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Thursday 07/12 - Humanidades / Sala 13 (SAMBARINO)
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
03. Producción, Consumos Culturales y Medios de Comunicación | Redes sociales |
Thursday 07/12 | 08:00 - 10:00 | Humanidades | 13 (SAMBARINO) |
Cyber resistências.Com: A produção cultural das mulheres em rupturas com a tradição falocêntrica na ilustração e nos comics no Brasil (#6736)
Karine Freitas Sousa 1
1 - PUC-SP.
Abstract:
A pesquisa discutirá a recente produção cultural de jovens mulheres no Brasil, no campo da ilustração e dos comics, e a sua consequente difusão pelos meios virtuais: Internet e redes sociais.  Investigaremos a apropriação criativa dos meios de comunicação e a disseminação de conteúdos artísticos de concepção feminista, em rompimento com a tradição artística falocêntrica da produção e circulação destes produtos culturais. Trataremos da importância para a história das mulheres os movimentos autônomos ou coletivos de artistas que questionam os privilégios dos homens sobre a produção artística cultural. Em tessituras com as proposições teóricas de Griselda Pollock, Patrícia Mayayo e Linda Nochlin, nosso estudo se concentrará especificamente sobre a ilustração e os comics. Nossa observação considerará a produção e atuação das artistas e dos coletivos em que algumas se inscrevem, em especial o coletivo Lady´s Comics, no Brasil. Observaremos  a atuação das mulheres na produção cultural em um nicho artístico tradicionalmente dominado pelos homens e sua interação com o público nos meios. Consideraremos Raymond Williams e Edgar Morin na construção de nossa investigação sobre a produção cultural que pretendemos. A difusão do conhecimento nas redes será tratada sob as propostas de Manuel Castells.  Selecionamos previamente os trabalhos de artistas brasileiras que têm se destacado pela qualidade de suas produções, os usos da internet e das redes sociais para divulgar seus conteúdos que em geral tratam do universo feminino ou plasmam as visões que estas artistas têm do mundo e do imaginário coletivo. Entre elas: Carol Rossetti, Amanda G. Reis, Lovelove6, Carmina Uscher, Alessandra Lacerda, Didi Helene (Crocomila) e Beca Prado. Estas artistas discutem, principalmente, pautas relacionadas ao feminismo como: identidade, trabalho, educação, corpo, relacionamentos, abusos (psicológicos, físicos e emocionais), entre outros temas contemporâneos.  Esta  proposta considera parte de nossas inquietações originadas e investigadas no doutorado em Ciências Sociais. Pretendemos uma cartografia crítica feminista sobre importantes aspectos da produção cultural de  algumas jovens artistas brasileiras, no campo da ilustração e dos comics, e que utilizam os meios virtuais para divulgação de seus trabalhos.

 
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Prosumidores de la memoria. Una aproximación al estudio de las prácticas de apropiación, (co)creación y distribución de la memoria colectiva en la red (#6841)
Janny Amaya Trujillo 1
1 - Instituto de Gestión del Conocimiento y el Aprendizaje en Ambientes Virtuales, Universidad de Guadalajara.
Abstract:
La extensión de las tecnologías digitales y el uso masivo de internet han transformado significativamente muchas esferas de nuestra vida cotidiana. Enviar y recibir correos, compartir opiniones, fotografías y videos en redes sociales, crear sitios en la web o participar en ellos son acciones ya incorporadas en la rutina de millones de personas debido a la ampliación y democratización (relativa) del acceso a estas tecnologías. A través de estas prácticas ya rutinizadas, estamos siendo partícipes de un proceso de cambio cultural relevante. Algunas de las dimensiones centrales de ese cambio radican, por ejemplo, en la autonomización de las audiencias y su participación creciente en la producción cultural contemporánea, así como en la “articulación (convergencia) de todas las formas de comunicación en un hipertexto digital, interactivo y complejo que integra y recombina la diversidad de formas de interacción cultural y comunicación precedentes” (Castells, 2009, p. 88). Sin embargo, internet y la digitalización no están transformando únicamente nuestras relaciones comunicativas y culturales en tiempo presente, sino que están cambiando también las formas en que producimos registros y elaboramos representaciones del pasado, así como las maneras en que construimos sentidos sobre él. En este sentido, es posible rastrear un modo particular de apropiación de la red directamente asociada al “trabajo de la memoria”, esto es, a un conjunto de prácticas sistemáticas, intencionales “en y a través de las cuales el pasado es expresiva y conscientemente representado, interpretado y discursivamente negociado” (Lohmeier y Pentzold, 2014, p. 779). A través de este conjunto de prácticas, que comprenden desde la creación de archivos digitales, la curaduría de contenidos, la creación de relatos y el remix, los prosumidores participan en la creación y difusión de contenidos culturales centrados en el rescate y la (re)presentación del pasado colectivo. En este trabajo, me propongo identificar algunas de las prácticas fundamentales de apropiación y (co)creación de objetos, archivos digitales y relatos sobre el pasado colectivo en la web entre internautas mexicanos. Procuro describir y ejemplificar algunas de sus características fundamentales y reconocer las formas características (productos, objetos, discursos) en las que se objetiva la memoria colectiva. El trabajo desarrollado se basó en el método etnográfico, particularmente de la denominada etnografía virtual o netnografía (Hine, 2004; 2012), así como en el análisis de contenido cualitativo. Los resultados del trabajo evidencian el potencial de internet como espacio para la construcción colectiva de la memoria. Más allá de la simple evocación nostálgica, la memoria construida en la red es el resultado de prácticas colaborativas de selección, interpretación y validación de los referentes históricos compartidos, en los que la memoria se devela como recurso para el análisis y la crítica del presente.  

