10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Desigualdades regionales y lingüísticas en la acreditación de la Educación Media Superior en Uruguay (#0337)
Mahira González 1; Tabaré Fernández
21 - Centro Universitario de Rivera. 2 - Facultad de Ciencias Sociales.
Abstract:
El estudio sobre los efectos de la residencia geográfica sobre los aprendizajes tiene larga data en la sociología y la economía de la educación. Sin embargo, en el caso de Uruguay se han concentrado casi exclusivamente a contraponer grandes áreas: Montevideo vs el resto del país, lo urbano y lo rural, tamaños de localidades. Aquí la desigualdad territorial se problematiza en términos de regiones geográfico-económicas y se pone la particular atención a aquella de la Frontera Noreste entre Uruguay y Brasil, caracterizada además por la presencia de una comunidad blingüe y diglósica. El estudio recurre a un modelo logístico binario cuya variable dependiente es la acreditación de la Educación Media Superior entre los 17 y los 21 años. Los datos provienen de la Primera Encuesta de Seguimiento a los jóvenes evaluados por PISA 2009 en Uruguay, que fuera levantada en 2014. Los resultados permiten extender las inferencias realizadas en un trabajo anterior sobre el impacto de bilingüismo más no de la Frontera.
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Escuelas de élite como contextos de resocialización: la Universidad Iberoamericana y el programa “Si quieres, puedes”
(#8168)
Lorena Edith Cruz Vásquez 11 - Instituto de Investigaciones Sociales, UNAM.
Abstract:
En el marco del programa “Si quieres, puedes” (en adelante SQP) de la Universidad Iberoamericana Ciudad de México -que funciona desde otoño de 2015 otorgándole becas de hasta el 100% a alumnos de alto rendimiento y bajos recursos- cuyo objetivo principal es generar en la comunidad estudiantil una mayor diversidad sociocultural, el proyecto “Disposiciones y competencias interculturales. Identificación de factores para su evaluación en un contexto universitario”,[1] auspiciado por el Departamento de Ciencias Sociales y Políticas de la misma universidad, tiene por objeto investigar las disposiciones (Bourdieu, 2013a; 2013b; Lahire, 1998; 2008) y competencias (Corcuff, 2008) de los grupos estudiantiles que se conforman (por un lado, los jóvenes becados de clases populares y, por otro, los alumnos que ingresan a la Universidad por el procedimiento regular, cuyo origen es de clases medias altas o altas) en aras de evaluar el funcionamiento del programa a nivel de las prácticas y estrategias de inserción que los alumnos del programa SQP despliegan para integrarse en el nuevo ambiente universitario y tener éxito escolar. En este contexto, esta ponencia busca mostrar avances de investigación a nivel de la creación de un marco teórico -pero que abreve también de los datos recolectados hasta ahora- para explicar el(los) proceso(s) de “resocialización” (Lukcman y Berger, 1964) que experimentan los alumnos SQP a su ingreso en una “universidad de élite”; es decir, nos interesa mostrar cómo la Universidad Iberoamericana se puede concebir como un ámbito de “rompimiento biográfico” de estos alumnos que, pese a ser evaluados “de alto rendimiento”, encuentran (1) en las lógicas de enseñanza-aprendizaje; (2) en las relaciones que se gestan entre pares, alumnos-profesores y alumnos-trabajadores; (3) en el tipo de trabajos extracurriculares y (4) el conocimiento que de ellos es demandado a su entrada en la UIA (en términos de capital y conocimiento práctico), un ámbito/contexto que funcionaría como momento de quiebre, de reconversión de sus disposiciones hasta ahora aprendidas o, quizás, de histéresis y de desdoblamiento (Bourdieu; 1999). [1] La investigación está a cargo del Dr. Juan Pablo Vázquez Gutiérrez y la Dra. María Teresa Márquez Chang, ambos investigadores de tiempo completo de la Universidad Iberoamericana. Esta ponencia surge como resultado de mi colaboración con el proyecto como asistente de investigación.
