Loading…


Monday 04/12 - Humanidades / Sala 12 (CÁCERES)
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Ensino de Sociologia na Educação Básica: Desafios políticos e metodológicos (#4001)
Karla Danielle Da Silva Souza 1;
Fernando Francelino Lopes Júnior 1
1 - UFRN.
Abstract:
A atual conjuntura no Brasil e na América Latina e Caribe é marcada por conflitos de ordens política, econômica e social. Sob domínio de uma lógica financeira em constantes turbulências, nota-se um cenário de disputa entre distintos campos políticos: forças conservadoras versus forças progressistas. Diante desse contexto, as Ciências Sociais acabam sendo afetadas por tais mudanças estruturais, implicadas em concepções de governo que desencadeiam ações políticas, como por exemplo, no Brasil a possibilidade de nova retirada da disciplina escolar Sociologia do Ensino Médio. Tal alteração também pressupõe mudanças nos cursos de formação superior, visto que, havendo à exclusão, acarretaria em ausência ou diminuição de vagas no mercado de trabalho e, portanto, elimina-se a necessidade de formar profissionais de determinada área. No caso específico do Brasil, nota-se que a educação sempre ocupou um lugar secundário no que diz respeito aos investimentos e ao reconhecimento social. Nesse mesmo contexto, percebemos uma história marcada por uma explícita divisão de classes e, por conseguinte, dois modelos de educação correspondente a cada uma delas. Os cursos de formação de professores de Sociologia no Brasil têm se configurado sob uma ótica da tradição teórica e bacharelesca e, desse modo, implicado em barreiras metodológicas quanto à transposição de conteúdos para o nível do Ensino Secundário. Assim, com este trabalho, propomos apresentar uma reflexão acerca da necessidade de problematizar estratégias de ensino diante dos objetivos da Educação Básica. Para isso, utilizamos documentos oficiais e estruturais das principais instituições formadoras de docentes da área, bem como, contamos com importantes referenciais que têm produzido relevante arcabouço teórico, entre eles, destacamos: Almeida (2012), Cambi (1999), Candido (2006), Cardoso e Falleto (2004), Chevallard (1988), Costilla (2005), Fernandes (1975, 1995, 2004), Foucault (1975), Freire (1987), Lander (2000), Liedke Filho (2005), Lima (2014), Menezes (2009), Mignolo (2008a, 2008b), Segrera (2005), Moraes (2011), Moreira e Candau (2008), Morin (2013a, 2013b), Oliveira (2015), Schwartzman (1989), Santos (2002, 2008), Santos (2012), Serres (2013), Souza (2006), Tardif (2002) e Wallerstein (1996, 1998). Esse trabalho tem sido resultado de nossa pesquisa de mestrado sobre a efetividade da formação docente do curso de licenciatura em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) na prática docente na escola secundária. Nossas reflexões até o presente momento sinalizam para uma supervalorização da formação teórica em detrimento da prática. Ademais, é possível indicar um contexto em efervescência política, na América Latina e Caribe, que desencadeia outras dificuldades e implicações no que diz respeito ao Ensino de Sociologia na Educação Básica.

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA A REPRODUÇÃO DAS DESIGUALDADES (#7093)
Príscilla Islayni Monteiro Marroquim de Souza 1
1 - Universidade Federal de Pernambuco, UFPE BRA.
Abstract:
A realização dessa pesquisa visa o estudo da educação como via para mobilidade social e de que modo à educação tem sido um instrumento que auxilia na reprodução das desigualdades, mais especificamente o Ensino Superior, tendo por finalidade fazer um estudo acerca da colaboração da educação para o reconhecimento do Ensino Superior como via de escape para o sistema classificatório da sociedade, e a rentabilidade do curso como medidor de sua excelência. Indicando o pensamento de Pierre Bourdieu e outros autores acerca da temática abordada, como também análise de dados, índices, indicadores e políticas educacionais brasileiras, possui como objetivo analisar informações sobre de que maneira a educação superior contribui para manter as desigualdades dentro do sistema educativo e da sociedade, assim como analisar a diferença do prestigio social dos cursos de nível Superior, e de que forma a renda salarial pode se tornar um aparelho de nivelamento das desigualdades educacionais, uma vez que o Brasil é posto em evidencia por sua elevada desigualdade financeira e consequentemente social e educacional assim como outros países da América Latina, dando-lhes condições de olhar, refletir e registrar a compreensão das relações que se dá entre a educação e as desigualdades no sistema de ensino e na sociedade.                        Palavras Chaves: Educação; Ensino Superior; Desigualdades.

