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Wednesday 06/12 - Fac. Derecho / Sala 06
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
13. Teoría Social y Pensamiento Latinoamericano |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Derecho | 06 |
Los aportes de Aníbal Quijano a la teoría de la dependencia (#5915)
Fermin Alvarez Ruiz 1
1 - Universidad de Buenos Aires - Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas.
Abstract:
En la última década, la sociología de Aníbal Quijano ha cobrado un protagonismo considerable. El concepto de “colonialidad del poder” es, sin dudas, uno de los aportes más significativos de los últimos tiempos al campo de las ciencias sociales y las humanidades. Sin embargo, su obra no se limita a los trabajos dedicados al problema de la “colonialidad”. Tanto es así, que sus estudios de los últimos veinte años sobre el entrelazamiento entre modernidad, capitalismo y colonialismo pueden ser interpretados como el resultado de una sucesión progresiva de reflexiones impulsadas por las complejas y constantes transformaciones del capitalismo en América Latina desde mediados del siglo XX. En este sentido, su obra está compuesta por un vasto corpus de investigaciones, cuya exploración puede enriquecer la comprensión de sus reflexiones más recientes y de mayor resonancia. Por lo tanto, el presente trabajo se propone abordar una parte de su obra que, entendemos, no ha sido los suficientemente indagada: sus aportes a la teoría de la dependencia. Para alcanzar este objetivo, reconstruiremos la especificidad de sus indagaciones en torno a cinco “preguntas-problema” que inquietaron a los enfoques dependentistas: a) la pregunta por el modo de producción de América Latina; b) la pregunta por el papel la burguesía nacional en el desarrollo de la región; c) el interrogante en torno al rol del Estado en ese mismo proceso; d) el análisis de los procesos de urbanización; e) la explicación de la creciente marginalización de la población. Una vez reconstruidos estos aportes en función del análisis de una serie de trabajos del autor elaborados entre 1967 y 1979, se arrojan una serie de conclusiones respecto de los desplazamientos teóricos más importantes y el modo en que se entrelazan con las críticas más contundentes a los enfoques dependentistas. Así, se propone que el giro de un análisis de la dependencia en términos de interrelaciones de estructuras sociales dependientes, hacia uno en términos de una teoría del imperialismo, no responde a una simple radicalización política, sino a un intento por superar las dificultades teóricas más importantes del enfoque.

 
13. Teoría Social y Pensamiento Latinoamericano |
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Do Pós-Colonial ao Decolonial: uma guinada epistemológica na Teoria Social Latino-Americana (#6344)
Jórissa Danilla Aguiar 1
1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE.
Abstract:
Contemporaneamente, ao abordar o tema da colonialidade e seus reflexos no saber, trazemos ao debate uma corrente teórica fundamental para se pensar o imperialismo em sua face política e ideológica que ganha destaque no meio acadêmico internacional nas ultimas décadas: a teoria pós-colonial. Intrinsecamente difundida junto à essa teoria estão os estudos subalternos, numa perspectiva gramsciana do termo. São perspectivas teóricas que permitem reconstruir os espaços de emissão dos discursos em sociedades em que se instalou o saber/poder da colonialidade destacando o resgate da história, do conhecimento e do sujeito subalterno na luta por autonomia. Abordando essa reflexão, parte da teoria social latino-americana e seus representantes - a exemplo de Enrique Dussel, Aníbal Quijano, Walter Mignolo, Edgardo Lander, entre outros - vêm reivindicando um giro decolonial, um rompimento com o ocidental-centrismo no campo científico. Nossa hipótese é de que as sínteses dessas teorias são fecundas para se compreender a realidade latino-americana ao passo que promovem a renovação crítica do conhecimento desde uma perspectiva política e intelectual, de emancipação de situações de opressões diversas, como a raça ou algum outro tipo de inferiorização. Destacamos como conclusão a possibilidade de realizar essa renovação crítica desde a perspectiva marxista, assim como realizado por Antonio Gramsci e José Carlos Mariátegui ao pensarem estrategicamnete a emancipação de sociedades de desenvolvimento desigual, como a Itália e Peru, respectivamente. Desta forma, em nosso trabalho, desenvolvemos - além de um apanhado histórico-crítico atual do movimento giro decolonial - como Gramsci e Mariátegui se apresentam como precursores de uma "esquerda decolonial", ressaltando também a importância da formação político-intelectual subalterna.