 
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Geração cabeça baixa: cultura digital e as relações sociais em rede (#7049)
Homero Nunes Pereira 1
1 - Centro Universitário Newton Paiva.
Abstract:
A sociedade contemporânea se configura sob pressão de uma cultura digital – ou cibercultura – que se desenvolve a partir do uso e da disseminação das tecnologias informacionais em larga escala. Toda uma geração, a que este trabalho denomina “geração cabeça baixa” (tomando emprestada a autodenominação usada nas redes sociais por jovens perenemente conectados), está forjando uma nova cultura – dependente da tecnologia da informação e da troca constante de informações – e sendo forjada por ela. Mede-se o interesse dos outros através de afirmações clicadas e comentários deixados no tempo, coleções de fragmentos no perfil pessoal de cada um. Pequenos clubes formados pelos amigos que se deixam adicionar e que imploram pela aceitação nos perfis alheios. Uma cultura digital que se expande na sociedade contemporânea para muito além do que antes se chamava realidade virtual, pois esta é deveras real, uma vez que faz parte da vida das pessoas e transpõe as fronteiras das pequenas telas de cristal líquido para o mundo onde as pessoas se esbarram cotidianamente. O espaço informacional, o ciberespaço, permitido pelo desenvolvimento das tecnologias informacionais, é mais um dos espaços para os quais se expande a vida nas sociedades globais, contudo, não é apenas um espaço imaginado, mas um meio no qual se propagam as relações sociais em amplo sentido, imbuídas de suas tensões, restrições, complicações e tudo mais que compõe a vida complexa. A geração cabeça baixa atua com protagonismo na configuração social de que se fala aqui, uma vez que está o tempo todo conectada, de olhos na telinha, fones nos ouvidos, clicando fotos e postagens, compartilhando ideias, visões de mundo, preocupações e banalidades, muitas banalidades. Esta geração com os olhos baixos nos celulares e tablets é composta de indivíduos que se constroem em rede, que buscam sem rumo a construção de identidades voláteis, numa sociedade mutante, um monstro mutante devorador de gentes e identidades. Neste sentido, o presente trabalho pretende lançar luz sobre os processos de sociabilidade e identificação da atual geração de jovens conectados e as complicações e possibilidades da vida enredada em impulsos informacionais e cabeças baixas.

 
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“Cinco passos para...”: os serviços de redes sociais e os horizontes de aspiração das mulheres das classes populares brasileiras (#7241)
Lara Facioli Facioli 1
1 - Universidade Federal de São Carlos.
