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Thursday 07/12 - Ciencias Sociales / Sala 4 POSGRADOS
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Políticas públicas |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Reconversión territorial a partir de la política de "Pueblos Mágicos": El caso de Cuetzalan del Progreso y la reconfiguración de sus prácticas laborales. (#9151)
Katia Loreley Martínez Merino 1
1 - BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA.
Abstract:
A partir del año 2001, múltiples instancias gubernamentales, estatales y municipales en México, desarrollaron el programa Pueblos Mágicos, el cual consiste en seleccionar a un conjunto de poblaciones del país que responden al imaginario colectivo de comunidad autóctona y que además, cumpla con las exigencias del sistema económico para que visitantes nacionales y extranjeros acudan a estos destinos en la búsqueda de espacios nuevos. El Municipio de Cuetzalan del Progreso, Puebla se encuentra actualmente en un proceso de desintegración de las formas de trabajo tradicionales a la vez que los procesos de gentrificación buscan cambiar sus prácticas laborales y reconfigurarlas hacia el desarrollo del sector turístico, el cambio en muchas de sus labores cotidianas ocasiona modificaciones en su sistema cultural instaurando prácticas que van de lo tradicional a lo moderno. El objetivo de este trabajo es dar cuenta de la reconversión territorial en el municipio de Cuetzalan a partir de lo que se denomina reconfiguración de las prácticas laborales, las cuales constituyen el punto de partida para un análisis de corte sociológico sobre la pertinencia de revisar una política pública que si bien está basada en la promoción de la cultura tradicional, restringe, etiqueta y acota el margen de participación y diversificación del territorio constituyendo un cercamiento simbólico para la población.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Para além do rural e do urbano: Um ensaio teórico acerca do projeto rururbano na ocupação Dandara - Belo Horizonte/MG (#0111)
Beatriz Machado Ribeiro1; Douglas Mansur da Silva 1
1 - Universidade Federal de Viçosa.
Abstract:
Este ensaio procura discutir aspectos teóricos acerca das disputas em torno dos significados da morada e sua efetivação material e cotidiana ao longo do processo de constituição de uma ocupação denominada de Dandara, situada na metrópole de Belo Horizonte, cidade originalmente planejada em fins do século XIX para se tornar, desde então e de fato, a capital do estado de Minas Gerais, no Brasil. No contexto de uma sociedade desigual como a brasileira, morar adquire sentidos de demarcação de fronteiras, status e distinções as mais variadas, pois se relaciona diretamente à qualidade da cidadania e do acesso a Direitos. Em sociedades camponesas e populações tradicionais, o morar está muitas vezes associado à autonomia, à soberania frente aos usos do território, vis-à-vis as disputas e tensões em torno dos usos do espaço, com base em diferentes territorialidades, isto é, concepções e lógicas que relacionam o espaço aos seus usos cotidianos. Do mesmo modo, os sentidos do morar podem sofrer mudanças significativas em virtude de processos sociais os mais variados – migrações, fluxos, mobilidades, ocupações, apropriações e desapropriações, grandes obras e seus impactos, entre outros. A ocupação Dandara foi e segue sendo constituída por sujeitos provenientes de diversas regiões do Brasil. Estes conduzem sua rotina em casas recém-construídas, convivendo com o risco da reintegração de posse, imprensados pela modernidade e pela especulação imobiliária urbana crescente nesta região nobre da cidade. No decorrer da fase de rediscussão das pautas sobre a ação política da Dandara, emergiu, como parte da agenda, a articulação entre moradia, geração de renda e trabalho. Neste sentido, proposições voltadas para agricultura urbana foram amplamente defendidas pelo Movimento dos Sem Terra (MST) que integrava, junto à Comissão Pastoral da Terra (CPT), as bases da luta por moradia.  Naquela fase, as Brigadas Populares, organização política sem vínculos partidários e com atuação desde 2006 na Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG, realizaram ocupações com famílias sem-teto junto ao Movimento Popular Urbano, assim como foram fundamentais na resistência frente ao Estado. No período de ocupação, junto ao MST, estas forças cogitaram a implementação da categoria rururbano unindo o acesso à moradia às atividades agrícolas em terrenos (peri) urbanos, caracterizados pelos quintais e lotes vagos da ocupação. Era a essa configuração sócio espacial da morada, bem como a organização de um modo de vida que se colocavam, como desafios, aos moradores e lideranças da Dandara, além da articulação unificada de uma pauta política de movimentos sociais rurais e urbanos. No entanto, algumas divergências referentes à concepção de rururbano foram enfrentadas, - pois parte da comunidade não considerava a prática agrícola factível e para alguns era mais vantajosa a venda de sua mão de obra. 

