14:00 - 16:00 Presentación de PONENCIAS
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 14:00 - 16:00 | Humanidades | 03 (ROMERO) |
Educación y trabajo en la escuela secundaria Argentina. Devenir y encrucijada (#8986)
silvia martinez 11 - Universidad Nacional del Comahue.
Abstract:
Los cambios que se vienen produciendo, tanto en el mundo del trabajo como en la educación, especialmente desde fines de los años ochenta y principios de los noventa, han generado profundas modificaciones en las redes sociales, el rol de los Estados nacionales y las relaciones que entre mercado y educación se venían sosteniendo. Así es como la reflexión sobre la relación educación- trabajo se profundiza a partir de las medidas económicas de corte neoliberal de los 90, que alteraron el mercado de trabajo, adquiriendo inusitada presencia el desempleo, la informalidad, la precarización laboral y la subocupación horaria, productos de políticas de flexibilización laboral, y del desentendimiento del Estado de las actividades de protección social, propias de los Estados benefactores. Este contexto afectó a la mayoría de la población trabajadora, con especial impacto sobre la población joven. Efectivamente, según Weller (2007), mientras que la tasa de desempleo juvenil, en América Latina, alcanzó el 15,9% entre 2003 y 2004, la de adultos fue de un 6,6%. Frente a esta evidencia, las políticas públicas de la última década, enmarcadas en los denominados “gobiernos de nuevo signo”[1], han asumido a los jóvenes como parte de la agenda de cuestiones, con énfasis en la inclusión escolar y en la articulación entre educación y trabajo. Estos cambios dieron lugar a un debate profundo sobre el aporte de la educación, a los procesos de inclusión en general y al mundo del trabajo para los jóvenes en particular. Si analizamos la relación histórica entre escuela secundaria y trabajo, y su desarrollo encontramos diferentes vias de análisis que ubican a veces una propuesta formativa enciclopedista y humanista (Southwell, 2011) y otras un carácter claramente selectivo con la apertura del nivel a sectores sociales antes excluidos, proceso que deriva en la estipulación por ley de su obligatoriedad en el año 2006 (Ziegler, 2011). Esta masificación aparece como una situación compleja atravesada por múltiples tensiones, tanto la fragmentación del sistema educativo en circuitos de calidad diferentes de acuerdo a los sectores sociales de la población que reciben las escuelas, como las diferentes funciones que la escuela secundaria podría plantear, entre éstas, la formación para el trabajo. Entendemos que el trabajo puede ser considerado más allá de su función con el mercado inmediato, de esta manera, retomamos que la relación entre escuela y trabajo fue cambiando en diferentes momentos históricos. Ubicamos este trabajo en el momento actual como parte del devenir histórico de las relaciones de la educación y el trabajo especialmente en relación a los jóvenes en la escuela secundaria. Nos preguntamos por su función hoy: que encrucijadas se nos plantean? [1] “gobiernos que se caracterizan por un discurso anti-neoliberal, de revalorización del Estado como un actor clave para el desarrollo y la consolidación democrática y la participación ciudadana” (Gluz y Rodriguez, 2013, p.7)
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Avaliação escolar no ensino médio: entre a punição e o reconhecimento das limitações dos estudantes (#3212)
Vanessa Petró 11 - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - IFRS.
