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Monday 04/12 - Humanidades / Sala 03 (ROMERO)
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
 
24. Sociología de la Educación y Políticas Educativas |
Monday 04/12 | 10:30 - 12:30 | Humanidades | 03 (ROMERO) |
Gênero, educação e desigualdades na formação na área da Tecnologia da Informação (#9034)
Tania Tosta 1; Flávio Silva 1
1 - Universidade Federal de Goiás.
Abstract:
  O objetivo do artigo é analisar as desigualdades produzidas e refletidas no sistema educacional brasileiro. Estudos e pesquisas na área tendem a discutir principalmente as desigualdades de classe e raça que configuram as dificuldades de acesso e inserção no ensino superior. A taxa de escolarização de negros e brancos começa a se diferenciar no ensino médio, o que se intensifica na etapa seguinte. A interseção entre indicadores de cor e renda indica desigualdade ainda mais expressiva de forma que o estudante negro pobre tem menor acesso ao ensino superior que o branco nas mesmas condições socioeconômicas. Uma série de políticas públicas de democratização do ensino superior nos anos recentes foram implementadas de forma a ampliar a inclusão de populações historicamente excluídas deste nível de ensino. Ainda em processo, os resultados começam a aparecer aos poucos. No entanto, o foco aqui são as desigualdades relacionadas às diferenças de gênero. Apesar dos avanços em termos de maior escolaridade e presença das mulheres no ensino superior, persiste a segregação por sexo na escolha das áreas de formação superior. Entre os cursos de graduação com maior número de matrículas no Brasil, observa-se uma clara divisão por sexo entre as áreas. As matrículas femininas ainda concentram-se na área de educação e saúde, além da área de ciências sociais, administração e direito, que abrange igualmente homens e mulheres. Enquanto isso, as matrículas masculinas concentram-se na área das engenharias e de computação. Estas diferenças refletem ainda na futura ocupação e renda destas mulheres, geralmente mais precárias que a dos homens. Segundo Danièle Kergoat, a explicação para esta segregação deve ser buscada a partir de uma análise de gênero em que as atividades são divididas por sexo e hierarquizadas de forma que ocupações consideradas femininas valem menos que as consideradas masculinas. Apesar do aumento da participação de mulheres em cursos superiores e no mercado de trabalho, ainda há significativas diferenças de gênero no sucesso das carreiras. Houve um expressivo crescimento da participação feminina em áreas de formação consideradas de prestígio, mas a representatividade não é a mesma em todas as áreas. É o caso da área de Tecnologia da Informação (TI), na qual não apenas há uma baixa inserção de mulheres, mas o percentual de concluintes do curso apresenta um decréscimo desde os anos 2000. Neste sentido, a proposta é de discutir as desigualdades de gênero e o processo de segregação na área de TI a partir da análise da trajetória de egressos/as do curso de técnico em informática do Instituto Federal de Goiás (Brasil).

 
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BULLYING EN UNA PREPARATORIA AGRÍCOLA DEL ESTADO DE MÉXICO. MÉXICO (#0491)
Rosalva Ruiz Ramirez1; Emma Zapata Martelo2; Jose Luis Garcia Cué2; Antonia Perez Olvera2
1 - COLEGIO DE POSTGRADUADOS, UNIVERSIDAD AUTONOMA DE SINALOA. 2 - COLEGIO DE POSTGRADUADOS.