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Em busca do diploma: estudantes em meio ao processo de expansão e mercantilização do ensino superior no Brasil. (#9121)
Renata Mourao Macedo 11 - USP.
Abstract:
O trabalho analisa a inserção de estudantes no chamado “ensino superior privado lucrativo” brasileiro. Esse setor, em expansão no país, concentra grandes grupos educacionais com características empresarias e, em muitos casos, oferta um ensino de qualidade inferior ao setor público ou privado confessional. Alguns dos grupos educacionais que lideram esse processo estão listados entre as maiores empresas educacionais da América Latina e do mundo e registraram, no período recente, lucros sem precedentes. A partir de meados dos anos 2000, políticas públicas promovidas pelo governo federal como o Prouni (Programa Universidade para Todos, implementado em 2005) e o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil, relançado em 2007), com o intuito de democratizar o ensino superior no Brasil, também acabaram por impulsionar o setor ‘privado lucrativo’, gerando importantes debates sobre o financiamento público ao ensino superior privado no Brasil, assim como sobre os dilemas entre “democratização”, por um lado, e “massificação”, por outro. Após análise mais geral desse cenário de privatização e mercantilização do ensino superior no país – atualmente, 75% das matrículas brasileiras nessa etapa de ensino estão no setor privado – o texto se aproxima de um olhar etnográfico e analisa as trajetórias e as expectativas de alguns estudantes de baixa renda matriculados em três diferentes cursos (Administração, Enfermagem e Pedagogia) em um Centro Universitário pertencente a um dos maiores grupos educacionais lucrativos do Brasil. A partir desse olhar aproximado, o trabalho traz reflexões sobre as escolhas desses estudantes a partir de suas próprias percepções de posição social em relação à marcadores como gênero, classe social e cor/raça e como percebem o acesso ao ensino superior em suas trajetórias.
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Interdisciplinaridade e Pós-Graduação no Brasil: Entraves entre a formação e a carreira acadêmica (#4460)
Da Silva Bruno Leite 1; Pinho Maria José De
1;
Sabará Maria Tereza Ribas
21 - Universidade Federal do Tocantins. 2 - Universidade Federal de Viçosa.
Abstract:
O presente artigo visa explorar a relação com a qual a interdisciplinaridade vem se expandindo no meio acadêmico há décadas, especificamente na pós-graduação, com a absorção dos acadêmicos formados nestes cursos pela própria Universidade através dos concursos para professores universitários. O princípio do conceito de interdisciplinaridade se diferencia em diversas vertentes e em diversos países como França, Brasil e Estados Unidos, mas que de qualquer forma representa uma mudança das perspectivas multidisciplinar e pluridisciplinar. A abordagem interdisciplinar trabalhada por Georges Gusdof, Hilton Japiassu e Ivani Fazenda descrevem etapas de um processo histórico de mudanças que se demonstra fundamental para a leitura realizada neste artigo, pois demonstram como uma mudança de perspectiva não é só necessária, na sociedade contemporânea, ou “sociedade do conhecimento”, mas que além disso, depende de um teor subjetivo para que seja efetivamente realizada. O conceito de interdisciplinaridade foi levado à Coordenação de Aperfeiçoamento de pessoal de Nível Superior – CAPES e esta ressignificou a proposta de uma área multidisciplinar, instaurada em 1999, para Área Interdisciplinar em 2008. Destarte, coube neste trabalho a indagação de como tal abordagem se incorporou na pós-graduação no Brasil. Será que a própria Universidade está absorvendo tais profissionais formados neste aspecto? Para chegar ao objetivo de explorar esta temática, coube uma pesquisa predominantemente qualitativa com um levantamento documental acerca das mudanças da legislação das propostas de criação e da efetivação de cursos de pós-graduação interdisciplinares na Universidade Federal do Tocantins no Brasil e a sua comparação com os editais para professores da mesma instituição desde os anos de 2008. Podemos perceber com tal investigação que o número de cursos de pós-graduação com caráter interdisciplinar vem crescendo nas últimas décadas, mas os editais para concursos de professores ainda se comportam em um caráter distinto, exigindo dos candidatos uma formação disciplinar, principalmente no que tange à sua graduação. Portanto, pode-se notar que não há uma sincronia entre tais transformações realizadas pelas CAPES - e sua proposta interdisciplinar, com os processos seletivos das Instituições de Ensino Superior, principalmente pelo fato de que não se debate o real sentido da interdisciplinaridade e sua proposta se demonstra verticalizada, dificultando a real mudança dos indivíduos e evitando que os formandos em cursos de pós-graduação em áreas interdisciplinares consigam ingressar na carreira acadêmica.