Abstract:
A reprovação é um dos principais desafios ao processo de escolarização, sobretudo quando é também associada à evasão escolar. Essa leitura tem feito com que as políticas públicas para a educação muitas vezes busquem respostas a isso a partir da implementação de ações para a redução dos índices de reprovação, sobretudo fundamentadas nas alterações dos índices educacionais, buscando comprovar a eficácia dos sistemas e instituições de ensino. Nesse sentido, a avaliação escolar torna-se um processo complexo e permeado por fatores que estão distantes de simplesmente identificar o quanto um estudante aprendeu. Um dos momentos mais importantes do processo de avaliação é a realização dos conselhos de classe, onde são reunidos professores e gestão escolar para discutir a aprovação/reprovação de cada estudante. Neste estudo, a partir de um olhar da sociologia da educação, objetiva-se compreender a dinâmica da avaliação no ensino médio, tendo em vista a concepção dos professores sobre a (in)justiça e o reconhecimento das diferenças. Discute-se como a percepção sobre o esforço, as diferenças e as desigualdades interferem na tomada de decisões dos professores no que se refere à aprovação/reprovação e também como se constituem em justificações para uma avaliação justa. Realiza-se uma reflexão teórica sobre diferentes concepções de justiça e como estas estão articuladas com os discursos dos professores para a decisão sobre a avaliação. A pesquisa foi realizada com base no método etnográfico, utilizando-se de técnicas de coleta de dados como a observação de nove conselhos de classe ao longo de um ano letivo e também dez entrevistas realizadas com professores. Os resultados encontrados apontam que, além dos aspectos relacionados objetivamente ao desempenho escolar e à postura do estudante em aula, são ponderados fortemente elementos relacionados à trajetória de vida dos estudantes na decisão sobre a aprovação/reprovação. Nesse sentido, são discutidas questões sobre as diferenças que permeiam os percursos de vida e escolar e as desigualdades escolares provenientes disso. O esforço dos alunos e as suas “limitações intelectuais” são claramente considerados e exercem forte influência nas decisões. Em muitos discursos ressalta-se uma concepção de justiça que é justificada pela aprovação pela via do conselho de classe como uma forma de proteção dos vulneráveis.
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A ESCOLA E A DEMOCRACIA: Estudos sobre as tendencias Educacionais. (#6355)
Edson Sousa Brito 1;
Eumar Evangelista de Menezes Júnior
2; Maria do Pérpetuo Socorro Oliveira Lopes
11 - Universidade Federal de Goiás - UFG. 2 - UniEVANGÉLICA - Centro Universitário de Anápolis.
Abstract:
O tema tem por finalidade abordar as tendências educacionais no contexto escolar e como estas tendências pedagógicas influenciaram no papel da educação e na sociedade sabendo que as teorias serviram como uma forma de orientação da pratica educacional em diversos momentos e circunstancias da história humana. Ou seja, tal como afirma Luckesi (1994) a partir de sua reflexão a pedagogia inclui bem mais elementos do que simples pressuposto, filosóficos, socioculturais e psicológica do educando. Para o autor esses elementos são importantes, mas a pedagogia só poderá ser composta a medida que se aglutinam e se articulam a partir de um direcionamento de uma pratica educacional. Ex ‘’Pedagogia Montessori’ ’a Pedagogia Piagetiana, ‘’ Pedagogia da Libertação ‘’do professor Paulo Freire.
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Um processo em movimento: expansão da escolarização básica, ampliação dos horizontes de possibilidades e expansão do ensino superior (#5643)
Rodrigo De Macedo Lopes 11 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Abstract:
Este trabalho é derivado de uma pesquisa em andamento intitulada “Ensino superior brasileiro: rupturas intergeracionais, estratégias familiares e expansão”, cujo objetivo é compreender as relações existentes entre rupturas intergeracionais nos percursos familiares com relação ao ensino superior, mudanças nas estratégias de reprodução familiar com vistas à aquisição de diplomas universitários e transformações do sistema de ensino superior no Brasil na direção do atendimento das demandas por inclusão das camadas médias e baixas da população. Para o trabalho que ora apresento, focar-se-á a análise nas relações entre expansão da escolarização básica, ampliação dos horizontes de possibilidades das famílias e expansão do sistema de ensino superior brasileiro. O pressuposto que lastreia a discussão é a compreensão de que os processos de expansão da educação, seja do ensino básico, seja do ensino superior, estão correlacionados com a ampliação dos horizontes de possibilidades de famílias que não tinham antecedentes familiares de escolarização. Um dos marcos considerados, para este trabalho, foi a ampliação das instituições escolares a partir dos anos 1950. Este marco se insere num quadro mais amplo que condensa mudanças sociais fundamentais, tais como: intensificação da urbanização do país; ampliação do parque industrial, pela implementação da política de substituição de importações; e, a consequente necessidade de mão de obra qualificada. Em conjunto, tais mudanças aumentaram as pressões por formação de pessoal capacitado para exercer novas funções que foram surgindo. Diante dessas transformações em curso na sociedade brasileira, contingentes de pessoas foram pressionadas para se adequarem aos novos requisitos para a contratação de mão de obra. Entre esses requisitos, o polo qualificação da mão de obra mediante a posse de diplomas escolares representou uma importante ruptura em relação aos quadros profissionais anteriores. A esse respeito, o professor José de Souza Martins revela: “a empresa [em que eu trabalhei] passava por acentuada modernização tecnológica e estava interessada na formação de técnicos de nível médio e na diversificação e superação de um operariado sem escolarização, constituído por gente como meu padrasto, analfabeto, operário da mesma fábrica, imigrante da roça”. (MARTINS, 2013, p. 21). Esse processo progressivamente foi ampliando os horizontes de possibilidades educacionais das famílias. A medida em que os sujeitos iam se qualificando, com a conclusão do primário e do secundário, também iam demandando por vagas no ensino superior. Essas pressões desembocaram, a partir dos anos 1970, em reformas cujo objetivo principal era ampliar as oportunidades de acesso ao ensino superior. O que se pretende com este trabalho é esboçar uma interpretação sociológica a partir dos elementos apontados anteriormente que privilegie a compreensão das relações entre transformações individuais e familiares com transformações mais amplas da sociedade brasileira.
