08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
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Tuesday 05/12 | 08:00 - 10:00 | Humanidades | 02 (ESPÍNOLA) |
LA EDUCACIÓN PARA LA PAZ Y EL EMPODERAMIENTO DE LAS MUJERES EN LA ESCUELA EN LA ETAPA DEL POSTCONFLICTO EN COLOMBIA (#7527)
CAROLINA HAMODI GALÁN 1; Dora Piñeres De La Ossa
2; MARIA DEL PILAR Morad Haydar
21 - UNIVERSIDAD DE VALLADOLID (ESPAÑA). 2 - Universidad de Cartagena (COLOMBIA).
Abstract:
Una de las preocupaciones principales en Colombia en este momento es la gestión del postconflicto: los tratados de los acuerdos, la definición del tipo de prioridades y las políticas públicas que deberán facilitar las acciones que cimentaran las bases de una paz territorial, soporte de la participación activa de las comunidades. Hasta ahora, la educación ha sido reducida al asunto de la productividad económica, asociada a los factores de seguridad, pero nunca reflexionada, como mediadora sociocultural. Una sociedad que sobrevive en un contexto violento, funda procesos de acceso desigual al poder y a la educación; el tejido social legitima relaciones jerárquicas desiguales y clientelistas que sumadas a una posible ausencia del estado, imposibilitan la garantía y total ejercicio de los derechos civiles. Lo anterior se convierte en un llamado de atención a las diversas instituciones, organizaciones, y en especial a las instituciones educativas, para que en primera instancia pasen a ser “…la caja de resonancia de los problemas sociales, siendo la realidad social quien cuestiona su quehacer” (Del Basto, 2008). Por ello se debe intervenir respondiendo a las demandas de la sociedad. La educación debe ser “un servicio público que tiene una función social“, y debe generar un impacto que transforme y atienda las demandas del contexto en el que se erige “no es estar en el medio, es transformar el medio, no camuflarse en él” (Sandoval, 2008). En este momento es fundamental plantearse esa transformación para fomentar la recuperación y construcción de espacios de paz, empoderando a niñas/mujeres para reconstruir humanísticamente, la fragilidad del tejido social con equidad e inclusión como factor de desarrollo humano y movilidad social. En la comunicación se presenta una reflexión sobre el momento socio-histórico que vive Colombia, se reflexiona sobre esta necesidad de transformación del sistema educativo y se muestra una evaluación de experiencias educativas en países que han superado conflictos y guerras, por ejemplo, del Kroc Institute for internacional Peace Studiess, donde se analizó el papel de las reformas educativas en los acuerdos de paz de Guatemala, El Salvador, Filipinas, El Líbano, Irlanda del Norte y Sierra Leona, entre otros (Charria, 2015). Como conclusiones se señalan asuntos importantes a considerar, enfatizando en que los/as estudiantes se reconozcan como ciudadanos/as portadores/as de derechos. Es decir, las instituciones educativas deben formar para ser ciudadanos/as cíticos/as, desde la apuesta de una educación para la paz, que tenga en cuenta la necesidad del carácter emancipatorio de las mujeres y que integre la crítica y el cuestionamiento, la construcción argumentativa de horizontes hacia los cuales avanzar, basada en la reconciliación y convirtiendo a los/as excombatientes y víctimas en verdaderos/as ciudadanos/as y actores sociales comprometidos.
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Subjetividades negras e desigualdade escolar (#6131)
Beatriz Giugliani 11 - UFBA.
