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Thursday 07/12 - Ciencias Sociales / Sala 3 POSGRADOS
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
02. Ciudades Latinoamericanas en el Nuevo Milenio | Vivienda |
Thursday 07/12 | 08:00 - 10:00 | Ciencias Sociales | 3 POSGRADOS |
La vivienda colectiva como instrumentos de densificación urbana con calidad residencial (#0916)
Maria Cecilia Marengo 1; Alejandra Ochoa 2
1 - Universidad Nacional de Córdoba / CONICET. 2 - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
La ciudad en el nuevo milenio se caracteriza por una tendencia generalizada hacia una metropolización expandida y descontrolada, que está produciendo configuraciones urbanas de fronteras difusas  y extensión regional, de organización poli-céntrica y fragmentada,  De Mattos C. (2010:175). Por otra parte, se asiste a un proceso de mercantilización del desarrollo urbano, con efectos físicos, sociales y espaciales. Expansión suburbana, el desarrollo de barrios cerrados en baja densidad, fragmentación física y clausura de los bordes de las nuevas urbanizaciones que promueve el mercado, intensificación de la segregación residencial con la homogeneización social del territorio en gran escala,  se presentan como desafíos para la planificación y diseño del espacio residencial en nuestras ciudades. El tema de la densidad se muestra particularmente versátil en la interpretación de los fenómenos urbanos, logrando atravesar de manera eficaz las diferentes escalas analíticas que guían acciones de transformación. Es un indicador que permite conocer la evolución de las ciudades y por otra parte, intervenir en las mismas. Si bien no es posible establecer una densidad óptima, es determinante para garantizar la vitalidad urbana, para que se den relaciones interpersonales, como así también para lograr niveles de eficiencia en la provisión de servicios,  equipamiento y espacios públicos (umbrales mínimos de densidad). Aun cuando determinados conjuntos habitacionales presenten los mismos valores de densidad, las condiciones de calidad residencial podrán variar en función de las decisiones de diseño que prevalecen en la organización espacial. Desde una perspectiva analítica objetiva, inciden los atributos en términos de diseño del espacio  físico que presentan las intervenciones más densas.  Otros parámetros donde intervienen diferentes aspectos para valorar la forma urbana y su densidad, se asocian con actitudes presentes en el imaginario colectivo la sociedad, y con la aceptación de un modo de vivienda colectivo, frente a otros tipos posibles e implican elecciones de carácter subjetivo. Frente al imperativo de cómo alcanzar condiciones de sustentabilidad en las ciudades y la paradoja entre la ciudad compacta (población concentrada y alta densidad) y ciudad vivible (población dispersa en baja densidad) este trabajo aborda la cuestión de: ¿Cómo promover una mayor densidad edilicia, manteniendo condiciones de calidad en el hábitat residencial? El objeto empírico de investigación  incluye el análisis en profundidad de 15 casos de conjuntos de vivienda colectiva materializados en la ciudad de Córdoba – Argentina y diferentes formas de organizaciones espaciales implícitas en cada resolución proyectual.  Evalúa comparativamente la calidad residencial propuesta considerando diferentes variables (previamente seleccionadas) que relacionan el diseño arquitectónico – urbano con los valores de densificación presentes en cada tipo de proyecto. Concluye formulando lineamentos de diseño y aportando criterios de densificación posibles de ser replicados, para alcanzar ciudades compactas, inclusivas, sustentables y equitativas.

 
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Expansão urbana e crise da habitação: o caso de Salvador analisado sob a concepção de Engels (#1797)
Luiz Cezar Dos Santos Miranda 1
1 - IFBA - Instituto Federal da Bahia.
