14:00 - 16:00 Presentación de PONENCIAS
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
A Expansão e Manutenção de Áreas Coloniais: o México no Processo de Integração Física Mesoamericana (#6517)
de Sá Barreto Barros Mateus 11 - Faculdade de Tecnologia (FATEC) Cruzeiro.
Abstract:
Este trabalho constitui uma análise focada nas ações do Estado frente aos povos originários/camponeses e à sociedade mexicana como um todo, devido à redefinição do processo de colonização no sul-sudeste do México, região com maior concentração dos povos originários/camponeses. O ano de 2014 foi, para os mexicanos, de grandes mudanças, pelo advento das reformas na constituição empreendidas pelo governo de Enrique Peña Nieto, as “Reformas Estruturais”. Em 2016, o presidente mexicano já havia efetivado onze reformas. O que chamou mais atenção foi o fato de a população mexicana, de modo geral, pesquisadores e estudantes, mais especificamente, espantarem-se com a insistência na Integração Física, haja vista acreditarem que tal projeto havia sido interrompido pelo grande número de protestos e a crise de 2008/2010. A mídia, antes interessada, não mencionava nada a respeito, mas o processo de integração continuava a todo vapor. A análise documental do projeto de Integração Física Regional e seus desdobramentos atuais configura-se como o objetivo maior do presente trabalho. Outrossim, dedicou-se à análise do projeto de Integração Física Regional, prioritariamente, a participação do México, a sua liderança frente ao Plan Puebla Panamá (Proyecto Integración y Desarrollo Mesoamérica), as consequências para a sociedade. O intuito é situar o Plano, por isso, fez-se um levantamento histórico, além de analisar o Capítulo México, Documento Base e abordar a organização indígena e campesina, as lutas empreendidas contra o Plano e a íntima conexão existente entre as relações internacionais e as dinâmicas internas da sociedade mexicana.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Economia solidária e desenvolvimento sustentável: alternativa para geração de emprego e renda
(#0563)
Wéllia Pimentel Santos
1;
Wellington De Oliveira 11 - UFVJM.
Abstract:
Resumo: O mero crescimento econômico de um país nem sempre é garantia de que haverá desenvolvimento para todos. Para que isso ocorra faz-se necessária a adoção de políticas capazes de fortalecer a redistribuição de renda e a democratização das oportunidades. A economia solidária vem se tornando um importante elemento no que subjaz a esse processo de desenvolvimento qualificado. É por meio dela que podemos pensar num modo díspar de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para vivermos. Nos últimos anos, este modelo vem se apresentando como uma alternativa inovadora de geração de emprego e renda por meio da inclusão social. Destarte, a proposta deste artigo será pautar-se na econômica solidária como alternativa para geração de emprego e renda partindo-se dos pressupostos do desenvolvimento sustentável como mudança qualitativa dos processos econômicos vigentes. Para tanto, a metodologia aplicada ao trabalho se ateve a um estudo exploratório, do tipo revisão bibliográfico, que se respaldaram em literaturas científicas, trabalhos acadêmicos referenciados que tentam responder a tais reflexões, sendo que os resultados obtidos responderam satisfatoriamente à proposta da pesquisa em foco. Palavras-chave: Economia. Sustentabilidade. Cooperativas.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Por una geopolítica suramericana periférica, de la emancipación y de la integración (#1342)
Bernardo Salgado Rodrigues 11 - UFRJ.
