08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
01. Ciencia, Tecnologías e Innovación | Mesa 7: Políticas de C&T, sistemas de produção e gestão de conhecimento e indicadores |
Friday 08/12 | 08:00 - 10:00 | Ciencias Sociales | D1 |
Fabricação digital: o desenvolvimento social moldado pelas novas ferramentas de produção (#7873)
Maria Eloisa de Jesus Conceição 11 - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio.
Abstract:
Tudo ao mesmo tempo e agora. Assiste um vídeo. Aprende como se faz. Projeta virtualmente. Materializa. Basta um clique, a criação é compartilhada e espalha-se vertiginosamente. A era tecnológica e os fenômenos sociais relacionados à internet têm influenciado as relações de produção e consumo de artefatos. A condição imaterial das mídias digitais tem favorecido a prática de encontrar novas formas de fazer as mesmas coisas. A sociedade vive oscilando na rede, balançando-se como que numa rede de deitar, para um lado e para o outro. Entrelaçada como os fios nas redes de pesca. Redes neurais. Redes sociais. Geração conectada, compartilhando ideias, softwares e arquivos, mudando profundamente sua visão e sua experiência do mundo, de si mesmo e dos outros. O filósofo McLuhan no século passado já traçava teorias sobre as implicações da singularidade do comportamento do indivíduo imerso nessa complexa rede de comunicações. A unidade entre a internet e a prática de compartilhamento de conteúdo tem desconstruído os padrões obsoletos dos antigos modos de produção alterando a maneira de funcionar das empresas, seus objetivos, suas formas de produzir, seus métodos e seus protagonistas. É o que o pesquisador Ricardo Abramovay intitula de economia híbrida do século XXI. Ações que mudam profundamente a face atual da indústria, uma base ampla, universal e em grande parte anônima. Dentre as novas tecnologias digitais de produção, a impressão 3D representa uma das pontas mais visíveis de toda essa onda que impulsiona a autonomia nos processos de fabricação. A propagação do uso da manufatura aditiva, termo técnico para a impressão 3D, está ligada ao Maker Movement, representado pelas pessoas que querem, precisam ou gostam de construir suas próprias coisas em espaços de experimentação voltados para estimular e pôr em prática ideias inovadoras. As estratégias são variadas e o mais interessante é a integração de múltiplas áreas de conhecimento através de diferentes ações colaborativas de criação e aprendizagem envolvendo o compartilhamento de saberes. Pensador influente do mundo digital, Chris Anderson diz que o mundo não muda por causa da tecnologia, mas pelas pessoas que a utilizam. De fato, quando novas tecnologias se espalham, elas tendem a chegar às mãos de pessoas comuns e promover uma explosão de criatividade. Se algo poderoso como a manufatura aditiva é democratizado, propicia a fabricação de bens materiais que antes só poderiam ser oferecidos de maneira eficiente a partir de uma estrutura hierarquizada e centralizada. O individualismo fragmentado não tem mais espaço. Seríamos nós a representação da “Aldeia Global” de McLuhan? O simples motivo de haver uma forma de saber o que ocorre em outras partes do mundo pode levar pessoas de lugares diferentes a se unirem e trocarem experiências diversas a partir de misturas singulares.
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Innovación y escalamiento en la pequeña empresa como vía para el desarrollo endógeno.
Una hipótesis sobre el caso mexicano. (#8029)
Oscar F. Contreras 11 - El Colegio de la Frontera Norte.
