10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Tuesday 05/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
A GESTÃO ESCOLAR E A ADESÃO DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL À DOCÊNCIA. (#7050)
Patrícia Renata Leocádio 1; Carla Patrícia Acioli Lins
21 - Graduanda em Pedagogia UFPE- Campos Acadêmico do Agreste. 2 - Doutora em Sociologia e Mestre em Educação -UFPE.
Abstract:
Esta pesquisa enfocou a profissionalização docente na dimensão do profissionalismo e suas interdependências com a equipe gestora da escola possuindo como principal objetivo analisar como as interdependências estabelecidas entre o professorado e a gestão da escola se relacionam com o desenvolvimento do profissionalismo. Para oferecer suporte teórico e metodológico à pesquisa nos baseamos nos estudos sobre profissionalização de Bourdoncle (1991), especialmente, a dimensão do profissionalismo. O conceito de interdependências foi tomado da sociologia processual de Norbert Elias. Nesse sentido, metodologicamente realizamos observações do trabalho de gestoras e professoras de duas escolas da rede municipal da região agreste situadas na cidade de Caruaru, estado de Pernabuco - Brasil. O registro das observações foi realizado em diário de campo, os dados foram organizados e compreendidos a partir de orientações etnográficas.Os dados confirmam as relações de interdependências entre gestão e professorado que se configuram de forma diversa no interior das escolas observadasora tendem a ser colaborativas contribuindo com a criação de situações que possibilitam o desenvolvimento do profissionalismo, ora tendem a assumir aspectos gerencialistas, especialmente de controle do trabalho escolar via estabelecimento de regras que passam a orientar o trabalho das professoras subtraindo sua autonomia e criatividade.
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Performatividad del liderazgo en las políticas educativas en Chile (#3113)
Lilian Vergara 1; Pavel Rubio
2;
Tamara Navarrete
1;
Cristopher Yañez-Urbina
1;
María Isabel Reyes
3;
Paula Pizarro
1; Javier Oyarce
11 - Universidad de Santiago. 2 - Universidad Santo Tomás. 3 - Pontificia Universidad Catolica de Valparaiso.
Abstract:
Las políticas públicas para el abordaje de las desigualdades económicas y sociales generadas en Chile durante las últimas décadas han estado centradas en la consolidación de un modelo neoliberal, siendo la promoción de liderazgos a nivel local una estrategia privilegiada en la inserción de las comunidades y sus actores al mercado. En este contexto, se presentan resultados preliminares la investigación Fondecyt en curso (n°11150443) sobre la performatividad del liderazgo comunitario en programas sociales para el abordaje de la desigualdad en el Chile actual, con especial énfasis en las implementadas en el contexto escolar. A pesar de la amplia utilización de esta estrategia, no se cuentan con investigaciones que reflexionen críticamente sobre los posicionamientos teóricos asumidos, ni de las implicancias de estos en las situaciones en que se despliegan. Como diseño metodológico se realizó un análisis documental de páginas oficiales, orientaciones técnicas y otros documentos disponibles en las páginas web de los 23 ministerios del Gobierno de Chile, confeccionando un catastro de los planes, programas y proyectos que promueven el liderazgo. A partir de lo anterior, se evidencia la emergencia de los establecimientos educativos como una institución que concentra la implementación de intervenciones que consideran el liderazgo. Posteriormente, se seleccionaron tales iniciativas para analizar qué identifican como destinatarios de la intervención, conceptualización a la base, y estrategias a desarrollar. En este sentido, este trabajo discute el concepto de liderazgo prevaleciente en las políticas educativas -entendido como la capacidad individual de influir en otros- incorporando una reflexión sobre el componente ético-político que se pone en juego en las relaciones intergeneracionales. Asimismo, se problematiza el lugar de los diferentes colectivos generacionales en la escuela, visualizando que las iniciativas generan formas profundamente diferenciadas entre adultas/os y niñas/os en cómo se asume el liderazgo. Se relevan las diferencias de status que se performan por medio de estas iniciativas, siendo niñas/os entendidos como las/os líderes del futuro, mientras que las formas actuales de liderazgos son adoptadas por las/os adultas/os que participan en la escuela. Además, se evidencia la relevancia que asumen los conocimientos especializados y técnicos al respecto, mostrando diferencias entre niñas/os y adultas/os. Se concluye identificando las condiciones que performan el liderazgo en el contexto educacional, con énfasis en el rol de los niños/as. Además, se problematiza la metáfora de la formación, en su doble sentido de traspaso de saberes, como también en la construcción de subjetividades de los actores involucrados.
