10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y manifestaciones culturales y populares |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Políticas públicas para a capoeira : o Estado entre a identidade, memória e a reparação (#3043)
Gabriel Da Silva Vidal Cid 11 - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Abstract:
Nesta comunicação busco discutir as políticas implementadas a partir de 2003 para a capoeira, que tem o seu registro como patrimônio cultural imaterial do Brasil um momento paradigmático. Entendo que estas políticas de um lado apontam para políticas de reconhecimento de setores da sociedade que anteriormente não foram privilegiados, e por outro buscam fortalecer tradicionais perspectivas de identidade a partir da experiência da diáspora africana no Brasil. A proposta visa problematizar as noções de patrimônio cultural e salvaguarda como ferramenta de construção da identidade nacional em diálogo com a perspectiva de cidadania englobando o direito à memória. A cidadania atualmente pode ser pensada numa tensão entre a ideia de universalidade e acesso às políticas de de reparação histórica. O trabalho busca apresentar alguns dos resultados de minha tese de doutorado defendida em 2016 com o título A Memória como Projeto: tensões e limites da patrimonialização da capoeira.
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Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Os “holandeses” e os “brasileiros” de Arapoti/PR: as (re)negociações culturais nos jogos de futebol e no Zeskamp (#7145)
Ályda Henrietta Zomer 11 - Universidade Estadual de Campinas.
Abstract:
Um grupo de famílias imigrantes, vindo da Holanda, aportou em Santos no dia 08 de junho de 1960 e, no dia 09 de junho, após uma longa viagem de ônibus desembarcou em Arapoti, no estado do Paraná, ao sul do Brasil. Desde a fundação da colônia holandesa de Arapoti [de qual a pesquisadora faz parte], essas famílias se relacionam de uma forma ou de outra com os brasileiros já moradores da cidade. Tendo em vista esse contexto sociolinguisticamente complexo, portanto que comporta diálogos interculturais (CANCLINI, 2013; JANZEN, 2005), este trabalho, que é um recorte de uma pesquisa finalizada de mestrado, busca compreender, por meio das histórias orais pelas quais as reminiscências das memórias (JOUTARD, 2008; POLLAK, 1989; PORTELLI, 2000) se manifestam, como ocorrem as (re)negociações culturais entre esses “holandeses” e “brasileiros” em meio aos jogos de futebol e do Zeskamp [jogos anuais entre as seis colônias holandesas no Brasil]. Para tanto, afiliando-se à LA trans/interdisciplinar, o trabalho fundamenta-se sob o eixo da noção do entre-lugar (BHABHA, 2013) junto à flexibilização do conceito de comunidade imaginada (ANDERSON, 2008; HOBSBAWM, 1990) e do conceito de língua como caleidoscópio (CÉSAR e CAVALCANTI,2007). Trata-se de um estudo qualitativo-interpretativista etnográfico (ERICKSON, 1986, 1984). Dessa forma, o procedimento utilizado para a geração dos dados se deu através de entrevistas individuais gravadas em áudio, diário de campo, levantamento em livros publicados e jornais [on-line e impresso] acerca da história da colônia/do município, fotograrias cedidas pelos participantes e registros fotográficos da própria pesquisadora. Assim, o corpus do trabalho é composto por diversas fontes em função das diferentes linguagens - o Caleidoscópio - pelas quais os processos de rememoração se dão. Conclui-se que mesmo diante de uma discussão engajada em subverter o conceito tradicional de cultura, com vistas a olhar para os processos de hibridação cultural, as classificações (WOODWARD, 2009) tendem a estar fundamentadas em binarismos, os quais objetivam diluir a heterogeneidade [mesmo que houvesse a possibilidade] que constitui as múltiplas e complexas identidades. Palavras-chave: (Re)negociação Cultural. Memórias. Imigrantes Holandeses
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Em busca dos Passos perdidos: festa, religião e cidade nas encruzilhadas da história, da memória e do patrimônio (#6452)
Léa Freitas Perez 11 - Centro de Estudos da Religião Pierre Sanchis.