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Movimentos de contraposição à escola convencional: da Escola Nova às Escolas Inovadoras no Brasil contemporâneo (#7194)
Diogo Silveira Heredia y Antunes 1; Ana Carolina Brandão Verissimo 1; Andréia Mendes dos Santos 1
1 - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Abstract:
O trabalho proposto é um ensaio analítico a respeito dos movimentos de contraposição à escola convencional, através de uma retomada histórica, da análise de conjuntura do cenário brasileiro contemporâneo e do trabalho empírico, ainda em andamento, sobre as escolas inovadoras do Rio Grande do Sul/Brasil. A partir de pesquisas da temática em publicações acadêmicas, documentos legais, documentários e sites oficiais e de grupos independentes, são realizadas análises de cunho filosófico – sociológicas a respeito do tema. Tendo como principais referencias teóricos: Barbosa (2016), Bastini (2000), Pereira e Cardon (2016) e Barreira (2016), a escola convencional esta marcada pela organização rígida do tempo; espaço pouco ou nada acolhedor; pelo saber e o currículo elegidos a priori - massificantes e colonizadores - e relações de poder de submissão e competição. Constitui-se historicamente como uma instituição normalizadora, que vem encontrando movimentos de resistência a partir de três “ondas”: No final do século XIX pela escola nova, seguido nas décadas de 1960 e 1970 pelas escolas alternativas e chegando a contemporaneidade com as escolas inovadoras. Como considerações preliminares aponta-se que na escola nova as críticas e reflexões estavam centradas no caráter pedagógico, enquanto que nas escolas alternativas, o movimento maior, em sua origem, é de caráter político e social. Ainda, três características levaram a existência de um terceiro movimento: o primeiro a complexificação que se estabelece em relação às experiências que constituem este conceito; segundo a insolidez que a escola convencional ganha frente à sociedade contemporânea e, por terceiro, o movimento das escolas inovadoras adquire uma dimensão que passa a influenciar as políticas públicas em educação. Assim, o que antes era subversivo (escolas alternativas) passa a ser um dos pontos de disputa da supremacia nos novos modelos educacionais como política de Estado em educação. A análise destes elementos torna-se especialmente importante uma vez que o Brasil encontra-se em um movimento complexo na busca da reestruturação da educação escolar. Neste sentido, em 2015, foram observadas 178 escolas como “exemplos de inovação e criatividade na educação básica”, mostrando que o próprio Ministério da Educação, já percebe estes movimentos de contraposição no processo educacional. Sabe-se que para fomentar uma formação escolar universalizada, voltada para justiça social, solidariedade, emancipatória e libertária, o movimento das escolas inovadoras precisa ser analisado. Entende-se que esse projeto tem recebido múltiplas influências de setores da sociedade, orientados por diferentes vertentes ideológicas, apontando uma disputa não apenas pela hegemonia dos modelos educativos, mas pela hegemonia dos projetos de sociedade.

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Relatos de vida de jóvenes migrantes de México que han logrado concluir la educación básica (#2054)
Carlos Rafael Rodríguez Solera 1
1 - Universidad Iberoamericana.
