08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
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AS MUDANÇAS DO TRABALHO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR NA CONTEMPORANEIDADE (#7523)
Janaina Oliveira 1; Natalia Casagrande
21 - Fatec / Ites. 2 - Ites.
Abstract:
O texto em questão estuda as condições de trabalho dos docentes de Instituições de Ensino Superior (IES) privadas do interior do Estado de São Paulo. As mudanças no mundo do trabalho trazidas pela influência neoliberal e pela reestruturação produtiva flexibilizaram o mercado de trabalho em todos os setores da economia. Com isso, houve um processo de diversas mudanças na sociedade (HIRATA, 1993; ANTUNES, 1999). Em relação à categoria docente não foi diferente. Os professores de ensino superior passaram a assumir diferentes posições no mercado. Para tal situação, um fator importante foi o crescimento do número de IES no Brasil a partir dos anos 2000, sobretudo aquelas que trabalham com a modalidade de Educação à Distância (EaD). Para Leher (2004), esses fatores podem ser associados ao Programa Universidade para Todos (PROUNI) e às parcerias público-privadas que compuseram o núcleo estratégico dessas alterações bem como os mecanismos desenvolvidos para intensificar o trabalho e relacioná-los às demandas de mercado (CHAUÍ, 1999). Ao mudar as formas institucionais do trabalho, os docentes são forçados à uma mudança da rotina do trabalho. Por outro lado, essa expansão motivou o aumento da quantidade de docentes no ensino superior com contratações flexíveis, garantindo o mínimo dos direitos da categoria e ocultando algumas garantias trabalhistas (GENTILI, 2005). O cenário descrito acima, somado à expansão tecnológica e à facilidade de acesso à informação geraram novas categorias de docentes, a exemplo dos mediadores presenciais e virtuais do EaD. Os profissionais deste tipo de educação geralmente trabalham por contratos de tempo determinados, principalmente entre os mediadores On line, que estão inseridos no contexto da flexibilização das relações contratuais de trabalho visto que, geralmente, já exercem a atividade docente em diversas escolas e faculdades presenciais e o restante do tempo se dedicam às atividades na EaD, sobrecarregando sua jornada semanal. Nesse sentido, cabe destacar que a maioria das faculdades particulares e algumas públicas contratam seus professores como horistas. Isto é, funcionários que recebem por hora aula ministrada mesmo em algumas públicas - ligadas à área de Tecnologia e Institutos de Pesquisa isolados. Tal condição os impulsionam a trabalharem mais de 40 horas semanais em diversos locais para obterem um salário equivalente à docência no ensino superior, fato que impede alguns docentes de voltarem à área de pesquisa ou continuem os estudos de Pós-graduação. Contudo, o excesso de trabalho entre os professores de ensino superior tem como resultado um alto nível de estresse, cansaço e o desenvolvimento de algumas síndromes psíquicas, a mais conhecida é a Síndrome de Burnout. A consolidação da matriz do ensino superior, conforme descrevemos acima, evidencia uma efetiva mercantilização da educação no Brasil, as quais resultaram em diversas modificações na prática do trabalho docente.
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A DEGRADAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL – AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS NA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA/PARÁ-BRASIL (#8651)
Laura Helena SILVA 11 - IFPA.