Abstract:
El Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN) aceleró el proceso de integración económica entre México y Estados Unidos, que venía desarrollándose con anterioridad mediante esquemas de producción compartida (como las maquiladoras) y el comercio intrafirma. A partir del TLCAN México asumió un nuevo protagonismo como nodo manufacturero en cadenas globales de valor (CGV) comandadas por empresas multinacionales (EMN). La creciente relevancia económica de las EMN en el país dio lugar a un amplio debate acerca de las ventajas y desventajas de la integración. Por una parte, varios estudios mostraron que la operación en México de EMN de alta tecnología permitió la transferencia de capacidades gerenciales y manufactureras hacia las empresas locales, así como diversas derramas tecnológicas y de conocimiento hacia la economía nacional. Otros en cambio sostienen que el efecto de derrama es marginal y que no tiene efectos claros en el desempeño macroeconómico nacional, además de que el control de los mercados por un limitado número de multinacionales crea barreras infranqueables a las pequeñas y medianas empresas (Pymes) para participar en las cadenas globales de valor. Las evidencias sobre el rezago tecnológico y empresarial de las Pymes, así como sobre sus dificultades para acceder a las redes de proveedores de las EMN, son abrumadoras. Sin embargo en los últimos años se han documentado numerosos casos de pequeñas empresas locales intensivas en conocimiento que se han integrado exitosamente, mediante procesos de aprendizaje interactivo y acumulación de capacidades tecnológicas. En el marco del nuevo proteccionismo estadounidense, sin embargo, la continuidad y consolidación de esos procesos parece amenazada. Este trabajo se basa en un estudio empírico diseñado con el objetivo de identificar y analizar los mecanismos de incorporación y escalamiento (upgrading) de empresas Pyme mexicanas en segmentos de alto valor agregado en cadenas globales de valor. El trabajo presenta, en primer lugar, un breve recuento de la literatura sobre derramas tecnológicas y de productividad, seguido de una descripción de la metodología utilizada en el estudio, y finalmente los principales hallazgos y conclusiones. La principal contribución del e trabajo es la identificación y caracterización de dos patrones diferenciados para la inserción y escalamiento de Pymes intensivas en conocimiento en las CGV. Uno de ellos es resultado de la derrama tecnológica de las EMN y del aprendizaje interactivo de las Pymes con las EMN, y el otro es resultado de la maduración de algunos Sistemas Regionales de Innovación en México, que han creado los entornos adecuados para el surgimiento de una nueva generación de empresas endógenas, intensivas en conocimiento y con capacidades para integrarse en cadenas globales de valor.
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Governanca Corporativa em Cooperativas de Créditos: Uma descricao das principais práticas utilizadas na gestão das Cooperativas. (#8107)
Alisson Renan Scheidt Alisson 1;
Monica Aparecida Bortolotti Monica
1; Edson Luis Kuzma Edson
1; Tiago Eloy da Luz Tiago
11 - Universidade Estadual do Centro Oeste.
Abstract:
As cooperativas de créditos atuam no Brasil desde 1902, e estão inseridas no ambiente econômico financeiro, com fundamental importância para a sociedade brasileira, na medida em que promovem a aplicação de recursos privados e públicos, assumindo assim os riscos em favor da própria comunidade em que atuam. Dessa forma, boas práticas de governança corporativa convertem princípios básicos em recomendações objetivas, capazes de alinhar interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor econômico a longo prazo de uma organização, contribuindo com a qualidade da gestão. Neste sentido, a presente pesquisa foi realizada com o objetivo estabelecido em verificar quais são as principais práticas de governança corporativa utilizadas nas cooperativas de créditos. Com relação aos objetivos, trata-se de uma pesquisa descritiva, pois pretende analisar as informações semelhantes que são divulgadas pela cartilha de governança corporativa em cooperativas de créditos. Quanto aos procedimentos, esta pesquisa caracteriza-se como bibliográfica por estar fundamentada em publicações já realizadas e, documental por se utilizar de documentos acerca ta temática pretendida, também por embasar-se em leis e decretos. Em sua abordagem do problema, a pesquisa classifica-se como qualitativa, pois objetiva identificar as principais práticas de governança utilizadas. Ao analisar as principais práticas de governança corporativas utilizadas em cooperativas de créditos é possível identificar que tais instituicoes pertencem ao setor financeiro, e que esse segmento está exposto ao elevado risco sistêmico, esse fator exige que tais instituições devem estar norteadas por vários princípios de governança corporativa capazes de auxiliar positivamente o processo de gestão. Pois, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa a adoção de boas práticas de governança nessas instituições financeiras devem envolver mecanismos que venham a fortalecer suas estruturas e processos, de forma sistematicamente articulada, para articular e ampliar os fatores de segurança geral, reduzindo o risco das operações realizadas, elevando a eficiência institucional. Diante dos principais resultados encontrados, torna-se evidente que as cooperativas de créditos devem observar a política de governança corporativa que é aprovada pela assembléia geral, abordando os aspectos de representatividade, participação, direção estratégica, gestão executiva, fiscalização e controle, direcionando todos os processos para os princípios da transparência, equidade, ética, responsabilidade corporativa, resultando em uma correta prestação de contas.
