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Thursday 07/12 - Ciencias Sociales / Sala A1
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
01. Ciencia, Tecnologías e Innovación | Mesa 8: Ciencia, tecnología e sustentabilidad |
Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | A1 |
Relato de uma experiência de pesquisa e de extensão tecnológica no território do Citrus-RS (#5699)
Cidonea Machado Deponti 1; Luana Barcelos 1; Douglas Ritt 1
1 - UNISC.
Abstract:
O presente artigo objetiva analisar a experiência de pesquisa e de extensão tecnológica realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional através do Projeto “O uso e a apropriação de tecnologias pela agricultura familiar no Vale do Caí-RS” financiado pelo MCTI/CNPq, FAPERGS e UNISC desenvolvido em parceria com a EMATER/ASCAR-RS, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Escolas Rurais do Vale do Caí. Para isso, utilizou-se de abordagem descritivo-analítica e da observação durante o período de quatro anos de realização do Projeto. Conclui-se que as atividades de pesquisa e de extensão tecnológicas realizadas pela universidade, em muitos casos, apontam desafios relacionados com a práxis e o cotidiano dos agricultores, o que requer constantes mediações profissionais que possibilitem uma readequação do projeto à realidade dos sujeitos envolvidos, ao seu tempo de maturação e ao seu estilo de vida. Por outro lado, reitera-se a importância da articulação entre as atividades de pesquisa e de extensão no processo de produção do conhecimento.

 
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O Plano Nacional de Mudanças do Clima brasileiro: progressos e limitações à participação de povos indígenas (#5977)
Tiago Ribeiro Duarte 1
1 - Universidade de Brasília.
Abstract:
O Plano Nacional de Adaptação às Mudanças do Clima (PNA) foi elaborado entre 2012 e 2016 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) brasileiro. Há muito o que se elogiar no modo como este documento foi elaborado. Houve um amplo esforço de incluir diversos setores da sociedade brasileira em sua elaboração, tais como membros da comunidade científica, ONGs, representantes da indústria e da sociedade civil. Além disso, ele passou por dois processos de consulta pública com o intuito de aperfeiçoá-lo. Outro ponto a se destacar no PNA é o fato de ele reconhecer que conhecimentos não-científicos poderiam ser úteis em sua elaboração, incluindo também saberes tradicionais em suas possíveis fontes de informação. Todavia, apesar desses vários avanços no processo de elaboração desse plano, saberes indígenas tiveram impacto limitado em sua elaboração. Apesar de haver um sub-capítulo específico para tratar da adaptação desses povos às mudanças climáticas, sua escrita foi realizada por membros da Funai com apoio do IPAM, não incluindo indígenas diretamente em sua elaboração.  Houve apenas uma reduzida participação de representantes desses povos, uma vez que a Funai consultou lideranças indígenas para colher subsídios para a escrita do sub-capítulo sobre a vulnerabilidade dessas populações. Este trabalho procura descrever o processo de elaboração do sub-capítulo do PNA sobre os povos indígenas e problematizar o pouco esforço realizado pelo MMA em ampliar a participação destes povos na elaboração de políticas de adaptação às mudanças do clima. Ele é baseado em entrevistas realizadas com membros do MMA, IPAM, Funai e com lideranças indígenas.

