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Tuesday 05/12 - Humanidades / Sala 03 (ROMERO)
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Tuesday 05/12 | 08:00 - 10:00 | Humanidades | 03 (ROMERO) |
El conflicto de focalizar y mantener la matrícula para familias de localidades desaventajadas en sala cuna y niveles medios en Chile (#1469)
Blanca Barco 1
1 - Pontificia Universidad Católica de Chile.
Abstract:
La asistencia a establecimientos educacionales para niños menores de 4 años en Chile no es obligatoria, pese a ello, la política ha impulsado un aumento matrícula (cobertura) en sala cuna (de 0 a 2 años) y niveles medios (de 3 a 4 años) desde el año 2001, focalizando en familias y localidades desaventajadas. Encuestas nacionales muestran un aumento en el porcentaje de niños que asisten a sala cuna y nivel medio, desde un 6% en el año 1990 a un 28,4% para el año 2013, existiendo también una distribución heterogénea según edad y nivel de pobreza (Ministerio de Desarrollo Social, 2015), así como una subestimación de los establecimientos que los imparten (Ministerio de Educación, 2012). La estrategia de implementación de esta política, sigue los patrones globales de privatización y uso de mecanismos de mercado con soluciones privadas para problemas públicos. Esta estrategia ha sido implementada en Chile desde los años '90 en distintos niveles de enseñanza, siendo los más investigados la educación básica y media (Brunner et al., 2006; Bellei, 2007; Elacqua, 2009; Valenzuela, Bellei & De los Rios, 2010; Seppänen et al. 2015; Bellei, 2015). La provisión de sala cuna y medios, se ha realizado también tercerizando la administración a privados, coexistiendo establecimientos estatales, subvencionados y privados, siendo escasa la investigación sobre su impacto y conformación. Investigaciones en niveles de enseñanza superiores nos muestran la importancia de lo local en la implementación de los mercados educacionales (Lareu, 2003; Ball, 2003; Raveaud & van Zanten, 2007; van Zanten, 2007; Flores & Carrasco, 2013; Seppänen et al. 2015). Sin embargo, las condiciones y diferencias a nivel local para este nivel se encuentran escasamente estudiadas (Vincent & Ball, 2006; Vandenbroeck, 2008).   A partir de ello, esta investigación analizó el proceso de matrícula en los establecimientos educacionales en los niveles de sala cuna y medios en una localidad desaventajada de Chile. La metodología utilizada fue de diseño cualitativo con una orientación etnográfica, con observaciones no participantes durante el proceso de postulación, selección y matrícula desde octubre del 2015 hasta abril del 2016 en 3 establecimientos educacionales y 15 entrevistas en semi-estructuradas a directoras, equipo pedagógico, supervisoras y administradores.   Los resultados de esta investigación dan cuenta del conflicto que existe entre implementar las políticas públicas orientadas a seleccionar o focalizar familias desaventajadas y mantener la matrícula, la cuál entrega los recursos a los establecimientos subvencionados por el Estado.   Esta investigación aporta a la discusión sobre cómo ampliar la matrícula en el nivel educacional inicial en Latinoamérica, objetivo clave en la Convención Internacional sobre los Derechos del Niño, analizando la desigualdad en la provisión entre de los mercados educacionales al implementar determinadas políticas públicas de privatización.

 
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As culturas e suas influnências nas escolas da tríplice fronteira Brasil, Colombia e Peru. (#6081)
Rocha Souza Sebastião 1;
Corrêa da Silva Heloísa Helena 2; Justamand Michel 2
1 - Universidade do Estado do Amazonas. 2 - Universidade Federal do Amazonas.