Abstract:
La Geopolítica, como saber estratégico, no es general y universal, aplicable a cualquier Estado nacional. Las geopolíticas son, en este sentido, específicas y relativas, es decir, “cada estudo é o estudo de um autor de uma determinada nação ou país" (COSTA, 1992, p.13-14), que produce una geopolítica marcada por su contexto político, territorial e histórico. Por lo tanto, hay numerosas geopolíticas tras los diversos proyectos estatales en disputa en condiciones geográficas únicas, "que, por exemplo, no caso de potências terrestres e potências navais, são fundamentalmente distintas." (TOSTA, 1984, p.28) En nuestra opinión, la geopolítica es el estudio dinámico de la influencia de los factores geográficos en el desarrollo de los Estados con el fin de orientar sus políticas internas y externas. Por lo tanto, la geopolítica debe utilizarse como un método para estudiar y aplicar la política desde factores geográficos tales como la posición, espacio, relieve, clima, topografía y recursos. La hipótesis central es que hay una geopolítica del imperialismo cuyo proyecto tiene por objetivo, en la expansión del poder de las fuerzas políticas y económicas, dictar y definir la dirección geopolítica y geoeconómica de los países menos desarrollados, identificado en tres oleadas: 1 - Garantía de gobiernos liberales; 2 - proyectos de desestabilización política y económica; 3 - uso coercitivo de la fuerza por la guerra. De esta manera una geopolítica suramericana autónoma, con un proyecto estratégico, no sólo busca la emancipación de la dependencia estructural, sino también redefinir el conocimiento geopolítico y superar su vinculación con el imperialismo y el fascismo (CHIAVENATO, 1987), a favor de los países de Suramérica. Si bien, este artículo busca sistematizar una geopolítica periférica, de la emancipación y de la integración tras una metodología realista de la economía política internacional, para analizar sus primeros formuladores, corrientes de pensamiento y de las oportunidades de desarrollo en las políticas públicas y en el mundo académico. Con el estudio de caso de América del Sur, posee un carácter contrahegemônico que propone el mapeo de los proyectos imperialistas en la región en la búsqueda de su superación metodológica y práctica. Por otra parte, se teoriza la geopolítica suramericana como una orientación cooperativa y unificadora en la forma de la integración y en la práctica de la política exterior, desde una postura crítica que busca analizar los intereses de los Estados nacionales de América del Sur y promover su desarrollo a través una geoestrategia consistente con los retos actuales, que se chocan con los intereses geopolíticos imperialistas, y, por lo tanto, tienen una característica de ruptura de la dependencia y promoción de la soberanía regional. Pronto, se declara una geopolítica de la integración hacia una integración geopolítica, abriendo perspectivas para el cambio de la condición dependiente y periférica de América del Sur.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Desafios da Integração em países dependentes: a possibilidade de outros caminhos (#3717)
Andreia Nascimento Bomfim 1;
Maria Teresa Franco Ribeiro
11 - Universidade Federal da Bahia.
Abstract:
Este trabalho se insere em uma linha de pesquisa sobre o processo de integração da América Latina, relativamente recente, que privilegiou a perspectiva econômica olvidando as singularidades de cada país e a riqueza cultural de seus povos. Duas perspectivas teóricas nos iluminam, a Economia Política e a Geopolítica, mais especificamente a teoria do Sistema-Mundo, a teoria da dependência e as contribuições que trazem o conceito e categoria território como central em suas teorizações, sob a perspectiva da Geografia Crítica. Para compreendermos a complexidade e o desafio da integração em países com estruturas produtivas dependentes, selecionamos três países, Brasil, Argentina e Chile para realizarmos um estudo comparativo das estruturas produtivas, endividamento, e aporte de capital externo. Pretendemos assim, conhecer as estruturas produtivas dos respectivos países para desta maneira compreender os diferentes graus e formas de dependência de suas economias e suas respectivas formas de inserção na divisão internacional do trabalho. A produção do espaço capitalista é conflituosa, devido ao antagonismo de classe que carrega em sua essência e que condiciona e é condicionada por diferentes territórios, no caso, pelas especificidades das economias subdesenvolvidas. Entendemos que o processo de integração como tem se dado hegemonicamente é uma expressão do processo de expansão e produção do espaço capitalista, movido, fundamentalmente pelo capital financeiro. Assim, procuramos compreender a natureza dos projetos de integração que tem se dado na América Latina e quem são os sujeitos que têm se beneficiado desta lógica de integração. Sabemos que a produção do espaço envolve interesses antagônicos, inconciliáveis. Pois antes de tudo são disputas de