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Educación Secundaria Técnico: en las trayectorias hacia el trabajo, quienes cuidan? (#4687)
Jose Luis Soru 11 - Universidad Nacional de San Luis.
Abstract:
Educación Secundaria Técnico: en las trayectorias hacia el trabajo, quienes cuidan? Autor: Lic. Jose Luis Soru UNSL. FCJES. Nuestro desempeño profesional, dentro del contexto educativo, nos interpelan diferentes cuestiones en relación a los jóvenes que asisten a la Escuela Técnica Nº 15 “Ing. Agustin Mercau”, Villa Mercedes, San Luis, Argentina Decidimos sistematizar las intervenciones en los procesos e itinerarios de transición de la juventud a la vida adulta o adultez en un contexto educativo Técnico. Tomaremos como insumos para ello: El Diagnostico Institucional de la Escuela.- Libros Institucionales donde están asentados los requerimientos a la conducción. Acuerdo escolar de convivencia. Entrevistas en profundidad realizadas a los Jóvenes alumnos de “La Escuela”.- La experiencia de quienes trabajan profesionalmente en la Cuestión Social y están insertos en el Colegio.- Tales insumos, nos brindara un conocimiento más acabado de los jóvenes que asisten a la citada Organización donde transitan y comparten con “otros” agentes sociales expectativas, experiencias y esperanzas. Una dificultad planteada en “La Escuela”, para los recorridos académicos de sus alumnos es el escaso conocimiento, de esta, sobre la realidad social, familiar, económica y cultural, de los jóvenes que asisten. Indagaremos si las políticas Educativas, son excluyentes o poco inclusivas, además de hacerlo sobre como influyen en sus trayectorias, en el contexto de esta Organización secundaria pública.- Hemos de ahondar la relación de los agentes que conviven en ese escenario educativo y los roles que desarrollan desde el sentido de cuidadores de los derechos de los jóvenes y quienes se oponen o al menos no adhieren a la concepción de protección integral asimismo, observar las trayectorias de los jóvenes, sus estrategias y propuestas que detentan, indagar sobre la posibilidad de que las variables participantes (marcos normativos, concepciones instituidas, políticas públicas, etc.) puedan habilitar cambios hacia la inclusión educativa, la concepción de ciudadanía y una cultura del cuidado de los derechos de niños/ñas y adolescentes. En tales escenarios, cual espectador de privilegio, pues estamos siendo parte del escenario, podemos observar las problemáticas más acuciantes, en relación al proceso enseñanza aprendizaje y lo que esto implica en los trayectos de sus historias juveniles. Paulo FREIRE -nos habla de la educación como un experiencia humana inacabada, donde la presencia del otro es determinante para la aprehensión de saberes que no siempre están en la academia. Planteamos algunos interrogantes que nos podrían servir de eje en la realización de este trabajo: ¿Cuál es la mirada conceptual sobre el objeto de estudio. ¿Cuál es la incidencia del contexto socio-económico-cultural familiar en la valorización de la educación, como eje de acceso a mayor bienestar. ¿Qué aporta la Organización Educativa para la inserción del joven al mundo laboral.
