10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
El patrimonio (in)tangible como discurso del Bicentenario de la Independencia en el Barrio Güemes (Córdoba, Argentina) (#0800)
Ailen Suyai Pereyra 1;
Cecilia Mercedes Quevedo
21 - Instituto de Investigación y Formación en Administración Pública (IIFAP). Secretaría de Ciencia y Tecnología- Universidad Nacional de Córdoba. 2 - INSTITUTO ACADEMICO PEDAGOGICO DE CS.SOCIALES - [UNVM] UNIVERSIDAD NACIONAL DE VILLA MARIA - CONICET.
Abstract:
La ponencia presenta un análisis materialista de las políticas de ordenamiento en el barrio Güemes de la ciudad de Córdoba en el periodo que contextualiza las celebraciones por el Bicentenario de la Independencia en el país. En un barrio caracterizado por la progresiva mercantilización desde el negocio inmobiliario, se busca sistematizar las diferentes ordenanzas que regulan la actividad turística en sus múltiples relaciones sociales. La hipótesis de la que se parte es que así como el repertorio de políticas provinciales relativas al Bicentenario de la Patria del año 2010 sintetizaron el vínculo del Estado y el mercado, en esta ocasión se avizora una impronta normativa más pronunciada de esa relación. Tomando como coyuntura al Bicentenario de la Independencia del año 2016, la producción de ordenanzas municipales da cuenta de la supuesta mayor regulación de la actividad turística en el sector. En este sentido, el trabajo tiene dos objetivos. En primer lugar, se esboza una descripción de los nuevos productores de sentido en la hegemonía del patrimonio intangible en la ciudad de Córdoba. En segundo lugar, se indaga en la regulación colonial del tiempo y el espacio del barrio Güemes donde la noche aparece como tiempo a planificar estatalmente. De este modo, se pone en discusión la emergencia de sitios comerciales de orígenes y estilos heterodoxos que, en nombre de la autoctonía barrial, insertan renovadas políticas de patrimonialización y ordenamientos estatales sobre lo intangible.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
O recurso da realidade ampliada (360º) como meio para o letramento visual sobre o espaço urbano: alguns apontamentos etnográficos (#3646)
Luciano Magnus De Araújo 11 - Universidade Federal do Amapá.
Abstract:
A presente proposta contempla uma associação, em âmbito teórico, sobre como o antigo e o presente interagem a partir das abordagens tecnológicas sobre o espaço urbano e suas percepções. Entre o antigo, a intenção é discutir o uso de acervos de imagens fotográficas, compondo assim um circuito memorialístico que pode ser explorado desde áreas mais centrais de formação da cidade até as regiões mais periféricas. Já no presente, será tratada a percepção da prática etnográfica numa perspectiva caminhante, in loco, pelo uso da tecnologia de captação 360º, recurso que a partir de ambientes virtuais potencializa a percepção desses circuitos urbanos explorados. Desta forma, pretende-se discutir sobre a condição de uma etnografia da rua interativa entre o passado e o presente, uma vez que o uso da tecnologia de realidade ampliada permite um mergulho rico em contextos espaço-temporais que lega a liberdade de percepção a depender somente do conhecimento de uso e manipulação de software e hardware para captação desse formato de captação de imagens. Naquilo que se refere aos propósitos dessa complexa relação de recursos e possibilidades, um dos principais objetivos é promover a discussão a cerca do aprendizado sobre e da cidade por meio do letramento visual. Habilitando, assim, o indivíduo ao saber entender, ver, viver a urbanidade mais amplamente, de modo a qualificar essa vivência urbana valorizado, se reconstruindo identitariamente e refletindo sobre a natureza desse viver. Neste sentido, a pesquisa em andamento se desdobra refletindo a criação de ambientes virtuais interativos que possam ser manipulados com óculos de realidade ampliada, celulares e aplicativos que culminarão como ferramentas pedagógicas para auxiliar no ensino, principalmente, de componentes como a história e a geografia na educação básica. Assim sendo, para as referências teóricas e elaboração da proposta, lançaremos mão de indicações que tratam sobre Letramento Social: Street (2014); Letramento Visual: Nelson (2004), Schoen (2015), Hattwig et al (2012), Bamford (2003); Letramento, Tecnologia e Ensino: Finger-Kratochvil(2009); Etnografia da Rua: Eckert (2013), dentre outros.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
Práticas linguísticas e práticas de espaço: o papel da língua na construção dos espaços urbanos (#3286)
Karla Alves De Araújo França Castanheira 11 - Universidade Federal de Goiás.