projetos de mundo, distintos, opostos; assim, no palco da cotidianidade o espaço-tempo torna-se uma arena de luta entre capital-trabalho, entre os povos tradicionais e originários e a Modernidade capitalista e seu projeto homogeneizante. Grande parte dos investimentos realizados nos países da periferia são de origem externa e orientados pelos interesses do grande capital. Muitos desses investimentos se dirigem para regiões de fronteira viabilizando a exportação de produtos primários em áreas ocupadas por produtores locais com lógicas de produção e vida específicas de origem milenares, gerando conflitos socioambientais ou socioespaciais. E é dentro desta lógica em que se reforça o grau de dependência e a posição de agroexportador que tem se orientado hegemonicamente os processos de integração na América Latina. Com vistas aos resultados trágicos para os povos latino-americanos desta lógica perversa de integração regional, apontamos para a importância de se pensar uma outra integração. Uma integração que estimule a solidariedade entre os povos, a partir de suas culturas, suas experiências de vida que têm valorizado e cuidado da conservação da Mãe Terra, valorizado o respeito às alteridades e à partilha entre os povos. Condições necessárias de existência da vida humana na Terra, que o capital em sua perversidade nega. Faz-se necessário pensar a construção de caminhos alternativos dialogando com os diversos saberes científicos e conhecimentos tradicionais e populares, numa riquíssima ecologia dos saberes valorizando o ser social em todas as suas potencialidades, em detrimento do capital.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Sistema contextual de medición y monitoreo del desarrollo humano: Una alternativa al IDH (#4304)
Julián Mauricio Cruz 1; Ana Eloísa Gómez
21 - Universidad Externado de Colombia. 2 - Universidad de Los Andes.
Abstract:
El IDH (Índice de Desarrollo Humano) es un indicador usado por el PNUD (Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo) con el fin de determinar el nivel de desarrollo de los distintos países del mundo. Para esto abarca tres componentes: economía, mediante PIB per cápita; calidad de vida, mediante esperanza de vida al nacer; y educación, mediante escolaridad. Asignando valores más altos a países con mayores niveles de desarrollo, 0 es el valor más bajo y 1 el valor más alto, el PNUD, mediante el IDH, clasifica los países en tres grandes grupos:• Países con alto desarrollo humano cuando tienen un IDH mayor de 0,80.• Países con medio desarrollo humano cuando tienen un IDH entre 0,50 y 0,80• Países con bajo desarrollo humano cuando tienen un IDH menor de 0,50.Sin embargo, al ser un proceso social dinámico y contextual, el concepto de desarrollo humano, y el de desarrollo en sí mismo, trascienden lo reflejado en el IDH o cualquier otro índice sobre desarrollo humano. Si bien los índices son valores numéricos que cuantifican alguna característica cuya medición se dificulta y, a diferencia de un indicador, su interpretación es absolutamente contextual, en últimas, proporciona referencias cuantitativas de las carencias de los países y de las brechas existentes con respecto a posibles metas y monitorea la eficacia (o no) de las políticas nacionales.Las políticas respecto a datos abiertos del PNUD permiten acceder a la base de datos usada para calcular el IDH. Al trabajar con estos mismos datos es posible proponer un sistema contextual de medición y monitoreo del desarrollo humano que ubica países con estados de desarrollo similares sin asignar valores cuantitativos a mayor o menor nivel de desarrollo. Esto contribuye a la deconstrucción de la idea de mejores y peores países, abre las puertas a nuevos abordajes sobre el desarrollo mismo y permite a los organismos gubernamentales de cada país obtener un panorama del desarrollo humano a nivel mundial contextualizado, que muestra países con estados de desarrollo similares al propio.La metodología consiste en partir de los datos que publica el PNUD, estandarizar los indicadores que componen el IDH, y a partir de esto crear una matriz de distancias entre países. La visualización se realiza mediante la generación automática de mapas en una aplicación web realizada en el framework Shiny de R. Como producto del estudio se obtiene un portal web interactivo donde es posible consultar, para cada país, los países con estados de desarrollo similares. Aprovechando de una manera nueva la información contenida en los indicadores y facilitando el trabajo conjunto de países con problemáticas parecidas.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Perspectivas críticas/alternativas al desarrollo hegemónico |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Procesos de integración en América Latina en el siglo XXI: notas desde una mirada crítica (#4393)
Daniela Guerra Basedas 1;
Mariana Aparicio Ramírez
21 - Relaciones Internacionales, Facultad de Derecho, Universidad de la República. 2 - Centro de Relaciones Internacionales, FCPyS-UNAM.