 
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Vaca Muerta y fracking: Un análisis CTS de los conflictos ambientales y sociales (#6421)
Luis Felipe Sapag 1
1 - Universidad Tecnológica Nacional.
Abstract:
Las tecnologías de extracción de hidrocarburos mediante fracturas hidráulicas (fracking) han transformando el escenario energético y las comunidades involucradas. En Neuquén (Argentina) coevolucionan crecimiento económico y conflictos demográficos, ambientales y étnicos. Las desigualdades aumentan, mientras ciudades petroleras sufren una fuerte inmigración de escaso arraigo. El grupo de investigación dirigido por el autor indaga dichas cuestiones desde un abordaje CTS (PID homologado, UTN2392). Se apunta a reconocer procesos clave para detectar las categorías relevantes y sus interrelaciones, marcadas por relaciones de poder que determinan la distribución de las rentas, las modalidades tecnológicas, el manejo ecológico y los imaginarios que emergen de tan vibrante desarrollo. Se utilizan metodologías cuantitativas y cualitativas, con observación participante, entrevistas abiertas y grupos focales. La cuestión ambiental interesa primordialmente. Por una parte, se estudian los significados que asignan los actores: desde quienes auguran “la tierra prometida” hasta quienes vaticinan “zonas de sacrificios”, extremos entre los que se encuentran distintas visiones de “crecimiento con responsabilidad social y ambiental”. Por otra, se procura analizar cómo elaboran políticas el Estado responsable de los controles y las empresas operadoras, quienes, para mitigar riesgos y dar respuestas a los conflictos, se apoyan básicamente en una creciente legislación y procedimientos de control científicamente homologados. Sin embargo, los indicadores y procedimientos son codificaciones de apariencia tecnológica neutral, pero conllevan intereses de los grupos productivos y burocráticos relevantes, entre ellos las propias empresas remediadoras. ¿Cómo se determina que el contenido de metales pesados en el agua de retorno de fracturación, luego de ser tratada, es tolerable hasta determinadas cantidades de partes por millón? ¿Con qué criterios se establece el procedimiento de abandono de pozos y recuperación ecológica de las áreas afectadas? Ejemplos entre muchas regulaciones que requieren revisiones con enfoques sociales. Las políticas públicas no deberían limitarse al “continuo mejoramiento de los controles”; deberían también procurar confianza social respecto del manejo de los riesgos petroleros, lo cual no se consigue solo con especialistas tecnológicos, legislativos y comunicacionales. Se sugiere la apertura de la “caja negra” de dichos procesos mediante: - Creación de un gabinete estatal, empresario y comunitario, con abordajes interdisciplinarios y CTS, para fomentar diálogos, transformar conflictos y asesorar sobre políticas públicas y privadas conjuntas. - Involucramiento de los actores afectados, tanto en la construcción de las normas como en la participación en las inspecciones. - Incorporación de dichos procedimientos en las currículas educativas, con lenguajes adaptados a todos los niveles y carreras. - El “turismo petrolero” sería una innovación con repercusión en los imaginarios: visitas siguiendo protocolos de seguridad, para desmitificar la actividad y mejorar la relación entre petroleros y comunidades cercanas. - Difusión mediática dejando de lado el mito de la tierra prometida y trasparentando riesgos y beneficios de la producción petrolera.

 
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Qual é o caminho para o desenvolvimento nos países latino-americanos? (#6455)
NADIA SOLANGE SCHMIDT 1; CHRISTIAN LUIZ DA SILVA 2
1 - Embrapa. 2 - UTFPR.
Abstract:
Na América Latina, os gastos em P,D&I são, majoritariamente, oriundos de recursos públicos, sendo que a maior partes destes é destinado à pesquisa agropecuária, uma vez que o agronegócio é a principal atividade econômica dos países latino-americanos. Considerando o montante investido e a importância da atividade, a questão da pesquisa científica e tecnológica deve ser constantemente rediscutida, principalmente em relação ao tipo de pesquisa que deve ser financiado com recursos públicos.    À exemplo dos demais países latino-americanos, o Brasil tem tido dificuldade em agregar valor ao conhecimento científico e transformá-lo em inovação.  Para muitos especialistas, esse fato é reflexo da falta de um norte para a ciência, tecnologia e inovação. Apesar de gerar muito conhecimento, este não tem uma relevância científica nem relevância para aplicação, demonstrando uma necessidade absoluta de se rever as estratégias utilizadas nessa área. Além dos recursos cada vez mais escassos para a pesquisa, da burocracia, do arcabouço legal arcaico ao qual das instituições públicas de pesquisa estão submetidas, há uma clara falta de interação com o setor produtivo. Esse distanciamento resulta na desvinculação do pesquisador com a realidade do mercado e assim, não consegue transformar seu conhecimento em benefícios para a sociedade e para o país.  Como consequência, muitos dos resultados provenientes dos projetos de pesquisa chegam ao mercado obsoletos ou não resolvem os problemas existentes tornando-se “pesquisas de prateleiras”, finalizadas apenas com a publicação de papers, sem gerar inovações. Por outro lado, nos países desenvolvidos, a pesquisa pública é feita em parceria com o setor privado. A pesquisa tem caráter aplicado e buscam atender demandas de mercado. O objetivo da pesquisa é a busca de inovações tecnológicas. No Brasil, a maior instituição pública de pesquisa agropecuária é a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa, cuja carteira de projetos é financiada pelo Governo Federal.  No Estados Unidos, a pesquisa agropecuária é desenvolvida pela Agricultural Research Service – ARS. Considerando a importância da participação do estado no desenvolvimento da e Tecnologia para o país, este buscou comparar as estratégias de pesquisa desenvolvidas nessas duas instituições. Para isso, foram realizadas entrevistas presenciais com pesquisadores da Embrapa, da ARS e outros atores. O resultado demonstra que a estratégia utilizada pela ARS tem se mostrado mais eficiente do que da Embrapa, em termos de resultados aplicados na pesquisa agropecuária. O resultado demonstra que, utilizar recursos públicos apenas para pesquisa básica cujo resultado se resume a papers não é mais uma opção para os países latino-americanos. É preciso direcionar esforços para a pesquisa aplicada, cujo resultado seja uma tecnologia finalizada e que seja útil para a sociedade. Essa é a única forma de deixar de sermos tecnologicamente dependentes dos países desenvolvidos.

