10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 3. Políticas públicas y derechos civiles y políticas interculturales. |
Tuesday 05/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
Manifestações artísticas no município de Santos/SP: diálogo do serviço social na perspectiva da luta por direitos (#6711)
Josikele Pereira Ramos 11 - Universidade Federal de São Paulo - Campus Baixada Santista (UNIFESP/BS).
Abstract:
Este trabalho tem como objetivo suscitar o diálogo do Serviço Social com as manifestações artísticas presentes no município de Santos/SP através de artistas da cidade de Santos/SP, capturando as relações éticas e de valores que carregam suas intervenções. A história da arte abarca o estudo dos movimentos artísticos, das modificações na valorização estética, das obras de arte e dos artistas, e consequentemente possibilita a compreensão do ser humano ao longo de seu desenvolvimento através das diversas expressões e manifestações artísticas. A arte aqui discutida é a arte produzida a partir de uma inquietação do sujeito que a produziu, pois, a linguagem artística é capaz de promover reflexões referentes aos campos da ciência, religião, política, filosofia etc. e através do pluralismo cultural das manifestações artísticas é possível identificar os valores éticos dos artistas, relacionando-os com os pressupostos do projeto ético-político profissional do Serviço Social na dimensão da arte. A arte é o resultado da ação humana que se utiliza de manifestações estéticas, feita por artistas a partir de assimilações, sentimentos e idealizações, muitas vezes com o intuito de estimular o interesse de consciência em um ou mais sujeitos que possam vir a apreciar sua arte. Cada obra de arte possui um significado singular, pois a arte é o reflexo do artista e muitas vezes o espectador pode sentir-se refletido em determinada obra, que pode representar a classe social e a essência de ser pensante de ambos. Dentro do Serviço Social não há condições de discutir a luta por direitos sem compreender o contexto político-social em que vivemos. Tendo em vista a utilização da arte para reivindicar direitos torna-se de suma importância a discussão dessa temática no âmbito do Serviço Social em defesa das manifestações artísticas como uma das formas de enfrentamento às desigualdades sociais inerentes ao sistema capitalista.
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"Pontos de cultura" e "Centros cívicos": Um estudo sobre modelos de políticas culturais voltados para a cidadania cultural no Brasil e Espanha (#6816)
Abstract:
Este artigo tem como objetivo compreender de que maneira os diferentes processos de formação da cidadania no Brasil e na Espanha influenciaram as políticas culturais e o desenvolvimento da cidadania cultural nesses países. Para isso, fizemos uma análise comparativa das políticas culturais a partir do estudo da política dos “Pontos de cultura” e dos “Centros Cívicos”. É sabido que o campo de discussão sobre gestão cultural e políticas culturais no Brasil e América Latina ainda é recente, existindo poucos estudos sistematizados sobre o tema. Em contraponto, a Espanha se destaca por ser um dos modelos de referência na trajetória das políticas culturais no mundo, influenciando o debate da agenda internacional sobre o tema. Na última década, a política cultural brasileira tem tido destaque em nível internacional através da formulação e implementação do conceito de “Cultura Viva”, que tem os ‘Pontos de cultura’ como principal representante. O objetivo do “Cultura Viva” é subverter a concepção oficial de cultura compreendida apenas como “Belas-Artes”, para uma concepção antropológica que reconhece as mais variadas formas de expressões artísticas e manifestações culturais existentes. A proposta do Programa foi construir uma política cultural democrática e cidadã voltada para a “cidadania cultural”. Nesse sentido, vale a pena investigar de maneira mais profunda: Até que ponto a cidadania cultural proposta foi realmente realizada? Para compreender esse processo se faz necessário considerar as dimensões históricas e políticas de desenvolvimento da “cidadania fragilizada” no Brasil. No que se refere a política cultural espanhola, ao longo da sua história política podemos perceber algumas similaridades com o Brasil. Ambos os países vivenciaram uma ditadura e enfrentaram as marcas da repressão e da censura em diversas áreas, entre elas, no campo cultural e artístico. A divisão política e territorial da Espanha em Comunidades autônomas vem de um legado histórico de organização e participação da população nos processos de cidadania do país. Isso contribuiu para que houvesse uma horizontalidade maior na construção do sistema nacional de cultura na Espanha com atenção para o modelo de políticas culturais de ‘proximidade’. Um dos principais representantes desse tipo de política é o modelo dos ‘Centros Cívicos’. Equipamentos sócio-culturais descentralizados nos bairros, com caráter aberto à participação, que tem como função potencializar os serviços sociais básicos e o desenvolvimento da ‘vida cultural’ da população. Exposta essas questões, definimos a proposta desse artigo como realizar um paralelo entre as duas experiências de políticas públicas culturais realizadas entre os dois países, a fim de perceber os principais dilemas, convergências e especificidades que podem ser pertinentes para o aprimoramento do panorama das políticas culturais na Ibero-América.