Abstract:
En México la situación educativa de niñas niños y jóvenes que pertenecen a familias de jornaleros agrícolas migrantes es muy precaria. Sólo entre un 14 y un 17% de esta población asiste a la escuela y se estima que menos del 5% logran concluir su educación básica. La investigación busca explicar por qué, a pesar de vivir en las mismas condiciones que el resto de la población migrante, hay una pequeña cantidad de niñas, niños y jóvenes migrantes que logran acceder y permanecer en el sistema educativo hasta concluir la educación básica obligatoria. En la ponencia se expone la metodología y los principales resultados de esta investigación concluida en diciembre de 2016. La investigación parte de un enfoque mixto en el que se emplean técnicas tanto cualitativas como cuantitativas. Se realizaron entrevistas semi estructuradas a 74 jóvenes migrantes que en 2016 cursaban el tercer grado de secundaria en los estados de Sinaloa, Sonora y Morelos. Por medio de esas entrevistas se recuperaron relatos de vida a partir de la reconstrucción de los itinerarios migratorios, escolares, laborales y familiares con el fin de identificar patrones que permitan formular una primera respuesta al problema de investigación planteado. Por otra parte, a todos los estudiantes entrevistados se les aplicó un cuestionario para recabar datos cuantitativos del estudiante y de todos los miembros de su familia. El análisis de la información recopilada permite identificar que los principales factores que influyen para que los niños migrantes permanezcan en el sistema educativo son el clima educativo del hogar que, en el caso de los estudiantes entrevistados, es ligeramente mayor al de otros hogares de migrantes. Además de lo anterior, los entrevistados tienen en común una baja incorporación al trabajo infantil, a diferencia de otros hijos de migrantes que trabajan desde edades tempranas. Los migrantes que logran concluir sus estudios básicos han gozado además de cierta estabilidad que les ha permitido asistir varios años a un mismo centro educativo, gracias a las estrategias seguidas por sus familias, que les han permitido a niñas y niños migrantes permanecer en un solo lugar al cuidado de familiares cercanos mientras sus padres se desplazan por el territorio nacional en busca de trabajo.  

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Potencialidades, debilidades y retos para la socialización en el escenario escolar: reflexiones desde una secundaria básica cubana en tiempos de cambios (#3211)
Idania Rego Espinosa 1
1 - Centro de Investigaciones Psicológicas y Sociológicas (CIPS).
Abstract:
En el proyecto de la Revolución Cubana, la educación ha ocupado un lugar central en la política social, en especial para la infancia y las juventudes, como componente básico para su socialización. Desde hace más de 10 años, la escuela secundaria básica cubana ha sido objeto de importantes transformaciones, sin renunciar a formar competencias técnicas y a comprometer a las nuevas generaciones con su realidad social. El trabajo propone reflexionar sobre potencialidades, debilidades y retos para la socialización de los estudiantes en el escenario escolar de una secundaria básica de la capital, con énfasis en las nociones de participación que portan, las principales limitaciones y oportunidades que perciben, entre otros elementos, desde la perspectiva de los actores fundamentales del proceso, en tanto la participación nos habla del tipo de sociedad y de individuo a que se aspira, propicia aprendizajes que irán marcando la manera en que se relacionan con los demás, se construye la subjetividad y actúan sobre su realidad. Por último, se comenta sobre la experiencia de transformación desarrollada en la escuela, concebida no para sustituir el papel de los profesores y la institución escolar en el proceso educativo, sino como acompañamiento para mostrar otras formas de hacer, participar y socializar. La investigación y las vivencias de esos tres años permiten asegurar que no basta con la existencia de políticas universales, sino ellas deben combinarse con un trabajo diferenciado, con acciones a nivel meso y micro, que tengan en cuenta la diversidad juvenil, de modo tal que esas diferencias no se conviertan en desigualdades. Estos resultados forman parte de un proyecto más amplio desarrollado durante tres años por el Grupo de Estudios sobre Juventud del Centro de Investigaciones Psicológicas y Sociológicas (CIPS); tuvo como escenario una secundaria básica del barrio Los Sitios, municipio de Centro Habana, reconocido como una comunidad en condiciones de vulnerabilidad. Participaron estudiantes desde sus propias experiencias, así como diferentes actores sociales que juegan un importante papel en su socialización, tales como como profesores y autoridades del centro educacional, así como del espacio comunitario donde está situada la escuela y en el que viven la mayoría de los jóvenes. Se utilizó entrevistas a expertos, a la dirección de la escuela y a líderes comunitarios; grupo focal con profesores y talleres; cuestionario diagnóstico a estudiantes (277) y a profesores (24), y observaciones de la vida cotidiana de la institución escolar. Tuvo como perspectiva teórica la relación estructura – acción social y su impacto para los procesos de integración, con un enfoque situado, y se propuso explorar la relación macro – meso – micro social, entendida como niveles de análisis, con un enfoque relacional, y una perspectiva metodológica cualitativa, que se combinó con métodos cuantitativos para la realización de los diagnósticos.