 
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Hacia una perspectiva decolonial de la tecnología social. (#6879)
Noelia Cejas 1; Alvaro Di Bernardo 2
1 - CONICET. 2 - UNNE.
Abstract:
“No habrá justicia social global sin justicia cognitiva global” Boaventura de Sousa Santos (2009:12)   Nos interesa abordar los procesos de producción de conocimiento, orientado al desarrollo de tecnología social en el campo del hábitat, desde una perspectiva decolonial. Esto implica, al menos, la integración de diferentes escalas de sentido, que analíticamente distinguimos en tres niveles: la perspectiva de desarrollo inmanente a la definición de los procesos de diseño tecnológico; la perspectiva epistemológica/metodológica/política con que se despliega el proceso de producción de conocimiento para el desarrollo de tecnología; la dimensión artefactual que permite o no, favorece o no, la cristalización de ordenes (sociales, productivos, económicos, etc) otros. En ese sentido, desde experiencias de investigación compartidas, nos interesa asentar esas reflexiones en algunos esquemas de concreción. En ese sentido, dando continuidad al esquema tripartito señalado por los intelectuales del PLACTS (pensamiento latinoamericano de ciencia tecnología y sociedad), nos proponemos revisar las potencialidades que anidan en la trama Estado, sociedad y sector científico tecnológico. Entendemos que se trata de una potencialidad descolonizadora en tanto se impulsen proceso capaces de desandar los caminos clásicos de la transferencia tecnológica y la recurrente ponderación del saber academicista por sobre otras cosmovisiones, saberes y experiencias. Esto implica, desde nuestro rol de investigadores e investigadoras, la necesidad de promover prácticas y metodologías capaces de establecer un diálogo con los actores sociales territorialmente situados, organizados o no, que experimentan las problemáticas de acceso al hábitat (en su complejidad, es decir, advirtiendo la imbricada trama de aspectos económicos, políticos, de género, etc., junto a su dimensión material) procurando co-construir definiciones socio-tecnicas consientes, en las diferentes escalas de sentido antes señaladas.

 
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Energía e industria: el sector eólico como masa crítica para el desarrollo industrial argentino (#7692)
Diego Daniel Roger 1; Silvina Papagno 1; Fabián Oscar Orjuela 1
1 - UBA.
Abstract:
La energía, y en especial las industrias relacionadas a la misma, poseen un gran potencial para impactar de manera positiva en los procesos de desarrollo tecnológico de los países. Tal efecto, relacionado de manera directa con la cadena de valor local del recurso energético en cuestión, se puede amplificar si el recurso elegido tiene un alto potencial de crecimiento respecto del ciclo de vida de las tecnologías a él conexas. Tal potencial se relaciona con la conjunción de la existencia de recursos naturales, mercado potencial, capacidades locales, y espacios para la mejora tecnológica, competitiva, baja de costos entre otras. Dicha confluencia en general sólo acontece en los momentos de surgimiento y difusión de nuevos regímenes energéticos, ya que la infraestructura para uso y distribución de recurso, y en general, las inversiones en capacidad de generación, recién están en sus etapas iniciales. Tal situación es en la actualidad la de las energías renovables que, encontrándose en la fase inicial de su difusión, ofrecen amplios espacios para su crecimiento, dando, por ende, un considerable margen para la posibilidad de desarrollo industriales y tecnológicos asociados a la misma, y que, por tratarse de bienes de capital, poseen sinergias con otros sectores de la industria, todos creadores de empleos de calidad, a la vez que se encuentran en el núcleo de las capacidades competitivas de cualquier país. Observado desde éste punto de vista, y si se logra desarrollar una industria local que sea proveedora de equipos para el desarrollo del sector renovable local, se podrían lograr sinergias con otras ramas de la industria que aporten al proceso de desarrollo general y tecnológico en particular, y que sean, en suma, una masa crítica para la creación de nuevas capacidades y empresas. Para analizar dicho potencial es necesario entonces, trabajar en tres ejes en relación a las energías renovables. Primero, caracterizar el paquete tecnológico que se asociará un régimen energético en el que las energías renovables sean el centro de la escena. Segundo, analizar la y caracterizar la cadena de valor local en relación a dicho paquete tecnológico. Tercero, analizar posible encadenamientos y espacios de oportunidad que puede abrir el sector para la industria nacional. Sobre la base de un trabajo de campo con la cadena de valor del sector eólico nacional, el trabajo se propone entonces indagar en estos tres ejes, a fin de analizar los posibles efectos catalizadores del sector para el proceso de desarrollo tecnológico nacional de Argentina.