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Innovación y Diseño para la estrategia de Crecimiento (#8112)
Jhonatan Romero Rebolledo 11 - Universidad Mayor.
Abstract:
Las principales fuentes para el desarrollo económico de Chile en las últimas décadas han sido conseguidas por medio de la explotación y comercialización de materias primas, principalmente a través del perfeccionamiento productivo minero. De esta manera, podemos establecer que el desarrollo nacional ha sido potenciado por una visión cortoplacista que no permite vislumbrar las necesidades y potencialidades de generar valor agregado en los productos para una comercialización eficiente. Teniendo en consideración la dinámica exportadora y el desarrollo comercial del país, junto a una limitada capacidad de desarrollo de productos con valor agregado, presenta desafíos mayores al momento de competir en mercados dinámicos insertos en un contexto de globalización. Al respecto, Peres (2005) propone que para potenciar los procesos de desarrollo en nuestra región es necesaria la práctica de políticas para la creación de nuevos sectores, o la modernización de sectores maduros “respetando las restricciones dadas por el tamaño, el grado de desarrollo y la estructura productiva de las distintas economías nacionales” (Peres, 2005, p.7). Así, la diversificación es determinante en el cierre de la brecha entre productividad y la tecnología, lo que permitiría mejores encadenamientos internos con incidencia en el valor agregado de los productos. Para hacer frente a las necesidades actuales presentes en mercados dinámicos y globalizados recién planteadas, la innovación se presenta como un medio válido y eficiente para alcanzar los logros productivos, generando valor agregado de los productos y permitiendo el salto de economías de micro escala a mayor escala, lo que repercutiría en un mayor desarrollo económico y productivo del país. Un elemento importante a la hora de hablar de innovación, y de presentarla como eje de potenciamiento de nuestras economías, es la necesidad de una “interacción basada en instituciones educativas, de investigación, empresariales, tecnológicas, y financieras” (Casalet, 2001, p.8). De esta manera, la innovación no sólo hace referencia a las organizaciones y a su capital humano y procesos productivos, sino que va más allá, planteando la necesidad de interconexión de procesos dinámicos y flexibles que integren el desarrollo de conocimiento del mercado y de sus productos.
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Dinâmicas de consolidação de empresas e programas de base científica e tecnológica no Brasil: normas legais e estrutura burocrática (#8245)
Adriano Premebida 1; Jalcione Almeida
1;
Felipe Vargas
11 - UFRGS.
Abstract:
O objetivo deste artigo é expor resultados de uma pesquisa sobre um programa de pesquisa em biotecnologia na Amazônia, localizado em Manaus/AM, e duas empresas do setor de circuitos integrados, localizadas em Porto Alegre/RS e São Leopoldo/RS com o intuito de analisar como normas legais e parte de uma burocracia que transita no sistema de ciência e tecnologia brasileiro pode ser, em alguns casos, mais que um dinamizador de pesquisas e geração de processos e produtos baseados em conhecimento científico, mas instrumentos administrativos e jurídicos limitadores de programas de pesquisas que requerem requisitos para se lidar com complexidade de toda sorte, concorrência e pesquisas com alto grau de dependência de insumos e equipamentos. A direção que se tomará é pensar que muitas vezes a formação, caracterização e possível consolidação de redes sociotécnicas não têm seus limites em pessoal qualificado (embora isso possa ser discutido em termos de cultura de pesquisa e arranjos disciplinares de alguns temas), recursos financeiros, estrutura material e parcerias locais, nacionais e internacionais, nos casos investigados. O que se propõe é que os elementos indicados podem ser comprometidos pela maneira como dinâmicas burocráticas e legais contraditórias ou pouco operacionais afetam fortemente a estabilidade de algumas redes de pesquisa e montagem de programas que, por demanda política, visam ter o status de estado da arte