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
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A Política de Assistência Social em Território Rural: um estudo junto a população do Programa Bolsa Família no Estado da Paraíba. (#1878)
Almira Almeida Cavalcante 1; Jorge Manuel Leitão Ferreira 1; Marinalva Marinalva De Sousa Conserva 2; Francisca Das Chagas Fernandes Vieira 2; Waleska Ramalho Ribeiro 1
1 - Instituto Universitário de Lisboa. 2 - Universidade Federal da Paraíba.
Abstract:
Este trabalho se constitui  como uma reflexão inicial do referencial teórico da  tese de doutoramento em Serviço Social pelo Instituto Universitário de Lisboa. O estudo  propõem uma análise sobre a transferência de renda no Brasil através do Programa Bolsa Família. O objetivo da investigação é avaliar a segurança de renda enquanto fator de proteção social, para as famílias beneficiárias em territórios rurais no Estado da Paraíba. A investigação fomenta a dimensão hegemônica do fator renda nas políticas de proteção social do Sistema Único de Assistência Social do Brasil e a interlocução com outras políticas. O interesse pela temática surgiu a partir da nossa participação na pesquisa “A Política Pública de Assistência Social, Transferência de Renda e Territórios de Gestão da Proteção Social” (2011-2016), do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Sociais, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba (NEPPS/PPGSS/UFPB). A pesquisa que investigou territórios urbanos e rurais em 33 municípios no Estado da Paraíba, dispõe de uma amostra de 2.095 famílias beneficiárias. Este artigo se propôs a uma anaálise de publicações referentes ao tema da pesquisa que estamos nos apropriando para construção da tese em discussão, o Programa Bolsa Família, bem como trazer a discussão sobre o conceito contemporãneo de ruralidade, o qual se contrapõe a simplificar o rural enquanto oposto de urbano. Ressaltamos que o fenômeno da transferência de renda como elemento de proteção social tem se espraiado nas últimas décadas, sobretudo em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, que não logrou um Estado de Bem-Estar social. É apenas a partir da Constituição de 1988, que será consolidado um sistema de seguridade social e mais tardiamente, há um avanço significativo com a criação de programas de assistência social e consequentemente, se inicia um processo pontual de programas de transferência de renda que vai evoluindo até chegar ao monumental Programa Bolsa Família. No inicio do trabalho apresentamos um breve histórico da constituição e implementação do PBF no Brasil. Poseteriormente elecamos dois elementos centrais no formato do  programa, a saber: pobreza e focalização. E por fim trazemos uma reflexão acerca do território a ser explorado, o meio rural, a fim de desvelar os processos de sociabilidade nele existentes.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Construcción de ciudades rurales sustentables en Chiapas – México. ¿Desarrollo, posibilidad o problema? (#6104)
María Marcela Flores Morgan 1
1 - UNACH (Universidad Autónoma de Chiapas).
Abstract:
Construcción de ciudades rurales sustentables en Chiapas – México. ¿Desarrollo, posibilidad o problema? En el  Plan Nacional de Desarrollo (2007-2012) se crean y se aplican en Chiapas Políticas Públicas de estrategias para promover el desarrollo, el combate a la marginación  y la dispersión, y en general el desarrollo, económico y social, en diferentes zonas de Chiapas, a través de crear Ciudades Rurales Sustentables; que según los planes de desarrollo territorial  del gobierno eran 27 Ciudades Rurales Sustentables, para el 2012 únicamente se construyeron tres de las cuales una cumple con los objetivos en un 40% y en las otras dos, las políticas públicas tuvieron un rotundo fracaso, tanto social, cultural como económico. Es decir el objetivo del desarrollo sociocultural y sustentable no se cumplió. En la ejecución de estas políticas públicas se invirtieron grandes cantidades del presupuesto público, se formaron pequeños grupos de habitantes, que el gobierno capitalizaba, para formar  grupos de pequeños  productores, insertarlos en el comercio, en talleres, y en otras actividades en las cuales nunca habían incursionado; ese cambio de vida de las personas no tuvo éxito y el trabajo en equipo fracaso.  Al no poderse adaptar a esas nuevas formas, muchos terminaron regresando al campo, a las montañas en donde estaban sus parcelas, esto sugiere la resistencia ante la planeación de políticas públicas que se crean de arriba a abajo. Los pobladores se enfrentan al paradigma de regresar a sus tierras con su familia o enfrentar el problema complejo de la división y desintegración familiar, todo en aras de una nueva planeación territorial.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
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La diversidad del espacio rural del Noroeste Argentino (#3567)
María Leonor Pérez Bruno 1
1 - UNTREF.