Abstract:
RESUMO Este trabalho foi realizado na escola Municipal Professora Maria Batista Lopes procurando elucidar como as culturas influenciam nas escolas da tríplice fronteira. Os objetivos foram verificar como as diversas culturas da tríplice fronteira influenciam na aprendizagem dos alunos em sala de aula. Para isso procedeu-se com investigação na escola, mediante anuência da direção da mesma, onde houve observação in loco acerca das influências culturais que a tríplice fronteira traz para o ensino aprendizagem. No decorrer da pesquisa buscou-se evidenciar as realidades vivenciadas, partindo do pressuposto de que, tais influências, poderiam apresentar alguma problemática no processo de ensino, devido às misturas culturais não serem atentadas pela escola, não sendo incentivadas e respeitadas como deveriam ser. Fundamenta-se na abordagem hermenêutica critica e análise qualitativa dos dados, realizada a partir da pesquisa empírica e bibliográfica, onde se utilizou as técnicas de observação e como instrumentais de coleta de dados o questionário, conversas informais e visitas domiciliares. Para, se entender melhor o que é cultura, e as influências da cultura no desenvolvimento educacional de crianças na escola. Diante do estudo realizado, chegou-se à conclusão de que as culturas existentes neste local são inúmeras e riquíssimas em suas interculturalidades, podendo as mesmas serem apedra angular para contribuição de  melhoria da educação desta região, posto que estas influenciam no processo de ensino aprendizagem no contexto escolar.

 
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La comunidad también educa, aproximaciones a las percepciones de los adolescentes escolarizados sobre sus contextos. El Salvador 2017 (#6404)
Miguel Alexander Quintanilla Villegas 1
1 - Universidad Dr. Andrés Bello.
Abstract:
La investigación se desarrolla con adolescentes que están escolarizados y matriculados en secciones que van desde 7° grado de educación básica hasta 1° año de bachillerato, con la finalidad de describir las percepciones de adolescentes sobre los niveles de apoyo social y actividad en sus comunidades a finalidad de estructurar el grado de influencia-afectación del contexto en el establecimiento de relaciones sociales. La identificación de factores de riesgo social y niveles de interacción entre adolescentes en el contexto comunitario proporcionara información valiosa sobre las dinámicas al interior de su entorno de convivencia cotidiana, demostrando con ello prevalencias por cada dimensión y sub dimensión de participación, apego, seguridad, apoyo entre otras variantes en la construcción de identidad y apropiación del espacio público con sus pares y personas adultas de las localidades estudiadas.

 
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Direito linguístico e inclusão na memória da cidade de São João do Arraial (#6019)
Francisca Maria Machado de Oliveira 1;
Oriana Chaves 1
1 - Universidade Federal do Piauí.
Abstract:
Introdução: Este trabalho propõe-se a expandir o conhecimento sobre os falantes em libras no Piauí, na perspectiva dos profissionais docentes da rede pública na cidade de São João do Arraial. A reflexão está baseada na discussão de Carlos Henrique Rodrigues e Hanna Beer (2016) sobre os Direitos Humanos Linguísticos e sua relação com políticas públicas para educação de surdos. Partindo dessa reflexão, este trabalho foi realizado procurando identificar na fala dos docentes da rede pública de ensino nessa cidade do interior do Piauí, sua perspectiva sobre o cotidiano escolar e a efetividade das políticas públicas no que se refere a alunos surdos. Principalmente, considerando que a educação escolar é um processo assegurado a todos na Constituição Federal de 1988, regulamentada pela LDB. Metodologia: Foi realizada pesquisa direta, entre os meses de agosto e setembro de 2016, utilizando a entrevista semiestruturada.  Os sujeitos são docentes da Escola Municipal Rosa Barbosa. As entrevistas tinham como questão geradora a história do ensino para surdos nas cidades pesquisadas: “Como você (sujeito) vê a educação escolar de surdos na sua cidade?”. A partir daí era desenvolvido o relato pessoal dos docentes, sobre sua prática educativa na educação dos surdos, com o objetivo de apreender sua perspectiva sobre a realidade, as necessidades, e a memória de como o direito linguístico foi conquistado e a inclusão vem sendo construída, no cenário da educação escolar piauiense. Resultados e Discussão: Os resultados que se apresentaram a partir da entrevista de cada sujeito, trouxe afirmações de um cotidiano educativo que corresponde ao fato já debatido na literatura. A começar pelas (1) dificuldades e desafios encontrados em sala de aula ao receberem alunos surdos, também a (2) carência de docentes capacitados para atuarem no processo de ensino aprendizagem, (3) ausência de que a escola não oferece uma equipe preparada para apoiar os professores e familiares, (4) ausência de aceitação da escrita do surdo, (5) ausência de avaliações diferenciadas e ditados para surdo, (6) ausência de recursos visuais com consequentes aulas totalmente expositivas. Considerações Finais: Quando foi solicitado aos professores uma possível sugestão para uma atuação mais satisfatória na educação do aluno surdo, em todos os contextos foi apontado (1) a qualificação dos professores e (2) a capacitação da estrutura escolar para receber este alunado proporcionando recursos materiais. Ressalta-se, ainda, que é necessário a escola e a sociedade inclusiva - inclusão dos diferentes, suprimindo-se a subdivisão dos sistemas escolares. Os profissionais ressaltaram as dificuldades encontradas em seu percurso, principalmente no que se refere à ação do poder público.

