10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
03. Producción, Consumos Culturales y Medios de Comunicación | Internet |
Tuesday 05/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 13 (SAMBARINO) |
Copy-Creepy-Paste. Lenguajes y Narrativas de la cultura virtual (#7488)
David Hernández Alvarado 11 - Caav.
Abstract:
Navegar por internet es un ejercicio paradójico, si bien podemos acceder a grandes cantidades de información como en ningún momento se ha visto en la historia de la humanidad, lo cierto es que la veracidad de la misma es objeto de incertidumbre, usuarios y autores han pactado el silencio este secreto, creando un ambiente único para la proliferación de prácticas que han hecho inútil este cuestionamiento. Tal es el caso del copy-paste, fenómeno que rebasó la nomenclatura de un programa de edición de texto para adquirir un significado simbólico entre una generación de jóvenes que dejaron de escribir a mano para teclear frente a un computador. Misteriosa y profana es esta práctica, que fascina a sus usuarios por la sencillez de su ejecución, al igual que sorprende al imaginarnos que tal sea la base de toda una estructura de un imaginario colectivo que ha encontrado un nicho seguro en el entretenimiento, a través de sus narrativas nos encontramos con una envolvente y entusiasta comunidad que ha encontrado en su consumo un encuentro con otros igual de virtuales, anónimos. Las ciencias sociales y comunicativas han buscado acercarse al fenómeno queriendo entender la lógica de su estructura con el fin de dibujar los vínculos sociales que hacen posible el entramado dela red en internet, pero quizá es tiempo de cuestionarnos si el lenguaje del que se valen nos es suficiente para entender la semántica que compone esta praxis, quizá a través de sus narrativas es que demos cuenta de lenguaje propio y único que sólo es posible en su virtualidad, quizá descubramos que en sus macabros relatos se esconde miedos profundos sobre la realidad humana y que sólo pueden enfrentarse a ellos a través de la pantalla. Esta ponencia comienza dentro del recuadro de un buscador, tan anónimo como le es posible a un explorador para navegar entre los macabros relatos de la literatura virtual y descubrir en su lenguaje las conexiones que sostiene con la tecnología, la cultura y el consumo, haciéndonos la pregunta ¿Quién habla a través de las creepypastas?
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GAROTAS DA MODA: MÍDIA, CONSUMO E IDENTIDADE DE GÊNERO (#7686)
AMILCAR ALMEIDA BEZERRA 1; JOSÉ RODRIGO DE ARAÚJO SILVA
21 - Universidade Federal de Pernambuco. 2 - Universidade Federal da Paraíba.
Abstract:
O curta-metragem documental “Garotas da Moda” (2012) trata do cotidiano de cinco garotas transgênero que vivem em Goiana, uma pequena cidade da Zona da Mata pernambucana, no Nordeste do Brasil. Com 78 mil habitantes (2014), a economia do município gravita em torno da monocultura da cana-de-açúcar, herança do período colonial. Nota-se ainda a presença de um pequeno setor terciário, que estende sua influência por algumas cidades vizinhas, e de empreendimentos industriais que desde 2015, com a instalação de uma fábrica da FIAT, começam a se acomodar no local. Em meio a uma atmosfera provinciana ainda fortemente influenciada pela cultura patriarcal, as garotas fazem uso de representações midiáticas para subverter padrões culturais locais. Apropriando-se delas, tentam legitimar-se localmente como sujeitos conectados a um certo sentido de modernidade simbolicamente associado àquelas representações, intenção sintetizada no termo “garotas da moda”, que usam para se autodefinir em suas performances. A partir de autores como Stuart Hall e Judith Butler, procuramos explicar as condições que propiciam a emergência dessas performances identitárias de gênero em Goiana (PE), bem como algumas possibilidades e limitações de seus respectivos projetos identitários, tais quais percebidas pelos próprios sujeitos, perscrutando os depoimentos e os registros cotidianos exibidos no filme da cineasta Tuca Siqueira.
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Veganismo no Ciberespaço (#7504)
Fabíola Ribeiro Duarte Fabíola 1; Janine Helfst Leicht Collaço Janine
11 - Universidade Federal de Goiás.