Abstract:
La investigación tuvo por objetivo analizar el bullying a nivel preparatoria, la cual pertenece a una universidad agrícola ubicada en el municipio de Texcoco, Estado de México en México, ésta recibe alumnas y alumnos de diversos estados del país, permitiendo que se encuentren y convivan estudiantes de diversos grupos indígenas, culturas, religiones, preferencias sexuales, niveles económicos, etcétera, lo cual da una riqueza cultural incalculable a la población de estudio y un gran panorama y acercamiento al problema del bullying. Además, la pesquisa analiza el perfil del alumnado que asiste a la preparatoria agrícola, explica el impacto del bullying en la educación, los factores de riesgo del bullying y sus consecuencias. La investigación es importante porque en espacios formativos del nivel medio superior poco se ha documentado sobre éste fenómeno, en particular no se identificaron investigaciones en instituciones agrícolas en México. Se planteó una investigación de tipo cuantitativa, no experimental, descriptiva y correlacional, se trabajó con una muestra de 112 discentes (39 estudiantes de primer semestre, 37 de tercer semestre y 36 de quinto semestre). Para la recogida de datos se utilizó un cuestionario, la información fue analizada a través de estadísticos descriptivos univariados y análisis de correlación de Sperman. Los análisis se apoyaron con el paquete IBM-SPSS V23. El 99.1% de la población encuestada manifestó que existe bullying en su institución, lo catalogan de regular a bajo (76.8%) y de alto a muy alto (22.3%); por lo cual, la institución debe actuar rápidamente ante este problema para evitar situaciones graves entre el alumnado. Señalan como causa principal la falta de valores entre el estudiantado, quienes discriminan a sus compañeros o compañeras. Debido a los estereotipos de género los hombres son quienes principalmente están en el triangulo del bullying como agresores/as, víctimas u observadores/as, lo que se asocia a su construcción genérica. Las principales consecuencias para las víctimas y observadores/as son traumas psicológicos convertidos en miedo, tristeza, angustia, etcétera, para los acosadores/as destaca que puede ir a la cárcel o incrementar su nivel de violencia. El análisis de bullying en la preparatoria agrícola sirvió para conocer el perfil del estudiantado propenso a ser agresor (a) de bullying, se destaca que no es amigable, no es tolerante, participan en bromas, son violentos/as, agresivos/as, celosos/as, inquietos/as, y se sienten incomodos/as con personas homosexuales o transgénero. Lo anterior, permitirá detectar dichos comportamientos con el estudiantado, para acercarse a ellos/as y evitar las agresiones en un futuro; con base en las características se pueden desarrollar estrategias de acción (talleres, cursos, conferencias, etcétera) para atender el problema del bullying.  

 
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EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O PROCESSO FORMATIVO DOS PROFESSORES E SUAS IMPLICAÇÕES PARA/NA PRÁTICA EDUCATIVA (#6627)
angela maria ribeiro angela 1
1 - Fundação Oswaldo Cruz.
Abstract:
Este estudo sobre Ensino de Ciência na Educação Infantil se situa na área de Educação Infantil, Ensino em Ciências e Formação de Professores, num ambiente educacional específico – a Creche institucional da Fundação Oswaldo Cruz. O foco presente, em Educação em Ciência na Educação Infantil, mostra-se relevante no sentido de que a Creche Fiocruz faz parte de uma instituição onde o fazer científico é norteador de suas ações, sendo interessante verificar como este se dá desde a Educação Infantil, ressaltando os recursos e possibilidades pedagógicas segundo seu contexto contemporâneo. Com o propósito de intervir neste quadro, neste estudo, a autora propôs realizar uma formação continuada, com suporte teórico das concepções Vygotskianas do processo de construção de conhecimento, com professores de uma creche institucional, visando dinamizar uma prática pedagógica em educação em ciência. Possibilitar uma melhor formação em ciência para o desenvolvimento de uma postura crítica que julgamos necessária diante das transformações científicas e tecnológicas crescentes no mundo contemporâneo é o cerne dessa formação. Com relação a formação de Professores de Educação Infantil, constatamos a existência de poucos estudos sobre o ensino de ciências na educação infantil. Como hipótese, problematiza e interroga-se como a forma aprendida/ apreendida do Ensino de Ciências vem acontecendo no exercício da prática docente: que concepção de conhecimentos estão inseridos nestas práticas no que tange a Educação em Ciências? A educação em ciências é um processo que se constitui de forma contextualizada nas atividades desenvolvidas pelos professores? De que forma as atividades de ciência se constituem em leitura de mundo e exercício da cidadania? Como as crianças e os professores agem e interagem em ambientes com diferentes estruturas e contextos para atividades de ciência? Como as crianças participam das atividades desenvolvidas com relação as ciências? No exercício da prática, o professor vem despertando o interesse e curiosidade das crianças, em seu discurso e fazeres científicos? Qual a abordagem de educação em ciência vem sendo adotada pelas professoras da creche? A formação básica do professor vem contemplando os conhecimentos de Educação em Ciência para o desenvolvimento e aprendizagem da criança? Esses encontros tiveram como objetivo investigar e analisar a influência que a prática exerce na construção de conhecimento e no exercício da docência, bem como abrir novas possibilidades de discussão e compartilhamento de saberes e fazeres. As atividades realizadas na formação dos professores  consistiram em encontros teórico-práticos e palestras, entre outros. Essa experiência nos permitiu praticar a formação docente numa perspectiva científica e crítica, potencializando a educação infantil como espaço-tempo privilegiado para o exercício de saberes e fazeres pedagógicos no cenário atual dessa etapa da educação no Brasil.          