Abstract:
o trabalho se propõe a apresentar as linhas gerais e os primeiros resultados do projeto de pesquisa Festa, religião e cidade: interfaces e modulações luso-brasileiras II: em busca dos Passos perdidos ou de como o patrimônio é tratado e vivido na contemporaneidade, desenvolvido no Centro de Estudos da Religião Pierre Sanchis da Ufmg com bolsa de produtividade de pesquisa do Cnpq. Estudando as procissões da Semana Santa nas cidades históricas mineiras e na cidade de Lisboa/Portugal, notadamente a do Senhor dos Passos, verificou-se a existência, seja nas cidades históricas de Minas Gerais, seja em Portugal, de pequenas construções fixas ou efêmeras chamadas de Passos, que constituem marcos materiais da Paixão de Cristo, por onde passam as procissões, muitos delas tombadas como patrimônio, seja pela Unesco, seja pelo Iphan. Os Passos, marcos materiais da Paixão de Cristo, atuam como lugares de memória, compondo nossos quadros coletivos de existência. Lugares de memória, nos possibilitam acessar, através do espírito do lugar, as distintas camadas históricas, sociológicas a antropológicas da existência em coletividade.
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Cadernos de Fundamentos. Arquivos do sagrado e dos segredos. (#6388)
Lima Ari 1; Araújo Leandro
11 - UNEB.
Abstract:
Nossa proposta aqui é refletir sobre o significado dos “cadernos de fundamento” no contexto social, cultural e religioso da religião do candomblé baiano no Brasil, definido e autodefinido como eminentemente oral. Neste sentido, consideramos o candomblé um grande arquivo ao ar livre, acessível, em muitos casos, em tantos outros, pouco acessível, inacessível, visível e audível apenas para alguns poucos. Buscamos respostas para as seguintes perguntas: O que é o arquivo ou o que é arquivar do ponto de vista do candomblé? O que é um "caderno de fundamento"? Quem o escreve? Como se entrelaçam, no caso dos “cadernos de fundamento”, saber e poder? O que encontramos em um “caderno de fundamento” é “o resto, a ruína” ou a continuidade da história de uma cultura? Como se produz ou se adquire um “caderno de fundamento”? Quais as forças que atravessam/atravancam os “cadernos de fundamento” enquanto arquivos? Quem ou o quê legitima os “cadernos de fundamento”? Os cadernos de fundamento são públicos ou particulares?
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Canto, imaginario y memoria en la cultura garífuna (#6381)
Francesca Randazzo Eisemann 11 - Universidad Nacional Autónoma de Honduras.
Abstract:
La comunidad garífuna recuerda aún el canto entonado durante la travesía del grupo al ser exiliado de San Vicente. Éste se ha convertido en una de las tonadas emblemáticas del grupo. Efectivamente, la salida de Yurumei –nombre de San Vicente para los garífunas – está marcada en la memoria de este pueblo por el canto que entonaron las mujeres mientras tenía lugar este evento. Impregnado del capital mítico-simbólico, el canto es un testimonio de la construcción de una perspectiva propia sobre el mundo social, que acompaña al grupo tal como un imaginario social instituyente, abriendo y cerrando posibilidades. Considerado en la cultura garífuna como el género literario más importante, el canto es una verdadera práctica discursiva en la cual se puede explorar la nebulosa teórica y metodológica de los imaginarios. En este trabajo se abordará específicamente el rol del canto entre garífunas en la construcción de la memoria social.
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Narrativas da Literatura de Cordel e Xilogravuras sobre o caso do Caldeirão do Beato José Lourenço: conflitos e memórias de um povo (#9215)
Ana Cláudia Veras Santos 1; Alberto dos Santos Barros Filho
11 - Universidade Federal do Ceará.
