08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y territorios |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 02 |
Engenhos em ruínas e a construção da memória: pretos, brancos e o “tempo de antes” em um engenho de cachaça de uma cidade do Maranhão – Brasil. (#4801)
Jean Roberto Pacheco Pereira 1; Cicero De Oliveira Pedrosa Neto
21 - Universidade Federal do Pará. 2 - Instituto JJ GERALDO.
Abstract:
Este trabalho consiste em uma narrativa antropológica e das ciências sociais acerca das memórias de negros oriundos de um engenho do passado, situado na cidade de Cururupu no Maranhão-Brasil. Trazendo em suas memórias e lembranças as relações sociais e práticas culturais presentes no “tempo de antes” entre eles próprios, os senhores de engenho da época e os herdeiros destes senhores. Visa-se aqui, demonstrar suas histórias e memórias, sentimentos e identidades, construídos pela vida enquanto trabalhadores do engenho, bem como, identificar em suas memórias a relação de indivíduos pertencentes àquele espaço. Tem-se aqui, a tentativa de trazer o passado de um tempo através das narrativas de memória destes atores sociais. As proposições aqui expostas nascem de pesquisa desenvolvida na supracitada cidade maranhense para a construção de um acervo documental (bibliográfico, literário e fotográfico) sobre a relação entre a cidade de Cururupu e os engenhos do passado. Sendo os engenhos um forte marcador na construção da cidade, percebeu-se que naquele espaço a presença de negros era marcante. Diante disto, buscou-se “ouvir” estes sujeitos e suas histórias e memórias. Demarcando, assim, um importante papel destes no todo social, enquanto prática e simbolismos, no espaço da cidade. Para este artigo, extraiu-se parte destas falas, partes destas vozes, que por muito são esquecidas pelo tempo, e necessitam serem “lembradas” pelo grande público. Nesse contexto, as memórias transportadas para o papel, registradas pela escrita, e transportada pela fala, guarda no tempo as “lembranças” de um “tempo de antes”, importante para construção identitária de um indivíduo, ou de grupos de indivíduos. Dessa forma, os registros da memória aqui presentes, foram delimitados, em caráter metodológico, pelas falas de quatro sujeitos, tidos como os “mais antigos” desta relação entre memória e construção e vivências em um espaço. Para tanto, o artigo traz em sua construção elementos antropológicos, sociológicos e históricos – agregando a isso outras áreas das ciências humanas que sejam pertinentes para a elaboração do trabalho – como recursos tangentes aos objetivos aqui propostos. Nesse sentido, a memória é apresentada como um “catalizador” para explicar o passado sobre o “prisma” das narrativas dos sujeitos, que dela são detentores, uma busca pela concretude de um "imaginário social" da memória como agente de um problema de pesquisa.
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A NATUREZA COMO INSPIRAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DE SIGNOS eM Comunidades Rurais do Pampa Brasileiro (#7153)
Marco Antônio Verardi Fialho 1; Luciano Rozalino
11 - UFSM.
Abstract:
O presente estudo foi inspirado nas observações sobre o modo de vida dos habitantes da região extremo sul do Brasil, fronteira com o Uruguai, denominada de “bioma pampa” ou “pampa”. Esta região abrange parte dos territórios dos países da Argentina, Brasil e Uruguai, caracterizando-se por campos, suaves ondulações e atividade de criação de rebanhos bovinos e ovinos. O objetivo do estudo foi conhecer e refletir, a partir da observação e da análise do discurso, sobre os elementos que condicionam o modo de vida e a permanência das pessoas moradoras de uma comunidade rural (rincão) da região do pampa brasileiro, localizada no interior de uma Área de Preservação Ambiental na fronteira Brasil-Uruguai. Esforço em compreender a coletividade em contínua relação com o ambiente, num processo aberto e interdependente. Ambiente constituído por elementos materiais, culturais, psicológicos e morais inter-relacionados. O estudo destaca que o isolamento e as precárias condições de reprodução social motivaram as pessoas a identificar elementos da natureza (por exemplo, água, ar, céu, entre outros) para compor, no imaginário, significados e representações que produzem sentimentos de afetividade ao pampa. Sentimentos que utilizam a natureza como expressão de valores e religiosidade, para amenizar angústias e aflorar ou transformar aspectos materiais em riquezas imateriais. Esse processo de apropriação e transformação, de elementos da natureza em signos, intensifica os sentimentos de apego ao local e à natureza, fixando população e produzindo comportamento preservacionista. Signos construídos a partir de uma perspectiva dialética entre o sagrado, representado pelo pampa, e o profano, identificado nas coisas e pessoas do urbano. Sentimento de apego, de pertencimento, de íntima ligação, dos habitantes de comunidades rurais; e, como consta na própria acepção desta palavra, caracterizado ou construído pelo estado afetivo. Afetividade composta por elementos psíquicos experimentados ou vivenciados pela emoção, e essa afetividade toma forma ou expressão simbólica a partir de elementos da natureza. Elementos que aparecem no discurso dos habitantes dos rincões do pampa brasileiro, coadjuvando com elementos divinos para constituí-los como coisas sagradas. Divindades construídas a partir dos dogmas do catolicismo.
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Imaginarios sociales en el conflicto por el agua en La Pampa, Argentina (#7184)
Andrea Marina D'Atri 11 - Universidad Nacional de Río Cuarto.
Abstract:
Imaginarios sociales en el conflicto por el agua en La Pampa, Argentina. Autora: D’Atri, Andrea Marina[1] En Argentina, el uso del agua de una de sus mayores cuencas hídricas es motivo de disputa entre dos provincias limítrofes ya que ambas mantienen desacuerdos por la utilización del río Atuel, que nace en Mendoza y penetra al noroeste de La Pampa. Desde hace ochenta años, Mendoza hace un uso del agua a través de la construcción de un dique que corta el curso regular del río para abastecimiento y riego, lo cual restringe el recurso, provocando que el agua no llegue a La Pampa. La ausencia de río en esta última provincia generó –y lo sigue haciendo- una sequía sostenida en el tiempo, con la consiguiente interrupción del desarrollo productivo de su región Oeste que ocasionó éxodo poblacional y daño económico y ambiental. En La Pampa, el conflicto ambiental conforma un entramado social, cultural y político extenso que es abordado desde diferentes disciplinas, aunque sin embargo no se ha profundizado desde la indagatoria sociológica de los imaginarios sociales (Bernard Lahire: 2004; Lindon, A.; Hiernaux, D.; 2012). En el contexto del conflicto señalado, observamos que dos grupos se vinculan mutuamente: Por un lado, quienes se consideran afectados directos, caracterizados como pobladores ribereños –campesinos- del Oeste de la provincia de La Pampa; por otro lado, los grupos que conforman asambleas populares y un movimiento social, cuya finalidad de conformación se basa en el reclamo para que desde la provincia de Mendoza se otorgue otro uso al recurso natural. Mientras que en el grupo de pobladores del Oeste pampeano se ha producido una readaptación y persistencia a la situación de vida sin el agua, con la consiguiente construcción de nuevas territorialidades -materiales y simbólicas-, hay de parte del grupo asambleario un trayecto histórico de estrategias de acción político-jurídicas y sociales –con diverso grado de institucionalidad-, así como resignificaciones simbólicas generadas a partir del conflicto. Este estudio de caso desde la perspectiva cualitativa se adentra en el análisis de los imaginarios sociales y con énfasis en un enfoque de los imaginarios “socioterritoriales” de ambos grupos surgidos a partir del conflicto por el agua en la provincia de La Pampa, Argentina, con el fin de observar sus posibles puntos de encuentro, tensiones y/o contradicciones, para lo cual reconstruye esos imaginarios en contextos situados, poniendo énfasis en trabajar con las categorías presencia/ausencia del agua (su memoria) e imaginarios sobre el Oeste. [1] Licenciada en Comunicación Social (Universidad Nacional de La Pampa). Alumna regular del Doctorado en Ciencias Sociales – Universidad Nacional de Río Cuarto – Resolución 060416 Secretaría de Posgrado y Cooperación Internacional UNRC)
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Narrativas Patrimoniais e Turísticas em Cidades Históricas: (des)(re)construções do luso-tropicalismo no Brasil e em Portugal. (#6781)
Mariana Selister Gomes 11 - Universidade Federal de Sergipe.
Abstract:
A versão hegemônica da história do Brasil Colonial vem sendo criticada – por ativistas, pesquisadores e, inclusive, pela ONU – devido a seu caráter pouco crítico, eurocêntrico e luso-tropical. Esta história inexata e mítica estaria marcada: pelo silêncio sobre o racismo e o sexismo; pelo reforço do papel do português como civilizador; pela ausência de críticas ao extrativismo, à escravidão, ao colonialismo e à imposição da cultura europeia; e, ainda, pela invisibilidade, inferiorização e folclorização da contribuição de indígenas e africanos. Destes embates decorreram as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que obrigam o ensino de História e Cultura Africana, Afro-brasileira e dos Povos Indígenas nas escolas brasileiras. Para além da educação formal, as cidades históricas também (re)produzem versões da história, constroem imaginários sociais e selecionam fatos e narrativas que compõem a memória coletiva, através do turismo e dos patrimônios culturais. As narrativas de cidades históricas estão inseridas na emergência e na consolidação de uma ordem discursiva de saber-poder. No caso das mulheres, já no início do século XX, as Sufragistas inglesas denunciaram os museus como espaços de inferiorização simbólica. Esta pesquisa adentra neste espaço de disputas simbólicas para compreender quais versões da História do Brasil Colônia estão sendo difundidas em cidades históricas. Foi empreendida uma pesquisa empírica, utilizando-se como metodologia a análise de práticas discursivas (textos, falas e imagens), no âmbito da arque-genealogia do saber-poder (inspirada na analítica de Michel Foucault). Após análise de 10 cidades (Salvador, Recife, Olinda, São Cristóvão, Laranjeiras, Outro Preto, Lisboa, Belmonte, Porto, Sintra) e de, aproximadamente, 50 museus, concluiu-se que apenas dois apresentam a história com olhar crítico sobre a escravidão e abordam as resistências (como quilombos, religiões de origem africana, insubordinações cotidianas). São eles: o Museu do Homem do Nordeste, no Recife; e o Museu Ilà Ohum Lailai, no Terreiro Ilè Axé Opo Afonjá, em Salvador. Até mesmo os museus voltados à temática afro – como o Museu Afro-Brasileiro de Salvador, Museu Afro-Brasileiro de Laranjeiras e o Museu da Abolição no Recife – ao contrário do que a hipótese inicial previa, reproduzem o luso-tropicalismo em muitos momentos e nem sempre narram uma história crítica. A história indígena está praticamente ausente. As mulheres aparecem apenas como submissas (quando são mencionadas). A pesquisa demonstrou que se mantém uma ordem discursiva luso-tropical nas narrativas de cidades históricas, reproduzindo a colonialidade do saber e do poder.
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Memória e natureza na ressignificação do rio Doce em Itapina, ES:
Narrativas na pós-tragédia do rompimento de barragem de rejeitos de Fundão da Samarco Mineradora (#6443)
Maria Cristina Dadalto 1; Bianca Pavan Picolli
1; Douglas dos Santos
1; Leonardo Aranha Nunes
1; Patricia Pavesi
11 - Universidade Federal do Espírito Santo.
Abstract:
Em meados de novembro de 2015 os moradores do distrito de Itapina, localizado no município de Colatina (Espírito Santo), vivenciaram o trauma provocado pela passagem dos rejeitos resultante do rompimento da barragem de resíduos de Fundão, da Samarco Mineradora, em Mariana (MG), Brasil. A tragédia provocou comoção e desespero: o rio Doce, fonte de lazer, alimento e trabalho, foi interditado para uso. A pesquisa desenvolvida nos seis primeiros meses pós-tragédia por meio da abordagem metodológica da história oral tem como objetivo investigar como as práticas sociais e culturais do rio Doce são construídas e ressignificadas pela memória dos sujeitos ali assentados. O desastre ambiental provocado pelo rompimento da barragem de rejeitos de Fundão (Samarco Mineradora) afetou direta e indiretamente milhares de moradores que compreendem as cidades e as comunidades localizadas às margens do percurso do rio nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. No Espírito Santo, foram atingidos moradores de Baixo Guandu, Colatina e Linhares. O distrito de Itapina, localizada na margem Sul do rio Doce, sofre diretamente as transformações causadas pelo rompimento da barragem, provocando ressignificação sobre o espaço e as práticas culturais articuladas com o rio na memória e no imaginário de centenas de pessoas cujas relações econômica e de sociabilidade tiveram sua construção sociocultural e psíquica estabelecidas no lugar. Alia-se a este processo social, econômico, cultural e emocional, todas as consequências ambientais que alteram o cotidiano e promovem percepções e transformações de insegurança ambiental, econômica, social e de saúde da população. Neste sentido, através de rnarrativas orais de residentes em Itapina, objetiva-se apreender a ressignificação das práticas estabelecidas a partir de laços socioculturais ali estabelecidos. Justifica-se a pesquisa pela importância de se refletir sobre a maneira como dado grupo compõe visões de mundo e a compartilha e ainda possibilitar a compreensão de como as representações estabelecem laços de continuidade. O recorte se deve ao fato de que nesta comunidade o rio ser um lugar vivido de forma intensa e diversificada. É o rio o nosso ponto de partida para buscar compreender as relações que os moradores de Itapina estabelecem com o lugar em que vivem, considerando-o tanto como palco de histórias e ações passadas quanto de histórias e ações presentes.
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Impacto de la instalación de la Central Hidroeléctrica Ralco en la identidad y memoria colectiva del pueblo Pehuenche (#5716)
María Andrea Sandoval Faúndez
1;
Javiera Elisabet Giacaman Ñancupan
1; Camilo Antonio Rifo Sandoval
1;
Ricardo Andrés Espinoza Mendoza
1; María Ignacia Lagunas Wlack
1; Jacqueline Alejandra Espinoza Ortiz
1;
María Angélica Benavides Andrades 11 - Universidad de Concepción.
Abstract:
Los Pehuenche son un pueblo originario de Chile. Ubicado en las zona cordillerana de nuestro país. A lo largo de la historia, la etnia se ha visto perjudicada por numerosas acciones estatales que responden a intereses de grupos económicos y no al bienestar de sus habitantes. Una de estas acciones es la imposición de un proyecto energético que considera la instalación de cuatro centrales hidroeléctricas en el sector Alto Bío Bío de la VIII región donde habitan varias comunidades pehuenches que se vieron afectadas por la instalación de las centrales, particularmente por la Central Ralco, debido a la magnitud del proyecto. Decidimos por tanto, investigar el impacto de estos hechos en la identidad y memoria colectiva del pueblo pehuenche. Para llevarlo a cabo realizamos un estudio de tipo cualitativo que permitió la construcción del conocimiento a partir de la información recogida en el campo. El proceso de investigación se desarrolló de acuerdo al enfoque fenomenológico, pues nuestra intención fue cuestionar y conocer los fenómenos que han experimentado las personas de acuerdo a sus significados y subjetividades otorgadas a dichos sucesos. Debido a nuestro interés por aproximarnos a este fenómeno desde la experiencia vivida por sus afectados, trabajamos con la técnica “relato de vida”, lo que nos permitió obtener una comprensión del sentido que las mismas personas asignan a sus actos, como también la organización de su vida diaria, su articulación con otros e instituciones, su forma de ver la vida y las creencias que tienen del mundo, además de la búsqueda de identidad social que existe dentro del contexto en que viven. Recogimos nueve relatos de dos grupos seleccionados a partir de dos rangos de edades que darían cuenta de la identidad y memoria colectiva. Para analizar la problemática nos situamos desde dos perspectivas teóricas; por un lado la psicología política se encarga de analizar conjuntamente fenómenos psicológicos con hechos políticos, mantiene los lazos entre lo emocional y lo racional y se preocupa del carácter histórico y cultural de los hechos buscando la ruptura social y la construcción de identidad social. Y la psicología de la liberación se preocupa por los temas sangrantes de latinoamérica tales como la occidentalización de los pueblos originarios.
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História e Memória do lugar: o processo de formação de uma cidade, umbairro e uma praça (#5777)
Gabriela Da Costa Araújo 1;
Antonio Mauricio Dias Da Costa
11 - Universidade Federal do Pará.
Abstract:
A formação da cidade de Belém do Pará é vinculada a própria formação do bairro da Cidade Velha e a Praça do Carmo, esta relação nos fez querer entender como os moradores e frequentadores (atores sociais) do bairro compreende esta relação. Diante disto, neste trabalho, procuramos fazer uma contextualização histórica, social e espacial da cidade de Belém a partir das memórias dos atores sociais desta pesquisa. Com isso, desenvolveremos uma contextualização trazendo um breve apanhado histórico do processo de formação e ocupação da área antiga da cidade de Belém, no qual, será analisada a partir das memórias evocadas pelos atores sociais. Durante o processo de realização da pesquisa, formado por conversas informais e entrevistas, estritamente qualitativas, foi possível destacarmos algumas características como relevantes. A partir desta constatação, percebermos que, quando os atores sociais traziam algumas características em suas falas, eles estavam recorrendo às suas memórias ou a memórias herdadas para se expressarem sobre o local. Com isso, neste trabalho a memória na sua figura social e coletiva é uma questão essencial para o desenvolvimento desta proposta. O importante nesta pesquisa, é destacarmos, que a cidade, o bairro e a praça possui uma história e principalmente uma memória, o que faz dele um local de reconhecimento histórico e sensível, e que é sempre lembrado na fala dos próprios moradores e frequentadores. Com isso, pretendemos mostrar como este local é representado por estas memórias que são evocadas pelos atores sociais.
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Santa Cruz: la recuperación de los recuerdos, anécdotas y vivencias desde sus espacios de socialización, 1950 a 2000 (#5546)
Jenny María Contreras Briceño 11 - Universidad Estatal a Distancia.
Abstract:
Es un avance del proyecto que estoy realizando con la Universidad Estatal a Distancia porque permite la reconstrucción de la memoria histórica colectiva de Santa Cruz en los últimos cincuenta años. Este proyecto pretende acercar el pasado reciente a la sociedad del siglo XXI a través de la identificación de lugares y espacios de sociabilidad. Constituye un aporte importante del saber cultural; donde se adquiere conocimiento sobre los recuerdos y vivencias de los vecinos de la comunidad, se aprende a apreciar aquellos espacios como lugares de la memoria simbólica colectiva y también, a profundizar en aspectos del panorama histórico - cultural. Reconstruir aquellos sitios arquitectónicos en los recuerdos de las personas de la comunidad, recorrerlos y contarlos para que se conozca esa transformación actual de la ciudad. , es una vía eficaz para lograr la identificación con las raíces, con las tradiciones. Los lugares de la memoria son espacios simbólicos de recuerdo establecidos en las sociedades. Pero son y pueden ser mucho más: un espacio de reflexión democrática y de fortalecimiento de la sociedad civil y de los ciudadanos. Los lugares de memoria permiten un acercamiento al pasado a través del espacio y nos ayudan a comprender la historia más cercana y cotidiana. En el siguiente proyecto se recolecto la información de algunos habitantes que a través del tiempo han sido testigos de la transformación social y las reinvenciones que está operándose en la ciudad hace 50 años El estudio tiene beneficios para la comunidad en general y en especial para las generaciones actuales que viven en la Ciudad de Santa Cruz y desconocen la transformación social que ocurrió en ella; por otro lado sirve de apoyo didáctico para los docentes y estudiantes del Ministerio de Educación Pública en el nivel de Octavo año de secundaria, en el Programa de Educación Cívica con el contenido de Identidad local. Santa Cruz, es un cantón de la Provincia de Guanacaste en Costa Rica. Máster en Educación. Tutora de Historia, Cátedra de Historia, Escuela de Ciencias Sociales y Humanidades. UNED
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¿Por qué permanecer o regresar? Un estudio de Caso de la resiliencia en medio del conflicto armado de los pobladores del municipio de El Castillo, Meta (#5146)
Efrain Alexander Chavez Rodriguez 1;
David Santiago Ariza Rivera
11 - Universidad Nacional de Colombia.
Abstract:
El conflicto armado y social en Colombia puede verse reflejado en el municipio de El Castillo en el departamento del Meta, por las particularidades que presentó la violencia en esta región, las disputas políticas, económicas y sociales por el territorio generaron paisajes de miedo por las acciones de violencia perpetradas por todos los actores armados. Así mismo, el conflicto armado se hace presente en el ámbito urbano , específicamente en la Comuna 13 de la ciudad de Medellín, donde la estigmatización política y social se asentó para darle paso a múltiples violaciones de derechos humanos emprendidas por todos los actores armados. De esta manera, la población civil se ve inmersa en medio de los grupos armados -como se refleja en estos dos casos-, por lo cual, han tenido que evidenciar dentro de sus territorios la sevicia de la acción violenta en Colombia. La topofobia y la topofilia se representan en la memoria de los hechos traumáticos y en los recuerdos gratos de reconstrucción de comunidad, respectivamente; expresiones de resistencia a estos paisajes son frecuentes en las comunidades, tanto en la confrontación sin violencia con los actores armados, como en la resiliencia para la reconstrucción material y simbólica de los territorios. La memoria como se evidencia a lo largo del presente estudio comparado, es el mecanismo para asimilar los paisajes traumáticos y superar el miedo causado por la violencia emprendida por todos los actores armados que confluyen y han confluido en Colombia.
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A bicicleta e a cidade como catalisadores de memórias e identidades coletivas reivindicadas (#5116)
William Guedes Lins Júnior 1; Kátia Medeiros De Araújo
11 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
Temos como objeto o binômio cidade-bicicleta enquanto expressão de imaginário, sistema físico e simbólico, e a sua relação com comportamentos dos seus agentes ou usuários. Como exemplo dentro dessa abordagem, tratamos da citada relação no contexto da cidade do Recife, Estado de Pernambuco, no Brasil. Através de contribuições das ciências sociais, da arquitetura e do design, articulamos teoria e análise empírica com o objetivo de discutir sobre processos identitários integrados à significação de artefatos e à memória. Abordamos a memória na versão de representação passível de compartilhamento e como a base mais importante para a reivindicação de identidades coletivas. Reconhecemos a importância dessa discussão para o design e para a arquitetura, considerando o interesse desses campos pela compreensão acerca do ser social para o qual destinam suas práticas. A abordagem do sistema cidade-bicicleta oportuniza o alçamento de um fenômeno de vulto internacional consolidado e com potencial de impacto sobre uma grande quantidade de pessoas no que diz respeito a questões da sustentabilidade, direitos urbanos e qualidade de vida: o uso da bicicleta nas cidades. Ao declinarmos sobre o exemplo da cidade do Recife, recorremos a postagens (metamemórias) da comunidade virtual Bicicletada Recife. Tal grupo se apresenta filiado à representação internacional conhecida também como Critical Mass. Na condição de movimento de rua, a mobilização possui agentes que costumam se reunir nas últimas sextas-feiras de cada mês para andar de bicicleta pelas ruas da cidade. A comunidade virtual foi alvo de estudo de caso desenvolvido em trabalho dissertativo. Essa exploração foi articulada através de um levantamento netnográfico puro não participativo e do tratamento indutivo de dados ancorado em proposta de análise de conteúdo. Como resultado desse estudo, concluímos que a Bicicletada Recife se caracteriza, principalmente, pela reivindicação de uma identidade de protesto.
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Memoria e identidad en la construcción de representaciones ciudadanas de niños y jóvenes del norte de Santiago (#5102)
Beatriz Areyuna Ibarra 11 - UAHC.
Abstract:
El presente trabajo analiza los resultados de un proceso de sistematización del trabajo de niños y jóvenes pertenecientes a 7 escuelas de un municipio de la zona norte de Santiago. El Taller de historia oral y local: Niños y jóvenes construyendo Historias; se enmarca dentro del proyecto de Formación ciudadana y participación democrática con comunidades educativas; bajo la premisa de que no habrá construcción de ciudadanía activa y crítica sin fuertes procesos de identidad, que colaboren en la superación de la fragmentación social, la falta de diálogos generacionales y el reemplazo de memorias emblemáticas por recuerdos de violencias, narcotráficos y discriminación. Las etapas posteriores a los años noventa se han caracterizado en muchas comunas, poblaciones y barrios populares por una etapa de subsidencia y apaciguamiento de la memoria social, estos periodos de silencio y de ausencia de diálogos generacionales contribuyen a la des-constitución identitaria de la comunidad y falta de sentido de pertenencia al territorio, sin embargo, la historia y la memoria pueden ser útiles para activar las fases de irrupción de la acción y la memoria,”el tiempo en que fuimos protagonista de la historia”. En este sentido entendemos los trabajos de la memoria de un modo constructivista donde no sólo “rescatamos memoria o narrativas” sino que buscamos recomponer los puentes culturales entre el presente y el pasado, buscando los perdidos hilos de proyectos colectivos. La escuela es una organización relevante que forma parte de la comunidad y por ello debiera establecer diálogos pedagógicos con las culturas locales. Las comunidades y los barrios no sólo son demanda, son portadores de un saber y una experiencia que puede ser incorporada tanto a los modelos de gestión como a los procesos pedagógicos; el “diálogo de saberes” entre las escuelas y sus territorios, permite contextualizar los procesos de enseñanza aprendizaje y a su vez fortalece la identidad y cohesión de los grupos, sin embargo, para que ello ocurra es necesario que las escuelas se sacudan del tradicional ensimismamiento propio de las viejas culturas institucionales y re-signifiquen su rol y su relación con la cultura, tendiendo un puente entre la cultura de la escuela ( cultura oficial, saberes académicos) y las culturas locales ( cultura popular, saberes tradicionales). La ponencia mostrará las apuestas epistemológicas y metodológicas del proceso y al mismo tiempo los cambios en las representaciones que los niños van elaborando sobre su identidad, su comunidad y su pertenencia a un proceso histórico.
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Las texturas de la memoria: Construcción de memoria histórica de pobladoras y pobladores. Chile, mediados de siglo XX. (#9240)
Camila Silva Salinas 11 - Universidad de Chile.
Abstract:
La conformación del movimiento de pobladores fue una de las expresiones más significativas del proceso de democratización que antecedió a la Unidad Popular (1970-1973), al incorporar a diversos actores sociales que la izquierda no había considerado como agentes protagonistas de los cambios sociales -como las mujeres, los niños y los pobres urbanos-, al mismo tiempo que desarrolló prácticas políticas propias y dió lugar a diversas propuestas para la construcción de una nueva sociedad, llamando la atención de cientistas sociales, militantes y políticos en su propia época. Como han destacado diversas investigaciones, la construcción de la memoria histórica sobre este proceso tiende a concentrarse en aspectos propios de la política representativa o estar marcados por la experiencia de la derrota política tras el Golpe de Estado de 1973, dejando en el subsuelo de la memoria las diversas prácticas comunitarias desarrolladas en un contexto que combinaba una profunda precariedad material con la existencia de horizontes de transformación revolucionaria de la sociedad (Garcés, 2002; Illanes, 2003; Salazar, 2012; Stern y Winn, 2013). En ese sentido, la violencia política institucional volcada sobre el movimiento popular a partir de 1973, continúa afectando la manera en que las personas comprenden, recuerdan y elaboran su memoria histórica, incluyendo sus vidas cotidianas. Esto no sólo se expresa en lo dicho o declarado, sino también en lo que hemos denominado "textura de la memoria", es decir, en los énfasis, silencios y omisiones de cada testimonio, que la configuran como una construcción porosa, llena de relieves y en constante transformación, en la que unos aspectos tienden a destacarse más que otros. Esta ponencia explora el proceso de construcción de la textura de la memoria histórica por parte de las pobladoras y los pobladores considerando tres dimensiones: los actores sociales que protagonizan tanto las acciones pasadas como el ejercicio de recodar, la existencia de narrativas de dotan de sentido a estos recuerdos y olvidos, y la historicidad de los testimonios como ejercicios de reconstrucción de la memoria en espacios y tiempos específicos. Este trabajo se basa en una investigación de historia oral sobre la educación y la vida comunitaria en tres comunidades pobladoras de Santiago que tuvieron una activa participación en el proceso de la Unidad Popular, y que fue realizada entre 2010 y 2013, en medio de las movilizaciones por el derecho a la educación en Chile, por lo que se espera describir cuál fue la relación observada entre el pasado revisitado, el presente vivido y el futuro deseado.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
Um patrimônio, muitas biografias: o Centro Cultural José Bonifácio como lugar de memórias e produção de sentido. (#9004)
Ana Rosa Lattanzi Bezerra de Melo Ana Lattanzi 11 - Doutoranda.
Abstract:
Este artigo pretende refletir sobre o lugar do patrimônio cultural Centro Cultural José Bonifácio no imaginário dos atores que circulam ao seu redor, no que se refere, especificamente, às questões voltadas à construção/manutenção de memórias e de identidades sociais. Partindo da reflexão sobre a biografia desse patrimônio, voltaremos o nosso olhar para o contexto da requalificação urbana instaurada na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro, precisamente, com o Projeto Porto Maravilha, a fim de identificarmos as agências reivindicatórias de memória e identidade, assumindo que o lugar é campo privilegiado à compreensão das disputas em questão. Nesse sentido, o conceito de campo, de Bourdieu (1983) nos iluminará para situar o patrimônio cultural como um campo de disputa de sentido, considerando o manejo das memórias e “fixação” das identidades sociais dos atores envolvidos. Inicialmente, partirmos da discussão sobre as reformas urbanas das principais cidades mundiais, observando os processos de gentrification (GLASS, 1964; SMITH, 1996), a fim de refletirmos sobre a “fabricação” de cidades com vistas ao mercado mundial (SASSEN, 1991;HARVEY, 2002; MARCUSE et VAN KEMPEN, 2005), e, com isso, situar a cidade do Rio de Janeiro e, a zona portuária, especificamente, nesse contexto. Durante o percurso do artigo, apontaremos o patrimônio em questão como peça “inalienável” (WEINER, 1992) nesse quebra-cabeça cultural e, também, como um “bem” fundamental para a consolidação da identidade social local. Para tanto, utilizaremos as entrevistas realizadas até o momento com alguns atores envolvidos (representantes do poder público; líderes comunitários; usuários do Centro Cultural), bem como, reportagens veiculadas no principal jornal da cidade; da mesma forma, analisaremos os discursos dos responsáveis governamentais registrados no site do Projeto Porto Maravilha. Palavras-chave: Requalificação Urbana; Memória; Identidade Social; Centro Cultural José Bonifácio.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
Memorias locales y transmisión intergeneracional: el caso de un "barrio crítico" en Santiago de Chile. (#8791)
María José Reyes Andreani 1; Francisco Jeanneret Brith
2; Angélica Cruz
31 - Universidad de Chile. 2 - Universidad Academia de Humanismo Cristiano. 3 - Universidad de Valparaíso.
Abstract:
En el Cono Sur los “estudios de memoria” se han focalizado principalmente en el pasado de gobiernos autoritarios, siendo centrales las preguntas sobre cómo y qué se recuerda y transmite de dicho pasado. Sin desconocer la relevancia de ello, es de importancia problematizar: a) que su foco de atención sea la nación y las instituciones del Estado, marginando de sus análisis lo local y su vida cotidiana; b) que se circunscriban a pasados de violencia política ejercida por gobiernos autoritarios, encontrándose escasas referencias en ellos a otros tipos de conflictos que también tensionan el proceso de recuerdo y su transmisión; c) que suelan enfatizar el producto –“memorias de la violencia”–, más que el proceso de su producción. Considerando lo anterior, la ponencia tiene por objetivo exponer parte de los resultados de una investigación que busca comprender los procesos de transmisión intergeneracional de las memorias sobre los conflictos de una población en Santiago de Chile que tiene la particularidad de ser considerada por el Estado como “barrio crítico” por sus altos niveles de violencia y conflictividad. La relevancia teórica y político-social de dicha investigación se sostiene: 1) en la compleja relación entre “transmisión intergeneracional” y “memorias sobre conflictos”, toda vez que la transmisión propende a la continuidad de un grupo social, mientras que los conflictos producen interrogación, e incluso interrupción de dicha continuidad, generando implicancias en la construcción de memorias; 2) en que los conflictos pasados condicionan las relaciones sociales y las formas de vida posibles en la población, por tanto su estudio aporta claves de lectura respecto a ello; 3) al otorgar claves para un abordaje crítico de las intervenciones estatales desplegadas en este tipo de poblaciones. En particular, se expondrán parte de los resultados de las entrevistas realizadas en la investigación en curso (20 participantes; 40 entrevistas), donde fueron convocados habitantes de distintas posiciones generacionales, territoriales (al interior de la población) y de participación y no participación en organizaciones sociales. Los hallazgos apuntan a que al hacer memoria de los conflictos la temporalidad que emerge con mayor fuerza es el “presente” siendo marginales el pasado y el futuro; mientras que la transmisión de dichas memorias opera básicamente desde acciones cotidianas, quedando relegadas aquellas estratégicas e institucionalizadas.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y territorios |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
Bairro de São José, memória, história e patrimônio. (#8644)
João Paulo Nascimento de Lucena 11 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
Situada entre o lembrar e esquecer, a memória é uma fonte com a qual a metodologia da história oral objetiva inscrever narrativas outras, muitas das quais situadas à margem da história oficial. Embora possibilite o conhecimento de vidas, práticas, memórias, experiências, objetos e sujeitos, a história oral não encontra sua razão de ser na cisão entre a escrita e a oralidade e sim na multiplicidade de informações que seus narradores buscam conferir às suas vivências pessoais ou à memória de seus grupos. Consequente ao reconhecimento enquanto fonte e, portanto, uma fabricação com produção de sentidos, surgiu a formação dos chamados acervos etnográficos. O objetivo deste ensaio é refletir sobre a relação entre as fontes orais e a política pública de patrimônio. Para tanto, revisitam-se as entrevistas coletadas no âmbito do Projeto Mercado de São José: Memória e História, e salvaguardadas no Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal de Pernambuco (LAHOI/UFPE). Conclui-se o ensaio com uma reflexão dessas histórias e memórias com as da transformação física do próprio bairro na década de 1960-70, situado na cidade do Recife, Pernambuco. O caso em questão é o da demolição de grande parte do casario histórico do bairro de São José, em 28 de janeiro de 1973, para a conclusão do trecho final da Avenida Dantas Barreto; um assunto ainda bastante vivo na historiografia recifense, sobretudo pela constante referência à destruição da Igreja do Bom Senhor Jesus dos Martírios, construída entre 1791-1796. Não foi sem resistência, porém, que cerca de 2 km² foram postos abaixo na segunda gestão do então prefeito da cidade do Recife, Augusto da Silva Lucena (1971-1975), eleito de forma indireta, como sucedera no período civil-militar brasileiro. Jornalistas, intelectuais, arquitetos e instituições as mais diversas, como o próprio Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), lançaram-se em defesa da preservação do templo, tombado em agosto de 1971. Não sem insistência, contudo, foi que se destombou o monumento em abril do ano seguinte. Assim, revisitar essas memórias e histórias documentadas pelo Projeto Mercado de São José é observar a intricada relação estabelecida historicamente entre as pessoas, o bairro e a cidade.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
proyecto de Investigacion
URBANISMO POSCONFLICTO: ESPACIO PARA CONSTRUIR PAZ TERRITORIAL (#8532)
JOSE FERNANDO JARAMILLO GIRALDO 1; ANGELA MARIA LONDOÑO JARAMILLO
2; JUAN CAMILO GAVIRIA
3; SANTIAGO RAMIREZ
41 - UNIVERSIDAD SANTO TOMAS - SEDE MEDELLIN. 2 - UNIVERSIDAD SANTO TOMAS-SEDE MEDELLIN. 3 - FUNDACIÓN AULAS DE PAZ. 4 - RIOS.
Abstract:
El presente proyecto de investigación, esta soportado en la búsqueda razonable de una respuesta a la siguiente pregunta ¿es posible que una comunidad, determine por sí misma la necesidad de un ESPACIO FORMAL que posibilite la reflexión y la CONSTRUCCION COLECTIVA DE LA PAZ, entendido este desde la formalización de lo simbólico y lo referente en una ciudad, sin la mediación del estado y mediante la implementación de metodologías urbano-sociales para su participación, elaboración y toma de decisiones? Es entonces que partiendo del momento histórico de la sociedad colombiana y encontrándose en la búsqueda de la PAZ, se requiere por efecto, la TRANSFORMACION de las dinámicas sociales, culturales y políticas en torno a la construcción de la misma y por ende, determinante como un proceso evolutivo de una sociedad, en donde uno de sus efectos, podría ser la generación de nuevos espacios para la construcción de la PAZ, bajo los preceptos del reconocimiento del sujeto, del otro y las relaciones, como el campo de reconstrucción social. Es en este escenario, en el que surgen nuevos entornos de participación real y permanente, donde pareciera este, ser un hecho dado desde la comprensión misma de la transformación, en el cual, él sujeto se permite soñar y desear como hecho factible, la reconstrucción de su tejido social perdido. Es a partir de aquí y de estos pequeños actos de consciencia, que se transforma la ciudad, como receptor formal y espacial de los pasos evolutivos de una sociedad que está avanzando en el cambio de paradigmas, establecidos en la relación consigo mismo y con el otro. Este proyecto demuestra como, por medio de estas consciencias colectivas, sin la mediación del estado, se van produciendo cambios, en principio desde el sujeto mismo y posteriormente, en la construcción de ciudad; entendida esta como el ejercicio formal del hábitat, en donde se generan nuevos hitos y valores formales a los espacios colectivos, no entendidos, ni vislumbrados antes del proceso del posconflicto. Con lo anterior, teniendo un panorama trazado por la pregunta original, se establece un modelo metodológico, estructurado desde conceptos de urbanismo participativo e inclusivo, además de la influencia de conceptos de la I.A.P (investigación, acción, participación), como hilos conductores en esta búsqueda en el que se asocia la Memoria, al Aprendizaje (cultura de paz) y al Desarrollo (el proyecto de vida y el territorio) como estructuras articulantes y rectoras de un espacio colectivo y en segunda instancia, poder entender desde el colectivo comunitario, como surgen nuevos elementos de valoración formal y espacial en la construcción de ciudad y ciudadanía, a partir de la comprensión e impacto que tiene el POSCONFLICTO en dichas comunidades, comprendido como espacio de oportunidad.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
RELAÇÃO DA COMUNIDADE COM OS REMANESCENTES ARQUEOLÓGICOS NO DISTRITO DE FREGUESIA DO ANDIRÁ NO MUNICÍPIO DE BARREIRINHA -AM. (#8250)
LUANA COSTA PINTO 1;
MILK CABRAL ALHO
11 - Universidade do Estado do Amazonas.
Abstract:
Freguesia do Andirá desde 1669, quando descoberta pelos jesuítas, vem se desenvolvendo e sendo modificada por seus habitantes tanto espacialmente quanto culturalmente. Hoje, ao caminharmos pela comunidade, nos deparamos com uma diversidade cultural enraizada no povo. Há tantos festejos e atividades diárias que evidenciam uma dinâmica cultural caracterizada por essa diversidade, algo que é notório quando se trata de comunidades tradicionais, especialmente na Amazônia. Para que pudéssemos compreender a relação que a comunidade (Distrito de freguesia do Andirá) estabelece com os remanescentes arqueológicos partimos do ponto de que para tal objetivo nos seria válido conhecer a realidade social que os moradores vivem. Os trabalhos de COSTA (2014); MARQUES et al. (2016); RANCIARO (2004) nos deram informações relevantes acerca do dia a dia da comunidade. Freguesia do Andirá é um dos 12 Distritos do Município de Barreirinha, localiza-se à margem direita do rio Andirá num ambiente de terra firme. Segundo o IBGE de 2010 há acerca de 800 habitantes no Distrito, mas de acordo com o relato do presidente da comunidade no ano de 2013 existiam 1300. Quando se trata de sua infraestrutura o Distrito é caracterizado por possuir serviços básicos como: centro de saúde comunitário; escolas (uma municipal e outra do Estado); comércios. No ano de 2009 o programa do governo federal “Luz para todos” acarretou na comunidade um impacto em relação ao seu desenvolvimento socioespacial; a inserção da energia no local modificou o modo de vida dos moradores. Um de nossos objetivos era propor ações de proteção e pesquisas científicas da cultura material pretérita local remanescente. A área de Freguesia do Andirá nunca havia sido citada em trabalhos do meio científico, esta pesquisa tem como objetivo instigar por meio de apresentação e publicação do trabalho em eventos científicos a pesquisa e o reconhecimento da área, assim como fomentar a proteção do patrimônio arqueológico.
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Encrucijadas de la memoria: producción de pasado, presente y futuro, de pobladores constituidos en una sociedad neoliberal. (#8203)
Andrés Juan Paulo Durán Pereira 11 - Universidad Academia de Humanismo Cristiano.
Abstract:
En general, las investigaciones ‘sobre’ y ‘desde’ las memorias, han privilegiado el estudio de situaciones sociopolíticas trumáticas, ligadas al ejercicio del poder autoritario, la violación de los derechos humanos, o el exterminio de enormes cantidades de personas, tal como se desprende de los analisis de procesos vinculados a las dictaduras militares, en Chile y Latinoamérica. Para el caso de los trabajos que han estudiado la relación entre “memoria y sectores populares”, este privilegio de la mirada ha quedado patente toda vez que las investigaciones se han focalizado en esclarecer cómo muchos sectores populares debieron enfrentar los embates de tales situaciones de violencias indiscriminadas. Ahora bien, existe muy poco conocimiento en relación al estudio de memoria y sectores populares que se vieron constituidos no en el contexto de autoritarismos o violaciones a los derechos humanos -dictaduras militares-, sino en marco una democracia liberal avanzada, como la que en nuestro pais se constituyó desde 1990 en adelante. ¿Cómo, qué y desde dónde recuerdan habitantes de sectores populares urbanos, cuando su telón de fondo es una democracia que articuló diferentes estrategias para generar desarrollo y progreso para sus habitantes? ¿Qué tensiones comunitarios se producen entre los actores que debieron luchar no en dicatura sino en una democracia formalmente constituida? En ese sentido, a través de una análisis empírico-conceptual, la ponencia presenta los resultados de investigación en torno a este problema –asociados a una localidad en particular-, y desarrolla algunas reflexiones claves emprender procesos de investigación en sectores populares, y actuaciones colectivas.
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MEMÓRIAS ALAGADAS: A construção da hidrelétrica de Furnas e a submersão da vida (#7710)
Lucas Cid Gigante Lucas 1; Marly Teodora Nogueira Marly
1; Lárame Silva Carvalho Lárame
11 - UNIFAL.
Abstract:
Durante o governo de Juscelino Kubistchek, o Brasil passou por um processo de modernização econômica e demanda por energia elétrica. A construção da Hidrelétrica de Furnas (em Minas Gerais, região Sudeste do Brasil), foi o maior projeto realizado até então, tendo impactado a vida dos atingidos pelas águas da barragem. Quando as comportas foram fechadas, a área inundada foi de aproximadamente 1.600 km quadrados, somando 32 municípios, com mais de 5.000 propriedades rurais, incluindo suas pontes, estradas rurais, estradas de ferro e cemitérios. Hoje, o lago de Furnas é um doas maiores lagos artificiais do mundo e a hidrelétrica foi considerada oficialmente como sinônimo de modernização e progresso. Houve, no entanto, uma profunda modificação da vida das pessoas enraizadas nestes territórios. Trabalhando com relatos recolhidos sob a metodologia da História Oral, foram entrevistadas pessoas afetadas pelas águas. Em seus depoimentos, visualizamos como elas se portaram diante dessa obra monumental e em como a relembram. Nosso objetivo foi o de documentar como a memória foi mantida pelas famílias, e como nos permite entender este acontecimento a partir de seu ponto de vista. Os resultados que colhemos deixam transparecer que seu mundo foi modificado profundamente por um processo de desterritorialização e reterritorizlização, implicando na quebra dos ritmos da vida cotidiana: a mobilidade regional ficou prejudicada e os habitantes foram obrigados a saírem de suas terras; estradas e ferrovias ficaram submersas, alguns locais ficaram praticamente isolados. Como um exemplo dos conteúdos da pesquisa, trazemos o relato do Sr. Estevam Lindolfo Cabral, (90 anos): “Aonde a água pegou, judiou demais, muito triste mesmo. Os fazendeiros perderam muito barracão, casa, plantação, terra, teve fazendeiro que perdeu muito arqueiro. Meus vizinhos perderam as fazendas tudo, lá no fundo de casa, perto de casa tinha um homem, ele tinha uma família grande, ele era muito bom, a água pegou tudo (pausa) tudo, uns quarenta arqueiro, não deu nada (se referindo à indenização) saíram sem nada, uma tristeza, saiu com as coisas no carro de boi, com o arroz, sem saber onde ia morar. As terras baixas foram todas inundadas, as que nóis tinha dava pros filhos todos plantar, nóis plantava arroz, milho, feijão, [...]. Que fartura gente! Tinha de tudo, a terra era uma beleza, terra boa de capinar, que coisa mais boa! [...]. Agora vê o que Furnas fez por nóis, não fez nada! Só tiraram nossas terras, o sustento da gente. Agora a água tá indo embora, tá secando tudo, será que agora ela vai devolver as nossas terras. Ah! Não devolve nada, acabou tudo! ”.
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Memória e Imaginário social: A Colônia Cecília a partir da trajetória social e intelectual de Cândido de Mello Neto (#4003)
Juliana Bellafronte 11 - Universidade Estadual de Ponta Grossa.
Abstract:
Criada em 1890, a Colônia Cecília foi uma comunidade experimental anarquista, idealizada e desenvolvida pelo italiano Giovani Rossi. Fundada na cidade de Palmeira, no interior do estado do Paraná - BR, a Colônia foi a primeira experiência anarquista da América Latina. Sua história foi sistematizada por diversos autores, dos quais destaca-se para este trabalho a obra de Cândido de Mello Neto, intitulada O anarquismo experimental de Giovanni Rossi (1996). Nascido e criado em Ponta Grossa, Mello Neto (1933-2001) foi um psiquiatra que frequentou instituições educacionais tradicionais de sua cidade e em 1956 formou-se em medicina pela Universidade Federal do Paraná. Durante sua vida adulta, participou de diversas associações e grupos institucionalizados, como Academia de Letras dos Campos Gerais. O que despertou o interesse de Mello Neto sobre a Colônia, segundo o próprio conta em seu livro, foram as lembranças das férias na região de Palmeira, onde os tios e a avó - que participaram da colônia e conheceram Giovanni Rossi - rememoravam as histórias. Tais memórias, em conjunto com documentos pesquisados em arquivos e bibliotecas brasileiras e internacionais, foram os referenciais para a organização do livro que retrata os anarquistas de maneira positiva, contrariando preceitos vigentes que não aceitavam a organização social da Colônia. A partir do levantamento de dados pessoais disponível em arquivo sob a guarda do Museu Campos Gerais, é possível, a partir da trajetória de vida do autor e de seus relatos no livro, perceber que Mello Neto possuía relação com a Colônia, seja pelos familiares que viveram e rememoravam histórias do local, seja por ter passado as férias escolares na região, e isso possui relevância na sua percepção sobre o experimento anarquista, pois fora construída uma memória herdada, ou seja, uma lembrança que outros viveram, mas que por relatarem e deixarem presente em seus discursos, acabam sendo incorporadas por outros sujeitos que não viveram, mas sentem-se pertencentes ou identificam-se com o ocorrido. Nesse sentido, ao escrever um livro pautado em documentos mas que o tema remete as suas memórias, e por possuir uma trajetória intelectual com determinada importância em sua localidade, Mello Neto cria um novo discurso sobre a Colônia, uma narrativa que corroborou para um novo imaginário sobre o experimento. Com esse estudo, torna-se possível perceber como a memória herdada e a trajetória intelectual do autor, contribuiu para uma nova representação social sobre a Colônia de preceitos anarquistas.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
Eles só nos fazem perguntas estranhas. Sobre imaginário social e a responsabilidade das Ciências Sociais. (#4736)
Paula Monteiro 1;
Viviane Marinho
2;
Rafael Bastos
31 - Universidade Federal Fluminense. 2 - Universidade Federal do Rio de Janeiro. 3 - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Abstract:
O título deste artigo – Eles só nos fazem perguntas estranhas – refere-se a uma constatação que ouvimos em campo de um de nossos interlocutores a respeito do comportamento de turistas que compram ingressos para os reality tours em townships sul-africanas. As townships referem-se a espaços instituídos pelo poder público durante o período de segregação racial, destinados especificamente para excluir não-brancos de lugares-brancos. Desde o pré-apartheid (1910-1948), a população negra e mestiça vivenciou processos de expulsão das localidades desiganadas para brancos (‘only white’), sendo forçosamente removida para essas áreas; no pós-apartheid, essaes locais viraram destinos turísticos. Ao ouvir os depoimentos dos moradores de Khayelitsha sobre as relações que estes travam com os turistas que visitam townships, pensamos comparativamente a realidade turística das favelas cariocas. Isto porque, lá e cá, a visita guiada a comunidades pobres existe; no entanto, as relações estabelecidas entre morador e turista nos parecem radicalmente diferentes. Esse artigo discute o processo de homogeneização das experiências humanas que atinge as Ciências Sociais e reverbera tanto nos espaços acadêmicos quanto no imaginário social. Escolhemos uma abordagem descolonial justamente por entender ser esta hábil para ajudar a refletir sobre quem são eles quem fazem perguntas estranhas. Partindo desta perspectiva teórica, podemos compreender que eles correspondem, sobretudo, a uma mentalidade proveniente do norte ocidental. Como ressalta Mignolo (2008), a referência ao ‘Ocidente’ e ao ‘Norte’ revela uma particular geopolítica do conhecimento; muito embora remetam a posições geográficas, falam mais sobre a hegemonia de uma específica forma de pensar do que propriamente sobre uma localidade física. Essa específica forma de pensar não é outra senão aquela criadora da dualidade West/Rest mencionada por Hall (1996). De um lado, eles; do outro, todos os outros, o resto. Eles são a expressão de um modelo de vida que se autoclassifica como moderno e desenvolvido e é tomado como referência não só pelas ações políticas, mas também pela própria epistemologia científica que, ao longo dos últimos cinco séculos, desenvolveu uma característica forma de administração do pensamento, responsável por escalonar ordenamentos sociais e experiências de vida em uma métrica pretensamente universal. Uma vez constatado que universal é, na verdade, uma expressão de uma racionalidade específica, refutamos a ideia perversa de que o caminho do desenvolvimento humano é aquele ditado por uma matriz única de pensamento. Essas experiências multiformes, cuja historicidade nos desafia à reflexão constante, nos alertam sobre os limites de modelos teóricos produzidos no eixo euro-americano. Seguimos, assim, pelo caminho de reduzir a universalidade do relato da modernidade, de modo que a pluriversidade viabilize-se, teorica e empiricamente, como uma opção libertadora para as relações humanas.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
MEMORIA Y NATURALEZA. LOS LUGARES SAGRADOS Y CONFLICTIVIDAD SOCIAL EN TORNO AL AGUA EN LA SELVA LACANDONA EN CHIAPAS, MÉXICO (#6561)
Alma Isunza Bizuet 11 - Universidad Autónoma de Chiapas.
Abstract:
Este Trabajo explora la relación entre memoria y simbolismo de los lugares sagrados entre los lacandones como parte de los pobladores actuales, pero históricamente los más antiguos en llegar a esta selva de la Cuenca del Río Usumacinta (Selva Lacandona) en Chiapas, México. A partir de los antecedentes históricos y arqueológicos, se ubica una trayectoria en el tiempo del asentamiento de los diversos grupos en esta región selvática, trayectoria que sufre un acelerado crecimiento alrededor de la década de 1950 a la fecha. A partir de este periodo se puede apreciar las distintas relaciones entre la memoria colectiva de la que son portadores las distintas generaciones, en especial de los grupos étnicos ch’ol, tseltal y tsotsil, entre estos, la primera generación que implicó todo un proceso de desarraigo y arraigo; desarraigo de un territorio espaciotemporalmente conocido y manejado, sedimento cultural situado y recreado, arraigo a un hábitat hasta entonces desconocido y al que había que «cosmizar», dotarle de un orden a partir de su memoria, saberes y necesidades. Las siguientes generaciones nacidas en la selva, sobre todo la primera generación, representaron un puente entre la memoria familiar de su grupo étnico-cultural y la propia autobiografía alimentada por el paisaje selvático que les dio acogimiento al nacer. En las sucesivas generaciones, así como en las distintas oleadas migratorias intersectadas por conflictos sociales y la intervención de diversos actores como el gobierno y los madereros (De Vos, 2002) además del propio poblamiento humano, sin precedente en épocas históricas anteriores a la segunda mitad del siglo XX. La innegable necesidad urgente de revisar bajo una ética de la responsabilidad frente a la naturaleza (Hans Jonas), nos lleva a buscar en un pasado indígena común y genérico: la antigua cultura maya, las claves simbólicas que permitan vincular el imperativo ético de responsabilidad de la naturaleza con las raíces culturales antiguas, como un discurso ético para orientar y promover la autorreflexión, sobre el manejo de este vulnerable sistema ecológico que constituye la Selva Lacandona, nunca como hasta hoy amenazada junto con el futuro inmediato de los seres humanos que la habitan. Palabras clave: Selva Lacandona, memoria colectiva, ética de la responsabilidad de la naturaleza
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 02 |
Espacios de la memoria funeraria y migración en Argentina (#2517)
Celeste Castiglione 11 - CONICET-UNPAZ.