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A Política Pública do Vale-Cultura como possibilidade de acesso à diversidade cultural: o consumo de Cultura pelas classes populares
(#7354)
Anny Querubina de Souza Barros 1; Raquel de Aragão Uchôa Fernandes
11 - UFRPE.
Abstract:
Este artigo é parte da dissertação defendida no Programa de Pós-Graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social (PGCDS)[1] da UFRPE que teve como tema o consumo de cultura pelas camadas populares, através da análise da política pública Federal do Vale-cultura e da utilização dos recursos da referida política pelos membros das classes populares na cidade do Recife (Brasil). No final de 2013 entra em vigor a Lei do Vale-Cultura (nº12.761), que garante um benefício mensal para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos, assumindo-se que esses indivíduos não participam ativamente do mercado de produtos culturais. Ancorados nas teorias de Bourdieu (1979) e de Jessé de Souza (2010) almejamos ampliar nossa compreensão acerca da política cultural supracitada. A pesquisa teve como campo duas das empresas (uma pública / outra privada). Através de questionários buscamos respostas para os seguintes objetivos: entender o que os consumidores das classes populares consideram como cultura e se esta visão está alinhada à concepção de cultura proposta pelos idealizadores da Lei; verificar o impacto do programa na difusão e democratização do acesso aos bens culturais; identificar quais produtos culturais são consumidos com o cartão Vale-Cultura. Estruturamos as perguntas em dois blocos: Aspectos gerais e Categorias encampadas pelo Vale-Cultura (produtos culturais que podem ser consumidos com o vale). No primeiro buscamos identificar se o usuário do Vale distingue lazer de Cultura, e, também, o que para ele caracteriza o objetivo dessa política. O segundo está dividido em duas partes: O que é feito nos momentos de lazer/culturais; Se houve mudanças nas atividades culturais/lazer consumidas pelos informantes: o antes e o depois do Vale-Cultura. No tocante aos resultados, não fugindo à regra nacional, encontramos a predileção pelo consumo de cinema, livros e teatro. A peculiaridade do consumidor recifense se revela quando 8 entrevistados afirmam investir o saldo mensal do Vale-Cultura no pagamento de cursos muitas vezes oferecidos nas comunidades periféricas em que residem ou em comunidades reconhecidas na cidade do Recife como celeiros culturais[2]. Neste sentido, ainda que se fale numa identidade transterritorial e multilinguística, é no local, nas referências mais próximas, cotidianas, que os indivíduos percebem um possível enraizamento com a cultura do morro, do bairro, da comunidade, onde as tradições nacionais e regionais se corporificam nos bens culturais ali produzidos, expostos e acessíveis. [1] Este programa é um dos mestrados que compõe o Departamento do Ciências Domésticas da UFRPE. [2]Locais destacados como pontos comunitários nos quais acontecem múltiplas manifestações artísticas, aqui em Recife, temos a Bomba do Hemetério, Casa Amarela, Várzea, Bairro de São José, Santo Amaro etc. O termo Celeiro Cultural é de autoria de Jorge Amado e foi usado pela primeira vez em 1945, quando ele se referia ao município de Itabuna (Sul da Bahia).
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La estética del poder.