Abstract:
A literatura de cordel se apresenta como poesia sinônimo de resistência e memória, que assim se configuraria desde o seu suporte editorial, primeiramente, perpassando pela organização e defesa de seus pontos de vista, pela condução dos argumentos e buscas por legitimidade, quando verseja, por exemplo, conflitos associados às "minorias" populares, como o caso do Caldeirão do Beato José Lourenço. O intuito é apresentar narrativas do referido acontecimento, tais como a xilogravura, em diálogo com a literatura de cordel, que de acordo com estudo comparativo realizado, está em constante movimento de adaptação e mudança quanto aos seus meios metodológicos. A partir do cotejo entre essas representações, foi possível observar quebras de paradigmas na condução das narrativas, num esquema de mudança processado pelo poeta, que rompe com a tradição da poesia popular em versos e passa a se valer de "assinaturas de prestígio" como fontes para sua poética (BOURDIEU), talvez como medida de legitimação argumentativa e de rebate a aqueles que colocam a literatura de cordel numa subcategoria em relação à dita literatura hegemônica. Desse modo, essas narrativas se inserem num terreno movediço, dissonante e formado por contrassensos, sobretudo, quando narram conflitos históricos, cuja presença de vencidos e vencedores, através de escritas voltadas para o “povo”, continuam a se desenvolver através dos tempos. Esse é o caso das memórias aqui em apreciação, que cerca de oitenta anos após o fato ocorrido, no qual se deu a invasão do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, nos idos de 1930, no Cariri cearense, são (re)criadas. Seus rumores tiram do esquecimento o conluio personificado no Estado e na Igreja Católica, que ao “temer” uma nova Canudos, teria destruído aquela comunidade "modelo de reforma agrária", pautada nos ideais de "igualdade", "união", "trabalho" e "fé", segundo a poética popular e as demais vozes em diálogo presentes nesse estudo. Nesse sentido, a conduta dessas narrativas a colocaria num patamar de documento literário e histórico em conjunto com outras performatividades que representam o Caldeirão em oposição às elites, detentoras do poder, das linguagens, que, como de hábito, ficaram de costas para o episódio, assim como também agiram em relação a Pau de Colher, Pedra Bonita, Eldorado dos Carajás, movimentos que representam momentos em que as chamadas “minorias”, ao se organizarem, demonstraram ao Estado que se não podem contar com sua assistência de direito, não se submetem a regimes de semi escravidão, exploração, expiação de suas forças e dignidade. Propomos analisar essas narrativas, suas múltiplas memórias e os diálogos que constituem essa teia de sentidos acerca do fenômeno referido, a partir da sentença que elevaria à poesia a uma forma líquida em torno da qual as potencialidades de "efeito de realidade" (BARTHES) e "crença" (BOURDIEU) estariam a seu serviço.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y política |
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Nuevo Hombre, Patria Nueva. La prosa del FAS desde una perspectiva nacional y provincial. (#0892)
Carolina Beatriz Wild 11 - Facultad de Ciencias de la Comunicación de la Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
El motivo del siguiente resumen persigue la idea central de exponer, brevemente, un trabajo investigativo de avance parcial[1] sobre los órganos de prensa y difusión del Frente Antiimperialista y por el Socialismo (FAS), ente político y no armado del Partido Revolucionario de los Trabajadores - Ejército Revolucionario del Pueblo (PRT-ERP). Como objetivo general, se intentará abordar una instancia descriptivo-comparativa en base al corpus establecido durante el período delimitado desde agosto de 1973 hasta julio de 1974 de dos publicaciones emitidas en simultáneo, como es el caso del semanario nacional Nuevo Hombre y la revista quincenal de producción cordobesa, Patria Nueva. Bajo el propósito principal de descripción densa y posterior análisis comparativo, se tendrán en cuenta una serie de objetivos específicos a desarrollar que buscarán dilucidar singularidades de ambas ediciones inherentes al análisis del discurso ideológico, corrientes estéticas incorporadas, administración periodística y paratextualidad. Dicha propuesta, estará circunscripta a una estrategia metodológica que entrecruzará el monitoreo de sendas plataformas de prensa, el estado del arte sobre la temática y recorridos testimoniales a partir de la memoria oral de periodistas y militantes cercanos a la prosa del FAS y a la misma experiencias frentista, respectivamente. Por último, el hilo conductor del proceso investigativo recaerá en continuar un trayecto de estudio encaminado en la teorización de las concepciones sobre política y democracia abogadas por los cuadros del FAS y cómo esa misma dialéctica se dispuso a convivir, en consonancia y disidencia, dentro de las revistas Nuevo Hombre y Patria Nueva. Palabras Claves: Nuevo Hombre – Patria Nueva – FAS – PRT-ERP. [1] Reseña del artículo La experiencia del FAS. Política y prensa de la alternativa a las armas que propició el PRT-ERP presentado bajo mi autoría en las VIII Jornadas de Historia Reciente organizadas por la Facultad de Humanidades y Artes de la Universidad Nacional de Rosario del 9 al 12 de agosto de 2016.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y política |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
La revolución como opción de vida: convicciones, razones y sinrazones de los jóvenes militantes sociales de los años ’60 y ’70 (#2750)
François Graña 11 - Facultad de Información y Comunicación, Udelar - Montevideo.