Abstract:
La ponencia analiza, desde una mirada crítica, el periodo denominado “Giro a la Izquierda” de los gobiernos latinoamericanos (2000-2015). Se propone un análisis comparado de los casos de Argentina, Brasil, Uruguay, Paraguay y Chile, de los gobiernos identificados bajo esa denominación que asumieron el gobierno en reemplazo de los gobiernos del Consenso de Washington. En particular, se propone el discutir las agendas comunes y de los proyectos de integración regional que se hacen presentes en las agendas de política exterior de socios comerciales que por momentos se vieron como potenciales socios estratégicos para trascender lo comercial, a partir de encuentros y desencuentros entre ellos mismos. En el marco de las transformaciones ocurridas en el mundo en general, y en la región latinoamericana en particular, se tiene la oportunidad de analizar los nuevos esquemas y propuestas, que re significarán los objetivos de las propuestas anteriores y la revisión de alianzas en curso. Es así que este trabajo, intentará compartir los resultados de la sistematización de información relevante y pertinente para aportar una mirada crítica de los hitos recientes de la historia latinoamericana, en un contexto en el que la región debe re pensarse en tanto a su modelo de desarrollo y sus estrategias de inserción internacional y regional. Para ello se combinarán un enfoque interdisciplinario y relevamiento de datos para construir este aporte.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Zonas económicas especiales en México. Un análisis desde la geopolítica crítica (#0167)
Gladys Karina Sanchez Juarez11 - IISUABJO.
Abstract:
El surgimiento de las zonas económicas especiales, es parte de un modelo de desarrollo que se basa fundamentalmente en el crecimiento económico de una región, con el objetivo de impulsar las potencialidades económico-productivas de algunas regiones. En este sentido, China es el país que tiene más experiencia en la definición de zonas especiales, puesto que fueron los pioneros con estas políticas económicas; sin embargo, es de tomar en cuenta que su experiencia la fueron adaptando a las condiciones reales de sus localidades, por tanto, es arriesgado copiar un modelo como este, porque a pesar de que algunas experiencias de China son exitosas, también es cierto que no toda la población se ha beneficiado tal como expresaba el discurso, ya que sólo algunos actores sociales encontraron beneficios concretos, por ejemplo, los líderes locales y las grandes empresas internacionales que aumentaron sus márgenes de rentabilidad al contar con flexibilidad en reglas fiscales, ambientales y sociales. Por lo anterior, partimos de que la imposición de zonas económicas especiales en México es un gran riesgo de conflictos si no toma en cuenta a la población local, esta iniciativa ya está presentando tensiones locales por los requerimientos de terreno para que se posicionen algunas empresas e instituciones y es un elemento que no es fácil obtener sino se negocia con la población local. Con estas características consideramos que la perspectiva de análisis de la geopolítica crítica nos permite argumentar que las zonas económicas especiales no necesariamente cumplirán objetivos de desarrollo social, si pueden atraer inversión extranjera con reglas de alta flexibilidad encaminadas a asegurar las elevadas tasas de renta.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Integración espacial de maíz en los municipios del Estado de Mato Grosso: un análisis de cointegración (#1458)
Felipe José Gurgel Do Amaral 1; Andréia Barbosa Da Silva
1;
Myriam Mercedes Cala Amaya
21 - UFMT. 2 - USTA - UFMT.