Abstract:
Um mundo sem carne! Muitos pensarão dessa forma ao acompanhar o veganismo no ciberespaço, um mundo à parte, utópico, uma Pasárgada. Alimentação, vestimenta, calçados, cosméticos, suplementos vitamínicos e até informação, tudo vegano. A proposta deste artigo é conhecer a formação da identidade através da análise das experiências da conversão para o veganismo. Suas práticas, valores e vivências estão amparados por uma moralidade ética que começa na escolha alimentar. Suas escolhas ultrapassam a alimentação e começam a dar novos sentidos ao seu ser-no-mundo e a partir daí sua identidade é reformulada e passa-se a adotar relações sociais e culturais em torno da alimentação. No ciberespaço os veganos destoam da cultura dominante de comer animais e produtos advindos destes. De forma online eles se reúnem, organizam e compartilham seus modos de vida. No Facebook, WhatsApp, Twiter, Blog, Instagram, Youtube, eles compartilham saberes e sabores de uma forma de vida “cruelty-free”. O veganismo se faz presente de forma atuante no espaço virtual: sites como Vista-se e Anda Agência de Notícias são sites de mídia vegana, ou seja, uma compilação das notícias do Brasil e do mundo que estejam relacionadas com animais, sobre o modo de viver vegano, sobre celebridades que aderem o veganismo, tornando essas pessoas mesmo celebridades no meio vegano. Há diversos grupos com padrões culturais distintos dentro da mesma sociedade. Todavia, o encontro destas pessoas se diversificou nos últimos anos, transformando as comunidades virtuais em espaços de sociabilidade entre membros desses grupos, que poderiam ser compreendidos nos espaços de circuitos jovens no contexto urbano, que Magnani descreve como “práticas culturais e de lazer, redes de sociabilidade e relações de troca (e também conflito) no contexto urbano de uma grande metrópole” (MAGNANI, 2005, p. 173). Magnani menciona o espaço urbano, mas hoje o acesso ao mundo virtual permite ampliar a noção de espaço pois diminui distâncias ou aumenta. No espaço urbano essa alteração propicia uma quebra das barreiras físicas e ao mesmo tempo permite a possibilidade de circular com mais facilidade em diversos lugares e transformar os usos da cidade para encontros, compras e lazer. No ciberespaço encontramos os mais variados tipos de grupos com padrões culturais distintos. Fazer antropologia englobando as mudanças globais atuais se torna um trabalho enriquecedor, que nos possibilita partilhar dinâmicas e experiências novas com aquelas pessoas que vivenciam valores e vivências diferentes como se fossem “escolhas naturais”. Os veganos cresceram de forma significativa nos últimos dez anos, devido a essa quebra de barreiras físicas, no que concerne à distância das informações e possibilidades de organização. Essas transformações virtuais, tem se tornado em transformações sociais. Este trabalho propõe compreender as vivências dentre estes grupos através da nova realidade urbana que é o ciberespaço.
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DA SALA ESCURA PARA NOVOS DISPOSITIVOS: MUDANÇAS NOS MODOS DE VER UM FILME NA ERA DIGITAL (#7775)
Abstract:
O cinema, como um produto cultural e como um mercado próprio, surge no final do século XIX, desde os primórdios, os avanços técnicos foram sendo melhorados e aperfeiçoados para uma melhor nitidez do que o telespectador via em sua frente. O som na década de 20, novo formas de edição, a cor e diversas formas de efeitos especiais fizeram do cinema, um dos produtos mais importantes e lucrativos do entretenimento do século XX. Com a ampliação dos dispositivos de imagem e som, o cinema não ficou de fora e se adaptou a esses novos aparelhos tecnológicos. Atualmente qualquer um pode ver um filme em um tablete, celular, no carro, na televisão ou até mesmo no banheiro. Mas até onde isso pode ser classificado como cinema, será que com a mudança do ambiente “sala de cinema” para os dispositivos móveis modificaram-se o processo de estruturação na fabricação e visualização dos filmes? Do sistema analógico para o digital, quais alterações impactaram os novos modos de ver uma película? Será que contribuiu para enriquecer a experiência perceptiva e emocional do público? São essas algumas das perguntas que iremos tentar descobrir analisando nosso objeto de estudo, que serão as modificações enfrentadas pelo ambiente cinematográfico, mudanças essas, que englobaram novas formas de consumo cultural. Palavras chave: consumo cultural; produção cultural virtual; novos espaços de exibição e circulação de películas;