em seus objetivos científicos, como os casos estudados, programa de pesquisa voltada ao desenvolvimento de investigação na área biotecnológica, seja em fármacos, estudos bioquímicos, biologia molecular, fitoterápicos e serviços tecnológicos na área da bioindústria em geral e empresas (uma estatal e outra privada) com enfoques na área de circuitos integrados e semicondutores. Concentrando-se em cinco horizontes da pesquisa como mobilização do mundo, autonomização da pesquisa, encenação, alianças e laços e ligações (conteúdo da atividade científica), pretende-se demarcar sinteticamente e esquematicamente alguns fatores de constituição da produção científica e da criação da pertinência social das empresas e do programa de pesquisa. O conceito de mobilização do mundo é entendido como a maneira de dispor o conhecimento do mundo de forma legível e manipulável através de aparelhos, bancos de dados, entre outros. O conceito de aliança é voltado à análise de estratégias de alianças com setores “exteriores” ao campo científico: financiamento e comercialização de descobertas, por exemplo. A encenação é o processo de tornar público o fato científico e envolver os não especialistas na mobilização social requerida pela atividade científica, ou seja, como envolver os cidadãos e clientes a participar e verificar sua pertinência social. E é através do conteúdo da atividade científica que se ligam os outros quatro horizontes, pois são principalmente através de conceitos, teorias e ideias que as ações científicas tomam sentido, são legitimadas, discutidas e referendadas como artefatos técnicos e teorias explicativas do mundo, consolidando, ou não, os casos estudados como elos nas políticas de desenvolvimento regional/nacional em que estão inseridos.
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Actividades de inversión en ciencia, tecnología e innovación aplicadas por empresas del sector ferretero de Maracaibo-Venezuela para el desarrollo endógeno comunitario (#8327)
Aminta Isabel De La Hoz Suárez 1; Betty Auxiliadora De La Hoz Suárez
1; Yanine Coromoto Revilla Nava
11 - La Universidad del Zulia (LUZ).
Abstract:
En la República Bolivariana de Venezuela el sector empresarial privado aporta o invierte recursos financieros exigidos por la Ley de Ciencia Tecnología e Innovación, a efectos de coadyuvar en el desarrollo de proyectos organizados por el Ministerio de Ciencia y Tecnología con el propósito de asegurar el crecimiento sostenido de la sociedad mediante el desarrollo endógeno o sostenible de las comunidades, razón por la cual, el objetivo de la presente investigación es describir el desarrollo endógeno comunitario producto de la inversión en actividades de ciencia, tecnología e innovación aplicadas por empresas ferreteras del municipio Maracaibo. El estudio es de carácter descriptivo, de campo y documental, fundamentado en Mas (2007), Ochoa (2006) y los lineamientos establecidos en el Plan Nacional de Ciencia Tecnología e Innovación (2013) y en su Ley LOCTI (2014). Encontrándose que las empresas del sector ferretero del Municipio Maracaibo originan ingresos brutos acordes a la máxima calificación sustentada en la normativa, donde la decisión de aportar o invertir en la financiación de proyectos va en función de los lineamientos estipulados en la ley. Por otra parte, las empresas observadas han decidido dinamizar el aprendizaje de su capital humano, los familiares de los mismos y por ende las comunidades donde operan. Se concluye que existe interés por parte de los empresarios en colaborar con el Estado para trabajar mutuamente en el desarrollo de proyectos sociales amplios para seguir aportando al desarrollo endógeno comunitario para garantizar la sustentabilidad y sostenibilidad de la sociedad. Palabras clave: Desarrollo endógeno, sociedad, inversión en actividades en ciencia, tecnología e innovación
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Políticas públicas de CTI en el Uruguay de hoy (2008-2016): la difícil traducción entre la “identidad normativa” de la política y los instrumentos de fomento de la CTI de la Agencia Nacional de Investigación e Innovación (#8397)
María Melissa Ardanche Figueredo 11 - UdelaR - CSIC.