Abstract:
Partindo do pressuposto de que a realidade cotidiana é a realidade percebida e construída pelas práticas cotidianas dos diversos grupos sociais, nas quais as práticas linguísticas ocupam um lugar de destaque, se não central; este trabalho se propõe a identificar e discutir como práticas linguísticas simbolizam e constroem os espaços urbanos e como essas práticas linguísticas também são construídas pela relação das pessoas com o espaço, problematizando como a relação entre a língua e o espaço atua na construção da realidade cotidiana das pessoas em situação de rua, na cidade de Goiânia. Goiânia é a primeira capital planejada do Brasil, fundada na década de 1930, como marco da modernização do sertão brasileiro, tendo seus discursos fundadores oficiais baseados na ideia de modernidade, modernização e mudança. Porém, como afirma Certeau (2012, p. 39), “a presença e a circulação de uma representação não indicam de modo algum o que ela é para seus usuários”. Os espaços urbanos dessa capital são construídos e simbolizados por práticas cotidianas invisibilizadas, por um lado, pelos discursos homogeneizantes acerca “da cidade” e, por outro, pelos processos de invisibilização aos quais estão submetidos grande parte de sua população. Essas práticas, servindo ou não a um projeto colonizador/colonizado, ao poder dominante, ao construírem o “real urbano”, constituem e deslocam fronteiras, reforçam ou resistem aos processos de invisibilização e discriminação, (re)organizam os espaços urbanos em sua percepção, transformando “espaços em lugares e lugares em espaços” (CERTEAU, 2012). Nesse processo, as práticas linguísticas são elemento central, sendo constituintes dele ao mesmo tempo em que são constituídas pelo espaço percebido. Para essa discussão, utilizamos as narrativas das pessoas em situação de rua de Goiânia, que, dada a situação de alta vulnerabilidade social e invisibilidade, desenvolvem cotidianamente práticas de resistência, física, simbólica, linguística, percebendo e construindo o “real urbano” sob uma perspectiva própria. Como metodologia de pesquisa, nos baseamos nas práticas da etnografia multissituada, discutidas por Falzon (2009) e na sociolinguística da urbanização, de Bulot (1999, 2011). A partir das narrativas desse grupo, suas experiências, seu olhar sobre Goiânia, além de discutir a relação entre língua e espaço e discutir/problematizar o papel da língua nos processos que segregam e discriminam grupos sociais, o objetivo desse trabalho é identificar práticas linguísticas, atitudes e posturas sociolinguísticas diante dos processos de exclusão e de segregação que atingem esse grupo para, talvez, colaborar para suas lutas em prol de uma 'cidade' e uma 'língua' menos hostil e segregada/segregadora.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
Punta Arenas como ciudad imaginada: Del romanticismo a una aproximacion imaginario-social de las identidades locales en Magallanes Chile. (#0263)
Diego Solsona Cisternas11 - Universidad de Magallanes.