Abstract:
Este trabalho é resultado de minha pesquisa de doutorado em que me proponho a avaliar como o uso da internet por mulheres das classes populares brasileiras interfere no que chamei de horizontes aspiracionais, ou seja, naquilo que anseiam, sejam desejos de cunho econômico, que visam alcançar melhores condições de vida, até mesmo os que estão ligados à esfera afetiva e da família. Tais horizontes seriam aqueles traçados com vistas a superar a experiência de origem subalterna e tudo o que ela teria de tradicional e limitador, seja a manutenção da pobreza, os papeis tradicionais de gênero, os limites a respeito do trânsito pela cidade, o acesso limitado ao mercado de trabalho, as impossibilidades de vivência da sexualidade e da vida íntima, dentre outros fatores. Abordarei como as plataformas de redes sociais apresentam roteiros, principalmente de gênero, que limitam os repertórios disponíveis para as mulheres que as acessam. É comum nas plataformas online direcionadas para o público feminino, aspectos que nos conduzem ao que Eva Illouz (2016) chamou de cultura da autoajuda ou cultura do aconselhamento. Ou seja, trata-se de um conjunto de informações, na forma de receituários, que seriam úteis para ter o mínimo de sucesso em diversas áreas da vida e que nos estimulariam a fazer coisas e atuar no cotidiano. A autora Danah Boyd (2001), em um texto a respeito do papel das identificações em comunidades online, abordou como as plataformas em rede se utilizam de três aspectos demográficos para definir o público que as integra, são elas: idade, sexo e localização. Não havendo a possibilidade de recusar se expor por meio dessas categorias, uma vez que, a própria dinâmica online persuade o sujeito a autoclassificação por meio de mensagens como ?sexo é um valor necessário para realizar sua conta em nosso site?; ?saber sua localização melhora os serviços que podemos oferecer para você?, dentre outras. Para a autora, tais características fazem das plataformas, espaços que, ao contrário de permitir o reforço da diferença e a diversidade de perfis de sujeitos, nos conduz a uma generificação através do sexo biológico, dando possibilidade de só existirem homens ou mulheres no preenchimento dos perfis e também prevê, por meio da localidade e do código postal, o CEP, recortes de classe social e de raça. Dessa forma, além de mobilizar as teorias que mostram as limitações dos serviços de redes sociais e os interesses de marcado que estão envolvidos nos processos de estímulo a socialidade, pretendo apontar como isso ocorre nas plataformas de pesquisa analisadas e quais estratégias as mulheres usam para lidar com os limites dos roteiros estabelecidos.  

 
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Youtubers: Del vlog a una identidad. (#7345)
Nahuel Almirón Rodríguez 1; Jorge Ibarra Betancor 1
1 - Universidad Nacional de Moreno.
Abstract:
La presente investigación elaborada en el contexto del Seminario de Prácticas y Usos de la Tecnología Digital de la Licenciatura en Comunicación Social de la Universidad Nacional de Moreno (UNM) tiene como objetivo principal aproximarnos a los componentes de identificación y autoidentificación de las identidades “youtuber”. Es decir, los significados que conllevan para los agentes que se inscriben en ellas los usos y prácticas que efectúan en y a través de la plataforma Youtube. Desde el inicio del sitio en el año 2005 hasta la actualidad su crecimiento fue de carácter eminentemente exponencial. Una nueva manera de producir contenidos audiovisuales se creó con el pasar del tiempo a la parde un nuevo público. A saber, audiencias innovadoras y géneros inéditos interacturaron con el avance de la tecnología a la vez que generaron la emergencia de nuevas formas de consumo. Esta ponencia consta de dos partes. La primera, descibirá al sitio de videos de Google (Youtube) como una plataforma paradigmática en el campo de las nuevas pantallas. Asimismo, se estudiarán exhaustivamente los géneros de producción que propone el sitio. Aquí, nos detendremospuntualmente en la categoría “vlog” como elemento identitario de los youtubers. También, analizaremos de qué forma el blog tradicional es recuperado y superado por estos usuarios para crear el género “vlog”. Para ello aplicaremos conceptos provenientes de José Luis De Piero, Adolfo Estalella, Leonardo Murolo y Natalia Lacorte. Tomando como punto de partida una exploración sobre los  usuarios de Youtube Argentina, a los efectos de esta investigación nos centraremos en tres de ellos: Ceci Saia, Lucas Castel y Merakio. Justifica esa elección la cantidad de suscriptores, su estilo a la hora de producir contenido y género en el que cada uno se destaca. Dichas características se desarrollarán a lo largo del trabajo y serán vitales para abordar las conclusiones. El análisis se completará con los aportes de Henry Jenkins, Stuart Hall, Rossana Reguillo y Paula Sibilia. Creemos, que la definición de “youtuber” no es estática y está arraigada a una identidad en constante búsqueda y crecimiento. En otras palabras al “ser youtuber”. La presente investigación es una primera aproximación a este problema. Palabras clave: Youtubers - Nuevas pantallas - Prácticas y usos de la tecnología digital. 