Abstract:
Desde su concepción las políticas públicas de CTI se han basado en modelos sobre cómo entender la producción de conocimiento y la forma en que la CTI impacta en el cambio técnico (modelos de lineales de oferta, de demanda e interactivo). Este basamento, que se refleja en los documentos que definen la política nacional (lo que denomino “identidad normativa”), ha tenido un correlato en la construcción de institucionalidades estatales diversas que es objeto de abordajes teóricos. No obstante, el correlato de estos modelos y su expresión nacional (la “identidad normativa” referida) en los instrumentos de promoción y fomento de la CTI (el “brazo ejecutor” de la política), y la efectividad de estos últimos para traducir los objetivos de la política, no ha sido suficientemente abordado por los estudios sociales de la ciencia y la tecnología; mi trabajo se ubica pues en esta área de vacancia. El objeto de mi investigación es la política pública de CTI, en sus lineamientos y en el diseño y ejecución de instrumentos de la Agencia Nacional de Investigación e Innovación - organismo del gobierno ejecutor de las PCTI - tras nueve años de su creación. El objeto presenta los siguientes niveles: i) el nivel de definición político estratégico (documentos programáticos de organismos jerárquicamente superiores que operan de mandato para la Agencia); ii) el diseño de los instrumentos de promoción de la CTI que desde allí se ejecutan. Mi trabajo parte de una pregunta teórica previa: ¿Qué rasgos definen a la política de la ciencia, cuáles a las políticas tecnológicas y cuáles a las de innovación? A partir de allí, recurriendo a datos primarios y secundarios, colectados/generados a partir de análisis documental y de entrevistas semi-estructuradas a informantes calificados: i) se construirá, en primer lugar, una aproximación a la “identidad empírica” (dada por el diseño y ejecución de los instrumentos) y, en segundo lugar, a la “identidad normativa” de las políticas de CTI recientes en Uruguay, identificando el peso relativo de los componentes “ciencia”, “tecnología” e “innovación” en ambas; ii) se contrastarán ambas identidades y se identificarán eventuales fallas en la traducción de objetivos políticos a instrumentos; iii) de identificarse una brecha, se identificarán las principales causas del desencuentro. Este trabajo se inscribe en el campo interdisciplinario de los estudios sociales de la Ciencia, la Tecnología y la Innovación y en la literatura sobre Sistemas Nacionales de Innovación (en particular sobre las PCTI) y apela, a su vez, a abordajes de la ciencia política sobre políticas públicas. Su relevancia está dada por su fuerte componente empírico y por el potencial aporte al diseño de instrumentos de CTI que tengan como resultado intervenir de manera efectiva en el sentido que normativamente se define desde la política.
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La construcción colectiva del precio en procesos de comercialización y consumo de la Economía Social y Solidaria: El caso de los Mercados Territoriales (#8524)
Cristian Ariel Silva 11 - Universidad Nacional de Quilmes.
Abstract:
El presente trabajo se propone abordar analíticamente la experiencia de Mercado Territorial (MT) que impulsa la Incubadora de Economía, Mercados y Finanzas (en adelante IEMF) del Programa Universitario de Incubación Social de la Universidad Nacional de Quilmes (UNQ), a partir de la comercialización y consumo de productos de la Agricultura familiar. La experiencia de MT se desarrolla en organizar circuitos de producción y consumo, a través de la conformación de Nodos de consumo en distintos espacios territoriales. Impulsa una estrategia de comercialización distinta a la que extiende el Mercado convencional, a partir de organizar productores y consumidores en circuitos de comercialización cortos/alternativos, desde una lógica de intermediación para el desarrollo y fortalecimiento de la Economía Social y Solidaria (ESS). La estrategia de Mercado Territorial involucra un proceso organizativo de diversos actores junto a la construcción colectiva del precio entre consumidores y organizaciones del sector urbano-periurbano. La experiencia de MT desarrollada por la IMEF implica la articulación de tres tipos de actores (productores organizados en espacios territoriales, consumidores integrantes de organizaciones o bien vinculados a espacios familiares ampliados y espacios estatales, Universidades e INTA) con el objetivo de conformar Nodos de consumo territoriales de alimentos de la AF. Se presenta como aspecto prioritario a analizar la conformación de los procesos organizativos que se dan distintos actores, cómo se establece y para qué la conformación de los MT, qué rol cumple los actores estatales y qué tipos de procesos participativos se generan. Al mismo tiempo se presenta la disyuntiva en la experiencia de considerarla desde un aspecto “integracionista” de la ESS o bien como posible contenedora de niveles de superación de las prácticas de promoción de nivel microeconómico. Es por ello que abordar las prácticas socioeconómica de los MT, de que tipo de intercambio se establece a partir de pensar el precio de forma colectiva, aunar la producción/reproducción/consumo desde entramados territoriales obliga a desarrollar una perspectiva de análisis que dé cuenta y avance críticamente en la presentación del estudio de caso.