Abstract:
Esta ponencia pretende establecer una reflexión crítica en torno a la noción de “identidad magallánica”, ampliamente trabajada por diversos académicos e intelectuales regionales desde diversas perspectivas. El ensayo se estructura a partir de un dialogo crítico del autor con respecto a los sustratos teóricos que han sostenido los planteamientos de la configuración de una identidad magallánica homogénea y compacta. Este trabajo va más allá de una revisión crítica de las distintas formas de explicar las identidades sociales en Magallanes, sino que propone un referente teórico diferente para interpretar la construcción y significado de la identidad regional, es decir, la teoría fenomenológica de los imaginarios sociales. Finalmente, se proponen nuevas categorías para describir e interpretar las identidades regionales en sus diferentes escalas analíticas (patagónica, austral, niveles locales, etc.) para superar la retórica colonizadora y eurocéntrica que está detrás del adjetivo “magallánico”. Diversos académicos e intelectuales regionales provenientes de diferentes disciplinas, han intentado establecer la noción de “identidad Magallánica” (Estrada y Avendaño 2008, Estrada y Molinet 2013, Estrada 2015, Molina 2011, Martinic 2003, 2010, etc.). Estos trabajos consideran la temporalidad histórica en la que se construye la noción abordada, el territorio como eje fundamental de la identidad, y particularmente desde la psicología social (Estrada, 2015) desarrolla un análisis de la identidad magallánica desde el esencialismo psicológico, entendido como: “una creencia referida a la esencia común a todos los miembros de un grupo” (2015:1). Todos estos esfuerzos han sido aproximaciones recientes que intentan tributar en una definición de la categoría “identidad magallánica”, sin embargo, resulta necesario realizar una evaluación de estos trabajos desde los aportes heurísticos que otorgan al objetivo de definir la categoría mencionada. Cuando hacemos un recorrido por los diversos trabajos que han intentado dar cuenta parcialmente de lo que imaginariamente se llama “identidad regional o magallánica” podemos establecer a priori los altos grados de idealización y romantizacion con que los habitantes de este territorio se auto-representan, aunque para ser veraces, no solo ellos, sino también los medios de comunicación a nivel nacional, y en el caso de Martinic (2010) , algunos académicos han formulado y planteado cualidades valóricas y morales al ejercicio de ser y hacer identidad regional. No obstante, y en términos coloquiales, si comprendemos los imaginarios sociales como aquellos conceptos e ideas que se anclan en un tiempo y espacio determinado, y que cada sociedad significa esos conceptos de forma asimétrica dependiendo del contexto, podríamos decir que el imaginario social de lo magallánico está fuertemente relacionado con una identidad proyectada (como queremos que nos vean) y con esa auto representación que da cuenta de estrategias de diferenciación muchas veces con connotaciones negativas, lo otro para el magallánico pareciese ser “malo” o “peligroso”, el carácter proteccionista de las teorías esencialistas trabajadas por Estrada (2015), Estrada y Avendaño (2008) , Estrada y Molinet (2013) parecen absolutamente útiles y pertinentes para explicar y comprender estas construcciones simbólicas de identidades.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
São Paulo: cidade e poesia na obra Paranoia, de Roberto Piva. (#4861)
Thadyanara Martinelli 1; Matheus Faleiros
21 - UNESP. 2 - UFMG.
Abstract:
Segundo Park (1916, p. 27), a cidade é considerada o habitat do homem civilizado. Dessa forma, ela será palco do desenvolvimento da cultura como um todo, desde a questão política e religiosa até o desenvolvimento das artes. Ou seja: é impossível falar em cidade sem falar em organização cultural. E por qual motivo as artes, por exemplo, se interessariam por olhar o ambiente/sujeito urbano? Porque, a partir das observações e análises propostas pelos artistas, alguns carácteres da natureza e do comportamento humano podem se fazer revelados por meio das obras de arte. Assim, de acordo com Orlandi (2004), dentro do espaço urbano, no que se refere às mais variadas dimensões como a econômica, cultural, histórica, etc, o corpo dos sujeitos e o corpo da cidade formam uma construção única, estando o corpo de ambos atados e o destino de um não se separa do destino do outro. Sob esse aspecto, nas relações poéticas, a discussão sobre a cidade, o sujeito lírico e a modernidade são intrinsecamente ligadas, já que o início do que pode ser considerado moderno está relacionado com o crescimento das grandes cidades. E, sem dúvida, essa relação entre sujeito-cidade mudou as relações sociais e, consequentemente, o fazer e o pensar a arte. Temos aí, então, a presença do fazer artístico para iluminar essas mudanças. A partir disso, o objetivo do trabalho é apresentar como se constroi a cidade de São Paulo na perspectiva do poeta e sociólogo Roberto Piva, especificamente na sua obra Paranoia (1963).