Abstract:
Las prácticas de secuestro y desapariciones forzadas en el contexto de las dictaduras del Cono Sur en los años setenta, enraízan ya no sólo en el pasado reciente sino también en los debates actuales acerca de la democracia y del Estado que queremos. La perspectiva de los Derechos Humanos ha constituido el cauce sociopolítico de los reclamos de verdad (la reconstrucción de lo sucedido, la identificación de los victimarios) y de justicia (el enjuiciamiento de los culpables, la reparación estatal de las víctimas). Esta perspectiva tiene como efecto no querido, cierta descontextualización socio-histórica de los protagonistas de los sucesos en cuestión. ¿Quiénes eran las víctimas del terrorismo de Estado?, ¿qué convicciones los motivaban?, ¿sabían que estaban arriesgando sus vidas? Pretendemos buscar respuestas a estas preguntas, ahondando en una dimensión de la reconstrucción de la memoria que permanece poco explorada: las historias de vida de las víctimas. Nos ocuparemos del contexto social que los vio crecer, del mundo donde buscaban su propio lugar, del modo en que sus convicciones arraigaban en la época, de las representaciones que de la violencia política se hacían ellos y los demás actores sociales, del horizonte de futuro en que inscribían su presente. A mediados de los años 60, una sensación inédita se apoderaba de los espíritus y cargaba las pilas de la indignación juvenil en nuestro país: se vivía peor que antes; desocupación creciente, salarios congelados, precios de los alimentos en alza continua. Todo ello pulverizaba cualquier expectativa de progreso, cara al período neobatllista inmediatamente anterior. Las tensiones sociopolíticas ingresan en una espiral ascendente, la protesta social se vuelve endémica. Pero el deterioro socioeconómico no explica por sí mismo el entusiasmo con que miles de jóvenes se incorporaban a la protesta callejera y a la militancia activa. Los sueños de revolución no podían nacer únicamente de la crisis económica ni de la represión; la esperanza en un futuro mejor, se inspiraba en señales visibles en el mundo que los circundaba. Ni imberbes desquiciados ni héroes inalcanzables, sino hijos e hijas de su tiempo: queremos poner de relieve las principales aristas del contexto de vida en que crecieron quienes tenían entre 15 y 20 años en 1968. Pretendemos así contribuir a la comprensión de un compromiso revolucionario que vertebró la vida de muchos de estos jóvenes.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y política |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Proyecto Synco: Imaginario utópico y tecnología en el gobierno de Salvador Allende (1970-1973) (#3768)
Constanza Andrea Robles Sepúlveda 11 - Pontificia Universidad Católica de Chile.
Abstract:
El proyecto Synco o Cybersyn es un ambicioso proyecto tecnológico llevado a cabo durante el gobierno de Salvador Allende (1970-1973) que buscaba crear un centro de comando donde se tomaran decisiones en tiempo real para mejorar la producción y resolver problemas relevantes a nivel país, a través de un sistema de información que utilice los mismos principios con que funciona el cuerpo humano. Un organismo viable tiene que estar compuesto por partes con alto nivel de autonomía en sus funciones básicas. Si las partes no podían resolver el problema, la información era remitida a la sala de comando. “Sus creadores esperaban que los más importantes miembros del gobierno la utilizaran para tomar decisiones rápidas basadas en datos en tiempo real y en una visión macroscópica de la actividad económica nacional”(1). Este sistema nunca logró pasar de su fase experimental, en parte por problemas de viabilidad, pero sobre todo porque los militares tras el golpe de estado desmantelaron la operación. El presente trabajo busca considerar las implicancias de esta iniciativa, no solo desde la potencialidad tecnológica que ostentaba, sino que desde su intención última: probar al mundo que el socialismo podía incorporar avances relevantes inexistentes en otros lugares del mundo. Esta fe en la utopía tecnológica que los llevó a construir un proyecto sin haber probado completamente su viabilidad, hoy puede parecer exacerbada, pero en ese momento y dada la coyuntura política, apunta al deseo de grandes logros que dan cuenta de las posibilidades y aspiraciones del socialismo allendista, que proponemos, se configuran dentro de un imaginario utópico políticamente truncado. El proyecto Synco, en su complejidad, despliega una intención democratizadora al incorporar en su sistema a los trabajadores, quienes serían los operarios de este sistema. Confían en el poder resolutivo e inclusivo de la tecnología, aunque con ciertos reveces, pues por