El golpe de Estado y la dictadura militar en Chile
Iconografía política en el papel moneda latinoamericano:
1970-2012 (#7966)
Abstract:
Chile, fue el histórico laboratorio de la extrema derecha transnacional, donde los economistas egresados de la escuela de Chicago, discípulos de Milton Friedman y Friedrich August Von Hayek, también conocidos como los "Cachorros de Chicago o Chicago Boys", pudieron llevar a cabo sus experimentos político-económicos en un ambiente estatal y social bien controlado[1]. Justamente, dentro de la nueva administración llegada al poder en Chile desde el once de septiembre de 1973, fue la atmósfera sobre la cual se desarrollaron los supuestos políticos, económicos y sociales que derivaron finalmente en la constitución promulgada por la Junta militar en marzo de 1981[2] y que rige aquel país sudamericano hasta nuestros días. Los regímenes chilenos, se han servido del discurso visual para legitimarse ante sus sociedades[1] y del resto de la comunidad internacional. Precisamente, porque no es el único Estado ni el último que se ha legitimado a través del correlato visual de los discursos políticos[2] para mostrar sus idearios, es que se debe explicar por qué la relevancia, justamente, de los discursos visuales en general[3] y de este caso en el papel moneda en particular. Posteriormente volveremos la mirada al hemisferio sur, al año de 1973 cuando a través de un golpe de Estado secundado por la CIA[4], el general Augusto Pinochet tomó el poder político en Chile, en septiembre de ese mismo año. Siguiendo hasta llegar a la década de 1980, cuando se juró la Constitución emanada del régimen militar, en ochenta y uno. Finalmente, el año 2012 ha de servir para hacer un balance del periodo estudiado, sus implicantes político-económicas, procesos socioculturales y resultados históricos. Entonces, la propuesta es hacer una lectura iconográfica paralela de los billetes y monedas chilenos a propósito de los acontecimientos histórico-políticos desde el Golpe de Estado en Chile en 11 de septiembre de 1973 hasta la aparicición de la actual familia de billetes de polímero luego del año 2000. Es decir, hacer un análisis de la "Estética del poder".
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Interculturalidad como biopolítica afirmativa en la educación (#8248)
Ricardo Alfonso Soler Rubio 11 - Universidad Nacional de Colombia.
Abstract:
Este trabajo es una revisión a los estudios sobre biopolítica en américa latina que se centra en vislumbrar las fructíferas intersecciones entre este campo de conocimiento junto con el campo de la educación. El punto de partida es reconocer a la educación escolarizada como un dispositivo biopolítico que configuró radicalmente el devenir de las sociedades latinoamericanas, difundiendo modelos educativos y propuestas pedagógicas centradas en un modelo biopolítico colonial; sin embargo, es importante reconocer que en el trasegar de las sociedades latinoamericanas las experiencias educativas de las comunidades subalternas se han venido gestando procesos que potencian y reubican a éstas como autoras de nuevas formas de potenciar la vida, y dignificarla desde y para estas comunidades En este sentido se le brinda un rol central al concepto de Biopolítica afirmativa propuesto por Roberto Esposito, en donde se apuesta por quebrantar el régimen biopolítico de las vidas reconocibles (el bios) para visibilizar a esas vidas pormenorizadas que han sido instrumentalizadas históricamente (el zoe). Bajo esta óptica se presenta una revisión de las propuestas educativas de las comunidades indígenas y afrodescendientes de la región, así como las de las comunidades urbanas subalternizadas como las disidencias lingüísticas, sexuales, corpo-funcionales y raciales. Partir de este enfoque para analizar las propuestas educativas y posicionar estas experiencias como modelos de biopolítica afirmativa, o de potenciación de la vida en sus múltiples formas nos permite pensar estos espacios como lugares otros de pensar y vivir lo común y las políticas de lo comunitario. Me preocupa también reconocer en este sentido el fuerte enfoque por la interculturalidad que manejan estas experiencias como una política de lo común (retomando el concepto de Gabriel Giorgi y de Leticia Katzer), esto es, dejar de lado las políticas de la diferencia que segmentarizan la vida en común e imposibilitan en encuentro, hacia una política en donde se reconoce que en el campo de la experiencia y la vida cotidiana (así como en el campo educativo) los encuentros entre sujetos y culturas es lo que potencia la vida en común, permitiendo nuevas ordenaciones de los cuerpos que a nivel micro generan nuevas estructuras socio-afectivas, éticas y estéticas en los sujetos y comunidades; y a nivel messo y macro pueden dar luces para pensar el funcionamiento político del estado y la comunidad en nuevos registros que potencien la vida.
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A inclusão social nas oficinas literárias promovidas em espaços formais e não formais de educação. (#8380)
José Raimundo Gonçalves da Silva 11 - UNINOVE.