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O NOVO ENSINO MÉDIO NO BRASIL: OS SIGNIFICADOS SOCIAIS DA MEDIDA PROVISÓRIA NO 746/2016 (#7112)
Renan Bandeirante de Araújo Arújo 11 - Universidade Estadual do Paraná - Campus de Paranavaí.
Abstract:
Em fevereiro de 2017, um ano após a ruptura do processo democrático consubstanciado no impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o Senado brasileiro aprovou a Medida Provisória No 746/2016. A queda do governo eleito tem como significado político relevante o esgotamento de uma plataforma social timidamente inclusiva, cuja efetivação apoiava-se numa frente multipartidária de perfil predominantemente fisiológico, processo revelador dos limites do reformismo fraco conforme asseverou André Singer em sua obra “Os sentidos do Lulismo: reforma gradual e pacto conservador” (2012). Dentre as principais ações do novo governo de perfil ultraliberal, destacam-se aquelas que visam suprimir as garantias de direitos do trabalho, salvaguardas conquistadas através do longo e histórico processo de lutas ocorridas no Brasil a partir do inicio do século XX, eis o significado da reforma da lei que versa sobre a previdência social e reforma da legislação trabalhista que tramitam no congresso. É no bojo desse processo político contemporâneo que se insere a tese do Novo Ensino Médio conforme propositura da Medida Provisória 746/2016. De modo sucinto, temos que a Medida Provisória elevará gradativamente a carga horária de 800 para 1000 horas anuais, dividindo o currículo entre o conteúdo comum a ser cursado durante os dezoito meses inicias do ensino médio e os assuntos específicos cursados nos dezoito meses finais de acordo com a opção do aluno dentre as áreas das linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica. De modo um tanto quanto confuso, temos que o currículo do ensino médio propriamente dito, ao fim, será composto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ainda em discussão, mas direcionados por "itinerários formativos" ancorados nas áreas do conhecimento como: linguagem e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e sociais aplicadas, e formação técnica e profissional. De forma indubitável, temos que a Medida Provisória 746/2016 relaciona-se ao processo de reestruturação do mundo trabalho e a emergência do novo corolário flexível que exige dotar o estoque da força de trabalho jovem disponível de novas habilidades. Justamente por isso, analisaremos as mudanças do ensino médio como sendo um processo dialético de reintrodução da teoria do capital humano difundida amplamente, no Brasil, a partir da década de 1960. Trata-se e uma concepção de educação já refutada por educadores ao longo da década de 1980, pois restringe a educação ofertada aos jovens pertencentes à rede pública de ensino aos aspectos técnicos de baixa qualificação profissional. Interessa-nos analisar a essência da MP 746/2016 como sendo a reafirmação de um modelo que reduz a educação básica à lógica útil/instrumental em detrimento do caráter formador da educação básica do qual o ensino médio é parte, tal qual consta na Lei de Diretrizes e Base no 9394/1996.
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Colonialidad político-epistemológica de la investigación educativa de América Latina: revisión necesaria para su descolonialidad (#2214)
Antonio Zamora Arreola 11 - Universidad Pedagógica Nacional-Hidalgo.