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
La escolarización y su incidencia en la educación intercultural: Estudio de casos en contextos multiculturales en el marco de la reforma educacional chilena. (#1849)
Daniela Francisca Lagos Chávez 1
1 - Universidad Arturo Prat.
Abstract:
La educación es una de las categorías e instituciones más relevantes en cualquier sociedad, más aún si el sistema educativo en su conjunto se encuentra en un estado crítico, de falta de legitimidad y en constante transformación oficial y empírica. La educación en Chile expresa su crisis desde 2006 en adelante, a partir de las falencias y debilidades que fueron señaladas por “Los Pingüinos”, el movimiento estudiantil de ese año. De los estados críticos que existen, las diferencias y desigualdades entre dependencias educativas se consideran como las más graves. En este contexto, la educación municipal (pública) se encuentra en condiciones de vulnerabilidad sistémica, impartiendo educación en circunstancias difíciles y complejas, haciéndose cargo muchas veces de elementos que escapan al rol específico de la institucionalidad educativa. Otro fenómeno relevante a considerar es el factor multicultural que introduce el crecimiento de la inmigración en el país, haciendo que nuevas familias provenientes de diversos contextos multinacionales y multiétnicos, requieran de cupos y matrícula para sus hijos. La inmigración es relevante en tanto incluye en la educación transformaciones cotidianas y estructurales que tienen que ver con la multiplicidad de cosmovisiones, culturas, lenguajes y historias de vida, haciendo compleja la labor al interior de los establecimientos y en las aulas. En la Región de Tarapacá (frontera con Bolivia y cercana a Perú) se ha manifestado un proceso inmigratorio relevante en los últimos años que ha hecho crecer la población flotante de las ciudades, sobre todo en Iquique y Alto Hospicio. Distintas familias han arribado en busca de una calidad de vida distinta. La mayoría de estas “nuevas” personas son de países como Bolivia, Ecuador, Perú, Colombia, Paraguay y Argentina. El objetivo, es analizar escenario el multicultural y la tensión/apertura hacia una educación intercultural inclusiva, identificando facilitadores y obstaculizadores que la escolarización chilena comprende en las relaciones en contextos multiculturales, cómo se reconocen los aportes de los individuos diversamente constituido, barreras, estereotipos y prejuicios y el nivel significación de la diferencia que ha enmarcado el escenario de la desigualdad educativa, y cómo todo lo anterior se refleja en la  implementación del curriculum nacional, en los aprendizajes y socialización estudiantil. Se realizó un estudio de caso a tres escuelas estatales con estudiantes sobre el 20% ascendencia indígena y 30% extranjeros, por lo que la multinacionalidad y multietnicidad devienen en multiculturalidad como contexto escolar en Tarapacá. Por tanto, se utilizaron metodologías - como la observación participante y las entrevistas-  que permitieron identificar interrelaciones complejas como el género, raza, clase social, legalidad, categorías insertas en la escolarización (curriculum nacional) que inciden en la construcción de la realidad escolar, en el desarrollo de la educación intercultural y expectativas en el marco de la reforma educacional chilena.

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Los docentes adultos maduros del Colegio Nacional de Educación Profesional Técnica (CONALEP) y la utilización de las TIC en el proceso de enseñanza aprendizaje, una aproximación general. (#8015)
MARÍA DEL SOCORRO COLMENARES MAGUREGUI 1; LILIANA GARCÍA CRUZ 2
1 - Centro de Estudios Superiores en Educación. 2 - Instituto Nacional para la Evaluación de la Educación-México.