Abstract:
El presente trabajo es parte de una investigación que estamos llevando a cabo desde hace dos años, a través de un recorrido presencial en 135 cementerios municipales, de las principales provincias de acogida de las migraciones en Argentina (Buenos Aires, Santa Fe, Córdoba, Entre Ríos). Consideramos que estas necrópolis se constituyen como espacios polivalentes, de un "orden especial" donde confluyen una gran cantidad de discursos: el sanitario, el político, el normativo, el religioso, etc.; que al relacionarse con los migrantes, deben articular espacios de memoria y celebración, que requieren de estrategias que atraviesan etapas de conflicto y negociación. La construcción de panteones y espacios delimitados para una nacionalidad, en los cementerios municipales de la Argentina, evidencian un largo proceso de interacción entre las Asociaciones de Socorros Mutuos (ASM) con la sociedad de acogida, que atraviesa múltiples variables. Éstos son como lienzos en donde la comunidad ha plasmado determinados elementos simbólicos que condensaban la cultura material de la época y lo que ellos necesitaban transmitir. Es decir, en esos edificios se entrelazan cuestiones políticas, religiosas, masónicas y autocelebratorias de la asociación, que necesitaban evidenciar una diferencia. Éstos constituyen un símbolo concreto de un tiempo y un espacio determinado, que requiere de acciones que construyen, reproducen y actualicen su sentido, en donde nada es fortuito. Es una arena de lucha con respecto a lo que la muerte representa para el migrante –y sus contemporáneos--, entre los aprendizajes simbólicos en relación a su origen, y la forma que adopta en un contexto institucional finisecular positivista. En contraposición con el pasado, también estudiamos las manifestaciones funerarias del presente, a fin de comparar la agencia política y los imaginarios sociales, que poseen las comunidades, en un contexto diferente. A tal fin, trabajaremos la cultura material (la visión del mundo que poseen los individuos, si existen diferencias por género, actividad u oficio, rango sociopolítico y etnicidad), el contexto funerario (cómo ese sujeto es celebrado, en relación con los rituales y los tipos de enterramiento) y el espacio en el que se desarrollan (vinculado a la apropiación y transformación de los espacios por la situación de muerte). En definitiva, nuestra intención es reflexionar acerca de las concepciones de la muerte para los distintos grupos migrantes en estos 200 años de vida institucional.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria, arte, literatura y expresiones artísticas |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 03 |
La dignidad del rostro: imagen, cuerpo y estética política en la construcción de la figura de Darío Santillán (#3361)
Santiago Roberto Mazzuchini 11 - Facultad de Ciencias Sociales (UBA).
Abstract:
La ponencia se propone relevar y problematizar los imaginarios sociales que se proyectan en torno al rostro, el poder y la política, en las imágenes que recuerdan al militante argentino Darío Santillán, asesinado por la policía junto a Maximiliano Kosteki, el 26 de junio de 2002 en una movilización al Puente Pueyrredón. Luego de su asesinato, Darío Santillán se transformó en una figura clave en la iconografía política de los movimientos piqueteros y de derechos humanos en Argentina. Por lo tanto, se intentará realizar una genealogía del modelo de rostro que subyace en este tipo de imágenes, para preguntarnos por los modelos imagineros imperantes y el carácter político del cuerpo y la imagen. Las preguntas generales que guían este trabajo son ¿Qué relación existe entre la muerte, el poder y las imágenes de un rostro? ¿Qué imaginarios sociales permiten que el rostro tenga tanta pregnancia? ¿Por qué la significación del rostro insiste en diversas formas?
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria, arte, literatura y expresiones artísticas |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 03 |
“Tempo do Arquivo: Rastros e Memórias da Arte Política e Ética de Paulo Bruscky” (#8504)
Elisa Biassio Telles Bauer 11 - UFRGS.
Abstract:
Paulo Bruscky, artista multimídia e poeta nascido em 1949, na cidade do Recife, em Pernambuco, possui uma produção consolidada nas interfaces, nos deslocamentos e nas reconfigurações dos meios. Compreender a sua produção, iniciada na década de 1960, é perceber o conturbado solo sobre o qual esta se precipitou. Atrelado à problemática e paulatina rigidez dos estados autoritários latino-americanos e às controversas lacunas deixadas pela Ditadura Civil Militar brasileira, observamos que o esforço de Bruscky para arquivar, guardar e manter ideias, percursos e ações são gestos constitutivos do seu processo de criação. O presente artigo discute tais processos a partir do uso insistente de arquivos, documentação e memórias na formulação de seu pensamento estético, cuja dialética entre a efemeridade e o registro encontra presença decisiva na confecção dos chamados Bancos de Ideias. Estes cadernos, construídos ao longo de décadas e continuamente atualizados, armazenam um arsenal de esboços, pensamentos e rascunhos das mais diversas obras – materializadas ou não. Anotações, frases, catalogação de sua vasta produção coabitam com trabalhos vindouros, que existem apenas como rascunhos em seus cadernos. Uma série de obras não realizadas pela recusa em Salões ou demais órgãos institucionalizados, a partir dos Bancos de Ideias e documentos, são revistos e analisados, trazendo à luz a atualidade do seu pensamento estético e sinalizando, de forma decisiva, fendas históricas e outras narrativas possíveis dentro dos sistemas hegemônicos. Além do trabalho individual de memória do artista, Paulo Bruscky buscou ativamente fomentar processos de construção subjetiva e poética coletiva, através de publicações em jornais, troca de trabalhos e informações por meio da Arte Correio, que configurou uma iniciativa de formação de redes sociais que anteciparam a era digital. A circulação e o registro do período e do contexto em que eram publicadas e a sua surpreendente atualidade se apresentam como modo de enfeixar a questão da “história do presente”, escrita por testemunhos artísticos, mesmo que a contrapelo da oficialidade. As redes, os documentos e a preservação de seus arquivos revelam as estruturas de poder, da violência, dos conflitos, das hegemonias e dão voz à formas eficazes de luta e resistência. Com um posicionamento de resistência ético e político frente à Ditadura Civil Militar Brasileira e as amarras e contradições do desenvolvimento do capitalismo na América Latina, as discussões impulsionadas pela documentação e arquivamento de Paulo Bruscky oferecem um viés alternativo de memória social e testemunho que pode ampliar as reflexões sobre a arte contemporânea, e trazer à luz uma história recente ainda muito pouco explorada.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria, arte, literatura y expresiones artísticas |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 03 |
Cine, neoliberalismo e imaginario popular. Notas acerca de la representación de la pobreza en el cine de la dictadura militar chilena (#6434)
Juan Pablo Silva Escobar 11 - Centro de Estudios Políticos, Culturales y Sociales de América Latina, Universidad Bernardo O´Higgins.
Abstract:
El propósito de esta ponencia es analizar las variaciones, rupturas, continuidades y discontinuidades visuales, discursivas e ideológicas que se inscriben en las representaciones de la pobreza fabricadas por el cine chileno desarrollado durante la dictadura del general Pinochet. Partimos de la base que algunas de las películas del período (Zapato Chino 1979; Los deseos concebidos 1982, Nemesio 1986; Hechos consumados 1986; Historias de lagarto 1989) se configuran como expresiones residuales del cine político de los años sesenta evidenciando una continuidad fragmentaria con aquel período; de ahí que esas películas se presenten como expresiones críticas a la dictadura y al modelo neoliberal que se instaló en Chile a partir de los años ochenta. Por otro lado, encontramos otro grupo de películas (Como aman los chilenos 1984; Los hijos de la guerra fría 1986; Susi 1988; Todo por nada 1989) que manifiestan una ruptura con las tradiciones y paradigmas desplegados sucesivamente por el cine del desarrollismo de los años cincuenta y por el cine político de los años sesenta; de ahí que estas cintas evidencian una estética y un imaginario que contribuyó de forma significativa en la despolitización de la subjetividad de lo popular. Sostenemos que la ideología y los imaginarios inscritos en este segundo grupo de películas el que se impone como paradigma de representación de la pobreza, y que será recogido luego –durante la transición a la democracia- como un modelo que consolidó el lenguaje y los mitos del sistema neoliberal. Por lo tanto, en este grupo de cintas, encontramos la matriz que favoreció en la consolidación de ideologías e imaginarios neoliberales, que hacen ver y entender la pobreza como una cuestión desprendida de su problemática social y política y; con ello, florece dentro del campo social chileno, la imagen de un sujeto popular fabricado como una subjetividad singular y desclasada.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria, arte, literatura y expresiones artísticas |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 03 |
Memorias de la guerra de Malvinas en el teatro documental reciente (#6058)
Verónica Perera 1;
María Luisa Diz
21 - Universidad Nacional de Avellaneda, Departamento de Humanidades y Artes. 2 - Universidad de Buenos Aires/ CIS-CONICET/IDES.
Abstract:
Entre 2003 y 2015, en un contexto memorial que “re-malvinizó” la política (Perera 2016), el 30° aniversario del comienzo de la guerra de 1982 apareció como huella del pasado, recuperada, entre otros, por teatristas independientes. Surgió una dramaturgia interesada en construir memorias del conflicto bélico que marcó el ciclo final de la última dictadura cívico-militar en Argentina. En esta ponencia analizamos dos obras de teatro documental presentadas entre 2012 y 2016. Con su estética bien propia, un montaje que oscila entre el teatro documental, el teatro realista, el testimonio y el experimento social, Lola Arias condujo el proceso de creación, escribió y dirigió “Campo Minado”. Seis veteranos de guerra—tres argentinos y tres británicos—antes enemigos, ahora comparten el escenario para narrar su experiencia en Malvinas.La obra se estrenó en el Royal Court Theater de Londres en Mayo de 2016, y en el Centro de las Artes de la Universidad Nacional de San Martín en Noviembre del mismo año. Por otro lado, “Islas de la memoria. Historias de guerra en la posguerra” de Julio Cardoso es un relato escénico coral que presenta el conflicto bélico como una crónica histórica, documental y testimonial realizada por un grupo de actores itinerantes. La pieza se estrenó en el 2011 en el Observatorio Malvinas de la Universidad Nacional de Lanús y fue también producida por el Teatro Nacional Cervantes dentro del Programa Teatro en las Escuelas del Ministerio de Educación de la Nación. Se presentó además en el ciclo 2012 de Teatro x la Identidad. A partir del análisis de contenido de los textos dramáticos y de las puestas en escena, la ponencia investiga, comparando y contrastando, estas dos obras. ¿Qué explora de la guerra—o de la pos-guerra—cada una de estas obras? ¿Qué dimensiones narrativizan? ¿Qué aspectos ficcionalizan? ¿Cómo abordan la soberanía sobre las Islas? ¿Con qué recursos teatrales lo hacen? ¿Qué silencia y qué opaca esta dramaturgia? ¿Cómo se relacionan estas piezas con el trabajo de memoria sobre la guerra de la sociedad en general?
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria, arte, literatura y expresiones artísticas |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 03 |
Fabular la memoria entre lo visible/decible y lo posible:Los rubios y la ficción-documental (#8148)
Luciana Aon 11 - UNLP UNAJ UNQ.
Abstract:
Este trabajo es tanto parte de las indagaciones como de la escritura exploratoria de la tesis doctoral 'Formas de la memoria: documentales dirigidos por hijos de desaparecidos'. En el inicio de este trabajo entonces hay una pregunta sobre las formas de la memoria en el cine; es decir, sobre los modos de fabulación del cine como lenguaje de las artes para hacer visible/decible lo invisible/indecible del pasado reciente en Argentina. En el inicio hay también una certeza: toda memoria es ficción. Ese es, pues, el tema sobre el que Albertina Carri construye su segundo largometraje, un film-ensayo titulado Los rubios (2003) sobre el que quisiéramos enlazar dos preguntas que Jacques Rancière formula a propósito de Le Tombeau d’Alexandre Chris Marker (1993): “¿Qué es una memoria?, ¿Qué es el documental en cuanto género de ficción?” (2005a: 181). Para ello en primer lugar nos proponemos poner a la memoria en el umbral y luego siguiendo a Rancière fábular el desvío: analizar una triple escena en Los rubios para indagar los modos de poetizar/fábulas y así hacer visible/decible lo invisible/indecible. Pues lo real estalla en los modos posibles de poetizar que se da cada presente, transformando las posibilidades para fabular el pasado en relación a lo decible/visible y lo posible. Finalmente nos preguntamos sobre Los rubios en tanto ficción documental.
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Ditadura em imagem e som: tensões e embates da memória social renovados em filmes recentes (#8137)
Caroline Gomes Leme 11 - Unicamp.
Abstract:
Esta comunicação se propõe a dar continuidade ao inventário realizado pela autora acerca dos filmes brasileiros que tratam do regime militar (Leme, 2013), analisando a safra de filmes lançados sobre o tema na última década. Defende-se que esses filmes apresentam significativas diferenças em relação ao quadro geral dos filmes lançados na década de 1990 e início dos anos 2000 e por vezes retomam elementos esboçados em filmes da década de 1980. A repressão ditatorial sobre as classes populares, ausente das telas desde Cabra marcado para morrer (Eduardo Coutinho, 1984), ressurge em Perdão, Mister Fiel (Jorge Oliveira, 2010); Camponeses do Araguaia (Vandré Fernandes, 2010) e Família Carvalho – retrato da resistência operária contra a ditadura (Televisão dos Trabalhadores, TVT, 2013). O debate sobre o contexto e os atores nacionais e internacionais do golpe civil-militar de 1964 é retomado em Dossiê Jango (Paulo Henrique Fontenelle, 2013), O dia que durou 21 anos (Camilo Galli Tavares, 2013), Reis e ratos (Mauro Lima, 2012), além do já citado Perdão, Mister Fiel. Personagens de direita e apoiadores do regime militar, ausentes durante muitos anos das telas, reaparecem em filmes como Cara ou coroa (Ugo Giorgetti, 2012). Na contramão das reconstituições históricas que colocam em tela um passado encerrado e intocável, surgem filmes que trabalham no entrelaçamento dos tempos e lançam luz a questões não dirimidas histórica e subjetivamente, como Corpo (Rubens Rewald e Rossana Foglia, 2008), Diário de uma busca (Flávia Castro, 2010), Hoje (Tata Amaral, 2011) e A memória que me contam (Lúcia Murat, 2012). Surge ainda um documentário como Reparação (Daniel Moreno, 2010), abertamente anti-esquerdista, que trata do caso de Orlando Lovecchio que teve uma perna amputada por uma bomba em atentado praticado por uma organização de esquerda armada. Pautando-nos em Raymond Williams e Pierre Sorlin e considerando as amplas discussões sobre as relações entre História e Memória (Halbwachs, Le Goff, Pollack, Ricoeur, Sarlo), entendemos que as obras fílmicas inscrevem-se nas disputas seletivas e interpretativas da memória social, participando da constituição de um imaginário social em constante intercâmbio com o presente. Na análise panorâmica dessa produção recente retomamos conclusões decorrentes de nossa análise prévia da produção realizada nas décadas anteriores (1979-2009) e dialogamos com as hipóteses de Marcos Napolitano (2015) sobre uma periodização do processo de construção da memória do regime militar brasileiro. Esse autor propõe que a memória hegemônica, crítica ao regime militar, construiu-se na confluência de setores liberais com setores das esquerdas, conciliação que começa a se romper numa quarta fase (2003-2014) de revisionismos ideológicos e historiográficos, na qual ressurgem explicitamente discursos defensores do regime autoritário, processo que atinge seu ápice no contexto de deposição da presidente Dilma Roussef, ex-militante da esquerda armada que lutou contra a ditadura.
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Viñetas de la memoria: Paisaje e imaginario urbano de la Ciudad de México durante el Milagro Mexicano en la historieta Los Superlocos, de Gabriel Vargas (#5337)
Laura Nallely Hernández Nieto 11 - UNAM.
Abstract:
Gabriel Vargas es uno de los historietistas más importantes de México. Dentro de su obra, retrató a las clases populares y retomó personajes de las vecindades que surgieron en el periodo posrevolucionario. En el cómic Los Superlocos fue donde consolidó un estilo que después lo llevó a crear su famosa serie La Familia Burrón. Fue ahí donde este historietista desarrolló y consolidó un estilo propio: incorporó ambientes citadinos, retomó el lenguaje utilizado todos los días en las carpas y arrabales y realizó una sátira de la sociedad de una urbe que, en la década de los cuarenta, se abrió paso a la industrialización y el desarrollo. En los años cuarenta la nación entró en una etapa de desarrollo económico llamada el "Milagro Mexicano”. Esto favoreció la industrialización del país, hecho que marcó el paso de lo rural a lo urbano. Con la migración de personas de otros estados la ciudad de México creció, entre 1940 y 1950, en más de 100%. En cuanto a los nuevos edificios, se buscaba otro tipo de arquitectura en la cual se viera reflejado este desarrollo y se diera a la capital una imagen de modernidad. La historieta Los Superlocos está clara y expresamente situada en el tiempo y el espacio de la Ciudad de México de la década de los cuarenta. En este cómic, Vargas reflejó la manera en que los ciudadanos se percibían a sí mismos ante la cambiante Ciudad de México. Según Bronislaw Baczko, el imaginario social está compuesto por un conjunto de relaciones imagéticas que actúan como memoria afectivo-social de una cultura, un substrato ideológico mantenido por la comunidad. El imaginario colectivo es el crisol en el cual los conglomerados humanos proyectan sus aspiraciones, debilidades y expectativas, a través de estos mismos, se define la urbe como concepto e infraestructura simbólica. Aunque la historieta es un producto de la ficción, Gabriel Vargas es sensible al cambio en la ciudad y la rápida urbanización de la década, hecho que se ve reflejado en Los Superlocos, producto cultural para un gran público. El cómic con su discurso léxico visual, a la vez de poder tener un valor estético, posee un valor de documento histórico. Este trabajo es una reflexión sobre la relación entre el sujeto y su imaginario acerca de la ciudad que habita.
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De la señalización a la constitución del Espacio Municipal de Memoria. Primeras aproximaciones al proceso del ex Centro Clandestino de detención y exterminio, “El Infierno” en la Ciudad de Avellaneda. (#0324)
Cristina Ines Bettanin 1; Julieta Bartoletti
21 - UNDAV/UNPAZ. 2 - UNDAV/UBA.
Abstract:
En el mes de marzo de 2015 se señalizó mediante un acto oficial el ex centro Clandestino de detención y exterminio “El Infierno”, situado en la calle 12 de Octubre 234, de la localidad de Avellaneda. Un año después, en el marco del 40° aniversario del golpe de Estado, la comisaría quedó desafectada oficialmente del lugar y se inauguró el “Espacio Municipal de la Memoria y Promoción de Derechos Humanos de Avellaneda”. Actualmente se desarrollan en el espacio diversas expresiones culturales como ciclo de cine, de teatro, a la vez que promueven actividades por los Derechos Humanos. En el presente trabajo se presentarán reflexiones en torno a los procesos políticos-institucionales que configuraron el marco para que se señalice y se avance en la conformación del sitio de memoria, atendiendo a las relaciones entre los diversos actores que participaron en su conformación y sus discursos. Esto avances de investigación se enmarca dentro de un proyecto de investigación en curso acerca de las marcas territoriales de memoria sobre el terrorismo de Estado en la Ciudad de Avellaneda. Palabras Claves: Marcas territoriales, sitio de memoria, Avellaneda
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De los vecinos y la memoria. La institucionalización de un ‘ex’ Centro Clandestino de Detención (CCD) como sitio de memoria. (#1731)
María Belén Olmos 11 - IIGG-UBA/CONICET.
Abstract:
Centrada en el análisis respecto del proceso de institucionalización de un ‘ex’ Centro Clandestino de Detención (CCD) como Sitio de Memoria, la ponencia que presentamos atiende a un doble objetivo. Por un lado, a dar cuenta del contexto socio-histórico y memorial que opera como condición de posibilidad de emergencia de sitios de memoria en ‘ex’ CCD; y por otro, dar cuenta del contexto específico de mi objeto de estudio: el ‘ex’ CCD “Virrey Cevallos” ubicado en el barrio de Monserrat de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. Por las características propias del proceso de ‘recuperación’ de “Virrey Cevallos”, centraremos la atención en “los vecinos” como sujetos que desarrollan la acción “recuperadora” del espacio. Para este último análisis, partiremos de la hipótesis que señala que el proceso de “territorialización de las memorias” supuso la articulación entre “vecinos”, como sujetos de proximidad, y los “emprendedores de memoria”, como aquellos que desarrollaban acciones en torno a la construcción de recuerdo acerca de nuestro pasado reciente. Para ello, me centraré en el trabajo con entrevistas a vecinos militantes de “Vecinos de San Cristóbal contra la Impunidad” y a vecinos no agrupados que protagonizaron la lucha por la expropiación del ‘ex’ CCD en el barrio.
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Memorias locales sobre el Sitio de Memoria "Virey Cevallos" (CABA, Argentina). Experiencias, recuerdos y nominaciones de vecinos/as acerca de lo invisible/inaudible/imperceptible (#2504)
Eliana Lijterman 1; Magdalena Oesterheld
21 - Instituto de Investigaciones Gino Germani, Facultad de Ciencias Sociales, UBA. 2 - Espacio para la Memoria y la Promoción de DDHH ; Facultad de Filosofía y Letras (UBA).
Abstract:
La siguiente ponencia es producto del análisis de un trabajo de extensión universitaria iniciado en el 2016 dedicado a explorar las memorias locales en torno al Sitio de Memoria “Virrey Cevallos” ex Centro Clandestino de Detención, Tortura y Exterminio (CCDTyE) que funcionó, en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires durante la última dictadura cívico-militar argentina. Retomando a Calveiro (2008) entendemos a los CCDTyE como una nueva modalidad represiva que implicó el secuestro, la desaparición y la tortura como metodología y fue “campo de prueba de una sociedad ordenada, controlada y sobre todo, aterrada” (Calveiro, 2008:50). Desde esta perspectiva el “poder desaparecedor”, como dispositivo disciplinario, es pensado no sólo desde los efectos que tuvo en las personas secuestradas, sino en la sociedad toda. Estas ideas nos llevaron a repensar el Terrorismo de Estado y, específicamente, los límites/fronteras de los CCDTyE. Decidimos entonces acercarnos de forma extensiva a los/as vecinos/as más próximos al Sitio mediante una encuesta, buscando rescatar las formas de nominación de “Virrey Cevallos” y los sentidos asociados a su funcionamiento como CCDTyE y como espacio para la memoria. A partir de ella realizamos un contacto posterior con algunos/as vecinos/as seleccionados en virtud de su experiencia con “Virrey Cevallos” y sus memorias respecto de los usos del espacio, sobre todo, de su funcionamiento como CCDTyE. Con ellos/as hicimos nuestras primeras entrevistas en profundidad. A partir de este material y de la consideración de que el estudio de los testimonios recogidos nos permite realizar un acercamiento a los imaginarios que operan en la construcción social de la memoria, en esta ponencia, nos centramos en un primer eje extraído del análisis de nuestra “experiencia piloto” en el campo. El material producido pone de relieve una percepción generalizada de una trama de violencia política a nivel local y cotidiano. La violencia emerge como una trama de relaciones que dominaba las interacciones cotidianas de los/as vecinos/as: sus vínculos mutuos, con organizaciones e instituciones, con el territorio. La vigilancia de las fuerzas de seguridad, los hechos armados, detenciones en la vía pública, requisas, aparecen como eventos naturalizados en una dinámica cotidiana atravesada por la violencia política y el terrorismo de Estado. A contrapelo de esta percepción, el genocidio del cual “Virrey Cevallos” fue un eslabón está marcado por la invisibilidad y el silencio. El relato de los/as vecinos/as está plagado de referencias a la invisibilización del funcionamiento del espacio, lo cual emerge en formas de referencia al mismo de carácter indefinido en sus discursos presentes (“lo”, “eso”, “ahí”, “esto”). Estas primeras observaciones nos llevaron a preguntarnos ¿De qué modo se cruzan e intersectan en los relatos las percepciones de violencia política con el funcionamiento casi invisible, silencioso, imperceptible de Virrey Cevallos como CCDTyE? En este primer acercamiento nos adentramos en dicha pregunta proponiendo hipótesis interpretativas que continuaremos explorando en nuestro trabajo de campo.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Levantamiento y sistematización de datos acerca de los Museos de la Memoria en la América Latina y Anglosajona (#4357)
Ruan Lombardy Medeiros 1; Maria Leticia Mazzucchi Ferreira
11 - Universidade Federal de Pelotas.
Abstract:
És possible indicar en los últimos veinte años un proceso de reivindicación por lo derecho a memoria y la lucha por la verdad frente a violaciones sistemáticas de los derechos humanos, principalmente en América Latina. Este estudio explora lo llamados Museos de Memoria, tratando de comprender: los procesos de la reconstrucción del pasado, las experiencias traumáticas vividas, las reparaciones simbólicas y los espacios que abrigaban el sufrimiento de las víctimas. Los informes de los momentos de extrema violencia y el miedo se narran en el presente, en condiciones que buscan promover la escucha, convirtiendo el narrador en una fuente oral y una declaración en un pasado que quiere reportar, en el sentido discutido por Elizabeth Jelin. Estos museos componen un proyecto político de recuperación de la memoria, ellos traen el doble papel de desvelar el pasado y actuar como concientizadores de los sujetos del presente. Para entender los museos debe se analizar desde las instalaciones de Museología, es decir, la compleja relación del hombre frente a la realidad de que selecciona fragmentos, huellas dactilares, de volver a colocarlas en una nueva realidad y haciendo uso de acuerdo con sus necesidades. Siendo así, lo objetivo es analizar los elementos discursivos y dispositivos museográficos que son dirigidos para traducir la experiencia de fuerte impacto emocional bien como las que se presentan en la tipología de los museos. Se acercó como un fenómeno, el Museo construye posibles discursos sobre el pasado a través de esta elección bienes patrimoniales. Esta hipótesis, sin embargo, parece estar en suspenso cuando los bienes a los que nos referimos son los rastros y evidencias de un pasado gobernado por el sufrimiento. Es en este sentido que este proyecto está orientado, es decir, para tratar de comprender, a través de un estudio de la recepción, esta relación (establecido o no) al público con referencias expográficas construidas en los museos centrados en la experiencia del dolor.
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Manifestaciones conmemorativas en el espacio público de Santiago: memorialización y derechos ciudadanos en el Chile Post-dictatorial (#4415)
Roberto Fernández Droguett 11 - Universidad de Chile.
Abstract:
En su condición de principal espacio público de la Nación, el Barrio Cívico del centro de Santiago de Chile ha sido objeto de diferentes acciones de memorialización a lo largo de la historia, es decir de formas de inscripción del pasado en el presente, tanto a través de la construcción de entidades materiales de carácter simbólico como estatuas, monumentos, memoriales, y placas conmemorativas, como por medio de la realización de acciones conmemorativas como ceremonias, actos y celebraciones. En los últimos 26 años el proceso de recuperación de la democracia permitió que se desplegaran en el espacio público diversas memorializaciones que recuerdan la violencia de la dictadura cívico-militar (1973-1990). Junto al recuerdo de las violaciones a los derechos humanos, el centro de Santiago también ha sido escenario para otro tipo de memorializaciones que recuerdan otras violencias o que buscan denunciar situaciones históricas de discriminación e invisibilización. Se trata de las conmemoraciones del Día Internacional de la Mujer, el Día Internacional del Trabajador, el Día del Orgullo Gay y la marcha contra-conmemorativa del 12 de Octubre, que expresan el impulso activo y la voluntad de incidencia política de la memorialización, la cual puede concebirse como una forma específica de ocupación política del espacio público. En ellas la construcción de una memoria particular forma parte de un ejercicio de ciudadanía activista, donde la adquisición y/o defensa de determinados derechos son el resultado de la acción colectiva más que de la mera pertenencia al Estado-Nación. De esta manera entenderemos que lo que ponen en juego tanto la conmemoración del 11 de septiembre con motivo del Golpe de Estado, como las otras conmemoraciones mencionadas, es la obtención, defensa o ampliación de derechos, lo que también implica eventualmente promover transformaciones sociales. La comprensión de las conmemoraciones en su dimensión memorial y política permite valorar la capacidad transformadora de la memoria en sus usos públicos, es por ello que el objetivo de esta ponencia es dar cuenta de cómo se han desarrollado estas manifestaciones conmemorativas desde el regreso a la democracia hasta la actualidad, cuales son las memorias colectivas que éstas inscriben en el espacio público, y cómo estas se vinculan con demandas y reivindicaciones en torno a los derechos ciudadanos de los sujetos que se manifiestan. La incorporación del estudio de conmemoraciones distintas a las referidas a las violencia política de la dictadura pretende constituir un aporte al campo de estudios de la memoria, ampliando su marco temporal, el tipo de actores involucrados y las temáticas que se abordan, lo que revela una articulación entre la dimensión propiamente conmemorativa de estas manifestaciones con aspectos relacionados a la protesta política contingente y la reivindicación de derechos ciudadanos.
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(Re)encenando o popular: narrativas sobre a cultura brasileira em uma exposição (#6650)
Yasmin Fabris 1; Ronaldo de Oliveira Corrêa
11 - Universidade Federal do Paraná.
Abstract:
Interpretamos, apoiados em Gonçalves (2004), os museus como espaços que dramatizam, em suas exposições, concepções modernas e ocidentais sobre a cultura. Algumas dessas instituições, em especial as vinculadas aos projetos de identidade nacional ou de um argumento ligado ao Estado, em geral, são espaços de pouca, ou quase nenhuma, abertura para a diversidade de discursos existentes sobre as memórias dos eventos vividos e compartilhados por outros grupos ou minorias. As exposições, entendidas como o canal de comunicação entre os museus e as comunidades (CURY, 2005), estruturam discursos sobre sujeitos, práticas sociais, identidades e formas de estar no mundo. Deste modo, pretendemos compreender como os museus (re)constroem e (re)encenam narrativas sobre as identidades brasileiras. Para tanto, analisaremos os discursos agenciados pelo Pavilhão das Culturas Brasileiras, museu que pretende, segundo seu projeto conceitual, apresentar ao público as diferentes práticas materiais e imateriais que convivem no país, destacando, dentre todas as manifestações brasileiras, aquelas com menor visibilidade institucional. Temos por objetivo compreender como a exposição que inaugurou o museu, denominada Puras Misturas, construiu relações simbólicas que enunciaram argumentos sobre o imaginário nacional do país. Por material, utilizamos as narrativas dos sujeitos que atuaram na mostra inaugural, em especial os(as) profissionais envolvidos na curadoria, e documentos que apresentam o projeto conceitual do museu e da Puras Misturas. A metodologia utilizada baseia-se no cruzamento entre a materialidade da exposição, visitada pela reconstrução da mostra, e as intencionalidades dos sujeitos envolvidos no projeto, acessadas por meio de entrevistas. Subjacente à análise, propomos o estudo da cultura material como forma de compreender as relações estruturadas pelos artefatos na arena expositiva. Por fim, demonstraremos que a exposição atualizou, por meio da organização dos objetos e dos conteúdos expostos, narrativas sobre os valores que atravessam a vida social. Essas instituições, que tem como enfoque construir discursos sobre culturas, atualizam e reencenam o debate sobre o popular como meio para reificação nacional, atualizando, também, as narrativas que tratam da miscigenação e da mestiçagem.
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Revistas e Publicidade: as representações das mulheres no Brasil na década de 1950. (#4067)
Paola Borges 11 - Unicamp.
Abstract:
A presente apresentação tem como objetivo analisar a construção das imagens das mulheres como um grupo homogêneo no Brasil na década de 1950. Pretende-se, a partir de representações feitas para elas em discursos, entrevistas e publicidades presentes em duas revistas de grande sucesso no país, a Revista do Rádio e a revista O Cruzeiro, compreender como ao mesmo tempo em que elas se consolidavam como um agente de consumo no país, suas funções eram limitadas a partir dessas representações a aspectos ligados à manutenção da família, do casamento e ao cuidado dos filhos. Tal período significou para o país um momento de consolidação de sua industrialização, de vinda de indústrias e produtos norte-americanos para o Brasil, de aumento no processo de urbanização e também de ida cada vez maior de mulheres para o mercado de trabalho. Tais transformações haviam sido comandadas, no entanto, por grupos que não almejavam grandes mudanças estruturais no país, mas sim manter-se como elite econômica e política. Para isso, era necessário que a população como um todo seguisse controlada em seus anseios e desejos por mudanças. Com o caso feminino não foi diferente, já que mesmo passando a ter relevância em seus meios de lazer, como as publicações citadas, as representações, construídas em torno de um dever ser para as mulheres, limitavam suas participações sociais à esfera privada do lar e da família, instituição que tais grupos desejavam preservar. Desta forma, procura-se nesse momento, compreender o lugar destinado às mulheres, dentro desse contexto, por esses veículos de comunicação nessa sociedade que se transformava.
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Violências contra mulheres: experiências e aprendizagens a partir de diferentes narrativas (#7144)
Telma Durães 1; Valéria Queiroz
1; Uianã Cruvinel
1;
Thaysa Rodrigues
11 - UFG.
Abstract:
O presente artigo configura resultados parciais de três pesquisas que estão sendo realizadas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Goiá.s A intenção é refletir sobre experiências de mulheres, que vivenciaram situações de violências, a partir de suas próprias narrativas para tentar entender como elas significam as teias que entrelaçam novas experiências de vida e sentimentos formatados no cotidiano. O enfoque será dado a três formas de violências sofridas por mulheres situadas em determinado contexto territorial e que traz, em suas biografias pessoais, expressões de classe e raça. São latino-americanas, oriundas das camadas populares da população e não brancas. Mulheres submetidas à violência simbólica por seus ou suas companheiros(as); imigrantes que realizam trabalho doméstico em países do norte; e mulheres encarceradas por envolvimento ao tráfico de drogas. Compreender a história de vida e as experiências vividas, por essas mulheres, por meio de suas próprias falas, implica considerar não apenas a entrevista transcrita como também acercar-se às suas emoções e sensibilidades. Emoções e valores não se desvinculam. As expressões emocionais como, por exemplo, medo, tristeza, alegria, entre outras, implicam julgamento de valor por parte das pessoas. Neste sentido, as experiências emocionais dos seres humanos contribuem, por um lado, para a compreensão da realidade social onde estão inseridos e, por outro, para entender suas percepções acerca do mundo social. As percepções sobre as emoções e as formas de enfrentá-las estão inscritas em relações sociais e, portanto, históricas. Soma-se a esta opção metodológica alguns recortes teóricos que contribuem para um melhor entendimento do tema. Pierre Bourdieu, com o conceito de Poder Simbólico, permite desvelar situações de violência que são naturalizadas pela sociedade, todavia lhe escapa a exatidão ao imputar ao dominado a cumplicidade da dominação. No que tange à dominação e opressão das mulheres os estudos feministas vem desvendando e desnaturalizando seus processos constituintes e de permanência, o que demonstra a ação transformadora do dominado, não sua cumplicidade. Por sua vez, a vinculação do trabalho doméstico às mulheres é resultado da concepção de que as mesmas são as principais responsáveis pelo cuidado dos outros familiares, entendendo-o como parte de seus atributos ligados à feminilidade ou de características naturais. Um processo de subjetivação que lança mão de incentivos e interdições, visibilidades e invisibilidades, cujo resultado é a pertença do indivíduo às futuras profissões. A atribuição de profissões que envolvem o cuidado com o outro às mulheres diz respeito à divisão sexual do trabalho, conceito elaborado por Danièle Kergoat. Com relação às mulheres encarcerada, o foco recai sobre como elas percebem as influências da afetividade na inserção no mundo violento da criminalidade. Entre uma diversidade de autores, que lidam com de sentimentos, afetividades e emoções optamos por trazer algumas pistas importantes, oferecidas por Norbert Elias, Arlie Hochschild e Alison Jaggar.
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Masculinidades no hegemónicas en el Chile contemporáneo. (#8954)
Rodrigo Andrés Azócar González 11 - Universidad Autónoma de Chile.
Abstract:
EN LOS ÚLTIMOS VEINTE AÑOS EN CHILE, HA PROLIFERADO EL INTERÉS POR LOS ESTUDIOS SOBRE MASCULINIDADES, DENTRO DE LOS CUALES, HAY ESPACIO PARA LA DISCUSIÓN SOBRE GÉNERO Y SEXUALIDADES MASCULINAS. ESTOS ESTUDIOS HAN GENERADO INTERESANTES VÍNCULOS INTERPRETATIVOS CON EVENTOS HISTÓRICOS LOCALES, EN ESTE CASO, EL GOLPE DE ESTADO DE 1973.ES LA MAGNITUD DE UN EVENTO HISTÓRICO-SOCIAL PARTICULAR DE LA HISTORIA DE CHILE EL CUAL CONVOCA A GENERAR DISCUSIÓN Y REFLEXIÓN, ESTANDO EN ÍNTIMA RELACIÓN CON LA VISIÓN DE EXPERIENCIA BIOGRÁFICA DE CADA SUJETO. PARA ESTE TRABAJO, LA DICTADURA MILITAR COMO COMPLEJO DISPOSITIVO SOCIAL, CULTURAL Y ECONÓMICO, TRANSFORMÓ LA MATRIZ DE APRENDIZAJE Y RELACIONES DE LOS CHILENOS, A TRAVÉS DEL MIEDO Y EL TERROR, OPERANDO EL PODER COMO ESTRATEGIA DE AMEDRENTAMIENTO Y ADOCTRINAMIENTO. LA DICTADURA SE VISTIÓ DE LAS ROPAS DEL CONSERVADURISMO EN LO SOCIAL, PARA DARLE RIENDA SUELTA A LA MAYOR LIBERTAD DE MERCADO PRESENCIADA POR EL MUNDO HASTA ESE MOMENTO, TRANSFORMÁNDOSE EN EL LABORATORIO NEO-LIBERAL MUNDIAL, ESPACIO DE ENSAYOS DE LA DOCTRINA ECONÓMICA DE MILTON FRIEDMAN. ESTAS CARACTERÍSTICAS SON PERCIBIDAS POR JÓVENES QUE SE IDENTIFICAN CON UNA SEXUALIDAD NO HEGEMÓNICA, Y QUE REFLEXIONAN EN TORNO A LA HISTORIA RECIENTE DEL PAÍS Y SU PROPIA CONFIGURACIÓN DE GÉNERO. COMPARTEN SUS RELATOS DE VIDA QUE DAN CUENTA DE ESA TENSIÓN, Y ORGANIZAN ESTRUCTURAS INNOVADORAS PARA COMPRENDER CÓMO EL PASADO NOS DETERMINA EL PRESENTE.
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Sanar la memoria de la violación sexual genocida entre mujeres para rehabitar el cuerpo, la vida, y la comunidad (#6608)
Amandine Fulchiron 11 - UNAM y Actoras de cambio.
Abstract:
Esta ponencia es producto de la investigación/acción participativa llevada a cabo del 2005 al 2009 en el marco del proceso político y social impulsado por “Actoras de Cambio”(1) junto con 54 mujeres mayas de cuatro grupos étnicos distintos -Q’eqchi’, Mam, Chuj, y Kaqchikel- sobrevivientes de violación sexual durante el conflicto armado interno en Guatemala (1960-1996). En él analizo el uso sistemático y masivo de la violación sexual contra las mujeres mayas dentro del marco de la política contrainsurgente en Guatemala, nombrándolo y denunciándolo como feminicidio y genocidio; evidencio cómo la violación sexual fue utilizada por el Estado para destruir la continuidad biológica, social y cultural del pueblo maya a través del cuerpo de las mujeres. Además, demuestro la centralidad e intencionalidad política de la violación sexual para someter y masacrar a las mujeres. El trabajo se estructuró con base en una epistemología feminista articulada con la de la cosmovisión maya. Ello implicó poner en el centro de la investigación voces y experiencias silenciadas por la visión androcéntrica, racista y colonial del mundo. Requirió, además, una voluntad colectiva de desvelar cómo se imbrican y sintetizan los diferentes sistemas de opresión en el cuerpo de mujeres mayas. Esta investigación da cuenta de una experiencia concreta y colectiva de recuperación de memoria y sanación entre mujeres mayas, mestizas y europeas, que ha posibilitado rehabitar el cuerpo, la vida y la comunidad después de la violación sexual genocida desde un nuevo lugar justo, digno y libre para las mujeres. (1). Colectiva feminista de Guatemala integrada por mujeres mayas, mestizas y europeas, que nació en el 2004 para romper el silencio, hacer memoria y sanar la violación sexual sistemática y masivamente cometida contra las mujeres mayas durante la guerra en Guatemala.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y género |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Mujeres y Exilios Políticos en los ´70 (#7428)
María Isabel Burgos Fonseca 11 - Facultad de Trabajo Social UNLP.
Abstract:
En los relatos sobre exilios políticos latinoamericanos ocurridos durante las últimas dictaduras militares del Cono Sur en los años 70, nos encontramos con ausencias, una de ellas tiene que ver con la voz de las mujeres en el exilio, es decir, la relación de las mujeres con este complejo y violento proceso transitado por ellas, para comprender aquellas trayectorias políticas que fueron incursionadas en circunstancias particulares, como lo fue la adscripción a movimientos de mujeres, lesbianas y feministas, militancias originadas en los países de refugio y consecuencia directa del exilio. Este trabajo tiene como objetivo describir los antecedentes políticos de aquellas mujeres militantes de organizaciones que salieron al exilio en los países pertenecientes a Argentina, Chile y Uruguay. Rescatar trayectorias, relatos, historias de vida y representaciones en clave de género para poder dar visibilidad sobre un fenómeno poco estudiado en la historiografía y memoria reciente, pero que sin duda conocemos a partir de sus multiplicadores efectos , es decir, investigar el origen y antecedente del feminismo latinoamericano caracterizado en la década de los ´80, como una consecuencia y efecto de solución de compromiso, de gran parte de la militancia de mujeres pos dictaduras militares y retornadas del exilio.También se tendrá como propósito en este trabajo incluir algunos relatos y representaciones de lo que se denomina segunda generación de mujeres en el exilio a saber las hijas del exilio, a los efectos de establecer diferencias y similitudes respecto del fenómeno político del exilio y de la condición de género, en relación a este proceso. La metodología es el registro etnográfico, historia oral, documentación historiográfica, entrevistas directas e indirectas, registros varios y se trabajará con el marco teórico de Joan Scott, Judith Butler, Hanna Arendt, Gayatri Spivak y Michel Foucault entre otros.
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y género |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 03 |
Mulheres indígenas e protagonismo étnico em Altamira/PA no contexto da UHE Belo Monte (#4900)
Francilene Parente 11 - UFPA.
Abstract:
Desde o século XVII há relatos de viajantes e missionários que indicam que os povos Xipaya e Kuruaya sofreram uma série de situações sociais que os obrigou à dispersão pelo território Xingu. Estes relatos colocam os povos indígenas acima citados numa condição de passividade no contexto histórico, como vítimas das ações de agentes externos, com atuações interpretadas única e exclusivamente como reações e não como ação frente às diferentes investidas de dominação. Entretanto, desde os anos 90, os povos indígenas Xipaya e Kuruaya que conquistaram espaços públicos vêm oferecendo narrativas que contestam a explicação registrada historicamente sobre sua “chegada” à cidade e ressignificando fatos compreendidos de forma unilateral. Para tanto, reflete-se sobre a construção das identidades dos povos Xipaya Kuruaya a partir das narrativas orais e escritas de indígenas, especialmente das mulheres mais velhas, que se constituíram, ao longo do tempo, como as guardiãs da memória coletiva acionada a história por estes povos, e que aglutina os sujeitos em torno da identidade étnica. Em meio a narrativas plurais, o casamento entre si e com não indígenas e a migração pelo território, incluindo a área urbana do município de Altamira/PA, foram acionados como parte do leque de estratégias de resistência aos massacres interétnicos e em busca de políticas públicas. Na “cidade”, local considerado parte do território de seus povos, passaram a ocupar os lugares marginalizados pela sociedade envolvente, em postos de trabalho manuais, especialmente as mulheres, que cuidavam da casa e da família e desenvolviam atividades domésticas para não indígenas. Essa condição, por sua vez, foi tomada como tática para a manutenção da etnicidade no âmbito familiar e o protagonismo das mulheres na mobilização política dos indígenas que vivem na cidade e no território do Médio Xingu. A agência e a luta das mulheres indígenas ganharam maior visibilidade a partir do acesso de indígenas ao ensino superior via políticas afirmativas na Universidade Federal do Pará, a partir do ano de 2010, onde essas memórias passaram a compor os registros das histórias de grupos xipaya e kuruaya, num processo contínuo de desvelamento das histórias universais e homogeneizantes sobre os povos indígenas no Xingu, emblemática das lutas pelo reconhecimento étnico na área urbana de Altamira no contexto da Usina Hidroelétrica (UHE) Belo Monte, campo de disputas sociais e coletivas.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y conflictos armados-violencias |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 04 |
Escenarios de construcción paz en Colombia: Experiencias significativas de reconstruccion de memoria y de trasformación social (#0081)
Dalis Del Pilar Sierra Polanco1; Ricardo Briseño Ayala
11 - Corporacion Universitaria Republicana.
Abstract:
El presente proyecto realiza una recopilación de escenarios significativos que han venido aportando a la construcción de paz. La cual, va más allá de la ausencia de un conflicto armado y se encamina a la superación de inequidades y a la instauración de una justicia social, desde una perspectiva de cultura de paz, la cual, ha sido desarrollado por las Naciones Unidas en la resolución A/52/13 de 1998, como todos aquellos “valores, actitudes y comportamientos que rechazan la violencia y previenen los conflictos tratando de atacar sus causas para solucionar los problemas mediante el diálogo y la negociación entre las personas, los grupos y las naciones”. Por lo tanto, la Cultura de Paz, se puede entender como una serie de acciones continuas que pueden ejercer diferentes actores sociales a nivel local, nacional e internacional. Por tal razón, se apuesta a un ejercicio de cultura de paz, mediante un compromiso académico por la reflexión crítica y continua de los diferentes sujetos sociales, para reivindicación y visibilización de escenarios de paz; lo cuales son todas aquellas acciones de practica social que movilizan a los actores sociales para la construcción de paz y que recupera su memoria, experiencia y subjetividad. Estos escenarios se caracterizan, por ser acciones organizadas desde la intervención o investigación social, en comunidades específicas a nivel local en Colombia que se han se distinguido por desarrollar acciones encaminadas a la trasformación social desde una acción de cultura de paz en sus comunidades, reconstruyendo y construyendo memoria, como forma de reivindicación; las cuales, se sistematizan desde categorías comunes y propuestas que permitan la continuidad y sostenibilidad de los procesos en el marco de un posible acuerdo de paz.
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Resistir y recordar; denunciar y reparar. Estrategias de las mujeres colombianas para afrontar la violencia sociopolítica (1997-2005) (#0583)
Yolima Bedoya González 11 - Universidad de Antioquia.
Abstract:
Esta ponencia reflexiona sobre la manera como las mujeres resistieron a las tácticas de guerra impuesta por los grupos armados legales e ilegales en Medellín y Barrancabermeja en un período en que el conflicto sociopolítico se trasladó del territorio rural al urbano. Estas dos ciudades por su importancia geoestratégica se convirtieron en objetivo militar y político para los diferentes frentes guerrilleros, bloques de autodefensas, grupos de delincuencia común y fuerzas armadas estatales que tenían presencia en Colombia. La implicación de la sociedad civil en los enfrentamientos y el lugar dado al cuerpo de la mujer como medio para materializar los vejámenes de la guerra y lastimar al enemigo, fueron formas como se manifestó la degradación del conflicto en estas ciudades. Ante la barbarie de la violencia, las mujeres desde sus fortalezas individuales y colectivas y apoyadas en lo simbólico, asignaron un valor fundamental a la reconstrucción de la memoria, a los actos de resistencia y de reparación que les permitieron construir lazos de solidaridad, establecer estrategias de defensa y protección ante los grupos armados para ellas y su entorno familiar, denunciar las continuas violaciones a los derechos humanos y al derecho internacional humanitario y visibilizar la crítica situación de guerra ante la comunidad nacional e internacional. Por estas búsquedas muchas se convirtieron en líderes reconocidas pero también fueron objetivo militar, algunas debieron huir y otras perdieron a un ser querido o su propia vida. En concreto, se busca reflexionar sobre cómo las mujeres afrontaron las múltiples formas de violencia derivadas de la dinámica impuesta por los actores armados legales e ilegales, con base en las propias voces de las protagonistas a través de entrevistas y otras fuentes documentales como revisión de prensa, informes y documentos institucionales. Apoyada en los conceptos de memoria, resistencia, violencia urbana y violencias de género discutidos ampliamente desde las Ciencias Sociales y desde la Sociología en particular, se busca compartir algunas de las acciones emprendidas por las mujeres ya fuera de manera individual o colectiva y la huella que estas experiencias tuvieron para permitirles resistir, para evitar el olvido y la impunidad, para ser una voz de denuncia y hasta para poner en jaque la estrategia militar y de control impuesta por los grupos armados. Los hechos de guerra emprendidos por los armados y las múltiples respuestas no violentas asumidas por colectivos de mujeres en Medellín y Barrancabermeja se convierten en una clave de lectura académica para acercarse al estudio del conflicto sociopolítico y su impacto en Colombia en su historia más reciente.
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Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 04 |
Yo Soy Cuerpos Gramaticales. Una acción colectiva de memoria en la Comuna 13 de Medellín (#1915)
Vanessa Navarro 11 - Universidad de Antioquia.
Abstract:
Este trabajo expone los sentidos individuales y colectivos de Cuerpos Gramaticales como una acción colectiva de memoria que propone remover mediante el arte las violencias históricas derivadas del conflicto armado en Colombia, particularmente las vividas por los habitantes de la Comuna 13 de Medellín. En este orden se acude al performance como camino para exorcizar el dolor de manera individual y colectiva: en forma de ritual las personas siembran sus cuerpos humanos como semillas que en el contacto con la tierra pueden dejar sufrimientos agudos, mientras el dolor les atraviesa física y simbólicamente la existencia para permitir que un nuevo ser surja; así se busca proyectar el cuerpo como un lugar de resistencia que si bien guarda las huellas históricas de la confrontación bélica colombiana, tiene la capacidad de sanar el desconsuelo de la guerra mediante la catarsis “con el sentir de la tierra”. Durante tres años consecutivos, cada 16 de octubre, en conmemoración a la Operación Orión y los hechos desplegados por las otras operaciones militares instauradas en el territorio, la acción ha tenido lugar en diferentes espacios liderados por el colectivo AgroArte, pero también ha contado con incidencia y participación de otras organizaciones de la región y el país que ven representadas sus luchas en los objetivos que direcciona la acción, pues si bien ésta pone especial ahínco en el escenario de la desaparición forzada y La Escombrera, como lugar de impunidad donde se presume que están los cuerpos de cerca de trescientas personas desaparecidas; no deja por fuera la reclamación que otras víctimas presentan frente al atropello de sus derechos y degradación sistemática de la vida como parte de las violencias que surcan el territorio y la trayectoria nacional. Se registra así una recopilación detallada de la preparación y puesta en marcha de la acción, especialmente de su tercera versión en el año 2016, se explora mediante el proceso de construcción de subjetividades políticas, y se discuten sus alcances frente a las demandas sociales que suscita el conflicto armado en el territorio. Finalmente, es importante rescatar el aporte a nivel metodológico en la forma de abordar los espacios vinculantes de la acción colectiva y los sujetos inmersos en la misma, pues se reconoce la validez de la experiencia sensible de estos a través de relatos personales que admiten narrar el contexto desde una óptica alternativa a la exposición científica tradicional, posibilitando la enunciación de la memoria desde otros sentidos.
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Memoria individual y colectiva: Relatos en torno al conflicto armado y la reinserción a la vida civil en Nuevo Horizonte, Guatemala. (#2037)
Aurelio Fernando Valencia Castaños 11 - Flacso Ecuador.
Abstract:
El conflicto armado en Guatemala terminó por la vía política en diciembre de 1996. La firma de los Acuerdos de paz representa un punto de quiebre que marca un antes y un después en el devenir histórico de la sociedad guatemalteca. De ahí que sea posible pensar su historia reciente a partir de dos grandes momentos: el conflicto armado y la democratización del país. El conflicto armado (1960-1996) se caracterizó por el cierre de espacios políticos, por la consolidación del anticomunismo como discurso y por la militarización del aparato burocrático. Como resultado se exacerbó el uso de la violencia como estrategia para conservar el poder político y económico en pocas manos, agudizándose así las desigualdades estructurales existentes. Como respuesta surgieron organizaciones político-militar integradas inicialmente por cuadros militares de corte nacionalista y miembros del partido comunista. Años más tarde, sus filas serían engrosadas por campesinos. La democratización del país no llegó acompañado de la tan ansiada paz, las manifestaciones de violencia pasaron de estar centradas en el binomio Estado-Guerrilla, a la esfera cotidiana, quedando pendiente hasta la fecha la titánica tarea de construir una paz sólida. Así también, este segundo momento vino acompañado de una serie de procesos relacionados a la producción de memorias en torno al pasado, condición que motivó una fuerte pugna en el campo de lo simbólico entre múltiples relatos en virtud de obtener visibilidad y reconocimiento. En esta escenario de reordenamiento político, un grupo de combatientes desmovilizados de las Fuerzas Armadas Rebeldes (FAR) y sus familias, conformaron en 1998 la Cooperativa Integral Agrícola Nuevo Horizonte. A raíz de esta opción para reinsertarse a la vida civil, la recuperación de la memoria del pasado inmediato cobró especial sentido ante la necesidad de construir y apuntalar la identidad colectiva de la comunidad que comenzaba a construirse. Para dicho emprendimiento se tomaron prestados del pasado valores, ideologías y miradas para re significarlas y así posibilitar la proyección un futuro. Esta acción devino en la construcción de una serie prácticas de rememoración insertas en la búsqueda de reconocimiento tanto al interior de la comunidad, como al exterior de la misma. Una de las estrategias de construcción de memoria, ha sido la conservación y disposición de “fotografías históricas” en colecciones comunitarias y personales. Tanto el museo de la Cooperativa como los archivos personales de los cooperativistas, sitúan a la fotografía como evidencia y pretexto para catalizar recuerdos. La riqueza de los sentidos que estas narrativas construyen en la vida social de la comunidad, permite problematizar la relación existente entre la individualidad y colectividad de la memoria y de sus usos políticos. Consolidando una reflexión clave que contribuye a romper con nociones abarcadores y relatos absolutos.
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Desaparecimento forçado na América Latina: um crime contínuo e atual – o caso dos 43 estudantes de Ayotzinapa (#2925)
Natascha Enrich De Castro 11 - UFF.