Abstract:
Ponencia para exponer una revisión documental y exploratoria sobre el contexto social en el que se han adscrito los procesos que enmarcan al fenómeno del colonialismo epistemológico; mismo que, conforme a una intereses occidentales, se ha impuesto sobre la aplicación de buena parte de realizaciones científicas en materia de la investigación educativa de América Latina. Cuestión altamente discutible tanto en términos éticos y políticos, como epistemológicos; ello desde el simple asumir que cada realidad social es singular (única), compleja (multirreferencial), cambiante (en movimiento constante) e irrepetible y diversa, hasta potenciar movimiento alternativo e instituyente de no aceptar más una situación de debilidad científico-social en las regiones subalternas al mundo occidental moderno. Es insostenible la colonialidad del saber, sobre todo sí en regiones como la de América Latina el análisis de problemáticas de estudio continúa basándose en tesis teóricas que han resultado de la explicación de realidades occidentales; por lo que lo mínimo que se mantiene instituido es una ruptura y/u obstáculo epistemológico entre teoría y realidad; aunque no basta con reconocer algunas manifestaciones del colonialismo epistemológico, sino que es necesaria por lo menos una revisión general de la estructura social y geopolítica en que ocurren los procesos de dominación-dependencia, de imposición-adopción. Es decir, para entender manifestaciones del colonialismo epistemológico es indispensable comprender el funcionamiento de la estructura social en su conjunto; y, a su vez, para captar cómo funciona dicha estructura social es necesario entender cómo se objetivan algunas expresiones de tal colonialismo; aquí, precisamente, se pretende exponer una revisión particular sobre la hegemonía, dominio e imposición de los paradigmas científicos occidentales. Al respecto, se considera que entre los países metropoli (considerados también como desarrollados y representativos del mundo occidental moderno) y los países periféricos (tipificados como subdesarrollados y propios de regiones del sur como América Latina ejemplo), se han establecido relaciones internacionales asimétricas de dominación-dependencia. Precisamente, sobre tales relaciones se ha amparado una estructura perversa de colonialismo social; bajo la cual descansa la estructura de relaciones del colonialismo epistemológico, expresada de manera igualmente vertical la: imposición/dirección/adopción/supeditación. La ponencia esbozará consideraciones sobre las relaciones internacionales asimétricas de dominación-dependencia, bajo las cuales continúa apoyándose el funcionamiento del capitalismo moderno. Luego se describirá la adscripción del colonialismo epistemológico en el contexto socio-histórico, político-cultural y científico-educativo de América Latina. Finalmente se bosquejará y documentará la hegemonía de paradigmas del mundo occidental moderno, desde cuyo sustento teórico y metodológico, se ha contribuido en la constitución institucionalizada del colonialismo epistemológico que pesa sobre buena parte de las investigaciones educativas realizadas en los países de la región latinoamericana.
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Professores e professoras de sociologia no ensino médio paulista: entre disputas políticas, interesses econômicos e reformas na educação (#2041)
Natalia Salan Marpica 1;
Marcia Aparecida Gobbi
11 - USP.
Abstract:
A sociologia como disciplina do ensino médio no Brasil ingressou como obrigatória, contudo sua permanência no currículo escolar não representa um consenso, o que resultou, diante das reformas em curso no período pós-impechement, na retirada de sua obrigatoriedade. Nos últimos 8 anos, no entanto, os sistemas de ensino contrataram professores, elaboraram materiais didáticos, organizaram a oferta da disciplina nas escolas. O presente trabalho busca conhecer, por meio de dados quantitativos, o perfil do quadro docente da rede pública de ensino do estado de São Paulo, para compreender as especificidades do movimento histórico de construção da disciplina de sociologia, e sua potencial exclusão, do currículo oficial do ensino médio no Brasil. Considera-se que as políticas educacionais não podem ser analisadas sem se atentar ao corpo profissional dos sujeitos encarregados de efetuarem sua aplicação (VINAO FRAGO, 1998; JULIA, 2002). Os dados utilizados foram disponibilizados ao público pela Secretaria Estadual de Educação e pelo portal da transparência do governo do estado de São Paulo e os mesmo foram analisados à luz da identidade de gênero dos docentes, pois se considera que mulheres e homens estão sujeitos a diferentes condições no que tange ao trabalho, logo, tais diferenças podem ser relevantes na construção curricular da sociologia. Os resultados apontam que, de forma geral, o quadro docente da rede estadual de São Paulo é composta, em 2016, por 334.299 servidores, dos quais 279.661 (83%) são docentes e 54.568 são funcionários dos diversos cargos, como agentes de organização escolar, secretários de escola, etc., Os professores efetivos, servidores públicos que passam por concurso público de provas e títulos e pelo estagio probatório, com plano de carreira, estabilidade funcional, possibilidades de ascensão para outros cargos, tem também prioridade na escolha das aulas, representam 46,5% do quadro docente, e os demais se dividem nos diferentes tipos de contrato do quadro de servidores que exercem função-atividade. Deste modo, a maioria do quadro docente é formado por professores em contratos temporários (53,39%) e do gênero feminino (70,9)%, enfatizando que profissões relacionadas às mulheres representam maior precariedade nas condições trabalhistas. Com relação aos professores de sociologia, especificamente, são 1872 em cargos efetivos de sociologia no estado, e na cidade de São Paulo 741 são efetivos e 1075 são temporários. Deste Total, 47% são mulheres e 53% são homens. Destaca-se, portanto, certa equiparação entre os gêneros, com uma leve prevalência masculina, ao passo na rede estadual de modo geral, as mulheres representam mais de 70% do corpo docente, ou seja, de alguma forma na sociologia há uma dinâmica específica que rompe com a feminilização histórica do magistério.