 
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O impacto da formação dos professores na área das ciências Sociais na região norte do Brasil: Um estudo da situação dos egressos deste curso (#5666)
Elenaor Gomes Palhano 1; Valter Santos 2
1 - Universidade Fedreal do Pará. 2 - Universidade do Estado Pará.
Abstract:
Ao longo dos anos, sentimos a necessidade de conhecer/saber onde estão os egressos dos Cursos de Licenciatura em Ciências Sociais do Plano Nacional de Formação de Professores e qual a importância da contribuição social dessas formações na vida pessoal e profissional dos acadêmicos formados nesses cursos no Estado do Pará, formação que atende todos os municípios do Estado. Desse modo, fizemos um mapeamento dos cursos de formação inicial de professores nas licenciaturas oferecidas pela UFPA desde a implantação do curso de Ciências Sociais de 2010/2016. Utilizamos como estratégia metodológica a pesquisa documental, o questionário e a entrevista semiestruturada. Contudo, por questões éticas da pesquisa com seres humanos, até o momento, fizemos apenas a pesquisa documental, ficando, pois, o questionário e a entrevista para serem mapeados posteriormente. Este Estudo trata-se de um projeto de pesquisa com foco no aspecto qualitativo e quantitativo, revelando as faces ocultas da contribuição social da Universidade na difusão do conhecimento, na formação de professores e porta de acesso ao mercado de trabalho. O projeto foi realizado no ensino superior na região norte do Brasil e se apresenta em dados quantitativos, direcionados a formação de professores.

 
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A privatização do ensino médio público no Brasil: a presença de grupos econômicos (#4779)
Leticia Fiera 1
1 - Dra. em Sociologia Política e membro do NESFI/UFSC.
Abstract:
O plano de investigação neste ensaio tem como objeto a presença de grupos econômicos no ensino médio público no Brasil. No Brasil, o ensino médio representa a última etapa da educação básica, que pressupõe a consolidação dos conhecimentos adquiridos pelos estudantes oriundos do Ensino Fundamental. É a partir dessa etapa de ensino que os jovens procuram a sua inserção no mundo do trabalho ou dão continuidade aos estudos através do Ensino Superior. Partimos da concepção de que o papel do Estado, ao longo dos anos, sofreu alterações. As mudanças ocorridas nas relações entre o público e o privado que ocorreram em um contexto de crise estrutural do capital (MÉSZÁROS, 2011, p. 3) que, a partir de suas estratégias de superação, como neoliberalismo, visou instituir na administração das escolas públicas, um padrão de gestão em parceria com grupos econômicos. As diferentes manifestações da privatização da educação pública brasileira através das parcerias público-privadas se evidenciam através dos contratos de gestão, termos de cooperação, PPPs (Parcerias Público-Privadas), que formam “quase-mercados”, em que a propriedade permanece pública, mas o conteúdo da gestão é privado. A redefinição do papel do Estado neste período histórico e como ele se materializou no Brasil, a partir do Plano Diretor da Reforma do Estado, instituiu a administração pública gerencial no mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso (1994-2001), observando-se continuidades nas gestões do presidente Lula da Silva (2003-2010), da presidenta Dilma Roussef (2011-2015) e do atual governo Michel Temer (2016). Compreendemos o Estado como histórico, concreto, de classe e, nesse sentido, Estado máximo para o capital, uma vez que, no processo de correlação de forças em curso, é o capital que detém a hegemonia.   