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
La nueva configuración socioespacial y el estancamiento del desarrollo endógeno en Asia Pueblo – Cañete, Lima (#5338)
Mariana Rocio Linares Olivera 11 - Universidad Nacional Mayor de San Marcos.
Abstract:
La configuración del espacio por el capital privado en detrimento a la soberanía de los pueblos originarios y campesinos es un síntoma del siglo XX, cuando el rentismo y la dinamización del capital financiero prima más en las decisiones de desarrollo sostenible a largo plazo para la agenda política-nacional. Es por esta razón, situando el caso de Asia, distrito de excomuneros ubicado en la provincia de Cañete, que pertenece al gobierno regional de Lima, enfocaré mi trabajo desde la Geografía radical y la sociología urbana marxista porque las ciudades ya no se forman en base a organizaciones municipales, la familia o la religión sino por el flujo de capitales y la presión internacional de estar insertado en un mercado global. La realidad actual de este lugar es que la Federación Campesina de Asia y la misma población solo encontraron como única potencialidad de desarrollo la inyección de capitales para que este distrito sea un balneario de moda, renunciando así a su identidad y tradición agropecuaria. En consecuencia, ahora se vive una dicotomía geográfica: Asia pueblo y Asia Balneario, donde los primeros luchan para la subsistencia y los segundos hacen uso del espacio de una forma impositiva, transgrediendo la soberanía del pueblo de Asia que tiene sobre su territorio y recursos naturales. En efecto, la monopolización del agua por los clubes de playa perjudica el cultivo de los campesinos, además el acercamiento arbitrario del espacio por la exclusividad de estas viviendas originan conflictos sociales con el gremio de pescadores que los obligan a tener que recorrer varios kilómetros para ingresar a las playas y así lograr cumplir mediocremente su jornada laboral. En la presente investigación me avocaré en el análisis y hacer un recorrido en la configuración espacial de Asia desde la entrada de capitales que data desde los años 90’s, esto ha permitido una lógica de pensamiento modernizante que como menciona el geógrafo marxista David Harvey, existe un esquema mental muy marcado de “Desposeer para acumular” para las comunidades agrarias. Claramente, esto se aplica en la población de Asia donde ahora ellos optan por migrar a polos económicos de la provincia de Lima o de otras regiones, en vez de buscar alternativas laborales en su lugar de origen. Ellos han abandonado la apuesta para un desarrollo endógeno, entendido como uno que busca la autogestión a partir de sus recursos naturales, y el control de su territorio, y esto da muestra que el debate arcaico, campo y ciudad son antagónicos, aún sigue vigente. Por esta razón abrirá un debate de las dificultades teóricas del modelo de ciudad en el Perú que tratan de conciliar con lo rural tras producirse un cambio de mentalidades en la propiedad comunal y el ecosistema.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
A recuperação de mais valias fundiárias e a Operação Urbana Linha Verde (#5726)
Marcelle Borges Lemes Da Silva 11 - Universidade Federal do Paraná.