Abstract:
El trabajo procura examinar la transmisión y la formación de precios de maíz entre los municipios mato-grossenses durante el periodo del04de enero de 2012 hasta el 11 de noviembre de 2016; para ello se utiliza el Teste de Cointegración de Johansen, modelo vectorial de corrección de errores, descomposición de la varianza y la función de estímulo – respuesta. Se concluye que el mercado del maíz en Mato Grosso es integrado, aunque la Ley de Pecio Único no es válida en el largo plazo. Además, se concluye que los mercados centrales están en los municipios de Campo Verde y Canarana, ya que estos fueron identificados como variables exógenas, a raíz de los resultados de la descomposición de la varianza. Finalmente, se evidencia que después de un cambio no previsto en los precios de Campo Verde, los precios de Canarana, Diamantino, Nova Mutum, Sapezal y Sorriso, crecen hasta el segundo día, disminuyendo un poco luego del tercer día y estabilizándose a partir del quinto día del mes
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Modelo de desarrollo economico sustentable en base a las Pymes, en la región de Guaymas, Sonora, México, una propuesta (#3034)
Luis Fernando Olachea Parra 1; Blanca Delia González Tirado
1; Juan Josué Morales Cervantes
1; Martha Beatriz González Castro
21 - Instituto Tecnológico de Sonora. 2 - Instituto Tecnológico de Son ora.
Abstract:
Debido a un entorno cada vez más competitivo, dinámico y cambiante, las reglas de juego del mercado, donde se desarrollan las Pequeñas y Medianas Empresas (PYMES), van evolucionando y modificándose continuamente. Por este motivo estas empresas se ven en la necesidad de ir avanzando paralelamente y adoptando innovaciones y estructuras acordes con los cambios en su contexto. Esta necesidad implica un replanteo sobre cómo hacer las cosas, lo que las lleva al desarrollo de nuevas tecnologías, nuevos procesos de producción, nuevas alianzas, planes de marketing, de distribución, de expansión geográfica. En ese sentido se destaca la importancia de las PYMES como medio para el desarrollo sustentable. Dentro del marco de las economías emergentes de los países en vía de desarrollo, las Pymes se han constituido en uno de sus más sólidos y concluyentes pilares, todo ello debido a su vital contribución en la motorización del aparato económico-productivo de estas economías. Sin embargo, a nuestro juicio, el impacto de estas (PYMES dentro de las economías emergentes, como la de nuestro país, pudiera ser mucho más profunda y con mayor desarrollo, hasta el punto de lograr convertirlas en el bastión de nuestra economía. La intención de este proyecto es contribuir al impulso del desarrollo a través de la sustentabilidad de la PYMES en la región de Guaymas, Sonora, México. El objetivo general es: analizar la Universidad y su vinculación con el Sector Productivo y el desarrollo económico sustentable a través de las PYMES de la región, a través de un modelo propuesto. Para el modelo que se utilizará, se ha basado en diferentes literatura y base de datos sobre el tema, así como el modelo de incubación de negocios utilizado por el Instituto Tecnológico de Sonora (ITSON), con lo cual se tratará de dar respuesta al objetivo general y a su vez cumplir con una de sus funciones primordiales, que es la de generar desarrollo regional a través de sus egresados e investigaciones, obvio, esto no se puede cumplir si no se hacen alianzas con empresarios y gobierno municipal. Este estudio señala la importancia de generar espacios para impulsar desde la universidad, el desarrollo de las PYMES en la Región de Guaymas. Con él se pretende estimular a los estudiantes para que incluyan en sus prácticas académicas y/o trabajos de grado el estudio y desarrollo de las líneas de investigación de este importante sector económico y dar a conocer sus avances ó necesidades, y de esta manera aportar a su desarrollo. Temas como la cultura exportadora, Innovación, Gestión Tecnológica, asociatividad, pensamiento estratégico, liderazgo empresarial, aglomeraciones empresariales, cadenas de cooperación, emprendurismo y el mercadeo, se constituyen en conceptos importantes para desarrollar y contribuir con el desarrollo de este tipo de empresas. Palabras claves: Desarrollo sustentable, Innovación, Alianzas, cadenas de valor.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Estratégia de mercado de uma empresa do setor de autopeças no município de Sinop – MT no período de 2010 a 2013 (#4037)
Deize C. De Oliveira Deize
1;
Damaris Bento O. De Oliveira Damaris 2; Teles Junior Ferreira Nogueira Teles
11 - Universidade do Estado de Mato Grosso. 2 - Universidade Federal de Viçosa.