Abstract:
A educação Profissional no Brasil data do início do século XX com a criação das Escolas de Aprendizes Artífices no governo de Nilo Peçanha. Estes espaços nascem com um objetivo de ofertar educação gratuita aos "desafortunados" para que os mesmos sejam afastados da ociosidade e do crime. Com o Decreto de 1909 define-se que cada estado em suas respectivas capitais teriam uma Escola de Artífices Aprendizes, no estado do Pará, na capital Belém, incentivada pela legislação, é implantada a primeira escola, para atender a demanda do governo federal da época. O presente estudo tem como objetivo analisar as políticas públicas e os Programas governamentais do período de 2004 a 2012 em que o Partido dos Trabalhadores (PT) esteve no poder e contribuiu para o desenvolvimento e crescimento da Educação Profissional no Brasil. Este governo ao mesmo tempo que cria uma política para a educação profissional voltada para o desenvolvimento omnilateral dos sujeitos dessa formação, por outro lado, também cria programas educacionais que se contrapõem a esse modelo, que reforça a dualidade da educação, não proporcionando a continuidade de estudos aos trabalhadores e gerando uma subcidadania do indivíduo nesta modalidade de educação. O trabalho está alicerçado em três conceitos fundamentais, são eles: Políticas Públicas, Degradação e Subcidadania e traz como referenciais teóricos CASTIONI (1999) considera que a avaliação de políticas públicas na educação é recente, somente ocorre quando tal preocupação deixa de ser levada somente nos campos da saúde e alimentação. Tal debate passa a estar articulada às demandas mundiais, que preveem que o individuo, ou melhor, as capacidades individuais dos trabalhadores é que ganharão destaque no mercado. Martins (2009) e Antunes (2002) que abordam o conceito de degradação a partir de uma perspectiva marxista como um processo de precarização do trabalho e das novas relações sociais no mundo do trabalho, além da desvalorização do ser humano e as suas perdas materiais e imateriais. Como consequência desse processo nos deparamos com a Subcidadania conceito cunhado de Souza (2006) “a existência de redes invisíveis e objetivas que desqualificam os indivíduos e grupos sociais precarizados como subprodutores e subcidadãos, e isso sob a forma de uma evidência social insofismável”. Na Educação profissional associamos o conceito de Subcidadania ao investimento que o Governo Federal vem fazendo na Educação Profissional, criando uma ilusão de melhorias na condição da vida dos atores sociais envolvidos nessa educação, e que acabam criando são subcondições de trabalho e de qualidade na educação.
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Uma educação jurídica coletivamente sustentável a partir da Proposta Pedagógica Fasbiana (#1825)
Thiago Rafagnin 1; Maritânia Rafagnin
21 - Faculdade São Francisco de Barreiras. 2 - Universidade Católica de Pelotas.
Abstract:
Propõe-se debater a questão da educação superior, especificamente a educação jurídica, sob o viés da sustentabilidade também coletiva. Busca-se verificar se há possibilidade de ser realizada uma educação sustentável – em nível coletivo - e emancipatória. O objetivo central do estudo em tela é demonstrar que é possível ser realizada uma educação jurídica diferente, com qualidade, todavia contra-hegemônica, ou seja, que foge aos padrões estabelecidos pelo “mercado jurídico”. O locus de pesquisa é o Curso de Direito da Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), instituição peculiarmente localizada no oeste do Estado da Bahia, numa das regiões brasileiras com os maiores índices de crescimento econômico, mas, em contrapartida, com os piores indicadores sociais. Para tanto, faz-se uma análise documental, a partir de uma perspectiva dialético crítica, do Projeto Pedagógico de Curso de Direito, onde está contida a gênese da Proposta Pedagógica Fasbiana. Na FASB, ao se considerar peculiaridades da cultura local-regional, a “missão educacional” da IES se torna condição para efetivar determinado potencial para que o estudante ultrapasse o “irrealismo”, cujo privilégio cultural-civilizatório apenas casualmente haveria de se tornar consciente junto aos respectivos favorecidos e essa consciência significasse dar-se conta das implicações e desdobramentos daquele privilégio enquanto herança colonialista nas periferias das metrópoles nacionais e a se constituir em renitente ameaça ao meios urbanos no interior do País. O estudo é concluído demonstrando que com uma práxis coletivo-educativa, mediada pela distinção entre produzir e apropriar, é possível ser realizada uma educação jurídica fora dos padrões mercadológicos, com qualidade e, principalmente, com foco na sustentabilidade também coletiva. Palavras-chave: educação jurídica – sustentabilidade também coletiva – proposta pedagógica fasbiana.
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El ejercicio de la docencia en la escuela rural colombiana: entre la precariedad de las condiciones laborales y las necesidades de desarrollo profesional (#6281)
Daniel Lozano Florez 11 - Universidad de La Salle, Colombia.