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Em busca de sentidos: O esvaziamento do Ensino Médio na rede estadual paulista (#3934)
Maysa Ciarlariello Cunha Rodrigues 11 - Universidade de São Paulo.
Abstract:
Esta comunicação discutirá os primeiros achados da pesquisa de doutorado que investiga a permanência e o abandono escolar em São Paulo, a partir de uma perspectiva qualitativa que tem como objeto uma escola num bairro central da capital do estado. São Paulo, estado com a maior densidade populacional do Brasil, vivenciou uma grande expansão no Ensino Médio ao longo década de 1990, com aumento de 69,2% nas matrículas, antecedido a uma grande defasagem de vagas em relação à demanda (CORTI,2015). Em contrapartida, o cenário atual é marcado por uma diminuição neste número, associada ao diagnóstico da Secretaria Estadual de Educação de decréscimo na taxa de natalidade, usado para justificar, em 2015, uma polêmica tentativa de reorganização da rede, que previa o fechamento de salas e de escolas consideradas ociosas. Sem ignorar a questão demográfica, nosso trabalho lança um olhar qualitativo para o baixo índice de conclusão de curso diante do número total de matrículas, a partir do pressuposto de que o esvaziamento no Ensino Médio tem relação com o fenômeno do abandono escolar e que este deve ser melhor investigado. Para isso, iniciamos um trabalho de campo com dois primeiros anos em uma mesma escola, porém, em períodos diferentes, e acompanharemos as mesmas turmas ao longo dos três anos esperados para conclusão do ensino secundário no sistema brasileiro, buscando mapear as dinâmicas de abandono, intermitência e permanência escolar in loco, a partir dos sentidos atribuídos pelos estudantes às suas atitudes frente à escola. Tal procedimento ampara-se na definição weberiana de ação social como um comportamento humano no qual o sujeito necessariamente se orienta pelo comportamento de outros e no qual atribui um sentido subjetivo, portanto, uma representação do curso da ação, ainda que esta não necessariamente corresponda à representação dos outros participantes (WEBER, 2003). Assumimos a perspectiva segundo a qual o sentido de uma ação é o significado subjetivo elaborado ou adotado pelo agente com relação às suas atitudes e buscamos apreendê-lo a partir de duas ferramentas da pesquisa qualitativa: 1- observação direta em ambiente escolar e em sala de aula, com o objetivo de criar laços com professores e alunos, o que possibilitará o diálogo e o acompanhamento posterior das trajetórias dos desistentes e; 2- 1- diálogo direto, em entrevistas particulares e em conversas informais com os alunos e com seus familiares, que buscam estimular os estudantes a refletirem sobre, elaborarem e verbalizarem os conteúdos de suas ações.
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Transformaciones recientes en el rol docente a través de las políticas de educación escolar y formación permanente (#4955)
Loreto Catalina Fernández Quevedo 11 - Universidad de Chile.