Abstract:
Como problema estrutural do capitalismo, a questão urbana foi analisada no século XIX por Engels. O autor alemão considera que o processo de industrialização advindo do capitalismo ainda na sua fase concorrencial transfigurou as grandes e médias cidades “massas de operários rurais” que convertem essas cidades em centros industriais. O espaço urbano é reconfigurado por conta dessa nova dinâmica, alterando o traçado urbano para adaptar-se à grande indústria que atrai populações; “as ruas são alargadas, abrem-se novas ruas e as ferrovias passam por elas”. O processo de industrialização advindo do capitalismo detona o processo de urbanização da vida social e da organização espacial, onde as populações rurais começam a diminuir quantitativamente. Assim, Engels já detectara, à época, um fenômeno que é a construção de moradias populares ao lado de cada grande fábrica, convertendo-se, com o tempo, no centro de grandes cidades industriais, “com todos os males que implica”. Consequentemente, uma característica que aparece nessa nova configuração é uma das esferas da divisão social do trabalho entre cidade e campo. Nas cidades, a precariedade da habitação para operários marca o cenário urbano do período analisado por Engels. Ruas estreitas e sem saneamento básico, casas geminadas e cortiços amontoados se constituem no espaço com reflexo direto na qualidade de vida daqueles “vivem do trabalho”. Ao minimizar, Engels considera, entretanto, o problema da habitação uma questão da esfera social, em detrimento da esfera econômica, pois a escassez de moradia não é uma conseqüência direta dessa relação de exploração, mas um reflexo social que “a revolução social quer suprimir mediante a abolição do modo de produção capitalista”. Nem mesmo a pequena burguesia, afirma Engels, está livre das mazelas da questão urbana colocada na sociedade vigente. Assim, Engels faz a crítica à especulação imobiliária como uma expressão da relação de exploração, assim como uma das lógicas da dinâmica de acumulação capitalista e da organização espacial das cidades industriais. A expansão urbana de Salvador, no Brasil, está marcada pelas contradições da sociedade do capital, onde a concentração de riqueza e expansão da pobreza se expressa no plano habitacional. Configurando-se hoje como a terceira maior capital do Brasil, com mais de três milhões de habitantes, Salvador apresenta na sua formação urbana as contradições que vão se expressar na construção de habitações subnormais e ocupações, sem infra-estrutura necessária e condições dignas de reprodução da força de trabalho. O presente trabalho objetiva analisar a expansão urbana e a crise da habitação de Salvador sob a concepção teórica de Friedrich Engels.

 
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Moradia popular e o direito à cidade: avaliação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida no Sertão central pernambucano, Brasil (#1996)
Leandro De Barros Santos 1;
Ângela K. Pereira Lima 2;
Patricia Ferreira Dos Santos 1
1 - FACHUSC. 2 - UFCA.
Abstract:
A Habitação de Interesse Social no município de Salgueiro-PE, em um estudo de caso do governo federal: Programa Minha Casa, Minha Vida, trata-se do objeto de estudo deste artigo. Aspectos políticos, sociais e espacias implicam em divergências entre a exclusão e inclusão à cidade por meio da moradia. Portanto, enquanto objetivo geral analisamos o direito à cidade por meio do projeto citado no município em questão dentro dos aspectos mencionados. O projeto analisado pode ser discutido como uma política socioterritorial de inclusão para a classe de baixa renda que se caracteriza “antes de tudo, uma “marca”, sob a qual se organiza uma série de subprogramas, modalidades, fundos, linhas de financiamento, tipologias habitacionais, agentes operadores, formas de acesso ao produto “casa própria” […] (AMORE, 2015: 17). Mas, o fato é compreendermos se estes processos de ações garantem o direito à cidade enquanto um acesso pleno. Metodologicamente escolhemos abordagens do materialismo histórico com pesquisa bibliográfica e documental; entrevistas semiestruturadas, observação direta em campo e fotografias. Isto nos direcionou entender a implantação do projeto como aspecto de inclusão gerador de controvérsias quando problematizamos mobilidade e acessibilidade de serviço entre periferia e centro. Palavras Chaves: Minha Casa, Minha Vida. Direito à Cidade. Salgueiro.    

 
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Cotidianidad y Bienestar Familiar en Viviendas Sociales Urbanas: Habitar la Ciudad desde mi Hogar y Barrio. Caso: Junta Vecinal Plan700-San Miguel, Distrito 8, Municipio de Cochabamba-Bolivia. Gestión 2017. (#2627)
Gualberto Andres Rodriguez Gandarillas 1
1 - Universidad Mayor de San Simon.