 
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Emociones familiares expresadas en Whatsapp, Twitter, Instagram, Facebook (#0115)
Ma. Martha Rincón Escobedo1; Rubén Jáuregui Estrada2
1 - Escuela Ciencias De la Comunidad Universidad Autónoma de Coahuila unidad Torreón Coahuila. 2 - Tecnológico Nacional de México Instituto Tecnológico de la Laguna.
Abstract:
En este artículo se describe el manejo de las emociones familiares expresadas en Whatsapp, Twitter, Instagram, Facebook, nace de la observación al contemplar el tiempo y la dedicación de los jóvenes universitarios ante las redes sociales y del cómo expresan las emociones mediante la comunicación icónica generadas en las relaciones humanas en el diario vivir. Se diseña la investigación atiende a los diseños no experimentales de corte transversal descriptivo cuya característica parte de observar las variables en su contexto sin manipular ninguna de ellas, de igual forma se recolectar datos en un único momento, para proceder a la delimitación de la N. Mediante un muestreo probabilístico simple se recolectaron los datos con una aplicación en línea, con puntuaciones en una escala de 0-10, siendo 10 la máxima puntuación.aplicado a 293 estudiantes de las carreras de sociología, comunicación, ciencias políticas, relaciones humanas y trabajo social de la Universidad Autónoma de Coahuila, Unidad Torreón, México. Siendo meritorio analizar la interacción familiar que posibilita u obstruye su efectiva comunicación frente a diversas situaciones de riesgo. En base a los resultados se infiere que las redes sociales facilitan la comunicación entre la familia. Desde esta perspectiva, se describe una sociedad caracterizada por el constante flujo de información donde la comunicación intrafamiliar no se basa en la apropiación del mensaje, sino en un proceso de construcción de lo transmitido entre los miembros de la familia y su entorno, se facilita expresar emociones momentáneas, bajo esta perspectiva las relaciones familiares se vuelven efímeras y limitadas ante determinados grupos. Palabras clave: Emociones, comunicación icónica, comunicación intrafamiliar, redes sociales, relaciones humanas.

 
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Espaço, tempo, subjetividade e mídias digitais: notas para a composição típica-ideal do sujeito político contemporâneo (#0124)
Samira Marzochi Feldman1
1 - Dep. de Sociologia - UFSCar.
Abstract:
São muitos os autores da teoria social contemporânea (filosofia, psicanálise, antropologia, história, economia, sociologia) que sustentam a preponderância da categoria espaço sobre a categoria tempo, em âmbito econômico (produção, consumo e ética do trabalho), cultural (visões de mundo e produções artísticas), político (novos comportamentos e práticas políticas) e subjetivo (transformações da subjetividade), especialmente a partir da segunda metade do século XX. O aspecto privilegiado neste artigo será a primazia, cada vez maior, do espaço sobre o tempo na constituição da experiência subjetiva, a relação desta com o advento e disseminação das tecnologias digitais, e seus reflexos no campo da cultura política. Vivendo um eterno presente que impede a imaginação de rupturas e do próprio futuro, os indivíduos experimentam um fazer político diferenciado que prescinde da noção de projeto, totalidade, e mesmo de universalidade. Enquanto, no passado, a política se desenrolava no horizonte de um futuro possível e no contexto das grandes narrativas cuja simbolização era o terreno que se permitia pavimentar pelo transcurso do tempo, a política contemporânea é movida por uma subjetividade imediatista. A representação da seta do tempo ter-se-ia dissolvido em uma economia política de curto prazo na qual o tempo é inapreensível e sem profundidade, pois obstrui a percepção de qualquer dimensão além da superfície do presente. No lugar do controle do tempo, tem-se a exigência de adaptação permanente, flexibilidade e sociabilidade, que caracterizam a ética contemporânea do trabalho. Proponho conceber-se o ciberespaço como uma terceira dimensão entre a sincronia e a diacronia. A escrita espontânea, contextual ou de curta validade, fixada no hipertexto, estaria entre o tempo reversível e o irreversível, cíclico e linear, linguagem e fala. A metáfora contida na expressão “online” designa uma temporalidade “na linha” do tempo. Não fora dela, à distância, como se observa a passagem da história de um ponto de vista exterior, ideia representada pela imagem de uma flecha ou de um gráfico. A metáfora online não nos põe frente à linha da história, mas exatamente sobre ela. Sabemos que nesta linha o tempo corre, mas entre as suas margens não percebemos, sentimos apenas as exigências de um presente absoluto. A partir de dentro, o tempo não pode ser exteriorizado, apreendido pelo observador como algo representável. Ele não mais oferece a perspectiva de um ponto de fuga, mas a velocidade inercial. De fato, “não temos tempo”, é ele quem nos detém exibindo-se como todo o espaço possível de ação; espaço estruturado, agora, em “ciberespaço”.