Abstract:
A pesquisa é uma contribuição para o estudo da aplicação de instrumentos de captura de mais valias fundiárias, na medida em que analisa a adoção do instrumento da Operação Urbana Consorciada (OUC) para financiamento do grande projeto urbano da Linha Verde, em Curitiba/PR. A Lei Federal no 10.257/2001, mais conhecida como Estatuto da Cidade, institui instrumentos que visam garantir a distribuição de maneira equitativa os ônus e bônus dos processos de urbanização, os quais poderão ser adotados pelos municípios para fins de promoção do desenvolvimento urbano. Entre estes instrumentos está a Operação Urbana Consorciada, a qual consiste numa parceria público privada que se dá para fins de implementação de grandes projetos urbanos, através da flexibilização de parâmetros urbanísticos e execução de obras de infraestrutura que geram uma valorização nos imóveis do perímetro definido pelo instrumento, a qual será capturada pelo poder público para viabilizar novas obras de melhoramento urbano na região. A OUC foi adotada pelo município de Curitiba para a revitalização e requalificação da antiga BR 116, a qual corta a cidade e passa a ser denominada como Linha Verde. Após análise do processo de implementação em relação as mudanças de uso e ocupação do solo, assim como a variação do preço da terra na região, constatou-se a não efetivação do instrumento em relação a captura das mais valias fundiárias até o momento em que esse artigo foi elaborado. Assim como foi possível constatar a sua ineficiência na garantia das transformações urbanísticas propostas para o perímetro da OUC.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
A paisagem como projeto: imagens de origem e transformações urbanas no Rio de Janeiro (#4027)
Rachel Paterman 11 - PPGSA/UFRJ.
Abstract:
O objetivo desta apresentação é discutir o conceito arquitetônico e urbanístico de "paisagem". Com base em uma abordagem antropológica, focalizo o ponto de vista de Fernando Magalhães Chacel (1931-2011), arquiteto paisagista brasileiro que se tornou amplamente reconhecido em razão de seus projetos realizados no Rio de Janeiro (Brasil). Tais projetos seguem, conforme suas palavras, propósitos de "reconstrução” de paisagens originárias: através de composições, técnica e cientificamente embasadas, com elementos vegetais nativos, eles logram a recuperação de ecossistemas tais como poderiam ser encontrados em uma situação natural, concebida como anterior à ocupação humana. A produção projetual de Chacel se insere em uma abordagem crítica, coletivamente compartilhada, em relação a apropriações locais de modelos de urbanização considerados destrutivos. Um de seu focos problemáticos se encontra em efeitos ambientais da intensificação de processos de expansão da cidade a partir da década de 1970 que, a seu ver, teriam operado uma significativa “descaracterização” da paisagem. Embora correspondam a materializações, ou mesmo “naturalizações” de uma perspectiva crítica, seus projetos de “reconstrução” paisagística se inserem no âmago do alvo problematizado: as redes sociotécnicas da construção civil. Ao neutralizar impactos gerados por estas transformações, eles operam “apagamentos” dos processos de ordem ao mesmo tempo ambiental, social e política que lhes dão origem. Indo além, é possível sugerir que reforçam a ausência de vestígios de ação humana como um ideal a ser seguido, ao privilegiarem um imaginário de longa duração da cidade como uma paisagem paradisíaca. A ideologia do desenvolvimento sustentável atenua em um nível consciente de discurso esta ambivalência, mas não se mostra suficiente para neutralizar seus efeitos: conflitos, mal-entendidos e frustrações caracterizam a trajetória do arquiteto paisagista, assim como o destino de grande parte dos projetos que chegam a ser realizados. Focalizá-los em termos do contexto social e cultural mais amplo em que se inserem permite complexificar a ideia de “paisagem”, que se revela não exatamente como uma “vítima” ou “testemunha” de transformações urbanas, mas sim como um elemento em certa medida funcional a esses processos, exigindo assim aprofundamento descritivo e analítico.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
La cuestión del valor en las disputas urbanas: la partimonialización como dinámica productiva (#0756)
María Belén Espoz Dalmasso 1; Natalia Vaccaro
11 - CIECS CONICET y UNC.