Abstract:
Esta comunicação apresenta um recorte de tese de doutorado sobre a defasagem escolar dos jovens homens negros no interior da Bahia, em andamento. Trata-se de uma investigação que se desenvolve a partir dos diálogos possíveis com sujeitos da interação, nessa interlocução intersubjetiva no sentido social e político da antropologia feita com aqueles que estudamos. Nossas práticas cotidianas em campo são verdadeiramente definidoras para além dos contextos comunicativos. Os diálogos versam sobre “quem são os sujeitos”, o que dizem sobre suas trajetórias escolares, seus modos de vida, seus projetos de vida, o significado da escola para eles, seus anseios e interesses, como constroem suas masculinidades no cotidiano escolar e fora dele. A escola dever ser pensada como sendo ativamente constituída sobre os fundamentos das múltiplas contradições e hierarquias que informam as relações sociais, gênero e raça. Ainda que no Brasil, meninos e meninas tenham igual acesso à educação básica, em termos de matrícula e conclusão, as meninas estão melhores que os meninos (IBGE, 2009). Pesquisas mostram que, para todos os grupos raciais, as meninas tendem a se matricular em maiores proporções e alcançar níveis mais altos de escolaridade que os meninos. Essa vantagem das meninas nos últimos 20 anos, faz com que alguns pesquisadores visualizem esta “vantagem” a favor delas mais como um reflexo dos problemas específicos enfrentados pelos meninos no processo de escolarização do que o fato delas estarem conquistando seu lugar na sociedade por meio da educação. Como consequência dessa revelação que desejamos enfrentar o desafio de buscar compreender os processos cotidianos que têm levado nossos agentes de pesquisa, a abandonarem – ou serem abandonados pela escola no ensino médio. Procuraremos aprofundar o modo como a construção social das masculinidades condiciona o percurso escolar desses jovens, observando os processos de subjetivação e ouvindo o que eles dizem sobre suas experiências. Analisar a juventude e seus modos de vida tem constituído uma maneira auspiciosa de perceber as transformações que se operam num mundo globalizado. Talvez não seja mais possível aceitar, portanto, explicações unicamente descritivas sobre as desigualdades educacionais que comprometem o desempenho dos jovens negros no ensino. Uma oposição fixa se instalou no campo dos estudos sobre fracasso escolar, de forma que o sucesso feminino é visto como um campo histórico dos movimentos feministas, que foi obtido e se manteve ao longo do tempo à custa dos prejuízos educacionais masculinos. O fenômeno do atraso escolar dos rapazes que, até recentemente, era tido como um problema específico dos países industrializados, segundo a UNICEF/2002 constitui há algumas décadas, um aspecto da maioria dos países latino-americanos e do Caribe.
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Política pública de leitura no Brasil: trabalho docente e resistências (#2939)
Cícera Nascimento 1; Yara Manolaque
11 - Secretaria de Educação.
Abstract:
No artigo nos propomos ampliar o debate realizado no âmbito da pesquisa desenvolvida no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea – UFPE/CAA. O estudo teve como objeto a política de leitura de literatura, materializada na Rede Municipal de Ensino de Caruaru/PE – Brasil. Buscando a efetivação da política de leitura apontada pelo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), o governo do município de Caruaru/PE, estabeleceu, entre 2007 e 2011, parceria com a ONG Bagulhadores do Mió e, passou a implementar ações de fortalecimento das Bibliotecas Escolares. No estudo encontramos algumas formas de resistências presentes na materialização das ações que buscam fortalecer a política de leitura de literatura em contexto escolar, sendo, essas formas de resistências, provocadoras do debate sobre a precarização e a intensificação do trabalho docente no contexto das políticas econômicas de cunho neoliberal. Nesse contexto de exploração da força de trabalho, algumas das consequências são o adoecimento e a readaptação de função de professoras(es). Outro achado da pesquisa foi a predominante participação de professoras(es) readaptadas de função de sala de aula alocadas na Biblioteca Escolar, dado em torno de 78,6%. Em contrapartida, o documento que regulamenta o exercício do magistério intitulado, Plano de Cargos, Carreira, Desenvolvimento e Remuneração (PCCDR) das trabalhadoras(es) em educação da Rede Municipal de Ensino de Caruaru, aprovado como lei complementar nº 035, de 22 de fevereiro de 2013, não apresenta os critérios para se trabalhar na Biblioteca Escolar. Nele faz-se referência ao professor(a) de biblioteca com a nomeclatura de bibliotecário(a). Além desses elementos, há um processo de luta dos profissionais da área da biblioteconomia para atuarem, também, nas Bibliotecas Escolares. Ante o exposto e considerando o eixo sobre a formação de mediadoras(es) de leitura, o qual está presente no PNLL e no Projeto Escola Leitora, nosso objetivo com o artigo será analisar, a partir dos discursos de professoras(es) de bibliotecas, as relações entre precarização e intensificação do trabalho docente, readaptação de função e a materialização de ações para formação de leitoras(es) de literatura a partir da Biblioteca Escolar. Nesse intuíto dialogaremos com FREITAS (2012) no que diz respeito à precarização do trabalho docente; CALDAS (2007) e CHAUÍ (2014) sobre as formas de resistências praticadas nas relações de trabalho no âmbito da Biblioteca Escolar. Como método para análise empregaremos a análise de discurso na perspectiva do discurso enquanto prática social, conforme suporte teórico de FAIRCLOUGH (2001) e ORLANDI (2013). Palavras-chave: Política pública de leitura. Biblioteca escolar. Trabalho docente.