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Sistemas Nacionales de Innovación o Red de controversias en marcha?. Debates actuales y tensiones de política científica en América latina. Los casos de Chile y Colombia (#9071)
Ronald Cancino Salas 1; Luis Orozco
2; Felipe Bustos
3; José Coloma
31 - Centro de Investigaciones Sociales del Sur-UFRO. 2 - Universidad Externado de Colombia. 3 - Centro de Investigaciones Sociales del SUR, UFRO.
Abstract:
En América Latina se desarrollan nuevos procesos de orientación de la política científica: requerimientos y prioridades de I+D+i, agendas de investigación, nueva generación de políticas subnacionales, y nuevas estructuras de redes nacionales e internacionales. Las posibilidades de transformación hacia una economía y sociedad del conocimiento pasa no solo por los tipos de políticas y los esfuerzos gubernamentales, sino también por la estructura de las comunidades científicas. La ponencia, analiza las políticas de ciencia, tecnología e innovación en América Latina, especialmente los casos de Chile y Colombia, en términos de la particularidad complejidad sociocientífica que emerge en las relaciones entre los diseños institucionales, las redes de conocimiento y los patrones de especialización científica. Proponemos que es necesario aproximarse a esta noción de complejidad en tanto las secuencias de modelos de política en América latina han generado un conjunto de efectos esperados, pero también no esperados, que configuran escenarios comunes en América latina, pero también diferencias relevantes en los resultados en capacidades de ciencia, tecnología e innovación. Ello, permite poner en discusión la noción de Sistema de Innovación y develar los procesos controversiales que se activan en su diseño e implementación. Para explorar ello, se propone un análisis en 4 niveles: arquitecturas y diseños institucionales (centralizados-descentralizados); modelos de gestión de la ciencia, tecnología e innovación (basados en individuos-en redes); niveles y efectos territoriales de la política (distribución concentrada-homogénea de las capacidades y recursos); formación de redes sociotécnicas (abiertas-segmentadas). Estos 4 niveles, permiten un análisis comparativo de la situación de Chile y Colombia: se observan diferencias entre modelos centralizados (Chile) y modelos descentralizados (Colombia); modelos de getsión basados en individuos receptores de fondos (Chile) v/s modelos de gestión basados en redes institucionalizadas (Colombia); similitudes en esfuerzos por construir sistemas regionales de innovación en torno a modelos extractivistas; y redes sociotécnicas segmentadas (Chile) v/s redes sociotécnicas abiertas (Colombia). Finalmente, la ponencia propone que desde una óptica compleja, es posible comprender los desafíos de gobernanza que en América latina se observan en la actualidad.
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La medición de la calidad institucional a escala internacional. Descripción de los indicadores agregados de gobernanza del Instituto del Banco Mundial según sus fuentes proveedoras de datos, bajo el enfoque metodológico del Análisis de Redes Sociales (Argentina 1996-2015). (#9136)
Nicolás Vladimir Chuchco 11 - Universidad de Buenos Aires/ Universidad Nacional de Tres de Febrero /Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales.