 
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Descolonialidade e Bem Viver Quilombola: resistências e re-significações identitárias em manifestações culturais negras no extremo sul do Brasil (#6698)
Tiago Larrosa Freitas 1;
Marcus Vinícius Spolle 1
1 - Universidade Federal de Pelotas - UFPel.
Abstract:
A partir da colonização do continente americano e da constituição de um novo padrão de poder mundial, as diferenciações entre os povos a partir da ideia de raça serviram para imprimir uma situação de servidão aos povos originários da América e, logo em seguida, uma situação de escravização aos povos originários da África. Ao longo dos últimos séculos, a resistência dos povos africanos escravizados e seus descendentes formaram no Brasil as chamadas comunidades remanescentes de quilombos. Como consequência de pressões populares, as comunidades remanescentes destes quilombos conquistaram, a partir da Constituição Federal de 1988, o direito de obter o registro oficial da propriedade coletiva do território onde desenvolvem seus saberes e atividades. Porém, apenas a garantia material da propriedade da terra não vem sendo suficiente para que estas populações convivam em harmonia com seus modos de bem viver. Sendo assim, esta pesquisa analisou de que maneira e em quais circunstâncias a identificação enquanto comunidade quilombola vem sendo acionada por essas famílias negras rurais para a manutenção em seu território, possibilitando e facilitando o acesso às situações de bem viver quilombola. Os resultados apontam que o agenciamento da identificação enquanto quilombolas vêm sendo fundamental na manutenção e efetivação de direitos adquiridos e na conquista de situações de Bem Viver destas famílias. Além disso, para que exista este bem viver é necessário que se contemplem as demandas quilombolas por infra-estrutura material, por fortalecimento da cultura local quilombola e ainda as demandas que envolvem a relação com os não-quilombolas. Foi percebido que a construção da identidade quilombola se dá a partir das relações já existentes entre a antiga identidade de agricultores negros, que carregava como característica a discriminação e preconceito, e as novas re-significações identitárias, que fazem com que a comunidade transforme em auto-estima e em ações afirmativas a sua condição de quilombolas. Foram realizadas entrevistas abertas e semi-estruturadas, observações participantes e utilizado o método biográfico e de História de Vida de Jacques Léon Marre. Para compreender as singularidades destes modos de vida quilombola são trabalhados os conceitos de Bem Viver e da Colonialidade do Poder, utilizados por Aníbal Quijano. Além destes, também os conceitos propostos por Stuart Hall e Homi Bhabha sobre as re-significações identitárias, as traduções culturais e difference. Ainda, os estudos de Florestan Fernandes e de Antônio Sérgio Guimarães contribuíram para pensar as diferenças e os conflitos de raça e classe no Brasil. Estes conceitos são pensados na perspectiva de compreender os modos de vida destas comunidades, incluindo suas manifestações culturais, como processos de resistências históricas e sociais.

 
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El decolonial y la teoría de la organización; aportes desde un punto de vista latinoamericano.   (#6933)
Giovanna Mazzotti Pabello 1; Jerónimo Ricárdez Jimenez 1
1 - UNIVERSIDAD VERACRUZANA.