O artigo orienta-se pela apresentação e reflexão acerca da política educacional – Programa Ensino Médio Inovador e o Programa Ensino Médio em Tempo Integral –, no que diz respeito ao conteúdo da proposta de gestão escolar em parceria com grupos econômicos. No desenvolvimento metodológico, procedemos ao levantamento e análise de fontes primárias (documentos oficiais, institucionais e relatórios) e secundárias (pesquisas e produções já desenvolvidas sobre o tema). Neste artigo, abordaremos o Relatório do Seminário Internacional sobre Privatização na Educação, organizado pela Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE) e Open Society (2012), e o Relatório Privatisation in Public Education, de Stephen Ball e Deborah Youdell (2008), além dos aportes teóricos de Costa (2000, 2008), Gadotti (2009), Cavaliere (2009) e Mota (2006), com referências sobre a Educação Integral no Brasil, de Meszaros (2011, 2005), Harvey (2011, 1995), Chesnais (2004, 1996) sobre as contribuições para a compreensão do capitalismo contemporâneo. Palavras-chaves: educação, grupos econômicos, reformas, globalização

 
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¿Qué hay de nuevo en una nueva escuela secundaria? Reapropaciones de las normas en una escuela secundaria del conurbano Bonaerense. (#6198)
Alicia Merodo 1; Mariela Arroyo 1
1 - Universidad Nacional de General Sarmiento.
Abstract:
El trabajo da cuenta de los resultados de una investigación realizada en una escuela secundaria del Conurbano Bonaerense. El problema explora los procesos de apropiación cultural de los cambios surgidos desde las políticas educativas para la educación secundaria en los últimos años. Analizaremos el proceso de construcción y transformación de una escuela secundaria de la Provincia de Buenos Aires, a partir de las políticas impulsadas con la sanción de la Ley de Educación Nacional (2006) y la Ley Provincial de Educación (2007). La ley nacional modifica la estructura y sanciona la obligatoriedad de la escuela secundaria. En la provincia de Buenos Aires, implicó la transformación del tercer Ciclo de la Educación General Básica en el primer ciclo de la educación secundaria. Para dar cumplimiento a la obligatoriedad, se crearon Escuelas de Enseñanza Básica (el primer ciclo). Muchas de estas escuelas se transformaron en escuelas conformadas de seis años (escuelas secundarias completas). Este es el caso de la escuela de la investigación. Partiendo del supuesto de que para hacer efectivo el cumplimiento del derecho a la educación era necesario modificar algunos aspectos del modelo institucional de la escuela secundaria, tanto desde las políticas nacionales como desde las de la provincia de Buenos Aires, se sancionaron un conjunto de normas para impulsar esas modificaciones. Si bien  consideramos que las normas son instrumentos centrales para dar direccionalidad al sistema educativo, son resultado de disputas y negociaciones, que se juegan tanto en su creación como en los modos de apropiación a escala local e institucional. Estas llegan a instituciones con historia, tradiciones y una cultura escolar que actúan como marco de significados a partir de los cuales comprender el sentido de los cambios. Estas normas plantean modificaciones en los diseños curriculares, en distintos aspectos del régimen académico (régimen de evaluación, acreditación y promoción, asistencia y convivencia) e intentan impulsar la participación estudiantil para democratizar las escuelas y revertir procesos de exclusión. El trabajo analizará los sentidos y modos que asumen, en la vida cotidiana de la escuela, las políticas educativas, en particular las vinculadas con la participación, la convivencia y el régimen académico  considerando los modos en que la estructura organizacional  y la cultura escolar se hacen presentes en las condiciones de apropiación. Se trata de un estudio de caso, de carácter exploratorio y descriptivo basado en la investigación cualitativa de corte etnográfico. Se concurrió a la escuela periódicamente a lo largo de dos años acompañando el proceso de conformación. Se realizaron observaciones y entrevistas a los distintos actores institucionales. Se relevó la normativa federal y jurisdiccional.  