Abstract:
Habitar en ciudades latinoamericanas en el siglo XXI involucra un conjunto de fenómenos y matices vinculados a la cotidianidad humana, los cuales están relacionados a los ámbitos social, económico, cultural y político, entre otros. Estos aspectos interdependientes son de vital importancia en el caso boliviano, más aún si consideramos que la última década se ha caracterizado por el crecimiento económico y por transformaciones sociales sin precedentes, los cuales tuvieron como lugar predilecto de desarrollo y suceso las zonas urbanas. En referencia a la problemática boliviana de vivienda, el decenio pasado también se caracterizó por grandes impulsos a este ámbito -tanto por el sector privado como público- penetrando de esta forma en las vidas de familias bolivianas con repercusiones varias. Considerando el interés específico del presente trabajo -el ámbito público (bajo preceptos del Estado Plurinacional-EP)- la problemática de habitar una vivienda de interés social en áreas urbanas no deja de ser menos compleja e interesante, mucho más si consideramos que el EP viene implementando dichas viviendas en barrios periféricos únicamente desde la gestión 2015 para beneficiar a sectores urbanos vulnerables; y que la relación e influencia simbiótica “vivienda-familia” no es unidireccional: las familias (re)producen -cotidianamente- elementos del habitar dentro de sus propias viviendas, barrios y ciudad; así como la ciudad, barrio y vivienda (re)producen elementos de habitar permanentemente para las familias. Esta situación se evidencia a través de prácticas cotidianas (necesidades, obligaciones, anhelos y aspiraciones familiares), construidas en un entramado de elementos objetivos y subjetivos de sus existencias. Es así que el fenómeno de habitar las viviendas sociales en barrios periféricos va más allá de la simple ejecución del subsidio estatal o del proceso de autoconstrucción para poder acceder a un mayor bienestar. Este fenómeno, involucra necesariamente aspectos micro y macro sociológicos en relación a la agencialidad de la familia boliviana en su cotidiano vivir, los cuales se vislumbran en sus narrativas y acciones rutinarias; considerando particularidades objetivas y subjetivas (con aristas de género, edad, ocupación, origen, identidad, actividad económica, etc.). De esta forma, cabe preguntarse ¿De qué forma la cotidianidad familiar nos permite entender el habitar en viviendas sociales, sus barrios y ciudades bolivianas? ¿Es posible que el fenómeno y construcción de “hábitat urbano” para estas familias tengan características propias y distintas al de otros grupos urbanos bolivianos?, si es así ¿Cuáles son estas y por qué?; y finalmente ¿Cuáles son las percepciones y aspiraciones que tienen estas familias en relación a su bienestar y calidad de vida, considerando aspectos como la marginación, pobreza y desigualdad social? La investigación en desarrollo adopta una metodología predominantemente etnográfica con estudio de caso barrial. Las técnicas de campo abarcan entrevistas a profundidad, historias de vida, encuestas y talleres comunales. La teoría general revisara los aportes críticos de la Escuela Francesa de Sociología Urbana, y como teoría sustantiva se aplicara el Desarrollo a Escala Humana para determinar “bienestares familiares” vivenciados cotidianamente. Debido a la problemática, el enfoque aplicado se apegara a la interdisciplinariedad.

 
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Ante la tensión formal – informal: el acceso a la vivienda en los hogares populares de las periferias de tres metrópolis latinoamericanas a la luz de sus trayectorias y estrategias socio-residenciales (#2725)
Thierry Lulle 1
1 - Universidad Externado de Colombia.
