanism to analyse globalization as a transnational cultural process which does not erase local cultures, but which transmutes a sentiment of ‘national cultural uniqueness’ (Regev, 2007) through the emergence of an aesthetic openness to alterity. This concept may be defined as ‘a cultural disposition involving an intellectual and aesthetic stance of “openness” towards peoples, places and experiences from different cultures, especially those from different “nations”’ (Szerszinski and Urry 2002). The originality of this paper stems from its presentation of the empirical evidence of the impact of globalization on young people, in their everyday aesthetic and cultural consumption as well as their imaginaries. This paper combines: a) An in-person survey conducted in France among a representative sample of young adults aged 18 to 29 years old living in France (N = 1,605, stratified by age, sex and size of urban unit), specially designed to understand how young people appropriate internationally disseminated cultural products for themselves; b) 43 in-depth interviews of young people regarding their cultural patterns, their global interests and their relationship to the world. We explore five configurations of cosmopolitanism, in a continuum ranging from inadvertent cosmopolitanism to cultural retreat. One of the major conclusions of our research is that aesthetico-cultural cosmopolitanism is widespread (albeit in very different guises) among young people and has thus produced a new standard of ‘good taste’ – even though this taste is socially stratified.