 
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La definición de una trayectoria como modalidad de sanción. Nuevos modos de dar respuesta a los conflictos de convivencia escolares en la Ciudad de Buenos Aires. (#3391)
Denise Fridman 1; Lucia Litichever 2
1 - CONICET/LABIPP, UNIPE/ Observatorio Adolescentes y Jóvenes, UBA. 2 - FLACSO/ UNIPE.
Abstract:
El origen de esta ponencia reside en el interrogante sobre la complejidad en torno a la aplicación de sanciones escolares en la escuela secundaria en el ámbito de la Ciudad de Buenos Aires. Este tipo de medidas se enmarcan en el sistema escolar de convivencia, Ley Nº 223 aprobado en el año 1999 por la Legislatura de la Ciudad de Buenos. El sistema de convivencia promueve la participación democrática de los distintos sectores de la comunidad educativa para la elaboración de las normas y la resolución de los conflictos de convivencia. Dicha ley fija las sanciones y a los responsables de solicitarlas y aplicarlas según el nivel de gravedad. Apercibimiento oral y escrito, acciones reparatorias en beneficio de la comunidad escolar, cambio de división, cambio de turno, diferentes tipos de separación componen el abanico posible. Según la normativa vigente y lo establecido en los reglamentos de convivencia de las escuelas las sanciones deben tener un carácter educativo y reparatorio, más que punitivo. Así, la sanción debe tener relación con la falta cometida, debe estar contextualizada, es decir, tener en cuenta las circunstancias en las que tuvo lugar la falta y debe ser aplicada de modo gradual y progresivo. Frente a una sanción, el estudiante debe tener el espacio para expresar su posición vinculada al hecho que lo llevó a esa instancia y la posibilidad de revisión de la misma. Durante el año 2016 en el marco de una investigación llevada a cabo en la UNIPE[1] hemos comenzado el trabajo de campo en nueve escuelas de diferentes jurisdicciones argentinas (Ciudad de Buenos Aires, Provincia de Buenos Aires y Chubut), seleccionando en cada una tres escuelas con historias y tradiciones bien diferentes. Durante este recorrido nos hemos encontrado con una escuela de la Ciudad de Buenos Aires que implementa una manera particular de sancionar: la conformación de trayectorias específicas a partir de las cuales los estudiantes no realizan el cursado habitual sino que concurren ciertos días y en ciertos horarios para trabajar con algunos docentes fuera del curso. Esta modalidad particular, nos ha llevado a preguntarnos ¿son estos nuevos modos de sancionar que buscan ser instancias de formación  y responder a las necesidades de los estudiantes?, ¿se trata de nuevas maneras de repetir exclusiones pre existentes?, ¿qué sentido le encuentran los estudiantes que pasan por este proceso?, ¿qué concepción de trayectoria escolar sustenta este tipo de medidas? A partir de entrevistas a docentes y estudiantes realizadas en la escuela, analizaremos en la presente ponencia estas medidas que se proponen generar otro tipo de sanciones escolares.   [1] La investigación es PICT-2014-2958 “Escuela secundaria, políticas públicas e impacto en la desigualdad: convivencia y formación intergeneracionales”, es dirigida por la Dra. Myriam Southwell y cuenta con la financiación de la Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica.  

 
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¨Fortalecimiento de valores de identidad en niños y niñas de la región montañosa de San Blas, Cuba.¨ (#6202)
María Aleyda López Arística 1; Anicel García Rodríguez 1; María Cecilia López Herrera 1
1 - Universidad de Cienfuegos.