Abstract:
Durante los últimos años en Chile, la educación se ha posicionado como un tema central en la agenda nacional. Actores políticos, sociales e institucionales han opinado sobre financiamiento, institucionalidad, acceso y calidad. La preocupación por los resultados y la calidad, emanada desde quienes elaboran las políticas públicas, contrasta con las demandas de las y los docentes por dignificar la profesión y recuperar autonomía sobre su trabajo. A partir del regreso a la democracia, se pasa de un enfoque de reivindicación y mejoramiento de las condiciones de trabajo de los docentes, a un proceso de instalación del enfoque de control. Son muchas las voces que apuntan al profesorado como responsable de las deficiencias del sistema educacional chileno. Ante esto, es relevante analizar qué ideas sostienen las políticas recientes en educación escolar y en formación permanente de profesores, para comprender las transformaciones sobre la forma en que se entiende su rol. Para la presente investigación se desarrolló una revisión de las políticas que afectan el sistema de educación escolar en general, y del desarrollo de la labor de las y los docentes en específico, a través de los programas de formación permanente, evaluaciones e incentivos relacionados. Se trata de una investigación cualitativa, de tipo descriptivo e interpretativo, con una muestra no probabilística. Se elaboró un análisis de contenido sobre documentos oficiales de los periodos de gobierno entre los años 2000 y 2014. Es necesario contemplar que el último periodo abarcado (que culmina el 2018), se discutió y aprobó la “nueva carrera docente”, con alta resistencia por parte de las y los profesores, que se encuentra en plena instalación. Se identificaron cambios y continuidades en las concepciones respecto a rol docente y calidad durante cada uno de los periodos, y la relación existente entre sí. Sobre el rol docente, se destaca en la mayoría de los periodos el ideario del rol autónomo, bajo la condición de alcanzar niveles de logro suficientes. Las concepciones de calidad se encuentran transversalmente centradas en los resultados de la educación, buscando medir el impacto en éstos de los factores que inciden en el proceso. Respecto a la formación permanente, existe un consenso en que debe desarrollarse en estrecha vinculación al proceso educativo, cobrando relevancia los criterios y necesidades locales. Mientras se instala la discusión sobre la calidad en el campo técnico y político, la legitimidad del juicio para definirla se sitúa al exterior de la escuela. De este modo, los profesores pasan de ser quienes emiten un juicio sobre los procesos y resultados en la escuela, a ser un factor más dentro del proceso de producción de educación de calidad, lo que acrecienta la desvalorización y desprofesionalización de su labor.
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Os Desafios da Conectividade em sala de aula: tecnologias, educação e formação docente em Ciências Sociais. (#4099)
Tássio De Souza Damasceno 1; Lorena Trindade Da Costa
1; Denise Machado Cardoso
11 - Universidade Federal do Pará.
Abstract:
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) são basicamente todas as tecnologias que interferem e mediam as relações de informação e comunicação entre os seres humanos. Na última década as TIC invadiram as salas de aula modificando completamente o ambiente educacional, estabelecendo assim, uma nova relação entre as tecnologias e a sociabilidade, configurando a cultura contemporânea. Nesse contexto, vem sendo imposta uma série de mudanças no modo de trabalhar dos docentes. Esta pesquisa é fruto do Projeto Redes Sociais e Formação Docente e teve como objetivo analisar a inserção dessas ferramentas no trabalho de docentes e na formação de discentes (futuro docentes) da área das Ciências Sociais. A metodologia utilizada consistiu na pesquisa bibliográfica e no trabalho de campo (utilizando instrumentos como: roteiro entrevistas semi estruturadas com docentes e discentes, a observação direta e participante e o registro em diário de campo). A partir da leitura deste trabalho, é possível refletir sobre o papel das TIC na educação e sobre como a interação entre docentes e discentes vem sendo permeada pela máquina em vários âmbitos na vida acadêmica.
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Tuesday 05/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Cultura de paz y memoria: Propuestas educativas en el marco del acuerdo de paz en Colombia (#8795)
Maria Catalina López Andrade 11 - Universidad Santo Tomás.
Abstract:
Cuando se analiza la historia de Colombia, es inevitable recurrir al estudio del conflicto armado, debido a que ha sido un factor constante y determinante de sus dinámicas sociales, económicas y políticas durante más de 50 años. Uno de los actores más representativos de dicho conflicto es la guerrilla de FARC-EP, con la cual se adelanta actualmente un acuerdo de paz, para transformar la realidad ligada al ejercicio de la violencia como mecanismo de participación y gestión de las diferencias de manera generalizada. Esta transformación debe involucrar la construcción de una “cultura de paz” a partir de una propuestas en materia de educación, y como un ingrediente básico de la misma, debe contemplarse la construcción y el mantenimiento de la memoria, teniendo en cuenta factores educativos como el acceso, la inclusión, la equidad, entre otros. No obstante, aún no resulta claro cuáles serán esos mecanismos y estrategias que en la fase de implementación del acuerdo, estarían enfocados hacia la generación de la “Cultura de Paz”, pero principalmente hacia la reconstrucción y preservación de la memoria histórica como paso inicial para la construcción de un “nosotros”. Es por ello que resulta de suma importancia preguntarse ¿cómo se da la conservación y construcción de una memoria a partir de las propuestas educativas en los acuerdos de paz entre el gobierno colombiano y las FARC-EP, para lograr una cultura de paz? En este sentido, el texto se propone en tres partes, en un primer momento, indagar sobre la construcción de una cultura, en este caso la cultura de paz, a partir de la construcción y mantenimiento de una memoria a través de la educación; posteriormente, en el marco del acuerdo de paz, analizar la propuesta educativa en tres momentos específicos: los desclasificados; el acuerdo sometido a plebiscito y desaprobado; así como el acuerdo final; y finalmente, comprender cómo se promueve e implementa una educación en términos de cultura de paz, a partir de un factor necesario como la memoria y su construcción y mantenimiento. El acercamiento a dicha realidad partirá de los aportes teóricos realizados en materia de Sociología de la educación desde Durkheim y Bourdieu, de la Memoria y Cultura de Paz desde los aportes de Fisas y Galtun, así como también, tendrá en cuenta las reflexiones sobre la violencia en Colombia, de acuerdo a lo planteado por Pécaut y Morales. Finalmente, en términos metodológicos el estudio es de tipo explicativo, con un enfoque cualitativo, basado en el análisis de los textos en los que se materializaron los acuerdos, así como las normativas, leyes y decretos en los que oficialmente se ha buscado reglamentar la educación para la paz.