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Relações raciais na escola e a Lei 10.639/03: um estudo de caso em São Paulo (#4488)
Karina Fasson 11 - Universidade de São Paulo.
Abstract:
Apesar de as relações raciais constituírem um tema tradicional da sociologia brasileira, o estudo dessa temática no período da infância é mais recente e menos frequente nesse campo. Ainda assim, o estudo qualitativo das relações raciais neste período no ambiente escolar se mostra de extrema relevância, tendo em vista que estudos sobre escolaridade apontam para a existência de limites raciais na diminuição das desigualdades, de modo que as experiência de preconceito e discriminação vividas pelas crianças negras no ambiente escolar teriam efeito sobre sua permanência, progressão e desempenho. Além disso, a literatura revela que a escola trata-se, por vezes, do primeiro espaço de contato e de tensões inter-raciais. Observa-se, em estudos realizados desde o final da década de 1970 acerca das relações raciais na infância, o silenciamento e/ou a conivência diante de atitudes e comportamentos racistas tanto por parte da família, como por parte do corpo docente da escola, e, por vezes, das próprias crianças vítimas de racismo. Após décadas de mobilização do Movimento Negro no Brasil em torno de pautas de educação, em 2003 é promulgada a Lei 10.639/03, que, para além da determinação da obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira no ensino básico; visa atuar tanto no eixo do reconhecimento identitário como também no eixo redistributivo, com a (re)educação das relações étnico-raciais. Nesse sentido, o objetivo central de minha pesquisa de mestrado, da qual esse trabalho faz parte, é investigar as relações raciais e compreender as formas de produção e reprodução do preconceito racial durante a infância, tendo como base o ambiente escolar. O estudo utiliza da metodologia qualitativa (observação etnográfica), e está sendo realizado em uma escola pública de Ensino Fundamental I na cidade de São Paulo, escolhida por conta de premiação por práticas de Educação das Relações Étnico-Raciais. Nesta escola, acompanhamos durante um ano letivo o cotidiano de uma turma do 4º ano (crianças entre 9 a 11 anos). Amparando-se pela perspectiva da Sociologia da Infância, que tem como ponto de partida a consideração da agência das crianças e sua escuta, a pergunta principal que se coloca é, então, a seguinte: Considerando estudos feitos em contextos anteriores e seus resultados, assim como os esforços atuais para o enfrentamento do racismo nas escolas, está em curso uma mudança na maneira com que são construídas as relações raciais de crianças entre si e com os adultos no ambiente escolar?
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La construcción social de la educación como mecanismo para la movilidad social y el mejoramiento de la calidad de vida en México (#0728)
Oscar Alfonso Martinez 1;
Anidelys Rodríguez Brito
11 - Universidad Iberoamericana.