Abstract:
Palabras clave: Docente rural, educación rural, trabajo docente Resumen La ponencia inicia con una referencia a las características y condiciones sociales del mundo rural colombiano que afectan a la escuela, relacionadas, principalmente, con la persistencia de problemas sociales endémicos, como la pobreza, violencia, exclusión y desigualdades sociales, los cuales quebrantan el vínculo social de las personas con las sociedades local y nacional. Aquí, analizamos las condiciones materiales de la escuela rural en las cuales el profesor desempeña la función docente. Además, hace referencia al malestar docente, como categoría que permite la concreción de la precarización de las condiciones laborales del docente y plantea algunas consecuencias que esto acarrea, como la pérdida del estímulo para ejercer la docencia, la afectación del estatus profesional del docente, la inestabilidad laboral y las dificultades para el ascenso y promoción docente. En este punto destacamos el desarrollo de las acciones del proceso educativo en un aula multigrado y las condiciones impuestas por las normas que regulan el ejercicio de la docencia, especialmente, en materia de evaluación del desempeño, jornada laboral, relación alumno-docente, docente-grupo, bienestar laboral, salario, estabilidad en el cargo, ascensos en la carrera docente y dignidad de la profesión docente. Asimismo, la ponencia examina algunas condiciones básicas que requiere el docente rural para su desempeño en la escuela rural, particularmente nos ocupamos del perfil profesional y formación académica, de tal forma que pueda atender los requerimientos de los modelos educativos flexibles, las modalidades de educación clásicas y las necesidades de los estudiantes de la institución educativa rural. Finalmente, la ponencia presentará unos puntos de vista críticos sobre las condiciones de los profesores rurales para el ejercicio de la función docente, las cuales reflejan la existencia de un empleo precario para estos profesores. Estos puntos son analizados teniendo como referente conceptual la nueva cuestión social y la emergencia de la denominada nueva cuestión docente.
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La importancia y el impacto de la Sociología en los programas académicos de ingeniería de la Escuela Superior de Ingeniería Mecánica y Eléctrica Unidad Zacatenco del Instituto Politécnico Nacional. (#5249)
Aline Marina Ortega Martínez 1;
Mireya Rosas Haro
1;
Rita Trinidad Rodríguez Márquez
11 - IPN-ESIME Unidad Zacatenco.
Abstract:
Palabras Clave: Sociología, ingeniería, programas académicos, formación integral. RESUMEN El Instituto Politécnico Nacional (IPN) y la Escuela Superior de Ingeniería Mecánica y Eléctrica (ESIME) Unidad Zacatenco han contribuido en el desarrollo científico y tecnológico de México mediante egresados altamente capacitados en las áreas de ingeniería eléctrica (IE), ingeniería en control y automatización (ICA), ingeniería en sistemas automotrices (ISISA) e ingeniería en comunicaciones y electrónica (ICE). El presente trabajo de investigación realiza un estudio diagnóstico sobre la importancia y el impacto de la sociología en los programas académicos y en los estudiantes de ingeniería de la ESIME Unidad Zacatenco. El periodo de la investigación comprende los semestres de enero a junio y agosto a diciembre de 2016 con una población de 250 estudiantes de los cuatro programas académicos y de los nueves semestres que se estudian en la ESIME Unidad Zacatenco. Esta información permitirá que el personal académico en conjunto con las autoridades de la ESIME Unidad Zacatenco seleccionen e implementen durante los distintos semestres de la curricula las estrategias que mejor se adecuen a las características, condiciones y estilos de aprendizajes de sus alumnos, detectando las áreas de oportunidad y logrando aprendizajes significativos, modificando la estructura cognitiva tradicional del estudiante de ingeniería, potencializando no solo sus conocimientos, si no también sus habilidades, actitudes y valores, lo que se verá reflejado en una formación y desarrollo académico integral. Los estudiantes de ingeniería deben de poseer los elementos necesarios que les permitan integrar los conocimientos propios de la ingeniería considerando los problemas sociales, económicos, políticos y culturales complejos, así como habilidades analíticas y críticas que les permitan analizar y comprender su entorno y el impacto de sus actividades en la sociedad actual, por lo cual es de suma importancia en una carrera de ingeniería que se incluyan en todos los semestres los estudios de sociología ya que un ingeniero deberá poseer conocimientos respecto a las estructuras de las organizaciones y de las relaciones interpersonales que le permitan desarrollarse de manera exitosa en el ámbito laboral y ser profesionales altamente competitivos.