Abstract:
En las ciudades latinoamericanas el acceso a la vivienda es muy difícil para los hogares populares desde hace varias décadas. En efecto, el papel del Estado en la oferta de viviendas para este sector de la población ha sido a menudo débil por lo cual la solución para la mayoría de los hogares de bajos recursos fue el recurso a la informalidad (se usa aquí este término siendo de uso actualmente más común y más transversal, si bien puede ser discutido al igual otros como “ilegal”, “irregular”, “marginal”, etc.). Más recientemente, mientras surge una producción masiva de viviendas de interés social a cargo del sector privado a veces mal ubicadas, diseñadas y construidas (es especialmente el caso de los llamados “macro-proyectos”), el otorgamiento de subsidios por parte del Estado se limita generalmente a los hogares que garantizan ingresos estables y de origen formal; es así como, en un contexto socioeconómico en que el empleo informal es importante, muchos hogares de bajos ingresos siguen recurriendo a la informalidad residencial. Por otro lado, si bien la vivienda popular está ubicada en toda la ciudad, se concentra en las periferias. Se plantean varias preguntas recurrentes o nuevas: ¿En qué medida han mejorado las condiciones de alojamiento de los hogares populares metropolitanos? ¿Cuáles son sus formas de ocupación de la vivienda? ¿Cuáles son las estrategias desarrolladas por estos mismos hogares para acceder a la vivienda? ¿Sigue muy vigente la meta de la vivienda “propia”? ¿Cuáles son las formas de acceso a la vivienda “propia”? Frente a la oferta dual formal / informal de vivienda, ¿por cuál optan estos hogares dependiendo no sólo de sus condiciones económicas sino también las características físicas y sociales de la vivienda misma? ¿En qué medida las trayectorias y experiencias residenciales y urbanas pasadas, en especial las relacionadas con la informalidad residencial y/o socio-laboral, determinan las vivencias presentes y los proyectos futuros? Finalmente, en el contexto de metropolización y de consolidación o maduración de las periferias, ¿cómo los hogares populares usan, se apropian, se representan no sólo su vivienda sino también el entorno, el barrio, la metrópolis, y sus dinámicas? En esta ponencia tratamos de responder a estas preguntas a partir de resultados de la investigación: “Metrópolis latinoamericanas en la mundialización: reconfiguraciones territoriales, movilidad espacial, acción pública”, realizada con un enfoque comparativo, combinando datos de tipo cuantitativo y cualitativo, en Bogotá, Santiago y São Paulo entre 2007 y 2011; las  encuestas y entrevistas realizadas en cada una de estas tres metrópolis desde un enfoque longitudinal nos permitieron identificar las trayectorias y estrategias residenciales, así como las prácticas y representaciones espaciales de los hogares de bajos recursos localizados en las periferias.  

 
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A política habitacional de interesse social e a reprodução do estigma de favelado na cidade de FortalezaBrasil. (#3491)
Vaneza Ferreira 1
1 - Universidade Federal do Ceará-UFC.
Abstract:
A presente pesquisa tem como objetivo investigar a existência de uma possível permanência ou ressignificação do estigma de favelado/favela dentro das falas dos técnicos dos Programas de Habitacionais de Interesse Social da cidade de Fortaleza, no nordeste brasileiro. Utilizo os conceitos de “estigma”, de Goffman, e “favela”, de Piccolo, Pandolfi e Grynszpan. O campo empírico estudado é a Fundação Habitacional de Fortaleza-HABITAFOR, órgão da Prefeitura Municipal de Fortaleza, cuja missão é garantir a qualidade de moradia da população de baixa renda, através da elaboração e execução de projetos de interesse social, viabilizando o acesso à infraestrutura básica aos conjuntos habitacionais, como também a urbanização das áreas de risco da cidade. A instituição possui profissionais de diferentes áreas, tais como engenheiros, arquitetos, advogados, assistentes sociais, sociólogos e pedagogos, que atuam no atendimento à população das áreas de risco. Como metodologia de pesquisa, optei por um estudo de natureza qualitativa, para o qual acompanhei os técnicos da Habitafor responsáveis pelo Programa Maravilha, que teve seu primeiro financiamento em 2003, através do  Programa Habitar Brasil BID-HBB, tendo como parceiros o Governo Federal  e o Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID. Sendo finalizado em 2008, com financiamento do Programa Minha Casa Minha Vida, que tinha como objetivo uma intervenção na favela Maravilha, consistindo na transferência das famílias para três diferentes conjuntos habitacionais, sendo 144 para o Planalto Universo, 264 para o Nossa Senhora de Fátima  e 198 que foram reassentadas no Conjunto Maravilha, construído na área reurbanizada onde se localizava a antiga favela. Como método de pesquisa, realizo registros em diário de campo, entrevistas semiestruturadas e análise dos documentos oficiais da instituição.

 
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Exclusão da exclusão: trajetórias habitacionais até o Setor Habitacional Sol Nascente, a maior favela da América Latina. (#4010)
Natália Adriele Pereira De Sousa 1
1 - Universidade de Brasília.