Abstract:
México presenta mayores niveles de desigualdad educativa que otros países miembros de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos, lo que se explica principalmente por razones socioeconómicas (Solís, 2015). Sin embargo, más allá de estas razones, existen otros factores no económicos relevantes como las actitudes y expectativas que los padres tienen sobre la educación de sus hijos, que constituyen condición de posibilidad para el logro educativo de los individuos (Székely, 2015), en ese sentido, la ponencia tiene como objetivo mostrar las actitudes y expectativas la construcción social sobre las actitudes y expectativas que las personas atribuyen a la educación como medio para la movilidad social, entendida esta como los cambios en la posición socioeconómica que hubieran logrado los entrevistados al haber estudiado más años. Para ello se realizaron 245 entrevistas a profundidad de las cuales 76 fueron en la Ciudad de México, 44 en Tamaulipas, 53 en el Estado de México y 72 en Oaxaca. La selección de los entrevistados fue por medio de la técnica de bola de nieve, buscando la heterogeneidad antes señalada, por tanto, las entrevistas se realizaron tomando aspectos como los niveles socioeconómicos, niveles educativos, edades y sexo, en cuanto a esta última se buscó que fuera proporcional entre hombre y mujeres. Los resultados muestran una clara tendencia entre las personas que tienen educación de media básica a media superior donde la educación si bien se considera importante, conforme se alcanza más niveles educativos más personas van pensando lo contrario, a tal grado que en el nivel superior es la percepción que domina. En el lado contrario, las personas con los niveles más bajos de educación en su totalidad consideran que la educación es el medio para la movilidad y si la tuvieran sus condiciones fueran mejores, y no necesariamente hablan de ser profesionistas con una licenciatura o posgrado, sino trabajar en mejores condiciones de las que tienen actualmente. Las personas con posgrado, quienes han materializado el nivel más alto de estudios en el país confirman que la educación fue la forma en que lograron su movilidad social y lograr condiciones de vida que tienen actualmente. Precisamente en este nivel educativo es donde se percibe las transformaciones de unos tipos de capital en otros (Bourdieu, 2000); el capital económico –institucionalizado como derechos de propiedad-, no solo es convertible en dinero, sino también en capital cultural, a través de la inversión educativa. El capital cultural, a su vez, institucionalizado como títulos académicos, puede transformarse nuevamente en capital económico, al traducirse en acceso potencial a mejores oportunidades de empleo e ingresos. Estas dos formas de capital favorecen la producción de capital social en forma de vínculos sociales y pertenencia a grupos, muchas veces exclusivos
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LOS ESTILOS DE APRENDIZAJE DEL QUIRÓN TEST Y SU RELACIÓN CON EL DESEMPEÑO ACADÉMICO EN E-LEARNING. (#8827)
Miguel Ángel Aguilar Delgadillo
1;
Patricia Antonio Pérez 2; José Luis García
31 - Universidad Autónoma Chapingo. 2 - Universidad del Valle de México. 3 - Cué.
Abstract:
La presente investigación tuvo por objetivo establecer la relación que existe entre el autorreporte Quirón Test de los estudiantes de posgrado de nuevo ingreso de la maestría en educación y su desempeño académico al cursar una materia curricular en una plataforma e-learning. En un primer momento se abordó los estilos de aprendizaje, los espacios de aprendizaje Learning Management System (LMS) y el desempeño académico. Después, se proponen los objetivos y el supuesto. La metodología de investigación fue estudio de caso, no experimental, cuantitativa, descriptiva y correlacional. La muestra fue constituida por los estudiantes de posgrado de la UVM Campus Texcoco al que se le aplico el instrumento Quirón test. Los datos se enriquecieron con datos socioacadémicos y resultados del desempeño académico que tuvieron en su primera materia en línea. Se analizó toda la información obtenida a través de estadísticos descriptivos, medidas de tendencia central y de correlación no paramétrica. En los resultados se estableció la relación entre el Quirón test y el desempeño académico en la materia en línea técnicas de comunicación efectiva. La conclusión destaca que la metodología empleada en esta investigación es aplicable a otros contextos similares. El QuironTest es un instrumento que permite identificar de mejor manera los Estilos de Aprendizaje bajo las modalidades que utilizan TIC. Palabras Clave: estilos de aprendizaje, educación en línea, plataforma e-learning, desempeño académico.
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Competências, agir em saúde e formação: o uso de um objeto virtual de aprendizagem (#7701)
FABIANA SCHNEIDER PIRES 1; CRISTINE MARIA WARMLING
11 - UFRGS.