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Representaciones sociales de la inclusión educativa: el caso de los docentes de la Escuela Normal de Especialización (ENE) (#4957)
Guillermina Gutiérrez Reséndiz 11 - Escuela Normal de Especialización.
Abstract:
El objetivo del presente trabajo es conocer las representaciones sociales que tienen los docentes de la Escuela Normal de Especialización, sobre la inclusión y como estas representaciones sociales determinan sus prácticas docentes. Además, se hace un análisis en torno a las políticas educativas que se desprenden de una serie de reivindicaciones sociales que trastocan la dinámica de trabajo de las instituciones de educación especial. Para ello se entrevista a 32 docentes. La inclusión educativa conlleva cambios en los servicios de educación especial, del país, que se definen a partir del Plan Nacional de Desarrollo 2013-2018 y que entre sus principales planteamientos están: Los maestros de educación especial dejan de ser considerados maestros de apoyo y se convierten en maestros especialistas que se encargarán de hacer recomendaciones a maestro de grupo, directivos y padres de familia En la Ciudad de México las Unidades de Servicios de Apoyo a la Educación Regular (USAER) se transforman en Unidades de Educación Especial y Educación Inclusiva. (UDEEI). Todo esto en el marco de la Reforma Educativa, por tanto se pretende hacer un análisis del modelo de inclusión educativa que viene de la mano de la inclusión social y que en la ENE conlleva la urgente necesidad de abrir espacios para la discusión y toma de decisiones sobre su futuro como institución formadora de maestros especialistas así como el futuro de los maestros en educación especial. Se emplea la asociación de palabras, se determina el núcleo central de las representaciones a partir del cual se desprenden los significados, se trabaja con la técnica de redes semánticas.
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La relación familia-escuela vista desde la formación inicial docente (#5711)
Héctor Cárcamo Vásquez 11 - Universidad del Bio Bio.
Abstract:
Diversos autores, tales como Domina (2005), Garreta (2015), Segovia, Martos y Martos (2010), solo por mencionar algunos, plantean la relevancia que reviste el establecimiento de una adecuada relación familia escuela para el mejoramiento de la calidad educativa en contextos formales. La importancia de abordar esta temática es de larga data, sin embargo, cabe destacar que los estudios habitualmente se han desarrollado en la escuela y no en los contextos universitarios donde se forman los futuros profesores; situación que reviste gran relevancia toda vez que las representaciones que el profesorado tiene respecto de la relación familia escuela comienzan a forjarse desde dichos espacios en los que inician su formación docente (Cárcamo 2015). Por ello, el trabajo que aquí se presenta expone las representaciones que poseen los futuros profesores de educación básica de una Universidad de la Región del Bio Bio respecto de la familia y los roles parentales que les asignan en materia educativa. En concordancia con el objetivo, se desarrolla un estudio comprensivo interpretativo a partir del cual se utiliza la metodología cualitativa. La técnica de producción de información corresponde a la entrevista en profundidad semi estructurada, desde la cual se exploran algunas categorías apriorísticas, en tanto que objetos de representación. Dentro de estas destacan: relación familia-escuela, implicación parental, rol parental educativo. Se entrevista a 14 estudiantes de pedagogía en educación general básica. El análisis del corpus discursivo se desarrolla a partir de la técnica de análisis semántico estructural, pues se le considera como una técnica adecuada para pesquisar el sentido y significados emanados desde los propios actores en contextos específicos de enunciación. Dentro de los hallazgos más importantes encontramos que los roles que los sujetos asignan a las familias se sitúan en dos dimensiones. La primera de ellas corresponde al denominado apoyo en el ámbito pedagógico, mediante la realización de tareas enviadas por el profesorado. La segunda, referente a la inculcación de hábitos que faciliten el establecimiento de un clima de aula favorable para el desarrollo del aprendizaje de los estudiantes, operacionalizado fundamentalmente a partir del cumplimiento del currículo por parte del propio profesor y su programación clase a clase. Finalmente, cabe señalar que este trabajo se inserta en un proyecto mayor en curso (Fondecyt Nº11160084), por tanto los hallazgos que se presentan son de carácter preliminar.