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As novas configurações do Ensino Superior Brasileiro: uma análise da situação dos Tecnólogos no Mercado de Trabalho (#4718)
Matheus Faleiros 1; Thadyanara Martinelli
21 - UFMG. 2 - UNESP.
Abstract:
O presente trabalho explora a educação profissionalizante no Brasil através de dados de abrangência nacional (PNAD e RAIS), mais especificamente o seu nível terciário. A graduação tecnológica confere um novo grau de titulação aos formandos do Ensino Superior: o tecnólogo. A educação profissionalizante se volta para o mercado de trabalho através de cursos práticos e voltados para demandas específicas como uma alternativa a formação puramente acadêmica. (TAKAHASHI e AMORIM, 2008; BARBOSA, 2009; PRATES, FALEIROS, 2013). O projeto analisa as possíveis contribuições sociais deste formato de transmissão do conhecimento em relação a seus objetivos, como proporcionar a inclusão dos indivíduos no contexto mais amplo da sociedade e do mundo do trabalho, aumentar a escolaridade daqueles que de outra forma talvez não buscassem a continuidade dos estudos, fornecer incentivos à obtenção do diploma através de cursos com menor duração e uma maior compatibilização entre a formação individual e as demandas do mercado de trabalho, aumentando a empregabilidade. Os objetivos gerais são realizar um estudo empírico que avalie a recente expansão, as características institucionais e as consequências da aquisição de diploma ou habilidades via educação tecnológica para os indivíduos, tanto no nível nacional quanto nos contextos regionais. Este trabalho analisa o ensino superior tecnológico brasileiro com base nos dados recentes de abrangência nacional da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD) e do Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS). Com o uso de técnicas estatísticas adequadas ao tipo de dado utilizado, propõe-se a testar o impacto da educação tecnológica na inserção do indivíduo na sociedade e no mercado de trabalho, mediando pela área do conhecimento e pelas características sociais e demográficas. Nota-se que os indivíduos que se formaram nesses cursos tiveram incorporações diferentes no mercado de trabalho brasileiro. Há uma grande variação salarial e de composição social e demográfica de acordo com a área de formação tecnológica.
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Tendencias y transformaciones en la educación superior costarricense: El rol del mercado como mediador de cambios en el sistema educativo. (#1732)
Danny Guzmán Esquivel 11 - Universidad Nacional de Costa Rica.