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Ações interdisciplinares para equidade racial no ambiente escolar (#5152)
De Alves Darlã 1; Mittanck Vanusa
11 - FACCAT.
Abstract:
Este artigo de revisão sistemática teve por objetivo analisar como o ensino da cultura afro-brasileira e africana está sendo realizado nas escolas. Para tanto, buscou-se analisar o conteúdo de publicações nacionais com o tema ensino da cultura afro-brasileira e africana. Pesquisas com este escopo visam fomentar a discussão e aumentar o conhecimento sobre este tema, que abrange inúmeros vieses de discussão, possibilitando assim, vislumbrar insights para futuras pesquisas. Os estudos apontaram que nos doze primeiros anos em que a lei 10639/2003 se encontrou em vigor as práticas pedagógicas abordaram o ensino de cultura afro-brasileira e africana a partir de projetos interdisciplinares dentro do currículo escolar. Podendo ser trabalhado de maneira ampla e na especificidade de cada disciplina.
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Educação e sua relação com o trabalho no processo de construção de hegemonia na sociedade de capitalismo periférico (#5656)
Fabiana Maria Costa 11 - UFPE.
Abstract:
Este estudo trata da intrínseca relação existente entre educação e trabalho. Parte-se da discussão dos fundamentos da categoria trabalho e das bases científico-técnicas, cujo pressuposto básico é de que o trabalho é a categoria ‘ontocriativa’ da vida humana. Do ponto de vista ontológico, o trabalho, ao produzir os valores de uso e o excedente que o seu produtor necessita para sobreviver, constitui a base de formação do ser social e da sociabilidade e possibilita a inauguração de uma série de novos complexos. Assim, o trabalho consiste no salto ontológico, no elemento basilar e original de conformação do ser social, de separação do homem da sua natureza puramente biológica e instintiva. Esse estudo evidencia que o trabalho tem como caráter central a perspectiva teleológica e se torna o modelo de toda práxis social, na qual, mesmo com complexas mediações, tornam-se realidade as posições teleológicas. Considerando-se que a educação mantém com o trabalho uma relação de dependência ontológica, tendo em vista que o trabalho é a base para o desenvolvimento e a complexificação do ser social, o qual permite o desenvolvimento de outros complexos sociais. A educação consiste em um importante elemento na construção de hegemonia na sociedade, configurando-se como um “aparelho privado de hegemonia”, no sentido de formação de consenso em torno de um projeto de classe, fortalecendo, precipuamente, a ideologia da classe dominante, num embate constante pela manutenção da hegemonia. Com base nessa reflexão, pôde-se observar que é, no movimento dialético da sociedade, que se constrói a hegemonia de uma classe sobre a outra, da subordinação e coordenação dos subalternos pelos dominantes. Finalmente, ratificou-se com Gramsci, que a hegemonia está relacionada com a capacidade de direção e de estabelecimento de consenso em torno de determinado projeto. Uma classe é hegemônica até o momento em que consegue manter sua dominação sobre a outra, possuindo a capacidade ideológica de unificar, através da ideologia, um grupo heterogêneo, impedindo a existência de uma fratura que provoque uma crise na ideologia dominante e sua consequente recusa. A educação, neste sentido, representa um espaço de tensionamento na sociedade, podendo servir aos interesses da classe dominante; ou pode vir a se tornar um espaço voltado à emancipação política dos trabalhadores, numa perspectiva contra hegemônica, em seu projeto histórico de superação do modo de produção capitalista. A ciência, a técnica e a tecnologia, fruto da produção humana, são alvo de uma disputa de projetos sociais antagônicos da existência humana. Qualquer análise que as desloque do processo histórico restará em pura negativação destas, visto sua subordinação aos processos sociais de exploração e alienação do trabalhador. No entanto, a apropriação do trabalhador desses processos, enquanto fruto do seu trabalho, possui o potencial revolucionário.
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Las percepciones de violencia en las escuelas medias desde la perspectiva de los jóvenes estudiantes. Un análisis comparativo entre Argentina y México (#8160)
Pablo di Napoli 1; Leticia Pogliaghi
21 - Universidad de Buenos Aires (UBA) / Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). 2 - Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).