Abstract:
  A nivel mundial el conocimiento se ha convertido en parte central para el desarrollo de los países, la región latinoamericana no es la excepción. Una de las herramientas para enfrentar los cambios y desafíos que se presentan en la actualidad es la educación, por lo que los países latinoamericanos han buscado elevar sus niveles educativos. En donde más se ha avanzado es la educación básica (CINE[1] 1 y 2) y se ha estado impulsado en la educación media superior (CINE 3), se espera que en la escuela los niños y jóvenes adquieran las habilidades y competencias necesarias para enfrentar el mundo cambiante. Dentro de las habilidades que deben adquirir se encuentran las Tecnología de la Información y Comunicación (TIC). Es el docente el encargado de inculcar el uso de la TIC, como una herramienta en el actuar cotidiano para formar individuos críticos y propositivos. Para lo cual se requiere que los profesores estén preparados para la utilización de esta tecnología. Sin embargo, hay algunos profesores que no usan esta tecnología dentro del aula, esto se presenta en mayor medida en los adultos maduros (de 45 a 59 años de edad). En algunas ocasiones no saben emplearlas o bien se les dificulta hacer uso de estas TIC, aunque en su vida cotidiana utilizan el Internet, las redes sociales, los diferentes chats, por mencionar algunos. Esta inquietud lleva a realizar la investigación que se enfoca en una de las instituciones de educación media superior en México del tipo de servicio profesional técnico denominada Colegio Nacional de Educación Profesional Técnica (CONALEP), en la ponencia se presentarán los avances de la investigación que indaga cuáles son los motivos por los cuales los docentes adultos maduros no utilizan las TIC en el proceso de enseñanza aprendizaje. En el proyecto general, a través de una metodología cualitativa y apoyándose en algunos datos cuantitativos se muestra el perfil de los docentes adultos maduros, así como se identificar algunas causas por las cuales los docentes no utilizan las TIC. Así también, alineándose a la última reforma educativa dirigida a este nivel (RIEMS), se pretende construir una propuesta centrada en el aprendizaje significativo, la psicología cognitivista, el constructivismo y socioconstructivismo para que los docentes adultos maduros utilicen las TIC en el proceso de enseñanza aprendizaje.   [1] UNESCO. (2013). Clasificación Internacional Normalizada de la Educación. CINE 2011. Canadá: UNESCO

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
O PACTO PELA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO-PPE COMO POLÍTICA DE GESTÃO POR RESULTADOS PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO E DESEMPENHO COGNITIVO DOS  ALUNOS E SEUS EFEITOS NA EREM BENTO AMÉRICO - BELO JARDIM-PE (#8150)
Cristiane da Silva Freitas Oliveira 1;
Ricardo de Oliveira Ferreira 2
1 - EREM Belo Jardim. 2 - Faculdade de Belo Jardim - FBJ.
Abstract:
Esse texto tem como objetivo apresentar e propiciar o diálogo sobre a política de gestão de resultados na Rede Pública de Ensino do Estado de Pernambuco, mais especificamente o Pacto pela Educação - PPE, implantado em 2011 que tem por finalidade pôr em prática ações estratégicas do Governo através de metas estabelecidas, acompanhamento periódico de resultados e o pagamento de bônus por desempenho, na intenção de obter melhorias na qualidade de ensino, considerando o baixo índice de aprendizagem cujo percentual estava entre 3,1 em 2011(atualmente 3,9), analisados pelo Ideb- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, calculado a cada dois anos e que pode variar de 0 a 10 e leva em conta a prova Brasil e as taxas de aprovação. Mediante a problematização aqui apresentada, este texto pretende refletir e discutir sobre os fatores cognitivos, intra e extra escolares como implicadores de aprendizagem ou não dos alunos do Ensino Médio da Rede Pública do Estado de Pernambuco, tendo como experiência os efeitos do Pacto pela Educação na EREM Bento Américo do Município de Belo Jardim. Essa escola, que mesmo diante dos desafios superou as metas estabelecidas elevando o índice de qualidade de ensino passando de escola prioritária a Escola de Referência do Ensino Médio – EREM, através do efetivo monitoramento em busca da causa de possíveis empecilhos, a fim de corrigi-los através de planos de ação e de metas em um planejamento estratégico. Concernente a metodologia, serão analisados os aspectos bibliográficos e documentais pertinentes ao tema, além das ações vivenciadas pelos professores, alunos, coordenação e gestão no contexto escolar para a melhoria cognitiva dos alunos e elevação do índice de aprendizagem. Portanto, esse trabalho propõe uma reflexão sobre os resultados da intervenção do Estado através de políticas públicas voltadas para a promoção da qualidade de ensino, para a melhoria cognitiva dos alunos e seus efeitos concretos em sala de aula, a exemplo das ações vivenciadas na EREM Bento Américo.  