Abstract:
El progresivo debilitamiento del poder estatal en Latinoamérica nos ha dirigido a tiempos de crisis en donde la constante presión de los poderes a nivel global han obligado a los gobiernos a plantearse situaciones tales como la apertura de los mercados y con esto el quebrantamiento de aquellas instituciones encargadas de velar por el bien social, convirtiendo la privatización en un tema discusión constante entre los diferentes círculos políticos. La búsqueda por una descentralización del poder estatal se ha transferido a todos los campos institucionales, incluyendo la educación superior, que como forjadores de agentes críticos (no en todos los casos) se han puesto en el blanco de las políticas neoliberales. En Costa Rica al igual que en múltiples áreas de nuestra región, los años 80 marcarían el inicio de un acelarado proceso de cambio en las dinámicas referidas al campo de la educación superior donde se fueron acentuando importantes escenarios tales como la fundación -cada vez más- recurrente de centros de educación superior privada. Solo en el periodo que comprende de 1985 al año 2000 se registra la aparación de 47 nuevas universidades privadas en Costa Rica. Como es de entender, dicho fenómeno no puede ser estudiado independientemente de las transformaciones de orden político y económico que se dieron a nivel global en aquellos años y que hoy en día siguen y seguirán dejando su huella en las futuras generaciones. Claramente la educación se ha convertido en un atractivo nicho para la clase empresarial; haciéndonos caer en razón de que la educación también puede ser vista como un bien de mercado capaz de generar importantes sumas de capital. Como es de esperar, esta trasmutación de Univesidad a "Empresas Universitarias", ha ido impregnándo un sentido de acción tanto en los centros de educación superior pública como privada, marcando las pautas a seguir de los actores sociales en el transcurso de sus respectivas formaciones profesionales. Pasando de estudiantes a clientes, de profesores a empleados y de autoridades universitarias a gerentes empresariales, cabría la pena cuestionarse el cómo dichos dimensionamientos han reconfigurado el plano educativo , no solo desde la lógica interna con la que se ha comenzado a operar, sino también desde los nuevos escenarios que se develan a la luz de estas tendencias, generando imaginarios que van inclusive sobre la calidad educativa misma y el rol que debería jugar una educación necesaria en nuestros tiempos. La humanización de la educación podría ser quizá, una de las salidas que nos queda a un sistema educativo que cada vez es más y más absorbido por el sistema económico imperante. En este sentido podríamos pensar en una educación que en vez de impulsar la integración del sujeto a un sistema –ya enfermo de por si- busque la emancipación del ser humano, pero no en términos de industria y capital, sino que, que apunte hacia la emancipación del ser humano hacia el desarrollo de sus gustos y capacidades, llevándonos de la mano a nuevas alternativas.
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Estudiantes y docentes: miradas sobre qué es un buen profesor universitario (#5142)
Luisa Marta Arias
1;
Mónica Alejandra Gómez 11 - UNSL.
Abstract:
La vida cotidiana al interior de la institución Universidad está atravesada por una multiplicidad de factores que afectan a sus protagonistas. Uno de estos factores es la relación que se establece entre docentes y estudiantes. En un anterior trabajo realizado en el marco de nuestro proyecto de investigación, aplicamos el método asociativo a los estudiantes de primer año de todas las carreras de la Facultad de Ciencias Económicas, Jurídicas y Sociales de la Universidad Nacional de San Luis, Argentina, con el fin de indagar cuál es su representación del “buen profesor”. Nos interesó particularmente centrarnos en los alumnos de primer año, ya que se están insertando en una nueva experiencia con algunas características distintivas a las cuales deben adaptarse, a su vez sus profesores enfrentan el desafío de transmitir las nuevas reglas y acompañar el proceso de adaptación. Con la intención de completar la lectura de esta realidad, aplicamos el método asociativo a la totalidad de docentes que dictan cursos en el primer año de nuestras carreras, en el presente trabajo comparamos los resultados obtenidos con la intención de descubrir las discrepancias o coincidencias en las representaciones que estudiantes y docentes tienen acerca del buen profesor. Concebimos a las representaciones como aquellas estructuras simbólicas encargadas de atribuir sentido a la realidad y definir y orientar los comportamientos. Las representaciones permiten al individuo reconstruir la realidad y atribuirle una significación específica, actuando como un marco de referencia que permite a los sujetos comprender las situaciones y planificar sus acciones, funcionan, al decir de Abric, como una “guía para la acción”. Es por ello que creemos que el acercarnos a ellas nos permitirá desentrañar algunas características de proceso de enseñanza-aprendizaje al que se enfrenta la realidad educativa actual, e interpelarnos como docentes para intentar buscar los modos de revertir o reforzar las tendencias y las prácticas que los sujetos implicados le imprimimos al quehacer cotidiano.