Abstract:
O estudo aborda-se as estratégias adotadas por uma empresa no município de Sinop – MT, em virtude de uma grande empresa do ramo mudar o cenário do setor de autopeças, impondo às empresas menores a adotarem medidas para competir e continuar concorrendo no mercado local. O objetivo do estudo é demonstrar as vantagens e desvantagens da empresa do setor de autopeças, em associar-se ou não a uma grande rede atacadista, avaliando a concorrência entre as empresas neste oligopolizado ramo da cidade de Sinop – MT. A metodologia utilizada foi inicialmente uma análise descritiva e posteriormente uma análise com base na teoria dos jogos. A teoria dos jogos é um método ou modelo onde aborda de forma racional, os processos de tomada de decisões entre os agentes e em estratégias empresariais, é um instrumento indispensável para estudar as relações sociais, pois ajuda a entender teoricamente o processo de decisão. A coleta de dados foi realizada através de um instrumento elaborado de forma estruturada. Esse instrumento utilizou uma escala, composta de indicadores que mostram a situação das empresas que permitem a mensuração das relações de cooperação entre os concorrentes, será feita uma analise mercadológica do setor de autopeças em Sinop-MT, no qual irá ordenar os jogos entre eles o principal: a teoria dos jogos e o aplicado será o de jogos sequenciais, onde a empresa líder estrategicamente toma a decisão de ser uma rede no ramo de autopeças, a empresa B em desvantagem, analisa a situação, e em seguida sua estratégia já está pré-determinda, a seguir a jogada da líder. Os resultados mostram que a empresa líder, dominando o mercado por possuir compras em grande escala obteve menores custos devido ser uma rede e beneficiando-se cada vez mais, por fim a empresa B, analisando a estratégia da líder adotou a mesma estratégia com referencia na teoria dos jogos sequenciais, tornando-se mais competitiva e beneficiando também o mercado de autopeças por impedir que uma empresa de grande porte dominasse por completo a região. No entanto, ouve mudança significativa no município pesquisado e para a grande empresa do setor não houve mudanças significativas, visto que, o faturamento não sofreu quedas bruscas, mas também não houve aumentos permanecendo estáveis confirmando a hipótese norteadora da pesquisa. O estudo demonstrou a relação de crescimento da empresa analisada de autopeças após a adesão a rede atacadista, saindo na frente das outras empresas ao qual não aderiram à fusão. Para a conclusão desta pesquisa foi relevante informações adicionais que tornaram possíveis abordar um assunto tão importante do ponto de vista econômico. Como mostra o resultado da pesquisa, empresários que não tiveram percepção da crise e não atentaram para as mudanças do mercado estão reduzindo o faturamento de suas empresas e até em alguns casos o fechamento das mesmas, pois o setor exige reestruturação, inovação e empenho na compra e revenda das peças.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
El desarrollo petrolero o la nueva vorágine de la ciudad llanera, el caso de Yopal-Casanare (#5380)
Tatiana Godoy 1; Catalina Mora
2; Laura Peña
21 - SEPLA, CEALDES. 2 - SEPLA.