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Trabajo docente bajo transformaciones institucionales: Experiencias en la escuela técnica (#4178)
Soledad Victoria Yapura 1
1 - Universidad de Buenos Aires.
Abstract:
El presente trabajo es resultado de una investigación en curso* sobre la configuración del trabajo docente en instituciones de nivel secundario de la provincia de Buenos Aires. Partimos de la hipótesis que las condiciones de producción del trabajo pedagógico inciden en las oportunidades de reflexión sobre el propio trabajo y que dicha reflexividad favorece procesos de enseñanza y aprendizaje para estudiantes de sectores vulnerables. Si bien las transformaciones en la organización escolar para garantizar el derecho social a la educación son valoradas por los docentes, los escasos cambios planteados en sus condiciones de trabajo limitan las transformaciones en las prácticas generando en los docentes sensaciones de exigencia y agotamiento.Analizaremos las valoraciones de docentes en dos instituciones diferencialmente afectadas por cambios en las regulaciones del curriculum, régimen académico y la estructuración del puesto de trabajo docente y su incidencia en las decisiones didácticas de los docentes en el marco de las preocupaciones por la desigualdad. Indagaremos en las condiciones institucionales de producción del trabajo y sus representaciones respecto sus condiciones laborales y los condicionantes al ejercicio de la profesión en el marco de dichas transformaciones, específicamente aquellas dimensiones que intervienen sobre el trabajo pedagógico. Se trata de dos escuelas secundarias técnicas que funcionan bajo diferentes marcos de regulación que tienen dimensiones que las diferencian. Una perteneciente al “Proyecto de creación de nuevas escuelas secundarias en Universidades Nacionales”, y por el otro, una escuela estatal del subsistema secundario común.Para captar el impacto subjetivo de dichas transformaciones se adopta un enfoque metodológico cualitativo, el cual permite reconstruir el conjunto de condiciones objetivas del campo para luego comprender las representaciones y percepciones de los sujetos desde su posición en el espacio social. Para comprender los aspectos objetivos que estructuran el trabajo docente se relevará normativa, materiales oficiales y documentos que nos permitan reconstruir tanto las condiciones de ejercicio de la profesión.El método de investigación lo constituye el estudio de caso, el cual permite abordar de forma intensiva una unidad. A través del estudio de casos es posible arribar a nuevas evidencias o situaciones de un fenómeno, formular nuevas teorías de la realidad social, y encontrar respuestas a preguntas en un escenario y momento dado, no son formulaciones de verdades universales. *Proyecto “Trabajo docente y políticas de inclusión: desafíos en la Nueva Secundaria bonaerense” en el marco de una beca de investigación y docencia categoría graduados de la Universidad Nacional General Sarmiento. La beca se inscribe en el proyecto “Los sentidos sobre la inclusión escolar en las políticas educativas de la Provincia de Buenos Aires (2009 a la actualidad)” dirigido por Nora Gluz

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
NÃO SIRVO PARA ESTUDAR! Investigando a construção da subjetividade dos jovens “inaptos” à escola e algumas formas de combater a evasão (#6760)
Raphael França 1
1 - Universidade Federal de Pernambuco - UFPE.