 
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Fatores condicionantes para o êxito das aulas de sociologia no ensino médio regular (#6085)
OZINETE MARIA RAMOS CHUCRE 1
1 - SINDICATO DOS SOCIÓLOGOS DO AMAPÁ.
Abstract:
O trabalho teve como objetivo identificar e discutir sobre a metodologia a ser adotada na disciplina sociologia no ensino médio regular, bem como, discutir sobre os fatores condicionantes para o êxito das aulas de sociologia. Partiu-se da hipótese que a metodologia utilizada para o êxito das aulas de sociologia deveria se da com o exercício constante da aplicação e discussão na prática dos conteúdos da disciplina, recorrendo constantemente as técnicas da didática. Para tal utilizou-se do método interpretativo-compreensivo, através de pesquisa bibliográfica nas literaturas voltadas para sociologia, educação, ensino e didática. Apresenta-se revisão de literatura voltada para as noções introdutórias de sociologia, sociologia da educação, didática e ensino da sociologia.

 
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Las Ciencias Sociales en el fortalecimiento de la empatía y convivencia: Caso de estudio en un colegio de Medellín - Colombia (#0809)
Ricardo Steven Cardona Calderón 1
1 - Universidad de Antioquia.
Abstract:
El trabajo se propone dar cuenta de cómo en un caso de estudio, contenidos de  las ciencias sociales aportan a la formación de jóvenes, en dos dimensiones fundamentales: empatía y  convivencia. El gran peso que tiene hoy en la formación básica materias que pretenden  formar para el trabajo y la productividad, han marginado  los contenidos de las Ciencias Sociales de los currículos escolares. Esto ya ha sido abordado antes por Nussbaum (2014) cuando alude que “Se están produciendo cambios drásticos en aquello que las sociedades democráticas enseñan a sus jóvenes, pero se trata de cambios que aún no se sometieron a un análisis profundo.” (Pág. 20), por ende el papel que estas materias tienen en la educación de seres humanos en la sociedad contemporánea debe ser profundamente discutido. Para esta discusión se realizó una investigación a partir de la creación de un escenario de intervención con jóvenes del grado noveno de una institución educativa de la ciudad de Medellín, donde se efectuó una formación intensiva durante dos mes en contenidos tales como: Empatía, Dominación, Poder, Convivencia, Ética, Redes y Actores Sociales. A estos grupos se les realizo una prueba de entrada donde se midieron actitudes asociadas a la empatía y convivencia, posterior al proceso formativo se midieron las mismas variables con el fin de conocer los cambios actitudinales. Para su análisis se retomó conceptos de la teoría del capital cultural de Bourdieu, así como elementos de la teoría del desarrollo humano de Nussbaum. Producto de la investigación se considera que el desarrollo de habilidades como la empatía y la convivencia, son necesarias en la construcción de sociedades críticas y pensantes frente a las actuales coyunturas planetarias, que exigen por parte de las personas una postura mucho más reflexiva y profunda. Las habilidades sociales deben ser consideradas un logro educativo tan importante como el aprendizaje de Física, Matemática, Gramática, Química entre otras áreas. Producto de la investigación se levantaron indicios de como los  jóvenes logran una mayor conciencia de sí mismos, se sensibilizan críticamente frente a las problemáticas diarias y se aporta al reconocimiento del otro, considerado esto como elementos importantes que dan cuenta de un desarrollo empático para la construcción de ciudadanos más comprometidos con los problemas de su cotidianidad. La investigación permite finalmente aportar evidencia a una dimensión de las funciones que cumplen las escuelas en sus niveles educativos a la sociedad en general, entendiendo que es un fenómeno que se ha transformado considerablemente.  