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"Cada um tem sua forma de lidar com o pop": um estudo etnográfico sobre as vivências juvenis e suas novas subjetividades em torno do consumo de bens culturais. (#7988)
Brandão Deyse de Fatima do Amarante 11 - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Abstract:
O presente estudo procura refletir sobre o papel do consumidor como ativo exercendo posicionamentos estratégicos diante de escolhas de bens que abrem possibilidades inventivas, mantendo dinâmicas sociais próprias e originais por meio do que o grupo pesquisado chama de “cultura pop”. Tendo como foco as atividades de um grupo de jovens na cidade de João Pessoa (Paraíba, Brasil), esta pesquisa realiza um investimento etnográfico sobre as manifestações das culturas juvenis no contexto do que chamamos de pós-modernidade. Situados em um contexto local sob condições dos movimentos de globalização: culturas transnacionais, internacionalização, transculturação, compreensão do espaço-tempo, tecnologias comunicacionais, etc, estes sujeitos realizam práticas socialmente organizadas, construindo um modo particular de experienciar e experimentar o que está a sua volta, atuando dentro da própria cidade e intervindo no cenário urbano. A pesquisa de campo realizada procurou buscar os campos de ações destas vivências juvenis relacionados à cultura pop e que são potencializados com a midiatização, cultura imagética, lazer, informatização e consumo. Nesse contexto, o coletivo é um grupo social com nuances pós-modernas no qual encontram na esfera do consumo, espaços para produção de suas subjetividades. Valendo-se do conceito de hibridação cultural (CANCLINI, 2006), a cultura pop manifestada e celebrada pelos integrantes deste grupo juvenil possuem repertórios que funcionam como recursos na concepção da afirmação do local. Neste sentido, mesmo que estes produtos consumidos possuam múltiplas ofertas simbólicas internacionais, seus significados se desdobram em outros modos a nível local, como por exemplo as sessões de sketch, as diferenças entre “desenheiros” e “arteiros”, os apelidos como forte poder simbólico de representação e um círculo de trocas de desenhos, serviços e favores como parte do sistema das relações sociais do grupo. Este estudo, assim procura “captar algo das experiências das pessoas” (FONSECA, 2004), dentro do contexto da condição pós-moderna e consequentemente do movimento do pós-modernismo, buscando detectar a eficácia social das práticas coletivas do grupo juvenil com princípios organizativos que os tornam atuantes diante da globalização cultural.
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Velho Chico: metáfora televisiva dos dramas da realidade rural nordestina brasileira
(#8134)
Rocha Marlúcia M. 1;
Santos Paulo J.
1; Tourinho Stephany V. S.
11 - UESC.
Abstract:
O artigo propõe investigar as construções sígnico-culturais da narrativa ficcional televisiva brasileira Velho Chico, de autoria de Benedito Rui Barbosa, sob a direção de Luiz Fernando de Carvalho, veiculada na TV Globo, em 2016. A telenovela em seu diálogo com a realidade sócio-econômica levanta discussão sobre as relações coronelistas e os problemas da reforma agrária no nordeste brasileiro à luz de uma estética que dialoga com o esgarçamento de características do insólito (no segmento fantástico ou no realismo maravilhoso). Deseja-se refletir teoricamente as mudanças por que está passando o produto televisivo mais popular da sociedade brasileira – a telenovela. Entendemos a telenovela, minisséries, seriados e estes outros textos como roteiros hipertextuais, dada a pluralidade de conteúdo e de leitura que reporta. Para tal, pretende-se usar conceitos da cartografia cultural de Martín-Barbero; semiótica da Cultura e mestiçagem cultural de Laplantine e Nouss, com o objetivo de mapear as estratégias e os recursos de linguagem presentes no processo de tradução da realidade social. O corpus - telenovelas e narrativas seriadas que retratam os saberes populares em suas manifestações, visando demonstrar sua construção estética. Utilizar-se-á como técnica de coleta e análise de dados, a Análise de Conteúdo (AC), cuja aplicação resulta não somente na obtenção de dados objetivos e quantitativos, mas também interpretativo, com o objetivo de entender os bens culturais. Serão apontadas as dimensões sociológicas do consumo cultural, os espaços e os significados refletidos que dialogam com a realidade e que vão modificando a dinâmica da sociedade brasileira contemporânea. Palavras Chave: ficção seriada, teledramaturgia, narrativas transmidiáticas, realidade social.