 
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¿Nunca desarrollamos tecnologías "modernas"? Las tecnologías agrícolas de irrigación en el Perú y sus características organizacionales, simbólicas y medio ambientales. (#8345)
Julio Sebastián Zárate Vásquez 1
1 - Grupo de Análisis para el Desarrollo.
Abstract:
Recientemente ha habido un resurgimiento en el interés académico por estudiar el pasado agrícola andino. Del mismo modo en años recientes las poblaciones indígenas, como señala Nazarea (2006), han emergido como “guardianes de la biodiversidad del planeta”. Por otro lado, diversas entidades públicas y asociaciones privadas se han apropiado del "discurso indígena", y al mismo tiempo se han atribuido poderes de decisión y representación en virtud de poseer mayores “conocimientos técnicos”, como señala Herrera (2009). Ello ha ocasionado que las diversas estrategias propuestas orientadas a un mejor manejo medioambiental han generado conflictos entre el “conocimiento técnico” y el “conocimiento indígena” (Herrera 2009). Este articulo busca ofrecer un punto de vista distinto, argumentando que tanto las tecnologías modernas como las tecnologías andinas, pueden en efecto entenderse más allá de sus características tecno mecánicas o productivas. Reconociendo que las tecnologías andinas, se caracterizan por su capacidad de coordinar y sincronizar en el tiempo y el espacio la realización de tareas complementarias muy diversas en espacios ecológicos diversos (Earls 1982, 2005), y que las tecnologías modernas se caracterizan por su costo eficiencia, su rentabilidad y la sincronización de sus procesos internos, estudiaremos como las tecnologías agrícolas centradas en la distribución del agua se han desarrollado en distintos espacios regionales y locales en el Perú. Para ello, tenderemos en cuenta el aspecto organizacional, el ecológico/medio ambiental y el cultural, relacionado al aspecto simbólico del agua. El objetivo de esta propuesta es analizar y discutir, la relación entre cultura, tecnología y medio ambiente, tomando en cuenta las características geográficas de las regiones en las que estas tecnologías son empleadas (costa y sierra, pisos ecológicos, etc).

 
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Proyectos de energía, participación ciudadana y Sociología. (#8778)
Carlos Brenes Castillo 1;
Roberto Pineda Ibara 2
1 - Col, Profesionales en Sociología de Costa Rica. 2 - Col. Profesionales en Sociología de Costa Rica.
Abstract:
La presente ponencia surge a partir de la experiencia obtenida de los ponentes y su participación como parte de la Comisión sobre Mecanismos de participación ciudadana en proyectos de energía, organizada por el Ministerio de Ambiente y Energía y la Fundación Friedrich Ebert de Costa Rica. Participación que se dio como invitación al Colegio de Profesionales en Sociología de Costa Rica, cuya Junta Directiva designo un propietario y un suplente ante la comisión. El objetivo de la comisión era desarrollar mecanismos de participación ciudadana para la evaluación de los impactos del desarrollo de proyectos de energía sobre las comunidades y su entorno ecológico. En dicha comisión participaron empresarios privados, empresas del sector público, ONGs, organizaciones comunales, la Defensoría de los Habitantes y el Colegio de Profesionales en Sociología de Costa Rica. En esta ponencia desarrollamos en qué consistió dicha Comisión y el papel que jugamos como sociólogos en la propuesta de implementación de metodologías participativas para proyectos de energía y sus respectivos instrumentos técnicos