Abstract:
Neste artigo apresentaremos a trajetória habitacional de moradores até sua moradia atual no Setor Habitacional Sol Nascente, no Distrito Federal (DF), cede da capital do Brasil. O Setor Habitacional Sol Nascente, localizado em Ceilândia, é a maior ocupação irregular do DF, com um contingente populacional de 78.912 moradores, o que lhe atribuiu o título de “maior favela”, em número de habitantes, da América Latina (PDAD, 2013). A problemática da irregularidade urbana no DF é uma questão latente desde meados da década de 50, período da construção de Brasília. A formulação de politicas públicas para lidar com a irregularidade urbana tornou-se um importante desafio para o Estado brasileiro, em seus diferentes níveis político-administrativos. No caso do Sol Nascente, a política escolhida para reverter a situação de irregularidade urbana foi a regularização fundiária. Nosso objetivo é, por meio das trajetórias habitacionais, traçar os diferentes paradigmas das políticas públicas para lidar com a questão da irregularidade urbana no Brasil, no período entre 1960 e 2016. Nas décadas de 1960 e 1970, a remoção de assentamentos urbanos espontâneos (favelas, “invasões”) para lugares afastados do centro da cidade prevaleceu como instrumento de política urbana no Brasil e em vários países da América Latina (CAVALCANTI, 2009; TAVARES, 2009). Nas últimas décadas, há um crescimento de projetos e programas que visam à integração da “cidade informal” à “cidade formal”, sendo as políticas de regularização fundiária um caso exemplar de nova forma de lidar com a irregularidade urbana. (CAVALCANTI, 2009; CUNHA, 2012). A regularização fundiária, de acordo com os marcos jurídicos federais, é um conjunto integrado de políticas que visam legalizar assentamentos irregulares em seus aspectos jurídicos, urbanísticos, ambientais e sociais (BRASIL, 2009). Nos últimos vinte anos, a regularização fundiária passou a ser tratada nas políticas públicas brasileiras como um eixo de desenvolvimento urbano, pautado na função social da propriedade, ou seja, na subordinação do direito individual da propriedade ao seu direito coletivo.

 
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El centro de inquilinos de CENAPROV: proceso organizativo por la vivienda en la ciudad de Bogotá (#1122)
Ana María Cortes 1;
Laura Daniela Cetares 1;
Hernando Sáenz 1
1 - Universidad Santo Tomás.
Abstract:
EL CENTRO DE INQUILINOS DE CENAPROV: Proceso organizativo por la vivienda en la ciudad de Bogotá Grupo 2: Ciudades latinoamericanas en el nuevo milenio Bogotá es una ciudad que ha experimentado un persistente crecimiento de la población que accede a la vivienda a través del arrendamiento. Al analizar los datos censales se puede observar como en el periodo inter-censal 1993-2005 los hogares que vivían bajo esta forma de tenencia pasaron del 41,6% al 43% del total que vivían en la ciudad (Torres, 2012).  Datos más recientes los aporta la Encuesta Multipropósito de 2014, en la cual se menciona que para el periodo 2011-2014 los hogares que vivían en arriendo en Bogotá habían pasado de un 41,4% al 46.8%, siendo una modalidad de acceso a la vivienda significativa entre la población de menores ingresos (Secretaría Distrital de Planeación, 2015). Este panorama habitacional contrasta con una política habitacional nacional centrada en el acceso a la vivienda por la vía de la propiedad. En efecto, desde la implementación de las reformas neoliberales en el sector de la vivienda en la década de los años noventa, se ha tratado de alcanzar de forma conjunta el objetivo de enfrentar la penuria habitacional y adicionalmente de generar crecimiento económico a través del impulso que se ofrece a la rama de la construcción. No obstante los resultados de esta política no han sido satisfactorios ya que sigue existiendo una elevada proporción de informalidad en el acceso al suelo y vivienda urbana: urbanizaciones piratas y vivienda autoconstruida (Cuervo & Jaramillo, 2009). Este texto tiene como objetivo recuperar la historia de un proceso de acción colectiva denominado Centro de Inquilinos impulsado por la Central Nacional Provivienda CENAPROV.  Se pretende con el estudio de un caso específico describir las principales características del Centro de Inquilinos: quienes lo componen, los objetivos que se persiguen, las estrategias desplegadas para ello, los obstáculos enfrentados, en suma, el proceso organizativo de la población que tuvo lugar en un periodo y lugar específico de la ciudad. A través de dicho análisis es posible entonces lanzar algunas hipótesis de trabajo que permitan identificar los desafios que tienen este tipo de organizaciones en la actualidad. El documento se estructura en una primera parte en la cual se describe la metodología empleada en esta investigación así como el barrio objeto de estudio. La segunda parte presenta los resultados de investigación y la tercera parte una serie de conclusiones orientadas a la elaboración de una hipótesis de trabajo sobre los procesos de acción colectiva de la población arrendataria en Bogotá y el papel de los movimientos sociales en la actualidad en lo que concierne al derecho a la vivienda digna.