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Relación entre consumo y producción: hacia una resignificación de la relación audiencias – pantallas (#8279)
Julián David Vélez Carvajal 1; Olga Lucía Bedoya
21 - Universidad Pontificia Bolivariana de Montería. 2 - Universidad Tecnológica de Pereira.
Abstract:
Los procesos de recepción han evidenciado diferentes desplazamientos en el ámbito de la teoría social: desde la unidireccionalidad en la asimilación de contenidos (enfoques estructural - funcionalistas), pasando la reinterpretación simbólica de éstos (enfoques hermenéuticos), hasta llegar a perfilarse como posibilidad de co - producción (teoría de las televidencias, las múltiples mediaciones y la transmedialidad); la relación audiencias – pantallas se ha caracterizado por las transformaciones en cuanto a la construcción de los objetos de estudio, las perspectivas teóricas y las implicaciones metodológicas. En este sentido, las tecnologías de la información y la comunicación asociadas a la web 2.0, parecen ser dispositivos que posibilitan a los usuarios articularse a procesos de creación basados en la reinterpretación y co - producción de los contenidos que se ponen en escena. Esto lleva a que diferentes autores vislumbren una posible relación de continuidad entre consumo y producción en los procesos de recepción y una consecuente reconfiguración de las comunidades de apropiación (Orozco, 2001), (Scolari, 2012). Al parecer, la separación entre categorías como consumo, producción, contrato social y comunidad, ha perdido potencial interpretativo de la sociedad contemporánea. Por lo que la continuidad (Peirce, 1893), emerge como una alternativa interpretativa prolija para la comprensión de los fenómenos comunicacionales contemporáneos. Esta ponencia pretende hacer observables los anteriores planteamientos a partir de la revisión y contrastación de diferentes investigaciones empíricas sobre procesos de recepción, realizadas en el marco del Observatorio de Pantallas dirigido por la maestría en Comunicación Educativa de la Universidad Tecnológica de Pereira y el Programa de Comunicación Social – Periodismo de la Universidad Pontificia Bolivariana de Montería, Córdoba. Con este ejercicio investigativo, se pretende impactar en los siguientes aspectos: i) aportar a la discusión teórica sobre el desplazamiento de los conceptos de recepción y de audiencia en un escenario en el que la agencia, al parecer, va más allá de la reinterpretación simbólica de los contenidos puestos en circulación; ii) sugerir la continuidad como categoría teórica que tiene implicaciones metodológicas en cuanto al abordaje de los fenómenos comunicacionales contemporáneos; y iii) distinguir nuevos referentes en cuanto a la educación para las audiencias en el mundo contemporáneo. Bibliografía: Orozco, G. (2001). Televisión, audiencias y educación. Bogotá: Grupo Editorial Norma. Scolari, C. (2013). Narrativas Transmedia: cuando todos los medios cuentan. España: Grupo Editorial Planeta. Peirce, C. S. (1893). La inmortalidad a la luz del sinequismo. (N: Houser. C.J. Kloesel, Trad). México, Fondo de Cultura Económica.
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YOUTUBE: ENTRE UNA EMERGENTE FORMA DE TRABAJO Y UN ESTILO DE VIDA (#8493)
Carol Daniela Wilches Venegas 1; César Leonel Correa Bermúdez
11 - Universidad Nacional de Colombia.