 
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Hacer archivo y ser autor en las redes sociales. Reflexiones sobre las formas de intervención y participación de los usuarios en medio de la tensión entre conexión y conectividad, en el contexto argentino actual   (#0542)
Diego Germán Vigna 1; Marcelo Casarin 1
1 - CIECS-CONICET - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
El objetivo de esta ponencia es reflexionar acerca de las formas de hacer archivo en el contexto de las redes sociales, a las que consideramos centrales en la actualidad para comprender la dinámica de intervención de los sujetos y grupos en el ambiente digital interactivo, o en lo que Van Dijck llama el “ecosistema de medios conectivos”. Desde hace una década y media, el hacer archivo en plataformas Web ha invadido distintas esferas de acción de los sujetos y ha propiciado conductas de construcción identitaria y cultural, así como la necesidad de análisis consecuente. Lo que hasta hace poco parecía restringido al estudio sobre archivos institucionales, archivos de escritores u otras formas de preservación del patrimonio cultural, hoy modela prácticas cotidianas de sujetos que intervienen casi compulsivamente en las publicaciones de sus “contactos” o “amigos”, a veces sin conciencia o búsqueda alguna de preservación de lo publicado (de lo dicho). Esto lleva a pensar en las variantes de intervención y archivo como la base de ciertos procesos relacionales, estrategias de consumo y análisis de opinión mediados por dichas plataformas. En este marco, reflexionamos sobre esta problemática a partir de las intervenciones de usuarios en la red social más utilizada en Argentina, Facebook, tomando como referencia empírica la última campaña electoral para presidente de 2015, en la que el componente conectivo, a partir de la gramática específica de esta plataforma, fue clave (a partir de una premisa de acción fundamental que llamaremos imperativo del decir) para comprender estrategias de captación de votos concebidas desde el supuesto poder de intervención de los usuarios. Desde el universo dedicado a comprender la relación entre tecnología y sociedad, cruzaremos perspectivas dispares como la teoría del archivo, la sociología y la filosofía de la técnica y la economía política con el objetivo de ahondar en cómo las formas de pensar los archivos son centrales tanto para comprender la producción cultural e intelectual, como la dinámica de intervención cotidiana de sujetos y grupos en el ambiente digital, allí donde adaptabilidad al ecosistema parece sugerir que hoy todos debemos ser productores. Eso se traduce en rutinas de producción y difusión (“compartir”) contenidos propios y ajenos, desde el punto de vista de los usuarios, y en capitalizar o “monetizar” esas acciones por parte de programadores y propietarios de las plataformas, lo que desnuda intereses económicos y políticos de las empresas y sectores de poder.

 
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Las construcciones identarias de las y los jóvenes escolares con relación al uso de la red social Facebook. Un estudio de caso en dos colegios de cuarto y quinto de secundaria en la comunidad autogestionaria de Huaycán – Distrito de Ate-vitarte – Lima - Perú (#1092)
Gian Carlos Loayza Melendez 1
1 - UNMSM.