Abstract:
A literatura desde sempre teve um papel especial na educação e em relação a isso as dúvidas nunca pairaram e sua contribuição na formação do indivíduo é consensual em todos os meios educacionais formais e não-formais. Desde a Grécia antiga a literatura é usada como instrumento de educação e as concepções e formas dessa utilização obviamente modificaram com o passar do tempo e continuará em permanente mudança para se adequar ao contexto social, que de certa forma conduz o rumo e as necessidades específicas de cada época conforme as exigências das mudanças sociais. A literatura não é mais um elemento cultural que pertencia somente à elite como aconteceu durante muitos séculos. Hoje a literatura está em todas as partes e depois da invenção da internet essa democratização está disponível a todos de todas as formas, como ferramenta estimulante ao consumo e pelos milhares de obras disponíveis gratuitamente na rede. Outra forma de relação com a literatura surgiu, e se democratiza cada vez mais, são as oficinas de criação literária. O que antes era privilégio de alguns, no sentido em que escrever demanda outro diálogo com a literatura e não se basta só com a leitura, hoje existem inúmeros locais que oferecem cursos de criação literária, muitos deles gratuitos e em alguns casos, ministrados por autores premiados nacionalmente. Esse tipo de ensino de literatura traz alguns elementos extras em relação ao ensino formal na escola, já que os alunos estudam especificamente os elementos literários como meio de criação e não somente como estudo de uma disciplina específica de um curso que formará futuros professores. Muitas dessas pessoas que buscam esses cursos não cursaram Letras ou outro curso que está relacionado à necessidade de escrever. Algumas pessoas estão lá por sentirem uma necessidade de ter uma relação mais ampla com a literatura que desemboca no ato de escrever. O Materialismo Histórico Dialético, nossa referência teórica, serve como base ao desenvolvimento do presente estudo. Ao tratar de um objeto artístico, como é o caso ds oficinas literárias, percebemos que a análise possuí uma estrutura “material” fixa, da qual surgem signos que dialogam com contexto, tive que buscar um teórico estruturalista que desse conta desse princípio de pesquisa e o escolhido foi Roland Barthes. Para que nosso referencial teórico não parecesse contraditório, buscamos na pedagogia do oprimido os elementos que possibilitariam um diálogo de ambos referenciais, mas que não se estruturasse em dicotomias, mas sim em dialeticidade. Para além do levantamento teórico, entrevistamos dois escritores, Evandro Affonso Ferreira ganhador do prêmio Jabuti e o autor Marcelo Maluf, vencedor do prêmio São Paulo de Literatura em 2016 . É importante compreender as oficinas de criação literária, além de formadora de escritores, por sua função social.
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Cambios y transformaciones del trabajo organizacional, pedagógico y cultural con jóvenes de barrios populares: el caso de la organización cultural “Teatro Vichama” de Villa El Salvador (Lima - Perú) (#8629)
Luis Fernando Arteaga Mendoza 11 - Pontifica Universidad Católica del Perú.
Abstract:
Esta investigación es un estudio de caso y sistematización de la trayectoria de la organización cultural “Teatro Vichama”. Este trabajo es mi proyecto de investigación para la Licenciatura en Sociología donde me centro en la Historia de la organización cultural “Teatro Vichama” y la Estrategia Formativa (pedagogía) en artes escénicas con jóvenes. “Teatro Vichama” es una organización cultural de origen barrial dedicada a la formación de niños y jóvenes de Villa El Salvador en artes escénicas. Su sala de Teatro y casa cultural están situados en el distrito de Villa El Salvador, ubicado en la zona sur de la ciudad de Lima – Perú. La experiencia de Teatro Vichama surge en 1974 de la mano del Taller de Teatro del Centro de Comunicación Popular de Villa El Salvador, sigue activa durante el periodo del “conflicto armado interno” (1980 – 2000) y plantea un proceso de “Resistencia cultural” en el periodo de Posconflicto y en el auge del sistema neoliberal peruano. De esta forma, el caso de “Teatro Vichama” nos permite abordar la historia de una organización social involucrada en los principales momentos socio-políticos del distrito y la ciudad de Lima. A lo largo de sus 34 años de trabajo en el distrito de Villa El Salvador, “Vichama” ha desarrollado diversas estrategias de trabajo y acompañamiento con jóvenes del distrito, logrando involucrar a diversas generaciones de jóvenes en los múltiples procesos sociales y culturales en los que ha estado involucrada la organización. Con el tiempo, ha logrado construir una estrategia de formación, una pedagogía, en artes escénicas con jóvenes de barrios populares. Este trabajo de investigación incorpora elementos teóricos y prácticos de la Sociología de la Cultura y de las Organizaciones. El centro del análisis gira en torno a los cambios y transformaciones de una organización de la sociedad civil que se dedica a formar jóvenes de Lima Sur en artes escénicas, a partir de una estructura organizacional que ha ido cambiando a lo largo del tiempo. Además, incorpora una sistematización de las principales estrategias pedagógicas en artes escénicas que ha desarrollado la organización, para entender la forma en cómo los jóvenes construyen y adaptan su rol específico dentro de la misma. De esta forma planteo las siguientes preguntas de investigación: ¿Cuáles han sido los principales cambios y transformaciones en la organización cultural “Teatro Vichama” de Villa El Salvador (Lima) en relación a los principales procesos socio-políticos del distrito y la ciudad? Y ¿De qué manera ha construido una pedagogía en artes escénicas con jóvenes de barrios populares?