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O Ensino Politécnico no Rio Grande do Sul: entre a utopia e a realidade (#0013)
Andréa Ana Do Nascimento 11 - Professora Colaboradora (PPCS/PUCRS).
Abstract:
A Constituição brasileira de 1988 veio regular a educação distribuindo a responsabilidade entre municípios, estados e governo federal. Todavia, somente na década de 90, se iniciam reformas mais concretas na legislação educacional brasileira que pouco a pouco vão se consolidando em políticas educacionais. No Rio Grande do Sul, a mudança mais evidente se concretizou com a implantação do Ensino Politécnico nas escolas estaduais de Ensino Médio a partir de 2012. Essa proposta de funcionamento do Ensino Médio prevê a articulação do ensino com a realidade social, cultural e comunitária do aluno e sua vinculação com o “mundo do trabalho”. As atividades do Ensino Politécnico gaúcho também estipulam o funcionamento interdisciplinar organizando as disciplinas por áreas de conhecimento, que a partir de então, devem fazer atividades coordenadas e avaliar os alunos coletivamente, através da avaliação emancipatória. Para concretizar as atividades de pesquisa e preparação para o “mundo do trabalho”, criou-se a disciplina de Seminário Integrado cujo objetivo seria inserir o aluno no universo da pesquisa e do trabalho conjugando ambas atividades com a realidade do estudante. Apesar de inovadora a proposta vem enfrentando dificuldades de implantação nos moldes em que foi idealizada. O primeiro desafio é conceitual e refere-se ao conceito de “mundo do trabalho”, que opõe dois grupos - um deles ressalta que a ideia de “mundo do trabalho” se relaciona com o modelo neoliberal de trabalho que buscar qualificar mão de obra barata e com conhecimentos instrumentais para o mercado de trabalho -o outro grupo evoca as teorias de Gramsci e Marx acentuando que o trabalho deve ser o princípio educativo que garantirá ao aluno o reconhecimento de sua condição social ou de classe e que propiciará a emancipação deste. Para além dos aspectos conceituais, existem problemas estruturais. Como trabalhar de forma interdisciplinar se a maioria dos professores tem muitas turmas e tem que cumprir cargas em duas ou mais escolas? Como avaliar o aluno de forma coletiva se os professores não conhecem bem seus alunos, em alguns casos, chegando a ter 24 turmas com uma média de 40 alunos cada? Como trabalhar com pesquisa se as escolas não possuem equipamentos de informática, Internet e nem recursos para saídas de campo? Como trabalhar com esses equipamentos (quando eles existem) se alguns professores não conseguem dominar essas tecnologias? Como fazer os professores aderirem a nova proposta de ensino quando as questões relacionadas a carga horária e salário não são atendidas? Esses são apenas alguns dos desafios enfrentados pelo Ensino Politécnico no Rio Grande do Sul. Palavras – chave: democracia, educação e ensino politécnico.
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Formaciòn inicial docente: reflexionando en torno a las construcciones colectivas de sentidos en torno a diferencia (#2440)
Mauro Esteban Ramos Roa 1;
Diego Alejandro Cabezas Bravo
1; Cecilia Paz Millán La Rivera
11 - Universidad de Ciencias de la Educación - UMCE.
Abstract:
Las desigualdades estructurales y simbólicas que caracterizan a América Latina en el caso de Chile se replican también en la escuela a través de la segmentación escolar. Uno de los mayores problemas que tiene la educación en Chile. A partir del año 2016 con la nueva ley de inclusión está realidad debería cambiar de manera paulatina lo que exigirá de parte de los profesores resignificar y complejizar temas como la heterogenidad, diversidad, homogeneidad y normalidad de sus estudiantes. Siendo así y en un contexto en el que además se ha sufrido, en las últimas décadas, de un proceso de desprofesionalización de la docencia interesa profundizar en las ideas de normalidad y diferencias de los futuros profesores, estudiantes de pedagogía, quienes en su quehacer profesional ejercerán una influencia relevante en las subjetividades de sus estudiantes y en las posibilidades de aprendizaje de los mismos en un contexto de profunda segmentación y que quiere ser modificado con la nueva ley de inclusión. Esta investigación se centra en las dimensiones de género, etnia y clase social. La metodología que se utilizó es la de grupos de discusión que permite articular y re-construir a través de la conversación el sentido social de las “diferencias”, que no permite de igual modo la entrevista individual.