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FAMÍLIA NA ESCOLA: A INDISCIPLINA ACABA, O APRENDIZADO MELHORA. (#6333)
IVAN DO NASCIMENTO FREIRE LOPES IVAN NASCIMENTO 1; ERASMO C GUIMARAES ERASMO GUIMARAES
2; ANA PINHEIRO DE SOUSA LUCAS ANA PINHEIRO
21 - UNILEÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO. 2 - EEIF LIDER COMUNITARIO.
Abstract:
INTRODUÇÃO. O maior desafio de qualquer escola, pública ou privada, é incluir a família em atividades institucionais. Escola de Ensino Infantil e Fundamental Líder Comunitário Antônio Miguel de Sousa, localiza-se no Sítio Pau Seco, na Cidade Juazeiro do Norte, estado Ceará, Brasil, há 8km da zona urbana. É rural, com 150 alunos, turno diurno. Níveis escolaridade infantil, ao fundamental II. Jovens carentes, renda familiar de até um salário mínimo, maioria da própria comunidade de agricultores e donas de casa. A escola vivenciava a problemática da indisciplina em sala de aula diariamente. METODOLOGIA: Após identificar pontos chave: indisciplina e déficit de aprendizagens, a indisciplina - devido a ausência de acompanhamento da família, a escola criou a intervenção Família na Escola – Juntos somos mais. Conscientizar os pais de forma presente na vida escolar dos filhos através de atividades como: Gincanas Musicais, Trilha Ecológica, Horta Rural, Cinema na Escola, Revivendo Nossa História, Orientação Psicológica aos pais, Ações Sociais (atendimento médico, dentista, corte de cabelo), Capoeira, Coral, Teatro, Aulas de Reforço. REFERÊNCIAS. “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.” (FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido, 1987.) “O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros. (...) É nesse sentido também que a dialogicidade verdadeira, em que os sujeitos dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo, no respeito a ela, é a forma de estar sendo coerentemente exigida por seres que, inacabados, assumindo-se como tais, se tornam radicalmente éticos. (...) Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar." FREIRE, Paulo. (Pedagogia da Autonomia, 1996). RESULTADOS. O trabalho desenvolveu-se desde 2015 e no prazo de 06 meses já percebeu-se o desenvolvimento afetivo dos estudantes, eliminando a indisciplina na escola. A condução realizada por cada equipe (Professores de Linguagens, Ciências Naturais, Ciências Exatas e Ciências Humanas) utilizando a estratégia ‘conhecer a si mesmo’ como humano, ativo, protagonista. Outro fator, o crescimento intelectual dos estudantes, mesmo contando com indicadores de leitura baixos, e com crescimento diante da linha histórica, avaliado pelo SPAECE – Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica Estado Ceará. Em 2012 a proficiência 230.9 pontos. Em 2014, 189.8 pontos. Em 2015, 254.4 pontos (a escala oscila entre os seguintes níveis - Muito Crítico (0~200); crítico (200~250); intermediário (250~300) e avançado (300~275 ou acima). Observou-se a média estadual em 2015 - 243,8 pontos e a média da escola 254.4 pontos, um nível superior de ensino em relação às outras escolas do estado inteiro, caracterizando não o nível ideal, mas o desejável.
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Cibermedios y educación ciudadana en tiempos de elecciones. Nicaragua 2016. (#6877)
Arnín de Jesús Cortez Morales 1; Edith Frankzelia Otero Quezada
1; Xochilt Exue Hernández Leiva
2; Nery José García Ruíz
21 - Universidad Centroamericana de Nicaragua, Instituto de Educación de la UCA. 2 - Universidad Centroamericana de Nicaragua.