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Los funcionarios públicos y su acreditación de una lengua indígena en Tarija, Bolivia: entre inclusión y privatización del Guaraní (#8898)
Ilsen Magali Choque Gareca
1;
Sergio Mario Orellano Narvaez 21 - Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 2 - Universidade Federal do Paraná.
Abstract:
Este artículo ha explorado en la experiencia de la implementación de las políticas lingüísticas para la promoción del conocimiento obligatorio de una lengua indígena para los funcionarios públicos del Estado de Bolivia. En un contexto histórico con nuevas políticas públicas orientadas a la inclusión de los conocimientos ancestrales en el nuevo Estado plurinacional. Esta situación implica transformaciones políticas y epistémicas complejas que nos remiten a las estructuras sociales y mentales de la población, reflejando tensiones entre discursos y prácticas de la interculturalidad, en la implementación de estas nuevas políticas lingüísticas. La recolección de datos fue realizada a través de la observación participante y etnografía durante el proceso de masificación de la enseñanza de la lengua Guaraní, para los funcionarios públicos en la ciudad de Tarija, durante la gestión 2015. El análisis de datos tuvo una aproximación cualitativa interpretativa con el propósito de reconstruir esta experiencia, a partir de la descripción etnográfica y el análisis de documentos oficiales. La implementación de la obligatoriedad del conocimiento de una lengua indígena para los funcionarios públicos, en su fase inicial, lejos de promover el fortalecimiento de las organizaciones indígenas para la tarea de masificación de sus lenguas, apoyo al beneficio de instituciones educativas privadas, quienes monopolizaron esta acreditación.
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La construcción de la Cultura de Paz desde los Centros Escolares,San Vicente, El Salvador (#8968)
Irma del Carmen Escoto Rivera 11 - Facultad Multidisciplinaria Paracentral . Universidad de El Salvador.
Abstract:
La cultura de Paz en El Salvador después de la firma de los Acuerdos de Paz en 1992 generó un desafío que poco fue retomado en la educación para lograr desmontar antivalores y comportamientos conflictivos entre los niños y jóvenes estudiantes que conviven en la escuela y la comunidad. Esta convivencia fue agravada hasta convertirse en una violencia estudiantil y ahora social que está afectando todo el tejido social-comunitario de la sociedad salvadoreña; desmontarla es un desafío para las escuelas siendo entonces que se están retomando el enfoque de prácticas restaurativas en algunos centros escolares para reconstruir el tejido comunitario iniciando en los actores escolares y desde ahí lograr construir el tejido comunitario del entorno del centro escolar.
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El paradigma de lo intercultural (#9094)
Daniel Gutierrez Martínez 11 - El Colegio Mexiquense.
Abstract:
El enfoque de lo intercultural no soloha retomado importancia, sino que de igual manera, ya ha sido tema de inumerables investigaciones, publicación y aproximaciones acádemicas. No obstante, queda aún lejos el encontrar un consenso común entre los especialistas de lo que significa semánticamente dicho enfoque, así como alguna propuesta de diferenciación de dimensiones de investigación tanto epistemica, teórica, metódológica como política. De hecho la mayor parte de las investigaciones se han centrado en los cambios y virajes políticos, es decir, en su concreción en políticas públicas, y menos en lo que significa en términos de generación de conocimiento para analizar la sociedad y los fenómenos mismos. De hcecho hay cierta traslape entre lo que significa intercultural, interculturalidad, interculturailsmo, más aún su diferencia con nociones como multiculturalidad, intraculturalidad, transcultural y pluralismo cultural. En este trabajo se darán cuenta de la particularidad del enfoque de lo intercultural, y de que modo se puede hablar hoy en día de paradigma intercultural, enfocando sus límites y alcances como heuristica epistemológica de análsis.