Abstract:
Pensar a América Latina dos desaparecidos tem sido um árduo trabalho de resgate de memórias das últimas décadas do século XX. O desaparecimento forçado como estratégia das ditaduras militares contra opositores políticos representou a face mais perversa deste período no continente – dada a contínua disputa pela verdade e pela justiça. Contudo, esta grave violação aos direitos humanos, perpetrada pelos Estados, segue recorrente na América Latina democrática evidenciando uma ferida aberta. Analisar as narrativas baseadas na memória sobre o desaparecimento forçado, em específico, o caso dos 43 estudantes normalistas de Ayotzinapa, no México, é objetivo desta pesquisa. A centralidade do Estado como perpetuador das agressões e responsável pelo aparato da força é encarada a partir de uma análise histórica. Na América Latina, o desaparecimento forçado parece ter origens enraizadas em sua formação. É possível identificar o desaparecimento servindo como base do processo de colonização dos povos, de ocupação dos territórios e de exploração das riquezas. A herança dos tempos coloniais é comumente memorada a partir da violência dos colonizadores que articularam suas ações oscilando entre a destruição física, material, cultural e humana das populações nativas e a incorporação, cooptação e assimilação dessas mesmas comunidades. O núcleo principal da lógica que sustenta colonialidade/modernidade (QUIJANO, 2010) é a concepção humana que aponta a inferiores e superiores, irracionais e racionais, primitivos e civilizados. A divisão do pensamento abissal (SANTOS, 2010) e a formação da modernidade/colonialidade parecem estar relacionadas e fundamentam a ideia e criação da América Latina. Mignolo (2007) aponta a importância da palavra, do idioma, do poder de enunciação na criação do continente. Para o autor, os relatos euroamericanos que produziram a ideia e a imagem de América – na criação da memória pela escrita – formaram não apenas o sentimento de inferioridade, sintoma máximo da ferida colonial (MIGNOLO, 2007), mas principalmente as ausências, ou melhor, a história dos silêncios. A violência da colonização e a herança colonial reconfigurada em Estados violentos parecem centrais ao pensar o desaparecer. Na disputa pelos sentidos e verdades do desaparecimento forçado de pessoas, a luta por memória encabeçada pelos sobreviventes e familiares dos que desapareceram se torna central. É uma batalha firmada nas narrativas sobre a violência e nas armadilhas dos vestígios da ação estatal que ainda restam. Esta pesquisa se enquadra no mesmo registro: na análise da disputa narrativa sobre os sentidos do desaparecimento, mas com uma ressalva, é sobre os desaparecidos deste século XXI.
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Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 04 |
Memórias de guerras em Pinhão/PR - Brasil: virando a perspectiva colonialista da história do avesso (#4176)
Liliana Porto 11 - UFPR - Universidade Federal do Paraná.
Abstract:
O artigo parte de narrativas recorrentes no município de Pinhão/PR (Brasil) – em especial na região dos faxinais (comunidades tradicionais) dos Ribeiros e Taquaras, Serra do Mariano, Poço Grande – nas quais as trajetórias familiares, em um passado remoto, se vinculam a relatos de guerras em que ancestrais foram obrigados a participar e/ou das quais precisaram fugir; à desumanização vivida por estes ancestrais em tais contextos; bem como à opressão sofrida, normalmente vinculada a forças de repressão oficiais: os “soldados”. Guerras que abrangem tanto conflitos internacionais e nacionais identificados – como as Guerras Mundiais, a Guerra do Paraguai, a Guerra do Contestado ou a Revolução de 1930 – quanto a memória de embates sangrentos cuja época e local são mal definidos. A análise de tais relatos, por sua vez, leva à reflexão de dois aspectos centrais: 1) a maneira pela qual eles representam visões não colonialistas da história, resultantes de um olhar subalterno, que se contrapõem ao discurso oficial de povoamento e desenvolvimento do território paranaense – destacando-se a afirmação dos representantes das forças estatais como os grandes opressores; 2) o destaque dado, em tais narrativas, aos deslocamentos dos ancestrais por regiões vastas como estratégias de sobrevivência, de resistência à opressão e de conquista de um território de liberdade. Argumenta-se, então, que a perspectiva local sobre a história tem o movimento como seu eixo, sendo através dele que os ancestrais conseguem resistir, se constituir como sujeitos e construir o vínculo com o território – que é sempre mais amplo que o lugar efetivamente ocupado e, simultaneamente, uma etapa de um caminho percorrido. Uma perspectiva centrada na continuidade da resistência e do movimento, não em grandes eventos significativos. Na capacidade de manter valores e formas tradicionais de ser e viver, apesar dos violentos processos de conquista e expropriação a que tais povos foram submetidos.
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Conflitos por terra, repressão e resistência: Memórias camponesas no Estado do Rio de Janeiro (1946-1988) (#6965)
Aline Borghoff Maia 11 - CPDA/UFRRJ.
Abstract:
Entre os anos 1950 e 1980 ocorreram mais de duzentos conflitos por terra no Estado do Rio de Janeiro. Embora tais dados sugiram a existência de um meio rural permeado de tensões oriundas de relações sociais e produtivas complexas, consolidou-se na historiografia e no senso comum uma visão teleológica do campo nesta região. Compreendidas como espaços arcaicos fadados à modernização, as áreas rurais fluminenses perderam sua consistência histórica e desqualificaram-se como objeto de estudo na medida em que se confundiram com o atraso e deixaram de existir sob a influência do progresso vindo da cidade (Wanderley, 1997). As lutas camponesas, consequentemente, passaram a constituir uma dimensão silenciada da luta de classes deflagrada pelos processos de urbanização, periferização e especulação imobiliária que se intensificaram por todo o estado a partir da década de 1930. O projeto “Conflitos por terra e repressão no campo no estado do Rio de Janeiro (1946-1988)”, coordenado pela professora Leonilde Medeiros (CPDA/UFRRJ) para subsidiar a Comissão Estadual da Verdade (CEV-Rio), debruçou-se, durante dois anos, sobre tais situações conflitivas. Contribuiu para descortinar, a partir de vasta pesquisa empírica e documental, uma miríade de atores e relações sociais, produtivas e de dominação que permeavam o campo fluminense no período temporal delimitado, bem como lançou luz sobre notáveis experiências de resistência organizadas por lavradores ameaçados de perderem suas terras e, mais tarde, articulados em torno da bandeira da reforma agrária. Com base no acúmulo produzido por este supracitado projeto e em dezenas de entrevistas realizadas desde os anos 1980 (disponíveis no acervo do NMSPP/CPDA/UFRRJ), o presente artigo objetiva analisar os conflitos fundiários fluminenses a partir das narrativas produzidas individual e coletivamente por camponeses e camponesas imbricados na luta pela terra. Partimos da premissa de que a reconstrução histórica dos conflitos através da recuperação de memórias por muito tempo silenciadas (POLLAK, 1989), revela um complexo universo de práticas e resistências sociais invisibilizadas pela narrativa da história única (BLOCH, 2001). Contribui, desta maneira, para que possamos pensar processos contemporâneos na chave do compromisso com a não-repetição de ações violadoras de direitos, justificadas, em grande medida, pelas demandas da modernização e do crescimento econômico. Se por um lado a análise de um largo período histórico evidencia atores e estratégias próprios a determinadas conjunturas, por outro permite que tracemos paralelos entre situações que, embora diferenciadas no tempo, compartilham uma origem comum e resultam em dinâmicas de reação por parte daqueles que, pela terra ou pelo território, se organizam em defesa de direitos. A reconstrução do passado a partir da formulação de uma “história a contrapelo” (BENJAMIN, 1986) constitui-se em condição basilar para a compreensão crítica dos processos contemporâneos.
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Ciudad Juárez: de la representación de la violencia a la vida cotidiana. (#7084)
Samuel Fernando Velarde 11 - Instituto Tecnológico de Ciudad Juarez.
Abstract:
La necesidad sociológica de entender diversos procesos significativos en el ámbito de las interacciones sociales, obliga a analizar desde un imaginario colectivo como ciertos fenómenos sociales son asimilados y desmenuzados a partir de subjetividades personales y colectivas. Estos desmenuzamientos se vuelven en interpretaciones sociales que sellan la visión social acerca de un espacio determinado, pero que a la vez, lo convierten en parte de una memoria que se comparte en diversos espacios geográficos. Las narrativas se convierten en el flujo comunicativo que ironizan, estigmatizan y encajonan al objeto-espacio aludido. En esta perspectiva el fenómeno de la violencia en ciudad Juárez México, a partir del feminicidio y la violencia generada por el crimen organizado y las fuerzas del orden en su enfrentamiento, originaron que esta ciudad se convirtiera en una especificidad urbana juzgada como sui generis. Un espacio urbano subjetivado por el crimen e imaginado bajo la construcción de los noticieros televisivos y otros medios de comunicación. Sin embargo, al interior de su sociedad existen emociones, anhelos compartidos, memoria lastimada por los hechos violentos, una sociedad que se siente estigmatizada pero que intenta con varios obstáculos por delante, retomar un rumbo diferente. La presente ponencia pretende rescatar subjetividades basadas en la memoria de los habitantes de esta ciudad, que reflejen el pasado de la violencia, su simbolismo y la actual situación latente donde aún existe el temor. Una frontera que se desarrolla entre valores heterogéneos, ciudad cercana al país hegemon y ciudad refugio de sectores proletarizados del país. Pero también donde existe una vida cotidiana de lucha por la sobrevivencia y por espacios de interconectividad comunitaria.
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La Clínica Central, lugar de tensiones, disputas y construcción de memoria colectiva. (#7752)
Nelson Alexis Cayer Giraldo 11 - Universidad Federal del Estado de Río de Janeiro (UNIRIO).
Abstract:
La Clínica Central fue una institución médica privada que funcionó desde agosto de 1935 hasta aproximadamente 1962, en la ciudad de Bogotá – Colombia. A este lugar fue llevado el líder liberal Jorge Eliécer Gaitán Ayala, el 9 de abril de 1948, para ser atendido de urgencia después de haber recibido tres impactos de bala en la espalda, cuando salía de su oficina ubicada en la Carrera 7 con Avenida Jiménez aproximadamente la 1:00pm, en pleno centro de la capital. Este hecho marcó un punto de inflexión en la historia colombiana contemporánea, ya que con su muerte, se recrudeció la violencia política entre liberales y conservadores, situación que generó entre 200 y 300 mil muertes aproximadamente. La insurrección urbana que se extendió a varias ciudades y regiones del país, como resultado de este asesinato, es conocida en múltiples películas y escritos de Historia, Literatura, Sociología y Antropología, como el Bogotazo. En este contexto, la Clínica Central ocupó un papel de suma importancia, por ser el lugar donde finalmente murió Gaitán, este hecho hace que dicha institución se constituya en un lugar de importancia para la construcción de la memoria colectiva, al ser un activador de la misma, y a la vez, un sitio que encierra tensión y disputa por las memorias que allí están en juego, como lo afirma Elizabeth Jelin, en la medida en que existen diferentes interpretaciones sociales del pasado, las fechas públicas se convierten en objeto de disputas y conflictos.[1] Por lo anterior, esta ponencia tendrá como objetivo analizar el papel de la Clínica Central como lugar de tensiones, disputas y construcción de memoria colectiva, alrededor de los hechos relacionados con el asesinato de Jorge Eliécer el 9 de abril de 1948 en Bogotá – Colombia. [1] Elizabeth Jelin, Compiladora, Las conmemoraciones: Las disputas en las fechas "in-felices", España: Editorial Siglo XXI, 2002, p. 1.
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¿Narrar para reparar?- El papel de las biografías en los procesos de reparación a las víctimas del conflicto armado en Colombia (#8858)
Gloria Inés Restrepo Castañeda 11 - Centro Nacional de Memoria Histórica.
Abstract:
En los últimos cuatro años he participado en la construcción de los perfiles biográficos de más de cien víctimas del conflicto armado colombiano siendo funcionaria del Centro Nacional de Memoria Histórica. Hombres, mujeres, adultos mayores, niños, jovencitos, brujas, conductores, ladrones, diputados, agricultores, líderes, sociólogos, cantantes, comerciantes han sido narrados por familias a través de textos, exposiciones y audiovisuales que se espera alguna vez sean apropiados por las futuras generaciones y por una sociedad a la que poco le ha importado la violencia. La mayoría de estas biografías han sido ordenadas por jueces que han asumido que contribuyen a la reparación de víctimas de homicidio, secuestro, desaparición, violencia sexual.... Los jueces saben que los escenarios judiciales lastiman a las victimas porque terminan posicionando la voz del victimario y acuden a la memoria para que desde su lógica particular y caprichosa posicione sus voces. La teoría afirma que los ejercicios biográficos aportan a los procesos de duelo, cuestionan los órdenes instalados por los grupos armados y dignifican. Se asume además que el público que recibe la biografía reconoce a las víctimas, se solidariza con ellas y reprueba lo que sucedió. Historia tras historia, sin embargo, se deshacen los supuestos teóricos y jurídicos. Textos biográficos sin indemnización ofender a los familiares de las víctimas. Familias fragmentadas por la guerra y por la vida disputan el sentido y los recuerdos que deben posicionarse. Historias grises en las biografías de cada víctima generan profundos dilemas éticos. Lógicas revanchistas muestran por qué la guerra no se acaba. Textos e imágenes son desconocidos o presenciados con bostezos por una sociedad que nunca ha reconocido a los sectores victimizados. Pero si bien las dudas asaltan, las biografías parecen tener también un inmenso potencial. Permiten comprender la guerra desde la cotidianidad. Ratifican el derecho a vivir en ordenes armados interiorizados. Generan conversaciones familiares siempre obviadas A través de la ponencia pretendo entonces recoger estas reflexiones intentando responder a través de los casos trabajados a múltiples preguntas ¿qué nos cuentan las biografías sobre la guerra?, ¿qué repara una biografía?, ¿acaso las palabras sanan?, ¿cómo hacer que una biografía contribuya a los provesos de reparación?, ¿necesita una sociedad como la colombiana 200.000 historias para dimensionar el valor de la vida?, ¿tiene sentido seguir reconstruyendo biografías desde el estado? y finalmente ¿qué pasa con biógrafos que acumulan cientos de historias de dolor?
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DISPUTANDO EL OLVIDO: MEMORIA Y RESISTENCIA EN EL MARCO DE CONFLCTO ARMANDO COLOMBIANO
(#6270)
ZULMA SOFIA MENDIVELSO MENDIVELSO 1; ASTRID MORA CUERVO
11 - Universidad Nacional de La Plata.
Abstract:
Esta ponencia tiene como objetivo explorar y exponer tres ejes fundamentales: espacios, empoderamiento y desafíos de mujeres víctimas del conflicto armado colombiano visto desde los procesos de memoria histórica que se han implementado en la actualidad. Dejar el futuro en los rieles de las balas no fue evidentemente la solución. En medio de los tiempos más arduos personas, colectivos, organizaciones oficiales y no oficiales que no creían, ni apoyaban tan fatalista medida, buscaron otros caminos hacia la construcción y transformación de este país. Experiencias en varias regiones sobre la construcción de la memoria y lugares de la memoria, como formas de denuncia, de esclarecimiento, de no olvido, de intentar recomponer lo que la violencia rompió, dejaron entrever que aunque la guerra golpea fuerte, son más los que resisten y persisten. Estas luchas no solo fueron propias, sino que se llevaron a un plano colectivo con una fuerte marca política por el reconocimiento de las víctimas y sus derechos. En el año 2011 se expide la ley 1448, la llamada “ley de víctimas”. Esta ley fue un paso por parte del Estado y de cierta manera una victoria en la lucha de las víctimas. Bajo esta ley se ampara el tema que hoy se trae a diálogo, el MNM. La construcción física y de contenidos del MNM estará pautada por una serie de objetivos que dan respuesta a las demandas legales estipuladas en la Ley 1448 del 2011, así como las exigencias por parte de las víctimas y de las expectativas que genera en otros sectores de la sociedad. Todo esto nos llevará a comprender qué quiere decir producir resistencia y subversión de los marcos sociales.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
06. Imaginarios Sociales y Memoria | Memoria y conflictos armados-violencias |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 04 |
Claro-oscuro de la reivindicación de derechos y su incidencia en el entorno familiar. Comuna 13 de Medellín (1997-2005) (#5400)
Nidia M. Montoya Escobar 11 - Universidad de Antioquia.
Abstract:
La violencia padecida en Colombia y en particular en los barrios de Medellín permitió desarrollar en quienes la vivieron estrategias de supervivencia pero también formas creativas y resistentes de salir de la lógica de guerra que proponían los distintos actores armados legales e ilegales. Esto permitió a las mujeres en particular, desarrollar habilidades de empoderamiento y liderazgo potenciados desde el apoyo psicosocial y jurídico brindado por algunas instituciones religiosas y no gubernamentales, que se materializaron en reivindicar el buen nombre y en general, los derechos vulnerados por los violentos tanto a ellas como a sus familiares. Habría que decir sin embargo, que si bien fueron significativos los logros alcanzados, se han implementado otras lógicas de guerra por lo que el contexto de violencia no ha desaparecido en la ciudad. El lugar ganado en lo público al visibilizar y denunciar lo acontecido en el territorio barrial así como el buscar una posible reparación por parte del Estado y/o los victimarios, significó para muchas mujeres centrarse en ese objetivo dándole un lugar secundario a las otras realidades que componían su entorno personal y familiar, lo que en muchas ocasiones se tradujo en ausencias y desprendimiento de otras responsabilidades. Estas ambivalencias tuvieron su resonancia especialmente en niños, niñas y adolescentes traducidas en problemas relacionales y comportamentales, deserción escolar y exposición a riesgos como el consumo de sustancias psicoactivas o el hacer parte de los grupos armados. Esta ponencia reflexiona sobre los claros-oscuros que ha significado para muchas mujeres de la Comuna 13 de Medellín las apuestas por reivindicar los derechos de familiares víctimas de desaparición forzada, materializadas en un empoderamiento individual y con proyección comunitaria y a la vez, en el reclamo y desencanto hacia esas apuestas reivindicativas por parte de los familiares que siguen con vida. El escrito estará construido con base en las propias voces de las protagonistas a través de entrevistas y otras fuentes documentales como revisión de prensa, informes y documentos institucionales. Apoyada en los conceptos de afrontamiento, resistencia, violencia urbana y trayectorias de vida discutidos desde las Ciencias Sociales y Humanas, se busca hacer visibles y describir algunas situaciones del orden emocional y relacional que se emergen al interior de las familias que han sido víctimas de la violencia, en contraposición a las acciones reivindicativas y de exigibilidad de derechos adelantadas por mujeres víctimas cabeza de familia.
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Memorias institucionalizadas: el olvido como recuerdo del conflicto armado Colombiano (#5357)
Juan Carlos Arboleda Ariza 11 - Universidad Pontificia Bolivariana.
Abstract:
El presente trabajo habla de la institucionalización de la memoria del conflicto armado en Colombia. Entendemos la memoria como un proceso social activo e indefinido. Para recordar es necesario olvidar y para olvidar es necesario recordar. Es así que al hacer énfasis en ciertos recuerdos olvidamos otros, los dejamos ocultos o los invalidamos. Este mismo proceso de recuerdo y olvido sucede a la hora de recordar el conflicto armado en Colombia. En la actualidad hay un creciente interés por estudiar y rescatar los recuerdos de la violencia en Colombia. La memoria se ha vuelto parte del paisaje en el imaginario colectivo del conflicto, pero eso no deja de ser problemático pues se han instalado narrativas y discursos hegemónicos sobre qué se debe recordar y quienes tienen el legítimo derecho de hacer memoria del conflicto armado. Esta institucionalización del pasado conlleva a la instauración de la metanarrativa sobre el olvido y la desmemoria que se asegura existe en Colombia.
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"Aquí se aprende a defender la patria": las consecuencias y efectos del conflicto de Malvinas en los sentimientos de identidad y pertenencia entre veteranos de guerra y ex combatientes (#5198)
Raphael Fernandes Vieira 1; Vanesa Soledad Lucentini
21 - Universidad Nacional de La Plata / Universidade do Sul de Santa Catarina. 2 - Universidad Nacional de La Plata.
Abstract:
En 1982 tuvo lugar el conflicto de Malvinas, el cual generó importantes consecuencias en los campos político, económico y militar del Estado Argentino. Así mismo, la sociedad resultó afectada agudizando el contexto de fragmentación social, consecuencia de la dictadura militar que reinaba en el país desde el año 1976. Sin ignorar los demás grupos sociales, este trabajo se propone a examinar los dos estratos del pueblo argentino que estuvieron directamente involucrados en las acciones armadas del 1982: veteranos de guerra y ex combatientes. El objetivo general es analizar como el conflicto pudo haber afectado a ambos grupos en cuanto a sus percepciones y sentimientos de pertenencia, soberanía, nacionalismo e identidad. La elección de los mismos no carece de importancia, ya que entre aquellos podemos discernir una relación de poder presente tanto en su formación, carrera militar y accionar dentro del campo de batalla; esto es, diferentes experiencias vividas y visiones de quienes formaron parte de una misma situación. Para tal fin, se procederá a analizar los conceptos implicados desde la perspectiva de autores tales como Michel Foucault, Manuel Castells, Charles Taylor, Norbert Elias e Benedict Anderson y sus visiones críticas sobre relaciones de poder, nacionalismo y comprensión de la identidad inmiscuidos en la temática de Malvinas. Su articulación con autores como Rosana Guber, Federico Lorenz e Vicente Palermo y con los datos colectados en las entrevistas a veteranos y ex combatientes, nos permitirá acercarnos del núcleo de la cuestión: como el "aquí se aprende a defender la patria" ha tenido diferentes consecuencias entre aquellos que combatieron en las islas.
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A 50 años de la matanza de Tlatelolco: un ejercicio de memoria colectiva (#5144)
Jorge Mendoza García 11 - Universidad Pedagógica Nacional.
Abstract:
El 2 de octubre de 1968 fueron masacrados decenas de estudiantes en la Plaza de Tlatelolco, en México, mientras realizaban una concentración en el marco del movimiento estudiantil de ese año. A prácticamente 50 años de dicho suceso, al menos dos generaciones han surgido y se han manifestado al respecto. En el presente trabajo se da cuenta de la memoria colectiva que permanece en dos generaciones, por una parte, quienes participaron en 1968 y, por otra, jóvenes que conmemoran el acontecimiento. A través de entrevistas realizadas a estos dos grupos, se ponen de manifiesto diversos elementos que configuran dicha memoria y cómo significan el movimiento estudiantil de 1968. Exponiendo a través de narrativas, quienes en ese entonces participaron reconstruyen los sucesos más significativos, como las marchas, la huelga en sus escuelas, los mítines, hasta la masacre y las consecuencias sociales y políticas. Mientras que los jóvenes narran qué representa para ellos dicho movimiento y la tragedia en que concluyó esa movida contestataria. La reconstrucción y la narración se realiza desde la perspectiva de la memoria colectiva. Palabras clave: memoria, narrativa, relato, movimiento estudiantil
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Construcción de memoria histórica en Colombia: un reto en el post acuerdo. (#4938)
Sebastián Alejandro García Caicedo 1; Angela Navia López
21 - Universidad de Nariño. 2 - Universidad Cooperativa - sede Pasto (Nariño).
Abstract:
Las tesis sobre la filosofía de la historia expuestas por Walter Benjamín plantean, entre otros elementos, la necesidad de construir una historia a contrapelo y que sea capaz de redimir el pasado, en aras de lograr una verdadera superación a las conflictividades sociales derivadas de la estructura socio económica imperante. Por su parte, Michael Lowy (2002) en su análisis sobre estas tesis, argumenta que la primera se refiere a la construcción de una historia a contracorriente de la hegemónica, generalmente escrita, sustentada y defendida por los vencedores o las clases dominantes, que de alguna forma, excusan el mantenimiento de sus intereses inclusive por encima de la verdad y la vida. En segundo lugar, explica Lowy, se trata de redimir el pasado mediante la rememoración a las víctimas de esas injusticias pasadas, cuya superación solo es posible mediante la consolidación de una conciencia histórica, que pase por entender los supuestos fácticos, materiales e históricos que dieron origen a dichas injusticias hasta lograr afianzar verdaderos mecanismos de resarcimiento social. Estos presupuestos distan de la construcción histórica del conflicto político, social y armado en Colombia, en tanto, se ha instaurado una forma de reconstrucción de memoria unidireccional, resultado de quienes tienen el monopolio económico y político, que se muestra hegemónica e incapaz de redimir el pasado para lograr una verdadera superación del conflicto; sino por el contrario, que ha desembocado en el surgimiento de imaginarios que naturalizan y, por tanto, justifican el conflicto y el estado de guerra. Desde esta perspectiva y teniendo en cuenta el contexto de post acuerdo en Colombia, y la consecuente implementación de estrategias para superar el conflicto y llegar a la verdad, resulta imprescindible formular mecanismos de deconstrucción de dichos imaginarios y la construcción, en términos de Todorov Tzvetan, de una memoria histórica ejemplar, forjada desde las víctimas y los sectores históricamente excluidos, que permita redimir el pasado y superar sus injusticas. Bajo estas premisas teóricas, el presente trabajo analiza la construcción de memoria histórica en Colombia en el marco de implementación de los acuerdos de La Habana, en específico, en lo concerniente a la creación de la Comisión de la verdad como escenario que será campo disputa en la consolidación de memoria desde diferentes sectores, que plantea así la bifurcación entre la memoria anclada al estatuto quo y la memoria contra hegemónica. Mediante un estudio cualitativo y hermenéutico de fuentes secundarias se erigen premisas teóricas y reflexivas sobre la construcción de una memoria histórica a contracorriente de los imaginarios, hasta ahora, instaurados en Colombia, como como imperativo para la consecución de la paz.
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Memoria de la invasión:
La Comisión del 20 de diciembre,
la verdad y la justicia
(#7478)
Enrique Noel Mayta 11 - Universidad Santa María La Antigua.
Abstract:
El 19 de julio de 2016, el gobierno panameño emitió el Decreto Ejecutivo que crea la Comisión 20 de diciembre de 1989, la cual se instaló oficialmente el 20 de diciembre de ese año, cuando se conmemoraban 27 años de la invasión militar norteamericana a Panamá. Con ello el Estado panameño atendería, con notable atraso, las demandas de un sector de la población encabezada por la Asociación de familiares y amigos de los caídos el 20 de diciembre (AFAC) y a la que se han sumado a lo largo de estos años sindicatos, agrupaciones populares, académicos y defensores de derechos humanos. Deja atrás, en consecuencia, una política sistemática de olvido y silenciamiento de las demandas de justica de un sector de la población. Consideramos que esta entidad constituye un espacio fundamental para promover el cumplimiento de los derechos a la memoria, la verdad y la justicia tanto de las víctimas de la invasión y sus familiares como del conjunto de la sociedad panameña. La Comisión representa la apertura de la esfera pública para incorporar las narrativas censuradas hasta este momento. El Decreto se sustenta en la necesidad de investigar las posibles violaciones de los derechos humanos y del derecho internacional humanitario cometidas durante la invasión militar a Panamá. Entre las funciones de los comisionados está evaluar la posible declaratoria del 20 de diciembre como día de duelo nacional. Lenguaje sorprendente, no solo porque expresa un salto cualitativo en la concepción del Estado sobre el tema, sino sobre todo porque lo plantea un gobierno perteneciente a una de las fuerzas políticas que se benefició de la agresión. Esta ponencia se apoya teóricamente en investigaciones sobre la memoria desarrollados por autores como Elizabeth Jelin y Paul Ricoeur, entre otros, quienes plantean que la memoria sobre un acontecimiento social es un terreno en disputa donde se confrontan las distintas significaciones que los actores sociales atribuyen a ese suceso. Esta confrontación entre memorias –lo que se debe recordar y lo que se debe olvidar- está inevitablemente atravesada por relaciones de poder. Hasta el momento, la memoria hegemónica generó una narrativa en la que el 20 de diciembre debía ser recordado como la liberación de la dictadura militar, acontecimiento doloroso pero inevitable. Esta ponencia se estructurará metodológicamente articulando los niveles jurídico-institucional, ético-discursivo y social en perspectiva histórica: Nos interesa entender que transformaciones sociales han permitido que la memoria hegemónica se flexibilice y esté dispuesta a “dialogar” con las memorias subalternizadas, así como las posibles concreciones de la comisión en materia de derechos humanos y políticas de la memoria.
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Seguir la trama: memorias, lugares y paisajes en y desde el álbum de familia de un ex trabajador de Altos Hornos Zapla (Jujuy, Argentina) (#0098)
Alejandra Garcia Vargas11 - UNJu / UNSa.
Abstract:
En y desde el álbum de familia de don Mario, trabajador del complejo siderúrgico Altos Hornos Zapla (AHZ) desde 1961 hasta 1991, este trabajo se inscribe en el debate que evalúa en qué medida la consolidación de un específico modelo productivo y de trabajo dialoga con las configuraciones identitarias e ilumina la percepción acerca de las imágenes del Estado nacional en la vida colectiva y en la experiencia del propio lugar (geográfico y social) de las poblaciones directamente afectadas por su privatización en áreas no metropolitanas de Argentina. Las representaciones comunitarias e identitarias mencionadas –y los vínculos hipotéticos que postulo con las configuraciones sociohistóricas- tienen en el álbum de familia una posibilidad de recreación singular por las múltiples dimensiones analíticas que ofrece el dispositivo. En este caso, me interesa explorar la articulación de al menos tres: La politicidad de lo cotidiano y su vínculo con la memoria social y política La constitución de series de imágenes sedimentadas y emergentes y de circuitos de circulación diferenciales de imágenes en las configuraciones visuales contemporáneas, y su relación con el “sentido común visual” La relación de ambos aspectos con la diversidad de formas de producción social del pasado, que implican el abordaje de los procedimientos interpretativos y de sus condiciones sociales de producción y uso. Metodológicamente, propongo un enfoque interpretativo que integra diferentes métodos de investigación en el marco del análisis cultural. Para ello, integro en el abordaje de este álbum de familia tanto antecedentes de trabajo sobre ese dispositivo específico como experiencias metodológicas relacionadas (específicamente, aquellas producidas sobre repertorios de imágenes, sobre historias de vida y relatos testimoniales y sobre apropiación o usos sociales de imágenes). La presentación se ordena en tres apartados. En el primero, se repone brevemente el contexto situacional y se explicita el lugar de mirada. En el segundo, se ofrece un “fondo de imágenes de contraste” que viabiliza la comparación entre series sedimentadas y emergentes, y entre narrativas de circulación pública y privada, mediante el abordaje de un repertorio de fotografías de circulación pública reunidas en un libro auto-conmemorativo de AHZ. El tercer apartado, más extenso, se detiene en el análisis del álbum de familia de don Mario a partir de la experiencia de visionado conjunto de fotografías, en situación de entrevista en profundidad. En las conclusiones, y de acuerdo a lo postulado por este GT, la estrategia analítica se hilvana a partir de las tramas espacializadas y espacializantes que entretejen las narrativas identitarias, los procesos autobiográficos y las trayectorias laborales.
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O tempo de antes, um tempo de reivindicações e conquistas: memória e imaginário social dos operários navais do Rio de Janeiro (1953-1964). (#6083)
Sérgio de Sousa Montalvão 11 - Universidade Federal Fluminense (UFF).
Abstract:
A “época dos operários navais” ou a “época dos marítimos” são expressões utilizadas por historiadores e cientistas sociais para definir a ambiência dos anos em que esse grupo profissional se destacou pela capacidade de ação coletiva, na luta por direitos e projeção política que o fizesse representar a necessidade de reformas econômicas e sociais no Brasil. Na memória de nossos depoentes, esse tempo é lembrado a partir de um marco inaugural: a posse de Irineu José de Souza na presidência do Sindicato dos Operários Navais do Rio de Janeiro (SONRJ). Homem do Partido Comunista, Irineu José de Souza era apoiado pelos que queriam a saída dos dirigentes comprometidos com os interesses patronais, os “pelegos”, e a introdução de uma postura mais reivindicativa no SONRJ. Por meio de entrevistas com antigos participantes desse sindicato, esta comunicação irá tratar das representações sobre a sua condição associativa e as suas condições de enfrentamento político com o governo e o empresariado. Percebe-se nas entrevistas já realizadas uma referência positiva a esses anos, anteriores ao golpe de 1964, cabendo refletir sobre a capacidade de pressão desses atores e suas táticas de ação no período democrático encerrado com a queda do presidente João Goulart. A reconstrução e os usos políticos da memória e do imaginário social serão elementos centrais para compreender a presença dos operários navais, muito depois da sua “década de ouro” (1954-1964).
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Apontamentos sobre memória: o ofício das rezadeiras em Delmiro Gouveia no sertão alagoano, nordeste do Brasil. (#5636)
Sergiana Vieira Dos Santos 1; Rachel Rocha de Almeida Barros
11 - Universidade Federal de Alagoas.
Abstract:
O estudo da memória e das representações no ofício das rezadeiras tem sido amplamente apropriado pelas Ciências Humanas e Sociais contribuindo para um aprofundamento de várias análises sobre esse ofício. Neste trabalho a proposta é de um estudo do ritual baseado na memória, sob uma visão antropológica, onde o mesmo será descrito e analisado: representação ritualística; memória das rezadeiras, símbolos presentes no ritual e alguns apontamentos sobre a eficácia resultada pela cura dos “males que rezador cura”. Delmiro Gouveia é uma cidade interiorana do Sertão de Alagoas na região Nordeste do Brasil que é contemplada com a presença desses importantes personagens da cultura popular, rezadeiras ou benzedeiras, que se constituem com sua contribuição como referências para o estudo da memória indissociável da cultura, e das representações através da prática ritualística do rezar ou do benzer figurando no imaginário popular de cidades do interior. Suas práticas voltadas à cura de infortúnios materializados nas mais variadas doenças ou no “mal que rezador cura” tem sido objeto de pesquisa de muitas outras áreas no mundo acadêmico como as Ciências Socias e a História, entre outras. É nesse sentido que este trabalho, em vias de desenvolvimento por ser parte da dissertação de mestrado pelo Programa de Pós- Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Alagoas contribuirá para a discussão de uma ressignificação e reinterpretação desse ofício que carrega consigo influências dos povos indígenas, ibéricos e africanos, trazendo noções sobre quem são as rezadeiras e quais são os elementos presentes nos rituais de cura, sorte ou presságios e sua simbologia. Na intenção de dar visibilidade à prática ritualística que se constitui uma resistência desse ofício de mulheres rezadeiras é que se ancora a justificativa desse trabalho. Assim, para um aprofundamento teórico contribuirão para essa discussão as noções de ritual, na visão da antropologia, presentes nas obras de autores como: Victor Turner (1974), Jack Goody (2012) e Díaz Cruz (1998), e no que tange as questões pertinentes à memória a contribuição de Halbwachs (1990) e Bosi (1994). Com uma metodologia baseada na pesquisa de campo e na observação participante um primeiro levantamento com fichas de identificação traz alguns pontos importantes baseados em memórias dessas mulheres rezadeiras contribuindo para descrever e analisar o ritual nesta cidade do sertão alagoano fortalecendo uma cultura pautada na religiosidade popular.
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La Sociedad Cooperativa Trabajadores de Pascual:
experiencia y memoria (1982- 1986) (#9052)
Diego Emiliano Bautista Páez 11 - CONACYT-UAM Iztapalapa.
Abstract:
La presente ponencia tiene la intención de problematizar el origen de la Sociedad Cooperativa Trabajadores de Pascual (SCTP), una cooperativa industrial producto de una huelga obrera de casi tres años de conflicto laboral, entre 1982 y 1985. Para analizar este proceso, buscaremos indagar entre la experiencia y la memoria de sus protagonistas: los trabajadores, asesores y familiares que vivieron el conflicto laboral desarrollado en la Ciudad de México. El trabajo se enmarca en una “vuelta de tuerca” -un repensar bajo otros referentes teóricos- las 16 entrevistas que realizamos en un trabajo anterior para explicar el origen de la SCTP bajo el binomio experiencia-conciencia de clase. Este volver al trabajo de investigación realizado, pretende repensar los procedimientos epistemológicos y prácticos de la sociología histórica y, con ello, entrever nuevos enfoques que nos permitan ahondar en la génesis de la Cooperativa de Pascual. La ponencia toma como punto de partida los conceptos experiencia según le entiende el historiador E.P. Thompson y el de regímenes de historicidad y contratiempo amasados por Reinhart Koselleck y Daniel Bensaïd respectivamente.
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Memórias dos Sapateiros no Brasil: Alvos da Ditadura (#8703)
CÉLIO ALBUQUERQUE 11 - ASSOCIAÇÃO 64/68 ANISTIA.
Abstract:
O trabalho apresentará resultados parciais da pesquisa em andamento sobre as memórias dos sapateiros, que sofreram repressão e foram torturados na ditadura, procurando levantar a história desse segmento, através de uma minuciosa leitura desses processos, bem como o procedimento de entrevistas, objetivando conhecer toda a caminhada realizada no percurso ditatorial e, ainda, como os mesmos se encontram nos dias de hoje. Quando se tenta escrever essa história no Brasil, geralmente são abordados temas que envolvem protagonistas e memórias pertencentes à classe média, já as classes menos favorecida são relegados a segundo plano, como são os casos dos trabalhadores de fábricas, como os sapateiros, por exemplo. Sabemos que este segmento foi bastante atingido em todo território brasileiro, a indústria de sapatos nesse período, experimentava grande crescimento e boa oferta de mão de obra. A ditadura visando fazer uma limpeza nos setores produtivos, isto é, excluir os trabalhadores que representassem incômodos à classe patronal, estabeleceu um processo de caça às bruxas, amortecendo a luta sindical e prendendo as lideranças mais ativas. Estes trabalhadores, além de terem perdido o emprego e aliados de seus sindicatos, sofreram torturas durante suas prisões e poucos tiveram o apoio jurídico na defesa de seus direitos, diferentemente do segmento dos opositores intelectualizados. A historia de luta dos sapateiros nesse período é muito significativa, se levarmos em consideração o número de processos dado entrada na Comissão de Anistia do Ministério da Justiça nos últimos anos. Nestes processos, são relatados suas histórias individuais de próprio punho e apresentados provas dos fatos que culminaram com suas prisões, torturas e demissões. A pesquisa tem abrangência nacional, sendo que nessa fase apresentaremos uma amostra dos sapateiros anistiados do estado do Ceará, considerando o significado dessa entidade sindical á época, e o fato de terem sofrido forte repressão. Outro elemento importante, é a facilidade ao acesso dos dados considerando que o autor ser membro da Associação 64-68 Anistia no estado do Ceará, onde armazena nos seus arquivos a história e processos dos anistiados desse estado e entre os quais o segmento dos sapateiros. Palavras chave: Sapateiro, Ditadura, Memória, exclusão. Bibliografia Sugerida: ARENDT, H. (1981). A condição humana. Rio de Janeiro: Forense. Arendt, H. (1983). A dignidade da política. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. BAUMAN, Zygmunt, 1925. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi; tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. QUINALHA, Renan Honório. Justiça de Transição: Contornos do Conceito. São Paulo: outras expressões; Dobra Editorial, 2013.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 05 |
Educación emocional en la formación inicial docente de alumnos universitarios (#2638)
Cristian Loyola Salas 1; Mabel Perez Fernandez
2; Claudio Godoy Pincheira
11 - Universidad la República. 2 - Universidad Bolivariana.
Abstract:
La presente ponencia tiene como objetivo principal develar la relevancia de la educación emocional de los actores educativos de la carrera de pregrado de Pedagogía y Pedagogía Diferencial, en la formación académica y praxis laboral. Es decir, cuál es la relevancia que le asigna el estamento educativo de nivel superior a la educación emocional en torno al proceso formativo y praxis laboral de los estudiantes-profesionales que cursan dichas carreras. Gracias al aporte de diversos autores y disciplinas hoy en día se entiende a la educación no sólo como una instancia o instrumento para el aprendizaje de contenidos y para el desarrollo de competencias cognitivas, sino también como un espacio socializador por excelencia. En este contexto surge la figura del docente como un agente privilegiado para promover la transmisión social en sus estudiantes, configurándose como un mediador que establece relaciones intersubjetivas con sus alumnos y les ofrece por medio de estrategias metodológicas la oportunidad de adquirir y aprender habilidades emocionales. Bisquerra, (2005) plantea que la educación emocional es un proceso educativo, continuo y permanente, que pretende fomentar el desarrollo de las competencias emocionales como elemento esencial del proceso integral de la persona, con objeto de capacitarle para la vida. Todo ello tiene como finalidad aumentar el bienestar personal y social. En esta misma línea (Pérez González, 2008) afirma que la educación emocional es un proceso educativo o preventivo, fundamentalmente desarrollado mediante programas cuya finalidad principal es el desarrollo de la inteligencia emocional o las competencias socioemocionales. En este orden de conceptos, es necesario indicar que existe una cierta confusión entre inteligencia emocional, competencia emocional y educación emocional. Estos elementos invitan a develar la importancia y el lugar que ocupa la educación emocional en la configuración curricular de los estudiantes y profesionales vinculados a la Pedagogía, desde tres perspectivas o pilares centrales: a) el lugar de la educación emocional en la práxis académica b) las habilidades sociales de los estudiantes y c) importancia en el desarrollo de las emociones. El objetivo central de esta investigación consiste en identificar la relevancia que le asignan los distintos estamentos educativos universitarios al conocimiento, desarrollo y uso de las emociones en la formación inicial docente de profesionales en el campo educativo. La metodología a utilizar se basa en un enfoque mixto, en el cual se aplicaron entrevistas semi estructuradas y encuestas actitudinales tipo Likert. Posteriormente para los datos cualitativos se realizaron análisis de triangulación hermenéutica y análisis estadístico descriptivo para los datos cuantitativos. A pesar de la relevancia que ha ido adquiriendo el rol de la emoción en los procesos de aprendizaje los resultados muestran no solo desinterés sino también ignorancia en cuanto a la educación emocional en todas sus dimensiones.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 05 |
Gênero, corpo e subjetividades na educação: problematização de processos identitários (#3019)
Fabiane Freire França 11 - Universidade Estadual do Paraná - Campus de Campo Mourão.
Abstract:
Apesar das discussões de gênero, corpo e subjetividades no Brasil, podemos considerar, ainda, muitos limites a serem vislumbrados sobre estas temáticas nas instâncias sociais. Um dos fatores de maior impacto para a não realização de um trabalho efetivo sobre gênero no ambiente educacional, por exemplo, refere-se à resistência das famílias. Sendo assim, lançamos como objetivo geral: investigar as representações sociais de gênero e corpo que circulam na escola e no ambiente familiar. A pesquisa foi desenvolvida entre os anos de 2013 a 2015 com estudantes do Ensino Médio e suas famílias. Em vista disso questionamos: o que pensam estudantes e famílias sobre os estudos de gênero e corpo? Para tanto, como pressuposto metodológico realizamos entrevista semi-estrutura com pais, mães e/ou responsáveis de alunos e alunas de uma instituição escolar da cidade de Campo Mourão – Paraná/Brasil. Cabe registrar que denominamos como famílias, os/as cuidadores/as responsáveis pelos jovens frequentadores da instituição escolar, lócus da pesquisa. Assim, foram entrevistadas 50 famílias da unidade espacial definida – correspondente aos/as 50 alunos/as da escola lócus da pesquisa, que também foram entrevistados/as. Todavia, os resultados demostraram a necessidade do aprofundamento da coleta de dados entre os próprios estudantes de 14 a 20 anos, uma vez que percebemos nuances e conflitos entre as representações dos/as jovens nas discussões realizadas e os dados coletados com os responsáveis. Sobretudo, quando os dados coletados e analisados indicam que os/as responsáveis acreditam que orientam seus filhos/as acerca das temáticas em nível de prevenção de DSTs. Por outro lado, a maioria dos/as alunos/as relata que quando têm dúvidas sobre seu corpo recorrem a seus colegas e não aos seus familiares. Consideramos que o levantamento dessas representações forneceu maior suporte para a abertura de possibilidades sobre a discussão de gênero e corpo no ambiente familiar e por extensão no espaço educacional. Foi constado ainda que muitas das práticas de violência e de bulliyng estão relacionadas às discriminações de corpo, gênero, sexualidade, etnia, religião, classe social, dentre outras. Os sujeitos que não se enquadram em padrões sociais relataram que sofreram algum tipo de violência física ou moral, retratada também como bullying, tanto no espaço escolar, como no familiar. O desencadeamento dessa pesquisa proporcionou ferramentas para que os/as alunos/as e familiares envolvidos/as tenham outras percepções e abordagens a respeito das temáticas de diversidade,bem com provocou discussões sobre os temas de corpo, gênero e subjetividades na educação, possibilitando outros horizontes e perspectivas para os sujeitos investigados.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 05 |
“Educación emocional” y subjetividades contemporáneas: una primera exploración. (#3218)
Mariana Nobile 11 - FLACSO Argentina / FaHCE - UNLP.
Abstract:
En el presente trabajo nos proponemos indagar acerca de los discursos pedagógicos que pregonan la incorporación de las emociones en la educación, especialmente aquellos enmarcados en las propuestas de la “educación emocional”. Esta postura puede enmarcarse en un ethos psi así como en una afectivización del mundo contemporáneo, y retoma un lenguaje que pone el foco en el desarrollo de las “competencias emocionales”, la “inteligencia” y la “alfabetización emocional”, el “manejo emocional” y el “bienestar emocional” de los estudiantes. Para estas corrientes, las emociones deben “entrar” a los espacios educativos y trabajarse de manera sistemática, volviéndose una de las finalidades de la educación, sino la más importante; se incentiva a un mayor control y la manipulación de las emociones como una de las formas de sacar provecho y alcanzar el éxito personal. Al mismo tiempo, la educación de las emociones daría respuesta a una serie de problemáticas que están presentes hoy en las escuelas; parten del diagnóstico de que ciertos problemas –adicción a las drogas, relaciones violentas, embarazo adolscente-, podrían solucionarse a partir de técnicas de gestión de las “emociones negativas” que aquejan a los estudiantes. En esta oportunidad exploraremos el tipo de subjetividades que colaboran en su modelación así como las respresentaciones en torno al sujeto juvenil-estudiantil que subyacen en estas posturas. En esta primera aproximación podemos observar que prevalece un paradigma preventivo que concibe a los jóvenes como sujetos en riesgo, propensos a la desviación, que necesitan que los adultos y las instituciones educativas implementen técnicas de autorregulación y el autocontrol para así evitar las conductas consideradas desviadas por los adultos. De esta forma, este “yo disminuido” o “vulnerable” se vuelve objeto de intervención por parte de todo un conjunto de “expertos de la subjetividad” como psicólogos, psicopedagogos, asesores, etc. Consideramos que este tipo de estrategias de intervención en las escuelas proponen nuevas regulaciones de las conductas y de las formas del sentir más acordes con el proceso de individuación contemporáneo que exige de los individuos la responsabilización y la búsqueda del éxito individuales, al tiempo que generan nuevas formas de conformismo ante condiciones de vida atravesadas por procesos de desigualdad social y educativa.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 05 |
Autoayuda e (in) seguridad: la construcción de un sujeto encausado. (#3839)
Mariana Galvani 11 - IIGG- UBA.
Abstract:
AUTOAYUDA e (in) SEGURIDAD: la construcción de un sujeto encausado. En el presente trabajo queremos exponer el cruce de dos formas discursivas aparentemente inconexas: el discurso de la autoayuda (Papalini 2011, Illouz, 2010, Bejar 2011, Ampudia de Haro 2006), y el discurso de la (in) seguridad (Baratta, 1998; Daroqui, 2003; Pegoraro, 2003; de Marinis, 2004; ; Sozzo, 2000-2003-2008; Rangugni, 2009; kessler 2009, Galvani et al, 2010; Isla, 2007; Calzado y Vilker, 2010; Zaffaroni, 2011; Ayos y Dallorso, 2011; Lorenc Valcarce, 2011). Exploramos esta conexión a partir de una serie de libros entre los que se destaca ¡Atención! Ideas útiles y consejos prácticos para prevenir y enfrentar la inseguridad de Paola Spatola a partir de este corpus analizamos la relación de estas tramas discursivas y el tipo de sujeto que construye el neoliberalismo. Entendemos, que ese lugar sujeto es un punto de clivaje de ambas series discursivas que podemos analizar desde una perspectiva foucaultiana. Precisamente, el gobierno en tanto conducción de la/s conducta/s (Castro; 2006; Foucault, 2006-2007) remite a una interconexión permanente entre la relación del individuo consigo mismo, las relaciones interpersonales privadas, las que ocurren dentro de instituciones sociales y comunidades, y por último, las que se ocupan del ejercicio de la soberanía política (De Marinis, 1999).
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Trabajo femenino en la docencia: un análisis de prácticas y sensibilidades (#3869)
Gabriela Vergara
1;
Vanina Fraire 21 - CONICET (UNVM), CIES, GESSYCO. 2 - UNVM.
Abstract:
En Argentina, a comienzos del siglo XX en Argentina, las mujeres participaron de manera diferencial (y reducida) en el mercado laboral. La proporción era de alrededor de 30 ocupaciones que abarcaban servicios personales (limpieza, lavado de prendas, cuidado de personas, entre otros) y docencia, lo que equivalía a una quinta parte de los empleos que desempeñaban los varones para la misma época. Esto se vio reflejado con el correr de las décadas con estereotipos femeninos presentes en los libros de textos escolares, en los cuales se destacaban mujeres de clase media como maestras, en tanto una extensión de las funciones maternales. En el marco del proyecto de investigación financiado por la Universidad Nacional de Villa María, titulado “Transformaciones en el mundo del trabajo: estructura productiva, organización del trabajo y formas de ocupación (San Francisco, 2001-2017)” se presenta un análisis descriptivo/interpretativo de prácticas y estructuras de sensibilidades de mujeres que, según categorías censales del año 2008, se definen con nivel educativo Terciario/ Superior completo (entre los que se destacan las carreras docentes, dada la oferta educativa de la ciudad). Según datos del Censo Nacional de Población realizado en 2001, el 80% de los cargos docentes en la provincia de Córdoba era ocupado por mujeres. Por su parte, el Censo Provincial de Población en 2008 identificó en San Francisco (cuarta ciudad más importante de la provincia), contrariamente al nivel de alfabetización universal con equidad de género, una llamativa diferencia en el máximo nivel educativo alcanzado. En esta variable, la categoría Terciario/superior completo muestra que las mujeres duplican y más a los varones. A partir del interés en analizar experiencias significativas del mundo del trabajo en el cruce del género y la clase, se parte de dos supuestos. Por un lado, que opera para los agentes esquemas de percepción que asocian mayor nivel educativo con mejores posibilidades de empleo. Esto se complejiza en términos de tramas corporales para las mujeres según su posición, condición y trayectoria de clase que pareciera encontrar en prácticas de profesionalización (“ser licenciada”) una fantasía que modela sus sensibilidades. Por otro, que estas sensibilidades se metamorfosean de acuerdo con la ocupación actual que tienen dichas mujeres, sea en el sistema educativo formal o, en otras actividades económicas. Para ello se describen datos cuantitativos primarios relevados en egresadas de profesorados de la ciudad, teniendo en cuenta, en primer término variables de nivel socioeconómico, formas de inserción en el mercado laboral y en un segundo momento, percepciones y emociones en el trabajo.
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Corpo, teatro e emoção: vivencias e aprendizagem na educação (#4422)
Regina Santos 11 - Instituto Federal de Educação Ciencias e Tecnologia da Bahia.
Abstract:
GT 26 – Sociología del Cuerpo y de las Emociones Corpo, teatro, emoção: vivencias e aprendizagem na educação Autora: Regina Maria Silva Santos Resumo: Esse trabalho busca refletir sobre o papel do corpo, teatro e emoção no processo de educação e formação humana. Utilizando como referência as relações culturais, sociais, tal como são impressas no corpo do individuo, faz-se uma análise acerca das relações de poder que aprisionam o sujeito durante sua permanência na instituição escolar, tomando como base para a reflexão as aulas de teatro ministradas no Instituto Federal de Educação da Bahia. Nelas, as emoções libaradas são mediadas pela metafísica, perpassando desde a pele até os orgãos, indo do gesto até o pensamento, tendo o proprio corpo como um ideograma ontológico no processo de civilização do indivíduo. Isso nos leva a pensar que, na prática educativa, o corpo não pode ser considerado apenas como um conjunto de ossos, articulações, músculos e tecidos, mas como fenômeno social, cultural e histórico, portanto, não pode ser estudado separado das emoções. Observa-se que, o enfoque dado ao processo de transmissão do conhecimento no instituto, banaliza os aspectos afetivos e cognitivos. Nele, o corpo não tem voz, nem voto, ficou esquecido no projeto pedagógico da instituição, manifestando se em alguns momentos específicos, mesmo, sabendo que, no dia a dia, o corpo esta em constante movimento, porque ele é dotado de conduta espontânea, preexistente, tanto no sentido ontogenético, como filogenético. Por meio do corpo, o ser humano expressa sentimentos e emoções, o que permite a integração com os demais aspectos da vida cotidiana. Portanto, podemos dizer, de acordo com Cañas (2000, p.56), que a emoção pode ser evocada através das palavras. No entanto, ela não é em si mesma verbal, porque toda emoção tem bases orgânicas. Assim, para se trabalhar com o corpo na prática educativa é preciso entender as etapas que permeiam a consciência perceptiva. Como revela Herero (2001,p.40), no ambiente escolar, o sujeito está imerso num fluxo contínuo de relações de poder que passa pelo corpo, incidindo na emoção. Segundo ele, se o corpo é reprimido, o movimento não pode ser livre. Por assim entender, as atividades lúdicas e corporais em nossas aulas não foram trabalhadas como objetos de laboratório, mas integradas ao processo de construção do ser, porque corpo, razão e emoção, segundo Goffaman (1999, p.30), são processos cognitivos complexos, fundamentais no desenvolvimento do comportamento humano. De acordo com o autor, não basta apenas localizar o corpo confinado no interior da instituição. Ou seja, por meio do corpo, se orienta, educa, transforma e se conscientiza de forma natural. Também na visão de Foucault (1997, p.70), o corpo é um arcabouço para os processos de subjetivação, a trajetória para se chegar ao “ser” e também ser prisioneiro desses, segundo ele, o corpo é o lugar onde a cultura inscreve seus signos. Tendo em vistas estas indagações, nosso objetivo é buscar respostas por meio deste encontro. Palavras – chave: teatro, corpo, emoção, poder, liberação.
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Perspectiva Cultural e Teoria da Estética Organizacional: visões alternativas para compreender a aprendizagem nas organizações (#4443)
Roberta Cristina Sawitzki 1; Luana Yara Miolo De Oliveira
1; Cláudia Simone Antonello
11 - UFRGS.