Abstract:
En esta ponencia se presentan los fundamentos del pensamiento decolonial con el fin de presentar los argumentos epistemológicos que permiten repensar la teoría de la organización como un campo de conocimiento que es hasta hoy es considerado la referencia hegemónica para determinar el “saber organizacional”; en segundo lugar, se exponen los aportes realizados desde el paradigma decolonial -paradigma otro- que han conseguido replantear los fundamentos teóricos y metodológicos de disciplinas y campos de conocimiento de las ciencias sociales para transformar, no sólo el tipo y la cantidad de conocimiento, sino el valor que tiene, en términos de práctica –ética- el compromiso con la construcción de conocimientos otros –el de los sujetos y de las organizaciones- que han sido invisibilizados, marginalizados y deslegitimados por el carácter colonial implícito de la modernidad y del paradigma del conocimiento científico que la legitima. Así, tomando la decolonialidad como postura teórica y la noción de comunalidad (Martínez Luna, 2009) como concepto central de lo organizativo, en esta ponencia se señala, no solo los vacíos generados por la epistemología –lo que se conoce y los modos de conocer- propias del paradigma científico y de la modernidad organizacional en el que basa la teoría de la organización y las implicaciones éticas que derivan de sus prácticas, sino que se presenta la alternativa epistemológica y ética, que representa la decolonialidad de la teoría de la organización para abrir el futuro hacia una ecología de saberes organizativos, recuperando la noción de transmodernidad de Dussel (2005) para situar el universo compuesto por organizaciones otras que se estructuran las organizaciones comunitarias y los colectivos sociales, que no están orientadas ni por la lógica del mercado, ni por la dinámica propia de las instituciones del Estado. Tales organizaciones, afirmamos que pueden ser concebidas como transmodernas en la medida que, siguiendo a Bonfil (2003: 57 y ss. en Gonzáles de la Fuente, 2011: 83-84), a diferencia de la “perspectiva individualista y acumulativa” ligada a la sociedad occidental capitalista, ordenan la cooperación entre los de individuos y fomentan relaciones de comunidad que incrementan las posibilidades de que las conductas ejecutadas sean a favor de toda la colectividad. La comprensión y el estudio de dichas organizaciones se recuperan en este trabajo como parte de los retos que se presentan como urgentes, “en un tránsito que no se puede dar el lujo de seguir siendo solamente utópico” (Esteva 2009).    

 
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De lo poscolonial a la descolonización: genealogías latinoamericanas (#7214)
Veronica Renata López Nájera 1
1 - UNAM.
Abstract:
Esta ponencia desarrolla tres momentos de una genealogía del pensamiento poscolonial en su deriva latinoamericana. El primer momento se ubica en la discusión planteada a finales de los noventa del siglo XX, en plena vigencia del neoliberalismo, la globalización y el discurso posmoderno, que es el marco en que inicia la discusión que propone el grupo modernidad/colonialidad. Uno de los ejes de dicha discusión consiste en problematizar el campo de los estudios latinoamericanos y replantear una idea de latinoamericanidad y los distintos enfoques latinoamericanos. El segundo momento se caracteriza por la transformación de la reflexión del grupo modernidad/colonialidad a partir del inicio de las movilizaciones sociales en el año 2000, y las transformaciones que ello conlleva, como el llamado "ciclo de gobiernos progresistas", el ascenso popular y nuevas formas de subjetivación política como la étnica y de género. El tercer momento explora la experiencia concreta de recepción de la discusión poscolonial por la academia mexicana. Las resistencias, críticas, prejuicios  y finalmente, los aportes y diálogos que abre para el pensamiento crítico latinoamericano.  

 
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DECOLONIALIDADE E OS CAMINHOS PARA UMA DEMOCRACIA PLURIVERSAL (#7231)
Luma Virgínia S Medeiros 1;
Pedro Henrique G Alcântara 1
1 - UFRN.