Abstract:
La noción de ruralidad tal como fue definida tradicionalmente no alcanza a dar cuenta del estado de situación actual del medio rural. Las antiguas visiones y concepciones de lo rural presentan limitaciones para captar e interpretar algunas de las transformaciones que se están llevando adelante en el territorio. Nuevos marcos conceptuales han intentado interpretar y captar esta dinámica en progreso y aportar al replanteo de la sociología rural.   La complejidad actual del concepto de lo rural tiene un efecto directo en su definición operativa, es decir: ¿cuáles son los límites para definir un territorio como rural y la población que habita en el mismo como población rural? En Argentina, desde el Censo de 1914 se utiliza una definición de población urbana y rural basada en un criterio estrictamente demográfico, por el cual se determina un umbral de tamaño de población. Resulta pertinente destacar que ésta es una definición unidimensional donde lo rural se relaciona con el tamaño de las localidades y quedan prescindentes otras dimensiones que, según distintos especialistas también están relacionadas con el concepto.   Por otro lado, lo rural no queda solo limitado a la cuestión agropecuaria. En los estudios recientes ha comenzado a predominar la propuesta de desplazar el foco de análisis de lo rural desde una perspectiva fundamentalmente económica a una que contemple la cuestión territorial.   Este trabajo se inscribe dentro de aquellas investigaciones que proponen abordar “lo rural” desde una identidad propia, anclada al concepto de territorio y no como diferenciación de lo urbano[1].  Teniendo en cuenta estas especificaciones se puede señalar que el universo de la población rural sería, desde este punto de partida una heterogeneidad que combina por un lado la cantidad de personas, la densidad poblacional del territorio, la localización espacial  entorno, y, por otro, los modos de inserción dentro de la estructura productiva. En este sentido se busca indagar en las características de modelo espacial que acercan a la población caracterizada tradicionalmente como rural, pero que se organiza espacialmente en aglomeraciones (esto es toda la población que no se caracteriza como rural dispersa) y la población urbana de entornos de mayor tamaño.   Este trabajo se orienta a caracterizar a la población en ese entorno, extendiendo el límite de tamaño de población entre los 15.000 y los 20.000 habitantes, buscando identificar en la diversidad de la región del Noroeste Argentino las especificaciones propias que acercan a estos aglomerados con aquellos identificados como tradicionalmente rurales por la definición asumida históricamente por el INDEC, dando cuenta de escenarios heterogéneos y desiguales que permiten pensar en una nueva conceptualización basada en la cuestión espacial.      [1] Gómez, S. (2001) ¿Nueva ruralidad? Un aporte al debate, en Estudos Sociedade e Agricultura, 17. 

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
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Do desenvolvimento territorial sustentável à sustentabilidade do Bem Viver territorial: A crise do desenvolvimento, a emergência do Bem Viver e o futuro da questão territorial no Nordeste do Brasil (#3755)
Luiz Gonzaga Firmino Junior 1;
Matheus Pereira Firmino 2
1 - FPB/Unifuturo. 2 - UFPB.