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Bachilleratos populares e inclusión educativa: un estudio desde las narrativas de estudiantes jóvenes en el AMBA (#2400)
Shirly Said 1; Miriam Kriger
21 - CIS-CONICET/IDES y GEMSEP-IIGG-UBA. 2 - CIS-CONICET/IDES.
Abstract:
En este trabajo nos proponemos contribuir al estudio de las potencialidades y desafíos de los Bachilleratos Populares como dispositivos de inclusión educativa, partiendo de las narrativas de estudiantes jóvenes de dos de estas escuelas en el Área Metropolitana de Buenos Aires (AMBA). Ante el diagnóstico, cada vez más generalizado, de que existe una creciente distancia entre las experiencias, necesidades e intereses los jóvenes y la propuesta de la escuela media oficial, buscamos identificar los rasgos que los y las estudiantes jóvenes de Bachilleratos Populares señalan como significativos para su permanencia en la escuela. Para ello, desde la perspectiva teórico-metodológica del enfoque biográfico, analizamos entrevistas realizadas a jóvenes estudiantes de entre 18 y 25 años en dos Bachilleratos Populares del Conurbano Bonaerense, uno ubicado en la Zona Norte, en el partido de Tigre, y otro en la Zona Sur, en el partido de Lanús, e incorporamos aportes de las sociologías del individuo. En ese sentido, planteamos como hipótesis que, en un contexto de debilitamiento de las instituciones sociales -que se corresponde con procesos de creciente individualización- los estudiantes jóvenes valoran la atención que se les brinda a sus situaciones singulares, e incluso la adecuación de ciertas pautas escolares (horario de llegada y salida, objetivos pedagógicos a alcanzar, etc.) a su caso particular, como uno de los rasgos específicos que favorecen su continuidad escolar. Esto implicaría un reconocimiento como individuos, sobre el podrían asentarse otros procesos de reconocimiento de tipo colectivo.
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Actores e imaginarios en torno a la educación para la paz. Estudio de caso de la construcción de Paz en Colombia (#5296)
Jidwar Rodrigo Guerrero Prada 1;
Paula Nathalia Castillo Acosta
1;
María Catalina López Andrade
1; Juan Felipe Tovar Cuervo
1; Catalina Acosta Oidor
11 - Universidad Santo Tomás.
Abstract:
Colombia, como muchos otros países de América Latina ha tenido que contar una historia violenta por más de 50 años que ha persistido el conflicto armado en el país, dejando como resultado fenómenos como la banalización de la violencia, la naturalización de las acciones violentas, la transformación axiológica de los habitantes y sobre todo el olvido de los hechos que han llevado al país hasta tal punto. El actual proceso de paz que adelanta el Gobierno de Juan Manuel Santos ha tenido como objetivo la terminación del conflicto y con este la construcción de una paz estable y duradera que trabajen en aras de la construcción de una cultura de paz. Es por ello, que se ha decretado la implementación de una cátedra de paz obligatoria con el objetivo de garantizar -desde la escuela- la formación en educación para la paz y un Colombia en paz. Sin embargo, el sistema educativo no es el único autor que aparece en el escenario de la educación para la paz; allí es posible evidenciar la influencia de los medios de comunicación, partidos y movimientos políticos, sector empresarial, comunidades estudiantiles e iglesia en la construcción de una cultura de paz. Teniendo en cuenta lo anterior, la presente investigación busca determinar cómo el sistema educativo ejerce una educación para la cultura de paz, para esto se tendrán en cuenta dos colegios -uno de carácter público y otro privado- por cada localidad de Bogotá dando como muestra un total de 40 colegios a investigar. Se hace uso de una metodología de tipo mixto en la que se involucran herramientas metodológicas de tipo cualitativo como entrevistas para determinar aspectos específicos en el proceso educativo con miras a la construcción de una cultura de paz, por otro lado, lo cuantitativo se evidencia por medio de una encuesta realizada a la totalidad de colegios estudiados en la cual se abordan aspectos relativos al tiempo y enfoque manejado en la implementación de la cátedra; asimismo se realizó un análisis de archivo para dar cuenta de la normatividad que respalda dichos procesos educativos. Es importante teorizar sobre los aspectos ya mencionados puesto que se enmarcan en el período coyuntural que actualmente atraviesa Colombia siendo esta una etapa de vital importancia para el futuro de un país-y de las generaciones venideras- con miras a la construcción de una paz estable y duradera.