Abstract:
Comprender el fenómeno de las violencias en las escuelas, implica reconocer su carácter polisémico, relacional, y sociocultural, así como también la multiplicidad de sus manifestaciones y la multidimensionalidad de sus causas. La diversidad de significados de las violencias debe enmarcarse dentro del sistema de relaciones que le otorgan sentido. Este carácter relacional supone una concepción relativa en cuanto lo que es o no “violento” puede ser definido y percibido de forma distinta por diversos actores sociales. En ese marco, los objetivos de esta ponencia son, primero, analizar de manera comparada los significados que los estudiantes de escuelas medias públicas del Área Metropolitana de Buenos Aires (Argentina) y de la Zona Metropolitana del Valle de México (México), construyen en torno a la violencia. Segundo, discutir qué tanto esos significados responden a las definiciones socialmente aceptadas sobre esta problemática. La complejidad de nuestro objeto de estudio conlleva un desafío epistemológico que es necesario advertir. Existen dos itinerarios en torno a: cómo definimos conceptualmente la violencia en el ámbito escolar y qué es percibido como violento por nuestros sujetos de indagación. No deben confundirse los actos y las voces de los actores con la estructura conceptual desde la cual se los está abordando. Realizamos un cruce comparativo de dos líneas de investigación de corte cualitativo sobre las percepciones que construyen los estudiantes en torno a las violencias en el ámbito escolar. La primera fue llevada a cabo en Argentina entre los años 2012 y 2014 y la segunda en México durante los años 2015 y 2016. En ambas se trabajó con estudiantes del nivel medio superior de dos escuelas (4 en total). Analizamos un corpus empírico de 103 entrevistas semiestructuradas individuales (60 realizadas a estudiantes argentinos y 43 a estudiantes mexicanos) y 11 grupos focales (5 realizados en Argentina y 6 en México). En los relatos de los jóvenes observamos discrepancias entre la concepción de violencia que formulan discursivamente y las situaciones que experimentan como tales. Asimismo, sus percepciones sobre qué es “violento” son móviles y ambivalentes y varían según la dinámica de la trama relacional que establecen con sus pares. Las manifestaciones de violencia de las cuales dieron cuenta las agrupamos en dos categorías en función de: un sentido restringido de la violencia asociado al uso de la fuerza física, y otro sentido más amplio que incluye, también, agresiones verbales, prácticas de discriminación y de humillación. Sin embargo, entre quienes expresan una noción amplia, cuando se les pregunta por situaciones concretas, gran parte referencia exclusivamente a aquéllas en las cuales hubo agresión física. Por otro lado, comportamientos que ellos calificarían como “violentos”, pierden dicha adjetivación cuando los describen o viven dentro de un marco lúdico o de interacción con sus amigos.
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Educação dos trabalhadores no capitalismo dependente brasileiro (#3061)
Bruno Miranda Neves 1;
Marcela Cristina Moraes Reis
1; Vivyane Gomes De Souza Dutra
1;
Manuela Pereira Lima Green
2; Livaldo Teixeira Da Silva
1; Jordan Rodrigues Dos Santos
3; Carlos Alberto Gomes Pimentel Júnior
41 - UERJ. 2 - PPFH/UERJ. 3 - UFF. 4 - COLÉGIO PEDRO II.