Abstract:
Este estudio tiene como propósito analizar el rol educativo que juegan los cibermedios en el contexto del sufragio electoral presidencial que aconteció en noviembre de 2016 en Nicaragua. En este sentido, busca ser una contribución académica que permita analizar la reconfiguración de ciertos actores educativos como son los cibermedios, que tradicionalmente han sido catalogados como secundarios y que, en el panorama actual de la crisis de producción del conocimiento, con especial énfasis en los ámbitos educativos formales, han generado un debate renovado sobre otras formas de enseñanza-aprendizaje más dinámicas y horizontales, pero que, anteriormente habían carecido de legitimidad. Asimismo, se pretende analizar desde una mirada teórico – empírica, la emergencia de este actor frente al fenómeno de la educación ciudadana, el cual, es de crucial importancia, ya que es el espacio donde se gestan las condiciones necesarias para que haya un vínculo efectivo y real entre ciudadanía y democracia. Para esto, se abordó el estudio desde una perspectiva teórica interdisciplinar, en el que se trató, por un lado: a) el enfoque de la comunicación desde la Web 2.0, Usos y Gratificaciones y la teoría del Encuadre o Framing, y b) el enfoque pedagógico, especialmente lo relacionado a la educación informal y la educación ciudadana. Se analizó desde un enfoque cualitativo, de carácter teórico-empírico, mediante el ejercicio de monitoreo de publicaciones de cibermedios vinculadas a la educación ciudadana y valores democráticos, en el marco del sufragio electoral 2016. Uno de los hallazgos más relevantes es el aparente divorcio que existe en las concepciones y nociones de los ciberperiodistas entre el ámbito de la educación y la función social de los medios de comunicación, asociando de manera exclusiva lo educativo al ámbito formal, y el papel de los medios al ejercicio informativo, o en otros casos, de fiscalización del poder. Esta posición no vincula la función mediática de los cibermedios a procesos alternativos de la educación informal y mucho menos, se visualizan como nuevos agentes educativos. Al contrario, prevalece la idea de verse a sí mismos como medios tradicionales que han migrado a lo digital, pero que aún conservan métodos tradicionales de difusión de la información. Asimismo, si bien los cibermedios no se autodefinen como agentes educativos reconocen su capacidad de influencia y de crear opinión pública que en algunos casos puede establecer elementos de autosegregración con respecto a otras audiencias que no comparten sus opiniones editoriales, lo cual abona a los procesos de polarización política en las redes sociales.
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La escuela como constructora de ciudadanía (#4852)
Cristian Orellana Fonseca 11 - Universidad del Bío-Bío.
Abstract:
En esta comunicación se presentarán resultados preliminares de una investigación en curso, vinculada al convenio de colaboración firmado entre la Universidad del Bío-Bío, Chile y el Ministerio de educación de Chile, titulado: “Promover la construcción de ciudadanía, la valoración y ejercicio de los derechos humanos en 56 establecimientos educacionales de la séptima y octava región”. La investigación aborda la contribución de la escuela en el desarrollo de la competencia ciudadana del estudiantado, para eso se analizará desde la comunidad escolar la situación de la formación ciudadana en los establecimientos educacionales y la construcción e implementación de los Planes de Formación Ciudadana mandatados por la ley 20.911. La metodología es de carácter mixto, integrando procedimientos y técnicas cuantitativas y cualitativas. En la etapa cuantitativa contempla la aplicación de un cuestionario y la cualitativa la entrevista y el grupo de discusión.
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La desigualdad de oportunidades educativas en México: clase, género y etnia (#6912)
Emilio Blanco Bosco 11 - El Colegio de México.