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A diversificação institucional no Ensino Superior Brasileiro: uma análise dos aspectos socioeconômico dos alunos. (#2441)
Leonardo Rodrigues 11 - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Abstract:
O presente trabalho busca discutir as diferenciações internas do ensino superior brasileiro, a partir de uma análise dos aspectos socioeconômicos dos alunos. Uma longa tradição da sociologia da educação, principalmente a partir de Pierre Bourdieu, tende a considerar que os sistemas de ensinos em expansão criam e/ou aprofundam diferenciações internas que se relacionam com mecanismos de manutenção das hierarquias sociais. Esse estudo, dessa forma, insere-se no contexto de ampliação do ensino superior brasileiro na última década, buscando responder às seguintes perguntas: qual o perfil socioeconômico dos alunos nesse setor de ensino? Há diferenças no perfil de alunos entre instituições e entre cursos distintos? Qual impacto das recentes reformas na organização das instituições e dos cursos? Para tanto, a pesquisa tratou os dados disponibilizados pelo relatório do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) que dispõe de informações amostrais de alunos e instituições de ensino superior de todo o Brasil. Os dados trazem características sociais e econômicas dos alunos e as variáveis tratadas foram: cor, renda familiar mensal, tipo de escola em que frequentou no ensino médio, escolaridade do pai e escolaridade da mãe. Além disso, foram analisados os dados sobre as instituições no que concerne a concorrência no ingresso, ao número de alunos, nas mensalidades, se pública ou privada. As instituições analisadas são todas locadas no estado do Rio de Janeiro, esse recorte buscou isolar possíveis diferenciações regionais. As análises focaram em alunos de cursos com alto status social e com significativos retornos econômicos. Nesse trabalho tratamos exclusivamente dos alunos pertencentes a grande área das engenharias. O interesse foi perceber como diferentes cursos que tradicionalmente estiveram reservados a uma pequena parcela da sociedade se organizam em um contexto de intensas reformas sem, no entanto, expandir as análises para as diferenciações entre grandes áreas do conhecimento. Os principais resultados alcançados pela pesquisa dizem respeito à diversificação institucional. Ainda que sejam instituições de uma mesma região geográfica e cursos de uma mesma grande área, identificou-se que os perfis socioeconômicos dos alunos tendem a se diferenciar intensamente entre instituições e cursos. Por fim, o trabalho fomenta a discussão apresentando possíveis estratégias, unidades de análises e as principais dificuldades a serem tratadas para responder à questão da diversificação institucional no contexto de ampliação dos sistemas de ensino. Tais resultados dialogam, principalmente, com a relação entre o ensino superior e as diferenciações e desigualdades sociais. Esse trabalho é parte de uma pesquisa de mestrado financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
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Formación y transformación de las representaciones acerca del estudio y la carrera en estudiantes universitarios: un análisis de procedencia de la información. (#5057)
Laura Andrea Bustamante 1;
Sandra María Gómez
21 - Universidad Siglo 21 - Universidad Católica de Córdoba. 2 - Universidad Siglo 21 - Universidad Nacional de Córdoba - Universidad Católica de Córdoba.