Abstract:
A Internet é um meio de comunicação de massa e também produto cultural e informativo digitalizado. É nesse contexto que a formação em saúde busca novos processos pedagógicos, inserindo-se na perspectiva de produção e disponibilização de conteúdos trabalhados. Os recursos de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) - (Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVA e Objetos Virtuais de Aprendizagem – OVA) devem ser amplamente acessíveis, flexíveis e disponíveis na perspectiva de uma conectividade perpétua, inseridos na cultura, na linguagem e no espaço/tempo da sociedade. Ao aliar as TIC à formação em saúde, percebe-se a possibilidade de construir percursos pedagógicos que inovem e que estimulem interatividade e co-produção em um novo cenário de ensino. Desta forma, apresentamos o uso do OVA: Análises de Situações Éticas – enquanto ferramenta de ensino e aprendizagem de saúde a partir de situações de conflito bioético que se justifica pela necessidade de aproximar, com formatos mais atrativos e interativos, conteúdos e temas da humanização, do agir em saúde e do cuidado aos currículos de graduação de cursos da área da saúde. A construção do OVA ocupou-se de selecionar simulações de situações de conflito ético em atendimentos clínicos como forma de integrar os conteúdos com o agir em saúde. Para compreender importância, pertinência e valor do OVA na construção de novas competências pelos estudantes, realizou-se pesquisa buscando compreender de que forma o OVA contribui para a aprendizagem proposta. Elaborou-se questionário estruturado (questões abertas e fechadas) respondido por estudantes de Odontologia e Fonoaudiologia. As respostas foram categorizadas por significações: qualidade de interação, experiência de aprendizagem, desenvolvimento do conteúdo, realização de atividades relacionadas à bioética e interação professor/estudante. Para 85% dos entrevistados o OVA proporcionou liberdade de navegação, busca de novos conteúdos e desenvolvimento de competências por simulação de situações profissionais “pode-se integrar a teoria estudada com a prática vista na sociedade”. Ao incorporar AVA, cataliza-se mudanças na aprendizagem, de forma experiencial e social, pois desenvolve-se atividades colaborativas, com participação ativa, compartilhando experiências, descobertas e repertórios. Atitudes pedagógicas cujas práticas comportam tecnologias de comunicação tornam-se facilitadoras para compreensão e interação. Assim, consideramos primordial pensar, propor e avaliar novas estratégias didáticas e pedagógicas para a formação que favoreçam a compreensão e que preparem os estudantes para enfrentar de forma cuidadosa os problemas dos coletivos, com particular cuidado na formação em saúde. O uso de TIC descortina outros caminhos, mais potentes pois caracterizam-se por aproximar conteúdos às vivências dos estudantes, alcançando-os em seus cotidianos, utilizando-se de recursos que já estão alinhados aos modos de ser e agir destas gerações e que permeiam as circularidades do viver destes jovens, tanto em suas relações de estudo, quanto de vida social ou acadêmica.
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Procesos de institucionalización de la Educación Sexual Integral en escenarios no escolares. Rosario, Argentina (#6480)
Amine Habichayn 1; Maria Celina Añaños
1; Rocío Mateos
1; Aylen Taboada
1; María Susana Finardi
11 - Universidad Nacional de Rosario.
Abstract:
Argentina ha adherido a un amplio conjunto de derechos sexuales y reproductivos establecidos internacionalmente y cuenta con legislación sobre problemáticas particulares (Sida, violencia familiar; permanencia de alumnas embarazadas y madres en el sistema educativo; derechos de padres e hijos durante el proceso de nacimiento; anticoncepción quirúrgica; violencia contra mujeres; matrimonio civil e identidad de género). Por medio de la Ley Nacional Nº 25.673 (2003) se creó el Programa Nacional de Salud Sexual y Procreación Responsable, que atendería la educación sexual del conjunto de la población. Específicamente en el campo de la educación formal, se creó el Programa Nacional de Educación Sexual Integral (ESI) (Ley 26.150, 2006) incorporando a la educación sexual con carácter obligatorio en todo el tramo de la escolaridad obligatoria. Este marco legal responde a un fenómeno socio-cultural complejo generado por el cambio del paradigma sexual y familiar, que resquebraja el modelo heterosexual hegemónico y abre a nuevos modelos socio-sexuales. Ante ello, los avances normativos se revelan insuficientes a la hora de incluir la sexualidad bajo la forma de saberes escolarizados, en tanto esta decisión interpela las pautas culturales, ideológicas y religiosas sobre las que se han forjados las estructuras pedagógicas y la enseñanza que caracterizan a la escuela moderna. Simultáneamente a la acción del Estado en materia normativa y de incipientes políticas públicas, nos encontramos frente a la emergencia de un escenario social en el que intervienen numerosxs actorxs que pugnan por la efectiva realización de los derechos sexuales y reclaman una mayor presencia de la ESI. La intención del trabajo es trazar un panorama de algunas experiencias institucionales y de acciones que involucran el tratamiento de la ESI, en la ciudad de Rosario. Este incluye la educación escolar y otras instituciones sociales no escolares (centros de salud barriales; hospitales públicos; atención a población trans; etc.), en base a información que surge de entrevistas cualitativas realizadas en 2016. La diversidad de estas experiencias convoca a repensar por un lado, las relaciones de la escuela con las instituciones de la comunidad y por otro las implicancias que tiene para la misma la creciente presencia de la ESI en las instituciones de la sociedad civil. Si bien nuestra aproximación al tema se sitúa en la comprensión del proceso de institucionalización y las dificultades de la ESI en distintos contextos, a partir del mismo aspiramos a identificar nudos problemáticos que habiliten a la repensar los dispositivos pedagógicos.