Abstract:
No Brasil, os governos tentam apresentar a elevação da escolaridade básica da população como consensual, ao mesmo tempo em que desenvolvem uma política de formação, qualificação e certificação profissionais desvinculadas e desarticuladas dos níveis fundamental e médio. O Estado brasileiro, ao responder as supostas necessidades de contenção dos gastos públicos e melhor definição dos destinatários das políticas sociais, avança na focalização das políticas sociais em setores que ameaçariam a estabilidade política, em lugar de universalizar os direitos consagrados na Constituição. Para os trabalhadores menos escolarizados e mais precarizados, resta a inclusão em cursos voltados para o trabalho no setor de serviços (qualificações de baixa e média complexidade, alta rotatividade e ascendência das lógicas do empreendedorismo e da empregabilidade). Nos últimos vinte anos, o Brasil universalizou Ensino Fundamental, ampliou o ensino médio e da Educação Profissional Técnica como resultado do avanço das forças produtivas e da própria luta de classes. Realizamos uma abordagem teórica e histórica de como a crise estrutural do capital e as pedagogias políticas dela derivadas se ocuparam das relações entre Trabalho e Educação através da Teoria do Capital Humano (TCH), da Pedagogia das Competências da Ideologia do Capital Social. Objetivamos interpretar, como a Economia da Educação, campo de conhecimento e intervenção, contribuiu nas últimas 05 décadas com a persistência da negação da escola básica. Theodoro Schultz, seu principal expoente internacional da TCH, entrelaçava o ideário do desenvolvimento as políticas de escolarização, emprego e mobilidade social ascendente (FRIGOTTO, 2006). A Pedagogia da Competências buscou subordinar a qualificação profissional a empregabilidade num período de crise do trabalho assalariado, crescente privatização dos serviços públicos e focalização nas responsabilidades dos trabalhadores. Operando a restrição do significado de qualificação, ao equipará-la a aquisição de estoques de conhecimentos. Representando uma reorientação dos currículos escolares para a constituição de comportamentos adequados ao mercado de trabalho, na própria destruição das formas contratuais (RAMOS, 2006). Isto é, a Pedagogia ou Ideologia das Competências se insere, também, como parte das justificativas para a procura da “empregabilidade”. O avanço da precarização nas relações de trabalho repôs o problema em outras bases, a difusão da Ideologia do Capital Social tende a se articular de forma mais eficaz com o incentivo à geração de renda e ao empreendedorismo social limitads à “inclusão nos circuitos de consumo”. No cerne destas ideias acerca das relações entre economia e educação identificamos: a vinculação linear entre crescimento econômico e desenvolvimento humano; as preocupações com saúde e escolaridade (ou ao menos capacitação profissional), e a; responsabilização do indivíduo por questões que são eminentemente sociais. A despeito da aplicação de diferentes planos e programas metade dos jovens brasileiros em idade escolar nem estuda e nem trabalha.
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La (re)producción de los capitales lingüísticos en el proceso de enseñanza: un acercamiento sociolignüístico a las desigualdades sociales en el sistema educativo chileno (#0964)
Francisca Natalia Mena Vergara 11 - Universidad de Valparaíso.
Abstract:
Los procesos educativos son inherentemente procesos comunicativos. La relación entre docente y estudiantes y las interacciones que suceden entre ambos están mediadas por las formas en que utilizan el lenguaje y, por lo tanto, por las relaciones de poder y control (Bernstein, 1990). El manejo de herramientas adecuadas para acceder al conocimiento, además de la forma en que éste es transmitido, afecta los procesos de enseñanza, por lo tanto, el papel del docente es crucial. La presente investigación se ha propuesto conocer la manera en que opera la (re)producción de los capitales lingüísticos de las y los estudiantes de 4to año de enseñanza básica en la asignatura de Lenguaje y Comunicación, donde la transmisión unilateral del discurso pedagógico y la posición pasiva que ocupan los y las estudiantes tienen como consecuencia la profundización de las desigualdades sociales y el ejercicio de la violencia simbólica a través de las distinciones entre lenguaje legítimo e ilegítimo (Bourdieu, 1985). Para llevar a cabo el propósito de la investigación se realizará un estudio de casos con un diseño cualitativo, tomando dos establecimientos educacionales con distintos tipos de dependencia: uno municipal y otro particular, ambos de la comuna de Valparaíso, Chile. Desde un enfoque articulado entre Sociología y Sociolingüística, se utilizará como estrategia metodológica la triangulación de técnicas de producción de datos, integrando entrevistas semi-estructuradas, pruebas escritas y observación participante durante el transcurso de la asignatura de Lenguaje y Comunicación en 4to año básico, para realizar un análisis unificado de los resultados y su contraste. Todo lo anterior se realizará con la finalidad de comprender, desde una perspectiva sociolingüística, cómo las desigualdades sociales se manifiestan y, en determinados casos, condicionan los procesos educativos.