 
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Educación intercultural en la Telesecundaria Tetsijtsilin en la Sierra Norte de Puebla: las clases de lengua materna y la reconfiguración del pensamiento sistémico nahua. (#6313)
DIANA KARINA MANTILLA GALVEZ 1
1 - BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA.
Abstract:
En San Miguel Tzinacapan,en la Sierra Norte de Puebla, México, más del 85% de la población habla lengua nahuat. La lengua se ha convertido en uno de los ejes primordiales de la enseñanza en Tetsijtsilin. Actualmente se imparten talleres de lengua materna a cada grupo de los grados de primero y segundo, además de un taller específico para alumnos de tercer grado, en donde confluyen las enseñanzas de la cosmovisión más que de la gramática y fonética de la lengua. El maseualtajtol es la lengua mediante la que se comunican la mayoría de los estudiantes en Tetsijtsilin, incluso quienes tienen como lengua materna el español, aprenden a comunicarse de manera efectiva con esta lengua.  El náhuat, como afirma Eliseo Zamora (2015), es una lengua aglutinante y que se aprende “en lateral”, tal como un niño que, sentado al lado de un anciano quien le narra historias de su tiempo, escucha atento. El maseualtajtol expresa sobre todo la relación que existe entre el cuerpo, la cultura, y la comunidad, haciendo referencia a un pensamiento sistémico que se aprehende a través del conocimiento de los subsistemas del cuerpo: yeltapach, el hígado, yolot, el corazón, y kuatixyo, el cerebro. Como ejemplo de este aprendizaje se describen en este trabajo algunas de las clases de lengua materna. Para el estudio de la clase la estrategia de seguimiento se remite a la observación y al registro escrito y grabado de la práctica escolar observada. Retomando las descripciones que propone Podestá (1995) en su libro “Funciones de la escuela en la cultura oral nahuatlaca”: Estilo pedagógico Esquema didáctico Estructuras interaccionales Contenidos Las clases de lengua materna en la Telesecundaria son una de la muestras de cómo la educación intercultural ha transformado la práctica escolar y con ello ha servido para la reconfiguración del pensaminto sistémico nahua en la Sierra Norte de Puebla, México.

 
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EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL: REFLETINDO POSSIBILIDADES PARA O ENSINO DE SOCIOLOGIA E FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO (#8591)
Ana Maria Morais Costa 1; Daiane Duprat Serrano 1; Lucas Súllivam Marques Leite 1; Eliane Anselmo da Silva 1; Guilherme Paiva de Carvalho Martins 1
1 - UERN.