Abstract:
El rol que ocupan las instituciones internacionales (económicas y políticas) en los procesos de desarrollo de los países ha adquirido notoriedad en los últimos años, la cual se manifiesta en la proliferación de una multiplicidad de indicadores pensados para objetivar y mensurar la calidad institucional de los países del globo. Luego del fracaso de las reformas del Estado de los 90s, los Organismos Internacionales de Crédito e influyentes usinas de pensamiento realizaron un giro institucional en sus recomendaciones, postulando que dichas reformas fueron realizadas en contextos de institucionalidad riesgosa. Desde entonces se ha incrementado notablemente la oferta de indicadores por parte de agencias calculadoras y consultoras como también su demanda por parte de donantes, inversores extranjeros y organismos multilaterales de crédito. A nuestro entender estas mediciones se vinculan mayormente al institucionalismo de acción racional que postula, a través del individualismo metodológico, la independencia de la economía y del mercado de las condiciones de producción y las tensiones de poder, silenciando demandas no procesadas y promoviendo el mantenimiento de la propiedad privada, la seguridad jurídica de inversiones y una economía de mercado abierta. Consecuentemente los conocimientos especializados que legitiman la credibilidad de estas técnicas se relacionan con las exigencias del mercado internacional para países emergentes, dando forma a instituciones pro-mercado y obstruyendo caminos de desarrollo autónomos de las naciones. Pese a que hay una gran cantidad de indicadores de esta índole, los inversores, beneficiarios, analistas del desarrollo y periodistas, se apoyan en un grupo selecto de ellos, mayoritariamente basados en la percepción subjetiva del clima de negocios. Sin embargo no se cuenta con un conocimiento exhaustivo acerca del entramado de relaciones detrás de las agencias calculadoras que proveen los insumos en los cuales se basan los números finales. Por ello nos proponemos problematizar sociológicamente la construcción de estos indicadores para la Argentina utilizando la metodología del Análisis de Redes Sociales (ARS) a partir de datos secundarios correspondientes al período 1996-2015, a fin de obtener evidencia que contribuya a esclarecer cómo estas mediciones son moldeadas en su origen por el mainstream de las ciencias políticas y económicas, e identificar como son producidas dentro de una red de relaciones. En este sentido el objetivo de este trabajo es describir y analizar la composición de los indicadores agregados de gobernanza que publica el Instituto del Banco Mundial de acuerdo a sus fuentes proveedoras de datos (agencias calculadoras, ONGs, etc.), caracterizándolas en función de su ideología y fuente de financiamiento. Para ello se elaborarán redes de uno y dos modos a partir del análisis reticular, vinculando entre sí a las organizaciones que intervienen aportando insumos para construir estos indicadores agregados y a las dimensiones de gobernanza mediante las cuales se operacionaliza el concepto.
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Produção, uso e benefícios do biometano: estudo de caso do Desafio Montenegro-Montevidéu (#9223)
Fabiana Paixão Viana 1; Fabrizzio Cedraz Gaspar
11 - Instituto Surear.
Abstract:
O esgotamento de recursos naturais e o desequilíbrio climático potencializado pelo uso das tradicionais fontes de energia tornaram necessário o desenvolvimento de alternativas mais limpas e eficientes. A capacidade que o metano tem de substituir outras fontes de energia, com alto grau de eficiência e baixo custo financeiro, coloca-o como uma das principais fontes energéticas a serem aproveitadas nos próximos anos. Concomitantemente, a busca por segurança energética, minimização de emissão de poluentes, redução de uso e cuidados especiais com o descarte de óleo lubrificante e desenvolvimento econômico mantém a importância da continuidade de investimentos nos biocombustíveis, especialmente no biometano e etanol. O biometano encontra-se no topo da cadeia dos combustíveis, pois reúne todas as características do metano com a vantagem de ser produzido através de processos e fontes renováveis e sustentáveis, atuando nesta forma tanto no suprimento energético, quanto na preservação do meio ambiente. As pesquisas e o debate sobre os usos deste combustível tornaram-se mais frequentes nos últimos anos. Entre os dias 27 de janeiro de 2017 e 10 de fevereiro de 2017 ocorreu o Desafio Montenegro-Montevidéu, envolvendo pesquisadores brasileiros com expertise em projetos realizados com automóveis movidos a energias alternativas. O projeto Desafio Montenegro-Montevidéu realizou uma viagem inédita de 853,8 km entre Montenegro, no Rio Grande do Sul, no Brasil, e Montevidéu, no Uruguai, utilizando somente biometano, produzido na planta-piloto localizada na Usina de Compostagem da Ecocitrus, em Montenegro. Este projeto foi pioneiro devido a distância percorrida utilizando biometano produzido a partir de resíduos agroindustriais e de aves poedeiras, sem reabastecimento ao longo do percurso. Os impactos sociais e ambientais são significativos, assim como o produto e a técnica de controle de temperatura do gás resultantes deste projeto. Cremos que esta proposta se enquadra no Grupo de Trabalho Ciencia, tecnologias e Innovación tanto pelo ineditismo do projeto, quanto pela abordagem do biometano, que se impõe como uma fonte de energia limpa, eficaz, sustentável ambientalmente e com impacto social positivo.