Abstract:
La ponencia que estamos presentando tiene por fin comunicar los resultados encontrados durante el transcurso de la primera etapa de un proyecto en curso denominado Formación y transformación de las representaciones acerca del estudio y la carrera en estudiantes universitarios, el cual aborda la pregunta acerca de cuál es la dinámica de formación de las representaciones sociales de los estudiantes acerca del estudio universitario al momento de seleccionar la carrera y cómo estas se transforman durante los primeros años de estudio. Para esto, se trabajó sobre la población de estudiantes ingresantes durante el año 2012 a la Universidad Siglo 21. En una primera etapa se analizaron relatos escritos (un total de 150) por los estudiantes al momento de su ingreso, expresando los motivos de selección de la institución, de su carrera y sus expectativas y motivaciones. En una segunda etapa, durante el año 2015 y en la actualidad, se están realizando entrevistas en profundidad a una muestra de dichos estudiantes (un total de 30). La posibilidad de relevar discursos en dos momentos diferentes de su carrera, distanciados en el tiempo, nos permite explorar y analizar las transformaciones que sus representaciones han tenido luego de que el estudiante se ha incorporado a la institución y ha atravesado los primeros años de la carrera y establecer relaciones entre dichas transformaciones y las trayectorias llevadas a cabo. Asimismo, es necesario repensar el uso de los conceptos de proyecto y carrera para dar cuenta de las trayectorias universitarias actuales. En la primera etapa pudimos establecer cuatro fuentes de procedencia de la información: en el extremo personal, la experiencia propia de los estudiantes a partir de prácticas escolares, vivencias familiares o antecedentes laborales; en el extremo impersonal, el discurso de los medios de comunicación y de la asistencia externa en cursos de orientación vocacional. Y entre ambos extremos, las creencias asignadas a la carrera, constituidas por descripciones arraigadas a su sentido común y las referencias de grupos de pares. Desde nuestra interpretación entendemos que la fuente de procedencia del contenido de la información nos permite estimar el nivel de elaboración propia que el estudiante ha realizado en cuanto al contenido que configura las representaciones de la carrera seleccionada, lo cual nos permite establecer una hipotética relación entre dicha fuente y la estabilidad de dichas representaciones.
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O exame de aptidões artísticas: condições de seleção e barreiras de ingresso no sistema universitário (#0369)
Camila Rosatti Gui11 - USP.
Abstract:
A proposta desta comunicação é analisar as condições de acesso ao ensino superior a partir de vestibulares de universidades públicas que tem o exame de aptidões artísticas como exigência de ingresso à carreira universitária. Artes Visuais, Artes Cênicas, Audiovisual, Música, Design, Dança, Arquitetura são os cursos que nas três maiores universidades públicas do país – USP, Unesp e Unicamp – impõem na segunda fase, para além dos conteúdos do currículo obrigatório do Ensino Médio, o exame chamado de “Habilidades Específicas”. Na Universidade de São Paulo, por exemplo, a existência desse exame tem impedido que essas carreiras participem do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), modo de ingresso ao ensino superior gerenciado pelo Ministério da Educação, barreira que coloca em xeque uma efetiva política democrática nacional de acesso à educação superior. A função do exame de "Habilidades Específicas" é selecionar candidatos que, antes do ingresso ao ensino superior, demonstrariam precocemente competências para exercício da futura atividade profissional. Trata-se de uma seleção que procura escolher de antemão o aluno que tem propensões artísticas, estéticas e plásticas, requisitos impostos como indispensáveis para ingressar as referidas graduações. De modo geral, essas carreiras reivindicam uma vocação artística, ou seja, concedem valor supremo ao pendor estético, em detrimento à prática técnica e construtiva. Nessas profissões, o modelo vocacional está assentado na ideia de "ter talento", construção sócio-histórica que se expressa na cisão entre arte e técnica. A comunicação abordará as condições de acesso a carreiras artísitcas tomando como referência o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, carreira cujo exame de habilidadea específicas foi implementado desde sua criação, em 1948. O estudo de caso é um recurso analítico que possibilitará investigar com maior profundidade as dinâmicas de seleção social da prova de aptidão artística. Serão analisados os manuais dos vestibulares e exames de seleção aplicados entre 2005 e 2015, com vistas a compreender, a partir dos conteúdos e competências exigidas, as categorias de avaliação e as consequências no recrutamento do candidato. Serão utilizados também dados quantitativos dos vestibulares da FUVEST, no mesmo período, buscando extrair informações que permitem cotejar as propriedades sociais dos candidatos que prestaram o vestibular e dos ingressantes no curso de Arquitetura e Urbanismo (origem social, origem geográfica, escolaridade e profissão dos pais, formação escolar, preparação para vestibular etc.). Valendo dos referenciais teóricos da sociologia da educação, notadamente os trabalhos de Pierre Bourdieu (Os herdeiros, La Noblesse de L'etat, A distinção), esse estudo sobre as barreiras de acesso ao ensino superior pode ser pensado como uma pequena peça dentro do tema da escolarização das elites, o que torna possível colocar em discussão a questão das desigualdades no ingresso à universidade pública e as condições sociais de escolha de atividades profissionais que se amparam na ideologia do talento artístico.