Abstract:
Desde a década de 30 do século passado quando se iniciaram os primeiros estudos acerca da educação no Brasil que os problemas com evasão escolar são recorrentes nas obras acadêmicas sobre educação. De acordo com dados estatísticos do Programa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD - 2014), 1,7 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos está fora da escola no Brasil. Este trabalho, de análise eminentemente teórica, tem por objetivo analisar algumas das causas da evasão escolar, dialogando com a bibliografia sobre o assunto, apoiado por dados estatísticos, com o intuito de formular um entendimento sobre o tema e concentrando-se em um tripé formado pela família, prática pedagógica e projeto de vida. As referências bibliográficas são compostas por autores como Antônio Carlos Gomes da Costa, Marcelo Neri, Pierre Bourdieu, Paulo Freire, entre outros. São identificados os problemas de ordem familiar que influenciam nesse processo, somando-se as práticas pedagógicas descontextualizadas, e, muitas vezes punitivas, que infligem ao jovem violências simbólicas e silenciosas, terminando por contribuir com o distanciamento do aluno em relação à escola. Nesse momento, o estudante toma para si a responsabilidade exclusiva de sua “inaptidão” aos estudos. Também é abordado o conceito de Projeto de Vida, que segundo Antônio Carlos Gomes da Costa, consiste na “capacidade de o jovem pensar em sua vida e ser capaz de enxergar o que deverá acontecer com ela alguns anos à frente. É a capacidade de ter uma visão do seu próprio futuro e ter uma noção clara do que deverá ser feito para se chegar lá." Foram analisadas três alternativas de combate à evasão escolar: a instituição “Labor Educacional”, que combate à falta de contextualização nas práticas pedagógicas; o programa “As Vantagens de Permanecer na Escola”, que faz uma abordagem direcionada ao futuro profissional; e o projeto “Combate à Evasão Escolar”, que consiste numa ação do judiciário junto às famílias para fazer valer o Estatuto da Criança e do Adolescente. Nas três são constatadas ações de comprovado sucesso na luta contra à evasão escolar, encaixando-se perfeitamente em várias das realidades de abandono escolar, servindo como matizes para as políticas públicas educacionais. Procurou-se encontrar alternativas que rompem com a violência simbólica praticada pela escola ao tentar socializar o estudante com práticas não inerentes à sua realidade sociocultural. Ao mesmo tempo, faz as famílias assumirem um protagonismo na educação de seus filhos e conseguem criar ou aumentar no estudante suas expectativas em relação à escola. Palavras Chave: Educação; Evasão Escolar; Projeto de Vida; Violência Simbólica

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Análisis de compromiso en estudiantes de educación media y su vínculo con desempeños en PISA 2012 (#4112)
Vanessa Anfitti Ferreira 1
1 - UDELAR.
Abstract:
El concepto de compromiso escolar ha tomado un papel relevante en la investigación educativa por considerarse un posible elemento para la motivación y el logro académico así como un aspecto clave que evitaría o disminuiría eventos tales como repetición, desafiliación, inasistencias y bajos desempeños a lo largo de las trayectorias educativas. Existe evidencia teórica que sostiene que sólo aquellos estudiantes que se encuentran involucrados y comprometidos con su proceso de aprendizaje y con el centro al que concurren pueden estar preparados para aprovechar las oportunidades que ofrecen las instituciones educativas y como consecuencia, alcanzar mejores desempeños. Aspectos tales como el sentido de pertenencia, los vínculos con docentes y pares, incentivarían la permanencia en el sistema educativo y una valoración positiva de las experiencias escolares, impactando directamente en los desempeños académicos. En este sentido, aquellos estudiantes que están en mayor medida involucrados y comprometidos académica y socialmente tendrán mayores probabilidades de persistir y completar el nivel (Hattie, 2009; Tinto, 2005). En Uruguay existe un consenso en relación a las dificultades que presenta el sistema educativo para la permanencia y la acreditación de ciclos. Si bien históricamente los procesos de aprendizaje se han evaluado a través de la medición de competencias cognitivas, se ha vuelto necesario incorporar otros aspectos de tipo social o emocional para comprender y analizar las experiencias