ejemplo, este sistema no cuenta con un teclado sino que con botones con distintas figuras geométricas, perpetuando un ambiente laboral segregado –los operarios no aprenden a tipear-, que no se corresponde con los avances visionados. Nos proponemos leer este sistema, no solo como un hito (ambiguo) de la relación entre política y tecnología en los años setenta, sino también como fuente de especulaciones literarias, como es el caso de la novela “Synco” (2008) del escritor chileno Jorge Baradit, que actualiza aquel imaginario anticipatorio en una ucronía de ciencia ficción, transformándolo en una metáfora de los procesos político-sociales contemporáneos. (1) Edén Medina. Revolucionarios cibernéticos. Tecnología y política en el Chile de Salvador Allende. Lom: Santiago de Chile, 2013.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y política |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Memorias de lucha política: (de)construyendo las macro narrativas de “la transición a la democracia” desde las biografías militantes. Reflexiones metodológicas sobre el caso mexicano. (#8902)
Tania Rodríguez Mora 11 - Universidad Autónoma de la Ciudad de México.
Abstract:
En la ponencia se presentan las consideraciones teóricas y metodológicas con las cuales se ha realizado una investigación sobre trayectorias y memorias de militantes de la izquierda mexicana de distintas generaciones. El trabajo centra su atención en las tensiones entre las narrativas hegemónicas sobre el cambio político, en este caso sobre el cambio político en México representado como “transición a la democracia” y la memoria de los militantes políticos sobre este mismo proceso político. La intención es recuperar la ambivalencia de los “lugares de memoria” intentando identificar los distintos mecanismos de mediante los cuales se narra y disputa la memoria de la lucha política y de los procesos de democratización. La ponencia se estructurará entre tres apartados: una breve presentación de los supuesto teóricos y metodológicos para articular memorias públicas y memorias biográficas a partir de las nociones de hegemonía y narración; la presentación de ejemplos empíricos a partir de caso mexicano – producto de mi investigación de campo – con los que se ilustren las tensiones y ambivalencias de la memorias hegemónicas y las memorias biográficamente localizadas y una reflexión sobre los mecanismos y/o dispositivos que se implementan para disputar (invisibilidad, resignificar, restituir, banalizar) los lugares de memoria (eventos, espacios, personajes, rituales, etc.) La ponencia intenta así cumplir con la discusión de algunos de los entramados conceptuales del grupo de trabajo, la identificación y propuesta desafíos y propuestas metodológicas para enfrentar los estudios empíricos y, por último, teniendo como base la propia investigación sobre el caso mexicano.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y política |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Memoria colectiva sobre la transición política en Colombia y su relación con la violencia (#8877)
Margarita Vélez Maya 11 - Universidad Cooperativa de Colombia.
Abstract:
Esta presentación se realiza a partir de un proyecto de investigación en curso que se formula con el interés de llevar a cabo un análisis de la experiencia colombiana en la manera como distintos actores sociales construyen discursivamente las transiciones de acuerdo con su relación de distancia o proximidad con la violencia política. Esta propuesta se formula a partir de la consideración de que la interpretación de la violencia del presente se hace en clave de pasado, y que la memoria colectiva posibilita esta continuidad, ya que sirve como bisagra que articula pasado, presente y futuro (Piper, 2013), posibilitando la construcción de vínculos entre los significados del pasado con los que tienen lugar en periodos posteriores a los conflictos. Se propone un diseño de investigación cualitativo, a través del Análisis de Discurso como método para identificar estas; se realizan estudios de memoria (Memory Works) y entrevistas a profundidad con personas que han participado activamente de acciones sociales y políticas que cuestionan el orden social. La comprensión de las memorias colectivas sobre las transiciones políticas que vive la sociedad colombiana y su relación con la violencia política, permite construir reflexiones sobre los modos como se significa dicha violencia y la manera como en el país se configuran tales procesos de transición, en la búsqueda del fortalecimiento de su cultura democrática. De igual forma, este estudio aporta elementos teóricos para la comprensión de los procesos de transición política en América Latina.