Abstract:
La ciudad de Córdoba, Argentina, se ve atravesada por multiples intervenciones urbanisticas reguladas por el mercado turistico internacional de bienes materiales e inmateriales que disputan el estatus de "patrimonio". En la última década, con mayor fuerza luego de los festejos -del orden municipal, provincial y nacional- por los bicentenarios de la Patria (2010), diferentes dimensiones de la vida material, cultural o histórica de "La Docta" (identidad legada por la presencia jesuita en el territorio) han sido objeto de tematización/discusión en el marco de que podemos reconocer como un proceso de patrimonialización1. En investigaciones anteriores identicamos que Córdoba entró en el marco de un proceso global que llamamos "embellecimiento estratégico (Boito y Espoz; 2014): primero diferentes politicas habitacionales generaron "entornos residenciales" por clase rediagramando la circulación de la ciudad; luego se focalizó -via Plan Director (2008) y las obras por los festejos del Bicentenario- en la configuracion de "entornos de disfrute" reconfigurando los espacios céntricos y pericéntricos. Aquí emerge el 'valor patromonial' -al menos en la escena pública- como argumento de diversas intervenciones en vistas a colocar a Córdoba en el mapa mundial de ciudades 'dignas' de ser conocidas, remarcando aspectos identitarios, reestructurando dinámicas de interacción entre pobladores y generando formas de rentabilidad novedosas hasta el presente. Este trabajo tiene por objeto tematizar el valor del patrimonio como modalidad ideológica para generar plusvalor económico. Identificaremos algunas de las transformaciones urbanas donde el valor patrimonial emerge como un plus para el desarrollo e intervención pública y privada; luego daremos cuenta de nuestra construcción teórica en torno a la idea de valor, recuperando autores como Marx, Debord, Bajtín, Voloshinov, Zizek y Harvey. La "evaluación social" como dinámica productora de sentidos -materiales- ofrece un mojón para comprender el lugar de la gestión comunicacional de las ciudades (en tanto imagenes/marcas) como claves para la reproducción del capital. Tomaremos la dimensión expresiva de prácticas de los autodenominados "desarrollistas urbanos" nucleados en la Cámara Empresarial de Desarrollistas Urbanos de Córdoba (CEDUC) para analizar el grado de articulación entre operaciones comunicacionales y discursivas en torno al patrimonio y su impacto en la generación de formas novedosas de rentabilidad. 1. Estas reflexiones se enmarcan en un proyecto financiado por SECYT-UNC (2016.2017) titulado "Ciudad embellecida, ciudad protegida: exploración de los sentidos y valores en los procesos de patrimonialización en Córdoba capital post-Bicentenario" de la cual las autoras son directora e integrante.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
Poder simbólico: Un abordaje para analizar la construcción del espacio social de la ciudad (#5178)
Kenneth Guzmán Piedra 11 - Universidad de Costa Rica.
Abstract:
Esta ponencia tiene como finalidad ofrecer una alternativa para el abordaje del fenómeno de la producción del espacio social en las ciudades actuales latinoamericanas, a partir de un eje central como lo es la dinámica de poder simbólico, tanto desde su fase productora como de su fase de reproducción. Esta construcción teórica y metodológica, parte de la amalgama de conceptos pertenecientes a la teoría sociológica de Pierre Bourdieu, la sociología urbana de Henri Lefevbre y de la significación imaginaria de Cornelius Castoriadis. Teniendo como base epistemológica la concepción de los procesos de intercambio e interacción como construcciones sociales mediadas y condicionadas simbólicamente, se entiende el espacio social -concepto de Lefevbre- como un producto que surge del efecto de la acción repetitiva y reproducible de las sociedades sobre el espacio físico naturalmente establecido, que implica relaciones de poder en su construcción, del predominio de unos por sobre los otros, quienes tienen la capacidad y los recursos para dotar e imponer la significación de un espacio, para producirlo. Por tanto el espacio es una construcción social que proyecta en la realidad física -y simbólica- elementos y momentos de la práctica social, de las relaciones sociales. Al ser la ciudad un espacio que refleja relaciones de poder, estas se expresan simbólicamente, pues como afirma Bourdieu el entorno tiene un carácter simbólico en sí mismo que condiciona a la adopción de imágenes y nociones concretas sobre cómo debe actuarse dentro de determinadas situaciones o circunstancias sociales, preconfigurados por un valor o signo concreto. Esto se configura a partir de una dinámica que Bourdieu denomina como jerarquía de los principios de jerarquización, que no es más que las luchas por el poder simbólico entre grupos dominantes y grupos heterodoxos, que intentan cada uno imponer su visión del espacio social, de status quo en el primer caso, y alternativa a este en el segundo. El poder simbólico es, para Bourdieu, un de poder de constituir o modificar la visión del mundo, y por lo tanto el mundo en sí mismo de una manera sutil, imperceptible, que obtiene lo que se podría obtener por la fuerza pero sin mayor gasto de energía. De acá que la herramienta del análisis de imaginarios sea indispensable para entender esta dinámica de poder simbólico, pues signifca la reproducción de esas construcciones simbólicas del espacio de la ciudad desde la sociedad misma. Por tanto se pretende dilucidar la construcción del espacio social de las ciudades, a partir de la develación y análisis de la dinámica de producción y reproducción del poder simbólico, con el imaginario como principal fuente operativa.