Abstract:
  A atual crise de representação da democracia que se acentua na América não é um fenômeno inédito, tampouco é um fato isolado da estrutura complexa dos modelos e dos canais que sustentam a forma de organizar a sociedade política. A construção daquilo que hoje entendemos por democracia, respaldada em conceitos da teoria política clássica de autores do século XVIII e XIX, até os clássicos teóricos elitistas do século XX, constituem uma tentativa de descortinar o processo de um governo do povo, com maior participação e soberania popular; em troca disso, alimentam a ideia operada pela teoria hegemônica, de um modelo único, universal a ser seguido pelos demais Estados de uma democracia que se mostra podada, e é legitimada em um modelo minimalista fortemente vinculado aos pressupostos da sociedade capitalista (MIGUEL, 2002). Com isso, conceber essa democracia como o único caminho para a organização política é aceitar o “padrão mundial de poder colonial/moderno/capitalista/eurocêntrico” (QUIJANO, 2002) e não considerar outras experiências não ocidentais e não liberais que desaguariam na possibilidade de uma democracia pluriversal. É nessa perspectiva que tanto o pós-colonialismo quanto a teoria democrática ainda não foram capazes de sustentar uma perspectiva democrática pós-colonial (BALLESTRIN, 2014). Pretendemos abordar a crise do modelo hegemônico de representação a partir da ótica decolonial e apontar o potencial de contribuições de epistemologias do sul na busca pela ampliação e enriquecimento do conceito de democracia. Dessa forma, a necessidade de examinar o estudo e a interpretação “hermenêutica-decolonial” (MIGNOLO, 2008) da democracia se faz necessário para propor uma perspectiva de “desobediência epistêmica”, a qual segue uma lógica diferente da ocidental/eurocêntrica; essa visão não consideraria a democracia como mero instrumento legitimador de um sistema eleitoral, nem a reconhece como método salvacionista pensado apenas por alguns, mas como expressão política de gramáticas sociais dos povos.

 
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Colonialidade, Teoria e Ciências Sociais: Um estudo a partir do caso Latino-Americano (#7269)
Matheus Almeida Pereira Ribeiro 1
1 - Programa de Pós-Graduação em Sociologia - Universidade de Brasília (UnB).
Abstract:
Cada vez mais, as ciências sociais têm presenciado o fortalecimento de reflexões intelectuais interessadas em compreender as hierarquias de status entre conhecimentos produzidos no Sul global em relação àqueles do Norte. Neste cenário, emergem correntes críticas ao caráter eurocêntrico das teorias hegemônicas no interior do campo, como os estudos subalternos, pós-coloniais e decoloniais. Mesmo autores que não estão situados no Sul global, e que ocupam posições de destaque na gestão de instituições como a Associação Internacional de Sociologia (ISA), têm apontado os impasses decorrentes das limitações que as assimetrias entre Sul e Norte produzem às ciências sociais, dificultando projetos de globalização/internacionalização destas. Em diálogo com essas contribuições, estruturou-se este artigo, que trata a relação entre a colonialidade do saber e a produção/distribuição de teoria nas ciências sociais, a partir do caso latino-americano. Para tal, trabalhou-se com a relação entre a publicação em revistas de alto impacto em teoria e a geopolítica da produção/distribuição do conhecimento nas ciências sociais. Fez-se um levantamento quantitativo dos países onde situam-se os intelectuais que publicaram em periódicos de alto impacto das ciências sociais, detendo-se àqueles que concentram os debates sobre teoria. Além disso, analisaram-se os resumos e palavras chaves referentes aos artigos publicados, apreendendo relações entre padrões temáticos e país de publicação. O intervalo escolhido para a coleta circunscreveu-se entre os anos 2000 e 2017.Foram escolhidos os quatro periódicos com os maiores índices de impacto internacional, segundo o indicador “Índice SRJ”, produzido pelo SCImago Journal & amp; Country Rank. São eles os jornais: Theory and Society; European Journal of Social Theory; Theory Culture and Society; e Sociological Theory. Os resultados deste levantamento foram teoricamente interpretados a partir das contribuições de autores do grupo “Modernidade/Colonialidade”, ou corrente “Decolonial”, que têm trabalhado o fenômeno da colonialidade do saber e eurocentrismo nas ciências sociais. Primeiramente, percebeu-se que a discussão teórica de alto impacto das ciências sociais permanece concentrada, majoritariamente, no Norte global. Além disso, encontraram-se consideráveis diferenças nos padrões temáticos das publicações de autores latino-americanos e aqueles das metrópoles do Norte. Quando os pesquisadores da américa latina publicam em tais revistas não costumam discutir teoria de forma “abstrata” ou “generalista” como aqueles situados no Norte, mas se detêm em tratar temas locais como: América Latina, Terceiro Mundo ou especificidades da modernidade e capitalismo nos seus países. Defende-se que este cenário expressa e reproduz o eurocentrismo e a colonialidade no campo do saber das ciências sociais, relegando uma condição subalterna à produção latino-americana no debate teórico de alto impacto do campo, que se expressa tanto por uma presença diminuta no sentido quantitativo (número de artigos), quanto qualitativa (padrões temáticos).