Abstract:
Os estudos desenvolvidos acerca do tema aprendizagem nas organizações no Brasil ainda se valem, em sua maioria, de uma teoria cognitiva e predominantemente utilitarista, que compreende a aprendizagem a partir de um viés exclusivamente lógico-racional. Novas abordagens têm buscado lançar o olhar para a aprendizagem como algo que ocorre na vida e no trabalho organizacional diário e não na mente dos indivíduos (ELKJAER, 2004; NICOLINI; GHERARDI; YANOW, 2003), sendo um processo dinâmico e bidirecional entre os indivíduos e os sistemas sociais (LAVE; WENGER, 1991). Essa mudança de visão coloca o aprendizado e o conhecimento no sujeito coletivo e não na mente dos indivíduos. Os processos de aprendizagem nas organizações se dão continuamente, quer sejam ou não considerados como tais (ANTONELLO; GODOY, 2010; NICOLINI; MEZNAR, 1995), ou seja, aprender não é uma atividade separada do curso da vida, nem em domínios restritos, nem por tipo de atividade (GHERARDI, 2001). A aprendizagem nas organizações passa a ser considerada uma atividade realizada por grupos (ANTONELLO; GODOY, 2010), estando o conhecimento localizado no sujeito coletivo que pensa ao mesmo tempo em que aprende, trabalha e inova (BROWN; DUGUID, 1991). Essa forma de compreender a aprendizagem nas organizações está associada com as teorias de comunidades de prática, aprendizagem situada, teoria ator-rede e a perspectiva sociocultural ou, como alguns autores denominam, cultural-interpretativista (nela incluindo a estética organizacional). Essas teorias são consideradas por Antonello e Godoy (2010) como as abordagens mais apropriadas para estudar a aprendizagem nas organizações. Diante deste cenário, este ensaio teórico pretende discutir o uso da perspectiva cultural e da teoria da estética organizacional como lentes para compreender a aprendizagem nas organizações. Assim, a partir das discussões teóricas apresentadas neste ensaio teórico, pode-se afirmar que uso da perspectiva cultural e da teoria da estética organizacional apresentam-se como possibilidades teóricas para compreender o fenômeno da aprendizagem nas organizações pois ao lançar o olhar para a afetividade, a irracionalidade e os aspectos substantivos, assim como para o julgamento estético, as interações no coletivo, o conhecimento tácito, as práticas e as experiências para a compreensão e análise das organizações, permite-nos compreender e analisar fenômenos organizacionais, explorando não somente a dimensão objetiva das ações humanas, mas também sua dimensão subjetiva. Palavras-chave: aprendizagem nas organizações, perspectiva cultural, teoria da estética organizacional.
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El otro/a que aparece. Relatos de interacción de kinesiólogos con Jóvenes, niñas y niños con Necesidades Educativas Especiales Múltiples (#5040)
Daniela Graciela Palacios Hermosilla 11 - Académica Escuela de Kinesiología, Universidad Andrés Bello. Integrante Línea Cuerpo, Salud y Política, NSCE, U. de Chile.
Abstract:
El siguiente trabajo buscamos profundizar en la manera en que los kinesiólogos significan la interacción con personas con discapacidad y la construcción que hacen del otro/a en el marco de su intervención. Este tema cobra relevancia con este grupo de estudiantes llamados “con Necesidades Educativas Múltiples”, quienes presentan más de una discapacidad y vías de comunicación no convencionales. Como marco analítico consideramos los modelos de discapacidad y los constructores de otredad desde la antropología: diferente, diverso y desigual . El cuerpo discapacitado ha transitado, en este sentido, desde una mirada rehabilitadora/individual a la comprensión del mismo como producción social en el marco de la interacción con el medio que no ofrece las condiciones para una participación igualitaria, en un sistema capitalista que no lo considera mano de obra productiva (Ferrante, 2009). Pero ¿cómo se ponen en juego estos discursos en el espacio micro donde tiene lugar la interacción entre kinesiólogos y estos cuerpos en la escuela especial? El espacio del kinesiólogo en este contexto es particularmente propicio para la mediación, siendo permanente y a cuerpo completo, pudiendo contribuir al desarrollo cognitivo desde una perspectiva sociocultural, sin embargo, fuimos formados con un discurso normalizador y desde una mirada que incita a que comprendamos al otro/a desde la carencia, tensionando la posibilidad de participación del estudiante, como colaborador en el proceso. Por ello, nos propusimos comprender cómo las y los kinesiólogos significan la interacción y construyen al otro u otra dentro de ésta, a través de una investigación cualitativa con orientación fenomenológica. Entrevistamos a cinco profesionales kinesiólogos experimentados y formados en el tema con el fin de analizar los significados presentes en sus “relatos de interacción”. En la construcción del otro/a en la interacción, emergen dos conceptos de interés: el estudiante que pone límites y el “otro/a que aparece”, el cual tiene lugar cuando los participantes logran dejar de lado su rol de “especialistas” y se centran en el otro/a, logrando un estilo recíproco en la interacción. Es entonces cuando los estudiantes logran fijar la mirada, conectarse con la actividad y expresar felicidad. La discusión de centra en ¿por qué para los profesionales ese otro/a “aparece” recién entonces si siempre estuvo ahí? Será acaso, que esta adquisición de “características pripiamente humanas” lo hacen "visible" para ellos/as. Este hallazgo da indicios de que si bien, en el área de la salud han existido intentos de introducir modelos de análisis que incluyen aspectos sociales para interpretar al otro/a, no estamos considerando el rol normalizador presente en nuestras prácticas y continuamos interpretando a ese otro/a como un diferente a uno mismo, que es necesario hacer semejante al cuerpo legítimo para considerarlo "digno de agencia".
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Cuerpos violentados y emociones vulneradas entre estudiantes universitarios mexicanos. (#5079)
Jeysira Jacqueline Dorantes Carrión 11 - UNIVERSIDAD VERACRUZANA.
Abstract:
Se presentan resultados de investigación sobre una universidad pública, la Universidad veracruzana/México. donde los estudiantes universitarios se violentan y vulneran sus emociones. La violencia (Furlán y Spitzer (2013), Abramovay (2006), Baselga y Urquijo (1974), Blaya (2006), es un fenómeno que se ve reflejada en distintas situaciones y formas de expresión como lo es: el abuso, el daño, la humillación, la dominación, el perjuicio al otro, con el objeto de doblegarlo, contra su voluntad, mediante la fuerza y el poder” (De Felipppis, 2004, p. 26). Se ha convertido en foco de atención de todos aquellos involucrados en el quehacer educativo y de la sociedad en general. Genera sentimientos y emociones como: “odio, coraje, vergüenza, tristeza, etc”. Afecta a los quehaceres escolares, repercute la formación universitaria. Las emociones son portadoras de interpretaciones y significados dependientes de las consideraciones sociales y culturales. Se desarrollan a partir de la interacción social y de las relaciones sociales (Rodríguez, 2008), (Gutiérrez, 2013) en espacios y contextos específicos (Araya, 2001). Se efectúan un análisis desde la experiencia escolar (Dubet, 1998) de los estudiantes universitarios en situaciones de violencia física ejercida entre compañeros de la universidad. El estudio responde al enfoque cualitativo (García, 1995, p. 16). Empleó la entrevista semi-estructuradas (Marradi, Archiento & Piovani, p. 2007), con una muestra de 186 estudiantes. El trabajo de investigación, se efectuó en todos los campus, regiones y áreas de conocimientos, participaron estudiantes de 43 facultades de la Universidad Veracruzana. La muestra contempló a 186 hombres y mujeres, con edades aproximadas entre los 18 a 21 años y de más de 22.Se emplearon dos softwares de análisis T-Lab y SPSS, permitiéndonos interpretar el contenido de las entrevistas, y analizar la información con distintos niveles de profundidad. Los estudiantes señalaron tener Sentimientos y emociones ante la violencia Física: Enojo, coraje, reconocen su naturalización en sus relaciones personales, y contradictoriamente les genera una Emoción. Consideran que “es entre hombres contra los hombres”, a través de: las ofensas, pegar con el puño, ejercer constantes jalones, dar zapes y dar golpes al cuerpo. La naturalización de la violencia, es un problema que no se logra erradicar (Aguilar Villanueva, 2012, p. 25-26), hoy en días continúa siendo un fenómeno vivo y real, que experimentan los estudiantes y que conciben como algo “normal” en sus relaciones personales que afecta a su cuerpo y de lo que se han acostumbrado. Son miles de estudiantes de las diferentes regiones y áreas de conocimiento que experimentan la violencia física en el cuerpo, y se encuentran en situaciones de vulnerabilidad. Los sentimientos y emociones más destacadas ante la violencia son: “enojo, coraje, malestar, afectación, daño, agresión, incomodidad, vergüenza, humillación e indignación”.
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Violencia discursiva y situación de género en educación básica. Un proceso de construcción en disputa en la vida cotidiana. (#5381)
Nashyeli Figueroa Galván 1; Ever Sánchez
21 - Coordinadora de Proyectos de Erandini A.C. 2 - Osorio.
Abstract:
Si bien es cierto que la visibilidad sobre la diversidad de género como forma de vida que se afronta es cada día mayor (no sólo en la calle, en redes sociales y en algunos espacios de legalidad como el matrimonio entre personas del mismo sexo), también es una realidad el recrudecimiento de actos cotidianos que violentan a todo aquel o aquella que se sale del marco heteronormativo. La violencia, además de ser observada en ataques homofóbicos como fue la masacre de Orlando en Estados Unidos o en la que se ejecutó en Veracruz, México, ambos durante el año 2016, se construye en la sutileza del discurso cotidiano reproduciéndose muchas de las veces de manera invisible. Es decir, existe en la naturalización de conductas la reproducción de un lenguaje violento y sublime que fortalece la situación de género que vivimos dentro de una sociedad que asigna el género en binomio de acuerdo a la anatomía biológica de los cuerpos. Frases o palabras naturalizadas que tienen un peso fundamental para nuestra educación y formación como seres humanos y que no obstante violenta nuestra subjetividad. Particularmente, buscamos referirnos a lo que en la vida cotidiana observamos, sobre todo en educación básica tanto dentro como fuera del aula. No obstante, también son importantes los diferentes recursos a los que recurren los adolescentes para construir su identidad de género, los cuales forman parte de los espacios de ruptura que contribuyen a la generación de nuevos discursos. Estas acciones forman un repertorio que sirve para enfrentar lenguajes institucionalizados y crear nuevas posibilidades de ser, a la sombra de lenguajes hegemónicos culturalmente adapatados.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
Emoções e território: corpo vivido, produção de subjetividades e a gestão do habitar no Programa Minha Casa Minha Vida (BRASIL). (#0040)
Gabriela Pereira Acerbi11 - PUC SP.
Abstract:
A pesquisa tem interesse central na produção de subjetividades no campo das políticas sociais de habitação popular, com foco nas experiências das beneficiárias e beneficiários do Programa institucional brasileiro Minha Casa Minha Vida (faixa 1). De modo específico, articula-se uma discussão em torno das relações estabelecidas entre sujeitos e a política habitacional, considerando subjetividades enquanto produzidas por instâncias individuais, coletivas e institucionais nessas reconfigurações espaciais que atravessam estruturas físicas, políticas e afetivas dos moradores. Nesse sentido, questões da corporalidade, noção de subjetividade, práticas na/sobre a casa e cuidados de si associam-se às discussões sobre resistência, desejo e direito, numa tentativa de acompanhar, com o esforço do trabalho etnográfico, desdobramentos e associações entre modos de vida, produção de subjetividade e propostas da política pública da questão urbana contemporânea brasileira. Toma como ponto de partida a questão da moradia e seus desdobramentos no campo da produção de subjetividades, considerando as transformações da administração urbana, novas relações traçadas entre habitação, ética, política e modos de subjetivação na dinâmica do habitar. Os efeitos das políticas habitacionais, a questão do controle na contemporaneidade e a construção dos condomínios populares do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) são repensados no cotidiano das beneficiárias e beneficiários, tendo em vista os modos de ocupação e novas experiências minoritárias associadas às práticas individuais na casa “própria” e questões da governamentalidade. Uma reflexão no campo molecular, dos projetos individuais, tendo em vista motivações na esfera dos desejos e dos afetos: uma tentativa de deslocar o Estado da centralidade, atentando-se ao que ocupa as margens dele e outros modos de habitá-lo. No campo dos territórios íntimos, sobre processos que se estabelecem afetivamente no interior do condomínios, questiona-se quem é o sujeito para quem se projeta a habitação e o que esse sujeito projeta e constrói a partir dela, assim como interrogações associadas aos modos de ocupação da casa, práticas de si, corpo e construção da noção de pessoa. Um circuito de discussões que se associa às questões da territorialidade, do fluxo dos acontecimentos e “restauração da cidade subjetiva” (GUATTARI, 2000) pela temática da diferença, singularidade e ressingularização no campo das experiências constituídas dentro e fora da esfera institucional. Uma tentativa de retomar a questão urbanística tendo em vista os “destinos” que a cidade, a política e a técnica produzem e as transformações no âmbito dos sujeitos e suas dimensões existenciais e afetivas. Sobre experiências corporais na cidade, deseja-se rastrear efeitos dessas modificações, tendo em vista associações entre a criação de habitações de interesse social e a necessidade da purificação e segregação associadas à imagem sacralizada do corpo na enquanto lócus de poder, territorialização, assujeitamento e também agenciamentos. Indaga-se sobre modificações espaciais, interrupções e alinhamento de novos trajetos a partir da mudança para os condomínios, assim como a gestão do desejo pelo financiamento social para população de baixa renda enquanto política de inclusão. Problematiza-se a concepção de casa própria enquanto lógica de pertencimento gestada pelo Estado e conexões entre aquisição de casa, direitos, concepção do morar e construção de noções de sujeito.
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Emociones de guerra y de paz. Una aproximación a las emociones políticas en el proceso de paz del conflicto armado colombiano con la guerrilla de las FARC 2012 - 2016. (#0095)
Catalina María Tabares Ochoa11 - Instituto de Estudos Sociais e Políticos - UERJ.
Abstract:
Mi tesis de doctorado en Sociología se denomina Emociones de guerra y de paz. Un estudio sobre las emociones políticas en el proceso de paz del conflicto armado colombiano con la guerrilla de las FARC 2012 - 2016. Esta ponencia tiene entonces por objetivo, presentar la construcción de los elementos empíricos y teóricos (emociones en el estudio de la política y Sociología de las emociones) que me llevan a relacionar las emociones con un escenario político como el de la mesa de negociación, asímismo, pretendo exponer algunos resultados de uno de los objetivos de la tesis. Las emociones son de una gran potencia para el análisis de la acción política, es en este sentido, que considero la mesa de negociación del conflicto armado colombiano como un escenario de gran riqueza en el que confluyen de un lado, actores institucionales que están en el centro de la política tradicional como es el caso de los representantes del Estado, y de otro, actores antagónicos, rebeldes que han luchado históricamente por su reconocimiento político como es el caso de la guerrilla de las FARC – EP; asimismo otros actores sociales: las víctimas, investigadores sociales, medios de comunicación y la ciudadanía en general. Entre esta pluralidad de actores y elementos, me interesa indagar cómo aparecen las emociones en el proceso de negociación del conflicto armado colombiano. Observar las emociones en la mesa de negociación, me permite responder a una pregunta más abarcante, la del vínculo entre emociones y política, campo teórico que deseo enunciar, es por esta razón que parto de una pregunta general que vincula estos dos conceptos. ¿Qué tiene que ver la política con las emociones? Busco dar cabida a análisis que permitan integrar los sentimientos y las pasiones al sentido de la acción política. Indagar en este terreno nos interpela a integrar las dicotomías objetivo/subjetivo, público/privado, razón/emoción y estructura/acción. La mesa de negociación fue inaugurada el 18 de octubre de 2012 en Oslo- Noruega con el fin de acabar con un conflicto armado de más de 50 años. La indagación aquí propuesta se centra en sus actores centrales, un grupo en principio conformado por 5 integrantes de cada una de las partes, que a lo largo de 4 años de negociación ha variado y se ha ampliado según las subcomisiones conformadas para el debate de acuerdos específicos y ejes transversales; estos actores son personalidades de reconocida trayectoria en el país, tienen una gran visibilidad, sus declaraciones son publicadas en los principales medios de comunicación, oficiales y no oficiales. Pretendo en la ponencia, mostrar una aproximación analítica a las emociones que aparecen en sus discursos y declaraciones públicas ¿Cuándo, cómo, dónde y para qué aparece la emoción en el discurso? ¿Quién la enuncia?
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Territorios en disputa, cuerpos beligerantes (#2452)
Paula Jimena Salazar Vásquez 11 - Universidad Autónoma de Occidente.
Abstract:
El objetivo de esta ponencia es socializar las historias vida de dos mujeres, que desde su hacer cotidiano y sus prácticas alternas de alimentación y defensa del territorio dan cuenta de luchas sociales en las que el cuerpo y las emociones de las mujeres de dos comunidades en Colombia (una ubicada en La Toma, vereda de Yolombó, departamento del Cauca y la otra en el municipio de Ulloa, al norte del departamento del Valle del Cauca), resignifican las nociones de soberanía alimentaria y territorio. Ambas historias de vida se enmarcan en un contexto social y político atravesado por tensiones alrededor de la disputa por el territorio y el control de los recursos. El cultivo de café con sombra (caso ubicado en Ulloa, Valle del Cauca) y caminar por la defensa del territorio (La Toma, Yolombó, Cauca) son prácticas que moldean el cuerpo de las mujeres que las encarnan. Una es la mano que siembra en la sombra y otra es una caminante del discurso oral. En los dos casos, su construcción de identidad tiene que ver con ser y estar en el territorio y una relación distinta de esos cuerpos en sus comunidades. En este contexto, en esta ponencia se intenta responder a una pregunta existencial y política: ¿qué dicen los cuerpos de estas dos mujeres sobre las tensiones que los atraviesan, sobre los mecanismos a través de los cuales se moldean, se disciplinan o resisten? Palabras clave: cuerpo, emociones, soberanía alimentaria, territorio, identidad.
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Sobre estratégias para lidar com a dor e a ameaça relacionadas à violência policial: notas de uma etnografia na favela Cidade de Deus no Rio de Janeiro (#2574)
Luana Dias Motta 11 - Universidade Federal de São Carlos.
Abstract:
O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) na cidade do Rio de Janeiro se inicia em 2009 e tem como objetivo central a «retomada» de territórios de favelas dominados e controlados por grupos de traficantes, sobretudo, por meio do controle de armas. A política de pacificação é apresentada e justificada como um deslocamento na maneira de conceber e implementar políticas de segurança pública para favela. Com efeito, no plano discursivo, as UPP tem como categoria norteadora a PAZ e não mais a ideia de GUERRA, como programas de segurança anteriores. Entretanto, na prática, tal deslocamento discursivo não se concretiza, uma vez que os episódios de violência e arbitrariedade policial não são eliminados da vida cotidiana dos moradores. Este é o contexto empírico da pesquisa de doutorado que desenvolvo e mais especificamente é o contexto que perpassa as questões a serem apresentadas nesse texto. A partir de etnografia realizada na favela Cidade de Deus (CDD), no Rio de Janeiro, esse texto tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre os sentimentos, explicações e estratégias de moradores frente à violência policial cometida por uma polícia conhecida e legitimada como pacificadora e não menos violenta. Tomando como pano de fundo o contexto de pacificação e os deslocamentos discursivos por ele produzidos, refletirei sobre as experiências de moradores da CDD frente a políticas de segurança pública que se traduzem em práticas de violência e arbitrariedade policial. Assim, a partir de dois casos relacionados à violência policial e seus desdobramentos (um me foi narrado e outro acompanhado pessoalmente por mim), buscarei descrever e refletir sobre as formas como a violência relacionada à política de segurança pública da pacificação é experienciada e compreendida pelos moradores. O argumento central é de que a indignação e uma espécie de naturalização da violência policial, além de coexistirem, são incorporados ao cotidiano, seja nas estratégias para lidar com o sofrimento e a humilhação (uma espécie de gestão do medo e da dor) ou no repertório de ações práticas para proteger fisicamente seus corpos dos riscos relacionados a essa violência.
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Raíz-es: una lectura del cuerpo durante el proceso de fortalecimiento de nuevos arraigos locales con personas en situación de desplazamiento en dos sectores de Medellín (#5744)
Lina Marcela Silva Ramírez 11 - Corporación Universitaria Minuto de Dios.
Abstract:
No se concibe un cuerpo fuera de un espacio. Si se traza una línea que cruce los territorios o lugares que atravesamos a lo largo de nuestras vidas, sería necesario también trazar una que describa las transformaciones que sufrimos. Estas fueron las premisas que usamos como punto de partida para la creación del proyecto de intervención social “raíz-es”, desarrollado desde la investigación-acción-creación para el fomento de los arraigos locales entre personas desplazadas por el conflicto armado en Medellín y el área metropolitana. El ejercicio colectivo implicó el acercamiento al tema de las migraciones locales desde una perspectiva resiliente donde pudieran tener cabida preguntas como: ¿Qué ocurre con el cuerpo en los procesos de desplazamiento? ¿Cómo representamos la nueva realidad que enfrentamos con el cambio de lugar (ciudad, país, barrio, etc)? ¿Qué sensaciones se manifiestan en nuestro cuerpo como producto del desplazamiento? ¿Qué estrategias nos permiten “adaptarnos” a los paisajes y a los habitantes del “nuevo” territorio? ¿Qué “ritmos” llevamos durante esta adaptación? Esta ponencia presenta las respuestas brindadas por los grupos de personas que participaron del proyecto y el proceso de creación de una estrategia comunicativa basada en las artes integradas como recurso simbólico para la valoración de la experiencia de migración local. Como resultado se resalta la importancia del trabajo reflexivo desde las categorías que pueden relacionarse con la diversidad cultural en tanto que las necesidades atendidas por los programas de gobierno no logran dar respuesta a este elemento que constituye un eslabón importante en la reconstrucción de las dinámicas de vida de los nuevos habitantes de la ciudad. Asimismo la intervención desde la metodología de la investigación-acción- creación permite y que contó con un componente de acompañamiento psicosocial dio lugar a un diálogo de saberes que ubicó a los participantes como sujetos creadores y como el protagonistas en la resignificación de su realidad actual.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
Arqueología de la violencia: una introducción al imaginario de naturalización de la violencia intrafamiliar (#5837)
Paola Viviana Pila Guzmán 11 - Universidad de Cuenca.
Abstract:
En el presente estudio se indaga sobre el fenómeno de la Violencia Intrafamiliar en la Ciudad de Cuenca, Ecuador. Se toma como referente el método arqueológico foucaultiano para el análisis de los discursos alrededor del acto violento y la identificación de las condiciones de posibilidad de la aparición de la violencia como un monumento histórico en la vida de las familias cuencanas en general y en la vida de las víctimas en particular. Entre los principales hallazgos de la investigación se evidencia: el cuerpo objetualizado de la víctima como el soporte físico de la violencia ejercida; las instituciones sociales como aparatos que actúan en la continua reproducción ideológica de la violencia; y finalmente las estrategias de resistencia construidas como formas antagónicas en busca de autonomía desde la Subalternidad de las víctimas.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
“Me jodio’ la vida”: Los efectos de la Guerra contra las drogas en Personas Que se Inyectan Drogas en el área rural de Puerto Rico.” (#6079)
Roberto Abadie 11 - Departamento de Sociologia, Universidad de Nebraska-Lincoln.
Abstract:
La existencia de programas de acceso a la mariguana medica primero y su legalización en casi la mitad de los Estados de Estados Unidos después, junto a cambio en las políticas represivas aplicadas a usuarios blancos de drogas inyectables en el área rural podría llevar a pensar que la política de guerra a las drogas iniciada hace más de cuarenta años, está en baja. Sin embargo, este paper presenta evidencia de los efectos de esta política sobre Personas Que se Inyectan Drogas en el área rural de Puerto Rico, argumentando que lejos de ser así, por lo menos en este territorio la guerra a las drogas está siendo ejecutada con todo su rigor. Basado en un estudio de las redes sociales y riesgo en esta población, este paper recoge datos de más de 300 inyectores activos para documentar los efectos de esta política en un grupo, ya de por sí, estigmatizado y marginalizado. Los hallazgos muestran que en primer lugar, esta población sufre desproporcionalmente los efectos de la encarcelación, casi siempre por delitos no violentos, como micro tráfico, o simplemente posesión de sustancias ilícitas. El énfasis represivo inspirado por la política de la Guerra a las Drogas impide que los usuarios que han sido encarcelados puedan disponer de un tratamiento para su adicción durante el periodo que están privados de libertad. La guerra contra las drogas en su afán represivo impide tratar del consumo de sustancias ilícitas como un problema de salud pública. Esta ideología represiva, a la vez permea también la disponibilidad y el acceso a programas de tratamiento. En Puerto Rico así como en Estados Unidos en las ultimas décadas se ha priorizado al inversión en cárceles para tratar con el problema de la adicción, en detrimento de la creación de programas de tratamiento. Es así que el presupuesto para la construcción y administración de cárceles es muchísimo más elevado que el de prevención o tratamiento. Adicionalmente, los escasos programas de tratamiento para inyectores de heroína en Puerto Rico adoptan a su vez esta ideología represiva, retirando de los programas a aquellos usuarios que producen tres test de orina “sucia” mostrando restos de opiáceos. Como diversos críticos han sugerido, la guerra contra las drogas se ha mantenido por tanto tiempo no por sus resultados por disminuir el consumo problemático de sustancias, sino por los enormes beneficios económicos y también políticos derivados de su implementación.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
CUERPO DISCIPLINADO, CUERPO CIVILIZADO: EL DISCIPLINAMIENTO COMO FACTOR DOMINANTE EN LA CONSTRUCCIÓN DEL ESTADO-NACIÓN EN COLOMBIA A PRINCIPIOS DEL SIGLO XX (#7187)
MARIO ANDRES CASTRILLON RUIZ 1; DOLLY RODRIGUEZ GUERRERO
11 - Universidad del Pacífico.
Abstract:
La ponencia se fundamenta principalmente en el concepto de disciplina expuesto por el teórico social Michel Foucault. Se fundamentada en una metodología de investigación cualitativa de diseño documental-histórico; tiene como propósito el análisis y la interpretación desde un enfoque sociológico sobre las formas de disciplinamiento que se instauraron sobre la corporalidad de las comunidades negras e indígenas en la construcción del Estado-Nación en Colombia en las primeras décadas del siglo XX, donde se pone como premisa el disciplinamiento de los cuerpos como factor propio de la sociedad moderna, en busca de la docilidad y utilidad humana, pero en el entendido que para Colombia los factores disciplinarios que hicieron parte de la construcción de nuestro Estado-Nación fueron trazados por dinámicas disciplinarias de educación occidental, higienización y moral católica. Por su parte, los discursos legales y académicos de principios del siglo XX describen las formas de disciplinamiento educativo, los distintos actores o instituciones que hacían parte del disciplinamiento, las percepciones de distintas disciplinas científicas sobre las poblaciones no cultas (negras e indígenas) y como dichas percepciones se normalizaban bajo relaciones de poder institucional que finalmente conducían a la generación de un racismo nacional. Desde este enfoque, se tendrá en cuenta como desarrollo de la ponencia las siguientes categorías de análisis: el disciplinamiento, la institucionalidad y la radicalización.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
Documental "Casucha. Pedagogía del Exterminio en Cuartel Terranova". Investigación desde la sociología del cuerpo y las emociones, la(s) violencia(s), el exterminio y la barbarie.
(#8008)
Mercedes Elizabeth Moraga Zamora 1;
Roberto Francisco Merino Jorquera
21 - Centro de Investigación Social y Educativa. 2 - Universidad de Chile.
Abstract:
Investigación sociológica base del documental. Su objeto es desocultar lógicas internas y externas de la(s) violencia(s) y barbarie en el Chile dictatorial, a través de la articulación del caso paradigmático de Jorge Fuentes Alarcón, la comprensión del funcionamiento del Cuartel Terranova (Villa Grimaldi) y, consiguientemente la indagación en agentes y cúpula de la DINA. Jorge Fuentes Alarcón fue detenido en Paraguay en mayo de 1975, durante el "Plan Cóndor", por efectivos de seguridad de ese país, donde permaneció hasta septiembre del mismo año, para luego ser trasladado a Argentina e ingresado a Chile secretamente por agentes de la DINA, y ser llevado al Centro Cuatro Álamos y luego a Cuartel Terranova/Villa Grimaldi, donde fue visto vivo por última vez en enero de 1976. Hasta la fecha se desconoce su paradero. La violencia aplicada en este caso se indaga a partir de metodologías, técnicas e instrumentos de Ciencias Sociales y expuestas a través de técnicas audiovisuales, tratando de identificar, describir y simbolizar castigos, secuestros, encierros y exterminios a cuerpos de militantes secuestrados en el Cuartel. El tratamiento audiovisual implica la realización de entrevistas y un "recorrido comentado" a partir de las experiencias de los entrevistados/as secuestrados/as en el espacio del "Cuartel Terranova", como espacio/territorio de recuerdos/silencios/olvidos, de memoria de entrevistados/as que son hoy sobrevivientes de este centro y que presenciaron los castigos aplicados a Jorge Fuentes, militante mirista castigado a través de violencia técnica/racional/lógica/administrativa/burocrática y a la vez tan cruel que pareciera no ser civilizada… una barbarie en tiempos de educación de violencia y terror; una “barbarie civilizada, moderna”, contradicción a la que Jorge Fuentes, secuestrado, sufriente de tormentos hace frente alentando a sus compañeros, cantando desde una casucha de perro, encadenado como un perro pero reclamando humanidad en un espacio donde esta parecía ya perdida. Se indagará la práctica de violencia y ejercicio de poder absoluto sobre cuerpos encerrados y castigados en el Chile dictatorial. La violencia está visibilizada en el sufrimiento corporal y emocional de Fuentes y otros/as secuestrados/as que hoy cuentan lo acontecido con aquel militante y lo vivido en su secuestro. Importante es comprender las lógicas, la racionalidad de esta violencia extrema. La violencia será visibilizada además al conocer a los castigadores: agentes de Fuerzas de Orden y Seguridad, Comandancia del Cuartel, brigadas y jefes de la DINA, como parte de la maquinaria castigadora/exterminadora. El exterminio, la desaparición de cuerpos de militantes políticos y sociales desde Cuartel Terranova, acto de hiperviolencia, es el punto cúlmine de esta pedagogía del terror impuesta no sólo a otros militantes, sobrevivientes y sus familias; es el aprendizaje de miedo y trauma a una sociedad completa.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
El acoso sexual callejero en personas de la disidencia sexual: el cuerpo como eje en su mecanismo de funcionamiento (#8705)
María José Guerrero González 1;
Josefina Moya
21 - Observatorio Contra el Acoso Callejero, Chile. 2 - Hansen.
Abstract:
En el presente investigación busca develar los mecanismos de funcionamiento del acoso sexual callejero en personas de la disidencia sexual, desde un análisis del cuerpo en base a la teoría foucaultiana de biopoder y desde la teoría de la performatividad de Butler. Entendiendo que la creación de los cuerpos está atravesada por la heteronorma, el mecanismo de funcionamiento del acoso sexual callejero hacia personas LGTB dependerá de su devenir corporal. Vale decir, será la expresión corporal –si es transgresora o no- la que diferenciará el mecanismo de funcionamiento del acoso sexual callejero: cuerpo para seguir reproduciendo la normatividad – cuerpo a corregir. Así, no será lo mismo ser mujer u hombre transexual, que mujer lesbiana femenina, en el espacio público. El acoso sexual callejero, funcionará en ambos casos de manera diferenciada: en el primero como mecanismo represor para volver a la norma, en el segundo para que la Mujer siga performando como Mujer en el espacio público (las mayúsculas son intencionadas). Así, mediante la técnica cualitativa de focus group se analizaron distintos discursos sobre las experiencias de mujeres y varones de la disidencia sexual, respecto al acoso sexual callejero de los que han sido sujetas(os).
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SEXUALIDADES E IDENTIDADES DISIDENTES EN CONTEXTOS DE CONFLICTO ARMADO EN EL DEPARTAMENTO DE CALDAS 1985-2015: UN APORTE A LA MEMORIA Y LA CONSTRUCCIÓN DE PAZ (#8889)
CARMENZA SÁNCHEZ QUINTERO 11 - Universidad de Caldas.
Abstract:
La trayectoria de más de 50 años del conflicto armado en Colombia y la mesa de negociaciones de la Habana dónde se llegó a acuerdos en el marco del denominado “proceso de paz”, son apenas la punta del iceberg para el futuro de esta nación, que según el vaticinio de diferentes agentes sociales llevará a una nueva lógica en la vida del país en el marco de lo que se ha denominado pos-acuerdo, posconflicto o tiempos de transición. En estas coordenadas de transición se quiere brindar un panorama sobre la vinculación entre el conflicto armado y las sexualidades e identidades disidentes en el departamento de Caldas. Por sexualidades e identidades disidentes entendemos aquellas prácticas y orientaciones sexuales que trascurren de manera liminal, abyecta, periférica, en un régimen heteronormativo de sexo/género; la disidencia involucra un conjunto de personas dentro de las cuales el sector social autodenominado LGBT, los hombres y mujeres con prácticas homoeróticas y los y las trabajadoras sexuales, en tanto la victimización de las personas con sexualidades e identidades disidentes presenta unas particularidades tanto en los hechos victimizantes como en las repercusiones sobre sus vidas. Los repertorios de violencia no son uniformes, son mecanismo que acuden a diferentes estrategias para afectar el cuerpo físico y simbólico de aquellos que se encuentran en medio del conflicto (Goldstein, 2003), esto incluye las acciones de “limpieza social”, el estigma y el señalamiento. De acuerdo al Registro Único de Víctimas, hasta el 2016 en Colombia se registran 1.462 víctimas LGTB. Sin embargo, debe estimarse que es un fenómeno con un alto subregistro; de los y las trabajadores sexuales poco más es lo que conoce en tanto sus situaciones de vida quedan invisibilizados en los registros de víctimas. Entre los hechos victimizantes más recurrentes se encuentran: el desplazamiento (72.9 %), las amenazas (13.85 %) y el homicidio (6.3 %). Estas cifras son generales para todo el país, existiendo un desconocimiento para el departamento de Caldas. Esta propuesta de ponencia se sustenta en la tradición investigativa de los grupos de investigación Identidad y Cultura de la Universidad Nacional de Colombia sede Manizales y del Colectivo de Estudios de Familia de la Universidad de Caldas. También se cuenta con el respaldo institucional de la Gobernación de Caldas, secretaría de Integración y Desarrollo Social y por tanto se constituye en una pieza más que aporte a la construcción de Memoria Histórica y nutra las acciones de política pública con una aplicación integral del enfoque diferencial.
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Trayectorias de vida de mujeres transexuales en Antioquia: cuerpos, territorios, y militancia.
(#9184)
Diana Lucía Ochoa López 11 - Instituto de Altos Estudios Sociales.
Abstract:
Trayectorias de vida de mujeres trans[1] en Antioquia: cuerpos, territorios, y militancia. Las trayectorias de vida de las mujeres trans están marcada por la relación que establecen entre sus cuerpos, los lugares que habitan y los activismos sociales y políticos. Sobre su corporalidad se inscriben los discursos religiosos, bilógicos, médicos, jurídicos y militantes que circulan en la sociedad y que establecen los debates sobre la identidad de género y la diversidad sexual. A través de historias de vida de mujeres trans del Departamento de Antioquia (Colombia) queremos comprender como se constituyen las identidades diversas o no normativas en una sociedad que se caracteriza por ser conservadora, católica y violenta con todo aquello que no se corresponde o se adapta al orden establecido. Además de entender cómo se configuran esas sexualidades disidentes, queremos discutir con las principales teorías sobre la identidad sexual, el feminismo y la contraposición sexo-género, teniendo como eje transversal los usos del cuerpo y de los espacios para la construcción de las identidades trans. “No se nace mujer: se llega a serlo” (1949: 371), es quizá el epígrafe más utilizado en los trabajos sobre feminismo, está frase escrita por Simone de Beauvoir inauguró diversas líneas de investigación, una de las más relevantes es la discusión sobre la identidad de género como una construcción social y cultural y no una determinación biológica. Siguiendo este argumento las personas transgénero se identifican con un género (femenino-masculino), lo que no significa que vayan en busca de un ideal binario, se puede llegar a ser hombre o mujer, o permanecer en tránsito entre las dos categorías normativas del género. Es así como surgen las identidades en tránsito o descentradas, donde la genitalidad no tiene que coincidir con la organización de pensamiento heteronormativo. Y además nos permite discutir la relación entre sexo y género que se presenta como una dicotomía insalvable entre el determinismo biológico y el relativismo cultural (Coll Planas; 2009). El objetivo es describir las trayectorias de vida de mujeres transgénero en el tránsito de masculino a femenino desde una perspectiva feminista y transexual, el eje transversal será el cuerpo como materialidad, el cuerpo que es posible, moldear, hormonizar, operar, trasformar; y analizar cómo se configuran las identidades trans en una sociedad como la antioqueña reconocida por encarnar los valores de la sociedad tradicional que se rige por los mandatos de la Iglesia Católica y en otros casos por el uso de la violencia como dispositivo de control. [1] Personas trans: se refiere a las personas cuya vivencia personal del género no es la que socialmente se considera propia del sexo que le fue asignado al nacer. Es decir, personas que al nacer fueron asignadas al sexo femenino y se identifican a sí mismas como hombres (hombres trans), y personas que al nacer fueron asignadas al sexo masculino y se identifican a sí mismas como mujeres (mujeres trans). (2015, Cuerpos excluidos, rostros de impunidad. Informe de violencia hacia personas LGBT en Colombia)
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
Crime e castigo: os(as) encarcerados(as) - seus medos e desejos. (#7689)
Telma Ferreira do Nascimento Durães 1; Valéria Queiroz
1; Gaspar A. Machado de Souza
11 - UFG.
Abstract:
Resumo O presente artigo propõe empreender uma reflexão acerca das vivências e percepções de homens e mulheres que estão cumprindo pena no sistema prisional. Trata-se de mulheres presas por envolvimento com o mundo das drogas e de homens condenados pela Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006, que criminaliza a violência contra a mulher no Brasil). Nossa preocupação é, além de discutir as influências da afetividade na inserção de mulheres na criminalidade, tentar entender as teias que entrelaçam novas experiências de vida e sentimentos formatados no cotidiano do cárcere. Quanto aos homens, a intenção é compreender o significado, por eles atribuídos, à violência contra a mulher e perceber, ainda, quais são suas expectativas com relação às companheiras ao alcançarem a liberdade após cumprimento da pena. Recorreremos a alguns prismas conceituais elaborados desde a perspectiva teórica centrada nas análises das emoções Na década de noventa percebe-se um aumento significativo de pesquisas e estudos sociológicos sobre as emoções, emoções como construção social; estudos sobre o amor; pesquisas sobre as implicações entre gênero e emoções; entre outros. O enfoque proposto concebe as emoções como construções sociais e possibilidades de conhecimento científico. Algumas reflexões sobre o sistema punitivo no Brasil foram realizadas, considerando ser este o universo onde se inserem as mulheres e os homens pesquisados. A discussão sobre gênero também se fez necessária, pois as relações entre os seres humanos não são pautadas apenas por relações desiguais nas esferas sociais, econômicas e políticas. O presente artigo configura resultados parciais de duas pesquisas que estão sendo realizadas pela Universidade Federal de Goiás, Brasil: “Mulheres encarceradas pela Lei Antidrogas: na rota Mato Grosso e Goiás (Brasil)” e “As representações sociais sobre violência conjugal de homens encarcerados pela Lei Maria da Penha”. A finalização dos projetos está prevista para dezembro de 2017. Até o momento foram realizadas trinta entrevistas com os homens e dezesseis com as mulheres. Foram aplicadas entrevistas de narrativas com detentos(as) de dois estabelecimentos prisionais.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
A barbárie nas penitenciárias do Brasil: a violência das rebeliões pelas facções criminosas nos corpos dos presos (#8672)
Amadeu de farias cavalcante júnior 11 - universidade federal do oeste do Pará.
Abstract:
RESUMO: A rebelião que deixou 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, no primeiro dia do ano, foi destaque nos principais meios de comunicação do mundo em 2 de janeiro de 2017. Em 6 de Janeiro, 33 presos morreram na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, a maior de Roraima. Na sequência, no dia 15 de janeiro 26 presos morreram na rebelião da Penitenciária de Alcaçuz que já é a mais violenta da história do Rio Grande do Norte. No ano de 2013, a barbárie tomou conta do Complexo de Pedrinhas, principal rede de presídios do Estado do Maranhão. No espaço de 12 meses, 65 presos foram mortos no local. Os indícios de barbárie no Maranhão são sem palavras na literatura, pois um preso foi cortado em 59 pedaços, e seu fígado assado e comido pelos presos. Duas facções dominam o Maranhão: o Primeiro Comando do Maranhão e o Anjos da Morte. Em Manaus e Roraima a Família do Norte (FDN) foram responsáveis pela barbárie. Esses casos já ultrapassam Carandiru. A questão penitenciária no Brasil pode ser considerada como uma das mais graves para a segurança pública e das prisões em nível mundial por causa da violência que dela se implode na forma de rebeliões peculiares da nossa realidade na América Latina. Sabemos que as gangues e organizações criminosas sempre fizeram parte da recente história das prisões. No Brasil, as organizações das rebeliões têm trazido para nosso cenário algo a mais do que a formação de uma “sociedade do cárcere”. A barbárie, tem vários sentidos sociais e culturais, e pode ser considerada, em alguma realidade penal, apenas como uma única morte de um detento, ou então, uma briga entre gangues rivais. O conceito de barbárie, inicialmente, é tratado por nós como recurso metodológico para definir uma categoria de violência nas prisões brasileiras da atualidade, buscando recriar essa categoria da modernidade para nossa literatura penitenciária com o objetivo de delimitar as formas de ação que se lançam sobre os corpos dos presos escolhidos pelas facções como vítimas/bodes expiatórios de alguma forma de contraposição e afrontamento criado pelo sistema social de uma determinada facção ou grupos de presos em luta pela hegemonia do poder em uma determinada realidade carcerária. Esse recorte teórico sobre o conceito de barbárie busca trazer reflexões sobre o fenômeno especificamente observado pelo recinto de crueldade encontrado nessas manifestações da sociedade do cárcere em busca de uma maior objetualização dos corpos mutilados e deformados. Publicar essas violências em redes sociais, em vídeos e fotos pelos próprios algozes, são recursos recorrentes e que se configuram em uma tendência com fim a alcançar outros objetivos ou formas hegemônicas de atuação contra o Estado e a sociedade. Palavras-chave: Barbárie; sociedade do cárcere; gangues.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 05 |
Memórias da Promessa e do Fim do Mundo: testemunhos de deslocados compulsoriamente em função do enchimento do lago da Usina Hidrelétrica de Tucuruí (#4555)
Jorge Augusto Santos Das Mercês 11 - Universidade Federal do Pará.
Abstract:
Objetivando compreender os sentidos atribuídos ao sofrimento social de deslocados compulsoriamente em função da construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí e do consequente enchimento do lago, debruçamo-nos neste artigo sobre os testemunhos (um tipo de memória marcado pelo “eu estive lá”) desses sujeitos para compreendermos como eles sentem a ruptura da forma como viviam; ruptura decorrente da efetivação do projeto desenvolvimentista supracitado. Para tanto recorremos a uma abordagem interpretativa no intuito de, através de entrevistas semiestruturadas, entrevistas não-estruturadas e pesquisas de campo em Breu Branco e Tucuruí (ambos municípios no Pará), compreender o fluxo da narrativa e os sentidos atualizados dos “lugares de memória” presentes hoje, trinta e dois anos depois do deslocamento compulsório decorrente da primeira fase das obras da Usina em questão, nas vidas dessas pessoas. Concluímos, provisoriamente, visto que a pesquisa ainda está em andamento, que o sofrimento social é elaborado pelos deslocados compulsoriamente em foco a partir de dois eixos: a) da promessa quebrada feita pela Eletronorte, a empresa havia prometido casas de alvenaria e não cumpriu, havia prometido indenizações que, segundo os deslocados compulsoriamente, hoje e em reais, gira em torno de quarenta mil, mas não cumpriu, e que havia prometido terras suficientemente boas para a retomada de cultivos, mas não cumpriu, entre outras coisas que, segundo interlocutores, “ficaram só na promessa; e b) do “fim do mundo”, no qual o sentimento de não-pertencimento à Breu Branco marca uma compreensão de ausência de lugar desde a ruptura desencadeada pelo deslocamento compulsório, marcado por uma compreensão desses sujeitos de que, como dizem, a partir de então “tudo foi para o fundo”. Esses eixos de compreensão sobre o sofrimento social elaborado por esses deslocados compulsoriamente e sistematizados no presente artigo são complementares e os testemunhos variam entre um e outro, atualizando, em determinados momentos, a luta pelo cumprimento das promessas e, em outros, o sentimento de impotência dessas pessoas diante de um mundo no qual não têm lugar. Dessa forma a memória das testemunhas do “fim do mundo” funciona tanto como um marcador de não pertencimento atual diante de um momento anterior e diferente, no qual a experiência de ter lugar era presente; como atualização das “promessas” não realizadas que poderiam, talvez, mitigar ou justificar para eles próprios esse sofrimento.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 06 |
Imaginario, cuerpo y emociones: hacia una teória de simbólica de la sociedad (#9097)
Daniel Gutiérrez Marínez 11 - El Colegio Mexiquense.
Abstract:
Desde una sociología del imaginario, se definirían las emociones como el pensamiento y el sentimiento en conexión. Lo anterior nos remite a superar, o quizás desdeñar la dicotomía explicativa y diferenciación decimonónica (aunque aún persisita) entre pensamiento y sentimiento. Suèrar el infertil debate entre que va primero y cual predomina. Asimismo nos remite a superar la ideología cientista de la Modernidad, que el ser humano es un Indiduo o un divino social como lo definiría Durkheim. Incluso aún se puede hablar que las emociones son el ADN de la cultura, y aquello que nos conecta con nuestros predecesores hace más de un millón de años atrás. Es justamente a través de las teorías de las emociones desde la sociología del imaginario, que podremos vislumbrar estructuras antropólogicas de significados y simbolizaciones actuales, que nos remiten a símbolos arcaicos. Como entender en la actualidad las agrupaciones colectivas en todas sus formas (marchas, menifestaciones religiosa, deportivas, políticas, sexuales, etc,); incluso las "desiciones personales" sobre transformación de los cuerpos (escarifiacciones, tatuajes, marcajes), y que al mismo tiempo nos conecten con la estrucrtura cultural que nos conjunta desde antaño con las culturas del mundo. Aquí se plantearán las nociones de Sueños, Miedos, Sensoriales como la raíz y base de la manifestación estructural de las emociones humanas, y de cual modo se expresan en lo cotidiano a través del cuerp social y cuerpo personal.
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Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 06 |
Envelhecimento ativo: proveniências e modulação da subjetividade (#6084)
Silvana Tótora 11 - Professora doutora da graduação e pós-Graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Abstract:
A Organização Mundial de Saúde (OMS), ao renomear o Programa de Saúde do Idoso como Envelhecimento e Saúde, em 1995, deslocou a abordagem da velhice circunscrita a um momento específico da vida de indivíduos ou da população para um processo contínuo de desenvolvimento ao longo da vida. Todos — governo, iniciativas privadas, organizações não governamentais, comunidades e, principalmente, a população —, doravante, devem se comprometer com o futuro das gerações, garantindo uma vida saudável. A velhice se apresenta como o futuro de todos. Eis as bases para a construção de um consenso que envolverá, sem distinção, governantes e governados em favor do envelhecimento ativo. Afinal, queremos ou não uma vida longa, ativa e saudável? Essa é a aposta no sucesso do Programa. Há mais de uma década esse novo conceito modula as subjetividades, mobiliza a comunidade científica e, principalmente, ganha ampla difusão e popularização através das mídias. Por envelhecimento ativo, de acordo com o Programa da OPAS-OMS (2005), compreende “um processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam velhas”. E ativo não se restringe aos aspectos físicos ou à força de trabalho, mas à “participação contínua nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis”. Todos e cada um são enlaçados na trama do tempo linear, ligados ao movimento em direção ao futuro e, ao mesmo tempo, à linha horizontal do curso do tempo que vai do antigo presente (passado) ao atual. Englobados nesse horizonte temporal, as velhices “bem-sucedidas” deverão transmitir aos jovens e adultos a crença no estilo saudável de vida (prevenção e promoção da saúde) como o caminho para viver mais e melhor. Este trabalho propõe-se problematizar o enunciado coletivo de envelhecimento ativo tomando como referência o Programa OPAS-OMS (2005) e seus desdobramentos no Relatório de 2015. Utilizo Foucault e sua analítica dos mecanismos de poder para afirmar a emergência de um novo regime de verdade que visa à modulação das velhices. Destaco a proveniência dos enunciados de envelhecimento ativo, bem como o da capacidade funcional enfatizada na definição de envelhecimento saudável. Retomo desse filósofo o conceito de capital humano, destacado na sua análise do neoliberalismo americano. Por fim, enfatizo a construção de um modo de subjetivação extensivo ao corpo com base na ética como estética da existência, a fim de respondermos a questão: como se tornar capaz de ação política de resistência às modalidades de capturas dos corpos e suas subjetividades?
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Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 06 |
Moralidade e afetividade na perspectiva piagetiana: conceitos e contribuições ao cotidiano escolar (#6628)
Amanda de Mattos Pereira Mano 1;
Ligiane Raimundo Gomes
21 - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - UNESP. 2 - Anhanguera Educacional.
Abstract:
O presente texto objetiva visitar e discorrer dois importantes conceitos dentro da ótica de Jean Piaget e de sua Epistemologia Genética que tratam dos domínios da construção da moralidade e da afetividade, bem como suas possíveis contribuições ao cotidiano escolar. Para tanto, nos debruçaremos em obras de Jean Piaget e de seus seguidores que abordam nossas temáticas de investigação. Embora, o desenvolvimento cognitivo, no âmbito brasileiro, seja a parte mais divulgada das pesquisas empregadas por Jean Piaget e equipe, sabe-se que o aspecto moral e afetivo não fora minimizado por ele em suas idealizações para o desenvolvimento humano, visto que o autor pressupõe que as noções morais precisam ser pensadas sob um duplo aspecto – moral e intelectual, o que caracteriza a existência de paralelismo entre desenvolvimento da moral e do pensamento. Em linhas gerais, Piaget traz a ideia e a comprovação por meio de pesquisas realizadas junto a crianças de diferentes idades sobre três temas: as regras sociais (regras do jogo e regras morais), a noção de mentira e a ideia de justiça (questões da responsabilidade pelos atos e formas de punição), admitindo o respeito como o sentimento fundamental para a aquisição das noções morais, demonstrando que a consciência moral se adquire por etapas, passando pelos domínios da anomia, sem noção de regra ou consciência moral para o período da heteronomia, no qual as regras são impostas pela pressão do adulto sobre a criança, portanto totalmente externas, até alcançar a autonomia moral, período em que as regras são interiores (consciência da regra) e as relações entre os indivíduos estão pautadas pela cooperação e coordenação de pontos de vista. Dessa forma, é a partir da conquista da autonomia que o sujeito passa a pensar de forma própria, sendo governado pelos seus próprios ideais de respeito mútuo e justiça. Da mesma forma que o campo moral, a afetividade apresenta uma construção própria, pela qual observa-se o surgimento de simpatias e antipatias desde o final do estágio sensório-motor e que, ao longo de desenvolvimento, vão tornando-se o motor do desenvolvimento, isto é, são indispensáveis para a construção de conhecimentos. Piaget admite como essenciais as noções de valor e de interesse como dimensão geral da afetividade. Tais noções, aos poucos vão se descentralizando do que constitui a própria ação do sujeito, estendendo-se para as questões de relação interindividual, ponto de partida para a aquisição dos sentimentos morais. Diante de tais conceituações, questionamo-nos acerca das implicações da moralidade e da afetividade quando adentramos as escolas, visto que as relações de poder, bem como as relações entre pares estabelecidas neste contexto pressupõem a manifestação de valores políticos, sociais e culturais que demandam a aquisição de normas, valores e sentimento coletivos.
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Resentimento: Entre a Mimese e a Alteridade (#6985)
Paulo Façanha de Miranda 11 - Universidade Federal do Pará.
Abstract:
O ressentimento e uma emoção corrosiva que pode se expressar ao longo da vida de uma pessoa ou de um grupo. Trata-se de um sentimento de impacto destrutivo tanto para quem é portador quanto para quem é dirigido esse tipo de afeto. No Brasil contemporâneo como na América Latina e no Mundo todo está em voga a expressão dessa emoção. Seja através das mídias ou do cotidiano nas ruas, por exemplo, a manifestação de ódio que transborda nas relações tem origem, em parte no ressentimento de um grupo ou individuo a respeito de outro grupo ou pessoa. Então, partimos da tese que a manifestação de perseguições e ódios ficaram latentes por um período e na primeira oportunidade manifesta com força e intensidade no momento oportuno. René Girard ao chamar atenção para o problema da mimese expõe um lado do problema do ressentimento, pois nossa sociedade cada vez mais globalizada estimula a concorrência por bens, serviços e estilos de vida que não é acessível a todos pela própria estrutura do sistema de ordem capitalista. Emanuel Levinás lembra que o ódio pela diferença desencadeou o horror do holocausto em meados do século XX, e aqui a mágoa é pelo fato de o diferente tirar a vaga ou ter acesso a determinados ganhos que deveriam ser exclusivo dos que se consideram os de dentro. Marc Ferro expõe em panorâmica histórica os limites que os grupos e indivíduos sofrem ao tentar mudar as relações de exploração, mas por questões de ressentimentos desenvolvem repressões e agressões, às vezes, tão ou mais violentas contra seus antigos opressores. Meu estudo de caráter bibliográfico se propõe a discutir o ressentimento como uma emoção doentia, um sentimento negativo, uma forma equivocada de educação que não está expressa de forma clara nas sociedades e nos corpos das pessoas que vivem nessas sociedades. Distender essas dobras ocultas do ressentimento na vida cotidiana e nas mais diversas esferas da sociedade brasileira poderá contribuir para uma pedagogia que proponha superar uma educação de ressentimentos. . Proponho, por tanto, discutir o conceito de ressentimento a partir dessa perspectiva paradoxal entre o mesmo e o outro. Além dos autores referidos entram em discussão Maria Rita Khel, Nietzsche, Scheler, Antonio Machado, Jessé Sousa, Harold Bloom entre outros.