 
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Movimentos sociais pela moradia: experiências coletivas de produção habitacional no norte do Rio Grande do Sul/Brasil (#2000)
Juçara Spinelli 1
1 - Universidade Federal da Fronteira Sul.
Abstract:
O objetivo do trabalho é analisar a produção habitacional de interesse social na microrregião geográfica de Passo Fundo/RS/Brasil por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) - Entidades, relevante política habitacional implementada em 2009 no Brasil. De forma esspecífica, visa: avaliar a abrangência do programa na região; verificar o município com maior inserção em termos de unidades habitacionais e grupos de entidades; apontar as entidades, seus papéis e significados frente a conquista do direito à moradia, no caso, a casa própria e refletir sobre os imapctos da implantação dos empreendimementos, tanto nos coletivos dos movimentos de luta pela moradia, quanto na cidade, especialmente em termos de localização e da inserção dos empreendimentos e dos novos moradores nas comunidades. Os prcedimentos investigativos tiveram duas etapas. A primeira teve por base: a) coleta de dados do PMCMV da microrregião geográfica de Passo Fundo junto a Gerência Executiva de Habitação Passo Fundo/RS - Caixa Econômica Federal (GEHab/Caixa Econômica Federal); b) seleção dos acessos/ modalidade PMCMV-Entidades, por grupos sociais que, de forma associada, conseguem participar dos financiamentos; c) sistematização quantitativa e análises, apontando o município de maior inserção no Programa, no caso, Passo Fundo; d) identificação dos empreendimentos coletivos oriundos de movimentos sociais-Entidades: grupos “Mulheres Unidas Venceremos” e “Habitações Bom Jesus” e f) localização dos empreedimentos na cidade (período 2009-2016), com destaque para os das entidades. A segunda etapa se constituiu no estudo específico, por meio de visitas de reconhecimento local e entrevistas com representantes dos grupos, com a interpretação dos papéis e significados das entidades a fim de analisar, também, seu reflexo no grupo social e na cidade. Como resultado obteve-se uma totalidade de 1106 unidades habitacionais construídas/em construção na faixa 1, na microrregião. Destas, 490 foram edificadas com recuros do FAR – Fundo de Arrendamento Residencial, sendo 470 em Passo Fundo e apenas 20 em Marau. As demais 616 unidades foram construídas com recursos exclusivos do PMCMV-Entidades – FDS, sendo 520 em áreas coletivas de Passo Fundo e 96, em lotes isolados de outros municípios. Embora hajam críticas à implementação do Programa, cabe uma análise mais acurada acerca dos empreendimentos e dos grupos contemplados, suas práticas, suas experiências e o consequente reflexo nas comunidades e na própria cidade. Tais críticas, não raro, são argumentadas pela análise do desencadeamento de incentivo econômico da cadeia produtiva do setor imobiliário e a contrapartida da pequena expressão da concessão de recursos para a modalidade PMCMV-Entidades. A maioria dos empreendimentos localizam-se afastados das amenidades da cidade, carentes de infraestruturas e serviços urbanos. Reflexões sobre os imapctos da política frente aos movimentos de luta revela-se, também, como um desafio, pois há manifestações de dificuldade de continuidade de participação no movimento após a conquista do direito à moradia.

 
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¿Derecho a la ciudad o ciudad en términos de derechos? Procesos de enmarcado (framing) en los movimientos sociales por la vivienda en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. 2007-2015. (#4318)
Joaquín Benitez 1
1 - ICO-UNGS.