Abstract:
Los niños y niñas de las comunidades montañosas tienen en sus manos el futuro de sus entornos cotidianos. Empoderarse de lo cotidiano como parte indispensable en sus vidas los compromete a apostar por el futuro de su  entorno. En la comunidad San Blas, ubicada en el centro de la Isla de Cuba se ha intervenido con el acompañamiento de instituciones como: escuela primaria, líderes del terruño e investigadores del Centro Universitario Municipal los que han diagnosticado con técnicas psicológicas y otras, el sentir y el pensar de los más pequeños hacia su entorno y cómo los agentes externos influyen en ese arraigo y desarraigo de valores compartidos hacia lo suyo. Construir colectivamente el camino hacia una nueva forma de pensar y actuar de niños y niñas hacia la comunidad que los vio nacer permitió al equipo de trabajo trazar estrategias con acciones a corto, mediano y largo plazo a favor de preservar la cultura, los valores y la identidad del terruño como patrones indispensables en la vida de los pobladores y más aún en las semillas de ese futuro que queda por construir y que necesita enraizarse fuertemente para mantener viva la historia y las tradiciones de sus antepasados.

 
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Multiculturalismo e educação: as relações de gênero no ambiente escolar (#5549)
Rarielle Rodrigues Lima 1;
Benedita De Cassia Ferreira Costa 1; Thiago Fernandes Sousa 1
1 - UFMA.
Abstract:
RESUMO     A problematização das relações entre escola e cultura compõem todo processo educativo. A escola é uma instituição cultural, sendo assim, suas relações culturais não podem ser pensadas como algo distinto, ao contrário, constituem uma teia tecida no cotidiano, com fios e nós profundamente articulados. A proposta da comunicação é discutir a temática multiculturalismo e educação, explicitando as relações de gênero no ambiente escolar e as influências dessas relações no ‘desenvolver’ do individuo e no papel formador da escola em um contexto globalizado. Desta forma, propomos situar o momento histórico e as necessidades surgidas, a partir de uma visão multicultural, destacando as dificuldades e os estigmas tradicionalistas da educação. Utilizando para tanto os estudos de Vera Maria Candau (2005; 2000), Peter Maclaren (2000), Judith Butler (2004; 2003), Guacira Lopes Louro (1997; 2003) entre outros autores para o fomento e articulação da discussão.     Palavras-chave: Multiculturalismo. Educação. Gênero.

 
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La incidencia del acoso laboral (mobbing) en docentes de grupo de educación básica afiliados al Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (#8032)
Diana Victoria Ayala Aguilar 1
1 - Instituto de Estudios Educativos y Sindicales de América (IEESA).
Abstract:
El acoso laboral hace referencia a un proceso mediante el cual un grupo de trabajadores unen fuerzas para atacar sistemáticamente a un trabajador específico el cual por diferentes razones les representa una amenaza u obstáculo; dichos ataques estás desprovistos de ética, son deliberados y están dirigidos a marginarle de la organización. Este fenómeno vulnera la integridad física y psicológica del trabajador que lo padece e implica costos para las instituciones (Escartín, Rodríguez-Carballeira y Zapf, 2012; Parés, 2007; Einarse, Hoel, Zapf y Cooper, 2003; Hirigoyen, 2001; Leymann, 1996). Su presencia atenta contra los objetivos  promovidos por la Organización Internacional del Trabajo (2006) en relación a la creación de entornos laborales adecuados donde el trabajo sea realizado en condiciones de libertad, seguridad y dignidad.   Los estudios realizados en diferentes regiones del mundo indican que el sector educativo en todos sus niveles de enseñanza es uno de los sectores profesionales particularmente vulnerables a la aparición de este fenómeno. En educación básica se han reportado prevalencias que varían del 2.4% al 39% donde los directivos se revelan como los principales perpretadores del acoso y los docentes de grupo como los blancos más frecuentes (NASUWT, 2012; ATL, 2009; Blase y Blase, 2008; Cemaloglu, 2007; Malinauskiene, Obelenis y Dopagiene, 2005; OSSTF, EFTO y OECTA, 2005) . A pesar de ello, en México se carecen de investigaciones que exploren la incidencia y las formas particulares en que el acoso laboral se presenta en las escuelas de educación básica, instituciones que cuentan con la mayor matrícula de alumnos y la planta docente más numerosa del país (INEE, 2015). Debido a ello el objetivo de la presente investigación es determinar la incidencia del acoso laboral en docentes de grupo de los niveles de eduicación básica de México afiliados al Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (SNTE) mediante la evaluación de su prevalencia, tipología según direccionalidad, así como sus manifestaciones concretas en este sector profesional. Para tal fin, se aplicará el Inventario de Violencia y Acoso Psicológico en el Trabajo (IVAPT-PANDO) a 650, 000 docentes registrados en las bases de datos del SNTE a nivel nacional.  Se cuenta con la autorización y la colaboración del SNTE para la adaptación digital del instrumento y su posterior envío a través de la lista de correos electrónicos institucionales del magisterio. Actualmente  las etapas de la creación del marco conceptual, la metodología y la adaptación digital del IVAPT-PANDO han finalizado; sin embargo, la aplicación del instrumento y la recopilación de datos sigue en curso.  