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A importância das emoções sociais para a compreensão dos processos de exclusão e estigmatização social: contribuições teóricas. (#8768)
Luci Ribeiro 11 - Universidade Estadual de Londrina.
Abstract:
Os processos de estigmatização e exclusão social são estudados e interpretados à luz de várias abordagens das ciências humanas, cujo eixo de análise centra-se no avanço das desigualdades nas relações econômicas e políticas. Á medida em que os processos sociais se tornam mais complexos surgem novos processos de exclusão social, sem que, no entanto, os antigos tenham sido superados ou minorados. Via de regra, as exclusões sociais contemporâneas são herdeiras de antigas desigualdades sociais adensadas. Nesse sentido, é importante nos interrogarmos pelos elementos que compõem essas estruturas sociais desiguais. Os estudos das emoções socialmente construídas que dizem respeito aos sentimentos de superioridade e inferioridade muito podem contribuir para a compreensão dos processos que geram estigmatização e em consequência a exclusão social em seus mais variados matizes. Este trabalho pretende contribuir, a partir de reflexões do campo da teoria social, para a compreensão do papel das emoções sociais tanto na configuração de sociabilidades que estigmatizam e geram preconceito, quanto no seu oposto: sociabilidades de luta pelo reconhecimento à diferença. Para tanto, elegemos quatro eixos teóricos. Parte-se inicialmente da contribuição da sociologia clássica de Emile Durkheim e Georg Simmel, para discutirmos a competência das emoções sociais nas formações sociais. Posteriormente, abordaremos a importante contribuição de Maurice Halbwachs para a função socializadora das práticas rituais, devido às emoções sociais que provocam. Em seguida, trataremos de forma mais específica sobre a relevância das emoções sociais para a formação e perpetuação do preconceito e estigmatização social a partir da abordagem de Norbert Elias sobre os processos de formação da configuração social estabelecidos-outsiders. Por fim, trataremos da temática mais contemporânea que versa sobre a importância da mobilização das emoções sociais para a luta pelo reconhecimento à diferença, tendo como base o debate sobre a teoria do reconhecimento levado a cabo por Axel Honneth e Nancy Fraser.
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La ansiedad como forma del porvenir en el cuerpo. Aspectos fenomenológicos de una sociología Bourdiana. (#4950)
Clara María Marensi 1; Manuel Maffé
11 - Universidad Nacional de La Plata.
Abstract:
El presente trabajo indaga acerca de la noción de cuerpo. En una primera instancia, se concibe a éste como un cuerpo-cosa (Bourdieu, 1999), que se posee, una realidad preestablecida, determinada por la relación que se establece a partir del sujeto como aquello que se enfrenta a un objeto. En función de dicha relación, surge la pregunta por el particular proceso de subjetivación que el individuo sufre en la cultura actual, que lo lleva justamente a enfrentarse con un cuerpo-cosa, un cuerpo-objeto. Este proceso de subjetivación, en términos de Pierre Bourdieu, es producto de la dialéctica habitus-campo, donde las esperanzas subjetivas tienden a acomodarse a las posibilidades objetivas, adoptando los mecanismos objetivos especial relevancia al momento de asegurar la reproducción y el orden social. Surge aquí la pregunta por la temporalización de las prácticas, es decir la forma en cómo las experiencias subjetivas y las posibilidades objetivas se relacionan con las aspiraciones y ambiciones que los sujetos realizan sobre su porvenir, porvenir que se relaciona con un futuro que ya se encuentra regulado -dominado- por una lógica propia del juego inscripto en el presente en tanto que presencia del pasado. Dicho pronóstico nos permite problematizar el modo en que experimentamos nuestros cuerpos: una experiencia temporal de prácticas estructuradas y constantes. En este sentido, entendemos al cuerpo como sedimentación inconsciente de una particular forma de organización de las múltiples fuerzas que en su conjunto hacen a la regularidad del mundo social, que da en una temporalidad particular, entendida como relación pasado-presente-futuro (in)corporado, es decir, como relación cuerpo-tiempo. Ahora bien, esta temporalidad se presenta como producto de la dialéctica habitus-campo, que por nuestra parte tematizaremos a partir de la noción de ansiedad. Si la dialéctica habitus-campo sedimenta en el cuerpo, entonces la producción de cuerpos ansiosos se presenta como una de las características actuales de la cultura. Es Alfred Schutz (2008) quien nos permite adentrarnos en la idea de la ansiedad, como aquel correlato de nuestra existencia sobre el cual depositamos nuestras esperanzas, en tanto que posibles anticipaciones del porvenir que incitan al hombre a actuar -a proyectarse-. Así, cabe pensar en el porqué de la ansiedad ante ciertos sucesos, en el esperar impulsivo de un resultado que en última instancia se encuentra limitado por nuestro sistema de significatividades, y en cómo esta ansiedad se expresa y es expresada en nuestros cuerpos al ser parte de la dialéctica habitus-campo (in)corporada. Palabras clave: cuerpo, habitus, campo, temporalidad, ansiedad, porvenir.
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La salvación moderna, ante un panorama de avasallante racionalización calculadora. Aportes del pensamiento weberiano a la sociología de las emociones y las teorías de la subjetividad (#2626)
Micaela Ciardiello 11 - Instituto de Investigaciones Gino Germani (Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires).
Abstract:
Tomando la obra de Max Weber, consagrado clásico de la Sociología, el presente trabajo apuesta a una relectura atenta al lugar destinado a emociones, sentidos, valores y creencias, frente a la desbordante extensión de los criterios propios de la racionalidad instrumental, sello personal de la época moderna. En ese sentido, un nuevo acercamiento a La ética protestante y el espíritu del capitalismo nos lleva a reparar en la (productiva) angustia existencial sufrida por el protestante calvinista. Al desconocer si la gloria eterna le estaba predestinada, conduce ascéticamente sus hábitos, buscando aquellos signos de la predestinación capaces de calmarlo. Con ello, pensamos que una revisión de la tesis del autor acerca de la eficiencia histórica de las ideas, ilumina el vigor que exhiben las emociones y los estados de ánimo en tanto impulsores de una acción que no puede más que involucrar distintos usos del cuerpo, encerrando en sí la potencialidad de un cambio social. Como es sabido, el interés weberiano no estaba posado en los procesos de construcción de identidades e imaginarios sociales marcados por la sensibilidad y la experiencia humanas, aspectos que hoy por hoy retoman las teorías centradas en los cuerpos y las emociones. Sin embargo, la entrega sentimental que la acción racional con arreglo a valores supone (junto al tipo de dominación carismática que ella sustenta) y el apego a una no del todo corroída racionalidad material, también proveen un indicio del contrapeso que el componente emotivo puede significar para la omnipresente administración burocrática. El intelectual alemán advierte preocupado los deshumanizantes efectos de esta inexorable tendencia, cuestión que lo lleva a pronunciarse en favor de que cada cual se aferre a sus propias convicciones y cosmovisiones, siendo consecuente con ellas. Sólo así podrá restituirse un halo de humanidad, en medio del omniabarcante mecanicismo instrumental. Precisamente, las conferencias de La ciencia como vocación y La política como vocación, dan la pauta de que la salvación en un mundo desencantado radica únicamente en la práctica atravesada por la pasión y la vocación que despierta la actividad desarrollada. La acción amparada en firmes convicciones y mediada por una fuerte carga sentimental vendría a hacer las veces de una fe secular, despojada de un revestimiento estrictamente sacro, pero que bien recupera un núcleo trascendental. Con todo y pese a que desde la lógica de la racionalidad estratégica lo puramente subjetivo pueda ser tachado de irracional, ¿qué tan irracional sería, a fin de cuentas, si lo que está en juego es la salvación?
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Música, cuerpo y territorio. Narrativas sobre el uso de la música en espacios imaginarios. (#0334)
Juan Manuel Pavía Calderón11 - Universidad Autónoma de Occidente.
Abstract:
La ponencia se estructura a partir del trabajo en investigación sobre música e identidades barriales en Cali y el Valle del Cauca. En primer termino revisa la conceptualización sobre cuerpo, música y territorio, en segundo término da cuenta de algunos casos de referencia sobre los usos territoriales de la música como estrategias de resistencia socio-cultural en Colombia, un país de América Latina que definió el poeta Juan Manuel Roca como la nación de los espejos. Finalmente, se pretende develar algunas perspectivas de trabajo derivadas de una experiencia significativa de investigación en el corregimiento de Lerma, Municipio de Bolivar, departamento del Cauca, Colombia.
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Corpo e poder: aproximações entre as ciências sociais e artes corporais (#1182)
Lozano Costa Eliza Mara 1; Bichler Angélica
11 - FURG.
Abstract:
Buscamos compreender as formas de construção e desconstrução das relações entre corpo, poder e sociedade estabelecendo um diálogo entre artes corporais e ciências sociais, utilizando-nos das obras de dois autores: Max Weber e Rudolf Laban, ambos preocupados com o intenso processo de conformação dos corpos no trabalho urbano fabril na Europa da virada do século XIX para o XX, relacionando-os com o movimento artístico do período. Notamos então, uma série de “conexões de sentido” entre a interpretação de Weber sobre o autocontrole dos corpos no surgimento do capitalismo e a quebra desse controle a partir das artes corporais, sugerida por Laban. Os conceitos de “esforço” e “ação básica” para Laban, e “sentido” e “ação social” para Weber demonstram suas escolhas teórico metodológicas ao enfrentarem os desafios do período: entre um individualismo libertário e a construção de ciências que se pretendiam “generalistas”; a relação entre objetividade e subjetividade; a tentativa de racionalizar o que tanto poderia ser consciente como inconsciente, racional ou irracional, corpo e/ou pensamento, intenção e obediência. A partir desses conceitos, procuramos compreender a possível interpretação do processo de construção de um “autocontrole” dos corpos “úteis” ao processo produtivo, como discute Weber relacionando-o à proposta de Laban para uma possível “desconstrução” desses corpos (como a partir de outro tipo de “cuidado de si”, como diria Foucault), o qual poderia ser realizado num processo intencional de compreensão e experimentação de movimentos não cotidianos, alterando, com isso, tanto gesto quanto pensamento, indivisos para o autor. Por último, sugerimos que uma maneira possível de compreensão das teorias desses autores, junto com outras, é relacioná-las com as propostas dos artistas do período, com os quais também conviviam, como por exemplo o movimento cubista, no qual vemos, também, uma busca sabidamente impossível de descrever o real, dilema enfrentado recortando-o e reconstruindo-o, não para defini-lo, mas abrindo-o para as mais diversas interpretações, estratégia que redundou em força e uma enorme vitalidade essas obras, tal como ocorre com as teorias de Weber e Laban, ainda válidas, a nosso ver, para pensarmos relações entre corpo, poder, arte e sociedade.
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A Roda de Capoeira, una danza circular brasileña: expresión e interacción corporal ¿transmisoras de saberes y sentires de una cultura del cuidado? (Cuerpo, educación de los sentimientos y responsabilidad masculina, parte II) (#1612)
Zaíra Dos Santos
1;
José María García Ríos 11 - Raíces y Alas, Colectiva para trabajos sobre Género, Derechos Humanos, Democracia y Buen vivir.
Abstract:
La mirada interdisciplinar y plurinacional de nuestra Colectiva, fecundada por el enfoque de género y derechos humanos y el compromiso con una democracia basada en el buen vivir, avanza aquí la línea de investigación de la que resultó la ponencia presentada en el XXX Congreso ALAS: focalizar en pedagogías corporales vigentes en Nuestra América favorecedoras de la responsabilidad masculina vía la apropiación de una cultura del cuidado. La incorporación de integrantes de Brasil y España permitió ampliar las experiencias en torno al cuerpo y las emociones, y emprender una investigación-participante sobre A Roda de Capoeira, en cuanto danza circular brasileña. El Círculo de Capoeira, patrimonio inmaterial de la humanidad, aporta colectivas “respuestas corporales en relación con los miedos a la pérdida, a la exclusión, a la soledad”. Aportes “en los cuales los cuerpos y las emociones tienen un papel protagónico en tanto articuladores de formaciones subjetivas, procesos identitarios y construcción de imaginarios”. UNESCO reconoce que, a través de la Capoeira, la población brasileña afrodescendiente aporta a la humanidad: la afirmación del respeto mutuo entre comunidades, grupos e individuos; el fomento de la integración social; y la memoria de la resistencia a la opresión. Si bien la Capoeira incluye tradicionales aspectos de lucha, simbología y danza, nos interesa profundizar su dimensión como danza circular, e indagar si los saberes y sentires que transmite favorecen una cultura del respeto y el cuidado, entre sus integrantes y el público espectador actuales. Esta ponencia concuerda con la animación que la coordinación del GT-26 nos hace a “la indagación de la felicidad, el amor y el disfrute desde una mirada interdisciplinar que conecte la sociología, la antropología y otras ciencias sociales”. Al sumar este abordaje de la Capoeira a la línea de investigación comenzada en 2015, nuestra Colectiva cuenta con una arte-educadora de comprometida trayectoria en el estudio y la animación cultural de danzas circulares brasileñas, integrante desde 2016 de un grupo de Capoeira: Nação Cultural Lins-SP. Combina esta investigación su bagaje artístico y pedagógico y los aportes de su vivencia e interacción entre sus pares -más cercana a la sistematización de experiencias-, con los obtenidos desde otras perspectivas (sociológica, filosófica, antropológica y psicológica…) por no practicantes, mediante observación, entrevistas y análisis. Contribuye así, también, a “las técnicas de investigación que se están utilizando en este campo como forma de articular el debate metodológico con el específico de la temática”. Descriptores: Procesos de humillación, resistencias y luchas por reconocimiento: Identidad, tradición y valorización. Cuerpos, emociones, juego, cuidado: Acogida, Amabilidad, Alegría. Cuerpo, emociones y estrategias de investigación social. Cuerpos, música, simbología y arte. Cuerpos y emociones: irreverencias e insumisiones.
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El duende de acá. Una aproximación socio-semiótica a las prácticas de flamenco en Córdoba. (#1875)
Laura Belén Ledesma 11 - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
El trabajo se centra en la pregunta por la relación existente entre arte e identidad, teniendo en cuenta que la capacidad creadora de los actores y sus prácticas artísticas constituyen fuertes estrategias identitarias. Partiendo de esto, me enfocaré en el campo de la danza, sosteniendo que cuando alguien baila está inevitablemente diciendo mucho de sí, de su modo de entender el mundo, para sí y también para los demás. En un primer momento, problematizaré esta relación danza/identidad, para luego construir los fundamentos teóricos que permitan estudiar una danza concreta: el baile flamenco, y aún más específicamente el baile flamenco fuera de España, en la ciudad de Córdoba, Argentina. El flamenco es una expresión artística propia de la región de Andalucía, en la que intervienen otras disciplinas además del baile (cante y toque, principalmente). Esta es básicamente una síntesis realizada por el pueblo gitano de elementos que ya existían en la región y que pertenecían a las expresiones tanto de moros, judíos y cristianos. El flamenco es entonces, desde sus orígenes una manifestación-mezcla de culturas. Mi pregunta entonces será en torno a los modos de resignificación del flamenco fuera de España; más precisamente, sobre la manera en que los artistas flamencos de la ciudad de Córdoba se apropian de este universo cultural que, en principio, les es ajeno. Para ello, los conceptos centrales en los cuales se apoyará la investigación serán los de cultura e identidad, apropiación y pertenencia. Mis interrogantes apuntan de este modo al sentido de la práctica artística y su significación identitaria. En este sentido, y entendiendo al cuerpo como depositario de esta narrativa identitaria, cabe preguntar ¿Cuál es la significación del flamenco en Córdoba? ¿Cuáles son sus condiciones de emergencia y posibilidad? Y más concretamente: ¿cómo se practica el baile flamenco fuera de España, y específicamente en la ciudad de Córdoba? ¿Por qué se practica así y no de otra manera? ¿Quiénes lo practican y dónde? ¿De que modo se in-corpora esta cultura? ¿En qué cuerpos? ¿Es esta práctica una copia o una creación? ¿Cómo se adquiere, se resignifica y se transmite? Para ello, me valdré tanto de mi pertencia al campo, del cual formo parte desde el año 2010, como de mi trabajo en el equipo de investigación “La dimensión pasional de las músicas populares: relaciones entre dispositivos de enunciación y formas de apropiación”, dirigido por el Dr. Claudio Díaz y radicado en el CIFFyH (Universidad Nacional de Córdoba).
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Dançando e resistindo ou a resistência pela dança: os espaços e as representações ao entorno de três museus da cidade do Estado do Rio de Janeiro. (#2036)
Mirila Greicy Bittencourt Cunha 11 - UENF.
Abstract:
Este estudo é atravessado por vivência corporal de mais de dez anos de atuações em ruas e espaços públicos urbanos. Enquanto intérprete-bailarina, minha imagem esteve entrelaça ao corpo político “que dança propondo questões para o mundo”. Palavras do crítico de dança Roberto Pereira[1]. Segundo ele, este corpo político teria “o desafio de construir no corpo uma ideia, uma questão, e de marcar um território para que o público tivesse espaço para entendê-la.” (apud AZEVEDO, 2012, p.1). Através da pesquisa realizada para a conclusão do curso de bacharel em Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense, com olhar distanciado (LÉVI-STRAUSS), não mais como intérprete nem como público, questionamentos e problematizações referente aos espaços e as representações foram constituídas no diálogo que se faz existente quando jovens utilizam o contorno das estruturas físicas de museus para dançar. Para tal, considera-se importante os processos existentes de adequação para/ao/do espaço com/pelo/ao corpo, nos endereços da cidade do Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna, especificamente as laterais do prédio de acesso à porta da entrada, e a Praça Mauá, que envolve o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio, designadamente embaixo das árvores de uma das laterais da praça. Nestes espaços, jovens, em sua maioria homens, pretos, de classe social entre média e baixa, levam seus sons, acessórios e água para ficarem horas dançando, treinando e trocando ensinamentos e conhecimentos não só do corpo como também de suas próprias vidas. Alcançam o desenvolvimento do funk indo desde o Funk Music, utilizado pelos Break Boys [2] até o Funk Carioca usado no “passinho” [3]. Dessa maneira vão se "reconheSendo" enquanto indivíduos em identidade, e "ressigniFicando" estes espaços através da prática da dança. Assim, esta análise, que circunda museus considerados de referência no Rio, atenta às quais relações perpassam o envolvimento junto estes jovens que, com ponto comum na prática da dança, se encontram e ocupam as estruturas físicas, mas não adentram estes museus. [1] Referência no pensamento sobre expressão através da dança atuou no meio artístico como pesquisador, crítico e professor. [2] Praticantes do breakdance, o elemento dança no Hip Hop, movimento iniciado durante a década de 1970, nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Reconhecido como criador, Afrika Bambaataa, estabeleceu quatro pilares essenciais: rap, DJing, breakdance e graffiti. [3] O passinho é uma mistura de referências de vários tipos de dança. Há influências dos movimentos do balé clássico, stiletto, contorcionismo, mímica, capoeira, frevo, kuduro e até de performance teatral existente há mais de dez anos nas comunidades do Rio de Janeiro. Em 2012 Emílio Domingos lançou o filme “A batalha do passinho”.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Relevância emocional para a ação coletiva: o caso da Marcha da Maconha em Recife (#2017)
Marcílio Dantas Brandão 11 - UFPE.
Abstract:
Neste texto, sintetizo reflexões acerca da relevância de emoções em uma ação coletiva. A discussão está embasada na descrição e análise de situações vivenciadas em Recife durante apresentações de uma performance de reivindicação coletiva intitulada Marcha da Maconha. Esta Marcha se iniciou como “Global Marijuana March”, em Nova York, no ano de 1998, atingiu diversas partes do mundo e agregou militantes que se esforçam para denunciar efeitos perversos das atuais normas relativas ao tema e, por outro lado, destacam potenciais benefícios da maconha. No Brasil, seu início data dos anos 2000. Em Recife, a Marcha vem sendo realizada uma vez por ano, de modo ininterrupto, desde o ano 2008. A partir de produtos da etnografia que empreendi nesta cidade entre os anos 2012 e 2016, abordo aportes teóricos que remontam notadamente à filosofia pragmatista estadunidense e são potentes para embasar interpretações acerca do que as emoções produzem na ação dos marchadores que acompanhei durante meu processo de doutoramento em sociologia. Como resultado da investigação, pude constatar que o sucesso da Marcha da Maconha depende não somente do que é dito e feito em seu nome, mas também das emoções que seus agentes provocam na busca do convencimento. Descrever e analisar a relevância emocional da apresentação de pessoas doentes nesta Marcha é um dos principais objetivos do texto aqui proposto com a pretensão de contribuir para a reflexão acerca do poder das emoções nos movimentos sociais.
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SEXO, IDENTIDAD Y POLÍTICA DE CUERPO. MOVIMIENTO SOCIAL PIERNAS CRUZADAS UNA PROPUESTA DE AFIRMACIÓN GLOBAL DE GÉNERO (BARBACOAS, NARIÑO, COLOMBIA) (#6397)
CLAUDIA MERCEDES JIMENEZ GARCES 11 - UNIVERSIDAD DE NARIÑO - IUCESMAG.
Abstract:
El sexo, la identidad y la política son elementos discursivos del cuerpo y del movimiento de las piernas cruzadas, que se convierte en la expresión simbólica del lugar de lo político. Esta posibilidad se manifiesta en las necesidades de reconocimiento como territorio en un escenario de exclusión de la vida nacional por la inexistencia de una vía principal de comunicación, tensión que provoca en las mujeres la posibilidad de simbolizar a través de su cuerpo, de su sexo y de su identidad cultural, una definición de género a partir de la noción del lugar y de lo político. Esta ponencia es un encuentro teórico entre pensadores sobre el tema de género y su relación con las demandas de la modernidad y de la globalización, bajo la pregunta ¿es el cuerpo un lugar político? Con el objetivo de comprender la noción de cuerpo como representación de política y de identidades colectivas, esta reflexión invita a autores como Verana Stolcke, Wendy Harcourt, Arturo Escobar y Braidotti bajo la mirada de pensadores de la modernidad y de la diversidad cultural y política. Se presenta ésta ponencia de avance de investigación, que aborda las tensiones de la globalización en torno a la construcción del concepto de género y de la participación política en las particularidades de la realidad bajo la definición de los nuevos movimientos sociales, representados en las piernas cruzadas de las mujeres de Barbacoas al sur del departamento de Nariño en Colombia.
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PONER EL CUERPO AL SAQUEO. El lugar de (y las políticas sobre) las emociones en contextos de depredación ecológica. (#8511)
Horacio Machado Araoz 11 - CITCA Conicet Unca.
Abstract:
En el presente trabajo profundizamos en el análisis de las políticas de los cuerpos y las emociones en los escenarios de conflictos socioterritoriales, de contaminación ambiental y depredación ecológica. La expresión “poner el cuerpo” no en vano es una fórmula muy extendida y frecuente, que bien condensa la forma como las personas y/o colectivos involucrados en este tipo de conflictos vivencian, experimentan y sienten sus luchas y sus estrategias de resistencia ante las múltiples formas de afectación/expropiación de los bienes comunes socioterritoriales. Esa expresión da cuenta de la intensidad emocional que demandan e involucran los conflictos socioterritoriales y/o ecológicos y el papel clave que juegan en el desgaste y/o perseverancia de las luchas. Por su parte, es notorio cómo las grandes corporaciones y los gobiernos apelan crecientemente a diferentes tecnologías políticas (políticas de Responsabilidad Social Empresaria, instrumentos de “información pública, participación comunitaria en “monitoreos ambientales”, campañas publicitarias y programas de “educación ambiental”, etc.) enfocadas explícitamente a hacer de los sentimientos y emociones colectivas un campo de intervención donde se juega decisivamente la viabilidad de los proyectos extractivistas y la gobernabilidad de los territorios/poblaciones afectadas. Es claro que las propuestas de “políticas ambientales” imperantes, las reglas institucionales vigentes para la procuración de la “licencia social” tienen menos que ver con poner bajo control social determinadas “variables ecológicas” de los proyectos que con mantener bajo control gubernamental-corporativo el estado emocional y de sensibilidades colectivas de las poblaciones intervenidas. En este marco, valiéndonos de la convergencia y complementación de las miradas analíticas que proveen las perspectivas de la biopolítica foucaultiana, la ecología política y la sociología de los cuerpos/emociones, y basándonos en el estudio empírico de la conflictividad socioterritorial desencadenada por proyectos de megaminería en la Región, este trabajo procura indagar en la especificidad histórica de las políticas de las emociones que confrontan y se ponen en juego en los conflictos socioterritoriales de nuestro tiempo. Nuestras conclusiones apuntan a señalar que la centralidad política y estratégica que adquieren las políticas de las emociones en este tipo de batallas/conflictos tiene que ver con que el actual contexto socio-histórico está signado por un nuevo umbral de conquista, de expansión del poder de disposición sobre la vida. En ese marco, lo que el poder corporativo-gubernamental busca y procura es la instauración de cierto régimen de (in)sensibilidad, un nuevo peldaño en la escala de tolerancia social a la violencia, acorde a los requerimientos de sus proyectos. En contraste, las resistencias pueden comprenderse como núcleos de sensibilidades anormalizadas, movilizadas por la necesidad de (re)creación de sociabilidades otras.
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A politização das emoções no movimento brasileiro de HIV/AIDS: (re)pensando agenciamentos sociais frente ao Projeto de Emenda Constitucional - PEC - 241/55 (#6039)
Ricardo Andrade Coitinho Filho 11 - PPGA/Universidade Federal Fluminense.
Abstract:
A instabilidade política no atual cenário brasileiro – após o processo de impeachment da presidenta Dilma Roussef e, consonante a isto, a repressão de movimentos sociais com pautas consideradas de “esquerda” – tem levado determinados sujeitos individuais e coletivos a “incertezas” quanto à permanência de direitos e políticas públicas instituídas. No contexto político e social dos movimentos HIV/AIDS, questões como novas tecnologias de saúde, acesso gratuito e de qualidade dos antirretrovirais, permanência do Sistema Único de Saúde, pesquisas e novos medicamentos, dentre outros, estão sendo percebidas com certas “preocupações”, “medo” e outras emoções que evidenciam a dimensão da vulnerabilidade associada às Pessoas que Vivem com HIV/AIDS – PVHA. Neste sentido, partindo da etnografia que vem sendo realizada na Rede Jovem Rio +[1] e do uso de entrevistas com atores-chave, tal comunicação tem como objetivo (i) compreender a politização das emoções, isto é, a forma como as emoções são tornadas políticas nos discursos por demanda de direitos. Centralidade será dada, neste ínterim, a (ii) identificar o modo como os sujeitos do movimento HIV/AIDS foram sendo “afetados” no desenvolvimento de discussão da PEC 241/55 e como “reagiam” mediante tais etapas. Por fim, e como consequência deste debate, interessa (iii) repensar os nexos entre vulnerabilidade e agenciamentos sociais – e o lugar das emoções neste processo – na promoção da saúde das Pessoas Vivendo com HIV/AIDS. [1] Grupo de atuação híbrida, entre autoajuda e ativismo, para pessoas que vivem ou convivem com HIV/AIDS.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Construindo a mobilização e reconstruindo o direito a partir das emoções: os afetados pela barragem de rejeito da Samarco no Espírito Santo (#6369)
Cristiana Losekann 11 - Universidade Federal do Espírito Santo.
Abstract:
O artigo apresenta as dinâmicas de ação coletiva e a construção das reivindicações dos afetados pelo desastre tecnológico da barragem de Fundão/MG causado pela mineradora Samarco. Nossa análise circunscreve-se ao estado do Espírito Santo e está baseada em, entrevistas, observação, observação participante e em uma sequência de encontros com os afetados ao longo de um ano desde novembro de 2015. Apresentamos os emergentes processos de mobilização que envolvem a criação de redes de atores variados e interações marcadas por emoções e pela criação de laços afetivos. Dentro de uma perspectiva culturalista dos estudos de movimentos sociais buscamos compreender quais os mecanismos emocionais operantes na construção da ação coletiva, sobretudo, quando tratamos de reivindicações por justiça. Discutimos como a organização dos atingidos afeta o seu reconhecimento e como neste processo o direito é reconstruído.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Extinção das maiores Torcidas Organizadas do Estado do Ceará: cenários, agentes, discursos e disputas. (#7125)
Marcelo Ribeiro 1; Joaquim Sobreira
11 - Universidade Federal do Ceará.
Abstract:
Nos últimos anos a sociedade brasileira vivenciou um relevante aumento no número de mortes ligadas a conflitos entre torcidas organizadas de futebol, como aponta o sociólogo brasileiro Mauricio Murad (2012). Esse cenário acabou produzindo efeitos na opinião pública brasileira, entre eles, o aumento em certos setores da sociedade, como judiciário, mídia e sociedade civil, de um discurso a favor da extinção das torcidas organizadas de futebol. O presente artigo é o resultado de um “estudo de caso”[1] realizado no ano de 2016 referente à situação das duas maiores torcidas organizadas da cidade de Fortaleza, respectivamente Torcida Organizada Cearamor (TOC) e Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF), ligadas aos principais clubes futebolísticos da capital do Estado do Ceará, Brasil. Nesse trabalho objetivamos discutir os posicionamentos dos diferentes atores sociais presentes nesse debate, buscando elaborar uma descrição interpretativa das principais “formações discursivas”[2] envolvidas, sejam elas favoráveis ou contrárias ao processo de extinção das torcidas organizadas no Brasil. Para tal empreendimento, a investigação debruçou-se majoritariamente sobre matérias jornalísticas e na prática da observação participante em eventos públicos que visassem discutir a problemática da violência no contexto das torcidas organizadas, como seminários e palestras, seja as organizadas pelo poder público ou por entes particulares, bem como entrevistas com interlocutores chaves. Palavras -chave: Violência; Torcidas Organizadas; Estado; Atores Sociais e Discurso. [1] Adotamos o método do estudo de caso inspirado nos pressupostos do sociólogo Howard Becker. [2] A ideia de “formações discursivas” presentes no trabalho são referentes a perspectiva foucaultiana.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
SOLIDÃO NO PAMPA: ASPECTOS DO COMPORTAMENTO COLETIVO EM COMUNIDADES RURAIS DE PINHEIRO MACHADO/RS (#6873)
Luciano Rozalino 1;
Marco Antonio Verardi Fialho
11 - Universidade Federal de Santa Maria - UFSM.
Abstract:
Nosso estudo contemplou localidades rurais do município de Pinheiro Machado – Brasil, o qual está localizado dentro do Bioma Pampa – microrregião do Estado do Rio Grande do Sul denominada Serra do Sudeste. As localidades investigadas neste estudo de caso caracterizam-se pela forte presença da pecuária de corte (bovinos e ovinos), grandes plantações de eucalipto e pequenos vilarejos de trabalhadores rurais e urbanos. As propriedades pastoris dividem-se em patronais e familiares. O estudo foi realizado no escopo da disciplina “Laboratório de Observação e Interpretação de Sociedades Rurais” – Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural/UFSM, objetivando compreender as dinâmicas sociais através da observação a campo e interpretação de elementos objetivos e subjetivos. O trabalho de campo foi realizado no mês de novembro de 2016. No presente estudo, centramo-nos a observar, em comunidades rurais do Pampa brasileiro, aspectos do comportamento que extrapolam o indivíduo e caracterizam, em nosso entendimento, um comportamento coletivo. Comportamento, costumes e modo de vida que são conferidos pelo ambiente da região investigada, onde as distâncias, o vazio demográfico, as restritas interações sociais e a paisagem são elementos formadores de um caráter social peculiar. Objetivamente, dedicamos atenção a alguns aspectos do modo de vida da população pampiana, procurando compreender as relações entre diversos aspectos (por exemplo, atividades em meio ao campo e a natureza, esparsos contatos entre pessoas) que conformam comportamentos individuais e coletivos. De modo geral observamos que as pessoas dessa região apresentavam sentimentos como, por exemplo, medo e solidão. Estes, produto da escassa interação social e de aspectos místicos, estão relacionados ao afloramento de sentimentos nem tão saudáveis as pessoas como, por exemplo, as pressões psicológicas. As angústias, que povoam a mente das pessoas dessa região, são amenizadas por comportamentos de apego a elementos materiais e simbólicos, como as figuras do cavalo, do cachorro e do fogo. Elementos, que a partir de um exercício de valorização, suprem necessidades psicológicas de afeto, segurança e de autoestima. A aproximação afetiva aos animais pode suprir as carências produzidas pela reduzido contato entre pessoas, personificando, em alguns casos, animais que em outras situações são meros instrumentos de trabalho. A aproximação afetiva aos animais também constrói sentimentos de segurança, visto que produz e amplia relações, em que, psicologicamente, as pessoas se sentem com maior capacidade e poder para enfrentar as angústias cotidianas tendo em vista que o grupo social foi ampliado com a incorporação afetiva dos animais. Consequentemente esses elementos (cavalo, cachorro e fogo) contribuem para a autoestima, na medida em que produzem sentimentos de afeto e segurança, possibilitando maior confiança para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
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A corporalidade presente em campo e fora dele: as torcidas organizadas do estado do Ceará em seus fluxos e movimentos (#7162)
Joaquim Sobreira Filho 1; Marcelo da Silva Ribeiro
21 - Universidade Federal do Ceará (UFC). 2 - Universidade Federal do Ceará.
Abstract:
O trabalho baseia-se numa análise etnográfica com corpo e alma presentes em torcidas organizadas da capital cearense durante os anos de 2016 e 2017. Através do estudo de cânticos, gritos de guerra, movimentos e corporalidade, tanto com observação participante quanto com entrevistas e pesquisa bibliográfica, busca-se entender a perspectiva das emoções do jogo, e vê-lo como um ritual disjuntivo, trazendo à tona a comparação que Lévi-Strauss (1989) fez entre jogo e ritual. Se para o antropólogo francês o jogo dos povos ditos como primitivos de Guiné e dos índios fox buscava partir de uma assimetria para um ponto de igualdade entre os times, os esportes modernos partem de uma equidade em busca de uma assimetria, assim como a perfomance dos torcedores que buscam costumeiramente se destacar dos adversários. O enfoque da pesquisa se dará mais diretamente no viés metodológico, que consta em ida aos estádios, encontros com sujeitos que formam o ambiente do torcedor, tanto torcedores organizados quanto torcedores comuns. Enxergando o ato de torcer como um acontecimento, segundo o sentido de Deleuze, vendo isso como algo responsável por uma mudança brusca e deslocamento de agências e potências, procuraremos capturar as singularidades da corporalidade e da transcendência que envolve esse ato, como se torce e para/contra quem se torce, dentre outros detalhes. Mesmo com uma busca por tratar da metodologia do trabalho de campo realizado, procuraremos não fazer distinção entre teoria e método, inspirando-se em Wright Mills (1959) e na sua obra “A imaginação sociológica”, que justamente pregava com que o método adequado fosse pensado a partir da pesquisa de campo e de seus pormenores, isso que demarcará o caminho para o pesquisador elaborar a sua estratégia de análise social. Com isso, buscamos captar, observar e escutar o corpo presente/ausente no devir-torcedor, nesses corpos fluidos no espaço citadino, que se territorializam e desterritorializam com suas marcas, tatuagens, olhares e atravessamentos. Palavras-chave: Metodologia; Corporalidade; Torcidas Organizadas; Acontecimento
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Amenaza, ira y Fantasmas sociales. Reforma Agraria. Chile, 1965-1967 (#2652)
Rafael Alejandro Arriaza Peña 11 - Universidad de Chile.
Abstract:
La Reforma Agraria es uno de los fenómenos latinoamericanos de mayor significado de la historia reciente, puesto que desarrollaba explícitamente un cuestionamiento al poder que sustentaban las élites latifundistas, efectuado por diferentes sectores, principalmente grupos de izquierda y el naciente Partido Demócrata Cristiano, postulando, con matices diversos, la promoción popular. La respuesta de las élites es de especial interés, tanto histórico como sociológico, puesto en su comportamiento las emociones son de suma importancia para su comprensión más amplia y profunda. Por ello, la presente investigación busca comprender el desarrollo emocional que experimenta la élite latifundista representada en la Sociedad Nacional de Agricultura (SNA) en el contexto del proceso de Reforma Agraria, desde la modificación de 1965 del derecho de propiedad privada hasta la promulgación de la ley en julio de 1967. Se sostiene como hipótesis que la élite estudiada percibe dicha ley como una amenaza real a su fantasía social que sustentaba el régimen de dominación de los cuerpos de los campesinos subyugados. Ante esto, comienzan a experimentar ira porque la perciben como una política injusta, donde han sido desvalorizados de un rol histórico desempeñado como fundadores de la nación. Esto se acentúa por considerar como traición la promulgación de la ley por un gobierno que habían apoyado electoralmente. Lo anterior se acentúa como inseguridad por la pérdida de espacios de poder político-electoral de la élite tanto en el parlamento como en la presidencia de la República. A su vez, se asocian a los fantasmas sociales del sistema de Guerra Fría, el enemigo marxista, que se evidencia, en cuanto violencia inicial, en la “campaña del terror” generada por la derecha tradicional para apoyar la candidatura de Eduardo Frei Montalva de la Democracia Cristiana, dado que la izquierda comienza a ganar espacio dentro de la política chilena de manera significativa y era posible el triunfo de Salvador Allende en la elección presidencial de 1964. En éste estudio, primero, se asocia emoción, discurso e historiografía. Luego, se caracteriza un contexto histórico que opere como contexto de producción de los elementos más significativos. Finalmente, se realiza un análisis de discurso que identificará las macroformas de la ira en el proceso estudiado proyectándolas en el período. Palabras clave: Amenaza-Ira-Reforma Agraria
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Cuerpos y emociones en la constitución del #NiUnaMenos-Rafaela (Santa Fe). Un caso para pensar movimientos sociales de mujeres en ciudades intermedias del interior argentino. (#3753)
Andreina Colombo 11 - Universidad Nacional de Rafaela.
Abstract:
Lo que presentaré en este Congreso es una primera aproximación, desde la sociología del cuerpo y las emociones, al colectivo #NiUnaMenos-Rafaela. Rafaela es una ciudad del interior de la provincia de Santa Fe (Argentina), y es su tercera ciudad en importancia, con cerca de 100.000 habitantes. Entendemos especialmente relevante centrarnos en ella por una serie de cuestiones. En primer lugar, porque concebimos que el estudio de los fenómenos sociales y políticos en las ciudades intermedias del interior del país no ha sido lo suficientemente explorado, dejando de lado procesos sumamente interesantes y enriquecedores para la reformulación de teorías. En segunda instancia, porque la cultura patriarcal que impregna los sentidos comunes que allí circulan, se plasman en marcadas desigualdades entre géneros en los ámbitos económicos, culturales, de salud y políticos. Finalmente, porque desde mediados de 2015 han salido a la calle cuerpos (mayoritariamente femeninos) que se oponen a la naturalización de estas relaciones de género, especialmente de la violencia machista. Como consecuencia de ello, se constituyó un colectivo denominado #NiUnaMenos-Rafaela integrado por mujeres de diversos sectores políticos, partidarios e independientes que trabajan en pos de este objetivo. Por todo ello, aquí planteamos una aproximación a estos cuerpos femeninos que se visibilizan en los asuntos políticos relativos a la desigualdad de género en Rafaela, tomando como primer grupo de estudio la organización mencionada. Particularmente, tomaremos como punto de partida el marco conceptual de A. Melucci para comprender el nivel de latencia que posibilitó la visibilidad en el espacio público que enunciamos más arriba. Para ello, atenderemos a la construcción de las redes subterráneas entre estos cuerpos femeninos y a la manera en que estas mujeres vivieron y sintieron este proceso hasta la manifestación pública del 3 de junio de 2015. Si concebimos que es en el nivel de latencia donde se construyen códigos culturales que se plantean alternativos a la vida cotidiana patriarcal rafaelina, será sumamente relevante indagar la historia de vida de estos cuerpos femeninos. Para ello, nos proponemos comprender (conjugando con la perspectiva de P. Bourdieu y A. Giddens, y los desarrollos de A. Scribano) quiénes son estos cuerpos, de qué espacios sociales y políticos provienen, la manera en que vivencian las desigualdades de género y, finalmente, cómo vivieron y sintieron el periodo de latencia del colectivo.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Los Saqueos: un abordaje desde la teoría de la acción colectiva y la sociología del cuerpo y las emociones, como trama colectiva corporal-emocional. (#4158)
Francisco Eduardo Falconier 11 - Programa de estudios sobre Acción Colectiva y Conflicto Social (CIECS CONICET y UNC).
Abstract:
La siguiente ponencia se orienta al abordaje del fenómeno de los saqueos ocurridos en la ciudad de Córdoba-Argentina, en Diciembre del año 2013. La misma, se enmarca en los avances resultantes de Beca CIN (Estímulo a las Vocaciones Científicas 2015-2016-2017), y del proceso de Trabajo Final de Grado. De modo que, se adopta una perspectiva de estudio que presenta a dicho fenómeno como una acción colectiva resultante de metas, recursos y límites que ponen en juego los actores sociales en el marco de un campo de oportunidades y restricciones. Involucrando, a su vez, procesos interacción, negociación y conflicto (Scribano,2003). Se desprende entonces, que esta acción colectiva es precedida por un cúmulo de conflictos conectados entre sí, que operan como trasfondo de la acción; encontrándose instalados en las relaciones sociales cotidianas. En esta dirección, se postula el cruce entre la teoría de acción colectiva y la sociología del cuerpo y las emociones. Así, las acciones colectivas comprendidas desde los cuerpos y las emociones permiten visibilizar y poner al descubierto lo que los procesos de estructuración de la sociedad, junto con sus mecanismos y dispositivos ocultan; naturalizando la experiencia-social-cotidiana. Los saqueos constituyen un nudo central de problematización que permite analizarlos como epifenómeno de lo que pasa en la sociedad; es decir, como indicador de los procesos de estructuración del entramado social que operaba en la sociedad cordobesa. De esta manera, las dimensiones tejidas en esta trama colectiva corporal-emocional resaltan su potencialidad descriptiva-comprensiva de los distintos procesos de reproducción social; resaltando a los saqueos como una práctica expresiva de corporalidades que pone cuestión el régimen regulatorio de sensibilidad. Así, y desde un abordaje mixto, tanto de carácter cualitativo como cuantitativo a través de un diseño transversal de recolección de la información, se plasma la estrategia metodológica de manera de relacionar la expresividad de los cuerpos en la acción colectiva con los procesos de estructuración social. Palabras Claves: Saqueos – Acción Colectiva – Cuerpos/Emociones – Conflicto – Estructuración Social. -Scribano, A. (2003). Una Voz de Muchas Voces. Acción Colectiva y Organizaciones de Base. De las prácticas a los conceptos. Córdoba: Serviproh.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Madres de Soacha “Un mismo dolor… el origen de una lucha” (#4260)
Martha Cecilia Bohorquez 11 - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
Desde la sociología de los cuerpos y de las emociones es posible identificar los fantasmas y fantasías sociales que estructuran los dispositivos de regulación de las sensaciones y los mecanismos de soportabilidad social, que tejen los entramados en los que se consolida una idea de “seguridad” sustentada en una Política de Gobierno, mediante la cual se pretendía a poner fin a la situación de conflicto interno en Colombia. Durante el Periodo Presidencial de Álvaro Uribe Vélez (2002-2010) En septiembre del año 2008, se denunció el caso de 19 jóvenes habitantes de Soacha reclutados con la promesa de conseguir trabajo, quienes fueron trasladados al municipio de Ocaña (Norte de Santander en la frontera con Venezuela) desaparecidos, asesinados y reportados como “guerrilleros abatidos en combate” por las Fuerzas Militares, en el caso conocido como ‘los falsos positivos’ Bajo un “estatuto de seguridad” creado por la Política de Gobierno se ofreció “incentivos” a las Fuerzas Militares para de combatir abiertamente a los Grupos Armados al Margen de la Ley, que fueron denominados como “grupos terroristas”; retomando las consignas de la Doctrina de Seguridad Nacional, con la cual Estados Unidos consolido su dominación sobre los países de América Latinoamérica. En este contexto, nace, cobra sentido (en clave de sentir) y significado la acción colectiva de las personas que integran las “Madres de Soacha” quienes han trabajado por “limpiar” el nombre de sus hijos, garantizar que esta situación no afecte a más jóvenes y reclamar justicia, memoria y reparación para ellas y sus familias ante los crímenes de estado de sus hijos y familiares. Mientras el conflicto interno alimentaba el miedo y las comunidades se paralizaban, el fantasma de la mentira “construyo fantasias” con ideas de seguridad que han mantenido impunes los crímenes de más de 4000 personas ejecutadas extrajudicialmente en Colombia, de las cuales ha sido tomado como emblemático el caso de las Madres de Soacha, habitantes de las zonas marginales de la capital de Bogotá, quienes han decidido mantener una acción colectiva firme y contundente nacida del el dolor y la rabia como sensaciones que motivan una apuesta humana y política por la dignidad.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
¿Por qué marchan los que marchan? Aproximación sociológica de la marcha del 26 de septiembre desde la mirada de los jóvenes universitarios. (#5454)
Raquel Ortiz 11 - Tecnológico de Monterrey.
Abstract:
La violación de Derechos Humanos en Ayotzinapa (2014) ha sido el ejemplo de la situación de crisis que vive México. A partir de esto, es que comienza a florecer una movilización en el país. Las acciones solidarias con las víctimas se pueden observar como una nueva forma de organización dentro de la categoría de los movimientos contemporáneos. Sin embargo, la marcha, sigue consagrándose como el mayor representante de la indignación y la expresión de sentimientos dentro de una sociedad. De ahí que la marcha por el apoyo a los desaparecidos del 26 de septiembre sea en sí misma un mensaje, un símbolo de hartazgo y búsqueda de justicia social, teniendo el papel de actor social dentro de la acción colectiva. Para Le Breton, a través del cuerpo se brinda significado tanto a la existencia individual como colectiva; el ser humano tiene la capacidad de apropiarse de lo que conoce como vida y traducirla hacia su entorno a través de los sistemas simbólicos que tiene con la comunidad en que vive. Así, miles de jóvenes universitarios expresan su furia, su enojo, su impotencia o frustración, pero también su resiliencia, su solidaridad, su empatía y su esperanza en generar mejores mundos con sus cuerpos. Es la masacre en Iguala de la noche del 26 de septiembre de 2014 el detonante para la indignación. Pero ¿cuáles son las razones por las que un joven universitario asiste a una marcha? ¿Cuál es el motivo que lo mueve a exigir la presentación de 43 jóvenes desaparecidos que jamás tuvo oportunidad de conocer en persona y que no se encuentran cerca de su realidad? La explicación podría estar basada en una internalización del concepto de la Filosofía de la Liberación. En nuestra sociedad, los desaparecidos de Ayotzinapa representan el Otro de la filosofía de Dussel. Los 43 estudiantes son las personas excluidas, las que no tienen derechos o al menos, poco se les respetan; son esa sociedad olvidada que es inbisivilizada. El objetivo de este trabajo es mostrar cómo la marcha por Ayotzinapa en 2016 en México es un símbolo de justicia social, y que el mensaje que brinda es de indignación, de acción y la creencia de posibilitar un futuro diferente. Se hace un análisis de las razones por las que los jóvenes universitarios marchan, cuáles son los motivos que tienen para hacerlo, y cuál es el efecto que tiene en ellos el formar parte de la marcha por Ayotzinapa. A través de una serie de entrevistas a profundidad, se observa la diferencia entre los motivos que llevan a jóvenes universitarios a marchar y así entender a través de la sociología del cuerpo y los movimientos sociales, el por qué marcha la gente que marcha.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 06 |
Tramas corporales y sensibilidades en los trabajos (re)productivos de mujeres en acciones colectivas (#2553)
Gabriela Vergara 11 - CONICET (UNVM); CIES, GESSYCO.
Abstract:
Capitalismo, conflictos, cuerpos y sensibilidades traman un plexo de dimensiones que permiten analizar formas de estructuración social en la Argentina de comienzos del siglo XXI. Desde esta mirada general se pone especial atención en los vínculos de clase y género, vectores de la configuración de los cuerpos, las emociones y percepciones. Por ello se aborda en esta ponencia, experiencias de trabajos que habitualmente se denominan productivos (orientados al mercado) y reproductivos (orientados al hogar) de mujeres adultas que, operan como una “fase de latencia” desde donde pueden articular acciones colectivas. Desde 2002 hasta la actualidad, se pueden identificar en ciudades intermedias del interior de Córdoba un conjunto de experiencias colectivas que desde una movilización contra las fumigaciones hasta el mantenimiento de comedores de niños o la preocupación por la prevención a la violencia de género, parecen constituir síntomas de redes de conflicto vinculadas a los procesos de estructuración social. Dichas experiencias se inscriben en espacios diferentes a la política institucional, a los “nuevos” movimientos sociales (como se los denominó en la década del 90`), no son protestas y, tampoco forman parte de políticas sociales estatales, pero alertan acerca de cierto estado de las formas de relaciones y sociabilidades. A partir del análisis de entrevistas a mujeres de la ciudad de San Francisco que participaron en acciones colectivas en el periodo 2002-2010 se identifican en primer lugar conexiones y desconexiones entre prácticas solidaristas, de inacción/soportabilidad e intersticiales. Luego se problematiza la mirada de la “extensión” de las tareas reproductivas, proponiendo una interpretación en clave de mensajes que estas acciones colectivas dan a la sociedad capitalista del siglo XXI, en contexto de dependencia y neocolonialismo.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
Fútbol encarnado (#0191)
Debora Majul 11 - Licenciada en Psicología - Estudiante de Maestría en Intervención e Investigación Psicosocial - Universidad Nacional de Córdoba - Argentina.
Abstract:
El campo deportivo se ha brindado en los últimos años como un terreno fértil para la indagación desde las ciencias sociales, en tanto es allí donde en la actualidad se conjugan prácticas, discursos, cuerpos, subjetividades, dispositivos, todos ellos ensamblados desde una racionalidad neoliberal. El presente trabajo interroga sobre los modos en que se configuran los cuerpos en espacios deportivos, atravesados por las lógicas de producción de subjetividades, donde las experiencias, prácticas y entrenamientos se edifican en la relación juego – trabajo. La investigación toma como caso de estudio jóvenes varones que practican fútbol en las categorías inferiores de una institución deportiva y que residen en el albergue de la misma. En este sentido, se sostiene que los agenciamientos del cuerpo están atravesados por las experiencias del fútbol, que provienen de la imposición de cánones deportivos, de la estructura institucional, de tradiciones culturales y de lo socialmente valorado en este deporte, ya que en las potencialidades del cuerpo están puestas expectativas de éxito, de ascenso social, de salvación. Este “futbol encarnado” edifica subjetividades del rendimiento y del sacrificio. Palabras Clave: subjetividad – fútbol – cuerpo – rendimiento – sacrificio
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
Esportivização e a produção de (novos) corpos na sociedade do século xxi. (#0454)
Fernanda Ramos Parreira1; Marta De Souza Rovery
11 - UFG.
Abstract:
Pensar na [re]produção dos corpos demanda, na sociedade atual, uma reflexão aportada em autores clássicos da sociologia, como Marx e Weber, visando compreender o papel do esporte, em especial o esporte de rendimento, na conformação não apenas dos corpos daqueles que participam ativamente deste universo, mas, também, nos corpos dos espectadores desse tipo de esporte. Vale destacar que o esporte é, na contemporaneidade, um instrumento eficaz na disseminação de padrões estéticos, de consumo e de ideologias. O presente estudo aporta-se na abordagem qualitativa. Flick (2004) menciona que a pesquisa qualitativa torna-se relevante, nesse momento, em decorrência da complexidade. Este estudo busca construir uma reflexão sobre a configuração esportiva na sociedade contemporânea, pautando-se em autores da sociologia clássica – como Marx (1978a, 1978b, 2007, 2008, 2012) e Weber (1963, 1995, 2001, 2009) –, bem como autores da sociologia do esporte e do lazer – como Elias e Dunning (1985), Dumazedier (1999) e Guttmann (1978) – e da sociologia do corpo – Corbin, Courtine e Vigarello (2011), Le Breton (2006), Codo e Senne (2004) e Foucault (1984, 1987). Utiliza-se, ainda, de dados visuais/iconográficos, extraídos de blogues, páginas institucionais e rede sociais, no intento de corroborar a discussão teórica empreendida acerca da construção de modelos e padrões de corpos por meio da prática esportiva hegemônica.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
O corpo na cultura fitness: algumas reflexões (#1233)
Neuza Cristina Gomes Da Costa 1;
Juliana Abonizio
21 - Universidade Federal de Mato Grosso. 2 - Universidade Federal de Mato Grosso.