Abstract:
Durante el último decenio ha existido un importante crecimiento de la idea de un derecho a la ciudad, tanto en espacios de movilización y militancia como en ámbitos académicos de las ciencias sociales. Originalmente propuesto por Henri Lefebvre apenas un mes antes del Mayo Francés, ha realizado desde entonces un largo camino de apropiaciones y resignificaciones por distintos contextos políticos regionales e internacionales. Sin embargo, creemos que su adopción se ha dado de forma despareja: mientras que las ciencias sociales acudieron rápidamente a este concepto como una estrategia crítica hacia políticas neoliberales mercantilizadoras del espacio urbanos, los contextos locales de movilización por la ciudad no han compartido siempre este entusiasmo. Esto ha tenido como resultado que diversos conflictos urbanos han sido entendidos como luchas por el derecho a la ciudad, aún cuando los actores políticos y sociales no presentaban su movilización en estos términos. El presente artículo se propone investigar sobre los procesos de enmarcamiento (framing) en que los movimientos sociales por la ciudad y la vivienda de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires construyeron discursos y sentido en torno a su objeto y escenario de disputa, entre los años 2007 y 2015. Con este fin se realizaron entrevistas en profundidad a referentes políticos, sociales y territoriales de algunas de las principales organizaciones que se movilizan por el acceso a la vivienda y la ciudad. Durante estos años además, identificamos un contexto de cierre de oportunidades políticas para las reivindicaciones ligadas a este tipo de luchas, en parte, por la llegada de un gobierno local de profundización de un neoliberalismo realmente existente. En el transcurso de nuestra investigación, encontramos que los movimientos sociales por la vivienda y la ciudad estudiados presentan una serie de reivindicaciones ligadas al espacio urbano (como la vivienda, el espacio público, la centralidad, la movilidad, etc), que se sostienen desde un discurso de derechos, pero que sin embargo, no se encuentran articuladas plenamente bajo las múltiples implicancias de un paradigma de derecho a la ciudad. En suma, más que una reivindicación ligada al derecho a la ciudad, encontramos en los movimientos diversas reivindicaciones de la ciudad en términos de derechos. El estudio de estos casos creemos que sirve para poner en cuestión el derecho a la ciudad como categoría de análisis en conflictos urbanos en donde no es ésta la perspectiva de los actores políticos y sociales involucrados.

 
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El Sueño de la Casa Propia: Los Discursos del Desarrollo y su Impacto en la Configuración Urbana (#5220)
Alejandra Sofía Rivas Espinosa 1
1 - Universidad de Chilea.
Abstract:
El territorio ha ocupado un lugar relevante en los discursos del desarrollo como espacio de transformación y modelación. Pese a la constatación de sus “efectos indeseados”, y los cambios discursivos articulados en torno a las ideas de “sustentabilidad” y “equidad”, aún es posible afirmar que la particular configuración que adquieren las ciudades en Latinoamérica en general y Chile en particular, ancla parte de su legitimidad en justificaciones articuladas en torno a este discurso general y en torno a enunciados particulares sobre las formas de satisfacción de necesidades residenciales. En este sentido, al tratar de comprender las problemáticas actuales del territorio y, en particular, del hábitat residencial, es fundamental desentrañar los significados que se desprenden de la idea de desarrollo y se instalan a nivel de las subjetividades. Al respecto, resulta paradigmático el discurso “del sueño de la casa propia” por aparecer como una preferencia universal naturalizada e interpelada cuando se tematizan las problemáticas relacionadas con la vivienda, enfatizando en su fuerte arraigo en todas las familias chilenas a la hora de diseñar políticas, en el ámbito de los agentes inmobiliarios y en la publicidad, presentando la compra de la vivienda como la concreción material de un verdadero hogar y aludiendo a él como una “barrera cultural” a la hora de establecer transformaciones en la política habitacional. En este marco, “el sueño de la casa propia”, como expresión de una preferencia por la propiedad, aparece como un sentido común que entronca con la idea de cálculo económico racional, y como la alternativa “más lógica” a la hora de resolver los problemas de alojamiento familiar. Considerando lo anterior, la ponencia reflexionará sobre el rol que tiene “el sueño de la casa propia” en la justificación de una política habitacional basada en la propiedad, y su relación con discursos más generales sobre el desarrollo y las transformaciones del capitalismo. Para ello se realizará un recorrido histórico de la política habitacional de la segunda mitad del siglo XX intentando desentrañar los escenarios donde se erige el discurso del sueño de la casa propia. Asimismo, desde un punto de vista teórico, se presentará una reflexión que busca alertar la relevancia de los discursos y, en particular, del discurso del desarrollo y sus derivados a nivel microsocial integrando en el análisis el rol simbólico de la vivienda y su relevancia para la comprensión de las problemáticas urbanas actuales.