Abstract:
O presente trabalho é parte da pesquisa, aprovada pelo Programa Institucional de Iniciação Científica da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte para o período de 2015-2016 e desenvolvida por integrantes do Núcleo de Estudos Afro Brasileiro (NEAB), com o seguinte título: A implementação da Lei 10.639/2003 nas escolas públicas de nível médio em Mossoró/RN. A referida pesquisa, apresentou como objetivo precípuo investigar o processo de consolidação institucional da Lei 10.639/2003 nas escolas de ensino médio em Mossoró/RN, por meio da análise dos Projetos Político Pedagógico, formação docente e práticas educativas desenvolvidas na sala de aula e ambiente escolar. Buscou articular as iniciativas de promoção da igualdade étnico-racial e de enfrentamento as diferentes formas de preconceito racial, racismo e discriminação racial desenvolvidas no interior das escolas com os eixos estratégicos que compõem a base estruturante do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Étnico-Raciais e para o Ensino da História da África e da Cultura Afro-Brasileira. Os resultados da pesquisa nos conduziram a reflexão sobre a formação inicial e prática dos/as professores/as de Sociologia e Filosofia no que diz respeito às políticas de educação étnico-racial. Para o propósito, foi necessário analisar eixos estratégicos que compõem a base estruturante do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Étnico-Raciais e para o Ensino da História da África e da Cultura Afro-Brasileira, na Resolução 01/2004 do Conselho Nacional de Educação e no Parecer CNE/CP nº 03/2004 que orientam as instituições de ensino quanto as suas atribuições e responsabilidades. Neste trabalho, a discussão bibliográfica se deu a partir de CANDAU (2005); MOREIRA (2008); SILVA e BRANDIM (2008); COSTA (2011); NOGUEIRA (2014). A reflexão aponta que o ensino de Sociologia e Filosofia no nível médio, precisa de uma abordagem pluralista, capaz de ressignificar o espaço escolar, contribuindo com uma formação ética e cidadã, voltada para a cultura da paz, garantindo os direitos humanos, descolonizando praticas pedagógicas caducas que não reconhecem e estimulam quaisquer tipo aptidões dos afrodescendentes, fortalecendo o racismo, sexísmo e exclusão socioétnica e cultural. Defendemos que esta abordagem seria a implementação efetiva e de direito das políticas de educação étnico-racial, fruto especialmente do protagonismo dos diversos segmentos do Movimento Negro.  

 
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La Reproducción de la Enseñanza en Enfermería en Guanajuato, México (#8022)
Elia Lona Moctezuma 1;
Elia Lara Lona 1; Ector Jaime Ramírez Barba 1; Carmen Rea 1
1 - Universidad de Guanajuato.
Abstract:
  Esta presentación tiene como objeto dar a conocer los avances de una investigación en Guanajuato  en el campo de la enseñanza en Enfermería con repercusiones muy importantes en el análisis del cuidado enfermero. Se identificar las principales características en las épocas prehispánica, colonial, independiente y actual en el contexto Mexicano y en Guanajuato conforme a los paradigmas enfermeros. Se trata de un modesto esfuerzo personal y una muestra de  gratitud hacia las instituciones que desde tiempos lejanos han formado enfermeras, además de conservar datos y hechos de un periodo determinado de la enfermería en Guanajuato desde la perspectiva  de una profesional de la misma. La descripción se desarrolla cronológicamente teniendo como hilo conductor la evolución de  la Universidad de Guanajuato que está íntimamente relacionada con la historia del Hospital Civil de la ciudad. Se realizó un estudio cualitativo de revisión de Fondos Históricos tomando como punto de partida la fundación de los Hospitales de Indios en la ciudad de Guanajuato. Se utilizó la clasificación de paradigmas enfermeros (Sanabria) como base del pensamiento actual de la profesión tomando para la sistematización de la información cuatro unidades de referencia: el sujeto de cuidado, el entorno, el concepto de salud-enfermedad y el cuidado enfermero. Se identificaron las principales características de la enseñanza de enfermería y del cuidado enfermero en las épocas prehispánica, colonial, independiente y actual en México y en Guanajuato. Para determinar la periodización de los momentos de cambio cualitativos se adoptaron los criterios de Colliere y Velandia.

 
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EL IMPACTO DE LA EDUCACIÓN TELESENCUNDARIA EN MÉXICO Y SU RELACIÓN CON LA EDUCACIÓN INTERCULTURAL: EL CASO DE LA TELESECUNDARIA TETSIJTSILIN EN LA SIERRA  NORTE DE PUEBLA. (#6310)
DIANA KARINA MANTILLA GALVEZ 1
1 - BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA.