Abstract:
A preocupação estética com o corpo é um fenômeno antigo, no entanto, percebe-se novas configurações na contemporaneidade, marcada pela crescente preocupação das pessoas com a aparência corporal e insatisfação diante do corpo que possuem, buscando cada vez mais, formas de modificações e adequações. Verifica-se o aumento da procura por técnicas de cuidado e gerenciamento dos corpos através da prática de atividades físicas, em especial da musculação, controle da dieta e cirurgias estéticas. A prática da musculação associada a dietas especiais, como a funcional, aumentou nos últimos anos e isso produziu novos corpos, musculosos e com baixo percentual de gordura. Desse contexto, surgiu o sujeito fitness, ativo, disposto, disciplinado, que focado na prática física e na alimentação proteica, alcança um corpo belo e saudável, ícone de uma nova cultura, a fitness. Neste sentido, a imagem corporal, longe de ser supérflua, é marcadora de identidade, da exteriorização da subjetividade, possibilitando a compreensão do social e cultural. A cultura fitness, ao valorizar um certo tipo ideal de corpo, que também passa a ser valorizado pelas mulheres, antes “invasoras” neste campo, cria um sistema de classificação a partir do corpo que se possui, marginalizando indivíduos cuja aparência fogem deste padrão, como os obesos e muito magros. Diante desta observação, surgiu a curiosidade em investigar as novas concepções de corpo, no contexto cultural do fitness e os efeitos deste estilo na vida das pessoas. Tal curiosidade é parte da tese de doutorado, ainda em andamento, mas com resultados preliminares obtidos por entrevistas abertas com praticantes de musculação e do crossfit, que apontam para um novo conceito estético de corpo, permeado por uma forma musculosa e pela força. Percebe-se um processo de racionalização na vida dos indivíduos fitness, que esquematizam a rotina nos horários das refeições e do treinamento físico. Também percebe-se o aumento da medicalização, tanto de anabolizantes, como de outras drogas, prescritos ou não por médicos. Os médicos esportistas conquistam valor dentro dessa lógica e no local da investigação, cresceu o número de clínicas médicas voltadas para o atendimento ao corpo fitness. Evidencia-se um alto grau de autocontrole e de autodisciplina do sujeito para seu corpo, com empenho e dedicação no treinamento e seguimento das dietas, que muitas vezes, pode levar a um desvirtuamento no sentido original, caracterizado pela obsessão e o desenvolvimento da vigorexia, além das consequências causadas diante do uso de anabolizantes ilícitos. Estudar as noções do corpo e sua vivencia por sujeitos considerados fitness é compreender como os sujeitos experienciam subjetivamente o processo da incorporação de normas e valores, e o modo como estes respondem às estruturas sociais e para assim podermos questionar certas naturalizações e refletir sobre a sociedade contemporânea.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
Super eficientes: notas para a materialização da capacidade entre atletas paralímpicos (#2268)
Marco Antonio Gavério 1;
Valentina Iragola Cairoli
11 - Universidade Federal de São Carlos.
Abstract:
De discussões desenvolvidas no Núcleo de Pesquisa em Sexualidade e Entretenimento, a cargo do Prof. Doutor Jorge Leite Junior, no Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), surge a proposta deste trabalho, cujo intuito é colocar em discussão processos de materialização daquilo que chamamos 'corpo'. Após muitos anos de intensos debates entre as disciplinas das ciências sociais e os denominados saberes sujeitados acerca dos estatutos políticos e epistemológicos do corpo humano, tem sido cada vez mais difícil confirmar uma origem exclusiva de sua existência. Dessa forma, temos concebido determinados corpos como sendo 'construídos' social ou biologicamente, enquanto outros corpos passam despercebidos, inclusive de sua própria ontologia corporal. Nessa proposta discorreremos como tais concepções de corpos ‘construídos’ e corpos ‘naturais’ são debatidas nos estudos sobre deficiência (disability studies). Desde meados do século XX, o corpo deficiente (discapacitado) coexiste com o dilema: sou um problema político devido a minha natureza biológica ou minha natureza orgânica configura-se sob questões políticas? Contudo, apesar de fundamental a crítica que questiona minimamente as naturezas do corpo deficiente - como se ele fosse a contraparte ‘construída’ dos corpos ‘naturalmente’ capazes -, sua aparente consciência de si não tem colaborado muito para investigar se e como os corpos 'sem deficiência' são igualmente 'construídos' e reiterados cotidianamente. Para observar essa possível unidade ficcional que se estabelece como corpo 'normal' analisaremos os discursos da capacidade presentes nas discussões socioculturais da deficiência. Como espaço de análise focalizaremos uma série de reportagens especiais sobre três atletas paraolímpicos brasileiros que os constituem como indivíduos em que não é o corpo deficiente que importa, mas sim a possibilidade de supera-lo e mostrar suas efetivas 'eficiências'. Essas reportagens foram produzidas por um programa esportivo de um canal televisivo de grande circulação em Brasil e são fundamentais para pensarmos como a capacidade é constantemente produzida no seu próprio silencio, isto é, se produz como a 'ordem natural das coisas' quando se mostram os limites indesejáveis que a deficiência supostamente impõe. A metodologia consiste numa etnografia de tela que é a colocação da série de reportagens em perspectiva com o contexto sociocultural e político de sua produção, ao mesmo tempo que busca extrapolar as representações sobre deficiência e capacidade ali contidas.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
Adrenalina na prática esportiva (#7193)
Gisele Mirella Gih
1;
Klever Alberto da Silva
1;
Sérgio Roberto Veloso 11 - UFPE.
Abstract:
A adrenalina é um neurotransmissor que é ativado no sistema nervoso, essa substância (hormônio) é produzida nas glândulas suprarrenais que são geralmente liberadas em situações nas quais existam uma grande sobrecarga ou estresse. Nas práticas esportivas a adrenalina deixa de ser substância (hormônio) e passa a ser interpretada como uma emoção. Com essa junção de emoção (sentimentos) os praticantes de modalidades esportivas fazem uma releitura para a palavra adrenalina. Isso ocorre devido ao processo de empoderamento. O artigo propõe analisar as emoções que estão vinculadas à pratica do skateboard com enfoque na adrenalina (substância), que quando ativada desencadeará outras emoções e também impactará no meio sócio cultural de seus praticantes. A metodologia utilizada foi através da análise de pesquisa bibliográfica para utilizar em nosso trabalho de campo, e a observação participante, onde conseguimos localizar e entrevistar alguns praticantes desse esporte radical. Foi através do contato direto que levantamos dados e obtivemos informações que contribuíram para formação deste trabalho. Sendo permitido anotar, gravar a conversa e fotografar. Foram identificados como resultados da experiência em campo que a adrenalina é utilizada como um termo que designa emoção. Na realidade se refere ao conjunto de emoções que a prática desse esporte traz (euforia, medo, prazer, etc). Vimos também que esses jovens com faixa etária entre 16 a 22 anos, utilizam esses parâmetros até para a própria vida pessoal e utilizam como uma espécie de filosofia de vida. Portanto, através da pesquisa etnográfica e das entrevistas realizadas chegou-se à conclusão q mue a prática do skateboard, possibilitaram contribuições de cunho positivo na vida dos praticantes desse esporte, trazendo prazer e disciplina para suas vidas.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 07 |
¿Educar al cuerpo o educar a través del cuerpo? (#3250)
Mayver Maldonado 11 - Universidad Pedagógica Nacional.
Abstract:
LINEA: Emociones, cuerpo, normalización y discplinamiento. La presente ponencia basada metodológicamente en la investigación-acción, aborda la concepción y significado del cuerpo dentro de la cultura escolar en una plantel educativo de la Ciudad de México, a través de las prácticas y métodos escolarizados basados en la disciplina y el control del movimiento. Así mismo en dicha ponencia se pone de manifiesto los escenarios a los que se enfrenta el alumno, desde una configuración espacial basada en el orden, dejando de lado la construcción de relaciones interpersonales y la socialización de saberes. Se hace una crítica constructiva de los métodos y recursos utilizados por el docente para el conocimiento y el uso del cuerpo, así como del programa de estudios acerca de cómo concibe y significa el cuerpo dentro de la educación básica en México. Mirar el cuerpo sólo como masa y volumen, equivaldría a ver a un árbol sólo cómo leña, es decir, podemos ver para que sirve de manera práctica e inmediata, incluso como poder sacar provecho de él, sin embargo si lo observamos, conocemos y aceptamos podremos darnos cuenta que el cuerpo es más que un conjunto de músculos, huesos y piel, pero ¿Cómo se concibe al cuerpo dentro de la escuela? La educación del cuerpo es olvidada dentro de las aulas, su concepción, significado, funciones, necesidades y capacidades, son en la mayoría de los casos, desconocidas o ignoradas, su abordaje se lleva acabo de manera limitada y en algunos casos censurada, dentro de las aulas el movimiento es restringido y las expresiones corporales en varios casos penadas. Por otra parte la configuración de los espacios dentro del aula determina las posibilidades de desplazamientos que el alumno ejecutará o desarrollará en determinado tiempo, así como la duración de éstos, de ello dependerá el grado de experiencia cotidiana que pueda desarrollar, misma que favorecerá la construcción de procesos de comunicación y socialización. Como consecuencia la obviedad de la educación corporal permea la construcción de saberes corporales, se obvia que el individuo al tener cuerpo, lo conocerá y utilizará por inercia, se priva del desarrollo creativo y se encarcela la expresión, por lo tanto se limita la construcción de la conciencia corporal en el alumno, así pues la manera en la que se concibe el cuerpo y el significado que se le otorga dentro de la cultura escolar, determinan las maneras de conocerlo y utilizarlo.
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Moralidad, emociones y política en torno al deporte. Un estudio con jugadores de hockey y nadadores en un club de la ciudad de La Plata (#3973)
Hang Julia 11 - IDIHCS-UNLP-CONICET.
Abstract:
La presente ponencia se propone describir y comprender los diversos modos en que a partir de la incorporación de técnicas corporales en los entrenamientos de dos deportes diferentes se generan moralidades, maneras de pensar, comprender y evaluar tanto la propia experiencia como la ajena. Partiendo de la elaboración de algunos materiales de campo de mi trabajo etnográfico en un club tradicional de la ciudad de La Plata, se tomara el caso de un deporte individual (natación “master”) y uno colectivo (hockey) para visibilizar las maneras en que la especificidad de ambos deportes habilita vínculos diferenciados entre sociabilidad, deporte y política, mediados a la vez por componentes morales, afectivos y emotivos. En ambos casos, una noción nativa central, la de “sacrificio”, funciona como categoría moral, que incorporada en el cuerpo a través de las prácticas deportivas, generará maneras de pensar y comprender el propio mundo y valorizar a los otros. Sin embargo, los sentidos en torno a la noción de sacrificio no serán los mismos en ambas prácticas. Vale la pena mencionar que las prácticas deportivas y actividades del ocio, durante mucho tiempo han sido concebidas en toda su negatividad como zonas disponibles para la reproducción de la fuerza de trabajo del capitalismo contemporáneo. Frente a perspectivas de este tipo, aquí se buscará reponer la agencia de los sujetos, la productividad de este tipo de prácticas, de relaciones sociales, de historias de vida, de moralidades y emociones. Al desplazar el foco del análisis hacia la materialidad de estas prácticas, se abre un conjunto de interrogantes que giran en torno a la productividad social y a la forma en que los sujetos se construyen en torno a sus prácticas de sociabilidad. Se entenderán a las prácticas de sociabilidad, particularmente al deporte como instancias constitutivas y productivas de relaciones, sentidos y politicidades de ciertos sectores de la clase media platense. En efecto, uno de los avances más interesantes de la investigación radica en que da cuenta del modo en que las moralidades generadas en los distintos deportes configuran maneras diferenciales de comprender la política institucional del club, plasmándose en diferentes sentidos otorgados a la política, a la vez que en diferentes modos de gestionar la institución.
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Cicloativismo e conversão moral: aspectos da construção de uma nova virtude (#5493)
Fernanda Rocha 11 - Universidade Federal da Paraíba.
Abstract:
Este trabalho analisa o cicloativismo como experiência moral a partir de uma pesquisa de campo realizada na cidade do Recife, que apresenta todos os sintomas de uma cidade marcada pelo problema da mobilidade urbana. Buscou-se entender como, numa sociedade predominantemente marcada pela cultura do automóvel, se constrói a experiência de ‘cicloativista’, especialmente, como se elaboram os valores de um grupo que tenta combater a chamada carrocracia e busca uma sociedade mais justa, com ‘mais amor e menos motor’. O processo de mudança de meio de transporte ou modal se constitui, além de uma alternativa ao problema do trânsito, como caminho alternativo para o cidadão comprometido com valores que supostamente teriam se perdido na metrópole: respeito, amor e liberdade. A partir das entrevistas e da observação participante observou-se que a transição da experiência ‘comum’ para a experiência de cicloativista elabora uma espécie de ‘conversão moral’, constituída por dois aspectos fundamentais: o controle das emoções e as transformações no corpo. O ordenamento das emoções é parte central da experiência do trânsito nas grandes cidades, e ser ciclista requer um trabalho particular de controle e equilíbrio entre medo e prazer. Seria insuficiente tentar entender a constituição do trânsito como uma figuração baseando-se apenas no cumprimento ou não das regras, na observação das posições. Estar na rua como ciclista revela uma associação particular entre os sentimentos de medo, iminência do acidente, fragilidade, e cuidado consigo e, principalmente, como estas emoções estão relacionadas aos modos de agir e justificar a ocupação da cidade. Nesse sentido, grande parte desse grupo, antes adepto da cultura do automóvel (“carrocracia”), abandona a ideia de ser ‘intolerante’, ‘barrigudo’, ‘preguiçoso’, ’estressado’, pois o uso da bicicleta para suas atividades diárias permitiu a emergência de ‘um novo cidadão’ e ‘uma nova cidadã’ num ‘novo corpo’. Estes indivíduos se percebem como pessoas inteiramente diferentes, mais leves, alegres e saudáveis, e, ao abandonar a carrocracia, se encontram carregados de intenções que vão de encontro a tudo o que o carro representa: individualismo, poluição ambiental, falta de respeito ao outro, perda do espaço público, gastos públicos com acidentes de trânsito. Além disso, também enfatizam o desenvolvimento de um contato mais direto com a cidade, reconstruindo, assim, a ideia de espaço público, também perdida na experiência da metrópole. Palavras-chave: sociologia; moralidade, bicicletas; emoções, virtudes
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Notas en torno a las sensibilidades sociales a las que aluden los créditos al consumo en Argentina (#1711)
Florencia Chahbenderian 11 - IIGG, UBA, CONICET, USAL.
Abstract:
Desde fines del Siglo XX y particularmente a partir del XXI la valorización financiera ha ocupado un lugar hegemónico en el proceso de valorización del valor y expansión del capital a escala mundial. Este proceso tiene múltiples manifestaciones, entre ellas resulta central la ampliación de los créditos para el consumo (tanto de las condiciones de acceso como de su cantidad). Esto desencadenó un proceso en el que las instituciones financieras se volcaron cada vez más hacia un nuevo y fructífero mercado: el de aquellos sujetos “sin garantías”, generando en estos sectores nuevas relaciones con el dinero, el consumo y la organización de la economía doméstica. Esto supone unas determinadas sociabilidades, vivencialidades y por ende sensibilidades sociales asociadas a su reproducción cotidiana. En el caso argentino en particular, son amplias las evidencias que señalan en la dirección de un mayor endeudamiento de las familias, fenómeno que también se registra a nivel global. Esta financiarización de la vida cotidiana – en particular de los sectores más pobres que no cuentan con las garantías tradicionalmente requeridas – viene siendo objeto de amplias controversias, en tanto mientras algunos sostienen que es necesario promover la inclusión financiera para salir de la pobreza, otros señalan las fuertes vulnerabilidades que puede acarrear debido a las desigualdadessociales, económicas, etc. en que se enmarca.Se incluye una complejidad adicional al considerarla vinculación entre los Programas de Transferencias Monetarias Condicionadas (PTMC) y lainclusión financiera de sus beneficiarios, en tanto recientemente proliferaron diversas iniciativas y programas buscan incorporar a sus beneficiarios al sistema financiero. El presente se propone un recorrido por la oferta de créditos al consumo dirigidos a los sectores “sin garantías”, desde un abordaje que integre los cuerpos y las estructuras de sensibilidades que performan en los sujetos. De este modo, se busca efectuar un mapeo de las sensibilidades sociales a las que aluden, para dar cuenta de ellos como procesos de estructuración social. La estrategia metodológica adoptada para tal fin es cualitativa, basada en el análisis de afiches y propaganda hallada en la vía pública, en internet y de entrevistas en profundidad a técnicos del sector público. Para ello, el trabajo se organiza de la siguiente manera: en primer lugar, se contextualiza el escenario en el que se inscribe la problemática planteada. En segundo término, se introducen los puntos de contacto con entre los PTMC y la inclusión financiera. Luego, se efectúa un análisis de la oferta de créditos para el consumo del Área Metropolitana de Buenos Aires, procurando efectuar un mapeo de las sensibilidades sociales a las que aluden. Por último, se esbozan algunas reflexiones como puntapié para la apertura de nuevos interrogantes.
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Programas de transferencias monetarias y sensibilidades: algunos tópicos a observar (#5965)
Angelica De Sena 11 - UBA.
Abstract:
El Siglo XXI ha impactado el universo social incorporando modificaciones y cambios en las relaciones humanas, en las interacciones sociales, en el mercado laboral y por ende en la forma de intervención social que llevan a redefiniciones del bienestar. En las últimas décadas en el orden mundial los Programas de Transferencias Monetarias se imponen en las agendas de las políticas sociales como un "nuevo" modo de "atender" las cuestiones de la pobreza. Esta modalidad de intervención social se implementa en distintos momentos del ciclo vital partiendo de la mujer embarazada, niños, jóvenes y adultos. Desde el Grupo de Estudios sobre Políticas Sociales y Emociones, nos proponemos revisar este tipo de intervenciones considerando las distancias entre lo que se diseña y lo que se narra y lo que se vive. Ello a partir de considerar que las políticas sociales hacen sociedad en un doble sentido: al impactar directamente en las condiciones de producción y reproducción de vida de las personas; y al transmitir –con su mera existencia o su análisis desde las Ciencias Sociales- modelos de sociedad deseables. Por ello su diseño e implementación moldean, preforman la cuestión social y por lo tanto construyen sociabilidades y son elaboradoras de sensibilidades. Desde dicha perspectiva, la presente ponencia revisará las miradas de las beneficiarias de dos programas de este tipo que se implementan en la Ciudad de Buenos Aires: Ciudadanía Porteña y Asignación Universal por Hijo. Se escoge el siguiente recorrido: a) describir dichos programas, b) efectuar una revisión sociodemográfica de las beneficiarias en la CABA, c) caracterizar algunas sensibilidades asociadas a dichos programas a partir de material empírico de tipo cualitativo, para concluir d) elaborar un breve mapa de sensibilidades asociadas a los Programas de Transferencias Monetarias.
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Transferencias condicionadas de dinero en Colombia: afecciones y moral producidas por el dinero. (#6279)
Leidy Yolanda González García 11 - Universidad La Gran Colombia.
Abstract:
El dinero produce afecciones. Su posesión provoca en quien lo posee múltiples maneras de ser y por ende de actuar. Lejos de ser un mero objeto que facilita el intercambio, el dinero se constituye como un productor de prácticas, estrategias y afectos que no se movilizarían sin su presencia. El encuentro con el dinero provoca en las personas particulares formas de hacer que no deben ser analizadas exclusivamente a partir de sus causas, esto es, más allá de preguntar qué hacen las personas con el dinero, de lo que se trata es de comprender lo que agencia y/o produce dicho encuentro. Antes que buscar una lógica lineal que asuma una mirada “positivista” respecto a los efectos que produce el dinero, lo que se propone es centralizar la mirada en las afecciones que se van constituyendo en el encuentro con el dinero y que dan cuenta de modos de ser que potencian o deprimen[1] el actuar de las personas. Comprender dichas afecciones posibilita superar la usual escisión que afirma por un lado la razón y por otro los afectos, y que valida la razón como la única dimensión digna de análisis sociológico en tanto los afectos no serían lo suficientemente “legítimos” objetos de estudio. Metodológicamente se centra en las transferencias condicionadas de dinero que se entregan en Colombia en el marco de la política social denominada “más familias en acción”, la muestra seleccionada acude a dos grupos de personas: en primer lugar madres cabeza de hogar con niños, niñas y adolescentes menores de 18 años que requieren apoyo económico para tener una alimentación saludable, y asistir al colegio, estos dos criterios operan como condiciones por parte del Estado para la entrega del subsidio - de un lado asistir a controles de nutrición y desarrollo, y de otro, asistir como mínimo al 80 % de las clases-; en segundo lugar, población víctima de desplazamiento forzado por causa del conflicto interno que recibe la transferencia bajo la condición de estar inscrita en el Registro único de Víctimas RUV[2], y de tener niños y niñas o adolescentes menores de 18 años. [1] Para hablar de afecciones y modos de ser, esto es potenciar o deprimir un cuerpo, el proyecto se vale de la Ética demostrada según el orden geométrico del filósofo Baruch Spinoza. [2] El RUV se convierte en el instrumento que tiene como finalidad consolidar y unificar el registro de las víctimas por medio de una herramienta técnica que constituye la puerta de entrada para ingresar a los programas de asistencia, atención y reparación de las víctimas del conflicto armado. Más Familias en Acción utiliza este instrumento para la identificación de las familias víctimas del desplazamiento forzado (Guía Operativa Focalización Poblacional y Cobertura Territorial Más Familias en Acción, Departamento Administrativo para la Prosperidad Social, 2016)
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Prácticas económicas, sentidos en torno al dinero y emociones. El lugar de la confianza en circuitos informales de circulación de dinero. (#8093)
Sofía Oliverio 1; Maria Clara Hernandez
2; Maria del Rosario Guzzo
1; Maria Pilar Garcia Bossio
31 - UNLP. 2 - UNGS/CONICET. 3 - UNLP/CONICET.
Abstract:
Durante el 2016 se volvió un tema de interés en los medios masivos de comunicación en Argentina la existencia de circuitos de circulación de dinero que operaban por fuera del sistema económico financiero formal bajo el nombre de “flor de la abundancia”, “telar de las mujeres” y “fractales”. Estos son presentados como estafas económicas basadas en estructuras piramidales, orientadas a defraudar a incautos e ingenuos que esperan obtener “dinero fácil”. Independientemente de las particularidades que cada uno de estos circuitos presenta (como la apelación a un discurso de género y empoderamiento femenino; o categorías asociadas a lo espiritual, cercanas a prácticas de la nueva era), comparten un conjunto de características que definen su lógica de funcionamiento. Esto implica no sólo la circulación de montos de dinero, sino también la puesta en juego de sentidos sociales, emociones, valores morales que se tejen en el marco de relaciones sociales específicas. Sin buscar realizar un juicio valorativo de este fenómeno, nos proponemos indagar cuáles emociones permiten que este tipo de circuitos tengan lugar, más allá de aquellas que responden a las lógicas del cálculo económico racional en un contexto de capitalismo dependiente. Recuperando aportes de la sociología moral del dinero y de la sociología de las emociones, sostendremos la hipótesis de que la presencia de confianza es un elemento necesario, aunque no suficiente, para que estos circuitos se generen y perduren en el tiempo. Para ello realizaremos un relevamiento de notas periodísticas de distintos medios nacionales y locales digitales que problematicen esta temática, a fin de describir su funcionamiento y las emociones, valores, sentidos que se ponen en juego. Con el objetivo de enriquecer el análisis consideraremos también los comentarios y respuestas a estas notas, abordándolos a partir de estrategias brindadas por la etnografía digital. Finalmente, consideramos en línea con lo propuesto por la sociología de las emociones, que el abordaje de estos objetos, al parecer menores para el análisis sociológico, pueden resultar en una mirada enriquecedora de procesos sociales más amplios.
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Presencias, ausencias y consideraciones posibles de la pobreza en los estudios sobre el consumo (#1890)
Andrea Dettano 11 - CONICET-UBA.
Abstract:
El presente escrito tiene por objetivo indagar la presencia y consideraciones de la pobreza en los estudios sobre el consumo. Se intentará reconstruir cual es el sujeto al que se alude en los estudios sobre consumo y que sensibilidades se encuentran asociadas a dicha práctica. Para esto consideraremos el modo en que en la literatura y análisis sobre el consumo, han dominado algunas explicaciones. En primer lugar, la economía ha partido de un sujeto activo y racional, que evalúa medios y fines en pos de maximizar su utilidad. Otros análisis han tratado de desvincular el consumo de la satisfacción de necesidades asociándolo al disfrute, placer y mecanismos de distinción que exceden lo meramente material y utilitario. A su vez, también se ha teorizado sobre el proceso de consolidación de lo que se define como “Sociedad de Consumo” vinculándolo con transformaciones en los modos de producción y circulación de mercancías. Las prácticas de consumo se encuentran generalmente asociadas a gastos improductivos, suntuarios, pecuniarios o de sectores altos cuyas condiciones materiales de existencia se encuentran resueltas. Por el contrario, los sectores pobres son generalmente asociados con las necesidades básicas, mínimas o de subsistencia. A su vez, tampoco aparecen en diversas producciones teóricas participando de mecanismos de distinción. Sin embargo, algunos trabajos si han considerado a los pobres como participantes de las prácticas de consumo de bienes y servicios. Por todo lo dicho intentaremos ver como se presentan y como se omiten los sectores pobres en los análisis reflexionan sobre la adquisición de objetos y servicios.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Danza comunitaria y creación de vínculos. Análisis de una experiencia en la ciudad de Villa María. (#6853)
Noelia Belén Casella 11 - IAPCS- UNVM.
Abstract:
El arte comunitario puede entenderse como prácticas que buscan el cambio, la mejora social de al menos, una porción de la sociedad. El arte como un compromiso y un espacio común de democracia cultural y participativa. La danza, es un lugar de encuentro entre muchas realidades, un diálogo entre cuerpos que permite que estos hablen en vez de ser hablados. En este marco, este trabajo se delimita a una experiencia de danza comunitaria en el barrio “La Calera” de la ciudad de Villa María, Córdoba donde el grupo de danza contemporánea de la UNVM, “Danzamble” realiza en este barrio un taller de danza para niños y niñas de entre 5 y 12 años, de los cuales la mayoría asisten a un comedor comunitario. Este taller tiene como una de sus principales premisas que todas las personas podemos bailar, que la danza genera puentes de comunicación verbales, corporales y emocionales y, entre otras cosas, que todos tenemos capacidades creativas y en ese sentido, la danza genera empoderamiento del cuerpo de cada uno y confianza en el grupo. De esta manera, se busca que los niños y niñas sean sujetos de derecho y creativos, ya que se trabaja para que cada uno genere sus propios movimientos y que estos no sean impuestos por las talleristas Se entiende al taller como un derecho, una oportunidad de descubrir la creatividad. Existe la posibilidad de generar cambios a nivel vincular en este espacio que interpelen a los niños y niñas sus relaciones en sus diversos ámbitos habituales, indagando sobre los por qué y las diversas formas de interrelaciones. Hay entonces, una oportunidad de creación de riqueza simbólica, cultural y expresiva.
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Chancha Negra: Una experiencia desde la colectividad y el teatro espontáneo como puesta política. (#8159)
Michelle Mendoza González 11 - Universidad Nacional de Costa Rica.
Abstract:
“…Poner el cuerpo es la orgia desenfrenada y totalmente promiscua entre arte, activismo y feminismo…” Joyce Jandette. Somos una Colectiva Feminista que a través del Teatro Espontáneo y otras metodologías participativas busca la reflexión, análisis y transformación cotidiana de nuestra realidad desde el encuentro y la consciencia social. El Teatro Espontáneo parte de una creación colectiva, en donde las personas del público, en este caso participantes del taller o de la función, cuentan historias, sensaciones y/ o situaciones que son espontáneamente escenificadas por el grupo de actrices. Nuestra metodología de taller-función se caracteriza por dos momentos, el primero se compone por una serie de juegos que llamamos caldeamiento, en donde las personas participantes junto con las actrices participan de dinámicas que faciliten la fluidez, espontaneidad, creatividad y la magia del encuentro con otras y otros. Durante el segundo momento las actrices ponen las cuerpas y escenifican por medio de varias formas o estructuras propias del Teatro Espontáneo las historias que van surgiendo del público participante. Desde una visión feminista, se busca generar espacios sociales, comunitarios y afectivos que permitan reflexionar, analizar y transformar nuestra realidad cotidiana como mujeres jóvenes. Considerando la conciencia social y el encuentro entre mujeres, hombres, personas trans, géneros y sexualidades disidentes, pilares fundamentales para la construcción de alternativas al sistema patriarcal. La relevancia de esta puesta política e insolente que hacemos es seguir trabajando desde el feminismo, temas como la rebeldía, el acompañamiento y sororidad, el empoderamiento y la sexualidad, así como de la necesidad de compartir nuestros aprendizajes metodológicos y artísticos con otras personas que estén en el proceso de exploración de sí mismas y sus cuerpos y cuerpas. En el quehacer nos sustentamos en un enfoque interdisciplinario, creamos alternativas diferentes desde nuestras cuerpas para la resistencia patriarcal y machista, para el trabajo con comunidades diversas, desde la sensibilidad y ternura radical. Finalmente, creemos que "La base creativa está en nuestras sensaciones... Todas nuestras partes reflejan luz. Mi energía y mis movimientos deben enfocarse a mostrar esa luz a través de un diálogo somático donde quienes hablan son nuestras sensaciones." Ninoska Gómez, 2016. Bibliografía. Jandette, Joyce (2015).Ke Huelga Radio: ¿Qué carajos es poner el cuerpo?. México. Recuperado de http://libertad.fciencias.unam.mx/diario/spip.php?article3839 Ortiz, C. Laura (2016). La base creativa está en nuestras sensaciones. Campus UNA periódico universitario. Pág. 23.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
“Eu não espero o carnaval chegar pra ser vadia”: afetos do entretenimento e produção de subjetividades borrosas em Pablo Vittar (#6982)
Rose de Melo Rocha 1; Danilo Postinguel
11 - PPGCOM-ESPM.
Abstract:
Corpo e emoções são aqui analisados a partir das experiências de uma estética e de uma corporalidade trans, mobilizada pela cantora drag brasileira Pablo Vittar. Interessa-nos problematizar as dimensões afetuais da comunicação e as expressões borrosas do feminino-masculino mobilizadas na performance musical de Vittar. A estetização transgressora desta identidade trans resulta, em nossa hipótese, em uma expressão cultural remix que combina entretenimento pós-massivo, formas políticas do sensível e uma erótica das visualidades. Maurizio Lazaratto, Massimo Canevacci e Paul Beatriz Preciado são alguns dos autores que fundamentam nossa escrita. Como chave metodológica assumimos a combinação de pesquisa documental, análise midiática e crítica cultural das economias simbólicas das sociedades capitalistas.
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MARCADO NA PELE: A TATUAGEM COMO FORMA DE EXPRESSÃO DAS EMOÇÕES (#8620)
Janayna Emídio 11 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
O ser humano possui diversas formas de comunicação, entre as mais valorizadas se encontram a oral e escrita. Em nossa sociedade diversos símbolos e signos existem e possuam significados variados. A comunicação, entendida como transmissão e recepção (compreensão), é um ponto essencial para a convivência em sociedade. Além das formas mais comuns do entendimento humano, existem também formas inconscientes, normalmente guiadas pela emoção, e nesse aspecto o corpo representa um transmissor efetivo de mensagens, com suas expressões, gestos e movimentos. A corporeidade humana é compreendida como um forte fenômeno social e cultural, motivo simbólico, objeto de representações e imaginários (LE BRETON, 2010). Junto ao corpo as emoções se apresentam como meio caracterizador de nossa vivência humana, às vezes, agimos por impulsos, falamos alto e gesticulamos, são as emoções que se expressam em nós através do corpo. Com o passar do tempo o corpo se tornou cada vez mais o maior meio de contato de nossa individualidade com o mundo que nos cerca, novas formas de expressão foram utilizadas. Uma das maneiras de que houvesse uma compreensão imediata de nossas emoções através da utilização do corpo é a Body Modification, termo designado para caracterizar as modificações corporais de diversas formas. O estudo das emoções tem tomado um espaço cada vez mais significativo dentro das Ciências Sociais, como forma de melhor compreensão das características humanas. O corpo representa o primeiro meio no qual o indivíduo se apresenta contra o sistema vigente na sociedade, portanto, é um meio de luta, exemplos disso é o surgimento do “... feminismo, a ‘revolução sexual’, a expressão corporal, o body-art, a crítica do esporte...” (LE BRETON, 2010, p. 9). Com a Body Modification, em especial a tatuagem, as emoções não são apenas manifestas através de gestos e discursos, mas também de forma artística. Uma das formas de expressão corporal, através da body-art, é a tatuagem. Há mais de quatro mil anos a tatuagem é uma forte marca de representação do indivíduo em seu grupo social e/ou cultural. Quem faz uma tatuagem está marcado para sempre, sua simbologia é um ponto de estudo muito interessante para as pesquisas relacionadas às emoções, desde a escolha da imagem, símbolo ou palavra, e da própria sessão de tatuagem, vista como um ritual de passagem, pois a representação do indivíduo perante a sociedade irá mudar. Diante disso, a tatuagem existe na sociedade como forma de expressão. Atualmente podemos detectar o surgimento de uma nova normalidade estética e vivência na sociedade, e ainda o surgimento de uma nova subjetividade (os tatuados), onde são articuladas a emoção e a sociedade, onde o corpo se apresenta como meio de expressão e construção do sujeito.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Corpos-close: afetos, experimentações e variações em contextos de musicalidades (#9119)
Vyullheney Lacava 11 - UFRN.
Abstract:
A presente comunicação emerge a partir de incursões em ambientes festivos, onde o corpo está sempre produzindo felicidades, quer sejam estas momentâneas ou duradouras, sempre direcionadas e acionadas no contexto de mundos possíveis na contemporaneidade. Aqui está contida a aposta que nas cidades insurgem corpos de mundo a partir de circuitos de festividades, que é o substrato empírico que subsidia a presente reflexão. Subscreve-se sob este sentido o crivo das experimentações realizadas em ambientes noturnos, que se fazem ambientes de expressividades nômades, espaços para onde outridades avançam na ambiência. Realiza-se então exposição cartográfica, explorando a composição de mapas-imagens que intenta rastrear as intensidades possíveis, bem como a formações do novo – ou criação de contraespaços e contra-corpos – na cidade de Natal-RN, desde o lugar das baladas, estas gestando corpos-close. O corpo-close está sempre em movimentação, oscilando entre o corpo que se tem e se carrega, mas sempre passando pelos picos intensivos. O corpo que se tem e o corpo que se monta, constrói, compõe, assemelha-se a compreensão foucaldiana de corpo utópico; ainda proveniente do mesmo autor tomamos de empréstimo a noção de heterotopia, assentada com a compreensão de contraespaços. Unindo ambas, tanto as considerações acerca do corpo utópico e dos constraespaços, para com esta união apostar no corpo-close enquanto um contra-corpo, espaço este negado, desconhecido, criado e ao mesmo tempo impossível de se controlar suas expansões demandadas a partir das experimentações na cidade e em ambientes festivos. É neste universo de circuitos de festividades que os pensamentos avizinham-se, para que se pense a presença ativa de corpos em composição de mundos. A partir da problemática do compartilhamento de um “comum” enquanto um estado de mundo que atravessa e compõe corpos, a partir de uma devoração (compreensão que assemelha-se a ideia de subjetividade antropofágica, de Suely Rolnik) nos encontros, em face de músicas, bebidas, corpos (humanos e não humanos, materiais e imateriais). Desta forma, propõe-se a reflexão na temática da estética e do corpo, abarcando como em ambientes festivos os corpos estão atuando, sob múltiplas maneiras, montando-se e desmontando-se. Interessa aqui a problematização do ambiente festivo enquanto perpassado de micropolíticas, onde corpos agem enquanto fábricas de desejos e máquinas de guerras, comunicando sobre si às demais existências.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
“La Salsa en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. Percepciones de bailarines sobre estilos musicales e implicancias socio-emotivas”. Consideraciones del proceso de construcción del problema de investigación. (#2820)
Diana María Ordóñez Hincapié 11 - Universidad General Sarmiento.
Abstract:
El propósito de este trabajo es reflexionar sobre el proceso inicial de la investigación que estoy desarrollando. La misma se plantea, como objetivo general, contribuir en la comprensión de los procesos de estructuración de las sensibilidades sociales a partir del estudio de las percepciones que desarrollan los bailarines de salsa en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. El reconocimiento de las dimensiones afectivas expuestas por ellos durante las fiestas salseras, dan cuenta de un sentir colectivo que transcurre en el momento en que una pareja baila salsa en un determinado lugar con una sonoridad específica. Así pues, el eje de la presente ponencia está puesto en la construcción del problema de investigación a partir de la reflexividad de mi propia experiencia como bailadora y dj de salsa en la capital porteña. Desde allí, he notado la relación de los modos de baile salsero en conexión con formas estructurales del consumo musical en las fiestas, donde aparece el disfrute, como la base de esta práctica. En este sentido, divido el texto en tres secciones. Primero, haré una breve introducción histórica respecto de la aparición y desarrollo de la salsa en la capital porteña. Segundo, haré una inscripción de mi historia personal en el campo, evidenciando la diferencia de mi percepción respecto de “la movida salsera”. Y por último, introduciré en el documento la idea del consumo como dispositivo de regulación de las sensaciones y productor de la estructuración de la sociabilidad y las vivencialidades basadas en el disfrute inmediato (Scribano, 2015) a manera de formular la pregunta que guía esta investigación. ¿Cuáles son los rasgos de normalización de la estructura social, producidos mediante el consumo del baile de la salsa en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires? ¿ y ¿Cuáles son las regulaciones sociales que se evidencian en las percepciones de bailarines durante las fiestas salseras?
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Viaje y naufragio: un estudio sociodiscursivo de la canción “El anillo del capitán Beto” de Luis Alberto Spinetta (#3160)
Cecilia Beatriz Villafañe 11 - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
El rock argentino durante los años ’70 se convierte como un fenómeno social y cultural que identifica a un sector de la juventud de este país. Luego de la separación de los grupos pioneros -Los Gatos, Manal y Almendra- surgen nuevos que, a diferencia de los primeros, circulan en un espacio legitimado del rock. Esto se debe a la existencia y consolidación de instituciones -sellos independientes, revistas especializadas…- que lo definen y lo reconocen como un campo (Bourdieu, 1991) específico y diferenciado de la llamada “música joven” (Díaz, 2005). Teniendo en cuenta dichas condiciones, nos interesa detenernos en el estudio de “El anillo del capitán Beto”, canción perteneciente al disco El jardín de los presentes del grupo Invisible, para analizarlo desde una perspectiva sociodiscursiva. Su letra pone en discurso la temática del viaje, la cual es entendida, desde la estética de Spinetta, como un recorrido corporal y emocional del sujeto hacia su interioridad. Dicha concepción proviene de la identificación del rock desde sus inicios, con la contracultura de los ‘60. Luis Racionero señala en Filosofías del underground que, en paralelo a la historia de Occidente, se forjaron formas de pensamiento irracionales que proponen otro modo de conocimiento, a partir del cual no se busca una verdad mediante la deducción de argumentos, sino un estado de ánimo donde se funda un concepto mental con un estado físico del cuerpo. Spinetta, al dialogar con aquellos discursos que contienen una sabiduría distinta a la privilegiada, exhibe uno de los rasgos característicos del rock en su etapa fundacional, la resistencia. A través de ella, los roqueros pretenden tomar distancia de un estilo de vida propio de la sociedad occidental y capitalista, marcado por la primacía de la razón, la rutina, la ley y el consumismo. Desde su espacio, el rock se propone transgredir con dicha axiología y para ello, construye sus propios sentidos disidentes con los que difunde la “música joven”. En conclusión, nuestra hipótesis es que la elección de esta temática, y en particular el modo en se que se presenta lo emocional, pueden ser comprendidas como opciones estratégicas que pone en juego este agente social para erigirse como portavoz de sentidos que entran en tensión con los hegemónicos. La puesta en valor del componente afectivo-pasional dentro del tópico del viaje, contribuye a la construcción del enunciador (Costa y Mozejko, 2002) que se muestra como ideológicamente alternativo, al mismo tiempo que asume un posicionamiento específico dentro del campo de la música popular argentina.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Sentir, mover y hacer sonar: consideraciones sobre percepciones, pensamientos y acciones (#3400)
Rafael Sánchez Aguirre
1; Cecilia Musicco
2;
Diana Ordóñez Hincapié 31 - UBA-CIES-CONICET. 2 - UBA-CIES. 3 - UNSaM.
Abstract:
El estudio del movimiento y del sonido producido por personas que integran una sociedad puede ser un canal fértil para reconocer dimensiones afectivas que pesan en las interacciones sociales. En esta oportunidad presentamos un trabajo acerca de una metodología basada en ejercicios creativos para explorar el sentir de algunos habitantes de la ciudad de Buenos Aires. Dicha metodología está constituida por dos dispositivos, uno denominado entrevistas en movimiento, y el otro diálogos sonoros. En ambos casos aprovechamos la realización de ejercicios creativo-expresivos que nos permiten indagar, a través del movimiento corporal y la producción de sonidos, una región de experiencias ante-predicativas. Con el material generado y recurriendo a fuentes teóricas relativas a una sociología de los cuerpos/emociones, pretendemos problematizar la relación entre el mover, el hacer sonar y el pensar, destacando las interdependencias que existen entre las instancias del sentir, del reflexionar y del hacer. El trabajo se divide en tres secciones. Inicialmente, presentamos los dos dispositivos metodológicos y el marco dentro del cual han sido construidos –como parte de un trabajo investigativo grupal–. Seguidamente, sugerimos algunas reflexiones teóricas que han surgido a raíz de la aplicación de los dispositivos atrás mencionados. Finalmente, exponemos algunas opiniones de las personas que han participado como entrevistados o dialogantes, y cuyas perspectivas nos sirven como disparadores para plantear algunas inquietudes y dejar abierta la discusión sobre nuestra propuesta metodológica.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Tango que apasionas: sobre la apropiación de la dimensión afectiva del tango por parte de los milongueros. (#3873)
Maria De Los Angeles Montes 11 - IDH, Universidad Nacional de Córdoba-CONICET.
Abstract:
Pensar el lugar de las músicas populares en la construcción de identidades sociales abre al menos dos caminos de posible indagación. Uno, el modo como unas determinadas músicas construyen en su interior distintas representaciones de unos sujetos y grupos sociales, el modo como los narran y les ponen sonidos. Otro, la forma como unas determinadas músicas se traman en distintas narrativas identitarias, cómo son apropiadas esas músicas y se las usa para hablar de sí mismos. Esta ponencia pertenece a ese segundo grupo de trabajos. Forma parte de un estudio mayor sobre la recepción del tango en la ciudad de Córdoba (R. Argentina) desde una mirada socio discursiva, que pretende dar cuenta de los sentidos que los milongueros ponen en juago a la hora de apropiarse del tango. En instancias de investigación previas, fueron indagados a través de entrevistas semidirigidas un grupo de milongueros, y todos coincidieron en que lo que más apreciaban del tango era su capacidad de provocar en ellos determinadas emociones. Ahora bien, resulta pertinente preguntarse para qué usan ellos esas emociones que el tango les genera. Porque decir que ellos reconocieron en esa capacidad de movilización emocional una de las principales razones de su opción por el tango nos introduce directamente en la cuestión de la apropiación que ellos hacen de ese tango emocionalmente predicado. En el plano de la apropiación de las músicas populares los agentes sociales producen sentido a través de una serie de opciones, no necesariamente conscientes, entre posibles discursivos. Podrían optar por escuchar cuarteto cordobés pero eligen el tango. Y lo hacen, entre otras cosas, porque al hacerlo le dicen al mundo en qué lugar simbólico quieren ser reconocidos, a cuáles universos musicales (y sociales) quieren ser asociados y cuáles son los tipos de emociones que los definen. Las emociones, las pasiones en términos de Paolo Fabbri, son también objeto de axiologización, y con ellas sus portadores. Mostrarse “apasionado”, “divertido”, “enamorado”, “odioso” o “envidioso”, son formas bien diferentes de insertar el aspecto emocional en las propias narrativas identitarias. Por eso cabe entonces preguntarse: ¿Qué tipo de emociones genera el tango en los milongueros?, ¿cómo se relacionan esas emociones con sus prácticas de apropiación? Y, todavía más importante, ¿a qué reglas socialmente compartidas responden esas asociaciones de sentido y qué relación guardan con el lugar social que ocupan estos consumidores del tango? Esta comunicación ofrece una lectura en clave socio discursiva de la recepción del tango en Córdoba, atravesada por cuestiones de clase y de género, a través del análisis de la dimensión afectiva y del modo como ésta se inserta en las narrativas identitarias de los milongueros.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Festivales en la frontera del Paisaje Yaguarí. Obertura desde las sensibilidades sociales. (#4633)
Alejandro Marcelo Gau De Mello 1;
Carla Custodio Marcelino
21 - Cerp del Norte. 2 - UdelaR-CUR.
Abstract:
Es tradición en los pueblos del Arroyo Yaguarí[1] la realización de fiestas que congregan la atención y la presencia de habitantes locales y foráneos. Las mismas se realizan desde hace años, y se convierten en la atracción y motivo de encuentro por uno, dos, o tres días al año en cada una de ellas. Los pueblos que realizan las fiestas son Amarillo con su “A Campo Abierto”, Lapuente con “A Orillas del Yaguarí, Villa Indart y su “Fiesta de los Pañuelos”, Tres Vendas con su fiesta a “San Domingos”. Las fiestas son festivales de música, danza y costumbres populares y gauchescas. En ellos participan músicos, grupos de danzas, aparcerías, y público básicamente de los pueblos que conforman la cuenca, configurando elementos de un paisaje cultural. Dichos elementos culturales se expresan en prácticas que proponemos analizarlas desde la sociología de los cuerpos/emociones. Son las fiestas-festivales las prácticas sociales que visualizan los cuerpos y las emociones como lugares tanto del conflicto como del orden en la estructura social devenida en frontera rural y regional. El paisaje cultural del Yaguarí es estudiado como el lugar desde donde mirar la economía política de la moral, entendiéndola como “unos modos de sensibilidades, prácticas y representaciones que ponen en palabras la dominación” (Figari, y Scribano, 2009, p. 145). Las fiestas-festivales en la cuenca del Arroyo Yaguarí son ejemplos de expresiones fronterizas con una pauta a hipotetizar en la que los mismos se definen como ejemplos de fantasías sociales, que obturan el conflicto, invirtiendo y consagrando el lugar de lo particular como un universal (Scribano, 2008). La particularidad se instala en rasgos identitarios de una campaña que se despuebla, de las tradiciones, y de las prácticas sociales en el paisaje Yaguarí como universalizaciones del sentir popular de la región fronteriza. Manejamos los festivales como ejemplos de representaciones en tanto fantasías sociales construidas no necesariamente como resultado de la manipulación, sino como superficies de inscripción discursiva que se instalan respecto de lo que se entiende por costumbres y tradiciones de la cultura popular y rural atravesada por el portuñol. [1] El Yaguarí en un arroyo fronterizo que atraviesa de norte a sur los departamentos de Rivera y Tacuarembó, frontera uruguayo-brasileña. Conforma una subcuenca de la cuenca del Río Tacuarembó. Posee el Yaguarí una característica muy peculiar: es una de las regiones con poblamiento más antiguo y constante en lo que hoy es Uruguay. En la actualidad son más de 26 localidades entre pueblos y parajes los que conforman el paisaje demótico de la cuenca del Arroyo Yaguarí. Por más información ver Gau el at, 2012.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Investigación del proceso subjetivo de Curso de Biodanza en la Universidad (#5206)
Yamil Felipe Jasa Andrade 1;
Alana Braga Alencar
21 - UDELAR. 2 - Universidad Estadual do Ceará.
Abstract:
Pertinencia del tema Luego de vivir la experiencia de abordar el conocimiento personal y grupal desde cuerpo/emociones en tres cursos facilitados en la Universidad de la República – Uruguay, y un curso en la Universidad Estadual de Fortaleza – Brasil. Nuestra presentación se enfoca en compartir los efectos del curso “Introducción Biodanza; aportes teórico prácticos para el ejercicio profesional.” dictado en el año 2015, 2016 y 2017. Nos planteamos la investigación empírica del proceso de desenvolvimiento y transformación de los estudiantes. Este curso aborda la formación desde una visión integral, que visualiza al ser humano en su unidad cuerpo/emoción, que tiene el poder de percibir, impresionar y sentir, a el mismo y al otro, incidiendo en su la realidad y la del entorno. Creemos fundamental que la academia sea un espacio para “formar” desde y con el cuidado de lo que se hace piensa y siente. Esto es básico e imprescindible para formar profesionales éticos e inteligentes afectivamente, con capacidad real de afectar para contribuir a la totalidad de la humanidad. En este sentido, involucrar el cuerpo en toda su magnitud, es prioridad ineludible, ya que ante todo el ser humano es cuerpo. Breton, en “antropología de los sentidos”, afirma que el mundo es una emanación de un cuerpo que penetra, y que, para el hombre no hay alternativa que no va a experimentar, cambiar o ser atravesado y transformado permanentemente en la relación con el. El lugar primordial de esta experiencia concrta su presencia en el cuerpo. Es por medio de la sensación, de la percepción del movimiento que el hombre toma consciencia de si y de su mundo, y entonces desenvuelve su espíritu. . Propuesta metodológica y teórica El método escogido es el método cualitativo, visto que buscamos comprender procesos de matices complejos y singulares. Tomando el discurso subjetivo de los estudiantes durante el curso, nos planteamos hacer un análisis temática del mismo en base a de las fichas de clase y los trabajos grupales e individuales finales del curso. Elegimos tres categorías teóricas e prácticas que consideramos fundamentales en este trabajo para comprender los procesos de cambio de los estudiantes. Realizaremos la descripción del proceso vivido durante curso teniendo por base estos cuatro aspectos fundamentales: afectividad, cuerpo y vivencia. Además nos planteamos cual es el impacto política e ideológico del curso, en las prácticas de estar juntos. Consistencia lógica Siguiendo los materiales subjetivos construidos por los estudiantes, en base a sus “vivencias”. Consideramos que estos aspectos antes mencionados, reflejan las incidencias y repercusiones fundamentales del curso de Biodanza en los estudiantes y su proceso.
26. Sociología de los Cuerpos y las Emociones |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 07 |
Políticas del cuerpo en la teatralidad contemporánea colombiana (#5242)
Laura Jimena Silva Lurduy 11 - Universidad Santo Tomás.
Abstract:
Palabras clave: cuerpo, teatralidad, política, colombia. La presente ponencia surge de diversas reflexiones teóricas y prácticas entre un camino continuo desde la sociología y las artes escénicas. Es el resultado del trabajo de grado (de investigación) que se desarrolla en su fase final para optar el título de socióloga en la Universidad Santo Tomás, de Bogotá, Colombia. Cuyo objeto de estudio tiene relación con el trabajo de la teatralidad contemporánea en torno a la acción política de los cuerpos para los procesos de memoria en Colombia, sugiriendo aportes para la construcción de dramaturgias de paz y la reconciliación en el país. Los estudios del cuerpo como motivo de creación y acción artística, social y política generan un campo emergente para el análisis de distintos problemas contemporáneos que componen múltiples expresiones, manifestaciones e intervenciones; y hacen de ello una reflexión corporal teórico-práctica continua en la dimensión sociológica. El cuerpo entendido como el primer territorio que habita y es habitado, canal de las sensaciones, los pensamientos, los relatos, las construcciones y las deconstrucciones; el punto cero de la experiencia social, interdependiente de espacios y tiempos, en donde confluye con el arte, puede ser la obra; y el arte se fusiona con la vida. En la historia del arte, el cuerpo humano ha sido medio, instrumento y obra de diversos usos artísticos, para la manifestación y representación de dinámicas y múltiples realidades sociales y políticas. Particularmente, en el campo de las artes escénicas, los estudios del cuerpo han surgido con el fin de resignificar el papel de la corporalidad en la manera de concebir la acción artística. En Colombia, es a mediados del siglo pasado que grupos de teatro y colectivos artísticos, buscaron en su quehacer corporal la transformación de escenarios en conflicto los procesos de memoria en Colombia. En este sentido, la investigación tiene relación con el trabajo de –la teatralidad- desde una perspectivas contemporánea que acogen el cuerpo como obra y espacio de creación, relacionando con otras disciplinas artísticas que ven en el cuerpo la herramienta vital de creación. De la investigación práctica entre la tríada «arte, cuerpo, política» como posibilidad de estudio, han suscitado indagaciones sobre el papel del arte y particularmente del teatro en el contexto colombiano actual modificado y tranformado por procesos de violencia en el país. En este orden de ideas, el enfoque de la presente ponencia es comprender de manera exploratoria el lugar que ocupa el cuerpo en la teatralidad contemporánea colombiana como práctica próxima a los acontecimientos en conflicto, para hallar su conexión en torno a lo político, de tal manera que se exponen los acercamientos teóricos, metodológicos y reflexivos para dar a conocer el proceso llevado a cabo en los últimos tres años en el campo sociológico y reconocer la importancia sobre el lugar que ocupa el cuerpo en la teatralidad contemporánea colombiana, como práctica relevante para construir las narrativas en torno a lo político en el país y en nuestro contexto latinoamericano.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
A nova condição do rap no brasil: considerações sobre as trajetórias de criolo e emicida (#3010)
Daniela Vieira Dos Santos 11 - UNICAMP (Fapesp).
Abstract:
Neste trabalho apresento as considerações de uma pesquisa de pós-doutoramento ainda em curso que, através de um estudo sócio histórico sobre a trajetória e a produção musical dos rappers brasileiros Criolo e Emicida, visa compreender mudanças de relevo na cena do rap na cidade de São Paulo. O grande sucesso e diversidade de público que ambos tem alcançado – embora apresentem especificidades em suas trajetórias – permite reconhecer certa tendência de legitimação do gênero e, especialmente, uma audiência que perpassa diferentes classes sociais. Tal processo vincula-se, sobretudo, com o novo espaço social e também simbólico que o rap vem ocupando no país a partir de meados dos anos 2000, em que a relação com o mercado é notável. Não é novidade assistir atualmente no Brasil alguns rappers em canais mainstream de televisão. Contudo, além dessa mídia de massa, é curioso notar o quanto certos rappers passaram a ocupar espaços comumente frequentados por uma parcela da elite intelectual, tais como os espaços culturais do Serviço Social do Comércio (Sesc) e livrarias. Ademais, é possível dizer que o gênero, antes sinônimo de mau gosto e violência, além de um importante sinalizador de classe social, passa a ser ouvido e apreciado por uma parcela de jovens universitários de classe média. Mas essa nova audiência, me parece, está em muito associada com a inclusão nas universidades brasileiras, nos últimos 10 anos, dos filhos da classe trabalhadora.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
Georg Lukács e Pierre Bourdieu: dois modelos de sociologia da literatura (#3311)
Anouch Kurkdjian 11 - Departamento de Sociologia, Universidade de São Paulo.