Abstract:
Youtube es una plataforma del mundo virtual que ofrece contenidos de gran variedad, entre éstos se encuentran los que son producidos por youtubers, personas de diferente raza, género, religión, clase, orientación sexual y localización geográfica, que la usan como forma de trabajo. La presente investigación estudió esta forma emergente de trabajo a partir de, en primera medida, los conceptos de trayectoria de vida, relaciones de identidad, emotional labor (Arango, 2013), servicios y proletariado emocional, y en segunda medida, la información recolectada en entrevistas semiestructuradas realizadas a seis jóvenes youtubers hombres de Bogotá entre las edades de 20 y 26 años. Los principales resultados de la investigación son estos: (i) Al analizar desde el concepto de precariedad laboral (Santamaría, 2010) las condiciones objetivas y subjetivas que llevaron a los jóvenes a incursionar en Youtube, identificamos que éstos se encontraban previamente en situaciones de inestabilidad laboral, insuficiencia de ingresos, inseguridad, desprotección y falta de reconocimiento. Aunque esta situación no ha cambiado diametralmente y aunque ninguno de ellos sonó jamás con trabajar en Youtube, el gusto y la popularidad que les genera ser youtuber, ha provocado que sus interpretaciones, expectativas y objetivos laborales y económicos se hayan reajustado progresivamente. (ii) Para estos jóvenes ser youtuber no es un trabajo, es un estilo de vida, por lo tanto, para ellos, no existe línea divisoria entre la vida privada y el trabajo. De ahí que usen su cámara permanentemente, pues su vida es el contenido principal de sus videos: “Todo en cualquier momento se puede convertir en un video, en Youtube yo puedo tranquilamente ser todo lo que soy, Youtube es como parte de mí” –asegura uno de estos jóvenes. Así, trabajar como youtuber es principalmente ejercer y producir un identidad: “La ubicación del sujeto en la esfera o el orden de lo económico-productivo y del consumo que ha adquirido cada vez mayor relevancia en cuanto a ser sostén de identidad” (Galli & Malfé, 1997: 165). (iii) Los youtubers al trabajar en un medio virtual de entretenimiento: “deben ser capaces no solamente de controlar su subjetividad, sino también de canalizar sus emociones en el marco de una relación de servicio en la que no tienen exactamente el control del producto final ni de los objetivos subyacentes” (Calderón, 2008: 106). Ser youtuber causa impactos emocionales. Para ellos, el resultado de la interacción con sus seguidores, la influencia que sienten ejercer, el manejo de los comentarios negativos, la presión de crear contenidos constantemente, el rechazo de otros medios de entretenimiento, la competitividad en la plataforma e incluso la necesidad de ganarse con su carisma las marcas, provoca en últimas la creación de apariencias distanciadas de su identidad real.
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Videopoemas como bienes de consumo cultural: vínculos, usos y reapropiaciones desde los medios audiovisuales. (#8098)
Anabella Speziale 11 - Universidad de Buenos Aires.
Abstract:
Esta presentación se propone es parte de una investigación mayor sobre los nexos entre las Poéticas Tecnológicas y el Diseño Audiovisual, donde se toma al Videopoema como caso de estudio. ¿La videopoesía puede ser considerada como un formato que vincule al arte con la industria audiovisual haciendo aportes innovadores? ¿Pueden los poetas y los diseñadores audiovisuales trabajar en conjunto para crear nuevos formatos y visualidades de representación dentro de los medios de comunicación? Las piezas audiovisuales tienen una particular repercusión en las industrias culturales y en las maneras de representar e imaginar el mundo. Por lo tanto, si de imaginar el mundo y plasmar su sentimiento de época se trata, la poesía desde siempre ha estado en la intersección de aquello que puede ser vivido y aquello que puede ser evocado, creando a partir de ella una nueva sensibilidad sobre la realidad que la circunda. Vilém Flusser (1993), entiende que el Diseño es proceder estratégicamente para engañar a la naturaleza con la creación de producciones artificiales. Así, podemos considerar al Diseño Audiovisual como aquel que pretende representar a la realidad comunicando algo sobre ella: un mensaje, una información o una emoción. Patricia Marti (2015) ha estudiado como la poesía puede ser una inspiración para buscar soluciones de diseño. Los poetas, interpretan las experiencias humanas, y los diseñadores, a su vez, proyectan piezas que interceden de alguna forma en la conducta humana. El trabajo conjunto entre poetas y diseñadores aporta un entendimiento de las vivencias humanas que dejan una huella en aquello que se diseña. El videopoema resignifica poesía y tecnología en el pasaje de la cultura letrada a la realización audiovisual. Para Clemente Padín (2007) el videopoema “está poniendo a la verbalidad al servicio de la dimensión visual del lenguaje”.Por medio del estudio de casos, se han entablado vínculos entre la experimentación audiovisual que realizan poetas y diseñadores y sus posteriores usos y resignificaciones desde la industria con distintos fines. Mediante el resultado hallado, se estableció que los videopoemas pueden ser microformatos que luego son reapropiados por otro tipo de realizaciones, como por ejemplo algunos casos de documentales y publicidades, dentro de los medios de comunicación. Esta investigación ha permitido establecer los rasgos principales que la videopoesía le aporta al hacer audiovisual, a partir de un modo de representación de la realidad poético y experimental capaz de evocar sensibilidades que innovan al diseño, pero también contribuyen en el proceso creativo de la resignificación de los mensajes construyendo una experiencia particular en la percepción de la pieza diseñada. Sin embargo, también ha influenciado en el consumo apelando a lo emocional. Este trabajo apela a contribuir en la discusión sobre los cruces entre el arte, la poesía y el diseño.