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HACIA UN NUEVO MODELO EDUCATIVO PARA UNA UNIVERSIDAD PÚBLICA
(#7458)
ROCÍO ADELA ANDRADE CÁZARES 1; MARÍA DEL CARMEN GILIO MEDINA
1; FABIOLA GARCÍA MARTÍNEZ
11 - Universidad Autónoma de Querétaro.
Abstract:
En una universidad pública mexicana ubicada en la región del bajío en México, se ha venido trabajando en el análisis del Modelo Educativo Institucional, para ello, se han formado grupos de trabajo que analizaron las características del Modelo Educativo en sus Escuelas y Facultades, así como en los distintos campus foráneos en los cuales se ubica la universidad y se han hecho reuniones institucionales para analizar la información presentada por cada uno de los grupos de trabajo. Para ello, por nuestra parte participamos en el grupo de trabajo de la Facultad de Psicología, en donde estuvimos analizando cuáles eran las características del Modelo Educativo Institucional vigente, e hicimos un análisis de un primer diagnóstico institucional en el que participaron miembros de la Facultad a través de un cuestionario aplicado a docentes y estudiantes, además se hizo una revisión de otros modelos educativos de algunas universidades representativas a nivel nacional, y se elaboró un cuestionario para estudiantes y otro para profesores, con la finalidad de elaborar un nuevo diagnóstico de lo que como Facultad de Psicología, considerábamos parte importante de lo que sería el Modelo Educativo Institucional. El cuestionario de los estudiantes se aplicó en la semana del 26 al 30 de septiembre del 2016, se hizo el procesamiento y la captura de los datos de manera manual y se procesaron en Excel, para proceder a la elaboración de las gráficas de las cuatro preguntas de opción múltiple y al análisis de los datos cualitativos vertidos en la pregunta cinco. Se aplicaron un total de 177 cuestionarios. En el caso de los profesores, llevó un poco más de tiempo poder recuperar los datos, y se estuvieron recibiendo hasta el 5 de octubre de 2016, se recopiló la información y se fue haciendo la captura de los cuestionarios cualitativos en un Excel, para iniciar posteriormente el análisis cualitativo de los datos. Se recabaron 12 cuestionarios cualitativos. Los estudiantes proponen como parte del Modelo Educativo, métodos de enseñanza-aprendizaje centrados en la construcción del conocimiento en un modelo educativo flexible, en donde se retomen como parte importante la vinculación con la realidad a partir de la inclusión en escenarios reales, la relación teoría-práctica, orientado desde el aprendizaje significativo, el constructivismo y una pedagogía humanista. En cuanto a los docentes, en lo general se promulgan por un modelo educativo constructivista, en donde se ponga en juego la multi y la interdisciplinariedad, así como vincular los procesos de enseñanza-aprendizaje con los procesos de investigación, y con ello contribuir a acercar al estudiante hacía prácticas reales, es decir, unir la teoría con la práctica y alejarnos de modelos teoricistas y academicistas.