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Trascendiendo la emisión radial: las apropiaciones campesinas de Radio Sutatenza (#3031)
Carlos Eduardo Villalba Gómez 11 - Universidad Autónoma Metropolitana - Unidad Xochimilco.
Abstract:
Durante la segunda mitad del siglo pasado se erigió en Colombia un proyecto de educación por radio dirigido a los campesinos que se extendió por todo el territorio nacional, convirtiéndose en la experiencia de escuelas radiofónicas más grande del mundo en su momento. Este proyecto conocido como Radio Sutatenza trascendió lo meramente radial, para convertirse en un proceso social masivo, en el que las apuestas por la alfabetización y la formación en técnicas agrícolas devinieron en disparadores para la organización social y la autogestión campesina. Dado esto, el propósito de este estudio fue explorar las apropiaciones llevadas a cabo por el campesinado colombiano de Radio Sutatenza, que se llegaron a traducir en prácticas productivas, organizativas y simbólicas. Para esto se hizo un análisis de contenido de la correspondencia escrita entre los usuarios de Radio Sutatenza y los coordinadores. A su vez, se analizaron una serie de entrevistas a profundida realizadas a exdirigentes campesinos formados en los Institutos de Formación de Líderes de Acción Cultural Popular. Como resultados de la recepción realizada por las audiencias, se ve que, en primer lugar, los impactos materiales conllevaron a otras dinámicas de relación social, que en este caso se manifestaron en la creación de nuevas necesidades sociales, de nuevas técnicas a la luz de conocimientos previos de las comunidades y cosmovisiones religiosas que daban sentido a nuevas prácticas económicas. Por otro lado, en el proceso de adquisición de conocimientos aritméticos, idiomáticos, o técnicos los campesinos forjaron el desarrollo de habilidades en liderazgo y gestión comunitaria. En lo que tiene que ver con las visiones de mundo, cabe resaltar que el motor del cambio en el terreno ideológico fue la praxis social. La apropiación en esta dimensión se dio, fundamentalmente, en la medida que se daban nuevas prácticas productivas, organizativas, educativas o recreativas. Teniendo en cuenta esto, se concluye que Radio Sutatenza fue un fenómeno sumamente sui generis, en el que las audiencias se convirtieron directamente en emisores y productores comunicativos de sus comunidades.
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A importância do uso/conhecimento da metodologia freiriana em um curso de capacitação de monitores de cursos de qualificação profissional no estado de São Paulo (#3454)
Wallesandra Souza Rodrigues 1;
Pedro Barleta Do Nascimento
11 - FESPSP.