Abstract:
El objetivo de este trabajo es analizar la forma en qué se ha pensado y construido la ciudad de Yopal, capital de Casanare y ubicada en los llanos orientales colombianos, a la luz de la economía petrolera que inicia su explotación a finales de los años 80 para llegar a la bonanza en los 90 y que ha sido el factor determinante de su poblamiento y transformación hasta hoy. Como en muchos otros casos en Latinoamérica, la explotación petrolera movilizó el desarrollo de lo que era un pequeño poblado mayormente rural que adquirió a ritmo vertiginoso dinámicas de ciudad, transformando el paisaje y la vida cotidiana en poco tiempo, fortaleciendo la dependencia y creando una economía ficticia que pende del hilo del mercado. La construcción del espacio y las maneras de habitarlo se han acomodado al carácter efímero de la bonanza, construyendo una ciudad provisional que evidencia un amplio renglón de desigualdad entre quienes están transitoriamente y quienes llegan para quedarse. Tras la reciente crisis petrolera, la ciudad llanera enfrenta enormes desafíos pues el tiempo de la abundancia se empezó a desvanecer tan rápido como llegó. El trabajo, por un lado, hace una revisión de los planes de desarrollo de la ciudad a partir de 1990, año de creación del Departamento de Casanare, rastreando de esta manera las ideas de ciudad que se planeaban institucionalmente para luego comparar críticamente su desarrollo con los procesos reales de transformación y crecimiento que se fueron dando en las últimas dos décadas en la ciudad petrolera. Paralelo a esta revisión, se tendrá como eje la compilación y análisis de fotografías registradas en estos documentos como parte de un lenguaje institucional que habla de una ciudad planeada, de una ciudad pensada que solo toma forma en las vivencias de sus habitantes y la forma como estos se apropian y transforman el espacio. Por ello, el trabajo está soportado en el análisis de fotografías tomadas por los habitantes de la ciudad en una labor de recopilación de imágenes liderada por el museo departamental Casa Ocho de Julio como resultado de un proceso de recuperación del patrimonio visual de la ciudad y de la región. De esta forma, la imagen se comporta como testimonio que documenta las transformaciones no solo del espacio sino también de la vida cotidiana vistas desde el ojo del ciudadano como método para reconocer y reconstruir conjuntamente los cambios en el tiempo del espacio que habitan.
25. Integración Regional, Geopolítica y Desarrollo | Procesos en territorios subnacionales |
Tuesday 05/12 | 14:00 - 16:00 | Ciencias Sociales | L1 |
Globalización industrial en Aguascalientes, México (#5876)
Fernando Padilla Lozano 1; Pablo Gutiérrez Castorena
21 - Universidad Autónoma de Aguascalientes,. 2 - Universidad Autónoma de Aguascalientes.
Abstract:
Como resultado de las condiciones que impone el proceso de globalización, las empresas multinacionales emprendieron una reestructuración productiva, con estrategias que les permitieron insertarse en el nuevo orden económico. En este contexto, el estado de Aguascalientes, en el centro de México, se ve favorecido de acuerdo a ventajas naturales como la posición geográfica que permiten actuar como centro estratégico de acceso hacia los principales mercados del país y los Estados Unidos. Hacia la década de los ochenta, se instala una estructura industrial, social y de servicios que fueron atrayendo empresas tanto locales como extranjeras, principalmente de capital japonés iniciándose así el proceso reciente de industrialización en escala regional, pero actuando como nodo Aguascalientes en el entorno nacional. A partir de 1980, se acentuó el cambio estructural de la economía en Aguascalientes, con la llegada de grandes empresas transnacionales que vinieron a dar otra fisonomía al desarrollo industrial de la entidad, las principales ramas productivas que integraron a Aguascalientes en la economía mundial, son respaldadas por una racionalidad instrumental como la automotriz, electrónica, agroindustrial y metalmecánica. Es importante señalar, que en nuestro estado no hubo un periodo de transición, o bien fue relativamente breve, es decir, se ingresó de lleno en la economía global, por esa razón, se ha vuelto un territorio relevante en el entorno mundial, mantiene una participación pequeña, pero creciente en el comercio internacional de productos manufacturados mediante un sistema regional interconectado por empresas con una misma lógica del mercado hacia el cual producen, es decir, un mercado cuyo evidente crecimiento está asociado con el boom del sector automotriz. Por esa misma razón, Aguascalientes se ha convertido en punto de referencia global de la industria automotriz, este sector influye y es importante porque representa el 30% del PIB estatal y la producción de 1.3 millones de unidades anuales lo posicionan progresivamente como el primer productor de autos en México, con lo que se consolida el impulso del crecimiento económico por encima del promedio nacional, con lo que, a pesar de su minúsculo tamaño se posiciona como polo de desarrollo pues exportará cerca del 20% de la producción automotriz, pues Nissan representa 78% del comercio internacional de Aguascalientes.