Abstract:
As reflexões marxistas sobre a arte, embora não sejam completamente homogêneas, têm em comum o fato de adotarem um princípio básico na análise dos fenômenos artísticos: a implicação mútua entre arte e sociedade. Tais reflexões assentam-se na ideia de que investigar os vínculos entre as obras de arte e o mundo social não implica em uma redução da singularidade da experiência estética, como sustentam os partidários do esteticismo, que, por considerarem-na algo inefável e pessoal, julgam-na avessa à análise objetiva. Para o marxismo, ao contrário, a investigação dos liames entre arte e mundo social é, antes, condição para a compreensão das manifestações artísticas e para a ampliação da experiência estética. É nesse sentido que, ao recensearem as perspectivas que se debruçaram sobre as relações entre literatura e sociedade, Beatriz Sarlo e Carlos Altamirano denominam o pensamento estético de autores como Georg Lukács e Theodor Adorno de “estéticas sociológicas”. Tal abordagem se caracterizaria pela preocupação em analisar de maneira normativa as obras de arte, isto é, em discutir seu valor artístico, mas fazendo-o não com base em critérios abstratos, e sim a partir do significado social da própria obra. Nesse tipo de análise, portanto, “o juízo estético não pode prescindir de colocá-la [a obra] em relação com o mundo social e histórico, que proporciona a matriz das significações”. As duas dimensões, a social e a estética, são, assim, indissociáveis na teoria marxista, que se propõe a ir além de uma preocupação com o contexto social de produção e recepção das obras de arte e pergunta-se a respeito do significado social e histórico mais profundo das próprias obras. Para evidenciar as particularidades da interpretação marxista das formas artísticas, minha apresentação irá se centrar na investigação da forma romance levada a cabo por Georg Lukács em seus escritos da década de 30, principalmente no livro O romance histórico e nos textos “Balzac e o realismo francês” e “Narrar ou descrever”. Com o intuito de avaliar os possíveis limites e ganhos heurístico da trama teórica de Lukács para a sociologia da arte contemporânea, pretendo contrastar suas reflexões com a sociologia da literatura de Pierre Bourdieu, elaborada principalmente no livro As regras da arte.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
La Mémoire du Bagne guyanais : l’image littéraire de la terre de la grande punition chez Gaston Leroux et Albert Londres (#3546)
Saldanha Ana 11 - Instituto Politécnico de Macau (IPM).
Abstract:
Les images littéraires servent depuis des siècles à la (re)création et à la consolidation d’un imaginaire social. Or, en France et dans ses colonies, l’image littéraire du bagne a accompagné l’imaginaire collectif « si l’on prend en compte tant les bagnes portuaires que les bagnes coloniaux et […] les bagnes militaires » (Pierre, 2010). Deux images ont alors coexisté : d’un côté, l’univers pénitentiaire réservé aux criminels, de l’autre la terre de la punition inhumaine. L’une a été transmise par l’Etat qui a créé le bagne colonial, l’autre par les journalistes, écrivains, gardes, bagnards qui ont visité ou vécu dans ces prisons. L’histoire du bagne français - héritier des prisons-galères – commença au XVIIIè siècle en métropole. Ce n’est cependant que quatre ans après l’abolition de l’esclavage (1848), en 1852, que la loi de la transportation permit à la Guyane (premier territoire choisi pour l’implantation du projet) de se doter d’une main-d’œuvre gratuite qui remplacera la main-d’œuvre esclave. Publiée en 1854[1], la loi allait alors permettre à la France de condamner au bagne les opposants politiques et les criminels les plus divers à l’égard de la loi ainsi que de coloniser et favoriser le développement de ses colonies. Cependant, les conditions de vie précaires et inhumaines ainsi que l’exploitation à laquelle les bagnards étaient obligés de se soumettre ont dès lors été condamnées par diverses personnalités et par quelques uns de ceux qui y ont vécus. Tous ont ainsi contribué, soit à la déconstruction de l’image du bagne comme un espace mérité par tous ceux qui ne respectaient pas le droit français, soit à la construction d’un imaginaire qui « renvoie à une relation récurrente entre le bagne et l’enfer » (Pierre, 2010) lequel de plus oublie l’humanité des condamnés. L’image de l’enfer commença ainsi à s’imposer grâce surtout à des articles journalistiques, des romans et des souvenirs de bagnards et de gardes. Dans cet article nous prétendons ainsi étudier les images qui nous renvoient à l’enfer du bagne à travers trois œuvres : L’Homme qui s’évada et Au bagne, de Albert Londres (1884-1932), et Chéri-Bibi, de Gaston Leroux (1868-1927). Les deux premières œuvres sont le fruit de la visite du journaliste au bagne guyanais tandis que la troisième est un roman-feuilleton dont les personnages sont fictifs. Dans les trois œuvres, la réalité inhumaine du bagne contredit l’imaginaire diffusé par l’Etat d’un espace pénitentiaire où les condamnés méritaient de vivre. Nous allons ainsi étudier les images et représentations symboliques récurrentes qui nous renvoient à la terre de la punition et au rétablissement de l’humanité du bagnard dans les trois œuvres citées pour, finalement, comprendre l’importance de ces images et de ces représentations dans la consolidation d’une Mémoire dont l’un des symboles est la statue à Saint-Laurent (Guyane Française) d’un bagnard assis en mettant sa tête entre ses mains. [1] La colonisation pénitentiaire termina en 1946. Cependant ce n’est qu’en 1953 que les derniers relégués rentrèrent en France.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
Revolução na América do Sul – Uma leitura a partir d'Os que ficam (#3584)
Lima De Oliveira Monique 11 - Unicamp.
Abstract:
Os que ficam é um metateatro, uma peça-ensaio da Companhia do Latão (São Paulo, 2015) e é também uma homenagem ao dramaturgo brasileiro Augusto Boal, expoente do Teatro de Arena e criador do Teatro do Oprimido. Narrada por meio de suas cartas do exílio, Os que ficam é composta por peças dos anos de 1960/70, sobretudo Revolução na América do Sul, o fio condutor da trama de Boal para o Teatro de Arena, 1960. Os que ficam evidencia os desafios de um grupo de teatro que ensaia a Revolução na América do Sul, com Boal no exílio. Revolução é a peça mais nítida no interior de Os que ficam. Nela, o operário José da Silva (um homem livre) enfrenta a fome e o desemprego em meio às questões políticas da sua época. As cartas de Boal recriam aquela atmosfera. Os que ficam (o grupo) ficam com cenas inconclusas, crises, prisão, desrepressão, TV, desbunde e outras melancolias. As cartas vão e vêm, mostrando do lado de lá, o exílio tonteante. O tempo de Os que ficam é o início da década de 1970. No Brasil, o contexto do “milagre econômico” e da intensificação das repressões pela ditadura empresarial-militar. Em cena, neste estudo, interessa pensar as relações entre texto e contexto, a exemplo de Antonio Candido, para buscar em Revolução na América do Sul e em Os que ficam interpretações e projetos de Brasil. Como afirma Iná Camargo Costa, “meu assunto é o Brasil, com particular interesse em teatro”. Este estudo é uma tentativa de realizar uma análise sociológica do teatro em dois tempos e sobre duas peças por meio de suas literaturas dramáticas, que enlaçam tempos tão distintos e distantes, talvez ao mesmo tempo, próximos e semelhantes. Este estudo específico sobre um ramo da sociologia da cultura/da arte/do teatro no Brasil leva a considerar o próprio campo como possibilidade de método, uma vez que se considera teatro e sociedade como elementos constituintes: se Revolução na América do Sul abarca aspectos interpretativos e talvez vislumbre projetos para o país nos idos de 1960/70, Os que ficam, em 2015, presencia tempos de políticas neoliberais, hoje já muito reformuladas. Este estudo, em processo, tem por referencial os escritos de Augusto Boal e de Sérgio de Carvalho, tendo como alvo, o exemplo de mirada de Iná Camargo Costa sobre o teatro na luta de classes.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
Descolonização dos currículos e história oficial: algumas implicações na cidade de São Leopoldo/RS. (#3803)
Maira Damasceno 11 - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS.
Abstract:
A partir do Plano Municipal de Educação da cidade de São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, aprovado pela Lei Municipal Nº 8.291, de 24 de junho de 2015, com vigência até o ano de 2024, o presente trabalho têm por objetivo analisar algumas implicações entre a História Oficial adotada pelo município e o que estabelece o próprio Plano Municipal de Educação quanto ao respeito à diversidade e incentivo à participação de diferentes grupos étnicos na elaboração de práticas pedagógicas. Acredita-se fundamental para uma verdadeira educação inclusiva e intercultural que a revisão da História Oficial Municipal seja realizada para que contemple diversas contribuições e referências além das já desgastadas menções eurocêntricas, verdadeiras ações afirmativas branqueadoras ligadas aos germânicos que na cidade chegaram cerca de 40 anos após as primeiras populações portuguesas, açorianas e africanas e mais de seis mil anos após a ocupação indígena na nascente do Rio dos Sinos (Município de Caará). Segundo o censo de 2010, São Leopoldo é o 10º município com maior população ameríndia urbana do Estado, além de possuir 14,01% de habitantes autodeclarados pretos e pardos. Sabendo da histórica invisibilidade que foi imposta a esses grupos e das dificuldades identitárias acarretadas devido a isso, acredita-se que a tendência é o aumento da população ameríndia e afrodescendente nos próximos sensos. Devido a todos esses fatores é urgente que o município diversifique seu discurso histórico oficial para que assim consiga com integralidade cumprir o que está estipulado em seu Plano de Educação em relação ao reconhecimento das diversas contribuições étnicas presentes no município.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 5. Discusiones conceptuales en sociología del arte y de la cultura. |
Wednesday 06/12 | 08:00 - 10:00 | Fac. Psicología | 11 |
A Esfige: cenários de escritura e cenários de autor em Clarice Lispector (#4110)
Pinheiro Fernando 11 - USP.
Abstract:
O trabalho procura investigar um aparente paradoxo na obra de Clarice Lispector (1920-1977): autora entronizada no cânone da grande literatura brasileira, graças a seus textos complexos e intimistas, a resvalar no hermetismo, ela é hoje fenômeno de popularidade na internet (a mais citada na rede entre os autores brasileiros). Esse descompasso remete, no plano biográfico, a episódios que convergem para a formação de um pacto de leitura que supera a relação erudita entre escritor e seu público, mediado pela alta literatura, levando Clarice a ocupar um novo lugar, condizente com a figura do "escritor total". A argumentação vai valer-se do estudo de dois desses episódios: suas participações num congresso de literatura na Universidade do Texas (1963), em que discorre sobre a literatura de vanguarda no Brasil, e no congresso de bruxaria de Bogotá (1975), em que é lido seu conto "O ovo e a galinha". Evitando separar as esferas da vida social e da vida literária, o trabalho pretende compreender certos movimentos em princípio extra-literários da escritora Clarice Lispector em seus efeitos literários, na construção da modalidade do(s) pacto(s) de leitura estabelecido com seus leitores, em que está implicada a construção de imagens de escritor com feições bastante idiossincráticas ao longo de sua atividade literária, permitindo-lhe mover-se com igual desenvoltura no domínio da linguagem literária desfamiliarizante (para usar o critério do formalismo russo) e do uso cotidiano da linguagem, que, à diferença do primeiro, é transitivo e espontâneo. No primeiro caso, a Clarice romancista e contista, pelas características de sua linguagem altamente elaborada, remete a um leitor implícito capaz de seguir as instruções do texto, e que partilha assim dos valores literários do escritor (e da crítica) e adere, no limite, à imagem idealizada do escritor como produtor do que escapa ao tempo e à história – o gênio, o demiurgo, a Esfinge são algumas entre as tantas valências dessa figura. De outro lado, os escritos não literários de Clarice e suas manifestações públicas contribuem para a desconstrução dessa mesma figura; e, no entanto, a lógica desse contraste é parte do enigma social a ser trabalhado. Como apoio heurístico, recorro à observação de Goffman sobre o perigo de separar o interior e o exterior das palavras ao tratar de literatura, que se traduz na descontinuidade entre o universo de significação do discurso e a mecânica de sua produção,implicando a superação da redução da literatura à representação (da natureza, da historia, do mundo etc), articulando-a aos modos de representar ou – o que é mais relevante no caso de Clarice – à recusa mesmo da representação. Mobilizo também a diferença estabelecida por Gisele Sapiro entre “estratégias de escritura” e “estratégias de autor”, que recobrem o interior e o exterior das palavras na que formulação de Goffman. O primeiro termo remete à visada intencionalista do gesto de escrever, ao trabalho com a linguagem e os objetivos mais ou menos conscientes que ele antecipa; o segundo visa a acumulação de capital simbólico para aceder à consagração.
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Estrategias del pensamiento crítico en el Caribe: rutas poscoloniales en el arte cubano contemporáneo. (#4499)
Yissel Arce Padrón 11 - UNIVERSIDAD AUTÓNOMA METROPOLITANA-XOCHIMILCO.
Abstract:
La pertinencia de hacer confluir los relatos visuales que emergen en el campo artístico cubano y algunas perspectivas de lo que se ha pensado como crítica poscolonial resulta siempre una operación conceptual que necesita ser producida desde la singularidad de las propuestas que comprometemos en nuestros análisis, pero también desde la voluntad política de pensar y/o producir narrativas irreverentes -o a contrapelo- de los locus de autoridad que las cobijan, ya sea la academia, el Estado, y los muchos otros constructos que organizan la relación saber/poder. Precisamente, una de las preguntas fundamentales de la crítica poscolonial radica en cómo la experiencia colonial constituye nuestro presente, tanto para el colonizado como para el colonizador. Esa interrogante conlleva una premisa que interpela a los estudios del giro decolonial en América Latina: la Modernidad no puede ser pensada por fuera de la colonialidad. En ese sentido, cuando hablamos de estudios poscoloniales y pensamiento crítico en el Caribe, el acento no está puesto en el tránsito hacia un nuevo período histórico –quiero decir, en un pasado que ha sido superado-, sino en el despliegue, en las mutaciones y en la permanencia de las herramientas de la violencia colonial en la contemporaneidad. Trabajar esa inflexión, de modo particular en cada uno de nuestros contextos investigativos y visibilizar esas conexiones, permite interrumpir y complejizar el campo de relaciones de poder desde el cual emergen las prácticas visuales, así como activar un proceso de construcción social del sentido mucho más desestabilizador. Desde esas rutas teóricas queremos explorar entonces en esta ponencia cómo la conjunción entre raza y nación, ha marcado las topografías discursivas de los relatos modernos que estructuran la trayectoria histórica de la isla de Cuba. Desde las primeras voluntades por imaginar la nación, la variable de la raza ha emergido como contrapunto o como vórtice desestabilizador de una construcción de nación que privilegiaba el origen blanco e hispano de lo cubano. Con demasiada frecuencia, y a lo largo de diferentes períodos históricos, la ansiedad por desdibujar –al tiempo que producir con gestos normativos- el peso cultural y la presencia de la población negra en Cuba, ha devenido en una práctica política que margina y estigmatiza. Por tanto, aquí indagaremos en los modos en que algunos exponentes del campo artístico cubano han venido desarrollando una poética que resignifica las narrativas oficiales de la nación sobre el problema racial.
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Tensões entre arte e cultura na nova geração da arte contemporânea brasileira: os sentidos da experiência urbana de Renata Lucas, Bruno Faria e Coletivo Baillistas (#4873)
Izabella Medeiros 11 - Universidade Federal de Pernambuco.
Abstract:
Este trabalho é fruto de minha pesquisa de doutorado, na qual realizo investigação sobre os sentidos da experiência urbana nas poéticas de Renata Lucas, Bruno Faria e Coletivo Baillistas. Meu objetivo é entender como essas práticas rompem com sentidos estabelecidos sobre os usos do espaço e da cidade por meio de rupturas com os valores tradicionais do campo da arte, o que produz tensões e fissuras nas regras de uso e funcionamento da cidade e evidenciam disputas e conflitos. A partir dos anos 1990, a vivência cotidiana no contexto de grandes cidades tornou-se elemento constitutivo da linguagem das práticas artísticas elaboradas. Quando o acesso às produções artísticas deixou de ficar restrito aos espaços especializados, como museus e galerias, o principal objetivo dos artistas era ocupar e explorar espaços que não estivessem separados da vida comum dos sujeitos a fim de tornar o trabalho de arte um fazer que participa mais diretamente do exercício da existência humana. Isso fez do espaço público, do espaço da rua, o local onde parte das manifestações artísticas passaram a ocorrer. Essas produções passaram a ser denominadas facilmente de arte urbana, que, por sua vez, era entendida, em síntese, como o tipo de trabalho artístico que acontecia, se realizava, no espaço da cidade. Em seguida, houve cada vez mais uma complexificação do que era “essa” arte praticada no espaço público da cidade. De duas décadas para cá, as grandes cidades passaram por um intenso processo de transformação – tanto em sua base econômica, organização espacial e estrutura social – devido a movimentos de dispersão e integração global alimentados não apenas pela globalização econômica, mas, também, pela globalização cultural. Esse contexto produziu uma acelerada reestruturação urbana das cidades, que trouxe, como principal consequência, o aprofundamento das desigualdades sociais já existentes e, como reação, o debate sobre a cidade como uma questão urgente. Os movimentos occupy são um exemplo de como essa questão ganhou relevância atualmente. Mais do que como um suporte, os trabalhos de arte passaram a lidar com a cidade como elemento estruturante do próprio exercício de ruptura: a cidade não seria apenas o lugar onde isso se materializaria, mas parte de seu programa de ruptura. Recorri, então, à noção de pensamento de fronteira desenvolvida por Bhabha para entender como a arte contemporânea apresenta um esforço político em seu programa de fazer artístico que produz o deslocamento dos lugares comuns de representação do mundo como estrutura paradigmática. A fronteira funciona como importante conceito para um tempo e espaço que precisam ser pensados dentro do trânsito enquanto categoria política possível. Herdeira do legado duchampiano, parece-me que se lançar como projeto de fronteira é o desafio permanente ao qual a arte contemporânea se projeta.
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Sociología del arte en postdictadura. Notas sobre la apertura de la “representación” en el teatro argentino (#5670)
Nicholas Rauschenberg 11 - UBA.
Abstract:
Es sabido que el arte del siglo XX buscó de muchas maneras eliminar la función mimética de las obras de arte. Tanto la fotografía como el cine resignificaron de modo asombroso el lugar de la pintura y del teatro como artes que narran o representan “la realidad”. En lugar de esa veracidad, tanto la pintura como el teatro se nutrieron de procedimientos y lenguajes muchas veces despojados de “lo representacional” como eje de interlocución y pasó a predominar mucho más el contexto de surgimiento de las obras y cómo la realidad social misma resignificaba el horizonte de aplicación de las obras. Buscaremos en la presente ponencia hacer una breve genealogía del teatro argentino teniendo en cuenta las técnicas de actuación y repertorio representado en el contexto de la postdictadura. Si en los años de terrorismo de Estado en Argentina el teatro estaba dominado por un realismo de protesta que absorbía inclusive tendencias de vanguardia, proponemos pensar la producción teatral a partir de 1985 como un verdadero proceso de liberación de la función mimética en favor de una amplio despliegue de técnicas y nuevos contextos de disputas metodológicas tanto de puestas en escena como de técnicas de actuación. ¿Cómo se transformaron la necesidad y los límites de la representación en dicho contexto de producción teatral?
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Ser tatuador, ser artista: artificación del tatuaje en São Paulo, Brasil (#5727)
Beatriz Patriota 11 - UFSCar.
Abstract:
Esa investigación parte del tema de la legitimación artística del tatuaje, con el fin de responder: cuales son las estratégias y los discursos accionados por los tatuadores en el proceso de artificación del tatuaje? A partir de la discusión teórica sobre modificaciones corporales que trabaja diferentes aspectos de la artificación de la practica, de entrevistas y del trabajo de campo con tatuadores, en São Paulo, que se incluyen en un discurso que busca el reconocimiento del tatuaje como una obra de arte, es posible cuestionar cuales son las relaciones de poder y las negociaciones envolvidas en ese proceso. De esa forma, objetivo entender como son accionados por los tatuadores las estrategias y los discursos en el proceso de artificación del tatuaje. Además, objetivo comprender las negociaciones en la busca por reconocimiento artístico y entender el contexto de enunciación de los tatuadores considerados artistas y posicionarlos. Si, anteriormente, el tatuaje era marginalizado y estigmatizado, las estratégias y los discursos actuales de los tatuadores apontam para la inserción del tatuaje en medios artísticos, junto con sua popularización, profesionalización y medicalización. La artificación del tatuaje es asociada a la reivindicación de practicantes y tatuadores y al aprimoramento de técnicas y tecnologias. Así, tatuadores demandam las posiciones de artistas y profesionales. Desnaturalizando la relación entre tatuaje y arte, esta en discusión cuales son los discursos acionados en la producción de lo que los tatuadores llaman de arte. Interesa comprender las relaciones de poder entre los sujetos en ese proceso.
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Aproximación genealógica a la pintura de castas. (#6240)
Jorge Alberto Guerra Gutiérrez 11 - Universidad de las Artes, Universidad Nacional Autónoma de México.
Abstract:
Los objetivos de la presente investigación son: definir la categoría dispositivo de estratificación y ofrecer un primer esbozo de su aplicación en algunos casos representativos de la pintura de castas del siglo XVIII novohispano. De manera muy general la estratificación puede definirse como: “[…] las desigualdades estructurales que existen entre diferentes grupos de individuos.” (Giddens, 1982: 317). No obstante debemos advertir la amplitud y complejidad de este fenómeno, inabarcable para un abordaje como el que aquí se ofrece. De manera que nos limitamos a indagar en torno al papel que juegan las imágenes en dicho proceso, específicamente en el caso de la pintura de castas en el siglo XVIII novohispano. Para ello partimos de algunas consideraciones generales en torno a la genealogía de Michel Foucault, específicamente de sus contribuciones al problema de la estratificación y de sus planteamientos en torno a los usos moralizantes de la imagen. El dispositivo, objeto de investigación de la genealogía, describe una serie de relaciones entre elementos heterogéneos, en este caso discursos visuales, leyes, instituciones, medidas administrativas, etc. Su objetivo es establecer la naturaleza de los nexos entre esta diversidad de relaciones. (Castro, 2011: 114). De manera que un dispositivo visual de estructuración se refiere a la operatividad de los componentes visuales en el fenómeno social aquí descrito. Es pues que la pregunta es por la operatividad de la pintura de castas como técnica de estratificación. Cabe advertir que nuestro objetivo no se limita a presentar esta pintura de género desde una perspectiva peculiar. Pensamos que una investigación como la presente puede decirnos “algo” sobre el ser del momento actual. Es pues que, si bien la sociedad de castas llegó a su fin con el advenimiento de la Nueva España, cabe preguntarnos por el papel de la imagen en los procesos de estratificación de otras épocas. Para abordar la pregunta por el papel de la pintura de castas en el proceso de estratificación novohispano del siglo dieciocho partimos de la categoría dispositivo de estratificación. Proponemos que existen géneros de producción visual que se relacionan, de manera directa, con los procesos de estratificación y que dichos procesos pueden ser descritos desde la perspectiva de la categoría dispositivo visual de estratificación. Lo cual supone ofrecer una descripción de la operatividad o funcionamiento de dicho dispositivo. Nuestra propuesta de análisis considera que algunas imágenes contienen sistemas de clasificación, con una operatividad que, si bien es discriminatoria, resulta necesaria para el desarrollo de la vida social. Palabras clave: estratificación, dispositivo, dispositivo visual de estratificación, casta y pintura de castas.
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ARTE URBANA: EXPRESSÃO DE PRÁXIS SOCIAL? (#6330)
Fávaro Carolina 11 - Unespar - Campos Apucarana.
Abstract:
O presente artigo foi desenvolvido como trabalho de conclusão do curso latu sensu em Serviço Social e Intervenção Profissional, da UNESPAR - Universidade Estadual do Paraná – Campus Apucarana. O trabalho tem por objetivo entender a Arte Urbana enquanto práxis social a partir do trabalho. Para tal foi desenvolvido uma pesquisa bibliográfica, que buscou responder à problemática “A Arte Urbana pode ser entendida como possibilidade de práxis social na sociedade capitalista?”. Em resposta a tal questionamento, a produção buscou mostrar qual a definição de trabalho, a categoria práxis, sua relação com a arte, assim como a representatividade para o desenvolvimento do ser social e do gênero humano. Também abordou a história da arte tradicional e sua relação com a construção e reconstrução de práxis, citando exemplos importantes de criações e obras, e para finalização estudou-se a Arte Urbana, sua conceituação e os espaços de reconhecimento. Foi possível perceber com o desenvolvimento do trabalho que a Arte Urbana eleva o gênero humano atingindo a forma mais elevada da práxis social, onde o homem atua sobre si mesmo, se expressando e rompendo com o tradicionalismo da sociedade, sendo considerada historicamente como um importante espaço de manifestação das classes populares.
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CONCEPÇÃO DE ÉTICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DO OLHAR DOS ACADÊMICOS DO CAMPUS MINISTRO REIS VELLOSO (#7503)
Renata Santos Dias 1; Carlos Eduardo de Padua Ribeiro
1; Francisco Wirlan Viana do Nascimento
1; Maria Sueli Lopes da Silva
1;
Marisa dos Santos Ferreira
11 - Universidade Federal do Piauí.
Abstract:
A ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos, sendo estudada e comentada por diversos filósofos entre eles estão Platão Aristóteles e Sócrates, fundamentadores do agir ético. Assunto de grande importância na sociedade e muito debatido sobre o que é ser ético diante da sociedade? Filósofos do século XX e XXI, respondem de maneiras bastante diferentes a essas e outras perguntas, não só pela época, mas por diversificação das culturas, o que é ético em uma determinada sociedade pode não ser ético para outra, tendo em vista a mudança desse pensar ou o que realmente cada indivíduo sabe sobre essa concepção do agir eticamente na sociedade e destacar principalmente a importância da ética no campo profissional de atuação do curso de Engenharia de Pesca e demais cursos disponibilizados pela Universidade Federal do Piauí/UFPI, a turma da disciplina de Elementos de Deontologia, desenvolveu uma pesquisa dentro do Campus Ministro Reis Veloso - UFPI, com alunos de diferentes cursos e em períodos intercalados, o objetivo era analisar o que cada aluno voluntario entedia sobre ética em si e seu agir ético quando já for formado na sua área de atuação, para análise foi desenvolvido um questionário de cinco perguntas em sala de aula para quer fosse explorado o nível de conhecimento ético de cada voluntario, sendo rápidas e esclarecedoras, a turma foi dividida em dupla ou em trio e orientada a iniciar a analise, feita no horário da disciplina com duração de uma hora, no dia 25 de Novembro de 2016, foram entrevistados cinco voluntários, após a entrevista houve a tabulação dos dados para desenvolvimento do artigo cientifico, as conclusões foram que os voluntários já tinha visto falar de ética em algum momento da vida, a maioria definiu quer ser ético era seguir as regras impostas pela sociedade em que vivem, sendo que muitas das regras as vezes não estão dentro do agir ético mas por conta das regras no âmbito do trabalho é preciso submetesse a tal, ficou claro também que os alunos voluntários não estavam tão orientados por disciplinas que abordassem ética, principalmente os alunos iniciados nos primeiros períodos dos cursos entrevistados, portanto levando a crer quer a ética precisa ser abordada de forma mais intensiva dentro de cada curso para quer os futuros profissionais saiam da universidade mais qualificados e integres a conviver no mercado de trabalho.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 11 |
CULTURA & ARTE PARA INCLUSÃO SOCIAL NA AMAZÔNIA (#7597)
Rodrigues Chaves Maria do Perpétuo Socorro 1; Alves de Carvalho Nerine Lúcia
11 - Universidade Federal do Amazonas.
Abstract:
Este trabalho relata o estudo Sustentabilidade das Práticas de Economia da Cultura dos Moradores do Puraquequara, em Manaus, Amazonas - Brasil, sobre o agravamento de desafios e impasses que prevalecem na segunda década do século XXI avançando com a emergência de novos conflitos e problemáticas moldados pelas inferências do movimento da economia globalizada. O estudo está vinculado ao Observatório de Economia Criativa do Estado do Amazonas – OBEC-AM, centro de pesquisa que fornece subsídios para o Ministério da Cultura do Brasil para a formulação de politicas de cultura e atua num sistema colaborativo com vários segmentos da área acadêmica na troca e geração de conhecimento. Os procedimentos metodológicos usam dados de natureza quantitativa e qualitativo (predominância), processadas à luz do Método de Análise de Conteúdo composto por um conjunto de técnicas de coleta de informações. A abordagem analítica centraliza-se nos elementos culturais, associados à dinâmica socioambiental, as demandas e papel no desenvolvimento local e busca fornecer bases para segmentos, acadêmicos e sociais, envolvidos. Parte-se do pressuposto de que a contemporaneidade apresenta uma sociedade cujos valores são permeados por profundas transformações socioculturais geradas pelos impactos do modo de produção de bens e consumo vigentes. A relação dos homens entre si combina: avanço científico e tecnológico e exclusão social nos diferentes quadrantes do planeta cujas consequências tornam-se mais nefastas nos países e regiões empobrecidas que abrigam 75% da população mundial. Parte significativa deste contingente (sobre)vivem em situação de risco e vulnerabilidade social e ambiental, pela condição de exclusão ao acesso a bens e serviços sociais. Em contraposição ao expansionismo do capital diversas formas de resistência demarcam presença no plano societal sob o signo de dois grandes temas: a cultura e a arte que deu origem a uma nova vertente, a Economia Criativa (EC), expressão da cultura de um povo em atividades resultantes do exercício da criatividade que envolve a criação, produção de bens, distribuição de produtos e serviços a partir do conhecimento e capital intelectual como recursos produtivos. A EC configura-se como tendência que emergiu no século XX, com forte expressão no XXI, tornando imperativo a edição de politicas públicas de desenvolvimento que revitalizem e fomentem novas práticas de combate à exclusão social criando oportunidades para que comunidades locais usem sua cultura e saberes tradicionais para potencializar ações de cidadania.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 11 |
POR QUE UMA MÚSICA É BOA? POR QUE É RUIM? Compilação e sistematização de algumas respostas possíveis. (#7745)
Lucas Cid Gigante Lucas 1; Ylzes de Andrade Teixeira Ylses
1; Edmar Soraggi de Amorim Filho Edmar
1; Venício Raimundo Custódio Júnior Venício
1; Junior Roberto Faria Trevisan Junior
11 - UNIFAL.
Abstract:
Por que uma música é boa? Por que é ruim? Tais perguntas são difíceis de serem abordadas e dividem áreas com pouca comunicação, como a sociologia da música, a psicologia da música e estética musical, possuindo a difícil tarefa de desvendar as origens e orientações do poderio da música em evocar reações em seus ouvintes. As respostas teóricas são complexas e variadas, porém, a despeito de suas rupturas internas, podem ser articuladas entre si e gerar interessantes debates. A comunicação apresenta um projeto de iniciação científica em curso, que segue o objetivo geral de levantamento, classificação e análise da bibliografia, a partir da pergunta provocativa inicial, delimitando as diferenças de abordagens da sociologia, psicologia e estética musicais, a partir do trato com algumas de suas explicações suficientemente boas. Algumas hipóteses iniciais para o trabalho de pesquisa bibliográfica têm de ser adiantadas. Partindo do estetismo musical, opera-se uma convergência em torno de uma resposta muito recorrente: música boa é aquela que alternaria tensão e resolução, ora satisfazendo ora adiando as expectativas do ouvinte. Como tal, deveria operar certo equilíbrio entre satisfação e frustração de expectativas. A música ruim seria excessivamente previsível ou muito cambiante em termos de apresentar e de se desenvolver tematicamente. A psicologia da música possui uma primazia do paradigma cognitivo, sendo consideravelmente influenciada pela Gestalt, aplicando os princípios da similaridade e da boa continuidade como expectativas cognitivas do ouvinte que, mesmo desconhecendo teoria musical, operaria a apreciação de tais padrões, antecipando possíveis soluções para os problemas musicais apresentados. A música boa seria aquela que opera de forma suficientemente previsível os padrões, sem ser muito previsível, o que a tornaria monótona. Por sua vez, a sociologia da música, ao deixar para segundo plano esta discussão da linguagem musical e dos princípios cognitivos, aponta para o ouvinte e para sua experiência musical como preponderantes. A experiência que o ouvinte tem como a música e os sentidos que emprega a esta, se relacionam com sua história e com as configurações sociais que formataram seus hábitos musicais. Sendo assim, as respostas à qualidade da música seriam oriundas deste mundo em que transitam indivíduos e grupos sociais, construindo os usos e as significações da música. Neste sentido, uma música poderia ser boa mesmo que não atendesse aos requisitos do estetismo musical nem, tampouco, aos padrões cognitivos estudados pela psicologia da música.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 11 |
LA CONSTRUCCIÓN DE SUJETOS POLÍTICOS: ESPACIOS ALTERNATIVOS DE SOCIALIZACIÓN POLÍTICA A TRAVÈS DE LA MÙSICA, JÒVENES, MEMORIA Y PUNK. (#7771)
Sergio Andrès Sabogal Oviedo 11 - Universidad Santo Tomás.
Abstract:
Esta investigación analiza la función que históricamente ha desempeñado la música - para este caso el punk- desde su sonido y narrativas, como forma de interpelar a los sujetos que la producen y escuchan respecto a su posicionamiento frente al otro; cómo configura nuevas formas de pensar y cuestionar la realidad, y las nociones acerca de lo político. Asimismo se plantea como éste, se ha establecido como un medio de transmisión cultural, político y económico de un contexto determinado. De igual forma se presenta la relación que tiene con el escenario político, donde a partir de la música, y en particular el punk, se pueden establecer alternativas de participación, acción y socialización de la política y lo político. Metodológicamente el estudio es soportado a través del paradigma histórico hermenéutico y desde un enfoque exploratorio-descriptivo, en el que se realiza una revisión crítica de los contenidos narrativos y discursos planteados en el punk; analizando las características sociales tanto del contexto en donde surge determinada canción como los autores y los sujetos a quienes iba destinado el mensaje, especialmente en la escena colombiana. Finalmente se develan las formas en que los jóvenes históricamente han utilizado el arte y la música como instrumento y canal para entender el panorama político y sociocultural de una realidad especifica; y un camino de protesta y rechazo respecto a las instituciones y estructuras que rigen la sociedad convencional.
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EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO HUMANA: A arte popular como possibilidade metodológica de educação popular (#7827)
TAINAN CRISTINA DE ARAUJO BOGO 11 - UFVJM.
Abstract:
Muitos são os debates acerca do que é Educação e como a mesma deve ser reproduzida; se poderia ser considerada trabalho ou não, e até mesmo se este trabalho seria produtivo ou improdutivo, porém, para entender no que a Educação se fundamenta, o fazer pedagógico e as suas diversas dimensões é importante compreender que ela vai muito além da reprodução de linguagens e códigos historicamente determinados. A passagem de conhecimento entre a humanidade, a partilha de informações, os diversos relatos da historicidade humana implicaram nas diversas formas de apreensão do homem para concretizar sua humanidade, para construir e contestar as sociedades, para dominar outros homens, para fundar a escola e outras formas educacionais, e também para a apreensão de criação de expressões culturais e artísticas. Este artigo propõe iniciar um debate acerca da categoria Educação, para além do entendimento formal que a confunde apenas com o espaço Escola, entendendo-a como uma expressão da categoria Trabalho, relacionando a mesma com a formação humana e as diversas possibilidades de educação que propiciem a transformação social. Dentre algumas vias alternativas educacionais concentramos esta pesquisa em apenas uma, a Educação Popular. Resgatamos o surgimento, seus idealizadores, fundamentos, as primeiras experiências, porque a mesma se difere da chamada “Educação Bancária” implantada nos espaços escolares, e porque esta se denomina de Popular. Apresentamos também as primeiras experiências que utilizaram a Arte como instrumento de Educação Popular, como e onde surgiram, sua metodologia, a população alcançada, os objetivos e resultados, além das dificuldades enfrentadas pelos diversos movimentos sociais. Por fim, procuramos demonstrar como a Educação e o fazer pedagógico vão além das paredes da sala de aula, tomando a Educação popular como uma via alternativa de aprendizagem e de crítica da sociedade capitalista, relacionando a mesma diretamente com a Arte Popular; trazendo elementos históricos de experiências realizadas no território brasileiro, contribuindo no processo de aprendizagem coletivo. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, tendo como referencia autores como Freire (1985), Saviani (2005) e Paiva (2003). Os resultados apontam que a Educação se mostra como uma importante ferramenta para a contestação da ordem social vigente, como ferramenta de emancipação e agrupamento social. Concluímos também que a arte usada como ferramenta de Educação Popular também se mostra protagonista neste processo, pois, desde o seu nascimento busca romper as fronteiras da ignorância, que divide a sociedade em classes e faz aqueles que estão atrás das coxias acreditarem que nunca verão a iluminação do palco; um instrumento capaz de transformar qualquer coadjuvante em um protagonista social. É de extrema importância que este debate esteja presente não só em eventos onde tais experiências são relatadas, mas desde a formação universitária, para que o estudante conheça novas possibilidades para além da burocracia institucionalizada e verticalizada e seja instigado a promover novas praticas, onde os sujeitos sociais possam ser protagonistas de todo e qualquer processo, considerando os mais diversos saberes e não apenas o saber profissional e acadêmico.
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Dorival Caymmi e o campo musical brasileiro: considerações sociológicas. (#8018)
Glauber Luna 11 - Doutorando em Sociologia - Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Abstract:
A presente exposição tem por objetivo discutir os mecanismos, os percursos trilhados pelo compositor e cantor baiano Dorival Caymmi que lhes possibilitaram alçar-se (ou ser alçado) ao posto de estrela do rádio em finais da década de 1930 e durante a década seguinte e, consequentemente, figura notória da música popular brasileira. Não pretendemos com isso, questionar o valor da sua obra lítero-musical que, apesar de reduzida quando se comparada com a produção de outros artistas que compuseram por um período equivalente, já há muito encontra-se solidamente reconhecida como obra de significativo valor no cerne do cancioneiro do país. Neste sentido, buscamos expor, sob inspiração dos escritos do sociólogo Norbert Elias acerca da vida de Mozart (1995), a construção do artista Dorival Caymmi correlacionando-a, sobretudo, com as instâncias de consagração de um músico no interior do campo artístico em geral, e do campo musical em específico (BOURDIEU 2010, 2011). Ao tratarmos das instâncias de consagração e dos campos artístico e musical das primeiras décadas do século XX, temos em mente o nascente sistema de radiodifusão do país, a incipiente indústria fonográfica brasileira, as mídias impressas (jornais e revistas), enfim, todo um conjunto de instituições que, correlacionadas, constituem aquilo que os estudiosos Adorno e Horkheimer denominaram por Indústria Cultural (1985).
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Apropiaciones, expropiaciones, reapropiaciones: Una antropología de la antropofagía (#8335)
Leonardo Bertolossi 11 - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Abstract:
En 1928, Oswald de Andrade escribió el famigerado divisor de águas “Manifiesto Antropófago”, que inspirado en los ritos del canibalismo Tupi, marcó profundamente el pensamiento estético y social brasileño, relido a posteriori por el teatro Oficina de José Celso, por los tropicalistas, y por artistas y curadores de los años 90 en el contexto denuncista y melancólico de la globalización presente en la 24ª. Bienal “Antropofágica” de São Paulo de 1998. Este percurso de la antropofagía reafirmó el estatuto del pensamento oswaldiano como alternativa potente y resistente a las variadas colonizaciones históricas euroamericanas, pero también servió como sugerencia crítica delante de las opresiones del Estado y del Mercado. Pero actualmente hay quienes consideren que la antropofagía se ha vuelto ideología datada y reapropiada de forma represiva y reversa, recapturando a través del mercado sus arautos en el arte contemporáneo y en la subjetividad brasileña, cada vez más zumbificada en la era del espectáculo. El concepto sigue aún activo y múltiplo, sendo reinventado en el ámbito de las políticas identitárias de género y de la sexualidad recientes, a través de la antropofagía queer y su imaginário acerca del pastiche y de la monstruosidad, pero también de tránsito y de la transformación subvertida de los poderes y normatividades vigentes. El objetivo de esa comunicación es revisitar los orígenes de ese concepto en sua genealogía ameríndia, investir sobre el proyecto modernista oswaldiano (e sus intereses por los mundos indígenas y por el psicoanálisis) hacía sus transformaciones siguientes en el teatro, cinema y en las artes visuales brasileñas, de modo a analisar panoramicamente la pertinéncia y la permanéncia del potencial crítico y analítico de ese mito conceptual en sus diferentes versiones.
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A disputa classificatória da periferia ao centro: Lygia Clark e Jesús Rafael Soo na passagem da arte moderna para a arte contemporânea. (#8392)
Amanda Bueno Villar Inocencio Costa Amanda 11 - Unicamp.
Abstract:
Este trabalho tem como proposta analisar as trajetórias e as produções artísticas de Lygia Clark (1920 – 1988) e Jesús Rafael Soto (1923 – 2005), buscando investigar especialmente as trajetórias que trilharam no campo artístico das artes plásticas, mapeando suas origens, influências e o contexto social e artístico no qual produziram suas obras. A investigação das trajetórias de ambos artistas é proposta metodológica e teoricamente pelo conflito entre periferia e centro, elaborando, de maneira preliminar, a conformação de um “circuito periférico”, caracterizado pelo estudo dedicado às formas desenvolvidas pelas vanguardas europeias e a experimentação, desconstrução e reconstrução da forma artística. Procuramos compreender, assim, suas proposições de transformação na forma artística, indagando se tais transformações formais estariam implicadas e seriam constituídas pelo trânsito e pela circulação de tais artistas por tempos e espaços diferentes. Trata-se, então, de investigar as transformações formais realizadas por Clark e Soto à luz de seus condicionamentos sociais e artísticos, relacionando-os com seus respectivos questionamentos e exploração da forma artística. Deste modo, a circulação de obras e seus espaços expositivos, personagens do mundo artístico e seus ideais, aprofundam o tensionamento nas relações de tempo e espaço, de acordo com o desenvolvimento da forma artística, privilegiando a interação com o público. Buscamos, ainda, investigar se tais transformações na forma artística constituiriam, em seus detalhes, uma disputa classificatória no contexto de suas formulações e, simultaneamente, na conformação de um circuito artístico alternativo ao moderno. Para tanto, procuramos reconstruir o contexto artístico do qual tais artistas fizeram parte, concomitantemente, em Paris e Londres entre as décadas de 1960 e 1980 mais especificamente, e as instituições nas quais circulavam, como a Signals Gallery em Londres e Denise René em Paris, e a produção crítica referente à suas obras, voltando-se para a revista Robho, coordenada pelo crítico francês Jean Clay, além da atuação direta dos críticos Yve-Alain Bois, também francês, e do britânico Guy Brett, reconstruindo assim o grupo social e cultural do qual faziam parte.
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Relativismo: Uma análise crítica sobre sua aplicação hoje (#8647)
Ingrid Rodrigues Cirino 1;
Caio Martiniano de Brito Baima
21 - Universidade Federal da Paraíba. 2 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE.
Abstract:
O presente trabalho tem como objetivo induzir uma discussão que coloca em xeque a utilização exacerbada e cega do relativismo, pelos pesquisadores como isso coloca em risco sociedades e pessoas fora dos patamares dominantes. Justificamos escrever esse texto nos preocupando com a sociedade atual onde se nota uma deturpação do relativismo, onde se manifesta através da etnografia uma observação e compreensão das culturas alheias sem planejar formas de intervenções positivas ante as atrocidades ainda existentes. Apesar da grande importância que tem desde seu surgimento os métodos atuais não devem ser mantidos imaculados, é extremamente necessário que se faça uma critica e que ocorram mudanças para que o relativismo se torne mais crítico. Infelizmente há uma banalização para que países dominantes não tenham que intervir nas outras culturas, para manutenção e imposição da sua própria cultura. Às vezes um processo de aculturação e em outras vezes um processo de manutenção dos costumes que continuam matando e exterminando as classes, castas ou qualquer estrutura social inferior aos dominantes de sua sociedade ou do próprio capitalismo. Compreenderemos a negação proposital proporcionada pelo mundo capitalista que sustenta os vícios culturais ou se utiliza deles. Usaremos como metodologia para argumentarmos uma pesquisa bibliográfica compreendendo desde a importância do surgimento de uma observação relativista até um momento em que a antropologia encostou-se ao método deixando-o cego para as mudanças sociais e para as classes pobres, onde prevaleceria à história das classes dominantes, sejam elas homens, ricos, religiões etc. Argumentaremos como a observação estática do relativismo não impede, mas também não impulsiona reações das massas contra seus opressores. Nosso objetivo é fazer uma linha do tempo, pegando desde o nascimento do relativismo até os dias atuais, mostrando em qual ponto ocorreu uma deturpação da sua ideia original, e como os autores trabalharam com isso, além de como essa ideia é trabalhada em sala de aula e como isso continua afetando futuros antropólogos, que continuarão perpetuando a ideia de não poder intervir de nenhuma forma em sociedades. Como resultados do estudo traremos situações concretas onde a negligência de uma perspectiva crítica sustenta um modo de vida violento que dizima massas trabalhadoras todos os dias não só no modo de produção capitalista, mas em todas as sociedades não igualitárias que ainda existem mantidas pelo próprio sistema externo a elas. Dessa forma mostraremos formas que possibilitam não só compreender essas sociedades, mas gerar impulsos nas bases para que surjam mudanças reais e concretas. Concluiremos buscando comprovar nossa tese de que não só devemos tornar o relativismo uma perspectiva antropológica mais crítica como devemos reavaliar nossos métodos de aplicação não apenas nos meios acadêmicos como artigos ou planos de aula, mas devemos difundir essa discussão para as discussões fora dos âmbitos formais da antropologia.
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Interculturalidad y teatralidad: Una mirada a través de los simulacros (#8870)
Alejandro Flores Solís 11 - Universidad Autónoma del Estado de México.
Abstract:
Resumen En el presente trabajo se lleva a cabo una reflexión sobre el los simulacros que se realizan en el marco de las fiestas cívicas en la región centro de México desde una perspectiva de la teatralidad. Son representaciones dramatizadas enmarcadas en el ciclo festivo cívico cuyos campos de acción y visualización desde la teoría social, constituyen una complejidad. Se contemplan como productos interculturales, que se constituyen a partir de la interacción entre sujetos y su entorno, contienen un sentido crítico sobre la sociedad contemporánea, pero ante todo se convierten en teatralidades, que exigen la convivialidad en toda la extensión de la palabra y conforman procesos identitarios. Palabras Clave: simulacros, interculturalidad, teatralidad, convivialidad, identidad.
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Politización y precariedad: ¿nuevos valores de cambio en el arte contemporáneo? (#8951)
Florencia Dansilio 11 - Paris III Sorbonne Nouvelle / IHEAL-CREDA.
Abstract:
La siguiente comunicación propone una reflexión desde la sociología del arte sobre las reconfiguraciones en la circulación y en la valoración de las producciones artísticas contemporáneas. Partiendo de un corpus de obras artísticas latino-americanas procedentes de tres disciplinas diferentes (teatro, fotografía y artes visuales) nos propondremos analizar la incorporación de dimensiones sociológicas en los dispositivos estéticos de las mismas como nuevo ‘valor de cambio’ en el circuito internacional. De esta manera, la hipótesis que guiará la reflexión es la siguiente: a partir de los anos 2000, ciertas dimensiones sociológicas, es decir relativas al contexto de producción de las obras, se incorporan en las producciones artísticas como dispositivos estéticos distintivos, siendo evaluados como elementos formales innovadores por los receptores del circuito. Dentro de estas dimensiones, abordaremos dos que consideramos de mayor importancia en las producciones artísticas latino-americanas: la politización (considerando por esto la intervención formal de la obra a través la discursividad y la reflexividad política) y la precariedad (considerando por esto la intervención formal de la obra a partir de la precarización de los medios de producción).
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La doble ruptura en la literatura de José Joaquín Edwards Bello y José Donoso como modo de adentrarse a las elites económicas (#8963)
Manuel Ugalde Duarte 1; Conrado Soto Karelovic
21 - UDP. 2 - Ciudad Literaria.
Abstract:
En la presente comunicación pretendemos mostrar que ciertas características identitarias y discursivas de la élite criolla pueden ser estudiadas a través de dos autores cuya obra literaria y ensayística presenta especial valor e insight sociológico: José Donoso Y Joaquin Edwards Bello. Se postulará que ciertas posiciones marginadas dentro de los grupos sociales propician la elaboración de discursos que se distancian a la vez que se interesan por la génesis e identidad del propio grupo, siendo esta una clara tendencia dentro del campo literario. Así, la posición de clase de dichos autores les permitió elaborar un discurso desidentificado de su propio grupo social con un acceso privilegiado a la subjetividad e identidad privada de este grupo históricamente cerrado y exclusivo. Para realizar esto, en lo teórico esta ponencia se apoyará en los trabajos de Bourdieu sobre el campo literario y la reflexión social situada, contenidos en “las reglas del arte” y “El oficio del sociólogo”. Además utilizaremos conceptos desarrollados por el llamado “círculo de Bajtin”, específicamente “la palabra en la novela” y “el marxismo y la filosofía del lenguaje” de Voloshnov. El análisis se concentrará en dos novelas de José Donoso: “Casa de campo” y “Este domingo”, y en dos libros de ensayos. Respecto a Joaquin Edwards Bello, se analizarán la novela: “La chica del Crillón”, y las crónicas que el autor publicó alrededor de esos años. Nos interesará sostener en este contexto que ambos autores logran adoptar una postura que podría ser nominada como ambivalente o de “doble ruptura”, que resulta necesaria para formular análisis sociológicos. Si bien este distanciamiento de algunos agentes al interior de sus propios grupos es una condición general para la reflexión crítica sobre los mismos grupos, sostendremos finalmente que esta ruptura resulta especialmente valiosa en estos autores en tanto el discurso que retratan y critican (el de la élite chilena de su tiempo) difícilmente puede ser penetrado y analizado por otros medios. Extraeremos ciertas conclusiones respecto al discurso e identidad de la élite nacional y las distinciones que lo organizan. Palabras clave: élite, discurso, literatura chilena, ruptura, Donoso, Edwards Bello
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Socioanálisis de la novela "Abril rojo" de Santiago Roncagliolo desde la sociología de la novela de Lucien Goldmann (#9062)
Ulises Adrián Reyes Hernández 11 - UAM Cuajimalpa.
Abstract:
a partir de la sociología de la novela de Lucien Goldmann se pretende hacer un socio-analisis de los cambios que ha sufrido la sociedad latinoamaricana. en este sentido se parta desde la idea central de los procesos democraticos y la consolidacion de los Estados que se han venido dando desde la década de los ochenta. En lo específico la novela de Abril Rojo de Santiago Roncagliolo se centra en el Perú de finales de la decada de los noventa y principios del siglo XX. en aquel algido momento donde los remanentes de las guerrillas y el uso de la violenciancia por parte de los gobiernos para reprimir dichos movimientos de liberacióndejan son las imagenes que la pluma del escritor peruano usa para dar cuenta de un presente que resuena en todo el continente latinoamericano. Se pretende hacer un análisis de las imagenes sociales narradas en dicha novela, en particular dos: 1) el papel y la condición de los grupos indígenas en los albores del siglo XXI; y 2) las prácticas de tortura realizadas por los gobiernos como forma de represeción a los distintos movimiento sociales. Esto permitirá reflexionar la manera en que las producciones culturales permiten dar cuenta de la realidad cultural, esto es uno de los postulados principales de la sociología goldmanniana, así, es posible develar los procesos por los cuales atraviesa la sociedad latinoamerica en los procesos democraticos y de reconocimiento de la otredad.
08:00 - 10:00 Presentación de PONENCIAS
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Dias Gomes e os espetáculos musicais: cultura, arte no Brasil sob a ditadura militar (#0001)
Kátia Paranhos Paranhos11 - Universidade Federal de Uberlândia.
Abstract:
A prática do teatro musical no Brasil remonta à segunda metade do século XIX, sobretudo às três últimas décadas. Gênero de vigência instável, que tem conhecido momentos produtivos, seguidos por períodos menos ricos, o musical conheceu uma de suas fases mais férteis, no país, durante as décadas de 1960 e 1970. Nesses anos, o teatro brasileiro frequentemente se organizou sob o formato de espetáculo cantado para responder, de modo crítico, ao regime militar instaurado em 1964. As soluções estéticas mobilizadas nessas peças reeditaram as práticas nacionais da farsa e do teatro de revista, assimilaram influências estrangeiras (como dos alemães Erwin Piscator e Bertolt Brecht e do musical americano) e, acima de tudo, afirmaram caminhos artísticos originais, capazes de envolver o público. Por sinal, vale realçar que os textos musicais registraram instantes históricos, ao mesmo tempo em que fixaram tendências que transcenderam aquela conjuntura específica e deixaram lições estéticas às quais se pode voltar hoje. As estratégias épicas, isto é, as narrativas (por exemplo, a maneira de a música se inserir no enredo) e os diálogos em verso estão entre essas lições. Em sintonia com tais práticas, este trabalho aborda a importância política do teatro musical na obra de Dias Gomes. Tomo por base Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (1968)/Vargas (1983), As primícias (1978) e O rei de Ramos (1979) e enfatizo como características fundamentais a mistura entre música, dramaturgia engajada e encenação. Examinar esses musicais equivale a revisitar, de certa forma, o momento vivido no Brasil, que essas peças denunciam e subvertem, enquanto nos possibilitam uma aproximação com estilos narrativos diferenciados de representação do poder institucionalizado. Nessa esteira, entendo que o discurso musical afeta o espectador não só por meio dos parâmetros sonoros, mas igualmente pela sua capacidade de sugerir imagens e de inventar espaços e lugares ao criar figurações cênico-dramáticas. A propósito, convém lembrar que a música sempre foi uma referência importante no trabalho de Dias Gomes, no que se refere à sua escritura teatral. Daí a pertinência da discussão que envolve o contraponto entre as linguagens musicais e plásticas na composição da polifonia intrínseca do seu teatro. Disso decorre ainda, mais especificamente, o interesse em analisar a junção da música e da obra teatral como expressões de engajamento e de intervenção sonora que fluíam nos palcos e para fora deles nos tempos difíceis da ditadura militar brasileira, que ainda mostraria fôlego para perdurar, com maior ou menor força, por longos 21 anos.
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Heteronomia em cena: artistas enquanto microempreendedores individuais (#0018)
Jefferson Dantas Santos11 - Unicamp.