 
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Thursday 07/12 | 10:30 - 12:30 | Ciencias Sociales | A1 |
Mercado laboral, salario y ciencia en Cuba: Implicaciones de la actualización del modelo económico. (#9007)
Guillermo Lázaro Andrés Alpízar 1
1 - Centro de Investigaciones de la Economía Mundial.
Abstract:
El proceso de actualización del modelo económico y social cubano ha implicado una transformación profunda en todos los órdenes de la sociedad, en función de alcanzar un socialismo próspero y sostenible. Como parte de ello, está comenzando un cambio en el mercado laboral cubano del cual no se encuentra ajeno su sector de ciencia e innovación tecnológica. En este trabajo se abordan las contradicciones que se han derivado de este proceso, tomando en cuenta que si bien se ha logrado fortalecer el ámbito empresarial, el sector presupuestado se mantiene rezagado en cuanto al diseño de mecanismos de estímulo que incentiven la permanencia de los investigadores y su productividad. Como una variable determinante, se analizan los efectos de la diferenciación salarial entre las empresas estatales, el sector privado y los trabajadores de la ciencia. Finalmente, se exploran algunas potencialidades para generar incentivos desde las políticas públicas que puedan contribuir a transformar la situación. Este trabajo se enfocó en 1) describir los principales cambios en el mercado laboral, focalizando en su impacto sobre la CTI; 2) determinar los principales factores que están incidiendo sobre la dinámica del personal científico en Cuba; 3) ponderar los efectos de la diferenciación salarial en la evolución de la fuerza de trabajo empleada en el sector y; 4) explorar algunos de los principales cambios de política científica que puedan contribuir al fortalecimiento del sistema cubano de ciencia, tecnología e innovación.

 
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La tecnología hidráulica en las políticas de desarrollo regional en México (#9063)
Cecilia Lezama Escalante 1
1 - Universidad de Guadalajara.
Abstract:
ALAS 2017 XXXI Congreso de la Asociación Latinoamericana de Sociología Montevideo, 3 al 8 de diciembre de 2017   Grupo de Trabajo 01: Ciencia, Tecnología e Innovación Línea Temática:  Repercusiones y apropiaciones de la ciencia y la tecnología   Propuesta de ponencia: La tecnología hidráulica en las políticas de desarrollo regional en México   Ponente: Cecilia Lezama Escalante[1]   Resumen de la ponencia   La prevalencia del modelo hidráulico basado en la construcción de presas para promover proyectos de desarrollo regional en México durante el siglo XX fue favorecido por una importante generación de conocimientos y tecnologías en el campo de la ingeniería hidráulica. El dominio de estos conocimientos dio lugar a la formación de un grupo de expertos que ejerció un amplio poder e influencia en la toma de decisiones institucionales, no sólo de carácter técnico, sino también económico y político. Tan sólo en la segunda mitad del siglo pasado fueron edificadas  90 grandes presas sobre los principales ríos del país.    La implementación de proyectos de infraestructura hidráulica para resolver los problemas de suministro de agua, tanto para riego e  industria como para el abasto urbano, justificaba la construcción de grandes presas y acueductos,  independientemente de los impactos en los ecosistemas y en la población. De allí el surgimiento de fuertes controversias tecnocientíficas vs sociales en torno a la legitimidad de las decisiones gubernamentales que afectan el medio ambiente y que resultan perjudiciales para amplios grupos de población. Dichas controversias confrontan a grupos de expertos y autoridades con los saberes tradicionales de la población nativa, que lucha por sus recursos y  su territorio.   Dada la trascendencia de la ejecución de tales políticas hidráulicas, esta ponencia se propone describir algunos de los mecanismos que justifican la aplicación indiscriminada de la tecnología hidráulica, así como algunos de los elementos que legitiman el conocimiento experto que subyace en torno a la gestión del agua en México y sus repercusiones en el medio ambiente. Con este objetivo se revisan antecedentes de las instituciones y disciplinas que respaldan el conocimiento experto, así como los discursos y prácticas de la elite de poder que ejerce tales políticas.   Palabras clave: presas, ingeniería hidráulica, conocimiento experto, políticas públicas   [1] Profesor-investigador del Departamento de Estudios Socio Urbanos de la Universidad de Guadalajara. cecilialezama24@gmail.com