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Golpe de Estado e “Reforma do Ensino Médio”: Efeitos Sobre o Trabalho de Professores de Sociologia e História (#7562)
Maria Teresa Vianna Van Acker 1; Leonardo Fortes Gomes
2;
Máximo Augusto Campos Masson
31 - Universidade Paulista. 2 - Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro. 3 - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Abstract:
O trabalho, baseado nos conceitos de campo social (subcampos econômico, político e educacional) de Bourdieu, e de hegemonia, de Gramsci, situa a “reforma do ensino médio” no contexto do golpe de estado de agosto de 2016, considerando os motivos que a tornaram de fundamental interesse para frações das classes dominantes. Ressalta-se que a reforma proposta tende a provocar efeitos negativos expressivos sobre as disciplinas escolares e os docentes vinculados às “ciências humanas” e a filosofia, reafirmando percepções conservadoras sobre hierarquização das disciplinas escolares. Inicialmente, analisa-se a expansão do ensino médio na sociedade brasileira que incorporou jovens das classes populares, que nele viram um instrumento de empregabilidade e de ascensão social, sobretudo a partir de meados da primeira década do século XXI. Discute-se também os conflitos inerentes às políticas econômicas em curso a partir da metade do primeiro governo de Dilma Roussef e a presença crescente da retomada de propostas de teor neoliberal. Sublinha-se como o corte de “gastos públicos” passou a ser apresentado à sociedade como fator de estabilidade econômica do país, alterando, por conseqüência, a importância efetiva da universalização da escolarização, em padrões mais igualitários, como elemento crucial para o desenvolvimento econômico e social. A vitória das forças conservadoras tornou inevitável a intensificação de processo recessivo acompanhado de agravamento do desemprego e do recrudescimento da economia informal, fatores que tendem a reduzir pressões sobre governos estaduais para continuarem a expandir as redes escolares e oferecerem ensino de maior qualidade, facilitando a adoção de modelos diversificados, que propiciam redução de investimentos. Analisa-se como a redefinição curricular proposta afeta negativamente as chamadas “disciplinas de humanas”, seja pelas tentativas diversas de eliminar ou impossibilitar o trabalho dos docentes mediante redução da carga horária – caso de sociologia e filosofia – seja pela imputação implícita de inferioridade – caso de história e geografia - frente outras disciplinas que seriam simbolicamente superiores (matemática, língua portuguesa e língua inglesa). Aponta-se também como em um cenário político onde forças direitistas conseguiram grande capacidade de mobilização, a minimização simbólica dessas disciplinas é reafirmada por ações no âmbito das escolas (públicas e privadas) empreendidas por grupos favoráveis a afirmação de valores conservadores, cujo exemplo maior vem a ser o “Movimento pela Escola sem Partido”, de ultradireita ou a “militarização” das escolas, propostas por governos estaduais. É sublinhado como constrangimentos e ameaças ganham nova dimensão no cotidiano dos professores, especialmente os das disciplinas citadas, produzindo efeitos negativos sobre o trabalho docente, contrapondo-se a esforços pela formação escolar de caráter integral, fundada em valores humanitários, contribuindo por conseqüência para intensificar a continuidade da “crise do magistério” que marca há décadas o campo educacional brasileiro, inclusive pelo contínuo abandono do magistério por parte de jovens professores. Palavras-chave: Ensino Médio; Disciplinas Escolares; Trabalho Docente