Abstract:
Tornar-se microempreendedor individual é praticamente o único modo desses artistas populares viverem de sua arte. Busco compreender como esses artistas lidam com as novas demandas da cultura do trabalho e do mundo da arte a fim de atender demandas do mercado da arte e das políticas públicas ligadas à cultura no Brasil. Debato sobre possíveis impactos na subjetividade desses artistas na medida em que dedicam boa parte de seu tempo de trabalho a imperativos do atual modo de produção capitalista, num processo de racionalização que, hipoteticamente, aglutina a subjetividade desses indivíduos, cujos impactos se dariam nos planos ético e estético.
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O pato de borracha do artista holandês Florentijn Hofman na política brasileira (#0036)
Cleber Gomes Fernando11 - Universidade Federal de São Paulo-UNIFESP-FAPESP.
Abstract:
Este trabalho pretende fazer uma análise sobre a polêmica envolvendo comparações do Pato de Borracha gigante do artista holandês Florentijn Hofman, ao Pato de borracha da campanha da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que esteve presente em algumas manifestações políticas ocorridas na cidade de São Paulo, precisamente na avenida Paulista, decorrentes de ações pró impeachment à Presidente da República do Brasil, em 2016. Através da campanha contra a carga tributária no país, sob slogan: “Não vou pagar o pato”, a Fiesp tinha pretensão de percorrer todo o Brasil fazendo suas instalações externas nos espaços públicos dos grandes centros urbanos, numa iniciativa crítica as políticas tributárias do governo federal atual. Nesse contexto, observamos que a ação política mais significativa da Fiesp, que ocorreu na avenida Paulista em 2016, percorreu o mundo pela mídia, chegando ao conhecimento do artista holandês que, em 2007, já tinha realizado uma intervenção com sua obra de arte denominada Rubber Duck, na cidade francesa de Saint-Nazaire. A obra é uma escultura com escala gigantesca que, segundo o artista criador, não tem nenhuma conotação política, ao contrário disso, em reportagem à BBC Brasil, Florentijn Hofman criticou: “eles mataram o espírito da obra” – o título da reportagem da BBC diz: “Artista holandês acusa Fiesp de plagiar pato amarelo” – trazendo em seguida, alegações da equipe do artista sobre ilegalidade e infração aos direitos autorais. Diante desses fenômenos contemporâneos, suscitados a partir do ritual de um possível impeachment presidencial, surgem as interrogações sobre a apropriação da arte, os processos de intervenção e a recepção dessas ações na sociedade, com uso, ou não, de obras de arte, uma vez que a Fiesp nega o plagio e enfatiza que seu Pato amarelo apresenta diferenças “nos olhos, no pescoço e na base”, justificando inspiração nos patinhos de banheira. Por meio de metodologia analítica, levantando informações e imagens em noticiários e, em seguida buscando bibliografias em sociologia e arte que possam trazer alguns esclarecimentos sobre esse fenômeno, podemos concluir que, a apropriação e a recepção pelo público foi positiva, uma vez que o Pato, como escultura gigante, conseguiu se difundir pelas manifestações de rua, tornando-se símbolo de protestos contra o excesso de impostos e expandindo sua utilização para manifestações pro impeachment, como observamos em diversas fotografias em noticiários no Brasil e no mundo.
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Más allá de lo espontáneo: Las voces del graffiti en Cuba (#0138)
Norma Molina Prendes11 - Universidad Israel..
Abstract:
El trabajo pudiera considerarse piezas de un “depósito de hechos y de ideas” al decir de Wright Mills[1]; deja abiertas interrogantes acerca del graffiti en la Ciudad de Santa Clara, Cuba, fenómeno que ha cobrado fuerzas en el contexto urbano del país y que por sus connotaciones irreverentes y espontáneos alerta y preocupa. A partir de considerar al graffiti como representación social, "como conjunto de conceptos, declaraciones y explicaciones originadas en la vida cotidiana (…)”[2], se realizó un estudio de este medio de expresión en un grupo de graffiteros de esta ciudad, como muestra representativa del contexto cubano; un tanto ingenuo si de contracultura de trata, precisamente al asumir que como parte de una subcultura, va desarrollando “una batalla entre modelos, una guerra entre concepciones del mundo, que no es más que la expresión de la discordia entre grupos que ya no se encuentran integrados ni protegidos dentro del conjunto del cuerpo social”[3]. A partir de estas consideraciones nos preguntamos: ¿Cuáles son los temas fundamentales que se abordan?, ¿qué podemos leer, qué significados tienen los graffitis, en Cuba, donde la libertad de expresión artística tiene matices determinados por la política del Partido único?; ¿cómo se manifiestan las tensiones entre este arte urbano, materializado en la calle, y las políticas establecidas por las instituciones que nuclean a los artistas e intelectuales del País, donde la conformación del ideal social se expresa a partir de vías que dejan fuera toda posibilidad de manifestación “discordante”?... Sustentado en entrevistas en profundidad, la observación, la fotografía, se ofrecen valoraciones en torno al graffiti como medio de expresión social de un grupo de jóvenes que, formados en la academia, con marcada intencionalidad, tratan de conservar los elementos que tipifican a esta práctica urbana que pierde sus fronteras entre lo vandálico y la creación artística; donde el concepto de lo “glocal”[4], se pone de manifiesto al contextualizar influencias estéticas foráneas que marcan este arte urbano. [1] Wright Mills: La Imaginación Sociológica. La Habana: Edición Revolucionaria, 1966. p. 209. [2] Moscovici, S. 1981;182 [3] Brito, L. 1991; 17 [4] La cultura cotidiana se encuentra en aumento, determinada por una combinación de signos y conceptos que se extraen tanto de lo local como de lo global (lo glocal), y el campo simbólico en el cual se forman las identidades culturales se mezcla cada vez más con símbolos híbridos y globales. (Kevin Power, 2003, p. 67)
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Teatro do Sentenciado: resistência cultural das classes populares (#0854)
Viviane Becker Narvaes 11 - Unirio/USP.
Abstract:
O foco deste trabalho, fruto de pesquisa de doutorado em andamento, é o Teatro do Sentenciado, expressão cunhada por Abdias do Nascimento para descrever as experiências de encenação desenvolvidas no interior da unidade prisional em que esteve encarcerado no Estado de São Paulo na década de 1940 a saber, a Penitenciária do Carandiru. Tal produção teatral diz respeito às representações realizadas dentro da penitenciária por Abdias, no período de 1941 a 1944. Ao sair da prisão, fundou o Teatro Experimental do Negro – TEN, cujo objetivo principal era a inserção dos atores negros no palco. A experiência teatral que examinaremos ocorreu antes da fundação do TEN, protagonizada por sujeitos altamente invisibilizados na nossa sociedade, constituindo-se também como resistência cultural e étnica, uma vez que já na década de 40 o perfil da população carcerária possuía raça, classe social, faixa etária e grau de escolarização específicos. O fato de Abdias ser um militante do movimento negro, encarcerado por três anos, permite também refletir sobre que impactos a população carcerária da época pode ter promovido em sua trajetória. O quadro do sistema carcerário na década de 1940, quando Abdias esteve preso, é de difícil mensuração, no entanto em recente publicação do IBGE voltada para estatísticas do século XX pudemos obter alguns dados que auxiliam na visualização do contexto prisional daquele período. No início do século, em 1908, a população carcerária era predominantemente masculina, com a maioria (44%) na faixa etária de 25 e 40 anos de idade. Em relação à raça, 65% eram caracterizados como negros e mestiços. No que se refere à formação educacional, apenas 2% sabiam ler e escrever e 0,2% tinham nível superior. (IBGE, 2006: 132-158). O sujeito encarcerado será compreendido como pertencente a setores historicamente marginalizados da sociedade brasileira. A contextualização de nossa discussão se dará a partir da compreensão de que este teatro se refere às expressões das classes populares da sociedade brasileira e, portanto, é necessário recapitular as relações entre tais setores de extração popular e o mundo do teatro na história brasileira. Com apoio no pensamento de Roberto Schwarz (2003 e 2006), de quem tomamos emprestado para nossa reflexão o aspecto da especificidade do local, em especial a ideia de que a periferia tem condições de revelar algo específico do global, nos perguntamos: a experiência do Teatro do Sentenciado (antecedente do TEN) na periferia do capitalismo não teria também algo a revelar da experiência social e cultural global?
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Integración de América Latina desde el Arte y la Ciencia: una mirada crítica a la herencia de los postulados positivistas (#0885)
Christian David Rodríguez Camargo 1; Tatiana Patricia Godoy Jiménez
11 - Centro de Alternativas al Desarrollo (CEALDES).
Abstract:
El quehacer científico y artístico en América Latina no puede entenderse fuera de los paradigmas que han dominado el desarrollo de prácticas culturales, políticas y científicas en occidente. Así, el papel de América Latina en la construcción de la novedad científica y artística es secundario, no se dice nada nuevo, y a pesar de las descripciones detalladas sobre procesos artísticos o científicos no trasciende hacia nuevas formas de pensamiento. La responsabilidad de crear e innovar se relega a las grandes potencias y no necesariamente éstas nos están llevando a la interpretación de nuevos paradigmas. ¿Cuál es el papel de la ciencia y el arte hoy? Y ¿Cómo podríamos repensarnos estos paradigmas? En esta ponencia exploramos como el arte y la ciencia se vieron abocadas a abandonar el positivismo y la estructura de pensamiento clásica que, a principios del siglo XX, posibilitaron nuevas estructuras teóricas y conceptuales que permitieron la comprensión de la naturaleza (entendida como un todo y no como separado de lo humano) como una interconexión de fenómenos, relativos y paralelos. Nuestra hipótesis consiste en que el desarrollo del conocimiento no manifiesta una linealidad temporal, sino que se manifiesta en diferentes momentos de la historia y su puesta en escena depende de la maduración de las sociedades que posibilitan su consolidación. Así, primero establecemos brevemente las conexiones entre ciencia y arte en la estructura clásica de pensamiento para así tener claros los contrastes y comprender el carácter revolucionario de la teoría de la relatividad, las vanguardias y la mecánica cuántica de principios del siglo XX. Luego, ahondaremos en la crisis global del paradigma positivista de finales del siglo XIX en la ciencia con la teoría cuántica de Planck, el surgimiento de las vanguardias en el arte y la alta industrialización que ahondaba las contradicciones sociales de las ciudades. Finalmente, hacemos recomendaciones sobre la necesidad de repensar las estructuras de pensamiento eurocéntricas que no nos permiten posicionarnos como actores críticos de los paradigmas que hoy siguen construyendo de centro a periferia. Hacemos un llamado a abandonar la estructura de pensamiento positivista que desde lo social permea las estructuras de conocimiento global y que no permiten la integración de otras voces que, en el caso particular Latinoamericano, siguen clamando su inclusión. ¿Cómo potenciar estas voces para construir el cambio?
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Los fundamentos del "inmaterial": sobre la génesis de una política para el patrimonio nacional en Brasil (#0895)
Gabriele Dos Anjos 1; Enio Passiani
21 - Fundação de Economia e Estatística (FEE). 2 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Abstract:
El artículo presenta un análisis de la formación de la Política Nacional del Patrimonio Inmaterial en Brasil, bajo la responsabilidad del Instituto del Patrimonio Artístico Nacional (IPHAN) brasileño. Tratamos de entender el desarrollo y la configuración de esta política a partir de los conceptos que guiaron su diseño e implementación. Nos proponemos analizar aquí como se definió políticamente lo que sería designado como “inmaterial” y que, por lo tanto, se convertiría en objeto de una política patrimonial. Para eso, discutiremos algunas implicaciones de la definición actual de "intangible" o “inmaterial” adoptada por el IPHAN, principalmente la forma por la cual la "cultura popular" fue vinculada a lo inmaterial desde una perspectiva “folklorizante”. Nuestra hipótesis es que la validez de esta definición está relacionada con cambios institucionales y políticas internas a la burocracia patrimonial; y, por ende, paradójicamente estos cambios terminaron creando dudas acerca de las concepciones de patrimonio que estaban en la propia origen de esta burocracia.
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A performação das políticas culturais a partir da atuação do Ministro Gilberto Gil e suas ramificações no recôncavo Baiano (#1279)
Laíza Mello 1;
Thais Joi
11 - UFRB.
Abstract:
O presente trabalho pretende levar em conta os argumentos centrais de Alexandre Barbalho (2011), que faz uma crítica ao uso do termo “cultura” quando este se refere à esfera das artes e do patrimônio. Nesse sentido, o conceito de cultura passa a ser ampliado, incorporando outros segmentos para além dos tradicionais. Numa perspectiva ampla e inclusiva, o texto-base da II Conferência Nacional de Cultura enxerga a cultura humana como “o conjunto de modos de viver, que variam de tal forma que só é possível falar em culturas, no plural.” Ou seja, pensar em “Culturas no plural” implica em reconhecer a diversidade das manifestações e valorizar os diversos sotaques, valores, crenças, festas e práticas, que caracterizam os diferentes grupos que constituem o Brasil. Pensar na dimensão política da cultura significa considerar o Art. 215 da Constituição Brasileira de 1988, que afirma que “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais.” Com isso a Constituição faz duas afirmações que merecem destaque: em primeiro lugar, ver na cultura um direito e, em segundo, postular a legitimidade de intervenções do Estado no campo da cultura. Sendo assim, a ideia da cultura como um direito deve formar a base para políticas públicas de cultura no nosso país. Logo, o presente trabalho pretende discorrer sobre a dimensão da aplicação das políticas culturais no Brasil especificamente a partir da eleição de Luís Inácio da Silva (2002-2010), Lula, onde a cultura é inserida no discurso governamental como componente essencial das políticas públicas. Gilberto Gil é escolhido para Ministro da Cultura num gesto emblemático. O Ministro Gil assume a pasta afirmando que a cultura ocupará lugar nunca antes ocupado nas políticas governamentais. A cultura passa a ser conceituada a partir de uma dimensão antropológica, o que significa compreendê-la como a dimensão simbólica da existência social brasileira, ou seja, que a sociedade como um todo será privilegiada e não apenas produtores e criadores. Nesse sentido pretendemos abordar como se consubstanciou a veiculação desse novo formato de aplicação de políticas culturais a partir da atuação do ministro Gilberto Gil e como essa perspectiva agiu de maneira performativa, uma vez que, os brasileiros comuns passam a atribuir novas conotações à dimensão da cultural no país. Para isso trabalharemos com alguns exemplos específicos da região do Recôncavo da Bahia onde visualizamos uma atuação muito forte das políticas culturais voltadas a população negra e principalmente a cultura tradicional negra nessa região que se cristaliza através do samba de roda (onde se deu o surgimento do samba no Brasil) e representação cultural do denominado Nego Fugido.
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Casa Hip Hop do Taquaril e Projeto Vera Cruz: letra e música, dança e grafite como expressões de engajamento político, resistência cultural e conscientização identitária no Brasil (#1774)
Rodrigo Fonseca E Rodrigues
1;
Alessandra Nardini 11 - Universidade FUMEC.
Abstract:
Os investimentos do capitalismo, desde a modernidade, em tecnologias da comunicação midiática articuladas aos modos de produção industrial de bens culturais, produziram efeitos inesperados que contribuíram para a ruptura de barreiras estéticas hegemônicas e a expansão de modos heterogêneos de experiência e de expressão artística e discursiva. Giddens (1999) e Bauman (2001) defendem que a globalização gerou, ironicamente, condições para que culturas locais, em contrapartida, surgissem sob formas de resistência política pautadas em manifestações estéticas em várias partes do mundo. Os impactos deste processo - a reconfiguração de identidades e os questionamentos da ideologia que sustenta o Estado-nação afetaram as artes como fonte de reconhecimento e afirmação de diferentes identidades. As cidades, que passam a ser palco de movimentos culturais diversificados, encontraram na música e na letra, na dança e nas artes do grafite um forte apelo a um território identitário, principalmente no seio de comunidades periféricas. Nas décadas de 1970 e 1980 gêneros musicais que expressavam a diversidade cultural nos Estados Unidos em defesa da comunidade negra chegaram ao Brasil sob as franjas da indústria fonográfica. Para Martel (2010) a questão racial candente no período foi a chave para que estes estilos musicais fossem tratados mercadologicamente. Ao fazer parte da cultura mainstream, a música negra passou a se direcionar para públicos de massa. O Rap, precursor do movimento Hip Hop extrapolou o rótulo musical e se tornou expressão sociocultural. O embrião do Rap, de origem jamaicana, nasceu nos guetos de Kingston para denunciar problemas como miséria, violência, racismo e desigualdade. A partir de então, foi levado para os Estados Unidos durante a imigração da década de 1960. Visto por McLaren (2000) como um forma cultural afro-diaspórica, o Hip Hop relaciona a experiência da marginalização dos afrodescendentes e imigrantes com a construção identitária das comunidades. É um movimento que surgiu através da opressão pós-industrial, com o objetivo de ser uma expressão cultural de resistência formada por uma base crítica. Na década de 1980, o movimento Hip Hop passou a fazer parte da realidade de regiões periféricas na cidade de Belo Horizonte. As comunidades da Zona Leste construíram projetos consolidados que buscam formar e capacitar pessoas através da cultura. Projetos como a Casa Hip Hop do Taquaril e o Projeto Vera Cruz buscam a valorização das comunidades locais e o engajamento de jovens através da construção de uma consciência política. Para indagar como estes grupos alcançam promover seu trabalho gerar impacto nas comunidades periféricas, a pesquisa analisa suas formas de visibilidade e de reconhecimento identitário. O estudo será feito através de uma pesquisa documental e teórica, entrevistas estruturadas e análise dos produtos midiáticos gerados pelo projetos da região periférica da cidade de Belo Horizonte, Brasil.
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Circulaciones, memorias y museografías de América francesa : sociología de un patrimonio en movimiento en el nuevo Museo del Hombre (1928-2016) (#1857)
Ferey Vanessa 11 - Université de Paris 3 Sorbonne Nouvelle.
Abstract:
Según el historiador Pierre Nora, la problemática de los "lugares" firma el fin de la "historia-memoria" y abre así la voz de la continuidad residual de la memoria en lugares a ejemplo de los "medios" (NORA, 1997). Estrato después de estrato semiológico, los objetos de colección se encargan de representaciones patrimoniales que se invitan en los lugares que les preservan. A de su evolución el museo "se" "mecanizó", sustituyendo la orden al desorden, tiene según Bernard Deloche: " introducir en su pecho un margen de libertad, una parte de azar, procesos aleatorios " (DELOCHE, 1989). El fin de las "ideologías-memorias" que aseguraba el paso regular del pasado de ahora en adelante interesándose por la coyuntura intelectual e ideológica en la cual se inscribe su producción, pero también el advenimiento de la " memoria colectiva " (NORA, 1997) anuncia otro juego de afecto mnemónico a las colecciones museales en el seno de los lugares de preservación que son los museos. A través del estudio del " silencio de la museología " (SCHIELE, 1998), esta investigación inviste el campo de la ciencia, pero también los discursos sociopolíticos desarrollados sobre las colecciones museales según la problemática del lugar del museo y de la memoria de sus colecciones. En engañifa, el principio de la "ideología-memoria" queda entre la profesión museal y las comunidades que genera. La razón que es que la memoria justamente es atada más a "medios" y al acompañar no "lugares", así identidades además de sus territorios. El ejemplo de las colecciones reales americanas del museo del Hombre demuestra la continuidad de los discursos conmemorativos del pasado americano de Francia en sus instituciones científicas, explicados y a veces forzados por sus actores que han participado en su muséalisation. Ni el oro, ni el jade, estos objetos norteamericanos deben su prestigio sólo a su historicidad en lugares monárquicos o institucionales. La museología es aquí el instrumento de reminiscencia de América en otro tiempo francesa para una anatomía de la museología franco-americana. Esta presentación es el resultado de un trabajo terminado de tesis. Bibliografía DELOCHE, Bernard. (1989). Museologica contradicciones y lógica del museo pref. de André Desvallées (2o éd. rev. y corr. ed.). Mâcon Savigny-le-Temple: Ed. W Mnes. NORA, Pierre (1997). " Entre memoria e historia. La problemática de los lugares ", in Los lugares de memoria, Tomo 1, París: Gallimard, pp. 23-43. SCHIELE, Bernard y Emlyn Koster. (1998). " ¿ El silencio de la museología ? ", in La revolución de la museología de las ciencias, Lyon: Prensas Universitarias de Lyon, Ediciones Multimundo, pp. 353-378.
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Política pública del libro y la lectura en Venezuela: la red de Librerías del Sur como espacios de socialización política (#2221)
José Luis Tapia Sandoval 11 - Universidad Central de Venezuela.
Abstract:
La Red de Librerías del Sur, institución adscrita al Ministerio del Poder Popular para la Cultura en Venezuela, ha fungido como punto de encuentro para la creación artística e intelectual, o como eje de producción colectiva de dinámicas culturales, promovidas desde la garantía de bibliodiversidad. Estas características generan y estimulan procesos de aprendizaje y construcción colectiva de sujetos políticos a través de la circulación y ejecución de saberes, prácticas, costumbres, discursos, hábitos, tradiciones e imaginarios, que edifican, critican o redefinen las distintas relaciones de poder en sociedad, visibilizan las formas de dominación, interpelan las posibilidades de la convivencia plural, y apuntan a la creación de un ejercicio ciudadano profundamente democrático, con potencial transformador. Dadas estas características, se abren posibilidades para la exploración de esta política pública como un conjunto de espacios para la socialización política, al menos bajo tres ejes: para el ejercicio permanente del reconocimiento, basado en una ontología y epistemología del ser social basada en la relación, en la interacción, la reflexión, la experiencia y la atribución de sentido, desde la influencia recíproca y la interrelación con la diversidad cultural, mediante la confluencia de actores, colectivos, intereses, lenguajes, manifestaciones artísticas e intelectuales, arrojando un saldo organizativo en función de las diversas formas y expresiones de la sensibilidad cultural, y movilizados a través de prácticas y valores como la organización, la comunicación, la solidaridad y la cooperación. Para la construcción de referentes simbólicos en torno a lo nacional, ya que permiten el contacto y diálogo siempre disponible de los usuarios con las artes, tradiciones y patrimonio cultural de varias generaciones, para redefinirla, resignificarla, y así establecer nuevos mecanismos de apropiación de la venezolanidad y latinoamericanidad. Para la articulación institucional que contribuya a la complementariedad, continuidad y sustentabilidad de la política pública en cultura en cuanto al libro y la lectura, además de locación para el experimento democrático de comunicación y coordinación permanente con las distintas formas e instancias del Poder Popular abocadas al trabajo cultural y la materialización de un esfuerzo mancomunado entre imprentas, editoriales y distribuidora, para garantizar democratización del saber, acceso a conocimiento, difusión de los bienes culturales y promoción de la lectura. En tal sentido, se plantean como objetivos de investigación describir las condiciones para la manifestación de una pluralidad de voces y actores, analizar la práctica democratizadora, llamada al encuentro, al diálogo, al consenso/disenso, y a la participación, y los resultados, en la creación colectiva, el desarrollo de las potencialidades intelectuales y artísticas de la población y el reconocimiento de las diferencias y de la multiplicidad en la unidad, presentes en la ejecución de la política pública del libro y la lectura a través de la red de Librerías del Sur.
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De Peleia a Porongos: imagens da gauchidade no rap de Porto Alegre (RS) (#2340)
Vinicius Teixeira Pinto 1;
Julio Souto Salom
21 - UNIPAMPA. 2 - UFRGS.
Abstract:
O presente artigo tem como principal interesse abordar aspectos dos processos criativos, musicais e artísticos do rap que têm sido fundamentais para a desconstrução (ou reconstrução) da história do Rio Grande do Sul, em especial de seu mito fundador, a Guerra dos Farrapos (1835-1845), também conhecida como Revolução Farroupilha. Para tanto, nossa proposta consiste em realizar um mapeamento da produção musical, que tratou da temática, no referido gênero a partir de seu surgimento na cena musical local, na década de 1990, até os dias atuais. Este recorte histórico não possui o objetivo de descrever um desenvolvimento linear da questão enfocada, mas, ao contrário, esboça, com base na comparação, uma cartografia das potencialidades discursivas em torno dos principais símbolos de gauchidade em músicas como Peleia (2000) do grupo Ultramen, e Manifesto Porongos (2016), do grupo Rafuagi. A primeira parece mais colada na narrativa apologética da Revolução Farroupilha, enquanto a segunda foca no episódio da Traição de Porongos (14/11/1844), na que os Lanceiros Negros foram desarmados e massacrados em uma ação combinada por ambos bandos. Desta forma, o tema de Rafuagi pretende contestar o mito fundador gaúcho. Para além desta diferença inicial, parece-nos fundamental um trabalho profundamente descritivo, amparado na etnografia da música, com o fim de perceber que imagens são inventadas/elicitadas, no sentido que Roy Wagner confere à terminologia, por estes artistas. Tais imagens, que pretendemos analisar, não dizem respeito tão somente à questão do nacionalismo ou regionalismo gaúcho, mas também a outros marcadores sociais como raça, classe e gênero. Dentro do debate epistemológico, parece crucial recordar que estas imagens não podem ser tratadas dentro dos paradigmas da representação. Em lugar disso, interessa levá-las a sério, como produtoras de subjetividade. Não indagaremos que ideias sobre o Rio Grande do Sul, o rap e as relações raciais são expressadas nas músicas, como se houvesse uma cultura anterior e preexistente à arte a ser materializada em simples veículos: as práticas artísticas. Pelo contrário, procuraremos na poesia oral, nos sons, nos gestuais e na fotografia estas qualidades criativas de músicos, MC's e ouvintes dos hip hop que produzem outros Rio Grandes do Sul, outros Raps, outras relações raciais.
10:30 - 12:30 Presentación de PONENCIAS
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
Escrevivências negras: análise das formas literárias dos romances 'Ponciá Vicêncio', de Conceição Evaristo, e 'Um defeito de cor', de Ana Maria Gonçalves (#2370)
Fernando Matias 11 - Unicamp.
Abstract:
Esta proposta problematiza a cultura brasileira contemporânea mediante a relação literatura e sociedade, abordando-a de uma perspectiva sociológica. Nosso objetivo é discutir as relações culturais brasileiras contemporâneas a partir das formas literárias dos romances Ponciá Vicêncio (2003), de Conceição Evaristo, e Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves (2006). Estas autoras são brasileiras, negras, e compuseram romances com protagonistas mulheres e negras, fenômeno raro na história literária brasileira. Partimos da ideia de forma literária de György Lukács n’A teoria do romance, no qual a forma é o elemento organizador de elementos dispersos da realidade, constituindo uma totalidade na composição romanesca, totalidade que pode expressar um dado social mais importante do que a análise isolada dos conteúdos presentes no romance. Por isto defendemos, como método de pesquisa, a imersão sistemática no objeto para realizar uma análise imanente das formas literárias destes romances, para, a partir da análise das formas, entender a sociedade. Defendemos a hipótese de que, mesmo apresentando um passado brasileiro e africano no qual parece haver um processo de dominação social baseado na violência cotidiana contra os negros, estes romances nos mostram, a partir de suas formas literárias, um novo momento cultural brasileiro, no qual os conflitos não podem ser ocultados nem conciliados com a ordem, levando ao primeiro plano a exposição da violência para acirrar as tensões provenientes da desigualdade social. Estes elementos dialogariam diretamente com a proposta de dialética da marginalidade do professor e ensaísta brasileiro João Cézar de Castro Rocha, onde a relação entre ordem e desordem não é mais conciliada pelo polo da ordem, porquanto se deseja aprofundar este conflito, sem almejar conciliação ou superação. Esta é uma leitura que remete à dialética da malandragem proposta pelo crítico literário e sociólogo brasileiro Antonio Candido. Diante desta problemática, dividiremos sucintamente a apresentação em três pontos: o suposto processo de dominação social baseado na violência cotidiana contra os negros; o modo como Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves elaboraram literariamente estas questões em seus romances; e a exposição e cotejamento da dialética da malandragem, de Antonio Candido, e da dialética da marginalidade, de João Cézar de Castro Rocha, focando em seus contextos sociais e seus fundamentos teóricos.
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Theatro José de Alencar: trajetória de usos sobre um equipamento cultural (#2391)
Erich Soares De Oliveira 11 - Universidade Federal do Ceará - UFC.
Abstract:
Este trabalho propõe-se a refletir sobre a trajetória de um equipamento cultural, o Theatro José de Alencar, localizado em Fortaleza-CE. Para tanto, delineia-se o processo histórico onde se conjugaram mobilizações, disputas e práticas de significação pelos agentes envolvidos nos campos cultural e político, buscando compreender como foram imputados sentidos e funções à primeira casa de espetáculos oficial da cidade. É observado desde o contexto sociopolítico que possibilitou seu erguimento em 1910, seguindo-se as práticas de apropriação durante seu centenário funcionamento. Nesse sentido, é focado principalmente o estabelecimento de novos significados ao equipamento no início dos anos 1990, seguindo tendências do campo artístico oriundas da década de 1970 e aprofundadas no período efervescente de redemocratização do país nos anos 1980. A reforma empreendida naquele momento buscou estabelecer o Theatro simbolicamente de acordo com novos paradigmas de acesso, produção e circulação das artes. De tal modo, é traçado um itinerário de significados forjados juntos à cidade e expressos pelas disputas em torno de seus usos por agentes dispostos historicamente entre as elites locais, poder público e classe artística. No primeiro momento do trabalho, é observada a culminância do equipamento, erguido no período conhecido como belle époque (1880-1930) fortalezense. Edificado em celebração à pujança econômica experimentada por setores sociais da elite cearense, o Theatro era compreendido como uma obra de aformoseamento da urbe. A frequência à casa era entendida como mecanismo de educação civilizatória à medida que aproximava seus usuários alencarinos dos hábitos culturais europeus, padrão de progresso intentado pelos setores dirigentes. Ao passo das reconfigurações territoriais do centro tradicional, onde se localiza do TJA, reelaboraram-se os sentidos sobre a função da casa de espetáculos no cotidiano da cidade. No segundo momento do trabalho, este concentra-se em torno das reinterpretações e disputas de projetos pelos agentes sociais dispostos nos campos cultural e político quando das duas principais reformas efetivadas sobre o equipamento: 1975 e 1991. Momentos privilegiados pelo debate público, essas duas reformas aprofundaram interpretações que demandaram à casa funções de centro cultural, para além de somente palco de fruição artística. Os movimentos sociais e artísticos atuantes no período pautavam a popularização do Theatro, perspectiva sob a qual o equipamento atua hoje, reproduzindo em seus projetos de programação e discurso oficial tentativas de aproximação com diversos públicos e democratização do acesso aos bens culturais. Os recursos empírico-metodológicos que serviram à construção da pesquisa foram: historiografias sobre os períodos selecionados; levantamento de crônicas e textos memorialísticos que remontam experiências e sentidos sobre o Theatro; e pesquisa hemerográfica, que baseou a reconstituição das disputas públicas de sentido sobre o equipamento à época de suas principais reformas/restaurações.
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El lugar del arte mendocino en la lucha por la transformación social durante los años ‘70 (#2416)
Maria Paula Pino Villar 11 - INCIHUSA-CONICET.
Abstract:
Nuestro trabajo se propone analizar cuáles fueron las dinámicas de circulación del arte durante la dictadura militar en Mendoza (Argentina), en un momento de suma polarización política, restricción de libertades y proscripción de toda actividad partidaria. Entendemos que las relaciones entre arte y política del período se hacen explícitas en las múltiples y variadas relaciones entre el par de agentes: artistas - instituciones del arte, que no están exentas de enfrentamientos, complicidades y deseos de transformación social, en diálogo constante con el acontecer político nacional en que convivieron inquietas juventudes de militancia de izquierda y alianzas económico-militares deseosas de restituir el “orden y las buenas costumbres”. Se espera abordar el movimiento artístico-visual desde cuatro ejes complementarios: la censura como condicionante de circulación artística, los espacios que surgen como alternativa a las acciones de censura, los debates que los artistas sostuvieron en torno a su práctica, y finalmente las trayectorias artísticas del período. La censura de los gobiernos militares se hizo visible en Mendoza en la dificultad que muchos artistas encontraron para exponer en los museos de la provincia, como también al postularse a los salones y certámenes más representativos del período. En este sentido, resulta significativo destacar que la acción de censura era pensada hacia la persona, no hacia las obras, que fueron de lo más diversas entre sí, aunque sufrieron la misma suerte. Los criterios de visibilización/censura radicaron en la ideología que profesara, o a la que públicamente se asociara, al autor de la obra. Esta situación de censura condujo a los artistas a buscar nuevos espacios de circulación alternativos a las instituciones formales tradicionales del arte mendocino. Entre ellos encontramos: por un lado galerías comerciales y algunas entidades bancarias, y por el otro la sala del Taller Nuestro Teatro y sedes sindicales (S.O.E.P; Sindicato de Prensa). Consideramos un aspecto distintivo del período la alianza que los artistas trabaron con los trabajadores. Este aspecto será analizado partiendo de los fenómenos relacionados con las particularidades de ésta época y cómo los artistas se vieron interpelados por las movilizaciones obreras que surgieron al fragor los estallidos sociales de principios de los ‘70. Estos aspectos determinan los debates que los artistas sostuvieron en torno a su práctica, principalmente el deseo de generar un acercamiento mayoritario a las artes como también de acompañar las luchas de los trabajadores desde la propia especificidad artística.
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Turismo, cultura e integración en la ciudad de Buenos Aires (#2857)
Bárbara Catalano 11 - UBA / IIGG / CONICET.
Abstract:
Retomando el interrogante que plantea el GT sobre el rol de la cultura en los procesos de transformación actual, y ante el escenario regional en el que prima la diversidad cultural en América Latina, en esta ponencia se plantean ciertas líneas de análisis que vinculan a los flujos turísticos y a la integración cultural a partir de un estudio de caso sobre los turistas regionales en la ciudad de Buenos Aires. América Latina se presenta como una región heterogénea, que constituye una multiplicidad de naciones, pueblos, y culturas y el fenómeno del turismo, que implica movilidad, desplazamiento, de personas, objetos y culturas viene a representar una lente a través de la cual nos adentramos a comprender la integración o no de la región en un contexto de globalización. Por lo anterior se impulsa la problematización del supuesto del turismo como un factor integrador y se abordan las formas de integración cultural a través de las prácticas socio culturales de los turistas según sus diferentes modalidades. La vinculación entre los viajes y el turismo y el conocimiento, saber y aprendizaje se remonta a los orígenes del turismo como el "Grand Tour" práctica inicial del turismo iniciada por las elites europeas con el fin de incrementar su bagaje cultural a través del conocimiento de las culturas más antiguas. Esta práctica tiene su representación en el turismo moderno de la sociedad actual y constituye un indicador a través del cual es posible indagar sobre los distintos niveles de integración según las formas de encarnar las prácticas turísticas. En este trabajo se evalúa el nivel de profundidad en el conocimiento a través de los distintos tipos de circuitos, tours o paseos y cuan determinante es la estructura turística en relación a lo que se divulga y promueve, abriendo una serie de paradigmas sobre los procesos cognitivos cumplimentados en los viajes. Salvando las distancias entre turista y viajero que se esgrimen en la concepción ontológica del sujeto actor protagonista que inicia un viaje hacia un destino distinto al de su origen, el conocimiento sobre aquello que se visita, sobre la novedad es de por sí un factor constitutivo del turista, por lo que comprende un objeto de estudio para profundizar en el entendimiento del fenómeno y todas sus complejidades. En relación al modo de abordaje se parte de una revisión teórica y documental para enmarcar el problema de investigación en las líneas ya arraigadas desde la sociología del turismo y de la cultura, para luego o emprender técnicas cualitativas, principalmente entrevistas semiestructuradas a sujetos actores, turistas, a informantes y nexos entre la sociedad receptora y turistas, como también observaciones en distintos paseos y circuitos turísticos que tienen lugar en la ciudad.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
Marcas do abjeto no tempo-espaço presente de textos literários da Argentina e do Brasil: alegorias do yotibenco em Washington Cucurto e do lixão em Marcelino Freire (#3123)
Paula Santana 11 - UFRPE.
Abstract:
Por meio da inspiração encontrada na hermenêutica do distanciamento, de Paul Ricouer (2008) busco refletir sobre os caminhos que aproximam e afastam a sociologia e a literatura. Assim como o limite aparentemente instransponível entre a voz de quem grita e a letra escrita pode ser convertido em ação política, o distanciamento entre literatura e sociedade também pode ser alterado. Entendo que as interpretações sociais atualmente têm muito a aprender com as artes e, do mesmo modo, as obras estudadas ganham sentido ao compreendermos os espaços sociais e as temporalidades históricas que as atravessam. Trazendo estes pressupostos sempre comigo, pretendo apresentar aqui aspectos teórico-metodológicos de minha pesquisa de doutorado, Marcas do Grotesco no Texto Literário de Washington Cucurto, Ondjaki e Marcelino Freire: Alegorias deuma Modernidade Periférica, defendida em 2015, no Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco.Neste sentido, preciso problematizar a empreitada que se inicia aqui: meditar sobre a produção artística contemporânea é sempre uma tarefa arriscada para a crítica, uma vez que a concomitância temporal pode dificultar a observação e compreensão da obra de arte em si. Surge, assim, no campo da Sociologia da Literatura, um objeto pleno de potencial, passível ainda de análises mais apuradas. Diante disto, este trabalho visa compreender cada narrativa, assim como realidades sociais de origem em toda a sua amplitude e complexidade, com a intenção de desvelar os ecos alegóricos do grotesco e do tempo-espaço presente nas narrativas. A ideia aqui é, ao adentrar na paisagem atual da produção literária no Atlântico Sul, investigar seus procedimentos de escrita e as características estéticas que, de alguma forma, dialogam com outros autores, outras tendências da arte contemporânea e outras realidades sociais. Pensar as obras literárias desses autores como objeto de estudo implica lançar luz em vários níveis de correlação, significa dar relevo às tensões e mudanças que se deram tanto no âmbito da literatura quanto no contexto social, abrindo horizonte para a reflexão acerca de uma visão contra-hegemônica da realidade social, particularidades e linhas fronteiriças.Neste sentido, o excerto que trago aqui objetiva mitigar aspectos diversos das relações entre literatura e vida, no intuito de alinhavar as idas e vindas entre o texto literário e o contexto social. Neste sentido, para lidar com realidades sociais abertas, fraturadas e obscurecidas pela história oficial (como no caso de Argentinae Brasil), fora preciso construir uma representação textual que não apague as contradições e ambivalências do mundo e que, especialmente, não reinscreva formas duradouras de opressão histórica. Para tanto, procurei articular os estudos pós-coloniais, a pesquisa de campo, entrevistas com os escritores, a fortuna crítica sobre suas obras e seus diálogos possíveis.
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Infância e violência de gênero nos contos de Marcelino Freire (#3297)
Lidiana De Oliveira Barros 11 - Universidade Federal do Ceará.
Abstract:
A violência contra a criança é um tema marcante na literatura brasileira contemporânea. O presente trabalho propõe-se a discutir as relações de gênero e poder instaurados contra as personagens dos contos “Amigo do rei” e “Balé”, do escritor pernambucano Marcelino Freire. Os contos, que trazem traços biográficos do autor, retratam a infância e a arte em um contexto marcado pela opressão e pelas relações de poder que perpassam a discussão de gênero. “Amigo do rei” traz a indignação de um pai ao descobrir que o filho gosta de um “tal Manuel Bandeira” e não de futebol, como ele tanto sonhava. O pai então passa a forçar o garoto a jogar e a gostar de futebol, no entanto, o menino insiste: “eu quero ser poeta”. Para o pai, isso é uma afronta à masculinidade do menino e, consequentemente, uma grande decepção. A mesma temática é tratada no conto “Balé”. Um menino, morador do interior, que sonha em ser dançarino e, por isso, contesta, teimosamente, a vida precária de agricultor que o destino lhe reserva. Dessa forma, realizaremos uma análise comparativa dos contos, a fim de investigar a infância desvelada por Freire nas narrativas. Assim, pontuamos alguns olhares e discursos para ajudar na compreensão dessa temática. Michel Foucault (1985) e Guacira Lopes (2000) são autores representativos para esse estudo.
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Arrurre, arrullando con las olas del río. Ires y venires de la memoria sonora de la marimba del litoral pacífico colombiano. (#3366)
Laura Ximena Aguirre Quintero 1; Paola Andrea Garcia Gómez
11 - Independiente.
Abstract:
El presente trabajo, resulta de un proceso de investigación en curso acerca de la música del litoral pacífico colombiano. La música de Marimba caracterizada como música tradicional afrocolombiana, abarca los ritmos currulao, arrullo, alabaos y bunde. En su composición organológica está la marimba, cununos hembra y macho, Bombos golpeador y arrullador, el guasá y voz. Este estudio se centró en recopilar y hacer visible las narraciones de vida y memoria colectiva de esta música partir de los ires y venires en que se ha visto envuelto este formato. Inicialmente y desde un trabajo etnográfico se compilaron imaginarios sociales que circulan entorno a los símbolos, significados y sentidos, partiendo de percepciones y experiencias desde la comunidad afro del pacífico y la comunidad urbana de la ciudad de Bogotá quienes han trabajado con el formato tradicional de la música de marimba. En este sentido, las historias de vida, observación participante, entrevistas, diarios de campo, y demás narraciones recopiladas fueron planteadas e interpretadas a la luz de la sociología de la música y la etnomusicología. En primer lugar, la sociología de la música nos llevó a la discusión frente a la función y el uso social como propósito en la música tradicional colombiana, lo cual nos permitió llegar a dos preguntas orientadoras de la investigación: ¿En qué formas la música marimba se presta para condensar en ella asuntos y emociones extra musicales? y ¿Cómo se articula la función en términos amplios y el uso social de hechos cotidianos, comunitarios, contextuales, emociones, para ser reflejada con propósito en la música de marimba? En segunda instancia, la etnomusicología nos brindó elementos para comprender el formato de la música de marimba por sí mismo. Seleccionamos algunas canciones estudiando su base rítmica, variaciones, letras, etc. Igualmente la etnomusicología fue herramienta para estudiar las estructuras sociales y la correspondencia con normas de organización social y musical. Como resultado del procesamiento e interpretación de la información bajo la mirada del músico local, el músico urbano y la sociología de la música, se reconoce el aporte simbólico desde la memoria tradicional y la mirada urbana, dos culturas opuestas que aportan a la construcción colectiva de esta música. De otro lado encontramos hechos de condensación extra musicales que evidencian un uso y función social de la música de marimba, como elemento identitario, de resistencia, reivindicación y memoria afrocolombiana. Igualmente comprendimos que sucesos sociales como la migración, modernización, nuevas poblaciones, nuevos músicos dan lugar a movimientos culturales, hechos políticos como la ley de patrimonio, la institucionalización de los festivales, y el favoritismo de ciertas modulaciones en la voz, formas melódicas de la marimba, y el consecutivo uso de los ritmos como el currulao propio del formato para “prender el público”.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 6. Las políticas de la cultura y la democratización del arte y la cultura |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
Orquestas intantiles y juveniles como agentes de transformación. Una mirada desde sus participantes. (#3417)
Constanza Escobar 1; Valentina Muñoz
11 - Asides.
Abstract:
Un estudio sobre el impacto sociocultural de las orquestas infantiles y juveniles realizado por la OEA y Banco Interamericano de Desarrollo demostró, entre otras cosas que el ejercicio de la música en niños potencia su desarrollo académico. Este dato fue el responsable del apoyo propiciado por el BID para varios de estos proyectos en diversos países (Lucchini, Cuadrado y Quiroga, 2011). En Venezuela, el modelo lleva más de 30 años y ha permitido demostrar que las orquestas sinfónicas juveniles pueden ser un aporte esencial para romper el círculo de la pobreza. Es así que el Sistema Nacional de Orquestas Infanto Juveniles (SNOJIV) cuenta con 180 orquestas que reúnen a 125.000 niños que pro vienen, de forma mayoritaria, de los estratos sociales más bajos (Lucchini, Cuadrado y Quiroga, 2011). En este país, el SNOJIV se constituye en un modelo referencial a nivel latinoamericano como europeo, por cuanto se basa en un sistema flexible motivado por una acción innovadora y articulado por una estructura en red de Orquestas Infantiles y Juveniles en todo el territorio nacional, bajo la premisa de “aprender tocando” (Carvajal & Melgarejo, 2007). Argentina también cuenta con experiencias positivas en la mejora del rendimiento escolar en los niños participantes de estas (Wald, 2015). Es por estos motivos que existe un impulso mundial para apoyar la creación de orquestas juveniles e infantiles, especialmente en las poblaciones más vulnerables. En Chile, la Fundación de Orquestas Juveniles e Infantiles de Chile es la institución que da soporte al movimiento orquestal mediante distintos programas educativos y culturales. En la actualidad son alrededor de 350 las orquestas catastradas y en funcionamiento distribuidas a nivel nacional. Recientes estudios de la Fundación han demostrado que la participación en estas orquestas mejora el rendimiento académico de sus participantes (Lucchini, Cuadrado y Quiroga, 2011). A partir de lo anterior, se observa que la literatura es enfática en detallar el aporte social y personal de la participación en orquestas, especialmente en cuanto a sus beneficios educativos. Es por esto que resulta importante ahondar en la propia percepción de los participantes respecto a los aportes sociales y culturales que tienen las orquestas y ensambles juveniles e infantiles en el país. Durante el 2016 el Consejo Nacional de la Cultura y las Artes demandó un estudio enfocado en la caracterización de las orquestas infantiles y juveniles existentes en el país, con un fuerte énfasis en la visión de los propios participantes. Esta ponencia recoge dicho aspecto a partir del análisis de la información recolectada mediante 38 focus group a niños y adolescentes participantes de una muestra de orquestas distribuidas en todo el territorio nacional.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 6. Las políticas de la cultura y la democratización del arte y la cultura |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
El otro desconocido. Estudio sobre el público de teatro independiente de Córdoba. (#3428)
María Paula Del Prato 11 - Universidad Nacional de Córdoba.
Abstract:
El siguiente trabajo se encuadra en una tesis doctoral, avalada por Conicet, cuyo objeto de estudio son los espectadores de teatro independiente, abordando el caso específico de la ciudad de Córdoba en Argentina. Los estudios de público en América Latina tienen una larga tradición que está anclada fundamentalmente en el análisis y observación de los públicos y audiencias de los medios de comunicación masivos, especialmente durante los años 90, la televisión. El público de artes no es igual a cualquier público, ya que las artes son un tipo de práctica social particular que posee sus propias características, normativas, rituales. Dentro de ellas, el teatro es una actividad artística singular que conjuga una dimensión experiencial ineludible, está definido por su simultaneidad y la co-temporalidad que comparten espectadores y artistas en el presente del acto representativo. Las características de este objeto, que sólo pueden ser equiparables a las de la música en vivo o la danza, condicionan los modos de percepción y recepción de las piezas artísticas. De este modo, nos parece válido indagar respecto de los fenómenos específicos que tienen lugar al interior de la interrelación entre la obra y el espectador. Entonces el objetivo es comprender los modos de recepción de las piezas artísticas, con la aspiración a alcanzar una comprensión del rol y el lugar que ocupa el arte en nuestras sociedades. Algunas de las preguntas que guían nuestra investigación son: ¿Por qué continuamos yendo al teatro?, ¿qué le ocurre al espectador durante la obra?, ¿qué factores participan y tiene preeminencia durante los procesos de expectación teatral?, ¿cómo se desatan los procesos emotivos, psicológicos e intelectuales durante la recepción teatral?, ¿qué hacemos con lo que vemos?, ¿para qué sirve el teatro, si es que sirve para algo? Para encontrar respuestas nos detendremos en el caso de la ciudad de Córdoba que tiene una larga tradición y posee características particulares en relación con la cantidad y tipo de teatro que se produce y circula. Allí, a partir del estudio con espectadores reales de obras producidas en y para la ciudad de Córdoba, nos detendremos a pensar las imbricaciones sociales, culturales y artísticas que se dan al interior de esta práctica.
12. sociología de la cultura, arte e interculturalidad | 6. Las políticas de la cultura y la democratización del arte y la cultura |
Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
O imaginário social durante a ditadura brasileira: a arte como contestação (#3494)
Saldanha Ana 11 - Instituto Politécnico de Macau (IPM).
Abstract:
Correspondendo a um conjunto de realidades mentais, o imaginário manifesta-se na linguagem, nas ideias, nas conceções, nas simbologias, nas crenças, sendo frequentemente considerado, nas ciências sociais e humanas, desligado da estrutura socioeconômica que a ele se encontra subjacente. Ora, considerando que estrutura mental através da qual determinado imaginário se apresenta compreende sistemas de valores e, portanto, ideologias que se expõem em determinada época, com uma determinada função, o imaginário constitui um inevitável fruto do meio material que cerca o homem, ou seja, constitui a materialização de sistemas de valores e de ideologias que predominam num dado momento socioeconômico, cujo estudo e análise implica a compreensão do meio social em que se revelam as suas representações. Com este trabalho, pretendemos analisar de que forma as artes plásticas e a música contestatária brasileiras, das décadas de 1970 e 1980, ajudaram a desconstruir o imaginário anticomunista, patriarcal, opressor e de submissão que foi imposto pela ditadura militar (1964-1985). Consideramos que a desconstrução imagética operada no Brasil, ao longo dos 20 anos de ditadura militar, foi realizada em várias frentes, incluindo no campo artístico. A conjugação das diferentes frentes de luta e de contestação permitiu que, gradualmente, se operasse uma alteração da consciência e a consequente desconstrução da ideologia imposta pela ditadura e suas representações no imaginário (social). Neste processo de contestação e consequente transformação simbólica, diferentes foram os artistas (escritores, músicos, artistas plásticos) que contribuíram para a desconstrução de um imaginário e ideologia impostos pela classe dominante, entre 1964 e 1985. No início dos anos 1970, a arte, ainda que timidamente, sai dos museus e das galerias e impõe-se no espaço público, permitindo àqueles que nunca haviam tido acesso a expressões culturais, a elas, finalmente, acedessem. Criam-se, assim, novas simbologias através de novas imagens, numa interligação cada vez mais estreita entre arte, público e política. Contudo, apesar desta tentativa de fazer chegar a arte ao maior número, o impacto social da pintura não foi tão importante como o foi a música popular. Apesar disso, não podemos omitir, nem esquecer, os artistas que pintaram a revolta e o medo, participando ativamente na desconstrução da simbologia ditatorial. Neste sentido, vários foram aqueles que, através de imagens de angústia e de desalento, contribuíram para a denúncia e transformação simbólica da barbárie imposta pelo regime ditatorial. A canção, por seu lado, foi o meio por excelência de contestação artística. As composições não conformes à ideologia e imaginário ditatoriais passaram a veicular uma nova palavra, transformando-se num importante meio de comunicação e de contestação. Pretendemos, em conclusão, compreender de que forma as imagens pintadas e cantadas durantes as décadas de 1970 e de 1980 participaram de uma transformação simbólica, participando e atuando no processo de contestação à repressão, barbárie e violência do período da ditadura militar. Propondo novas imagens e novos símbolos, a pintura e a música intervieram na sociedade, materializando uma nova forma de pensar e de ler o mundo, consubstanciando uma nova ideologia e, consequentemente, a manifestação de um novo imaginário.
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Wednesday 06/12 | 10:30 - 12:30 | Fac. Psicología | 13 |
A midiatização do jornalismo de cultura: apontamentos sobre a transição para a versão digital da revista Bravo! (#4056)
Anna Cavalcanti 1; Silvana Dalmaso
11 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Abstract:
Buscando acionar reflexões em torno da pergunta norteadora do GT, este artigo tem como objetivo investigar os processos de midiatização que atuam no jornalismo de cultura contemporâneo tendo como objeto referencial a revista brasileira Bravo! que, em agosto de 2016, lançou-se em versão online. Ao longo de 16 anos de existência, a Bravo! atuou no mercado editorial brasileiro como um veículo de referência no campo do jornalismo cultural impresso e, ao lançar-se na internet, aponta para questionamentos importantes que propomos desenvolver e aprofundar neste trabalho: para onde os espaços de reflexão e crítica sobre a cultura estão migrando? De que forma a Bravo! fez sua própria mediação, ao transigir para o online? Tais questionamentos situam-se na perspectiva de uma sociedade atravessada pela presença das mídias que, agora, não apenas mediam, mas organizam as manifestações e as práticas do contemporâneo, entre elas o jornalismo. Dessa forma, o jornalismo cultural, acionado pela midiatização, é, também, um local referencial de estudo da cultura contemporânea e dos seus processos de transformação. Compreendemos o jornalismo como um campo inserido nas ciências sociais aplicadas capaz de construir a realidade por meio do estabelecimento de hierarquias, mediando categorias de visibilidade alicerçadas na confiança, na credibilidade e no prestígio (BOURDIEU, 2002). O jornalismo cultural, enquanto especialidade jornalística, afirma seu lugar perito (GIDDENS, 1991) a partir de um contrato com o leitor, dizendo a ele o que deve ser lido, visto e assistido, ou seja, escolhendo entre o que é relevante e o que pode ser silenciado a partir de seus critérios. Nesse processo, ficam subentendidas a justeza na seleção e hierarquização das notícias no campo, tornando o jornalismo um mapa de leitura possível do sistema artístico relativo ao tempo e espaço presentes, disseminado na imprensa de cultura contemporânea. Assim, este artigo propõe um olhar sobre a revista Bravo! como lugar de percepção de temporalidades e narrativas contemporâneas que coexistem, entre a revista digital e a impressa. Para isso, utilizaremos os aportes metodológicos da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011) a fim de mapear e identificar os entrecruzamentos dos formatos midiáticos que estão presentes na Bravo! digital. Nesse percurso, desenvolveremos de forma mais ampla a ideia de sistema perito alicerçada a um produto cultural contemporâneo, a Bravo!, juntamente às noções e relações entre jornalismo cultural (GADINI, 2004; GOLIN, 2012; 2013) e jornalismo digital de revista (BENETTI, 2013; MIELNICZUK, 2015), considerando a midiatização (BRAGA, 2008; FAUSTO NETO, 2008; FERREIRA, 2007; 2008) como pressuposto teórico e empírico. A Bravo!, veículo jornalístico de referência, apresenta-se como um objeto que vem refletir com legitimidade os aspectos teóricos a serem abordados.