 
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Vigencia del pensamiento sociologico de Edelberto Torres Rivas en la sociologia guatemalteca actual.  (#7311)
jan hartleben 1
1 - USAC.
Abstract:
El desarrollo del conocimiento científico dentro de una sociedad es un aspecto fundamental para el crecimiento de la misma. Este desarrollo del conocimiento permite a las sociedades entender el funcionamiento y así comprender de mejor manera la realidad en la que se vive. Bajo esta idea, el pensamiento sociológico de Edelberto Torres Rivas forma parte de ese conocimiento que da luces sobre el funcionamiento de la realidad social, no solo de Guatemala sino también de Centroamérica. Los temas que aborda Edelberto Torres Rivas como el desarrollo del Estado, la época de la transición a la democracia en Centroamérica, el funcionamiento de las sociedades latinoamericanas, el desarrollo y el transitar de la izquierda en Guatemala, así como la teoría de la dependencia y el subdesarrollo en Latinoamérica, son parte de este conocimiento que marca un antes y un después en el desarrollo de la Sociología guatemalteca. Por lo tanto, y tomando en cuenta que la sociologia nos exige una constante revisión de los modelos explicativos, se debe hacer el esfuerzo por determinar si el modelo explicativo que propuso Edelberto Torres Rivas en sus trabajos continua siendo vigente y nos sigue proporcionando explicaciones validas sobre la realidad social actual.  Para esto, se propone:  1) un análisis sobre el desarrollo del conocimiento ceintifico social. 2) Exponer los modelos de explicación en donde se incrusta las explicaciones porpuestas por Edelberto Torres. 3) Un análisis sobre los aportes teoricos de Edelberto Torres Rivas. 4) Establecer la validez que pueda tener el modelo explicativo de Edelberto Torres Rivas.  El metodo propuesto para la realiación de este trabajo de investigacion, sera el de un análisis de contenido de materiales documentales, en donde se exprese el planteamiento teorico de Edelberto Torres que permita determinar los aportes más importantes y encontrar su validez empirica.   

 
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Hacia la descolonización de derechos humanos (#7446)
Zaki Habib Gómez 1
1 - Universidad de El Salvador.
Abstract:
En el mundo actual se padece de diversas crisis (capitalista, racista y patriarcal) donde las propuestas de soluciones desde occidente se limitan a antiguas recetas socialdemócratas, profundización del neoliberalismo, y más recientemente un auge en la extrema derecha nacionalista. Esto evidencia una crisis epistemológica de occidente como resultado de los históricos procesos de colonialismo y colonialidad del poder. En América Latina, diversos autores y autoras han apostado por la descolonización de diversas ramas de conocimiento occidental y transmodernización del Estado. Para contribuir a esta discusión, se propone una lectura de derechos humanos como una de las claves para la emancipación de la humanidad desde el posicionamiento del pensamiento decolonial. Sin embargo, se requiere de un análisis del concepto hegemónico de derechos humanos en el marco del pensamiento decolonial y partiendo desde una lectura de posicionamiento tiempo/espacio para la deconstrucción de la función que tienen los derechos humanos dentro del sistema-mundo capitalista/racista/patriarcal/occidentalocéntrico/de muerte. La reconfiguración de derechos humanos requiere su re-contextualización entendiendo la línea abismal entre ser y no-ser como injusticia cognitiva global que niega a los y las habitantes de las zonas deshumanizadas la voz para reivindicar sus derechos con voz propia. Para ello, se ha de romper con el mito liberal y eurocéntrico de derechos humanos como origen jurídico/político/universal de finales del siglo XVIII y a partir de 1948, ya que tal como lo establece el concepto de colonialidad, se realizaron procesos jurídicos/políticos de emancipación, pero manteniendo las estructuras de poder intactas. Se entiende esto como una continuación del mismo proceso de destrucción, epistemicidio y saqueo de conocimiento en todas las partes del mundo que han sufrido los procesos colonizadores de países imperialistas de occidente. Además de un saqueo de vivencias de derechos humanos de otras culturas para el uso de occidente para occidentales. Este discurso colonialista tiene no solamente un efecto de invisibilidad sobre las luchas y movimientos sociales de derechos humanos en el mundo, sino que también es lógica justificante para continuar los saqueos económicos y destrucción de países considerados “amenazas a la seguridad de occidente” y “no respetuosos a los derechos humanos”. Por ende, la lógica hegemónica de derechos humanos utiliza su mismo discurso para reproducir el sistema capitalista/racista/patriarcal, o, en otras palabras, para poder violar los derechos de las no-personas. Se demostrará que para redefinir y re-conceptualizar los derechos humanos, debemos de entender el significado de este concepto como inadecuado para desenmascararlo, pues más bien son “derechos para humanos”. La tarea a continuación es de descolonización para hallar propuestas pluriversales y transmodernas de derechos humanos.