Abstract:
A crise global do paradigma de desenvolvimento compromete o futuro da política de desenvolvimento territorial no Brasil. Como alternativa de desenvolvimento, o desenvolvimento territorial é refém de premissas (verdades) constitutivas do mesmo paradigma que está em crise. Um futuro relevante para a política territorial pode emergir de uma reorientação paradigmática inspirada em premissas geradas por uma alternativa ao desenvolvimento, radicalmente distintas das que são constitutivas do paradigma em crise. No contexto das rupturas e emergências paradigmáticas em curso, que transformam simultânea e qualitativamente as relações de produção e poder, modos de vida e cultura, dominantes na época histórica do industrialismo, surgiu na Região Andina e está em construção o paradigma do Bem Viver, como alternativa ao desenvolvimento em crise. A hipótese exploratória, a qual integra a fundamentação teórica de nossa pesquisa sociológica, é a de que, no caso da política territorial do Brasil, a simultaneidade existente da crise do paradigma ocidental de desenvolvimento, por um lado, e da ascensão do paradigma do Bem Viver, que emerge como alternativa ao paradigma de desenvolvimento, por outro lado, revela que ambos os processos são partes do mesmo fenômeno, uma mudança de época histórica, exigindo a urgente e relevante construção de um giro paradigmático crítico: do desenvolvimento territorial sustentável à sustentabilidade do Bem Viver territorial. Essa investigação identifica, articula e propõe um conjunto de premissas ontológicas, epistemológicas, metodológicas e axiológicas que visam contribuir a essa transição paradigmática principalmente no Nordeste do Brasil. Isso significa contribuir à construção do Bem Viver territorial, que se expressa na construção de comunidades felizes com modos de vida sustentáveis. Nosso ponto de partida é a pesquisa bibliográfica sobre a crise do paradigma de desenvolvimento e sobre a emergência do paradigma do Bem Viver, tendo como referência as evidências empíricas de presença de ambos, a crise do desenvolvimento e a emergência do Bem Viver, em quatro (04) territórios rurais (de identidade) do Nordeste brasileiro, dois dos quais na Zona da Mata e Agreste, e os outros dois no Semiárido, contemplando os estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Territorios rurales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Para Álem da dicotomia campo-cidade no Rio Grande do Norte - Brasil (#4890)
Fabricio Kleison De Souza Silva Fabricio 1; Celso Donizete Locatel Celso 2
1 - Universidade Federal da Paraíba. 2 - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Abstract:
Há muito tempo a discussão sobre a relação cidade e campo vem sendo abordada a partir de uma dicotomia entre esses espaços geográficos, onde se considerava esses isoladamente, pois levava em consideração apenas as suas funções, valorizando os aspectos econômicos que distinguia cada um deles. Assim, a cidade tornava-se o local da indústria, do comércio e dos serviços, e o campo apenas o lugar das atividades agrícolas. Por meio destas concepções, o campo, é reconhecido como lugar do atraso, do tradicionalismo, do arcaico, e a cidade como da modernidade, do trabalho intelectual, da cultura. No entanto, o período atual o qual denominamos de técnico-cientifico-informacional, vem trazer profundas mudanças para a cidade e o campo na América Latina, principalmente no Brasil, os tornando espaços que se complementam por meio de suas atividades e funções próprias de cada um. Nesse sentido, a urbanização que, comumente, é associada à produção da cidade, passa a se realizar de forma mais evidente no campo, por meio das melhorias nas infraestruturas e comunicação, nos avanços técnico-científicos incorporados ao processo produtivo agrícola, refletindo no que poderia ser denominado de modernização das atividades agrícolas. Diante desta realidade, nesse trabalho propõe-se analisar como se configura a discussão sobre o campo e a cidade, a fim de ir além da dicotomia e perceber as complementariedades que hoje se encontra em meio a eles. O recorte espacial definido para a pesquisa é o estado do Rio Grande do Norte no Brasil. O objetivo principal desse trabalho é analisar a complementariedade entre campo e cidade no território Potiguar, a partir de banco de dados oficiais do governo brasileiro, das áreas do comércio, dos serviços, da indústria e mercado de mão de obra para agricultura. Nesse sentido, contatou-se através dos dados referentes acima usados para a pesquisa uma verdadeira complementariedade entre o campo e a cidade no estado potiguar. Tal resultado tem contribuído para os estudos que analisa a complementaridade entre esses espaços, e no enfraquecimento da discussão dicotômica e pode contribuir metodologicamente  para os estudos de complementariedade e urbanização do territorio, bem como também para os estudos de desenvolvimento territorial do campo e das cidades na América Latina.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Estrategias sociales en la atenciòn a los riesgos natuales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Los desarrollos urbanos residenciales y los procesos de desigualdad y exclusión social: Transformación del territorio en cuencas hidrologicas y riesgos físicos y patrimoniales en El Salto, Jalisco, México. (#5473)
Alicia Torres Rodríguez 1
1 - CUCSH-UNIVERSIDAD DE GUADALAJARA.