Abstract:
  En el año 1968, como parte de las políticas públicas encaminadas a dar cumplimiento al derecho constitucional de acceso a la educación pública y gratuita en México, se creó, siguiendo los mismos objetivos educativos de la educación secundaria general y tecnológica: la telesecundaria. La Escuela Telesecundaria en México ofrecería el mismo currículo que las otras modalidades educativas, pero con diferentes formas de operación, lo cual se tradujo en una organización y recursos didácticos que combinaban la educación escolarizada con la educación a distancia. Además de ello, el proyecto educativo incluía la vinculación estrecha con la comunidad, misma que se llevaría a cabo mediante la aplicación  de actividades productivas, de desarrollo comunitario, así como actividades deportivas y socioculturales. En un primer momento, la telesecundaria contaba con alrededor de 6,500 alumnos y apuntaba a resolver la demanda educativa y la falta de cobertura que se extenderían hasta los años noventa con las nuevas políticas dirigidas a los integrantes de las regiones rurales más desfavorecidas. Durante los primeros años de la década, en 1992 y 1993, respectivamente; se adquirieron los compromisos formales para la reducción de desigualdades educativas por medio del Acuerdo Nacional para la Modernización de la Educación Básica y la Ley General de Educación Básica. Entre los aspectos materiales y no materiales para los que se asignaban recursos por parte del Estado, destacan aquellos enfocados al desarrollo de infraestructuras y la modernización de medios, esto, a través de la adquisición de equipos y materiales tecnológicos. De modo discursivo, el modelo que sostiene la creación de la Telesecundaria es sumamente innovador; dado que cubre de manera oficial tres ejes clave: educación rural, secundaria y tele-educación. Los programas televisivos, las herramientas didácticas del docente y el material impreso, adquirieron poco a poco institucionalidad dentro de la Secretaria de Educación Pública. Aparecieron en este periodo, términos tales como: monitores, figuras docentes, o instructores comunitarios; vocablos que sustituyeron a “maestro” o “profesor”. Fue a inicios del siglo XXI cuando el sistema educativo podía describirse a partir de sus cinco subsistemas: urbano público, urbano privado, rural público, educación indígena y educación comunitaria”[2]. Esta clasificación permite observar la emergencia de dos subsistemas que anteriormente se encontraban ocultos en la forma de la educación rural pública.             Son la educación indígena y la educación comunitaria, los subsistemas que más se han transformado en los últimos años, sin que ello signifique una reducción de las formas de exclusión o la deficiencia en los alcances de la propuesta educativa en México. El presente trabajo constituye un análisis del impacto de la escuela telesecundaria en el municipio de Cuetzalan del Progreso, Puebla, específicamente en la Junta auxiliar de San Miguel Tzinacapan[1].     [1] Torres Rosa María y Tenti Emilio. 2000. POLITICAS EDUCATIVAS Y EQUIDAD EN MEXICO: La experiencia de la Educación Comunitaria, la Telesecundaria y los Programas Compensatorios. México: SEP/UNESCO [2] Torres Rosa María y Tenti Emilio. 2000. POLITICAS EDUCATIVAS Y EQUIDAD EN MEXICO: La experiencia de la Educación Comunitaria, la Telesecundaria y los Programas Compensatorios. México: SEP/UNESCO. P.40    

 
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Eficacia educativa en las primarias indígenas de México (#2142)
Fernando Cortez Vázquez 1
1 - Universidad Iberoamericana.