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | z |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
Cidades do Agronegócio Cafeeiro em São Paulo, Brasil: dinâmicas socioespaciais locais e globais (#0698)
Henrique Baeninger-Pescarini
1;
Rosana Baeninger 21 - Feagri/Unicamp. 2 - Ifch-Nepo/Unicamp.
Abstract:
Este estudo se insere no Observatório das Migrações em São Paulo (Nepo/Unicamp-Fapesp/CNPq). O cenário atual da dinâmica da agricultura de commodities no Brasil revela as transformações advindas da divisão internacional do trabalho em espaços marcados anteriormente pel histórica produção e expansão cafeeira, desde o final do século XIX. Este é o caso de cidades localizadas no eixo paulista em direção ao sul de Minas Gerais. Os processos atuais de uma agricultura moldada pela produção de commodities traz mudanças nos espaços intraurbano e intrarregional, redesenhando a vida das cidades do agronegócio do café em São Paulo. A cidade do agronegócio congrega a convivência de uma elite agrária histórica e se origina a partir da reestruturação do território e da organização de um novo sistema urbano proporcionado pela difusão da agricultura moderna e do agronegócio globalizado no século 21. A Cidade do Agronegócio se define a partir da “a materialização das condições gerais do capital do agronegócio globalizado” (Elias; Pequeno, 2007, p.4), com transformações nas cidades médias e pequenas e com as novas atividades agrícolas e agropecuárias. Assim, há a configuração de espaços articulados ao setor de exportação de commodities, sendo que a função principal da cidade do agronegócio passa a ser as demandas produtivas dos setores transnacionais. A cadeia produtiva do café é marcada também, de acordo com Coutinho et al (2002), pela competitividade e seu custo de produção, marcando as vantagens comparativas no mercado mundial. Na produção do café arábica, o Brasil é o país que possui menor custo, que aliado à produtividade tem garantido o crescimento da participação no mercado internacional. As cidades do agronegócio do café em São Paulo ilustra a emergência de uma ruralidade globalizada, desarticulada dos sistemas agroalimentares nacionais, mas compondo um mercado global. As dimensões do local e do global se intereconectam tanto na produção e no preço do produto quanto na vida das cidades. No caso das cidades paulistas do agronegócio do café, sua vocação (Harvey, 1993) passa a ser seu papel de produtor de commodities reforçada no escopo da divisão internacional do trabalho. Essas transformações trazem também a mudança do tipo de café a ser cultivado, onde estão presentes elementos do consumo global na produção local, como a produção de cafés gourmet. A penetração do capital transnacional em cidades pequenas em São Paulo marca o processo de urbanização corporativa, onde a modernização do espaço e a instalação do meio técnico-científico e informacional é cada vez mais dependente dos financiamentos privados (SANTOS, 1993).Nesse cenário, este estudo analisa as transformações dessas cidades , anteriormente assentadas na base agrícola da produção do café para a produção interna, em cidades do agronegócio como um nicho agrícola globalizado