y procesos de desafiliación, inasistencia y desinterés o desencuentros con la propuesta curricular ofrecida. Sin embargo, aún no se han desarrollado estudios nacionales que permitan comprender y explicar algunos fenómenos que se dan en el sistema educativo uruguayo así como recoger elementos que permitan producir mejoras o incorporar cambios que mitiguen desigualdades y eventos de riesgo en los estudiantes. La única evidencia es la prueba estandarizada de PISA, de la que nuestro país participa desde el año 2003, contando con datos reportados por los estudiantes evaluados en relación a estas dimensiones de tipo no cognitivo. El objetivo de este trabajo es aportar al análisis del compromiso de los estudiantes uruguayos de educación media, utilizando la base de datos de la evaluación PISA 2012. La hipótesis general es que un mayor compromiso de los estudiantes con y en el centro educativo se traduciría en mejores desempeños. Además se esperaría que los niveles de compromiso reportados por los estudiantes presenten diferencias según variables institucionales y demográficas.  El análisis se realiza en base a dos dimensiones sugeridas por la tradición teórica: i) compromiso conductual y ii) compromiso emocional. Se identifican a su vez subdimensiones que componen la dimensión general de compromiso. En el presente trabajo se explora la asociación entre dichas dimensiones y una serie de variables sociales e institucionales. 

 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 12 (CÁCERES) |
Sociología del curriculo (#0364)
Mireya Rosas Haro Haro1;
Rita Trinidad Rodríguez Márquez Márquez1;
Aline Marina Ortega Martínez Martínez1
1 - Instituto Politécnico Nacional.
Abstract:
Resumen Las ciencias sociales y humanas ahora rompen paradigmas y diluyen sus fronteras interpretándose con sus métodos y conceptos, las relaciones entre pedagogía y sociología en el aula, son obvias, aunque paradójicamente no siempre reconocidas. Estas relaciones se extienden a lo largo del currículum de la formación del profesorado y aún de la organización de la institución. Reflexionar sobre estas relaciones nos conducen a la expectativa de renovar el trabajo docente y de reorganizar la institución. La sociología ha hecho avances inefables en el estudio de la educación, la pedagogía busca reconstruir sus conceptos y estructuras en el aula es difícil cuando un hecho es solo sociológico o solo pedagógico, ya que ambas disciplinas forman u a unidad. Este trabajo parte de una reflexión de las relaciones entre pedagogía y sociología continua con un examen del currículum en sus diversas modalidades y formas de relación con el conocimiento. Sigue una reflexión sobre la formación de nuestros y finalmente en forma breve trata del sistema modular y del profesor modular. Introducción El objetivo de este trabajo se fija en algo obvio, las relaciones de la sociología en el aula. La enseñanza de la sociología en las escuelas se hace con u a mala o buena pedagogía y la pedagogía a su vez amplia o empobrece los horizontes de la sociología en su enseñanza. La sociología con frecuencia desconoce la presencia de la pedagogía desde la elaboración del currículum hasta la formación del maestro, desde la organización de los contenidos de clase, hasta la forma de presentarlas y desde la filosofía que sustenta la educación internacional, hasta la valoración del hombre. La sociología está presente en todo el quehacer pedagógico, en la clasificación de sus fines, en su relación con las políticas de Estado, en su inmersión en tal o cual ideología y los fundamentos sociales de la formación del profesorado. La variedad d paradigmas complica al trabajo de aulas si las dos tienen una estructura lineal o si se convierte en una distribución de textos entre los alumnos para que les expongan a discutir sobre un texto que se agota en sí mismo, en tanto que no se buscan relaciones con otros textos del mismo autor u otras. Estas técnicas son cómodas; pero no productivas. Los estudiantes transcurren su licenciatura con una cultura de antología sin unidad teórica y sin bases metodológicas sólidas. Existe u a paradoja: mientras que las ciencias sociales están en constante cambio, en el aula son reduccionistas, mientras que la realidad del país exige nuevas formas de pensar y hacer, la formulación de estrategias y modelos de intervención, en el aula la realidad es domada, sujeta a un ritmo donde los cambios son apenas perceptibles.