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O ruim e o bom da "modernidade líquida": um tributo e um diálogo com as ideias de Zygmunt Bauman (#8012)
Robério PAULINO 11 - Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN.
Abstract:
No último dia 09 de janeiro, morreu Zygmunt Bauman, um dos maiores pensadores de nosso tempo, que, ao lado de nomes como Alan Touraine, Eric Hobsbawm, Manuel Castells, Jürgem Habermas, Herbert Marcuse, Noam Chomsky, foi um dos grandes interpretes da realidade contemporânea. Retomando a ideia de Marx de que “tudo o que é sólido desmancha no ar”, Bauman usa o conceito de "modernidade líquida" para classificar o período de intensa mudança que vive a humanidade. A partir dessa lente, como filósofo e sociólogo, Bauman vai analisar temas como a volta da desigualdade, o declínio da cultura, o consumismo, a revolução tecnológica e as redes sociais, a fluidez das relações humanas decorrentes dessas mudanças, terminando por se tornar uma referência em diversas áreas de conhecimento, especialmente na sociologia. As suas denúncias sobre o crescimento da desigualdade, sua visão crítica sobre a Internet e as redes sociais, seu descrédito acerca dos sistemas políticos atuais, terminaram por transformá-lo em referência para boa parte dos intelectuais progressistas em muitas universidades. Em seu trabalho Cegueira moral, escrito em parceria com Leonidas Donskis, faz um alerta para a perda do sentido de comunidade em um mundo cada vez mais individualista. A competição cada vez maior pelo emprego dentro das empresas, decorrente da precarização do trabalho e das novas tendências da administração gerencial, a busca pela satisfação imediata dos desejos e instintos individuais, em grande medida pelo consumo, estariam solapando qualquer senso de coletividade e solidariedade social, pelo que viveríamos um momento de grande incerteza, o que em parte talvez explique o seu pessimismo. O presente trabalho, além de ser um tributo, faz um resumo das principais ideias de Bauman sobre diversos assuntos, buscando ao mesmo tempo dialogar com elas, no sentido de apontar contrapontos, ou seja, tendências que equilibrem a análise sobre o que se passa no mundo e no ethos humano. Argumenta que, apesar de todos esses inegáveis fatores regressivos, outros elementos, positivos, civilizatórios, que ocorrem apesar da vontade do grande capital, não podem ser ignorados. O trabalho analisa que, mesmo com toda marcha a ré neoliberal e a ofensiva de setores conservadores, alguns avanços continuam a ocorrer nas áreas da educação, do bem-estar social, na consciência do risco de desastre ambiental, da afirmação da individualidade humana, da luta das mulheres e dos setores oprimidos etc. Particularmente sobre a Internet e as redes sociais, ao contrário de Bauman, que as considera uma armadilha, o trabalho aponta como elas, apesar de seus perigos, vem implicando numa verdadeira revolução, com profundas consequências na sociabilidade humana, sendo um elemento de rápida erosão de sistemas políticos, do monopólio da informação pela grande mídia, da corrosão das velhas ideias, dos preconceitos etc. pressupostos de construção de qualquer nova sociedade.
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Promover la participación ciudadana y la transparencia en Internet.Análisis a las publicaciones en redes sociales de los movimientos y partidos políticos chilenos con representación parlamentaria el 2015. (#8536)
Nicolas Sebastian Cifuentes Espinosa 11 - Universidad de Valparaíso.
Abstract:
Esta investigación se produce en el marco de un debate sobre la vinculación de las tecnologías de la información y la comunicación a los procesos políticos. Presentando las reflexiones teóricas existentes en el tema. Aplica una metodología de evaluación de la promoción de la participación ciudadana y la transparencia a las redes sociales de los partidos y movimientos políticos con representación parlamentaria en Chile el 2015. Teniendo como base el análisis de contenido se pretende conocer, valorar y comparar el uso estratégico que realizan estas instituciones políticas de las redes sociales, con la intención de promover la participación ciudadana en los procesos de toma de decisiones públicas y de entregar información en pos de transparentar la institución.