Abstract:
De acuerdo con los resultados del Plan Nacional para la Evaluación de los Aprendizajes, aplicado en 2015 a estudiantes de sexto de primaria del Sistema Educativo Mexicano, 8 de cada 10 alumnos inscritos en primarias indígenas se ubicaron en el Nivel I de aprovechamiento, tanto en “Lenguaje y Comunicación” como en “Matemáticas”, que corresponde a un logro insuficiente de los aprendizajes clave del currículum, y refleja carencias para seguir aprendiendo. La Constitución Política de los Estados Unidos Mexicanos y la Ley General de Educación establecen que el Estado mexicano tiene la responsabilidad de garantizar el máximo logro de los aprendizajes de todos los grupos de población, para lo cual, los materiales y métodos educativos, la organización escolar, la infraestructura educativa y el perfil de los docentes y los directivos deben contribuir a la realización de tal fin. A la luz de los resultados educativos obtenidos, se advierte que el Estado mexicano no está cumpliendo con lo mandatado en la legislación. Los estudios que han analizado los factores que favorecen el logro de los aprendizajes han dado lugar al desarrollo de un campo de estudio denominado Investigaciones sobre Eficacia Escolar. Los estudios clásicos sostenían que los factores extraescolares determinan el desempeño de los estudiantes. Sin embargo, esta postura se ha ido matizando y actualmente se reconoce que las escuelas pueden hacer una contribución importante en el aprendizaje y, consecuentemente, en los resultados obtenidos en las evaluaciones educativas. Sin negar que las precarias condiciones socioeconómicas en las que vive la población indígena del país inciden en los resultados educativos alcanzados por este sector poblacional, se postula que tales resultados también son causados por las precarias condiciones en las que opera un número significativo de primarias indígenas. De hecho se busca evidenciar que el Estado mexicano no ha cumplido con lo mandatado en el marco jurídico educativo, en el sentido de garantizar la calidad de la infraestructura educativa; la idoneidad de docentes y  directivos; la disponibilidad de materiales y métodos educativos; y, una organización escolar eficiente. Para evidenciar las pésimas condiciones en las que operan las primarias indígenas de México, durante la ponencia se presentan datos oficiales difundidos por la Secretaría de Educación Pública y el Instituto Nacional para la Evaluación de la Educación. De igual forma, se exponen las deficiencias de diseño de los programas sociales impulsados por el Gobierno de la República para revertir el rezago educativo en el que se encuentra la infancia indígena del país, para lo cual se recurre a los resultados de las evaluaciones realizadas por el Consejo Nacional de Evaluación de la Política de Desarrollo Social. La argumentación se orienta a sustentar que las políticas educativas implementadas en México, lejos de reducir las brechas de desigualdad entre la población indígena y no indígena, está consolidando las desigualdades existentes.  

 
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Estilos de Enseñanza y de Aprendizaje en Ingeniería Agronómica con Especialidad en Sociología Rural: caso UACh   (#7463)
Brenda Mariana Aguilar Antonio 1; José Luis Garcia Cué 2;
Patricia Antonio Pérez 3
1 - Universidad Autónoma Chapingo. 2 - COLEGIO DE POSTGRADUADOS. 3 - Universidad del Valle de México.
Abstract:
El presente trabajo tiene por objetivo identificar el impacto de los estilos de enseñanza frente a los estilos de aprendizaje de los alumnos que cursan la Ingeniería Agronómica con Especialidad en Sociología Rural del departamento de Sociología Rural de la Universidad Autónoma Chapingo (UACh), México. Lo anterior se hace destacando que los contextos educativos permiten por medio de los estilos de enseñanza y aprendizaje identificar la diversidad existente entre estos y el proceso cognitivo que desempeñan los estudiantes durante su formación académica la cual puede ser contemplada a través los Estilos de Enseñanza y Aprendizaje (EdE) y (EdA). Las diversas maneras de enseñar de los docentes y aprender de los alumnos se observan en el quehacer de las aulas, resultando imprescindible conocerlas para dar respuesta a la heterogeneidad de los centros y aulas. La investigación se propuso como un estudio de caso, descriptivo y correlacional. La población son alumnos y profesores del departamento de Sociología Rural de la UACh. Se aplicaron instrumentos como CHAEA de Alonso-Honey-Gallego y el CEE de Martínez Geijo y se enriquecieron con datos socioacadémicos de alumnos y profesores. Se analizaron los datos según los baremos de los autores enriqueciendo éstos con estadísticos descriptivos, análisis de correlación y análisis de conglomerados. En los resultados se resalta la relación entre los cuatro Estilos de Enseñanza: Abierto, Formal, Estructurado y Funcional relacionados con los Estilos de Aprendizaje identificados en el cuestionario CHAEA: Activo, Reflexivo, Teórico y Pragmático. En las conclusiones se resalta que los datos sirven para la propuesta de mejoras dentro del plan de Desarrollo Institucional 2009-2025 (PDI) de la UACh. Palabras clave: enseñanza, aprendizaje, estilos, educación