Abstract:
O presente trabalho apresenta um estudo de caráter qualitativo feito com monitores de cursos de qualificação profissional de um programa do governo do estado de São Paulo realizado nos anos de 2015 e 2016, cujo o objetivo foi compreender qual era o perfil dos monitores, suas percepções acerca da satisfação dos alunos participantes dos cursos, suas formações e, principalmente, como se davam as relações dos monitores com os alunos. Para tanto, o estudo foi desenvolvido em duas etapas: (1) realização de entrevistas semiestruturadas com os monitores e (2) observação direta das capacitações desses profissionais. Assim, foram elaboradas questões com o intuito de investigar a relação dos monitores com os alunos em sala de aula, dos monitores com a unidade executora (contratante), e as ferramentas disponíveis para o desenvolvimento do seu trabalho, bem como a organização e realização de cursos de capacitação para esses monitores. Constatou-se por meio das entrevistas que a relação estabelecida entre monitores e alunos, aparecia como um fator impeditivo de evasão dos alunos. Já nos treinamentos, os monitores demonstraram domínio dos seus saberes técnico-profissionais, porém carência de técnicas e práticas pedagógicas. Suas expectativas em relação ao treinamento era receber conhecimentos para lidar com situações práticas relacionais, porém não se viam como agentes de transformação ou desconheciam esse papel. A expectativa comum sobre o desempenho de um instrutor em um curso de qualificação profissional é de que ele seja capaz de transmitir os conhecimentos que possui sobre determinada profissão, a fim de que os alunos consigam se inserir no mercado de trabalho ou gerar renda de modo autônomo. No entanto, é possível ter uma diferente perspectiva sobre as atribuições do monitor/educador, a partir das reflexões de Paulo Freire e Hannah Arendt sobre o papel do educador e da educação alicerçada em uma visão crítica de homem e de mundo, como elementos que se constroem mutuamente. Infere-se, dessa maneira, a importância da realização de cursos de capacitação periódicos, com a finalidade de auxiliar os monitores na reflexão de seus papéis como educadores críticos dialogando com seus educandos nos moldes propostos por Freire e Arendt, ou seja, como investigadores críticos. Palavras-chaves: papel do educador; Paulo Freire; capacitação de monitores; política pública; capacitação profissional;
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Desigualdade social e educação: a realidade brasileira (re)visitada (#2420)
Leandro Raizer 1; Célia Elizabete Caregnato
1;
Gregório Grisa
11 - UFRGS.
Abstract:
Passadas duas décadas (1996-2016) da implementação de programas e projetos educacionais brasileiros que buscavam universalizar o acesso, garantir a equidade e qualificar a oferta, este estudo realiza um balanço das conquistas e desafios que ainda persistem na realidade educacional brasileira. A metodologia do estudo foi a análise de dados censitários e micro-dados da educação básica e superior. A análise revela não só a permanência de velhos problemas, como o surgimento de novos desafios a serem enfrentados pela sociedade e gestores públicos. Entre esses desafios, o estudo chama atenção para os novos públicos, sua trajetória singular no sistema educacional, estratégias de permanência e inserção; assim como destaca a grande desigualdade educacional relacionada ao capital econômico, cultural e social dos estudantes e suas famílias. Palavras-chave: desigualdade educacional; realidade brasileira; novos públicos.
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Sujeitos na pesquisa educacional, para além do unidimensional. (#7510)
Carmen Monteiro Fernandes 1;
Vania Marques Cardoso
11 - UNINOVE-SP.
Abstract:
Este trabalho é resultado de uma análise crítica de um levantamento de teses e dissertações brasileiras nos últimos três anos, desenvolvido como fundamentação para a tese, em processo, de uma das autoras. Teve como objetivo discutir o problema central elencado: a contradição presente em pesquisas educacionais recentes entre dar voz aos profissionais da educação e mantê-los na categoria de sujeito unidimensional de indivíduo adaptado numa totalidade social generalizada que controla sua consciência pela lógica produtiva na qual reina a pseudoliberdade de escolher entre possibilidades do sistema, como indicou Marcuse, na obra “A ideologia da sociedade industrial”, de 1969. A hipótese formulada foi a de que, não obstante as pesquisas apontem para a potencialidade da interpretação dos sujeitos da educação como elemento que desvela a realidade das políticas educacionais, é possível identificar que várias apenas descrevem o afirmado pelos profissionais, considerados envoltos nos limites da unidimensionalidade de sociedade e, portanto, incapazes de produzir uma interpretação que gere conhecimento verdadeiro, visto que a experiência discursada torna-se mero material reprodutível que reverbera um sempre igual. Apresenta-se como a análise confirmou a hipótese e indicou o risco de fazer emergir a aparência do que foi ouvido na pesquisa como imagem verdadeira do real, trazendo resultados esperados e repetitivos que não fazem avançar a pesquisa em educação. Assim, apontou-se para a necessidade do aprofundamento sobre a utilização da escuta dos profissionais da educação na pesquisa educacional e de políticas educacionais, reconhecendo-os para além da caricatura unidimensional, de modo a interpretar o conteúdo de seus discursos para além do que descrevem, fazendo emergir as contradições da realidade educacional, viabilizando os resultados dessas pesquisas como possibilidades de estabelecer relações entre políticas e contextos para produzir conhecimentos válidos para a sociedade. Palavras-chave: Pesquisa em educação; Escuta dos profissionais da educação em pesquisa; Sujeitos da pesquisa educacional; Unidimensionalidade.