Abstract:
La liberación de los procesos inmobiliarios ha generado un acceso diferencial a las fuentes de bienestar que se producen dentro de las ciudades con respecto a la ausencia de estas en las periferias de estos espacios socioterritoriales, además de profundizar la desigualdad y exclusión social de sus habitantes en Latinoamerica, excluyédolas del desarrollo y gestión del territorio. Propiciando con ello, la acumulación del capital, la tierra y agua en los grupos de poder, asociados al desarrollo urbano residencial, en donde permea de manera constante la corrupción enntre ellos y los diferentes ámbitos de gobierno para la construcción de nuevos espacios habitacionales de interés social, financiando su construcción y a su vez el endeudamiento de la clase trabajadora de escasos recursos a muy largo plazo. Además de problemas ambientales, la transformación del territorio de las cuencas hidrológicas, el riesgo a la seguridad fisica y patrimonial de sus habitantes. Este documento presentará de manera breve la problemática socioeconómica y ambiental que se presenta en la cuenta del alto Santiago, lugar que se comparte con el corredor industrial de Jalisco, en El Salto, Jalisco, México, en el cual se puede apreciar la construcción de viviendas de interés social sobre áreas de alto riesgo, por estar cercanas al margen del río Santiao, así com en la presa de El Ahogado, que es la parte más baja de la Cuenca del miso nombre, que es un embalse natural, así como la receptora de los desechos de la Zona Metropolitana de Guadajara. Dicha problematica se abordará desde la pespectiva teórica que aborda la desigualda y segregación y los procesos de transformación urbana y la privatización de la gestion urbana a través del cambio socioeconomico y político ambiental que se ha presentado en México en la última década en el país y las políticas públicas de desarrollo urbano. La propuesta metodológica se basará en la búsqueda de información estadística y docuumental, así como en la investigación de campo en nuestro área de estudio. cual permitirá reconstruir los procesos de crecimiento y desarrollo de los fraccionamientos construidos y reconocer a su vez a los agentes sociales involucrados.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Estrategias sociales en la atenciòn a los riesgos natuales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
Descentralización, desigualdad político-territorial y gestión de riesgo en México (#8339)
Naxhelli Ruiz Rivera 1
1 - Instituto de Geografía UNAM.
Abstract:
La susceptibilidad de diferentes territorios y sus poblaciones de ser afectados por amenazas naturales y antropogénicas ha sido usualmente asociada mucho más cercanamente con el tipo e intensidad de las amenazas, junto con las condiciones socioeconómicas de las poblaciones. Sin embargo, las condiciones políticas que subyacen a la respuesta a emergencias y a la planeación para la prevención de riesgos es mucho menos conocida y problematizada en la literatura de ciencias sociales que aborda la reducción y gestión de riesgos. Por ello, en este trabajo se presenta una línea de investigación en desarrollo, en la cual se analizan los diferentes aspectos teóricos y metodológicos para conocer y comprender las desigualdades entre los gobiernos locales en términos de sus recursos financieros, normativos y políticos. En la presentación se argumenta cómo las actuales desigualdades políticas derivadas del esquema descentralizado de México, afectan a los agentes gubernamentales encargados de acciones en el campo de la prevención de riesgos. Asimismo, se muestran algunos de los datos analizados hasta el momento que muestran cómo dichas desigualdades inciden negativamente en la capacidad del Sistema Nacional de Protección Civil para implementar acciones para la reducción de vulnerabilidad ante amenazas naturales; esto tiene efectos específicos en las acciones posibles para la disminución del riesgo al que se exponen distintos grupos sociales. Asimismo, se presenta evidencia sobre la manifestación territorial de las desigualdades generadas en torno a la actual estructura descentralizada de gestión de riesgo en México, país que paradójicamente ha sido tomado como un referente global por sus acciones en este campo a través de instrumentos financieros para enfrentar emergencias y desastres. En esta ponencia se discuten especialmente los posibles instrumentos teóricos para entender la desigualdad político-territorial, la cual constituye una forma distinta de desigualdad espacial además de la segregación -concepto utilizado amplia y sólidamente en las ciencias sociales latinoamericanas-. Asimismo, se presentan los retos metodológicos tanto en las fuentes de datos para el análisis de dichas desigualdades, como en estrategias de interpretación tales como el análisis comparativo (cuantitativo y cualitativo) o algunos enfoques evaluativos y prospectivos.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Estrategias sociales en la atenciòn a los riesgos natuales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
La Gestión del Riesgo como clave del desarrollo: impacto en los países del MERCOSUR (2000-2015). (#7321)
Emiliano Dreon 1
1 - Universidad Nacional de La Plata.