 
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A ORIGINALIDADE DO PENSAMENTO LATINO-AMERICANO EM JOSÉ CARLOS MARIÁTEGUI, MANOEL BOMFIM, RAÚL PREBISCH E CELSO FURTADO (#7684)
Wilson Vieira 1;
Leila de Almeida Barbosa 1
1 - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Abstract:
O objeto deste trabalho é a análise da originalidade das reflexões de José Carlos Mariátegui, Manoel Bomfim, Raúl Prebisch e Celso Furtado para pensar a América Latina. Os objetivos são: i) apresentar a originalidade de cada um dos autores nas suas reflexões sobre a América Latina; ii) mostrar que a reflexão desses teóricos faz parte de um pensamento fundador latino-americano e autóctone, original, não se constituindo, portanto, numa cópia ou numa mera transposição de teorias elaboradas nos países centrais. A. hipótese de trabalho é a de que esses teóricos fazem parte do grupo de pensadores latino-americanos que fundam um pensamento original, autóctone, para pensar os problemas e suas possíveis soluções a fim de se concretizar o processo de construção das nações da América Latina. A metodologia de análise se constitui na comparação dos pensamentos de José Carlos Mariátegui (1884-1930), o qual a partir das obras de Marx e Engels propõe uma interpretação voltada para a realidade latino-americana, visando alcançar o socialismo, porém, indo-americano – não como cópia de um modelo europeu, tendo interlocutores como Manuel Gonzalez Prada, Francisco Garcia Calderón, Waldo Frank, Víctor Haya de la Torre, Sorel, Gramsci, César Falcón, entre outros. Entendia que o “atraso” atribuído aos povos americanos (latinos), social e econômico, podia ser explicado pelo processo de dominação e exploração aos quais foram submetidos; Manoel Bomfim (1868-1932), que influenciado por Marx (de onde adota o seu método de análise), Proudhon, Bakunin e Kropotkin, reflete sobre os problemas do atraso e da desqualificação da América Latina e do Brasil em particular, refutando os argumentos do racismo científico adotado por Silvio Romero, Nina Rodrigues e Euclides da Cunha (por sua vez baseados em Gobineau, Quatrefages, Agassiz, Broca), isto é, de que a miscigenação racial explica tais problemas, defendendo, por outro lado, que o diagnóstico verdadeiro encontra-se no “parasitismo social”, inicialmente dos colonizadores e posteriormente das elites internas, e que a solução passaria pela educação e orientação adequada dos sujeitos que constituiriam a nação brasileira, em particular, e de modo geral, os povos latino-americanos; Celso Furtado (1920-2004) e Raúl Prebisch (1901-1986), que refletem sobre o subdesenvolvimento latino-americano a partir da perspectiva da própria América Latina, contrapondo-se às reflexões produzidas nos países desenvolvidos (tais como as de Rostow, Ragnar Nurkse, Millikan e Blackmer, por exemplo), e dentro de uma perspectiva modernista, isto é, na qual a nação é construída dentro dos marcos da Revolução Francesa e da Revolução Industrial, mas que não são meros transplantes, mas sim realizadas a partir da realidade da América Latina, de uma maneira original.