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Experiencias de terminalidad educativa de estudiantes del Plan FinEs2. Articulaciones entre la política, lo laboral y lo espacial en un barrio popular de la ciudad de La Plata (Bs. As. - Argentina) (#3044)
Federico Martín González 11 - LESET-IdIHCS-UNLP/CONICET.
Abstract:
En los últimos años, la obligatoriedad de la educación secundaria, instaurada en Argentina en el año 2006 a partir de la sanción de la Ley de Educación Nacional Nº 26.206, ha funcionado como escenario para nuevas indagaciones en distintos campos de las ciencias sociales. Si nos posicionamos desde la sociología de la educación, es posible sostener que la efectiva universalidad de dicho nivel constituye una de las preocupaciones centrales, renovando interrogantes clásicos sobre las relaciones entre escuela, educación y desigualdad. A su vez, la modificación de la norma jurídica impulsó dos procesos diferentes pero complementarios. En primer lugar, la discusión sobre el formato tradicional de la Escuela Secundaria y la implementación en la provincia de Buenos Aires de algunas variaciones. En segundo lugar, la puesta en marcha de un conjunto de políticas públicas de terminalidad educativa que presentan distintos objetivos, entre ellos garantizar la obligatoriedad del nivel secundario. Al interior del conjunto de políticas de terminalidad educativa podemos encontrar el Plan de Finalización de Estudios Secundarios (Plan FinEs2). Esta es una política educativa destinada a jóvenes y adultos mayores de 18 años que por distintos motivos no han finalizado la formación secundaria. Implementada en el territorio argentino a partir del año 2009 se enmarca en la modalidad que la última ley ya mencionada denominó como Educación Permanente de Jóvenes y Adultos. En este escenario de discusiones, el objetivo de este escrito es analizar la configuración de las experiencias de terminalidad educativa de los estudiantes que se encuentran finalizando sus estudios secundarios el marco de una sede educativa del Plan FinEs2 en un barrio popular de La Plata (Bs. As - Argentina). Aquí, la categoría de experiencia nos permite recuperar una propuesta epistemológica orientada a la articulación de distintas dimensiones sociales (escolares y no escolares) en una experiencia particular. Desde esta perspectiva, en este texto se pone el foco en las formas en que se articulan tres dimensiones sociales -la política, la espacial y la laboral- a la luz de los cambios en el escenario socio-económico acontecidos en el periodo 2013-2017 en Argentina. Esta ponencia es producto de una investigación en curso desde el año 2013 que desde un abordaje cualitativo con enfoque etnográfico presta especial atención a las formas en que cotidianamente se construyen las experiencias de los estudiantes, dando cuenta de las negociaciones y articulaciones de las distintas lógicas que hacen a la vida de los jóvenes y adultos. De esta forma, el siguiente texto se desprende del análisis de un conjunto de registros de campo y entrevistas en profundidad llevas a cabo desde el año 2013 en un barrio de sectores populares de la Delegación Municipal del Melchor Romero en la cuidad de La Plata.
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La relación entre “capital humano” y “empleabilidad”, bajo los lineamientos de la política educativa en los niveles de Básica, Secundaria y Media. Estudio del programa social de educación “Currículo 40x40” en la ciudad de Bogotá D.C., durante el periodo de gobierno local “Bogotá Humana” (2012 – 2015). (#7137)
Marvin Stiven Martínez Meléndez 11 - Corporacion Universitaria Republicana.
Abstract:
El presente estudio aborda, desde las políticas sociales educativas, la intersección entre el concepto de capital humano y la noción de empleabilidad, tomando como referente el programa educativo “Currículo 40x40”, el cual se fundamenta en los principios de las escuelas de tiempo completo. De este modo, se realiza un análisis de los componentes del programa relacionados con la ciudadanía y la convivencia, dado que a partir de estos se busca identificar aquellos aspectos ligados a una formación para el trabajo, desde el despliegue de mecanismos de focalización, como forma que adquiere la política social en un contexto de hegemonía neoliberal. En este sentido y bajo el rótulo de la inserción, esta modalidad de programas asistenciales implican la movilización de los “beneficiarios” y asume la dotación en capital humano como una posibilidad de inclusión en el mercado y de dejar de lado su condición de excluidos.