Abstract:
Es en el inicio del nuevo siglo y reforzando las ideas plasmadas en el Informe del PNUD, que se elabora la denominada “Declaración del Milenio” por parte de Naciones Unidas, la cual desde un enfoque del derecho humano al desarrollo y enfocada en la persona humana en su individualidad esboza los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM) a fin de combatir los obstáculos de la humanidad hacia el fin último del desarrollo. El particular dinamismo que adoptan las relaciones internacionales en este sentido produce indefectibles variantes en los “temas de agenda”. En torno al compromiso adoptado en Naciones Unidas y en relaciones a el binomio descripto seguridad-desarrollo, un ex Secretario General de la Organización que reúne a más de 190 países en la actualidad –Boutros Boutros-Ghali- señalaba que: “La paz, la economía, el medio ambiente, la sociedad y la democracia son todos aspectos vinculados entre sí, del desarrollo. La paz brinda el contexto más seguro para un desarrollo duradero. Una economía en crecimiento genera los recursos necesarios para el progreso. Un medio ambiente protegido hace que el desarrollo sea sostenible. Las buenas condiciones sociales fortalecen la estructura de la sociedad y consolidan la paz y el desarrollo”. En dicho marco surge la concepción de la construcción social del riesgo a través de la cual se le dará lugar al enfoque de la Gestión del Riesgo para combatir los fenómenos a los que dan lugar los cambios ambientales globales. Respecto a la vulnerabilidad vinculada a la construcción social del riesgo en el década de 1990 la ONU estableció el Decenio Internacional para la Reducción de los Desastres Natural. Al margen de la percepción que la sociedad tenga de determinado riesgo, no se ha advertido antecedentes en cuanto a un comportamiento proactivo, a fin de evitar el impacto de catástrofes naturales sobre las esencias de las necesidades básicas, en el presente caso el alimento. El marco normativo con el cual debemos identificar el presente análisis es fundamentalmente el Marco de Acción de Hyogo para 2005-2015  a través de lo explicitado en el punto 4.ii.d) –Prioridades de Acción- por medio del cual se convoca a los Estados a promover la seguridad alimentaria como factor importante para asegurar la resiliencia de las comunidades ante las amenazas, particularmente en las zonas expuestas a las sequías, las inundaciones, los ciclones y otros peligros que pueden erosionar los medios de subsistencia agrícolas. En el transcurso de este proyecto el objetivo excluyente es detectar –si es el caso- una real sinergia entre la esfera regional -MERCOSUR- y nacional en torno a la estabilidad en el acceso a los alimentos a través de la adecuada adopción del enfoque de Gestión de Riesgos.

 
07. Desarrollo Territorial, Desigualdades y descentralización | Estrategias sociales en la atenciòn a los riesgos naturales |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 4 POSGRADOS |
El sector forestal y el rezago socio-económico: el caso de la Provincia de Arauco (#2469)
Gunter Thomas Grosser Villar 1
1 - Universidad de Concepción.
Abstract:
    A pesar que Chile ha experimentado un gran crecimiento económico en los últimos 25 años, este crecimiento no ha sido equitativo, existiendo fuertes brechas en cuanto a indicadores socio-económicos que dan cuenta de las contradicciones del modelo de desarrollo chileno. Estas brechas socio-económicas se expresan en territorios que están en una suerte de ventaja fruto de su localización geográfica, mientras que otros territorios se mantienen sumidos en trampas territoriales, dejándolos en condición de rezago. El Estado de Chile promulgó durante 2014 el Plan de Desarrollo para Territorios Rezagados, el cual tiene como propósito contribuir a acortar estas brechas socio-económicas. Particularmente en esta investigación se analizará el caso de la Provincia de Arauco, la cual guarda la particularidad de ser al mismo tiempo una zona caracterizada por el desarrollo del sector forestal, pero como contraparte se encuentra catalogada como zona de rezago, por lo que la interrogante principal que pretende comprender este estudio es aquella relación ambivalente entre desarrollo forestal y el rezago. Para ello se construirá un índice de rezago socio-económico, el cual comprende indicadores sociales, económicos, de competitividad y de calidad de vida. Posteriormente este índice de rezago socio-económico se someterá a correlaciones de Spearman o de Pearson, según sea el caso, para analizar el grado de covariación existente entre el rezago y el sector forestal, el cuál será medido a través de variables como los ingresos económicos, plantaciones exóticas, exportaciones y el PIB provincial del sector forestal. Los resultados que se esperan obtener es la incidencia que posee el desarrollo del sector forestal en el mantenimiento de la condición de rezago que posee la Provincia de Arauco.