 
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Comunidades de práctica y desarrollo profesional docente: oportunidades para la innovación educativa (#1103)
Andrea Rossi Cordero 1; Mario Barajas Frutos 2
1 - -. 2 - Universitat de Barcelona.
Abstract:
Con la irrupción de las TIC, la información, la comunicación y el lenguaje digital han devenido motores de producción y cambio. Un nuevo contexto sociocultural (Bauman, 2006; Castells, 1996; Levy, 1997), reconocido como la sociedad del conocimiento (Drucker, 1994) se ha instaurado, implicando una nueva concepción de la alfabetización (Rodríguez, 2004) y del aprendizaje (Longworth, 2005); y por lo tanto, nuevos desafíos globales y locales para los sistemas educativos (UNESCO, 2005).  A nivel mundial, mientras en el ámbito económico y social se han producido grandes transformaciones, lo educativo ha experimentado un cambio menor (Robinson y Aronica, 2009; Yamazumi, Engeström y Daniels, 2005). Las experiencias educativas indican que con pocas excepciones, los sistemas escolares aún debieran modificar muchas de sus prácticas (Brunner, 2001; Pedró, 2011). Las instituciones educativas fueron creadas por y para las sociedades industriales (Chomsky, 2012; Robinson y Aronica, 2009) mientras que la sociedad del conocimiento, con características y necesidades muy distintas, apela a un nuevo paradigma educativo orientado a la construcción de un aprendizaje continuo y social, y la adquisición de competencias ciudadanas (Delors, 1996) mediantes espacios formales, no formales e informales de aprendizaje. A este escenario compartido y global se suman otras necesidades locales, condicionadas por las características y tradiciones socioculturales de cada entorno. El partir de las necesidades y expectativas de los actores implicados es considerado central para adaptarse a los requerimientos socioculturales presentes y futuros (Perrenoud, 2004). Si bien el profesorado constituye un agente de inflexión en este proceso, su interpretación y acción debe ser analizada en la experiencia de la escuela en transformación (Fullan, 2002), ecosistema de su función docente. En este contexto, la innovación pedagógica sigue siendo un desafío para la práctica docente en numerosas escuelas de Europa y Latinoamérica. Esta problematización sugirió profundizar en las concepciones, actitudes y hábitos del profesorado, en particular en lo que se refiere a la apropiación de las TIC en la experiencia escolar y la adquisición de la competencia digital docente. Mediante un estudio de caso múltiple, se identificaron las necesidades y oportunidades vinculadas a la innovación docente aprovechando las TIC. A través de una triangulación de sujetos (docentes, equipo directivo y expertos) y de métodos (entrevistas en profundidad, grupos de discusión, cuestionarios y observaciones participantes), se analizó la interpretación y construcción de la competencia digital docente, profundizando en aquellos aspectos instrumentales como simbólicos. Los resultados expusieron dificultades relacionadas con la gestión de la información, el aprovechamiento didáctico y la práctica reflexiva como parte de la actualización profesional docente, señalando una imagen aislada en su desarrollo profesional. Se concluye sobre favorecer experiencias formativas autónomas, colaborativas y prolongadas, mediante el desarrollo de comunidades de práctica (Wenger, 2001).