Abstract:
El objetivo de la ponencia es presentar los resultados de un análisis de la desigualdad social en las principales transiciones del sistema educativo mexicano para responder dos preguntas: 1) ¿Cambian los efectos del origen social en cada transición? Y 2) ¿Cambian los efectos del origen social, para una misma transición, a lo largo del tiempo? Por “transiciones” me refiero específicamente al acceso y finalización de cada nivel educativo, del primario al terciario. La primera pregunta refiere a las diferencias en la selectividad social de cada transición, y especialmente a la teoría de los efectos decrecientes del origen social. Algunas investigaciones previas en México sugieren que esta teoría podría estar basada en un artefacto estadístico derivado del método utilizado para estimar la desigualdad en cada transición (razones de momios contra riesgos relativos). La segunda pregunta apunta directamente a la persistencia de las desigualdades educativas a pesar de los incrementos en la cobertura, un fenómeno sobre el que aún se debate en los países centrales y sobre el que poco se sabe en México. La investigación sobre la desigualdad en las transiciones educativas cuenta con una larga tradición a nivel internacional; en Latinoamérica comienza a consolidarse en el marco más general de la investigación sobre trayectorias, desarrollada fundamentalmente en Argentina, México y Uruguay. Esta ponencia pretende contribuir en esa dirección mediante un análisis de la Encuesta de Movilidad Social Intergeneracional (MMSI), aplicada junto con la Encuesta Nacional de los Hogares (ENH) en 2016, en la que participaron alrededor de 28,000 individuos de entre 25 y 64 años. El tamaño de muestra permitirá realizar estimaciones robustas de los efectos del origen social incluso para las transiciones más avanzadas, que inciden en proporciones relativamente pequeñas. El análisis consistirá en la estimación de un modelo logístico ordenado con los niveles educativos alcanzados por los individuos como variable dependiente; esto evita los problemas de sesgo por selectividad diferencial de los modelos binarios de transiciones sucesivas. Las principales variables independientes serán la cohorte de nacimiento (4 en total), el origen social (clase ocupacional – Goldthorpe), el género y la condición étnica. En este último tema la MMSI es particularmente innovadora, ya que incluye – además de una pregunta sobre auto-identificación – una escala de auto-asignación respecto del color de piel del entrevistado. Esto permitirá explorar una dimensión novedosa en el tema de transiciones, fundamental para el contexto latinoamericano: la existencia y persistencia de desigualdades étnicas, aun después de controlar por origen social, que – de constatarse – podrían apuntar tanto a mecanismos de discriminación y subordinación cultural como a aspectos de irrelevancia en la oferta educativa dirigida a las poblaciones indígenas.
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Desplazamiento infantil: una mirada a la inclusión educativa estudio de caso con niños víctimas de conflicto armado de la institución educativa municipal Francisco José de Caldas del corregimiento de buesaquillo, vereda de Cujacal Pasto-Nariño-Colombia en el año 2016. (#3237)
Amy Aridey Medina Rosales
1;
Luisa Maria Mesias Moncayo 11 - Universidad de Nariño.
Abstract:
En el contexto de la violencia en Colombia más de seis millones de personas se han visto forzadas a desplazarse dentro y fuera del territorio nacional, obligados a abandonar sus hogares, sus tierras, sus bienes, sus costumbres, sus comunidades y sus medios de vida. Gran parte de los desplazamientos se presentan desde las zonas rurales hacia la urbe; este hecho social forzado incide de manera directa en la vida de los ciudadanos, que han afectado todas las esferas sociales y que buscan escenarios de paz que hoy se plantean desde la firma del acuerdo entre el gobierno y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia. Por esta razón, hay impactos de diversa índole que se agudizan entre diferentes grupos etarios, donde se reconoce una preponderante vulnerabilidad de menores de edad que hacen parte de la población desplazada. De esta manera, se identifica en un primer plano, la existencia de niños y jóvenes víctimas del conflicto armado con afectaciones en el ámbito educativo, que ha producido la interrupción escolar, sometiéndolos a situaciones de estigmatización, ruptura de la identidad, adaptación forzosa a nuevas formas de vida y cambios abruptos por la llegada a contextos ajenos. El propósito de este trabajo es analizar las estrategias de inclusión dirigidas a los niños en situación de desplazamiento en la Institución Educativa Municipal Francisco José de Caldas en la vereda de Cujacal corregimiento de Buesaquillo – Pasto-Nariño-Colombia en el año 2016. Este trabajo se abordará desde una mirada cualitativa desde el estudio de caso, explorando las percepciones del menor y el plantel educativo entorno a las estrategias pedagógicas de inclusión como un aporte a la construcción de paz. El acercamiento a la población brinda una información que evidencia una realidad específica de la guerra y sus actores, indicando el papel institucional frente al desplazamiento y el entorno educativo, por lo tanto, la investigación pretende ser instrumento para evaluar la calidad de estrategias de inclusión que se manejan con esta población. Las técnicas de recolección de información como entrevistas, diarios de campo y talleres colectivos con estudiantes y docentes generan una mirada sociológica de un escenario educativo que contribuirá en la convivencia y paz desde las aulas. La voz de los niños se convierte en una narración que invita a la memoria y la búsqueda de la reconciliación y reconocimiento de las víctimas para una construcción de paz. Palabras claves: conflicto armado, desplazamiento infantil, educación formal, estrategias de inclusión, construcción de paz.