Abstract:
La difusión de Internet se ha incrementado como la espuma en muchos países del mundo aun cuando en algunas regiones y países crecen más que otros. Según la CEPAL (2015) mostró que para el periodo 2006 – 2013 ha incrementado en América Latina y el Caribe el número de usuarios de Internet y va a seguir creciendo ya que el número de usuarios aún no alcanza a la mitad de la población, la tasa de crecimiento fue de 12%, del mismo modo, un estudio realizado por la compañía de estudio de mercado GFK Perú (2015) mostró que el uso de internet en el Perú llega al 42% de la población, los que más utilizan son las personas que habitan en los espacios urbanos en un 50%, y en una menor medida las personas que habitan los espacios rurales 18% y todo indica que todavía va a seguir creciendo el número de usuarios de Internet en nuestro país. En este contexto mundial, son las y los jóvenes que mayor participación tienen como usuarios de Internet, muchos de ellos nacieron cuando la tecnología digital ya estaba al alcance de una mayor parte de la población, la tuvieron a su disposición en el hogar, en el colegio o en los lugares de recreación. Así lo demuestra un estudio elaborado por el Instituto Nacional de Estadística e Informática [INEI] (2014) donde indicó que en Lima Metropolitana, contamos con una población de adolescentes (12 – 17 años) de 993 mil 380, que sería el 10% de los limeños, de la cual, el 90,9% de adolescentes utiliza internet, por lo tanto demuestra la participación activa de las y los jóvenes en internet en Lima Metropolitana, en la cual uno de los principales atractivos son redes sociales, como por ejemplo el Facebook. En estos últimos tiempos, son las redes sociales que han tomado un mayor protagonismo en internet como por ejemplo, Twitter, Instagram, Facebook, entre otros. Estas relaciones virtuales, representa un cambio cultural  y social a nivel global. De este modo, el uso constante de las redes sociales por parte de las y los jóvenes le permitirá moldearla según sus necesidades e intereses, generando así el desarrollo de sus capacidades creativas, pero también, van adoptando nuevas actitudes, la misma que repercute en sus comportamientos y formas de pensar. Por lo tanto, hoy en día nos encontramos en una época de constantes vicisitudes y alteraciones producto de diversos cambios estructurales, siendo uno de ellos el avance vertiginoso de la tecnología, el cual va configurando todos los espacios del ser humano, generando diversas reacciones, muchas de ellas nunca antes vistas en la historia de la humanidad (Castells, 2009; Giddens, 2000; Lévy, 1999).

 
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Imagem, gênero e consumo em redes sociais: um estudo de caso de vídeos publicitários destinados a mulheres no Facebook (#1361)
Túlio Rossi 1
1 - UFMA.
Abstract:
Esta comunicação é fruto de reflexões desenvolvidas em minha atual pesquisa sobre imagens de feminilidade e afetividade em mídias digitais. Parte da pesquisa consistiu em analisar dez vídeos publicitários online, compartilhados na rede social Facebook por usuários, empresas e organizações não governamentais. Buscou-se adaptar preceitos metodológicos da sociologia do cinema de  Pierre Sorlin (1982), bem como referências em estudos sobre gênero e imagens, tais como Goffman (1987), Lauretis (2000) e Beleli (2007). Notou-se uma série de especificidades no contexto das redes sociais e das mídias digitais que dizem respeito à produção, difusão e recepção destes vídeos, sendo que chamou-nos atenção um recorrente apelo a "histórias reais", com depoimentos estruturados ao estilo de documentários, câmeras escondidas e gravações dos próprios usuários. Isso tem instigado problematizações sobre a construção de percepções na atualidade a partir de imagens e vídeos circulantes em mídias digitais no sentido de questionar a constituição, via discursos e imagens, de limites – cada vez mais tênues – entre “imagem” e “realidade”. Por mídias digitais, aqui, entende-se: “uma forma de se referir aos meios de comunicação contemporâneos baseados no uso de equipamentos eletrônicos conectados em rede, portanto referem-se – ao mesmo tempo – à conexão e ao seu suporte material” (MISKOLCI, 2011, p.12). Nesse sentido, alguns vídeos se destacaram por circularem em redes sociais, blogs e portais de notícias como objetos de resenhas – críticas ou elogiosas – servindo de mote para debates de temas como machismo, violência contra a mulher e estereótipos de gêneros. Outro aspecto observado foi a promoção da participação de usuários – seja dos produtos ou das redes sociais – com campanhas empregando depoimentos, vídeos gravados por usuários e câmeras escondidas, no que se pareceu ensejar a aproximação com “pessoas comuns”, conferindo aspectos de “realismo” às campanhas. Estes vídeos circulantes em redes sociais virtuais – implícita ou explicitamente demandando a participação e o feedback de usuários a partir do uso de ações como “curtir”, “compartilhar”,  ou da disponibilização de links e hashtags–  ao mesmo tempo em que tendem a reproduzir estereótipos e orientações de comportamentos de gênero apresentados pelas marcas ou organizações promotores da campanha, encontram suporte nas percepções dos próprios usuários dessas redes que, frequente e espontaneamente, contribuem como difusores desses conteúdos com base em suas próprias crenças e juízos de valores previamente constituídos. Nesse sentido, acredita-se que, especialmente para gerações mais jovens, as imagens circulantes, comentadas e compartilhadas em mídias digitais, além de mobilizarem imaginários e recursos narrativos já estabelecidos a partir de outras mídias – tais como cinema e televisão – contribuem para (re)formular estereótipos e referenciais comportamentais de gênero.